Sei lá, talvez o amor seja mesmo superestimado

Vai ver já estamos tão cansados dos amores que não foram recíprocos que custamos a acreditar na sorte de algum que preste. Mas tem salvação. Tem um jeito, quer dizer. Talvez o amor não cubra todo o compromisso entre duas pessoas que se querem, mas a sinceridade consegue isso.

Talvez esse lance do amor entre duas pessoas seja mais uma expectativa do que uma realidade. Não sei, às vezes desconfio que o amor é apanhado de entrelinhas. É sobre quando ele te envolve, mas não te abraça o suficiente, sabe?

Vai ver já estamos tão cansados dos amores que não foram recíprocos que custamos a acreditar na sorte de algum que preste. Mas tem salvação. Tem um jeito, quer dizer. Talvez o amor não cubra todo o compromisso entre duas pessoas que se querem, mas a sinceridade consegue isso.

Basicamente, a sinceridade é a confiança que o amor precisa, mas que não compreende a sua importância. Porque a sinceridade não é seletiva, ela vem de dentro. Acompanhada e disposta, ela é o movimento pra frente daqueles que não ficam presos apenas pelo “eu te amo”. Porque dizer que ama não basta, é necessário responder o amor com entregas a mais.

E é daí que surge a sinceridade e, consequentemente, a parceria. Sim, talvez o amor seja mesmo flutuante e pouco confiável em algumas ocasiões mas, quando sublinhado por gestos e falas sinceras, o que era dúvida pode ser chamado de certeza.

Não é fraqueza ser um pouco além do amor, um pouco além das declarações e mãos dadas. Pelo contrário, é honesto e corajoso o amor que segue atento aos detalhes nos dias bons e não tão bons assim.

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Guilherme Moreira Jr.
"Cidadão do mundo com raízes no Rio de Janeiro"