Um dia essa dor lhe será útil

Um dia essa dor lhe será útil

“Sofrer é uma escolha como outra qualquer. O que todos queremos é amenizar a dor do tombo, a dor do absurdo que é existir e saber que as únicas coisas que existem realmente são aquelas que não podemos explicar.

Há os que bordam azuis, escrevem poemas, constroem poentes, ensinam o alfabeto, cantam tons secretos, trançam palhas e cabelos, plantam açucenas numa manhã de abril. E há os que sofrem.

A existência acontece naquilo que criamos.

Daí, se não conseguimos construir poentes ou plantar açucenas, sofremos! Sofrer é, em última — ou primeira, quem pode saber?! — instância, fazer a manutenção de uma vida que já não consegue criar a própria existência.

O sofrimento é como uma capa de chuva: nós a usamos toda vez que o tempo turva apesar de saber que ficaremos ensopados do mesmo jeito”.

Lembrei deste fragmento do meu livro A Louca do Castelo quando o título do filme “Um dia essa dor lhe será útil” saltou da tela do Netflix para dentro dos meus olhos.

Continuei olhando o cardápio, mas nada parecia me apetecer naquela noite fria.

Dor? Não, obrigada. Não tenho aptidão para o sofrimento, nem para a dor – embora eu sofra pra chuchu (como qualquer mortal) e por muita abobrinha.

No entanto, a palavra do título era “dor” e não “sofrimento”. E como aprendi – dizem que com o poeta Drummond – que “a dor é inevitável, mas o sofrimento opcional”, acabei retornando para o início do cardápio, respirei fundo e fiz o pedido.

Com roteiro linear, alguns clichês – como o do garoto solitário que gosta de ler -, atuações impecáveis de Toby Regbo, Marcia Gay Harden e Peter Gallagher, entre outros, e muita, muita poesia, a adaptação do livro de Peter Cameron para o cinema, cujo título faz uma menção a Ovídio – “Sê paciente e resistente; um dia esta dor ser-te-á útil” – encanta à primeira garfada:

Já na abertura do filme, o off:

“Queria que o dia todo fosse como o desjejum: quando as pessoas ainda estão conectadas aos sonhos, focadas em si, e não prontas para se comprometer com o mundo. Eu estaria bem se fosse sempre café da manhã”.

O dono desta fala é James Sveck, garoto de 17 anos que experimenta a febre da adolescência no seio de uma família disfuncional, porém interessante, visceral, na cidade de Nova York; que não consegue se sentir parte do todo e por isso tudo lhe afeta e/ou parece lhe faltar.

Inteligente, sensível, tímido, poético, o protagonista não vê motivos para se relacionar com pessoas – e com o mundo – que não lhe acrescentem nada além de mais estranheza. A única pessoa com quem James gosta de conversar é a avó materna, uma senhora cheia de vida, entusiasmo e beleza no jeito de olhar; uma bailarina que escuta música no jardim e o encoraja a cometer pequenas loucuras.

O filme de Roberto Faenza também tem passagens divertidas – afinal, trata-se de uma comédia-dramática, seja lá o que isso queira dizer -, porém não daquelas que provocam altas gargalhadas, mas riso frouxo, solto, sutil.

“Um dia essa dor lhe será útil” nos mostra, sobretudo, que é preciso aprender a dizer e não apenas falar: é dizendo o que sentimos e o que tememos; é mostrando nossa fragilidade e nossa loucura, com delicadeza e coragem, que podemos acessar o coração do outro, do contrário, nada feito.

Uma oportunidade divertida e tocante de aprendermos mais uma vez que a dor, a náusea, o desconforto, o desamparo, o não saber-se, fazem parte da vida, todavia cabe a nós escolhermos a melhor maneira de lidar com essas tormentas: se boiando e deixando a maré baixar, tentando ver beleza no céu estrelado em alto mar, ou  batendo os braços, engolindo água e nadando até cansar e desmaiar.

NOTA DE RODAPÉ

Definitivamente eu não entendo as pessoas que escrevem sinopses. Eis a sinopse do Netflix: “Um adolescente perdido num mar de doenças familiares encontra conforto e aceitação na companhia de sua avó rebelde”. Detalhe: não há doença no filme e a avó não é rebelde, é apenas acordada para a vida.

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(imagem: google)

O amor te espera atrás de uma xícara de café

O amor te espera atrás de uma xícara de café

Era para eu te conhecer em uma cafeteria. Na que fica perto da livraria. Nessa cafeteria nos encontraríamos pela primeira vez. Trocaríamos olhares. Descobriríamos que estávamos a ler o mesmo livro. Então, você se levantaria para vir até mim e nós nos amaríamos desde o primeiro oi.

Descobriríamos que tínhamos adoração pela história das pessoas e que um dia prometemos conhecer a bela cidade de Como na Itália. Nessa cafeteria, nos desvendaríamos, nos conquistaríamos e marcaríamos de nos ver todos os dias em uma mesa próxima à porta de entrada.

Nessa cafeteria bucólica, repleta de almas solitárias, acolhidas pelo clima aconchegante do local, você me daria o livro “Os Catadores de Conchas” e eu te presentearia com um diário em branco para que escrevesse com carinho a nossa história.

E você, amante das palavras, me leria do começo ao fim e me transcreveria com imenso carinho. Deitaria sobre mim versos, frases e arranjos e eu te daria o mundo pelos olhos meus e juntos, em abraços, beijos e anseios construiríamos uma vida.

Soprando nossas xícaras de cappuccino fumegante conversaríamos sobre tudo que aprendemos, sobre tudo que gostamos, sobre tudo que nos lembrasse o amor.

Então colocaríamos a língua na bebida, deixando o calor do copo se mesclar ao êxtase do amor em nós.

Nessa cafeteria, com luz difusa e quadros tortos, você alisaria meus cabelos rebeldes e eu passaria os dedos pelos seus lábios tomando deles o restinho de espuma que o guardanapo esqueceu de levar.

Nesse lugar que a vida reservou para nós, você descobriria que a solidão em “Automat” de Hopper não me apetece tanto quanto “O Beijo” de Klimt.

Sentados em cadeiras Béranger, sonharíamos as viagens que faríamos e os filhos que teríamos. Eu terminaria minha faculdade e abriria minha própria loja e você publicaria seus livros e juntos faríamos um mundo melhor.

Nessa cafeteria você me encontraria, nessa cafeteria você me encantaria, nessa cafeteria você leria minha admiração e meu largo amor por você. Nessa cafeteria, com um cappuccino nas mãos, nos daríamos a felicidade de conhecer um ao outro.

Mas houve um dia em que você decidiu parar com as pequenas felicidades cotidianas. Houve um dia no qual a razão lhe disse que se economizasse no cafezinho poderia no futuro, depois de décadas, comprar com o dinheiro desse pequeno deleite diário, um carro, uma casa ou qualquer outra coisa material. Então quando eu pus os pés dentro desse ambiente tão nostálgico pela primeira vez, você já não estava mais.

Você tinha decidido justamente no dia anterior que mudaria seus hábitos. E foi assim que a razão se colocou à frente de um romance delicado e verdadeiro. Foi assim que um cálculo genérico, de algum economista pragmático, decretou que um montante minúsculo podia valer mais que o amor. E eu ao pensar nessa razão não pude deixar de lembrar dos “quase amores” que morrem por uma decisão precipitada ou por uma orientação insensata.

Se eu pudesse te pedir algo, pediria para não cortar o cafezinho. Não cortar da vida as pequenas felicidades diárias. As alegrias inocentes que fazem nosso cotidiano funcionar. Se eu pudesse te dizer algo, te diria que a razão não é uma boa conselheira. Que ela enxerga gastos em filhos; que ela enxerga imprudência em amizades, que ela enxerga toda caridade como algum tipo de profanação e enxerga a vida como uma imensa planilha na qual o trabalho e o dinheiro vêm em primeiro lugar.

Existe tanto amor escondido no mundo. Existem tantas boas possibilidades não planejadas em nossos caminhos. Existe tanto que um cafezinho pode nos propiciar indiretamente. A vida é feita de inúmeros acasos, nós mesmos somos um. Se nosso trisavô não tivesse conhecido nossa trisavó, nós não existiríamos. A vida é surpresa, expectativa e amor.

E eu ainda estou sentada perto da imensa janela frontal dessa cafeteria tão acolhedora. Eu ainda estou sonhando com um amor que não se deixe envergar pela razão das coisas. Eu ainda estou molhando a língua em um cappuccino fumegante, esperando o dia no qual a emoção lhe grite alto e você apareça feliz para um cafezinho, cheio de uma alegria merecida, e para um novo e inesquecível amor.

Acompanhe a autora no Facebook pela sua comunidade Vanelli Doratioto – Alcova Moderna.

Como começar do zero independentemente da idade que tiver

Como começar do zero independentemente da idade que tiver

Começar do zero não é fácil. É como dar um salto no vazio, como conter a respiração enquanto deixamos para trás coisas e pessoas às quais é necessário dizer adeus.

É muito possível que você já tenha tido que começar de novo em mais de uma ocasião. Pode ser que este “recomeço” se devesse a um tema de trabalho ou pode ser inclusive que tivesse como origem um tema afetivo, pessoal ou familiar.

Um aspecto que, em algumas situações, pode nos frear na hora de dar o primeiro passo e construir uma vez mais nossos próprios caminhos em busca da felicidade é pensar que “já é tarde demais”, que ter uma certa idade supõe, por exemplo, ter que ceder, calar e aguentar porque nossas oportunidades já passaram. Não é bem assim. Nunca é tarde para sair do sofrimento, e na verdade esta é uma obrigação para com você mesmo.

Propomos que você leve em conta esta série de recomendações para poder começar do zero seja qual for o seu problema.

Como começar do zero em qualquer idade

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Pense no futuro e pergunte a si mesmo como gostaria de se ver

Se você tiver dúvidas, se sentir medo, faça o seguinte exercício de visualização:imagine-se dentro de 2 anos, mas imagine-se feliz, satisfeito e tranquilo.

Agora, avalie como você se sente nestes momentos: aí está o motivo. Mais do que buscar a felicidade ideal, na vida é preciso ter paz interior, equilíbrio e satisfação. Se você não sentir estas mesmas dimensões agora, é necessário fazer uma mudança. Você merece uma nova oportunidade.

Comece com pequenos objetivos a curto prazo

Toda mudança requer, em primeiro lugar, tomar pequenas decisões que pouco a pouco nos levarão a dar o passo final. Estes seriam alguns exemplos destes pequenos objetivos que deveríamos propor a nós mesmos:

  • Hoje vou controlar minha angústia e meu medo. Dado que já sou consciente de que vou começar de novo, assumo e aceito minha decisão. Vou substituir meu medo pela tranquilidade interior e a determinação.
  • Hoje vou buscar informação sobre como eu gostaria de começar outra vez (ofertas de emprego, ajuda dos serviços sociais ou outros organismos oficiais…)

Você não está sozinho como pensa: busque apoio

Sem dúvida, começar uma nova etapa nos causa medo, angústia. No entanto, um modo de encontrar forças é sentir que alguém nos apoia ou nos entende neste novo caminho.

  • Seja inteligente na hora de buscar apoio. Haverá familiares ou amigos que não darão bons conselhos, e inclusive que recomendarão que você “não o faça” ou “aguente um pouco mais”.
  • Se você tomou a decisão de começar de novo, busque a proximidade de pessoas que passaram pela mesma coisa que você está enfrentando. Elas, sem dúvidas, poderão oferecer os melhores conselhos e os melhores apoios.

Seu futuro não está escrito e o amanhã pode estar repleto de novas oportunidades

Se o passado serve para algo é para nos ensinar, para nos oferecer sabedoria, acerto e maturidade, e isso é algo que você pode aproveitar. Você é alguém sábio em relação a vivências e aprendizados da vida. É valor adicionado, uma arma de poder.

  • Pense que quando damos o passo rumo à mudança, tudo é incrivelmente novo, mas o novo não é ruim. Ele nos assusta, mas nos oferece a oportunidade de alcançar aquilo que buscamos ou desejamos.
  • O que você deseja é, antes de mais nada, sentir-se bem consigo mesmo,libertar-se das angústias, lágrimas ou do fracasso que não deve determinar sua vida, e sim servir como incentivo para dar um passo mais além e encontrar o seu sucesso particular.

Derrube suas próprias atitudes ou pensamentos limitantes

  • Sou velho demais, certamente não vou encontrar trabalho: pense em quais são as suas habilidades e seja criativo na hora de “vender-se”. Mais do que procurar, consiga ser procurado por oferecer qualidade ou algo novo. Faça uso da sua criatividade.
  • Nunca estive sozinho e não vou conseguir me virar: derrube este pensamento que o limita e entenda que a solidão é o reflexo da liberdade, e é aí que você se encontrará de novo para construir sua própria felicidade.
  • Com certeza vou fracassar e vai dar tudo errado. Acabe com esta ideia. Você não é um profeta, não pode adivinhar o que vai acontecer ou não. Leve em conta que os pensamentos geram emoções, e um pensamento negativo, no final das contas, gera uma atitude fatalista.
  • Certamente ninguém irá me apoiar e nada disso vai valer a pena. Não reforce este tipo de ideia. O apoio mais importante com o qual você deve contar é o seu próprio. Mais tarde, os bons amigos, a família mais nobre e pessoas que você irá conhecendo dia após dia irão oferecer seu grãozinho de areia para que você construa sua nova vida.

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Pouco a pouco você se dará conta de que tudo valeu a pena. Começar do zero é algo duro e complexo, mas mantenha o seu objetivo: você merece ser feliz, merece deixar de lado os dias de escuridão e de mal-estar.

Uma vez pipoca, nunca mais milho duro!

Uma vez pipoca, nunca mais milho duro!

Mudar é passar para outro estado, outro lugar, outro foco.

Tem gente que muda espontaneamente, sem sofrimento nem dor, delicadamente, como a passagem do sol pelo dia. Tem gente que enxerga vantagem em não ser a mesma pessoa todos os dias, que se transforma sem dramas, inspira os demais, vive a real liberdade que transcende os rótulos e aprovações. Essa gente é pipoca fresquinha, cheirosa, que a gente fica com vontade de encher as mãos e saborear.

Tem gente que não espera o apito final, que aproveita as chances e se joga, se veste com outras ideias e outros cenários. Gente que não teme aquela olhada para trás, não deixa que o saudosismo engesse as pernas e segue em frente, sorvendo e digerindo as transformações. Essa gente é pipoca das boas, que estoura enorme e inspira os milhos indecisos.

Mas tem gente que luta e reluta, que só vê cansaço e trabalho na mudança, que sofre e se contorce quando a vida convida aos novos desafios. Gente que se jogaria debaixo do sofá para esperar a transformação passar. Que não ousa mudar nem mesmo o lado para onde cai o cabelo. Que acredita em azar, torce para que nenhuma surpresa abale a rotina, nenhuma notícia mova as coisas do lugar.

Essa gente é milho duro que resiste, vai se deixando ir para o fundo do saco, se escondendo, fingindo ser até mesmo feijão, para não se deixar cair no panelão da vida. Esse panelão que sacode tudo o tempo todo e exige o máximo de resistência, flexibilidade e, muitas vezes, união de quem está dentro, para não desandar.

Os milhos duros não percebem quando já estão mudando de cor, ficando ásperos e sem sabor. Acreditam que a metamorfose da panela é mais dolorosa do que a fuga das mudanças. Observam os ímpetos dos corajosos e torcem silenciosamente para que nada dê certo, para que algo comprove suas teorias, e confirme que seus temores fazem sentido.

Os milhos duros não sabem que as mudanças os conectam com o tempo, os colocam em sintonia com as evoluções e transformação. Se isso soubessem, não hesitariam.

Na agonia de se preservarem e não se alterarem, desprezaram as habilidades de adaptação e progresso.

Para ser milho duro é preciso resistir, mas, para virar pipoca, basta se jogar!

E uma vez pipoca, nunca mais milho duro.

10 animações para ver na Netflix independente da sua idade

10 animações para ver na Netflix independente da sua idade

As animações são um sucesso, possuem um público de todas as idades, são tramas emocionantes e cômicas.

A Netflix disponibiliza uma variedade imensa de filmes e seriados, e sempre fica difícil de escolher. Com isso, a CONTI outra selecionou uma lista de 10 ótimas animações disponíveis na Netflix para você.

1- Detona Ralph

Ralph é o vilão de Conserta Félix Jr., um popular jogo de fliperama que está completando 30 anos. Apesar de cumprir suas tarefas à perfeição, Ralph gostaria de receber uma atenção maior de Felix Jr. e os demais habitantes do jogo, que nunca o convidam para festas e nem mesmo o tratam bem. Para provar que merece tamanha atenção, ele promete que voltará ao jogo com uma medalha de herói no peito, no intuito de mostrar seu valor. É o início da peregrinação de Ralph por outros jogos, em busca de um meio de obter sua sonhada medalha.

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2- Lilo & Stitch

Lilo é uma pequena garota havaiana que adora cuidar de animais menos favorecidos e vive com sua irmã Nani. Lilo tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes e nadar até o alto-mar para alimentá-los. Até que, num belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena que caiu acidentalmente na Terra. Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, desenvolvendo com o tempo um laço de amizade com Lilo.

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3- Meu Malvado Favorito (1 e 2)

A pirâmide de Gizé foi roubada, sendo substituída por uma imensa réplica a gás. O feito é considerado o roubo do século, o que mexe com o orgulho de Gru. Desejando realizar algo ainda mais impressionante, ele planeja o roubo da Lua. Para tanto conta com a ajuda dos mínions, seres amarelados que trabalham como seus ajudantes, e do dr. Nefario, um cientista. Só que para realizar o roubo terá que tomar de Vetor, o ladrão da pirâmide, um raio que consegue diminuir o tamanho de tudo que atinge. Sem conseguir invadir a fortaleza de Vetor, Gru encontra o plano perfeito quando vê as três órfãs Margo, Agnes e Edith  entrarem no local para vender biscoitos. Ele então vai ao orfanato e resolve adotá-las. Só não esperava que, aos poucos, fosse se afeiçoar às irmãs.

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4- Valente

A jovem princesa Merida foi criada pela mãe para ser a sucessora perfeita ao cargo de rainha, seguindo a etiqueta e os costumes do reino. Mas a garota dos cabelos rebeldes não tem a menor vocação para esta vida traçada, preferindo cavalgar pelas planícies selvagens da Escócia e praticar o seu esporte favorito, o tiro ao arco. Quando uma competição é organizada contra a sua vontade, para escolher seu futuro marido, Merida decide recorrer à ajuda de uma bruxa, a quem pede que sua mãe mude. Mas quando o feitiço surte efeito, a transformação da rainha não é exatamente o que Merida imaginava… Agora caberá à jovem ajudar a sua mãe e impedir que o reino entre em guerra com os povos vizinhos.

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5- Enrolados

Flynn Ryder é o bandido mais procurado e sedutor do reino. Um dia, em plena fuga, ele se esconde em uma torre. Lá conhece Rapunzel, uma jovem prestes a completar 18 anos que tem um enorme cabelo dourado, de 21 metros de comprimento. Rapunzel deseja deixar seu confinamento na torre para ver as luzes que sempre surgem no dia de seu aniversário. Para tanto, faz um acordo com Flynn.

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6- Toy Story (1, 2 e 3)

O aniversário de Andy está chegando e os brinquedos estão nervosos. Afinal de contas, eles temem que um novo brinquedo possa substituí-los. Liderados por Woody, um caubói que é também o brinquedo predileto de Andy, eles montam uma escuta que lhes permite saber dos presentes ganhos. Entre eles está Buzz Lightyear, o boneco de um patrulheiro espacial, que logo passa a receber mais atenção do garoto. Isto aos poucos gera ciúmes em Woody, que tenta fazer com que ele caia atrás da cama. Só que o plano dá errado e Buzz cai pela janela. É o início da aventura de Woody, que precisa resgatar Buzz também para limpar sua barra com os outros brinquedos.

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7- Monstros S.A.

Monstros S.A. é a maior fábrica de sustos existente. Localizada em uma dimensão paralela, a fábrica constrói portais que levam os monstros para os quartos das crianças, onde eles poderão lhes dar sustos e gerar a fonte de energia necessária para a sobrevivência da fábrica. Entre todos os monstros que lá trabalham o mais assustador de todos é James P. Sullivan, um grande e intimidador monstro de pelo azul e chifres, que é chamado de Sully por seus amigos. Seu assistente é Mike Wazowski, um pequeno ser de um olho só com quem tem por missão assustar as crianças, que são consideradas tóxicas pelos monstros e cujo contato com eles seria catastrófico para seu mundo. Porém, ao visitar o mundo dos humanos a trabalho, Mike e Sully conhecem a garota Boo, que acaba sem querer indo parar no mundo dos monstros.

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8- Carros (1 e 2)

Relâmpago McQueen é um carro de corridas ambicioso, que já em sua 1ª temporada na Copa Pistão torna-se um astro. Ele sonha em se tornar o 1º estreante a vencer o campeonato, o que possibilitaria que assinasse um patrocínio com a cobiçada Dinoco. A fama faz com que Relâmpago acredite que não precisa da ajuda de ninguém, sendo uma “equipe de um carro só”. Esta arrogância lhe custa caro na última corrida da temporada, ele acaba chegando em uma cidade do interior, onde encontra uma população peculiar.

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9- Ratatouille

O filme se passa em Paris. Remy é um rato que sonha se tornar um grande chef. Só que sua família é contra a ideia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que visita. Um dia, enquanto estava nos esgotos, ele fica bem embaixo do famoso restaurante de seu herói culinário, Auguste Gusteau. Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo.

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10- Up, Altas Aventuras

Carl Fredricksen é um vendedor de balões que, aos 78 anos, está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua esposa. O terreno onde a casa fica localizada interessa a um empresário, que deseja construir no local um edifício. Após um incidente, Carl é considerado uma ameaça pública e forçado a ser internado em um asilo. Para evitar que isto aconteça, ele enche milhares de balões em sua casa, fazendo com que ela levante vôo. Só que, após o início da aventura, ele descobre que seu pior pesadelo embarcou junto: Russell, um menino de 8 anos.

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Fontes: Netflix, AdoroCinema

Consolar é ouvir sem julgar

Consolar é ouvir sem julgar

Todos precisamos ser consolados em alguns momentos, mas sabemos consolar? Às vezes temos muito internalizadas certas forma de consolar que não são corretas, e hoje analisaremos o que significa, de verdade, a palavra consolar.

Estar presente nos momentos difíceis

Todos passamos por momentos difíceis nos quais sentir-se sozinho não será nada bom. No entanto, olhe ao seu redor! Tem muita gente que se importa com você, você também está disponível para elas? Não apenas devemos querer que as pessoas estejam sempre dispostas a nos ajudar, mas nós também precisamos estar dispostos para qualquer coisa que possa acontecer, a qualquer momento, de forma imprevisível.

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Sejam amigos ou alguém da família, precisamos estar ali para eles, e “estar ali” não significa estar apenas presencialmente. Significa muitas outras coisas:

  • Saber ouvir a outra pessoa, mesmo quando você também tiver problemas. Chegará a sua vez e alguém ouvirá você e o apoiará.
  • Apoiar o que a outra pessoa expõe sem criticar, sem julgar e sem tentar manipular.
  • Ter uma mente aberta frente ao problema que você estiver ouvindo.
  • Se a pessoa está deprimida ou em estado de tristeza muito profunda, sempre que ela precisar esteja ali para ela.
  • Interesse-se pelo seu bem-estar, por saber se você pode solucionar os seus problemas.

Todos gostamos de ser ouvidos, mas ouvidos de verdade. Portanto, se você está disposto a consolar alguém, que seja de verdade, ouça-o com sinceridade e interesse-se pelo seu bem-estar.

A amizade é estar ali em cada momento do dia, com os braços abertos, esperando tanto os bons quanto os maus momentos.

Às vezes nos sentimos desconfortáveis quando consolamos alguém, pois é tudo que podemos fazer. A impotência começa a aparecer e inclusive você se sente um pouco inútil. Isto é consolar? Como posso ajudar de verdade?

Estar ao lado de alguém também é ajudá-lo

Como bem dissemos, nos sentimos inúteis, impotentes, por não sabermos ajudar de verdade. Pensamos que estar ali ao lado de alguém, apenas ouvindo e consolando, é não fazer nada. Você se engana. Você está fazendo muito.

Quando alguém tem um problema ou está passando por um momento ruim, você não pode interferir nisso. A dor de cada um deve ser vivida pela própria pessoa. Ninguém pode assumir o seu lugar, ninguém pode superá-la, salvo a pessoa que a sofre.

É uma coisa que precisamos começar a internalizar, para aprendermos a compreender as diferentes reações das pessoas. Pois muitas querem descarregar falando, enquanto outras preferem fazê-lo em silêncio.

Em certas ocasiões, o silêncio é o grito mais forte que a pessoa dá para pedir ajuda.

Aprenda a acompanhar alguém

Tanto se uma pessoa quiser falar, como se quiser se manter em silêncio, mantenha-se ao seu lado. Você só precisa acompanhá-la, ela só precisa saber que tem em você um braço que irá segurá-la se ela cair. Esse braço que a ajudará a se levantar não significa que a libere da dor, mas sim que lhe dará forças para continuar lutando e enfrentando a dor.

É evidente que não temos como saber o que a outra pessoa está passando e, mesmo que pareça absurdo o que ela estiver contando ou o que ela estiver passando, precisamos tentar criar uma empatia e usar a compreensão. Pare de dizer à pessoa que sofre que tudo vai passar, que é apenas um momento ruim… Pare de criticar, de dizer como ela é boba e que para você tudo é tão claro.

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Não julgue, porque talvez no dia de amanhã você esteja passando por um momento similar. Você será consciente que talvez seja uma bobagem, mas você estará sofrendo mesmo que se negue a isto.

“Não devemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e da sua própria renúncia. Uma coisa é supor que se está no caminho certo; outra é supor que esse caminho é o único”

Consolar não implica julgar, e sim acompanhar

Aprenda a estar presente para os outros, a consolar sem julgar a forma como pensam, o estão passando, o que estão sofrendo. Apenas acompanhe-os na sua dor. Faça com que saibam que se fraquejarem, você estará ali para oferecer um apoio.

Faça-os compreender que tudo é uma experiência, para o bem ou para o mal, e que cedo ou tarde a situação será algo que já ficou no passado e já foi superado.

Por: Raquel Etérea

“O que eu quero e sobrequero”

“O que eu quero e sobrequero”

“Viver amanhecendo é aprendizado que não posso perder de vista.”
Pe. Fábio de Melo

“O que eu quero e sobrequero” é uma expressão de Guimarães Rosa e que tomo emprestada para falar do meu maior desejo .

Se uma fada madrinha aparecesse com sua varinha de condão, e me desse a possibilidade de realizar um desejo, não teria a menor dúvida e rapidamente responderia, inspirada na música “Tocando em frente” de Almir Sater e Renato Teixeira:“O que mais quero é tocar em frente a minha vida com valentia e ser feliz sem muitas garantias”.

O que mais quero é não ser o meu maior obstáculo, frente às lições do caminho, e ter coragem – seguir em frente apesar dos medos.

O que mais quero e sobrequero é ser como o velho boiadeiro, que leva sua boiada (todas as experiências boas e ruins) sem pressa, com um sorriso, forte e feliz, aceitando e aprendendo com cada passo e escorregadela que vier dar pelo caminho.

O que eu quero é não recuar frente às manhas da vida, manter-me firme e não permitir que a descrença more dentro de mim.

O que eu quero e sobrequero é não produzir pensamentos catastróficos constantemente, para que a paz possa vir em meu auxílio e ritmar o meu coração.

É encontrar um velho boiadeiro que me ajude quando nada sei e que eu também possa, com minha experiência, ser um velho boiadeiro para quem por mim passar.

O que eu quero e sobrequero é não me afastar de Deus e guiar-me sempre por Sua Palavra.

Tocar em frente e compor a própria história, sei bem que nenhuma fada irá me proporcionar, pois essa estrada é um processo de construção particular, intenso e profundo, que se faz continuamente por meio do autoconhecimento .

Cumprir a vida é ser estrada; viver intensamente cada passo dado, não se fechar às possibilidades do caminho, ter um olhar mais generoso para com as pessoas e saber lidar com a própria verdade.

O que eu quero é aprender a amar para poder pulsar e que, antes de morrer, eu saiba viver, pois “cada ser em si carrega o dom de se ser capaz e ser feliz”.

O Profeta, de Khalil Gibran: um filme de animação sobre a liberdade

O Profeta, de Khalil Gibran: um filme de animação sobre a liberdade

O filme de animação “O Profeta, de Khalil Gibran” é baseado no best-seller “O Profeta”, escrito nos anos vinte pelo poeta libanês Khalil Gibran e traduzido em mais de 40 línguas.

A história traz uma mensagem de paz, amor e fraternidade. No filme, uma coleção de nove histórias fala-nos de Mustafa, um poeta preso porque aquilo que escreve é considerado perigoso e rebelde. O poeta explica a uma jovem, Almitra, que uma prisão não consegue roubar a liberdade a um pensamento livre.

De acordo com Selma Hayek, o cinema de animação permite maior fidelidade à mensagem de Gibran:

“Através da arte, da música e da poesia, podemos exprimir melhor uma ideia. O filme fala da liberdade e a animação deu-nos a liberdade de ser mais fieis à mensagem.”

Este filme resultou de um trabalho especialmente inspirado, em que participaram nove dos melhores profissionais independentes do mundo, reunidos neste projeto pelo realizador de “O Rei Leão”, Roger Allers.

Abaixo: Trailer do filme “O Profeta”
Estreia em cinema dia 28 de abril

Onde existe verdade, ali repousa o amor

Onde existe verdade, ali repousa o amor

Há quem o encontre prematuramente, no despertar da puberdade; há quem o receba na maturidade dos anos e há quem o espere pela vida toda. Não importa onde ou em que fase da vida estamos, o amor sempre se destacará em meio a nossas prioridades e jamais nos cansaremos nem desistiremos de achá-lo e de desfrutar de tudo o que ele traz, suas dores e alegrias, os encontros e desencontros, o sim e o não. Tão infinito em sua completude, tão contraditório em si é mesmo o amor, necessário e vital como o ar que respiramos, combustível do pulsar de nossos sentidos.

Mais difícil do que encontrá-lo, no entanto, é conseguirmos mantê-lo vivo dentro de nós e de quem nos rodeia, demorá-lo o suficiente para que não enfraqueça sob o peso amargo do dia-a-dia célere e frio a que nos lançamos, para que não se perca por entre as cobranças, as expectativas frustradas, o enfrentamento dos dissabores, do preconceito e das dificuldades financeiras; para que não se torne surdo às madrugadas insones à beira do berço, aos pedidos de socorro estampados nos olhos dos filhos, aos gritos mudos das carências do parceiro, à libido amortecida pelas contas a pagar ao fim de cada mês.

Mais difícil ainda é lembrar-se de reacendê-lo continuamente, com palavras gentis, cumplicidade no olhar, vidas entrelaçadas, corpos e almas que se tocam, mãos estendidas quando se pede ajuda, ouvidos atentos quando se pede compreensão, sinceridade quando se requer opinião. É preciso dormir e acordar o amor, afagá-lo, abastecê-lo, dar-lhe a devida atenção, porque ele não sobrevive somente do que aconteceu, do que foi dito e feito tempos atrás, e sim do que existe aqui e agora, das verdades que caminham em nossas vidas diariamente.

O amor não aceita desaforo, violência, desamparo, vaidade, preconceito ou orgulho. Não se prende a bens materiais, aparências, beleza física vazia, tampouco a desprezo. Não suporta ser esquecido, maltratado, cobrado, nem se rende a perfumes, flores e outros presentes, se isentos de sinceridade. Amor não se compra, amor não se ludibria, amor não se corrompe. É forte o bastante para resistir à dor, à doença, às cicatrizes no corpo e na alma, embora sucumba, mesmo que lentamente, à traição e à mentira, à dissimulação e ao abandono.

Não se ama sendo o que não quer ser, falando o que não tem fundamento em si, agindo contrariamente aos impulsos, sobrepondo o outro a tudo o que é seu. Porque o amor brota de dentro de nossas verdades para sair à procura de onde houver arrebatamento sincero. Enquanto não formos inteiros, completos e reais, não estaremos prontos para o amor, para o encontro com o outro, pois não seremos dignos de receber de ninguém o que não estivermos dispostos a dar em troca.

Não estaremos preparados para compartilhar amor pleno, caso ainda não tenhamos certeza de quem somos, do que e de quem queremos, caso ainda não sejamos honestos por inteiro. O amor é preenchimento, jamais solidão. É afirmação e aceitação, é avidez por viver e respirar com liberdade, mantendo-se sempre a postos, dentro e fora de nós. No entanto, só irá e virá ao encontro daquilo que for verdadeiro e somente pousará junto de quem for leal a tudo o que define a própria essência, de quem não mente para si mesmo.

Porque então o amor saberá que ali terá menos chances de sofrer a dor de ser esquecido e menosprezado, ali se intensificará e multiplicará. Porque então poderá ser verdadeiro, como todo e qualquer amor tem de ser, como diz o nosso poetinha, infinito enquanto durar. E que assim se preencha toda a dimensão dos nossos sonhos…

Por que deveríamos desligar o roteador wi-fi durante a noite?

Por que deveríamos desligar o roteador wi-fi durante a noite?

Devido à poluição eletromagnética, nosso corpo pode apresentar diferentes problemas de saúde, por isso, deveríamos restringir seu uso, por exemplo, desligando o wi-fi quando não o estivermos usando.

As novas tecnologias revolucionaram o mundo e ampliaram as possibilidades de comunicação, trabalho, lazer e qualquer outra coisa que pudermos imaginar.

Nesse contexto, a conexão sem fio à internet se tornou essencial, já que permite acessar a muitas outras ferramentas de grande utilidade.

O wi-fi se tornou indispensável nos lares, ambientes de trabalho, escolas e muitos outros espaços em que se oferece a conectividade para aproveitar todas as oportunidades que a internet oferece.

No entanto, existem algumas desvantagens que muitas pessoas desconhecem e que, inclusive, podem estar influenciando nosso estado de saúde.

Muitos especialistas o estão classificando como “inimigo silencioso” e seu principal argumento são os níveis de radiação que emite.

Neste artigo, queremos descrever em detalhes quais os seus perigos e o que se pode fazer para reduzir ao máximo o risco.

Quais os perigos ocultos da tecnologia wi-fi?

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Apesar de já terem sido divulgados muitos documentos sobre os perigos da radiação que os dispositivos móveis e outros aparelhos emitem, muitas pessoas ainda ignoram o tema ou não tomam plena consciência dos riscos.

Ainda que já há várias décadas a tecnologia tenha chegado para ficar, é necessário muito mais tempo para compreender exatamente a influência que tem no organismo humano.

Até agora, foram realizadas várias investigações científicas que analisaram o impacto das ondas eletromagnéticas sobre a atividade cerebral e os sistemas do corpo.

Existem provas que sugerem que está relacionada à aparição de cânceres e outros tipos de doenças de difícil tratamento.

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Em um relatório destinado ao público, conhecido como Bioiniciative, são resumidas cerca de duas mil pesquisas internacionais que relacionam a exposição prolongada às radiações eletromagnéticas com certos tumores.

Além disso, poderia ser uma causa de episódios contínuos de dores de cabeça, hiperatividade ou má qualidade do sono.

Realmente, quem trabalha com esse tipo de equipamento segue recomendações estritas de segurança, cuja finalidade é diminuir os efeitos negativos da radiação sobre o corpo.

A preocupação cresce com a exposição das crianças, que são mais suscetíveis aos danos, porque estão em pleno processo de crescimento.

Pensando nisso, países como Inglaterra, França e Suécia já começaram a retirar o wi-fi das escolas, museus, bibliotecas e de outros lugares públicos, com o objetivo de regular o consumo dessa tecnologia e buscar outros sistemas que permitam desfrutar da web através de conexões elétricas.

Que medidas posso tomar para diminuir o impacto negativo do wi-fi?

A fim de diminuir os impactos negativos dessa tecnologia, existem várias medidas que você pode levar em conta:

  • Desligue o roteador durante a noite ou quando ninguém o esteja usando. Se o dispositivo se encontra localizado na cozinha ou quarto, transfira-o o quanto antes para outro local, menos frequentado.
  • Pergunte sobre a instalação de rede via cabo, incluindo a de telefone. Ainda que os telefones sem fio sejam mais práticos, sua radiação também tem efeitos danosos.
  • Utilize os aparelhos móveis e computadores apenas em um determinado período. De toda forma, evite tê-los no quarto.
  • Desfrute de mais tempo ao ar livre, realize exercícios físicos e leia os jornais e revistas em papel, ao invés dos digitais.

Até o momento, não existe nenhuma entidade ou sistema de controle permanente e confiável que permita aos consumidores saber dos perigos aos que estão expostos de acordo com o nível de radiação.

O agravante é que a poluição eletromagnética está crescendo a passos largos em pouco tempo, e não se sabe a que níveis chegará em alguns anos.

Em países como o Japão e Estados Unidos, já está sendo desenvolvido outro tipo de tecnologia móvel que não implique no uso de ondas eletromagnéticas.

Estima-se que sejam necessários cerca de 30 anos para que se decida alertar sobre os efeitos que esses aparelhos têm no corpo humano.

A superexposição aos mesmos é algo que não se deve ignorar e que, ainda que pareça que se pode fazer pouco, cada um pode tomar suas próprias medidas para diminuí-la.

Para concluir, como consumidores desse tipo de tecnologias, devemos nos precaver e utilizá-las com mais responsabilidade.

Apesar de podermos realizar milhares de coisas todos os dias graças ao wi-fi, não se deve esquecer que também acarreta várias consequências.

Animação mostra como só o amor é capaz de promover mudanças.

Animação mostra como só o amor é capaz de promover mudanças.

“The Present” é um curta metragem feito por Jacob Frey.

história é baseada em uma HQ (história em quadrinhos) brasileira, feita por Fábio Coala.

Com mais de 50 prêmios e com a participação em mais de 180 festivais de cinema, o curta mostra a mudança na vida de um adolescente após ganhar um presente da mãe.

Assista e entenda o motivo de tantas premiações:

Você já faxinou sua mente hoje?

Você já faxinou sua mente hoje?

Tem gente que acumula quinquilharia. Tem gente que acumula pérolas. Qual acúmulo é melhor? Nenhum dos dois!

Acumular, no dicionário: v.t e p. 1. pôr(se) em cúmulo ou montão; amontoar(se). 2. Ajuntar(se), reunir(se).

Tem gente que acumula lixo, lembranças, vontades, mentiras, frustrações, quilos, papéis, poeira, objetos, medos, ilusões, projetos, desejos, sonhos.

Porém esses acúmulos são apenas sintomas, efeitos colaterais, de outros dois acúmulos: passado e futuro. E são totalmente prejudiciais à saúde.

Quem não consegue se desapegar do que passou, de histórias que não deram certo, de lembranças boas que não voltam mais, de projetos que fracassaram, de mágoas antigas, de velhos traumas, adoece.

Quem não consegue se desapegar do futuro e está sempre pensando como será a vida daqui a 5, 10 ou 20 anos, que esquece o presente para pensar e batalhar incessantemente o futuro, também adoece.

Os efeitos nocivos de acúmulos de passado e futuro geralmente são os mesmos: solidão, medo, depressão, aumento de peso, dificuldade para dormir, dificuldade para se relacionar, fobias, angustia, insatisfação, ansiedade, doenças.

Nossa consciência só entende a linguagem do AGORA, mas como o AGORA é algo desconhecido – portanto, ameaçador – a mente, que é identificada com o ego, cria estratagemas de defesa contra esse corpo estranho chamado AGORA: acumula passado e futuro.

De acordo com o pesquisador e professor de espiritualidade contemporânea da Universidade de Cambridge, Eckhart Tolle, autor do livro best-seller “O poder do agora”, “para permanecer no controle a mente trabalha o tempo todo para esconder o momento presente com o passado e o futuro. Assim, a vitalidade e o infinito potencial do Ser, que é inseparável do Agora, ficam encobertos pelo tempo e a nossa verdadeira natureza é obscurecida pela mente”.

Segundo Tolle, todo sofrimento deriva da incapacidade de viver o momento presente:  “O sofrimento varia de intensidade de acordo com o nosso grau de resistência ao momento atual”.

Claro que planejar o futuro é saudável e maduro. Evidentemente que lembrar coisas boas que passaram faz bem. Porém, condicionar a maioria das ações (pensamentos e emoções) ao passado e ao futuro não é saudável.

Nas palavras do escritor: “ Não há nada de errado em estabelecermos metas e nos empenharmos para conseguir bens. O erro existe em usar isso como um substituto para o sentimento de vida, para o Ser. O único ponto de acesso para isso é o Agora”.

E acrescenta: “Toda negatividade é causada pelo acumulo de tempo psicológico e pela negação do presente. O desconforto, a ansiedade, a tensão, o estresse, a preocupação, todas essas formas de medo são causadas pelo excesso de futuro e pouca presença. A culpa, o arrependimento, o ressentimento, a injustiça, a tristeza, a amargura, todas as formas de incapacidade de perdão são causadas pelo excesso de passado e pouca presença”.

Portanto, proponha-se a uma faxina mental diária. Vigie seus pensamentos. De nada adianta jogar papéis velhos, frascos de perfume, roupas e objetos na lata do lixo e continuar vestindo antigos personagens e investindo em roteiros invisíveis e imaginários.

De nada adianta fazer dieta e malhar para perder peso se o acumulo de peso for reflexo de acúmulos emocionais de passado (mágoa) e futuro (medo). De nada adianta sonhar com um trabalho melhor, mas estar apegado à ideia de um trabalho perfeito que acabou – ou à ideia de um trabalho maravilhoso que ainda não chegou. De nada adianta querer viver um grande amor se a mente está presa num relacionamento que fracassou ou na promessa da chegada de um príncipe no futuro.

Quanto mais vigiarmos nossos pensamentos, quanto mais tomarmos as rédeas da nossa mente, quanto mais impedirmos que a nossa mente fique vagando em lembranças que não servem para nada e hipóteses relacionadas ao futuro, mais conectados com nossas verdadeiras necessidades ficamos, mais criativos, abertos e entusiasmados nos tornamos.

É quando estamos distraídos que as boas surpresas da vida acontecem.

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(imagem: google)

Velhas certezas só me enchem de novas perguntas.

Velhas certezas só me enchem de novas perguntas.

É… nem sempre as coisas vão para onde a gente quer. Nem sempre a vida acontece como você e eu desejamos. Nem sempre.

Preciso confessar a você que essas velhas certezas só me enchem de novas perguntas. Amigos verdadeiros nunca faltam mesmo? Amor de verdade não acaba? Só uma mãe entende um filho? O perdão é um privilégio das almas elevadas? Quem sabe? É que eu tenho a impressão de que as verdades de cada um nunca foram, assim, tão absolutas, austeras, esbanjando sisudez. As minhas, pelo menos, andam de tênis. Caminham por aí, pisam nas poças, mudam o percurso, tropeçam, voltam, seguem de novo.

Você sabe. Nem sempre é tudo tão ruim nem tudo tão bom. E nem sempre conseguimos escapar de um macambúzio mais ou menos.

Não, nossos melhores parceiros não são infalíveis. Hoje nos dão a mão, amanhã nos dão de ombros. Porque ninguém é perfeito, sabe?

Nem sempre um dia duro termina em sono tranquilo, nem sempre a noite é amiga calma, ouvinte dos nossos sonhos, vigiando tesouros profundos enquanto dormimos profundamente.

Quer saber? Nem sempre a segunda-feira é ingrata e nem a sexta, um alívio.

Nosso complexo conjunto de exigências, nossos preconceitos e nossos pavores nem sempre dão um tempo e nos libertam para fazermos escolhas simples que num pulo se transformam em monstros, os mesmos que na infância viviam debaixo da cama e agora pulam medonhos sobre nosso colchão.

Uns chegam aqui, outros partem ali. E nem sempre você e eu surgimos a tempo do olá e do adeus. Como nem sempre lembramos datas importantes. Porque nem sempre nos importam as datas que para os outros têm alguma relevância.

Nem sempre somos de todo sinceros, nem sempre a verdade nos sobra e a mentira nos falta. Paciência. Fazer o quê? É assim que é. Os caminhos se perdem, o relógio atrasa, a bateria acaba, a vista cansa, as pernas hesitam, os pés tropeçam, as mãos tremelicam, a cabeça roda, o coração se acinzenta, as expectativas despencam do alto e a alma chora baixinho.

Depois passa. Quase sempre passa. E quem chora agora há de amanhã se flagrar nadando num lago tranquilo de ternura e esperança, com pedras de rancores e pecados no fundo, repousando inúteis sob o limbo do esquecimento.

Mas também nem sempre a gente esquece.

E o amor, ah… o amor, sob a forma daquele estado de entrega tranquila que vem apaziguar uma paixão tumultuosa, nem sempre chega. Nem sempre. Nem sempre.

Fotógrafo de casamentos transforma casais em miniatura

Fotógrafo de casamentos transforma casais em miniatura

Ekkachai Saelow é um fotógrafo de casamentos que captura os momentos mais emblemáticos de seus clientes e os transforma em pequenos detalhes.

Ele é especialista na criação de miniaturas lúdicas de casais felizes. Para fazer isso, Ekkachai retira as pessoas de seus quadros originais e as insere em um ambiente de pequena escala, aplicando um efeito fotográfico conhecido como tilt-shift.

Marido e esposa são posicionados, juntos, em cenários diminutos, e interagem entre si e com o ambiente de forma divertida.

Após realizar as sessões de fotos, o fotógrafo tailandês usa apenas Photoshop para redimensionar o ambiente, fazendo de seus clientes pequenos seres animados.

Há algo incrivelmente romântico nessas representações minimalistas de casais apaixonados. Como se saíssem de um desenho animado, duas pessoas unidas pelo amor conjugal trocam experiências afetivas que certamente nunca esquecerão.

Ao olhar para esses casais com seu matrimônio representado de forma lúdica, as pessoas reconsideram a ideia de um ensaio fotográfico tradicional de casamento.

As fotos são divertidas e exploram a interação dos personagens com seres vivos e recursos como carros, motos, robôs, plantas, árvores e animais.

Confira alguns casais transformados em miniatura pelo fotógrafo tailandês:

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