O tempo vale muito mais do que o dinheiro

O tempo vale muito mais do que o dinheiro

Perder tempo não é como gastar dinheiro. Se o tempo fosse dinheiro, o dinheiro seria tempo. Não é. O tempo vale muito mais do que...
Quando os olhos se apaixonam

Quando os olhos se apaixonam

Porque cada olho, lá no fundo, apaixona-se mesmo é por outro olho.
Quem não dava a vida por um Amor?

Quem não dava a vida por um Amor?

Por Miguel Esteves Cardoso O essencial é amar os outros. Pelo amor a uma só pessoa pode amar-se toda a humanidade. Vive-se bem sem trabalhar,...
Como é que se esquece alguém que se ama?

Como é que se esquece alguém que se ama?

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver?
“Lamento da Mãe orfã”, de Cecília Meireles às mães cujo filho já se mudou para outras paragens

“Lamento da Mãe orfã”, de Cecília Meireles às mães cujo filho...

Lamento da Mãe orfã Foge por dentro da noite reaprende a ter pés e a caminhar, descruza os dedos, dilata a narina à brisa dos ciprestes, corre entre...
‘Os demônios do Demônio’, por Eduardo Galeano

‘Os demônios do Demônio’, por Eduardo Galeano

Muçulmanos, judeus, mulheres, homossexuais, índios, negros, estrangeiros e pobres: em ensaio de 2005, escritor discorre sobre as diferentes faces do Demônio, descritas pela antítese...
Nepal:  que das estrias da Terra brote uma nova esperança

Nepal: que das estrias da Terra brote uma nova esperança

Por Nara Rúbia Ribeiro O que fazer quando, num repente, a Terra rejeita a carícia dos nossos pés? Quando ela, mãe maior, treme e sua...
O invólucro dos segredos

O invólucro dos segredos

"Cada poema é uma garrafa de náufrago jogada às águas… Quem a encontra, salva-se a si mesmo."  Mário Quintana A velha manhã anuncia que já não...
O chão que renasce

O chão que renasce

Por Ana Vieira Pereira Faça como eu fiz: olhe rapidamente para essa foto, e feche os olhos. Não se preocupe em entender do que se...
Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente), poema de Tiago de Melo

Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente), poema de Tiago de...

Dedicado a Carlos Heitor Cony, Tiago de Melo escreve, em 1964, "Os Estatutos do Homem". Assim, meio à turbulência de um país marcado pela...
É no ínfimo que vejo a exuberância

É no ínfimo que vejo a exuberância

"É no ínfimo que vejo a exuberância." Manoel de Barros A véspera da viagem sonhada; o café da manhã da criança, em primeiro dia de...
Nove segundos, crônica de Milton Hatoum

Nove segundos, crônica de Milton Hatoum

Naquela noite de 1982, quando fui com uma amiga franco-brasileira assistir ao filme Fitzcarraldo, quase nada conhecia da vida desse barão da borracha peruano. As...
“Analfabeto político”, você conhece algum?

“Analfabeto político”, você conhece algum?

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política.
Alimentar o Amor

Alimentar o Amor

Por Miguel Esteves Cardoso Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Chega-se sempre à primeira frase, ao primeiro número da revista, ao primeiro mês...