O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Em comum nos filmes listados abaixo não está o amor proibido, mas o amor impossível que desafia todas as probabilidades e acontece. Um amor surreal e delicado, que nasce por acaso e traz transformações profundas.

Tomei o cuidado de escolher filmes cujo amor em nossa realidade mundana seria improvável, mas que neles acontece magicamente.

Espero que gostem!

1. Em algum lugar do passado, de Jeannot Szwarc, 1980

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Esse filme cheio de romance marcou época. Nele Richard Collier (Christopher Reeve) é um jovem teatrólogo que conhece na noite de estreia da sua primeira peça uma idosa, que lhe dá um antigo relógio de bolso e diz: “volte para mim”. Ela se retira do local sem se explicar, deixando-o intrigado. Richard decide viajar então sem destino certo e se hospeda no Grand Hotel. Lá visita um salão histórico, repleto de antiguidades, e fica encantado com a fotografia de uma bela mulher, Elise McKenna (Jane Seymour), mulher essa que ele descobre ser a mesma que lhe deu o relógio. Um filme encantador, que retrata um amor atemporal e com uma trilha sonora inesquecível.

2. Ghost – do outro lado da vida, de Jerry Zucker, 1990

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Toda uma geração lembra desse filme cheio de um amor que não conhece limites. Sam Wheat (Patrick Swayze) e Molly Jensen (Demi Moore) estão apaixonados e tem a vida inesperadamente abalada pelo assassinato de Sam. No entanto, ao invés de descansar em paz, ele decide ficar perto de Molly, pois ela corre perigo. Para poder se comunicar com Molly, Sam pede ajuda a Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), uma mulher que consegue ouvi-lo e que aceita ajudá-lo, sem muito ânimo para isso. O romance entre Sam e Molly se mantém além da vida carnal. A trilha sonora é no mínimo tocante. Preparem os lenços, esse filme mexe com as emoções.

3. Cidade dos anjos, de Brad Silberling, 1998

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Anjos e humanos podem se apaixonar? Esse filme diz que sim e convence com uma linguagem cheia de muita sensibilidade. Em Los Angeles, uma cirurgiã (Meg Ryan) fica arrasada quando perde um paciente durante uma operação, no mesmo instante em que um anjo (Nicolas Cage), que estava na sala de cirurgia, começa a se sentir atraído por ela. Em pouco tempo ele se apaixona pela médica e resolve aparecer para ela. Assim, juntos, os dois vivem uma estória de amor impossível. Muito sentimento, carinho e lágrimas aguardam aqueles que assistem a esse filme. A trilha sonora também é um encanto.

4. Encontro marcado, de Martin Brest, 1998

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

“Encontro Marcado” é excepcional! Esse filme tem um roteiro sensível que faz com que os espectadores se apaixonem por sua estória cheia de sutilezas e com atuações maravilhosas. O filme aborda o amor em um paralelo entre a vida e a morte. Em suma o enredo trata da estória de uma médica residente (Claire Forlani) que conhece um recém-chegado na cidade (Brad Pitt). Eles se sentem atraídos um pelo outro, mas logo após se despedirem ele morre em um acidente. Em seguida, a própria morte decide utilizar o corpo do homem e vai falar com um magnata (Anthony Hopkins) dizendo que está ali para levá-lo, mas que irá ficar um pouco, vivendo como um ser humano. O que a morte não sabe é que a filha do magnata é a jovem médica que se apaixonou pelo estranho de quem ela tomou o corpo. Assistam ao filme legendado, a versão dublada deixa bastante a desejar, chegando a prejudicar o brilhantismo do filme.

5. E se fosse verdade, de Mark Waters, 2005

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Nesse filme duas pessoas que parecem não ter nada em comum se apaixonam de forma inusitada. Mais uma vez aqui o amor impossível acontece de forma mágica e divertida. David Abbott (Mark Ruffalo) aluga um belo apartamento em São Francisco e a última coisa que ele queria era ter dividi-lo com alguém, mas logo surge uma jovem bonita e controladora, chamada Elizabeth (Reese Witherspoon) que insiste que o apartamento é seu. David imagina que houve um grande mal-entendido, até que Elizabeth simplesmente desaparece. Ele muda a fechadura do apartamento, mas isso não impede que Elizabeth ressurja.

6. A casa do lago, de Alejandro Agresti, 2006

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Quem nunca entrou em uma casa e se perguntou sobre as histórias que lá se desenrolaram? Esse filme trata de um amor entre duas pessoas que se encontram em um ponto específico do tempo. Esse ponto de intersecção é uma casa encantadora que fica em um lago. Impossível não se apaixonar por essa estória. Kate Forster (Sandra Bullock) era uma médica solitária que morava em uma casa à beira de um lago ocupada, anos depois, por Alex Wyler (Keanu Reeves), um arquiteto frustrado. Kate passa a trocar cartas com Alex pela caixa de correspondência da casa que parece ligar um ao outro, mesmo estando os dois separados por anos. Quando eles não conseguem mais negar a paixão sentem uma necessidade incontrolável de se encontrarem. Preparem os lencinhos, esse filme faz chorar.

7. Elvis e Anabelle, de Will Geiger, 2007

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Se no filme “A Casa do Lago”, a casa é a ligação entre os protagonistas, nesse filme, cheio de surpresas, a morte é a ligação entre os dois jovens que sentem uma irresistível atração um pelo outro após se unirem por uma fatalidade. Nesse filme a morte vai ensinar a beleza do amor e da vida. “Elvis e Anabelle” conta a estória de amor entre a miss do Texas e o filho de um coveiro. Durante um concurso de beleza a jovem miss Anabelle (Blake Lively) morre inesperadamente. Ao ser embalsamada por Elvis (Max Minghella) ela milagrosamente ressuscita. Esse fato liga os dois jovens, que se apaixonam. Porém, cada um deles é assombrado por seus próprios problemas, e eles devem lutar para impedir que a vida separe o que a morte uniu.

 

8. O curioso caso de Benjamin Button, de David Fincher, 2009

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Esse é um filme que desafia quem o assiste, pois subverte a questão do tempo. Nele o protagonista, Benjamin, caminha sentido à juventude. A questão é que a vida de frente para trás ou de trás para frente é sempre perfeita para o amor. Benjamin Button (Brad Pitt) foi um bebê incomum, com a aparência e doenças de uma pessoa de oitenta anos, e, ao invés de envelhecer, ele rejuvenesce. Quando ainda criança ele conhece Daisy (Cate Blanchett), de mesma idade que ele, e se apaixona. No entanto ele precisa esperar que Daisy cresça, tornando-se uma mulher, e que ele rejuvenesça para que, quando tiverem idades parecidas, possam se envolver.

9. Te amarei para sempre, de Robert Schwentke, 2009

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Esse filme nos traz a sensação de uma tristeza ínfima assim que a última cena acaba, mas é lindo ao retratar um amor que viaja pelo tempo e acontece com toda sua beleza, sendo imperfeito e belo como quase todos os amores reais. Henry DeTamble (Eric Bana) conheceu Clare Abshire (Rachel McAdams) quando tinha apenas 6 anos. Logo eles se tornaram amigos, confidentes e depois amantes. Só que o futuro de Clare é o passado de Henry. Ele é um viajante do tempo, devido a uma modificação genética rara que o faz levar a vida sem saber em que época estará.

10. In your eyes, de Brin Hill, 2014

contioutra.com - O amor impossível em 10 filmes absurdamente românticos

Esse filme tem uma aura mágica. Imagine se um dia você pudesse conversar com uma boa voz que vive apenas em sua cabeça? Para os dois protagonistas, um casal improvável, isso se torna real e faz com que se conheçam profundamente, mesmo ambos morando há quilômetros de distância um do outro. Um filme rico e surpreendente que mostra que a força do amor é capaz de mudar vidas. Rebecca (Zoe Kazan), a desanimada esposa de um famoso médico e Dylan (Michael Stahl-David), um ex-condenado buscando recomeçar a vida, descobrem estar conectados mentalmente. O casal pode ouvir e ver um ao outro. A partir desta ligação, Rebecca e Dylan iniciarão um inexplicável romance metafísico. Um filme dinâmico e muito bonito acerca do amor impossível que magicamente acontece.

Acompanhe a autora no Facebook pela sua comunidade Vanelli Doratioto – Alcova Moderna.

5 ideias simples para levar mais vida a lares sem jardim

5 ideias simples para levar mais vida a lares sem jardim

Nas grandes cidades, muitas vezes as casas e os apartamentos são pequenos e não têm pátio, varanda ou terraço. Isso pode te levar a pensar que ter plantas, além de um potinho pequeno na janela da cozinha, seria impossível. No entanto, isso não é totalmente verdadeiro. Existem plantas que podem crescer em ambientes fechados, em pequenos vasos, e também existem técnicas para cultivar plantas e vegetais em terrários, usando a hidroponia ou culturas verticais, que são mais do que capazes de gerar um belo jardim, mesmo em um espaço reduzido. As ideias a seguir podem ajudar você a bolar um novo projeto para sua casa:

1. Horta invertida

contioutra.com - 5 ideias simples para levar mais vida a lares sem jardimQuando você pensa que não têm lugar para ter plantas, pense direito… talvez você esteja esquecendo um espaço que pode estar disponível. O TETO! As plantas podem crescer para baixo da mesma forma como o fazem a partir da base para cima. Apenas plante-os em um recipiente concebido para que a terra não caia, você também pode fazê-lo em recipientes de plástico perfurando seu fundo para que os ramos tenham espaço para crescer. É uma boa ideia para colocar vasos com aromáticas na cozinha e ter um jardim suspenso.

2. Jardim Vintage

contioutra.com - 5 ideias simples para levar mais vida a lares sem jardim

Essa é tão simples como plantar pequenos vasos dentro de casa, mas com uma ideia de aproveitar aquelas latas e rótulos mais bacanas e vintages que você tem em casa. Assim, o jardim é mais sustentável e cheio de estilo, além de que pode combinar com a decoração da cozinha.

3. Jardim em um copo

contioutra.com - 5 ideias simples para levar mais vida a lares sem jardim

Para pequenas casas, jardins em miniatura são uma boa opção. Algumas plantas que não necessitam de regas frequentes, tais como plantas suculentas e cactos, podem crescer em canecas sem precisar ser perfuradas. Ou você pode fazer um buraco no fundo da xícara, usando-a sobre um pires, utilizado para recolher águas residuais. O limão é uma planta que pode germinar em um copo pequeno, basta colocar a semente na terra, perto de uma janela.

4. Jardins verticais

contioutra.com - 5 ideias simples para levar mais vida a lares sem jardim

Jardins verticais são grandes soluções para pequenos espaços, e embora sejam frequentemente dispostas ao ar livre, dentro de casa também ficam perfeitos.  Aqui você pode ver 12 ideias de jardins verticais , tanto para jardins e varandas como para o interior.

5. Terrário

contioutra.com - 5 ideias simples para levar mais vida a lares sem jardim

Terrários são compostos por plantas que crescem em pequenos frascos e nem sequer precisam de regas frequente.  Eles são escolhas ideais se você tem espaço mas não tem tempo para cuidar de um jardim exigente. Fazendo a escolha certa das plantas e você pode ter um lindo e verdejante jardim em, praticamente, qualquer lugar.

Não se recuse a crescer!

Não se recuse a crescer!
Girl (3-5) holding finger to lips, indicating 'quiet'

Está cada vez mais difícil encontrarmos pessoas maduras, que agem de forma consciente, aceitando aquilo que não podem mudar, respeitando o outro e lutando pelo que se quer de maneira limpa, não fugindo à ética que deve pautar comportamentos e atitudes em sociedade. A maioria de nós parece estacionar lá na adolescência, mantendo uma postura egoísta e mantendo a ideia de que o mundo foi feito para nos servir e de que as pessoas são obrigadas a nos agradar.

Assuma seus erros, reveja as ações que não deram resultados positivos, tenha a decência de se incluir como um dos causadores de sua própria tristeza. Responsabilizar os outros integralmente pelo que nos desagrada ou dá errado impede a necessária mudança de atitudes perante a vida. A reflexão sobre o que estamos fazendo das nossas vidas, sobre a necessidade de mudarmos para escapar da rede de problemas que nos envolve, será a única forma de diminuirmos a carga negativa que nos rodeia.

Aceite o que não dá para ser mudado, entendendo que não conseguirá obter tudo, não ganhará sempre, nem estará com a razão toda vez. Lide com as frustrações sem culpar o mundo pelas suas agruras, sem revoltar-se contra as pessoas que só querem o seu bem. Cada não recebido pode ser motivo de tristeza e de decepção, mas jamais deverá alimentar sentimentos derrotistas, tampouco movê-lo ao terreno arenoso da desistência de tudo.

Compreenda que jamais será capaz de agradar a todo mundo, que não será querido de forma unânime, que haverá quem deixará de amá-lo. Às vezes, o amor, a afeição, a amizade e os relacionamentos acabam, porque o outro tem o direito de não querer mais estar com você. Não force nada nem ninguém a permanecer em sua vida, pois, na verdade, tudo o que fica sem vontade já foi faz tempo.

Aprenda a esperar a sua vez de falar, de se expor, de aparecer, de agir. Não atropele as vidas alheias para que a sua sempre fique em destaque. Todos temos o nosso lugar no mundo e na vida de alguém, não sendo preciso falar mais que todo mundo, destacar-se em todos os lugares, tampouco diminuir o outro para isso. Quando lutamos com dignidade pelo que queremos, sempre encontraremos um lugar tranquilo, com amor verdadeiro, onde poderemos descansar de nossas lutas diárias.

Não fale dos outros pelas costas, não alimente fofocas baseadas em suposições não comprovadas, não acredite no que ouviu comentarem sem ter visto. Afastar-se da maldade nos mantém em segurança, longe de problemas, impedindo-nos de magoar sem razão, de maldizer sem fundamento, de perder o que é vital em nossas vidas. Quanto mais confiança transparecermos, mais chances teremos de chegar ao lugar certo com as pessoas certas.
O propósito de todo ser humano é ser feliz e a felicidade não nos chega de bandeja. Porém, tentar alcançá-la sem enxergar nada nem ninguém à frente somente servirá para nos desviarmos de todo o bem que a vida sempre nos reserva. É preciso maturidade para aceitar o que não pode ser mudado e continuar firme na luta pela realização de sonhos, sem ferir, sem machucar, sem diminuir ninguém nesse percurso. Enfim, é preciso ser gente crescida para viver com mais chances de ser feliz.

Como lidar com a depressão? | Monja Coen responde

Como lidar com a depressão? | Monja Coen responde

Monja Coen fala sobre como lidar com a depressão, declara-se favorável ao uso de medicamentos pelo tempo que for necessário e mostra como a meditação pode influenciar no caminho da cura.

Quem ela é?

Monja Coen  é uma monja zen budista brasileira e missionária oficial da tradição Soto Shu com sede no Japão. Monja Coen também é a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista criada em 2001 com sede em Pacaembu, São Paulo.

Criada no Cristianismo, dedicou-se para estudar no Zen Center of Los Angeles em 1983, logo depois partindo para ao Japão e convertendo-se à tradição budista deles no Convento Zen Budista de Nagoia, Aichi Senmon Nisodo e Tokubetsu Nisodo. Antes de ser religiosa foi repórter em diversos jornais do Brasil.

O Vídeo:

14 hábitos simples (e viáveis) que podem melhorar sua vida

14 hábitos simples (e viáveis) que podem melhorar sua vida

Você tem muitos objetivos gigantes em sua vida e nunca consegue concluí-los? Essa lista foi feita para você – e pode mudar sua vida!

1. Tenha uma fruteira em sua mesa
Segundo Brian Wansink, professor de marketing da Universidade de Cornell, apenas força de vontade não fará você perder peso: é preciso mudar seu ambiente. Uma fruteira em sua cozinha já é o suficiente para melhorar seus hábitos alimentares. E convenhamos, não é tão complicado ter e abastecer uma fruteira em casa, não é?

2. Tome café da manhã
Muitos estudos já comprovaram os benefícios do café da manhã. Compre um pãozinho na padaria, coma uma fruta, tome um iogurte ou um suco e voilá, você estará pronto para enfrentar a semana! A primeira refeição do dia deve ser rica em carboidratos para te sustentar – afinal, saco vazio não para em pé.

3. Ande (não corra)
Você não é daqueles ratos de academia? Não se preocupe, vamos fazer uma continha básica: se todos os dias você der 200 passos durante um telefonema, mais 100 passos enquanto espera a comida esquentar no microondas, e mais 100 passos enquanto escova os dentes de manhã, você terá andado quase dois quilômetros extras por semana. Parece pouco, mas em um ano você terá andado 80 km a mais.

4. Faça uma lista de coisas para fazer
As manhãs são perfeitas para se planejar. Faça uma lista de coisas para fazer durante o dia, e não se esqueça de distribuir um tempo correto para cada ação. Gastar uns minutinhos fazendo isso poderá te economizar boas horas.

5. Programe o finde durante o começo da semana
Se programar com antecedência é lei se você quiser ter uma vida mais tranquila. Tome alguns minutos durante o começo da semana para pensar sobre o que você gostaria de fazer no fim de semana. Quer ver um filme? Use esse tempo para convidar seus amigos ou comprar os ingressos. Isso vai antecipar imprevistos e economizar seu tempo

6. Faça um trajeto diferente por semana
Caminhos diferentes para o trabalho ou colégio podem te fazer se sentir melhor – e menos enjoado. O segredo é simples: baixe umas boas músicas durante o fim de semana e mude seu trajeto. Um exercício simples que pode te desestressar.

7. Dê uma volta durante o dia
Está num dia difícil? Dê uma voltinha no quarteirão. Isso vai te ajudar a refrescar sua mente e te deixar mais focado. Não pense que serão minutos jogados fora, uma ideia genial pode surgir em uma dessas caminhadas.

8. Maneire seu tempo assistindo televisão
Não estamos falando para você parar de assistir, apenas para maneirar no tempo que você assiste. Leia um livro ou termine algo que você começou. Além disso, essa prática ajudará a escolher seus programas favoritos.

9. Ajuste seu despertador
Organize seu sono. Meia horinha a mais na cama faz toda diferença. Ou, se você tem um dia cheio de tarefas pela frente, tente ajustar seu despertador para mais cedo. Será como se o dia fosse mais longo.

10. Mude de lugar seu despertador
Se você faz do seu celular o seu despertador e dorme com ele do seu lado, são grandes as chances de que você aperte o botão “soneca”. Deixe o seu despertador longe o suficiente para você ter que levantar para desligar. Esse estímulo vai te ajudar a sair da cama e acordar!

11. Crie uma senha positiva
Você usa muito o computador? Altere suas senhas! Mas não coloque coisas simples como “soufeliz”, use o teclado alfanumérico: “s0uf4l1z”. Ter que digitar palavras de positividade obrigatoriamente pode mudar seu dia.

12. Envie um bom e-mail (ou elogie alguém)
Você conversa com várias pessoas por dia e manda milhares de e-mails. No meio desse caos, experimente enviar uma mensagem desejando coisas boas.

13. Gaste melhor seu tempo ocioso
Muito tempo na fila do banco? Ainda bem que você tem seu celular! Navegue por fotos antigas, converse com seus amigos, planeje sua semana. Existem inúmeras coisas produtivas para se fazer durante o tempo ocioso.

14. Você é responsável por seus hábitos
Não adiantará nada fazer uma dessas coisas sazonalmente. Um hábito só se torna um hábito quando repetido inúmeras vezes até se tornar prática. Compartilhe com algum amigo seus feitos e conquistas: isso te ajudará a ir mais longe. E não se esqueça: coisas pequenas geram mudanças grandes.

A necessidade de nos sentirmos frágeis

A necessidade de nos sentirmos frágeis

Imagem: Ana Prego/Shutterstock

Quando estamos tão acostumados a sermos fortes —e achamos que por isso nada nos abala – essa é a hora de voltarmos à nossa fragilidade.

Sempre acreditei que ser forte era essencial na vida. Que, para vencer as batalhas diárias e alcançar os nossos objetivos, era necessário muita força e garra para passar por cima de todos os obstáculos. Caso o contrário, o fracasso era quase certo.

E o tempo vai passando e a maioria das batalhas nós vamos travando e ganhando. Você,  então, acaba se acostumando com a sua armadura de guerra, com a sua fortaleza, com as suas armas de defesa e com os seus escudos. Você cria um esconderijo –  seguro e secreto –  onde estão todas as suas fragilidades, sua inocência, seus sonhos de infância, seus reais sentimentos e, principalmente, o seu amor.

O amor, sim, é um vilão para o guerreiro. É visto como o seu tendão, seu ponto fraco, sua maior fragilidade. Na maioria dos filmes, o guerreiro que se rende ao amor se torna frágil e, muitas vezes, por ele desiste das guerras.

O meu símbolo para o guerreiro sempre foi o Leão. Sua coragem, foco e força são de causar inveja a qualquer outro animal.

Mas, de um tempo para cá, a vida tem me mostrado outros lados dessa mesma história. Afinal, chega um momento em que ganhamos as principais batalhas da nossa vida e nos damos conta de que não estamos satisfeitos. Você tem o emprego que sempre quis, a casa que sempre quis, o carro que sempre quis, o dinheiro que sempre quis, o título que sempre quis, a posição que sempre quis, mas se percebe ainda infeliz.

Para isso, temos duas soluções: seguir com a nossa mente pequena e astuta, que cria novas batalhas (cada vez mais épicas), ou com a nossa mente grande, que nos mostra um outro caminho - um caminho de retorno ao que foi perdido/escondido.

Conseguimos perceber que, se seguirmos a nossa mente pequena (ego), adentraremos um ciclo sem fim de batalhas sem sentido e de infelicidades. “Vou batalhar para ter aquilo para ser feliz, mas isso não tem a mínima importância para mim”.

O segundo caminho é o retorno para casa, é voltar à caverna de sentimentos e emoções reprimidas, é se sentir frágil novamente e experimentar o amor em sua essência. É crescer em todos os sentidos, iluminar-se, tornar-se maior  –  o todo.

Perceba que ambos os caminhos possuem determinados tipos de sofrimento ou dor. O primeiro é com o mundo ilusório; o segundo é consigo mesmo  –  o que existe de mais real. Ao seguir este caminho, é necessário também ser forte, na fé e no amor, mas frágil emocionalmente, pois é necessário que se permita o sentir. E sentimento é isso, é uma roda gigante de altos e baixos. É necessário estar ali para se conhecer melhor. Quem sou eu no alto? Quem sou eu no baixo? Como ser agradecido e feliz, no alto e no baixo?

Posso dizer, pela minha experiência, que ser frágil é se permitir sentir, emocionar-se, ama.. Nada mais que isso. E que ser forte é ter fé, acreditar em você, nos outros e na inteligência divina.

Aquele guerreiro ainda existe, cada vez mais isento de armaduras e sistemas de defesa. Reside, em mim, de uma forma ressignificada. Não possui mais sua caverna, nem mais títulos e grandes batalhas a serem travadas. Ele apenas caminha de sorriso largo, aprecia a natureza e se sente pertencente.

Ele é amor, ama e demonstra isso. Ele não luta, ele vive. Ele é.

Jai Gurudev — vitória da mente grande em você

Insônia, um terrível pesadelo!

Insônia, um terrível pesadelo!

Sofreguidão. A definição mais honesta para as horas atormentadas de uma noite insone, agitada, suada, desesperada.

A palavra insônia sempre me remeteu à consciência- mais especificamente à que pesa, como se os insones tivessem a obrigação de pagar com olhos secos e arregalados, suas penitências e dívidas.

Pela manhã, no fundo de enormes olheiras, enxergo a ignorância rindo de mim, apontando o indicador e se jogando para trás com enorme prazer.

Insônia também faz parceria coma solidão. E é possível passar um dia inteiro com os olhos em poças de água para não esquecer, ou ao menos, não menosprezar essa presença ilustre.

É fácil identificar essa companheira esfomeada, que devora o repouso, que bebe as energias que restam. Difícil é convidá-la a se retirar.

Insônia come a sensatez, o prumo, a vontade. E palita os dentes com a enfraquecida vontade de acordar com boa disposição.

E chega o amanhecer, levando a noite e as esperanças de um soninho gostoso. A aparência revela o caos vivido. O humor confirma, o corpo se arrasta.

A maior dúvida nesse momento é: Comprar um aspirador para juntar todos os cacos, ou uma mangueira para lavar tudo e levar para longe? Guardar os cacos para se reconhecer ou apostar que a próxima noite será de mais sorte?

É necessária uma ajuda, amiga ou não, profissional ou não. É imperioso descobrir como deixar o corpo e a consciência repousarem.

É vital uma noite de sono e um sonho muito bom para o dia e as ideias amanhecerem mais vivos.

Pelo retorno de Héstia

Pelo retorno de Héstia

Por Talita do Lago Anunciação

Somos a geração de mulheres que não podem mais ter tempo livre: estamos sempre a remarcar o café com as amigas e a salvar nos favoritos as receitas sem glúten que nunca testamos, postergamos a caminhada relaxante no final do dia e deixamos secar as suculentas e violetas que não temos tempo de regar, marcamos “tenho interesse” em inúmeros eventos de lazer que raramente conseguimos comparecer e nos esforçamos para não esquecer dos livros de poesia que um dia, quando sobrar tempo, tentaremos ler.

Essa é a condição da mulher contemporânea que passou a ver como única condição para a sua existência o acúmulo de títulos, cargos e cursos. Ora estamos pressionados a buscar com obstinação o alcance de uma vaga de emprego “estável”, ora estamos comprimidos na severa linha de produção acadêmica.

Mediante tamanha exposição a ideologia do sucesso individual e incitação a competição, assistimos com medo a nutrição de nossas sombras egoístas e invejosas. Enquanto nossos objetivos não são alcançados recebemos com receio as atualizações dos nossos contatos no linkedIn e acompanhamos com ansiedade o lattes de nossos concorrentes em concursos que se quer foram lançados.

Estamos todas imersas (submersas e nos afogando!) nesse cenário que apesar de se apresentar como sinônimo de emancipação e libertação tem nos colocado sob um regime de escravidão. Para cumprir as metas impostas por esse sistema estamos negligenciando nossos ciclos, forçando nossos limites pessoais e adiando para a aposentadoria o nosso almejado contato com a arte, com o lúdico, com outras mulheres, com a natureza e com tudo aquilo que representa o prazer e o bem-estar em nossas jornadas. Na medida em que uma atividade não avoluma nossas contas bancárias ou não estica nossos currículos ela é imediatamente alvo de julgamento e repressão.

Como consequência desse fenômeno, alojamos em nossos ombros o peso da culpa e seguimos dizendo sim a essa sociabilidade cruel que em troca do nosso sangue e da nossa essência, oferece a promessa do sucesso individual. Estamos todas no mesmo barco, ele está afundando e o nosso socorro virá somente no dia em que Héstia retornar ao governo de nossos lares-corações.

Héstia é a deusa que tem como símbolo o círculo, a deusa da lareira que mantinha acesa a chama nos lares, templos e cidades gregas. Sua presença era solicitada sempre que se fazia necessário o aquecimento ou a consolidação de uma lar e o estabelecimento do compartilhar nas relações.

Héstia possuía qualidades essenciais que podiam ser honradas com fluidez pois ela não se deixava perturbar por influências e coerções externas. Em um momento em que nos encontramos afastadas dos caminhos dos nossos corações e que constatamos nosso compartilhar sendo substituído pelo competir parece fundamental acolhermos a presença arquetípica de Héstia.

A presença de Héstia nos auxilia a mergulhar em nosso interior e a reacender a intuição para que nosso foco seja direcionado para a plenitude de nossas essências individuais e não para as pressões que vem de fora. Héstia representa a mulher que imersa na organização de seu lar entra em profunda meditação e estado de harmonia.

A mulher sob a presença de Héstia cuida dos detalhes de seu quintal ao mesmo tempo em que rega seu jardim interno. Nesse momento ela esta sob o domínio da paz interior e o tempo que corre agitado lá fora, ali no seu lar-coração já não existe mais. A mulher que nutre sua Héstia e aquece seu lar com amor não o faz para agradar alguém mas como uma forma de cuidado íntimo consigo.

Héstia enquanto protetora da lareira não é uma deusa de grandes causas ou com uma personalidade reconhecida, ela se sustenta em seu anonimato e na alegria interior de reinar sobre seu lar e sobre si mesma. A mulher que cultiva o arquétipo de Héstia permanece inabalável em relação a pressão para aquisição de bens, títulos ou prestígio. Ela simplesmente é e sua vida simples é plena de significados, sentidos e a conecta ao todo.

A desvalorização de Héstia afasta a mulher do seu centro de paz interior e da sua capacidade de ser absorvida pelo tempo, de perder-se nele realizando algo que lhe dá prazer e que pacifica sua alma.

Convocar Héstia para o nosso cotidiano nos ajuda a nos desapegarmos das cobranças e olhares externos, da opressão do relógio e das metas exteriores que nos são impostas diariamente. Convidar Héstia para nos possuir significa meditar através do cuidado diário e afetivo com uma planta ou com um animal, significa entregar-se a preparação de um jantar ou desprender amor a organização de uma estante de livros. Héstia nos estimula a entregar nosso tempo a nós mesmas, aos nosso anseios mais íntimos e as pequenas coisas que nos dão prazer.

A participação da mulher no mundo do trabalho e na produção do conhecimento são conquistas louváveis e consequências de lutas e engajamentos importantíssimos. No entanto, é preciso repensar a forma como nos apropriamos dessas conquistas. Temos realizado a entrega irrestrita do nosso tempo a caminhos que muitas vezes não condizem com os caminhos do nosso coração e aceitado jornadas que nos são ditadas por fatores externos e que fortalecem e perpetuam ideologias com as quais não concordamos.

A competitividade e a busca por notoriedade e triunfo vem fazendo com que as mulheres se omitam em relação as suas aspirações particulares mais sinceras e também com que se afastem umas das outras, deixando que se dissipe a riqueza e a sacralidade do tempo feminino compartilhado. Convoquemos Héstia para nos amparar enquanto afirmamos para esse sistema que podemos considerar nosso lar o nosso reino, que ele pode ser constituído somente por nós mesmas e ainda assim, estaremos realizadas.

Que Héstia nos ampare enquanto proclamamos que podemos estar plenas em uma carreira profissional proeminente mas também temos o direito de nos contentar com carreiras anônimas, ter salários modestos e uma vida simples que nos proporcione tempo livre para realizarmos tarefas que aqueçam nosso coração e façam o relógio sumir.

Lutemos para que nossas lareiras estejam sempre protegidas e o fogo em nossas almas sempre aceso. Lutemos para que nossos desejos mais íntimos sejam ouvidos e não mais substituídos pelas necessidades alheias. Lutemos pelo fim de nossa rendição a esse sistema sufocante que esfria nossos corações e perturba nossas mentes. Lutemos pelo retorno de Héstia.

Leia mais artigos da autora em Medium

“A crise não está lá fora, a crise é interna, e não queremos encarar isso”: Krishnamurti

“A crise não está lá fora, a crise é interna, e não queremos encarar isso”: Krishnamurti

Por Nando Pereira (Dharmalog.com)

Acho que não há dúvidas que vivemos há algum tempo (mais) uma grande crise, política, econômica, social, coletiva, e, de novo, “queremos ordem no mundo, politicamente, religiosamente, economicamente, socialmente”, como retratou certa vez o célebre filósofo indiano Jiddu Krishnamurti (1895-1986) no registro desse curto vídeo abaixo, reproduzido do documentário “The Mind of J. Krishnamurti” — gravado muito antes de nossa crise atual (parece que sempre há crises). “Nas nossas relações uns com os outros, queremos ordem, queremos alguma paz, alguma compreensão“, prossegue ele, para logo em seguida confrontar esse desejo com a atenção à nossa crise “interna”, pessoal, individual, que, segundo ele, é a verdadeira crise: “A crise não está lá fora, a crise realmente é interna, e nós não estamos com vontade de resolver isso“.

Interna como?, podemos nos perguntar. As palavras que ele usa para definir interna são “psicologicamente” e “na consciência“. No vídeo ele afirma que “a consciência está uma confusão, em contradição”. A forma mais simples de entender isso talvez seja ver que o que se busca como ordem no mundo não está correspondendo à desordem que se vive internamente — desordem psicológica e desordem da consciência. Uma frase atribuída a Sigmund Freud tem sido compartilhada exaustivamente na Internet, onde ele pergunta: “Qual a sua responsabilidade nos problemas do mundo que você critica?” (nota atualizada sobre a frase atribuída: a frase consta no livro “Presentation on Transference”, de Jacques Lacan, onde ele cita Freud e descreve a frase como sendo “Qual o seu envolvimento na desordem da qual você reclama”, pg.179 — com agradecimentos ao leitor Nelson Matheus, que trouxe a primeira confirmação).

Esse vídeo foi extraído de uma entrevista que Krishnamurti concedeu ao escritor e educador Michael Mendizza (em inglês aqui), e ele mesmo refaz a pergunta para entender o que Krishnamurti quer dizer com crise interior.  Um dos trechos da resposta que recebe não está neste vídeo, mas fala da nossa super-adaptação aos vários sistemas vigentes, que seguem inquestionados: “Quando eles oferecem sistemas e você os aceita, você está fechado, seguro, protegido, e você sente isso. E a maioria da pessoas querem se sentir protegidas psicologicamente. Mas as instituições nunca salvaram o homem, politicamente, religiosamente; elas nunca realmente libertaram o homem da sua tristeza, dor e todo o resto. Sabemos disso, mas os sistemas tem um apelo extraordinário para aqueles que não pensam”. Mais do que a ignorância, Krishnamurti cita a “preguiça” como fator que justifica a manutenção dos sistemas.

Uma das coisas que o filósofo sempre sugeria em seus discursos e palestras era que, se as pessoas tinham dúvidas, que se perguntassem, sincera e profundamente, sem se apegar a padrões de respostas já existentes, e assim chegariam a respostas verdadeiras. Podemos seguir essa sugestão agora e colocar atenção em algumas perguntas orientadas-ao-nosso-interior nesse cenário de crise atual: nós queremos que os políticos se interessem e se dediquem aos problemas e às necessidades comuns, mas será que fazemos isso quando vivemos os variados eventos da nossa rotina? Será que quando entramos em debates, por exemplo, não ajudamos a torná-lo uma discussão dividida, oferecendo resistência e defesa, ao invés de torná-lo mais inclusivo e compreensivo? Será que não estamos agindo apenas em prol de agendas individuais, com graus de segregação e ausência de fraternidade – e desejando que o mundo tenha justamente isso, para podermos então ter essas mesmas coisas em nossas vidas, de fora pra dentro? O que leva a essa expectativa? O que leva a projetar a responsabilidade sobre o outro, ou sobre um sistema? Qual minha motivação quando divido, engano, rejeito, ataco? Quem acredito que sou ou preciso ser para pensar e agir assim? Que mais perguntas podemos fazer, eu sinceramente gostaria de evoluir e aprofundar em mais questões, tomar caminhos diversos nesse tipo de questionamento — podemos fazer isso nos comentários, e eventualmente atualizo o post. Assim podemos ir ampliado e renovando, “encarando a crise”, buscando um ordem e esclarecimento interior.

“Já está provado, por mais e mais vezes, que querer ordem externa no mundo sem ordem interna só gera mais desordem”.
Jiddu Krishnamurti

Segue o vídeo com legendas embutidas em português:

 

Fonte mais do que indicada:

contioutra.com - “A crise não está lá fora, a crise é interna, e não queremos encarar isso”: Krishnamurti

10 curtas que falam de paixão, enamoramento e amor

10 curtas que falam de paixão, enamoramento e amor

Todas as animações apresentadas acima fazem parte do acervo de animações da CONTI outra e foram publicadas em datas anteriores ao longo dos anos.

1- The Piano- uma das animações mais lindas da história

Emoção, sensibilidade e a prova de que a música nos conecta com algo além…

O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que têm medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.
Henry Van Dyke

2- O que é o amor? – animação francesa com música de Édith Piaf

O que é o amor?

Adorável animação francesa.

Simples nos desenhos, dinâmica na sequência de imagens e excelente na escolha da música:

“A quoi ca sert l’amour”, de Édith Piaf.


3- A última dança

O velho fez um relógio em homenagem ao dia do seu casamento, onde ele e sua nova noiva dançaram em frente à Catedral. O boneco caixa de música achava que sonhava com a noiva até que, depois de ver o retrato, entendeu do que tudo se tratava e promoveu a “última dança.”

4- Haoma- prova de amor

Nem sempre correspondemos às expectativas sociais porém, em muito e muitos casos, estamos situados infinitamente além delas. Haoma é uma belíssima animação sobre a rejeição e a superação. É também uma mensagem para que observemos algo além das jóias aparentes.

5- Duas árvores se apaixonam, mas não podem se tocar…

6- Tocante animação usa balões como metáfora para relacionamentos

Inspirado pelo filme da Disney/Pixar “UP”, esta simples animação merece um pouco do seu tempo.

7- Animação “The Gift” explica em poucos minutos como funciona o amor

A animação “The Gift” (“O presente”, em tradução livre) conta a história de um casal como outro qualquer,entretanto, quando ele oferece a ela uma pequena esfera que tirou de seu peito, ela não consegue mais se separar desse grande presente… mesmo depois que ele se quebra.

O curta foi produzido por Cecilia Baeriswyl e dirigido por Julio Pot e foi selecionado em mais de 100 festivais internacionais ao redor do mundo.

O amor que recebemos tem um grande valor e precisa ser cuidado.

8- Entracte (2013), sobre o enamoramento

Animação francesa profundamente romântica criada pela Ecole Supérieure des Métiers Artistiques de Montpellier (ESMA).
O enredo é sobre um casal formado por um artista de rua e uma garçonete que, após darem conta da existência mútua, mergulham em um mundo de sonhos.
Esteticamente agradável e emocionalmente envolvente. Vale cada minuto!

9- Animação mostra como o arriscar-se da paixão pode levar a plenitude

“Tumbleweed Tango” é uma animação que, em cerca de 3 minutos, nos torna cúmplices da paixão entre dois balões que estavam perdidos em um deserto cheio de cactos. Presenciamos o entregar-se a um relacionamento que necessita de total confiança, adaptação e parceria. Ao som do tango e da dança mútua, um caminho é trilhado em busca da plenitude.

10- Paperman- John Kahrs

Zumbis consumistas e desejos mercadológicos: uma ode à felicidade consumista

Zumbis consumistas e desejos mercadológicos: uma ode à felicidade consumista

Hobbes já dizia que, se o homem é desejante, então o mundo é uma guerra de todos contra todos. A verdade é que o desejo sempre foi alvo de estudo entre as mentes mais brilhantes, ao longo da história. Posto isso, há de se considerar o seu valor na constituição do ser. O mercado, sempre perspicaz, atentou-se para isso e construiu a fórmula de ouro da felicidade contemporânea.

Antes de adentrar nessa fórmula, faz-se necessário uma análise sobre a mudança paradigmática da estrutura capitalista, para que a problemática seja entendida. Grosso modo, a partir do século dezenove, após as revoluções burguesas do fim do século dezoito, há a derrocada dos resquícios feudais presentes na sociedade moderna. Dessa forma, a sociedade moderna industrial transfere o papel redentor da Igreja para o Estado, assim como faz os patrões serem respeitados tais quais sacerdotes.

Na grande igreja do capital, as ovelhas, vendedoras de sua mão de obra, reforçam o valor do trabalho. No entanto, o consumo não era um fator determinante na produção, tanto é assim, que as jornadas de trabalho eram muito maiores do que hoje. Além disso, a ideia de poupar, acumular bens, era vista sob a ótica protestante, como sinal de predestinação. Sendo assim, havia uma limitação ao consumo.

Esse sistema perdurou até a década de 60 do século passado, quando há, então, a mudança paradigmática do sistema capitalista, em que o mercado estagnado enxerga no consumo a solução dos problemas. Todavia, para que o consumo fosse estimulado, deveria existir o desejo em consumir. O marketing, a menina dos olhos do mercado, tratou de criar necessidades até então inexistentes, a fim de que o desejo por consumir fosse estimulado.

Sendo assim, muda-se a moral capitalista, que sai de uma estrutura poupadora, de acúmulo de bens, para uma estrutura que mede o sucesso pelo volume de compras. Ou seja, cria-se uma fórmula da felicidade, em que esta seria o resultado de um desejo satisfeito.

Há de se perguntar, então, qual o problema nisso. E a resposta, embora simples, passa despercebida. Toda fórmula determinista gera muitos frutos podres. Logo, criar uma fórmula de felicidade tão somente a partir do consumo implica grandes problemas, uma vez que, se não tenho os meios necessários para satisfazer o meu desejo, torno-me, para o seio social, automaticamente infeliz. Dito de outro modo, se não possuo os meios que me permitem uma vida voltada para o consumo, estou inapto à felicidade.

Cria-se, portanto, uma rede aprisionadora, em que, embora estejam em uma gaiola muito bonita, esta ainda é uma gaiola, que retira a liberdade do indivíduo e o impossibilita de pensar e agir por si mesmo. O mundo torna-se uma ode ao consumo, ou como prefere Fromm:

“O mundo é um grande objeto de nosso apetite, uma grande maçã, uma garrafa, um grande seio; somos sugadores, os eternamente em expectativa, os esperançosos – e os eternamente decepcionados. Nosso caráter é engrenado para trocar e receber, para transacionar e consumir tudo, os objetos espirituais como materiais, torna-se objeto de troca e de consumo.”

Nesse prisma, o homem também está incluso nessa rede inesgotável de consumo e, como tudo deve ser constantemente trocado, nós também somos mercadorias, logo, também somos periodicamente trocados. Isto é, para que essa estrutura tenha sucesso, é preciso que haja necessidades ilimitadas para o homem, a fim de que o seu desejo seja renovado e, assim, busque consumir coisas novas.

Com isso, há uma total perda do sentido entre o que importa e o que não importa, pois tudo se converte em uma grande rede descartável. Aqui se encontra o grande problema, pois, com essa descartabilidade, deixa-se de se valorizar as pessoas e os sentimentos, ou seja, os elementos necessários à criação de laços e que mantêm as pessoas verdadeiramente unidas.

Não existe problema em consumir, mas sim em viver uma vida para o consumo, de forma que tudo aquilo que seja desprovido de valor econômico seja visto como desnecessário. Ademais, a felicidade é algo totalmente subjetivo; participar de uma orgia consumista de necessidades criadas por um terceiro alheio ao que me forma apenas retroalimenta o consumo e me torna mais sozinho, triste e infeliz.

Deixa-se de ser quem se é, para ser apenas um zumbi que consome, e pior, consome necessidades que fogem totalmente ao seu caráter, apenas para se sentir “incluído” e “feliz”. Um zumbi alienado dos outros, da natureza e de si mesmo, que não enxergar outra coisa a não ser mercadorias, afinal nesse conto de fadas da felicidade:

“A vida não tem meta exceto a de movimentar-se, nem princípio a não ser o da boa troca, nem satisfação que não seja a de consumir.”

87 milhões de crianças até 7 anos não conhecem nada além de conflitos

87 milhões de crianças até 7 anos não conhecem nada além de conflitos

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York

Pesquisa do Unicef destaca que viver em zonas em confrontos desde o nascimento prejudica o desenvolvimento cerebral desses menores; crianças são expostas a traumas, o que atrapalha as conexões dos neurônios.

Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, revela que no mundo quase 87 milhões de crianças de até sete anos não conhecem nada além de conflitos.

O levantamento avaliou menores que vivem em dezenas de países, incluindo Afeganistão, Colômbia, Iraque, Síria, Mali, Sudão do Sul e em regiões da Índia e da Tailândia.

Neurônios

Viver em uma zona de confronto desde o nascimento prejudica o desenvolvimento cerebral. O Unicef explica que nos sete primeiros anos de vida, o cérebro de uma criança tem o potencial de ativar 1 mil células por segundo. Cada célula tem o poder de se conectar com outros 10 mil neurônios milhares de vezes por segundo. As conexões cerebrais definem a saúde, o bem-estar, a habilidade de aprender e influenciam o sistema emocional dos menores.

Emocional

Segundo o Unicef, as crianças que vivem em zonas de conflito estão expostas a traumas, vivendo num estado de “stress tóxico”, uma condição que inibe as conexões dos neurônios. Os impactos no desenvolvimento cognitivo, social e físico podem durar a vida toda, sem contar as “cicatrizes emocionais”.
Uma criança nasce com 253 milhões de neurônios, mas para atingir a capacidade de 1 bilhão de neurônios na vida adulta, o desenvolvimento na infância tem papel crucial. Aleitamento materno, nutrição, estímulos desde cedo e oportunidades de aprender e de brincar em ambientes saudáveis são medidas importantes.

Período Crítico

Pelo levantamento da agência da ONU, uma entre 11 crianças de seis anos ou menos passou o período mais crítico do seu desenvolvimento em um local onde há confrontos violentos.
O Unicef defende mais investimentos para garantir que as crianças nessas zonas recebam apoio psicossocial e assim, possam ter de volta a sensação de viver a infância, mesmo que estejam no meio de um conflito.

Somente no último ano, o Unicef forneceu kits para aprendizado e brincadeiras para mais de 800 mil crianças em zonas de confronto.

Lembre-se de que você não pode fazer todo mundo feliz

Lembre-se de que você não pode fazer todo mundo feliz

É impossível agradar a todos, por isso devemos priorizar, primeiro, a nós mesmos, as pessoas que se importam conosco e as pessoas que amamos. Elas são o nosso verdadeiro objetivo.

Ao longo dos anos, aprendemos sobre o nobre valor de fazer feliz a qualquer pessoa que faça parte do nosso círculo pessoal e social. Entretanto, em algumas ocasiões, nem todos os valores que fomos ensinados são lógicos ou podem ser cumpridos.

Não é possível fazer todo mundo feliz, não é possível agradar a todos, e aliás, isso também não é conveniente. É possível que esta frase tenha sido uma surpresa para você, mas é preciso saber que para manter o nosso equilíbrio pessoal nunca será adequado oferecer felicidade a quem, por exemplo, não a merece. Basta demonstrar respeito.

Em nossas vidas precisamos aprender a estabelecer prioridades, e ninguém é egoísta por oferecer a si mesmo o valor que merece para cuidar do seu bem-estar, da sua própria felicidade. Somente quando cada um está bem consigo mesmo é capaz de dar o melhor aos demais.

Quando fazer todo mundo feliz acaba nos destruindo.

Fazer uma pessoa feliz nem sempre é fácil. Tentar conseguir fazer isso com todo mundo é quase impossível. Por que é assim? O que faz com que seja tão complicado dar o melhor a todos aqueles que nos rodeiam?

Nem todas as pessoas se encaixam com os seus próprios valores. É possível, por exemplo, que você tenha um familiar com quem nunca se deu bem, alguém que não respeita a sua forma de ver o mundo e que sempre criticou cada uma das suas escolhas.

  • Não é simples fazer feliz alguém que não nos respeita, alguém que, longe de praticar a reciprocidade e o entendimento, só traz decepções e críticas.
  • Não vale a pena dar o melhor de nós mesmos a quem não é capaz de reconhecer isso. Correremos o perigo de ver atacada a nossa autoestima, e isso é um risco muito alto.
  • A felicidade não é algo que se ofereça como quem dá ou recebe um presente. Dar felicidade é, às vezes, renunciar a algumas coisas, investir seu tempo pessoal nos outros, cuidar de suas palavras, perdoar e se preocupar.
  • Tudo isso implica uma grande energia emocional. Se cada esforço dedicado não for reconhecido ou, pior ainda, for rejeitado, então não vale a pena este investimento pessoal.

É possível que muitas destas situações sejam conhecidas para você. Se você for uma destas pessoas que durante uma boa parte da sua vida deu o melhor de si para os demais, desejando fazer felizes a todos que o rodeavam, certamente o seu coração esconde mais de uma cicatriz.

Os atos mais destrutivos são aqueles nos quais são atacadas nossas boas intenções, nossa essência como pessoa e nossa autoestima. Não se esqueça disso.

Faça feliz a quem lhe oferece felicidade a troco de nada.

Precisamos ter claro que, por mais que queiramos, não podemos chegar a tudo e nem a todas as pessoas. Há quem, por exemplo, sinta a necessidade de ter que se dar bem com todo mundo, de agradar, de sempre dar uma palavra de admiração a todos aqueles que o rodeiam.

Manter este tipo de comportamento acaba gerando muita ansiedade e frustração. Por isso, como tudo na vida, é necessário priorizar. Nosso dia a dia já é complicado o bastante para atender aspectos que, a longo prazo, não valem a pena.

  • Quem não o leva em conta não vale a pena.
  • Quem não lhe acrescenta nada, seja pessoal ou emocionalmente, não vale a pena.
  • Quem faz com que você se afaste de si mesmo não vale a pena.
  • Quem rouba o seu tempo que deveria ser dedicado ao que você realmente ama, ao que o define.
  • Não vale a pena ser condescendente, dizer sim quando queremos dizer não. Procure ser sincero com cada um dos seus pensamentos e emoções fazendo uso todos os dias da assertividade, da valentia de quem não tem medo de que a sua voz seja escutada.

Assim, aplique em seu dia a dia a simples lei de investir em quem realmente merece o seu investimento, começando sempre por você mesmo.

  • Cultive a satisfação pessoal. Faça o que faz você se sentir bem e o que realmente lhe oferece um autêntico crescimento pessoal.
  • Pratique a “economia relacional”. O que isso significa? Invista tempo, amor e esforços em quem você quiser, em quem merecer e for realmente significativo em sua vida.
  • Não tenha ressentimentos por não se dar bem com todo mundo, por não fazer sempre o que os outros esperam de você.
  • O mundo não foi feito para que todos sejamos cópias uns dos outros. Nossa riqueza está justamente no fato de termos opiniões, comportamentos e pontos de vista diferentes.

Ser diferente e ter voz própria é ser autêntico, e enquanto respeitarmos uns aos outros, seremos capazes de construir um mundo melhor. Assim, todos teremos o direito de sermos felizes, sem termos que contentar a todos que nos rodeiem.

Basta respeitar a todos e saber conviver.

5 coisas pelas quais só quem cresceu em uma casa cheia de gente já passou

5 coisas pelas quais só quem cresceu em uma casa cheia de gente já passou

Por Jaqueline Rodrigues

Viver em uma casa que é o ponto de encontro de toda família, que sempre tem gente saindo e entrando, rindo e conversando em volta da mesa tem suas vantagens. Mas tem também vários imprevistos, ou melhor, várias surpresas diárias que são quase previsíveis. Veja algumas dessas situações em que não dá para escapar.

Quem vive numa grande família sabe o que é:

1. Acordar e ter fila para usar o banheiro.

O melhor é sempre programa o banho para o horário de menos disputa. Pela manhã, se você conseguir lavar o rosto e escovar os dentes a tempo de não perder sua carona ou chegar atrasada na aula, já é uma vitória. Quem vive em uma casa com muitos irmãos sabe que, às vezes, eles resolvem se trancar no banheiro bem na hora que você está mais apurada para usá-lo.

2. Usar apenas roupas e livros herdados.

Famílias de muitos irmãos ou primos têm o costume de fazer a rotação de livros e roupas que deixaram de servir nos mais velhos e podem ter nova utilidade para os mais jovens. Assim, os caçulas da família acabam herdando todas as roupas usadas pelos maiores, e também nunca têm a oportunidade de usar um livro escolar novo, por exemplo.

3. Chegar tarde e ficar sem comida.

Só quem convive com muitas pessoas em casa sabe o que é chegar atrasada em casa e não ter mais nada pronto para comer. Ou então, você chega a tempo de ter a sorte de ficar apenas com a beirada do bolo já sem recheio ou com a “bundinha”, cheia de casca, do pão caseiro.

contioutra.com - 5 coisas pelas quais só quem cresceu em uma casa cheia de gente já passou
Só quem tem uma família grande entende o risco de ficar sem comida, caso se atrase

4. Conviver com espaços compartilhados.

Dividir o quarto, ter que respeitar o gosto musical do outro, não ser intolerante com ruídos, conversa, risada alta e televisão sempre ligada. Quando há muita gente para se distrair dentro de uma mesma moradia, é necessário ter muito respeito pelo espaço do outro, mesmo que seja restrito e compartilhado.

contioutra.com - 5 coisas pelas quais só quem cresceu em uma casa cheia de gente já passou

5. Sempre ter companhia para tudo.

Isso pode ser bom naquela sexta à noite chuvosa em que você decide abrir um vinho e ver um filme. No entanto, no sábado, quando você pede sua comida favorita por delivery e só queria ficar sozinha, tomando sol ou vendo seu seriado predileto, tem uma fila de esfomeados esperando que você divida o yakisoba em partes iguais.

INDICADOS