Tem dias em que “tá tudo normal” por fora — trabalho, casa, família, mensagem respondida, boleto pago — mas por dentro parece que alguma coisa não encaixa.
Você até tenta se animar, se distrair, fazer o que deveria funcionar… e mesmo assim a sensação é de um espaço oco, difícil de nomear.
Se você está lendo isso com um nó no peito (ou aquela apatia meio silenciosa), respira: essa sensação é mais comum do que parece — e não é “frescura”.
A psicóloga Josie Conti explica que esse vazio costuma aparecer quando a vida vira um modo automático: a gente funciona, mas não se sente realmente presente.

Em termos clínicos e de pesquisa, “vazio” pode ser descrito como uma experiência de seguir a vida de forma mecânica, com sensação de desconexão e perda de propósito.
E aqui vem um ponto importante: vazio não é só tristeza. Às vezes, ele parece mais com anestesia emocional. Você não necessariamente chora — só não vibra.
📌 Se ao começar a leitura você já sentiu que esse vazio tem nome e está doendo demais para esperar, você pode falar agora mesmo com a psicóloga Josie Conti — é um espaço seguro, acolhedor e sem compromisso para começar a cuidar de você. 💛
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Não se empolga como antes. Tudo fica meio “tanto faz”. Isso pode ter relação com algo chamado anedonia, que é a dificuldade de sentir prazer ou interesse por coisas que antes eram legais.
Em uma formulação bem típica do que se observa no consultório, Josie resume assim: “O vazio muitas vezes é um recado do psiquismo: ‘tem algo em mim que eu estou empurrando pra baixo faz tempo demais’.”
E completa: “Quando a gente aprende a só aguentar, aguentar e aguentar… chega uma hora em que o corpo e as emoções cobram presença.”

Então… por que a gente se sente “vazia”?
Nem sempre existe um motivo único. Geralmente é um “combo” de camadas:
- Pressão para estar bem o tempo todo. A cultura do “seja feliz” pode fazer você acreditar que, se não está radiante, está falhando na vida — e isso aumenta culpa, comparação e autocobrança.
- Rotina sem espaço interno. Quando tudo vira tarefa e obrigação, o prazer não “nasce” por decreto.
- Desconexão de desejos e valores. Você até está fazendo o que “era pra fazer”… mas pode ter se afastado do que realmente importa pra você.
- Cansaço emocional acumulado. Às vezes o vazio é um jeito do psiquismo se proteger quando já foi exigido demais por muito tempo.
- Sinais de um quadro emocional mais amplo. Em alguns casos, a sensação de vazio pode caminhar junto de sintomas de depressão, como tristeza persistente, irritabilidade, sensação de vazio/esperança baixa e perda de interesse.
- Um detalhe que vale ouro: isso costuma se instalar aos poucos. E, quando você percebe, já está difícil “dar conta”.
Sinais comuns de que o vazio está virando um alerta
Além daqueles sinais clássicos que a própria Josie aponta (mais dispersão, dificuldade de decidir, delegar escolhas importantes), muita gente também nota:
- perda de interesse por coisas simples (até conversar, sair, hobbies);
- sensação de estar sempre cansada, mesmo dormindo;
- irritação fora do “normal” ou impaciência com tudo;
- sensação de “vida embaçada”, como se você estivesse assistindo a si mesma de longe.
Se isso está presente por semanas e começa a mexer com sono, trabalho, relações e energia, é um sinal de que vale olhar com mais cuidado.
Como começar a lidar (sem se culpar)
A primeira parte é a mais difícil e a mais importante: parar de brigar com o que você sente. Vazio não é prova de fraqueza — muitas vezes é um convite (ainda que desconfortável) para se escutar.
Josie costuma orientar que, além da psicoterapia, ajuda muito criar espaço para reconhecer emoções e situações do dia a dia sem fugir delas. E aqui não é sobre “pensar positivo”.
É sobre entender o que esse vazio está tentando dizer: o que você vem engolindo? O que você vem adiando? Que parte sua ficou sem voz?
E sim: autoconhecimento é ferramenta prática, não frase bonita. Quanto mais você se entende, mais fica possível separar o que é cobrança externa do que é desejo legítimo — e isso diminui aquela sensação de estar vivendo uma vida que não é sua.
Se você se identificou, fica aqui um convite
Se esse vazio tem te acompanhado e você sente que está na hora de se ouvir com mais carinho (e sem julgamento), você pode conversar com a psicóloga Josie Conti agora mesmo — de um jeito honesto e sem compromisso. Toque aqui para chamá-la no WhatsApp.
Às vezes, uma primeira conversa já ajuda a colocar nome no que parece inexplicável.

