Um grande coração é feito de pequenas gentilezas!

“A gentileza é a essência do ser humano. Quem não é suficientemente gentil, não é suficientemente humano.” – Joseph Joubert.

Ontem fui à feira com minha mãe. Chegando lá, pedimos 3 pasteis. Cada pastel custava R$5,00 reais, ou seja, gastamos R$15,00 reais.

Para acompanhar, pedimos um caldo de cana grande no valor de R$4,00 reais. Ao todo, nossa conta daria R$19 reais.

A senhora que nos atendeu, acabou nos cobrando apenas R$15,00 reais, esquecendo-se de cobrar o caldo de cana.

Conforme eu e minha mãe fomos andando, notamos que o troco estava errado. Eu disse a ela que seria certo voltarmos para pagarmos o que consumimos. Imediatamente, ela concordou comigo. Voltamos à mesma banca e fizemos o que nosso coração nos pediu.

A senhora que nos atendeu, ficou muito surpresa com nossa ação, e, convenhamos, hoje em dia é raríssimo encontrarmos pessoas que fariam o mesmo. Não generalizando, entretanto, sabemos que está ficando cada dia mais difícil encontrarmos pessoas que carregam em si honestidade.

Após entregar a ela os R$4,00 reais me senti tão bem. Pode ser algo tão simples, mas trouxe uma paz imensa para meu coração.

R$4,00 reais pode parecer pouco, mas faz muita diferença na hora de fechar um caixa. Creio que aquela senhora trabalha para ajudar sua família, e seria cruel de minha parte, ir embora com aquele valor sabendo que consumi a mais.

Não mereço o Oscar por ter tomado essa decisão, contudo, me senti feliz ao saber que posso mudar o dia de alguém com o pequeno gesto.

Ações do bem para com o próximo, além de arrancar um sorriso genuíno de quem as recebe, nos causa uma sensação de conforto inexplicável.

Parece que o coração sente quando fazemos o bem, e como recompensa, sentimos a paz instalando-se dentro de nós em questão de segundos.

Imagem de capa:Oksana Mizina/shutterstock

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Larissa Dias
Estudante de jornalismo, radialista por amor, escritora nas horas vagas. Adora dar boas risadas, costuma passar os domingos de pijama assistindo filmes e séries. Apesar de não curtir baladas, é incapaz de recusar uma rodinha de violão, e para pra cantar junto. Mesmo desafinada, garante que é simplicidade em pessoa.

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