Sobre o novo longa-metragem brasileiro: Bacurau

O filme sai um pouco dos padrões do que conhecemos e do que geralmente ganha visibilidade nos cinemas nacionais. Não é à toa que o longa foi premiado como “Melhor Filme” no importante Festival de Cannes.

Ana Carolina Conti Cenciani

Nesta semana chegou na tela dos cinemas uma produção brasileira, o filme “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. O elenco, conta com a participação de Sonia Braga, Bárbara Colen e Thomas Aquino; Além também da participação de alguns atores gringos, como Udo Kier e Jonny Mars.

“Bacurau” conta a história de um pequeno povoado localizado no sertão brasileiro, até que descobrem que a comunidade não consta mais em qualquer mapa. Aos poucos, percebem algo estranho na região: enquanto drones passeiam pelos céus, estrangeiros chegam à cidade pela primeira vez. Quando carros se tornam vítimas de tiros e cadáveres começam a aparecer, Teresa (Bárbara Colen), Domingas (Sônia Braga), Acácio (Thomas Aquino), Plínio (Wilson Rabelo), Lunga (Silvero Pereira) e outros habitantes chegam à conclusão de que estão sendo atacados. Falta identificar o inimigo e criar coletivamente um meio de defesa.

O filme sai um pouco dos padrões do que conhecemos e do que geralmente ganha visibilidade nos cinemas nacionais. Não é à toa que o longa foi premiado como “Melhor Filme” no importante Festival de Cannes. É bom não saber muitos detalhes sobre a trama de Bacurau. O fator surpresa é essencial para o máximo impacto da trama.

Segundo os diretores, o longa é considerado um filme de gênero com ‘observações’. É um filme violento e por incrível que pareça, realista. Porém, nada é mais chocante do que as “observações”. Dói ver a carapuça nos servindo. Mas é o banho de descarrego que o Brasil necessita.

Precisa de ajuda? Conheça a nossa orientação psicológica.


COMPARTILHE

RECOMENDAMOS



COMENTÁRIOS