20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Filmes sobre biografias sempre nos fazem viajar a um mundo em que ganham vida histórias verdadeiras de pessoas que existiram ou existem. Graças à habilidade dos atores, ao incrível trabalho dos maquiadores e aos especialistas em casting, o trabalho final pode ser impecável. Às vezes, o resultado é tão convincente que é difícil diferenciar o ator do personagem real.
Aqui estão algumas das interpretações mais memoráveis de alguns atores que deram vida a personagens famosos e reais que todos conhecemos.

Steve Jobs e Ashton Kutcher, ’Jobs.’contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Frida Kahlo e Salma Hayek, ’Frida’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Mark Zuckerberg e Jesse Eisenberg, ’A Rede Social’contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.Elizabeth Taylor e Lindsay Lohan, ’Liz & Dick’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Jimi Hendrix e Andre Benjamin, ’Jimi: All is by my side’contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Coco Chanel e Audrey Tautou, ’Coco Chanel’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Salvador Dalí e Adrien Brody, ’Meia Noite em Paris’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Marilyn Monroe e Michelle Williams, ’7 Dias com Marilyn’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Oscar Wilde e Stephen Fry, ’Wilde’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Margaret Thatcher e Meryl Streep, ’A Dama de Ferro’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Pablo Picasso e Anthony Hopkins, ’Surviving Picasso’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Selena Quintanilla Perez e Jennifer López, ’Selena’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Bob Dylan e Cate Blanchett, ’Não Estou Lá’contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Rainha Elizabeth II e Helen Mirren, ’A Rainha’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Abraham Lincoln e Daniel Day-Lewis, ’Lincoln’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Edith Piaf e Marion Cotillard, ’La Vie en Rose’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Jim Morrison e Val Kilmer, ’The Doors’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Nelson Mandela e Morgan Freeman, ’Invictus’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Vincent van Gogh e Kirk Douglas, ’Sede de Viver’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

Mahatma Gandhi e Ben Kingsley, ’Gandhi’.contioutra.com - 20 atores que interpretaram de forma incrível personagens que todo mundo conhece.

No cinema brasileiro, um caso bem conhecido é o do ator Daniel de Oliveira, que interpretou o cantor Cazuza no filme ’Cazuza — O Tempo não pára’ e ficou igualzinho ao cantor que morreu em 1990. E você, lembra de mais alguma dessas biografias em que a produção caprichou no visual do ator principal?

Matéria original: Incrível.club

Tenha fé em Deus. Só não espere que Ele faça por você o que é a sua obrigação.

Tenha fé em Deus. Só não espere que Ele faça por você o que é a sua obrigação.

Deus é grande, sim. Imenso, maravilhoso, impecável. Escreve certo por linhas tortas, tarda mas não falta, ajuda a quem cedo madruga. Mas eu tenho a impressão de que Ele tem mais o que fazer além de solucionar nossos problemas pessoais. E acho, assim, num devaneio, que alguns pedidos nossos Lhe causem muita graça.

Generoso com todos os seus filhos, Deus deve relevar cada coisa! Quando pedem a Ele a solução de uma pendenga financeira, por exemplo, esperando que um maço de dólares despenque do céu, Ele deve suspirar enfastiado. Sobretudo quando se dá conta de que o remetente do tal pedido é alguém gozando de saúde perfeita, com uma cabeça sobre o pescoço e o mundo inteiro à disposição. Alguém com as ferramentas mínimas para trabalhar e buscar o dinheiro de que precisa, mas que prefere pedir a Deus porque assim é mais fácil.

Em suas conversas com Santo Antônio, “o casamenteiro”, Deus decerto relaxa em longas gargalhadas. Porque só o amor e o humor divinos para relevar o mau gosto de simpatias estranhas como o “sequestro” do Menino Jesus dos braços do Santo, em troca de um “bom partido” para casamento.

O Criador deve rir gostoso nessas horas. E com um tapa nas costas do bom Antônio, o abençoa e pede a ele que resolva cada caso como possa. “Mas primeiro os merecedores, Antoninho. Primeiro os merecedores!”.

É claro. Em toda a Sua infinita sabedoria, só Deus sabe o quanto é duro viver por aqui. E que é preciso merecer a vida todos os dias. A quem não foge dessa obrigação, Ele deve olhar com simpatia e todo o Seu amor escandaloso.

Porque quem acredita mesmo em Deus não espera que Ele faça por nós o que é nossa obrigação. Quem acredita em Deus pede a Ele, sim, mas faz a sua parte. Trabalha, enfrenta, avança, recua, cai, levanta, pensa. Mistura fé na vida, amor no coração, vergonha na cara e vai em frente. E a todas essas agradece. Agradece por tudo que há.

De que adianta acreditar em Deus e fazer nada para Ele também acreditar em nós? Será mesmo que o Papai do Céu há de nos salvar se nós aqui esperarmos sentados? Será que Deus há mesmo de fazer por nós as coisas que nos cabem realizar aqui e agora?

Não será uma pretensão ridícula e perigosa do ser humano achar que é tão especial assim a ponto de nada fazer por merecer e apenas aguardar a sua hora de ir para o Céu, enquanto um monte de gente padece aqui embaixo o inferno da fome, do frio e da dor sob nossos olhos indiferentes e nossos passos de pressa? É gente matando gente, bicho, planta, tempo! Gente odiando quem passa perto, querendo mal quem está à frente. Gente piorando cada segundo da vida e pedindo ao Espírito Santo um futuro melhor.

Deus que nos perdoe. Mas essa história ainda vai longe. Vai até a gente aprender a mudar as coisas aqui e agora. Porque o futuro a Deus pertence. E decerto, lá de cima, Ele está vendo tudo e repetindo: “Me ajuda a te ajudar, meu filho. Me ajuda a te ajudar!”

Por alguém que te ame depois de um grave erro gramatical.

Por alguém que te ame depois de um grave erro gramatical.

Um médico publicou em seu facebook uma foto com a legenda “Uma imagem vale mais que mil palavras”. Na foto, o médico segurava uma receita com os dizeres “não existe peleumonia e nem raôxis.” Ele estava se referindo ao seu paciente que usara estas palavras em uma consulta.

O post demostrando preconceito linguístico suscitou debates  na internet. Diversas opiniões emergiram e você, mesmo se não sabia do caso, já deve ter a sua também agora.

Lembro-me de pipocarem quadros pela Televisão e pelo Youtuber rindo de algumas redações do ENEM, dos inúmeros posts falando de como é difícil flertar com alguém na internet que não sabe diferenciar mais de mas, diversas situações que revelam como a maior parte de nós enxerga a Educação; hostil e reprobatória.

Perceba que eu falei de nós, sim, de um Nós que me inclui. Não sei você que está me lendo agora, mas eu por diversas vezes fui esse médico aí. Como era engraçado rir do linguajar da minha avó! Até que um dia eu comecei a me perguntar porque era engraçado rir da vó falando ‘triliça’, falar que doeu meu ouvido alguém falando ‘truci’ e evitar postar algo na internet por medo de desvios gramaticais normativos.

Nas minhas perguntas, pude perceber  quanto o modelo educacional da minha formação me ensinou coisas danosas no convívio social. Estudei em escola pública e por questões pessoais precisei terminar o Ensino Médio usando o tal do antigo supletivo ( lembra? Supletivo, supletivo…), hoje chamado de EJA. Lá mesmo sendo lugar de gente mais humilde, eu aprendi a ser excludente com minhas origens e assim a perpetuar discursos elitistas.

Veja bem. Um sistema educacional, seja em qual escola for, não nos ensina informações desconectadas, cada aprendizado modela o modo como nos relacionamos com os outros, até mesmo nas  paqueras mais despretensiosas.

Nós ainda rimos muito da falta de informação dos outros e vamos continuar até que pensemos mais numa Educação além muro de escola e colaborativa. Aprendemos gramática normativa porque precisamos falar “corretamente” e esquecemos que falar certo é entender e ser entendido.

Ainda achamos tolo aquele colega de sala desconhecer os novos termos das discussões sociais, questionamos o doutorado do professor que apanha do datashow e mais grave ainda, estamos inseridos num sistema que não compreende que um diploma de doutor não faz professor.

Decidir por um modelo educacional acolhedor e inclusivo é duro, pois envolve permitir o erros dos outros, seja lá qual outro for, e colaborar para que cheguemos ao pódio juntos, ao invés de vencê-lo. Mesmo um coração sendo muito humilde, é sempre mais fácil desprezar. Porém, se este é o caminho para um mundo mais sadio e harmônico, onde o quanto uma pessoa ser amável é mais importante do que saber diferenciar “mais” de “mas”, deve valer a pena.

Por alguém que te ame depois dos graves erros gramaticais, de todas essas vírgulas mal usadas, dos erro de plural, dessa concordância nominal desgraçada que você nunca entendeu bem, da crase no lugar errado, de se dizer fã daquela banda sem saber a formação completa e o disco mais vendido, de não fazer ideia quem  é esse tal de Donnie Darko…

Fica o protesto. Que o amor não seja confundido com um vestibular, este país já exige diploma demais.

12 comics que mostram a difícil vida de um anjo da guarda

12 comics que mostram a difícil vida de um anjo da guarda

Não é raro que cometamos atos espontaneamente, sem pensar nas consequências que tais ações podem acarretar. Há quem arrisque a própria vida em busca de novas aventuras. Por outro lado, há aqueles que preferem levar uma vida tranquila, sem supresas. No entanto, ninguém está livre de passar por momentos desagradáveis ou perigosos, que fazem com que nós aprendamos através da vivência.

Você pode não acreditar que esses guardiões existem, ainda assim, estas ilustrações podem levar uma nova reflexão sobre alguns de seus atos.

1- Desejos radicais.

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2- Atos irresponsáveis.

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3- Cuidando de criança.

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4- Momentos de insegurança.

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5- Momentos perigosos.

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6- Um dia qualquer.

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7- Problemas e obstáculos.

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8- Relacionamentos.

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9- Quando algo não sai como planejado.

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10- Horas de extremo perigo.

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11- Em busca da alma gêmea.

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Ilustradora: Natalya Roshchenko, para o Incrível.club

Abra os olhos para dentro…

Abra os olhos para dentro…

…e olhe devagar cada recanto, cada pedacinho iluminado, cada canto arrumado e florido, e agradeça por isso.

Tateie cada lugar que está escuro e em desordem, e com calma tente compreender o que acontece nestes lugares.

Não importa quanto tempo passará, não desespere nem tenha pressa, pois é tarefa de vida. Não tenha medo, as sombras logo ficarão mais definidas, o escuro irá clareando e lhe dando uma compreensão mais nítida do porquê abandonou esses cantinhos.

Mantenha-se firme se, ao tirar algumas coisas do lugar, uns sentimentos despencarem e alardearem quem estiver por perto; é assim mesmo, as faxinas, mesmo sendo necessárias, incomodam a todos, principalmente as faxinas da alma. Confie em seu coração e em seus olhos, mas não se intimide em pedir ajuda, em buscar por um guia, pois sempre é bom estarmos acompanhados nos momentos importantes de nossas vidas. Nunca deixe de acreditar que é possível fazer seu território mais acolhedor para a floração de sua essência. Ela é bela, com certeza.

Lembre–se de que nossa alma precisa de cuidados diários, de janelas abertas, de espaços e terreno revolvidos para fazer crescer em beleza e força suas novas mudas.

Deposite neste caminho muitas moedas de amor, invista muitos minutos de seu dia, e não gaste impensadamente esse tesouro.

Não esqueça que, neste território, as leis da física não explicam tudo, a lógica e o pensamento racional não são senhores e mandatários, e o relógio que marca o tempo não é o Cronos e, sim, Kairós.

Lembre–se de que o maior bem é conseguir viver com harmonia, e o ofício mais importante é ser feliz com a pessoa que você é.

Coisas a gente compra de novo, pessoas a gente perde para sempre

Coisas a gente compra de novo, pessoas a gente perde para sempre

Como é difícil balancearmos com equilíbrio nossas prioridades, dando a devida atenção tanto ao que precisamos obter quanto ao que precisamos manter junto de nós. Embora a vida nos obrigue a despendermos a maior parte de nosso tempo trabalhando para conquistar qualidade e conforto, essa rotina pesada ao mesmo tempo nos distancia mais e mais dos contatos e interações com as pessoas.

Nessa toada, acabamos muitas vezes nos apegando demasiadamente aos bens que acumulamos, valorizando a materialidade que nos rodeia acima de qualquer coisa. E assim relegamos ao segundo plano nossas necessidades afetivas, nossos desejos sentimentais, tudo aquilo que não possui preço, o que não se compra nem se vende, apenas se vive.

Por mais que sejamos alertados para o perigo que reside nessa busca maçante pelos bens, pela riqueza, pelo status social, acabamos sendo atraídos quase que mecanicamente pelos apelos disso tudo. Vamos nos enchendo de objetos e nos esvaziando de sustância emocional, pois acabamos apenas enxergando o que os olhos veem, esquecendo-nos das carências de nossa essência humana.

Por isso é que muita gente se preocupa com os riscos da calota do carro sem nunca perguntar como a esposa se sente. Por isso é que muitos pais olham o boletim escolar, mas se esquecem de olhar nos olhos dos filhos. Por isso é que muitos de nós percebemos quando o amigo engordou, porém jamais percebemos o quanto ele está precisando de nossa ajuda. Por isso é que muitas vezes temos tudo o que queremos, mas não temos ninguém de quem precisamos.

É necessário, pois, mantermos o foco nas escolhas que vimos fazendo, nas atitudes que tomamos, na importância que estamos dando àquilo que colocamos como prioridade em nossas vidas. Não podemos nos desconcentrar em relação ao que temos de mais precioso em termos de parceria, amizade, amor verdadeiro, ou acabaremos lotados de tralhas que não preencherão o nosso vazio existencial.

No mais, perca coisas e não pessoas. Coisas a gente compra de novo, pessoas a gente perde para sempre.

***

Texto publicado originalmente em Prof Marcel Camargo.

Deseje o bem e deixe ir

Deseje o bem e deixe ir

Deixe ir para longe aquele pensamento que embota, aquela ideia fixa que faz surtar, aquele sonho de consumo que destrói o orçamento, aquela comida que só preenche a carência, aquele sentimento que empurra para o buraco.

Deixe ir na direção contrária a palavra atravessada que tentou roubar o bom humor, o voto de confiança que se abalou, as ideologias que caducaram, as certezas que não se revelaram, o amor que não germinou.

Deixe ir sempre desejando o bem, o melhor possível. Deixe ir sem despedidas, sem promessas, sem sucessivas tentativas.

As melhores decisões da vida quase sempre são decisões de deixar ir, porque são as que exigem muito desapego, mas que trazem um alívio gigante depois de tomadas.

As decisões de deixar ficar são mais mansas, mais naturais, espontâneas e, quase sempre, tomadas em par, em consenso.

Deixar ir é passar por cima de algumas construções, investimentos, esperanças. Mas também é garantir libertação, independência. É concluir, finalizar, romper para se recompor.

Deixe-a ir, deixe-o ir. Se não há razão para ficar, que não se demore a solução.

Deseje o bem, queira o bem, ainda que tenha sentido o gosto do mal. Só dessa forma é possível ficar e recomeçar.

O caminho da cura passa pela dor

O caminho da cura passa pela dor
sad woman sitting on the bed

Eu fui levando. Eu fui deixando a minha bagagem se encher de pesos como se eu conseguisse carregar tudo aquilo. Pesava. Pesava muito. Mas a gente vai se acostumando com o peso, e com o tempo aquilo parece fazer parte de nós. Esse é o grande mal: nos acostumar com o que não nos faz bem porque vamos levando aquilo sem refletir muito. Vai no automático. A gente para de olhar pra si e vai seguindo na estrada, crente de que seguir em frente significa apenas: caminhar, caminhar, caminhar, independente do peso que se leva.

As pessoas tentam nos incentivar: siga em frente, esqueça, não pense nisso. Mas elas não sabem o que você carrega, elas vêem sua mochila mas não sabem quanto pesa, elas vêem o machucado do seu joelho mas não o que você sente. Só você sabe. Mas você ignora e vai carregando, carregando, carregando. E sabe o que acontece? Uma hora você cansa, uma hora a dor vem, uma hora você surta. Os ombros latejam, as pernas fraquejam, o coração sangra e você acha que não vai aguentar mais.

Você até conseguiu andar, andou dia e noite, no sol e na chuva mas chegou em uma parte do caminho que não era a que você queria: aquela parte chamada chamada “Dor”. A dor é lugar da estrada em que você se sente só, triste e fracassado. Dá vontade de ignorar, pular essa parte; dá vontade de voltar pra trás. Mas pular é impossível e voltar pra trás não significa crescimento, significa apenas retornar ao ponto de origem que causou aquela dor. Você pensa em fugir, em desistir e tudo isso só vai protelando a sua estadia naquele lugar.

Se você chegou em um momento dolorido, entenda esse momento como uma oportunidade, e mais ainda, como uma necessidade de olhar pra dentro de si, se cuidar, tratar as feridas. E para isso, é preciso desligar o automático, parar de seguir olhando para todos os lados à procura de uma salvação, e passar a olhar para onde verdadeiramente importa: dentro de você. É preciso abrir a bagagem e examinar todos aqueles pesos, de onde eles vêm, porque eles vêm e se eles são realmente necessários no restante do caminho. Isso é doloroso e significa também que alguns comportamentos, hábitos e até pessoas precisarão ser deixados para trás. Você vai precisar se reinventar . Você vai experimentar a solidão. E verá que não resolve muito esperar alguém chegar e fazer isso por você, retirar os seus pesos, tratar as suas feridas. Só você mesmo pode fazê-lo.

A dor vai cessar de imediato? Infelizmente não. Isso leva tempo, paciência e exige de você a sua melhor versão. É a Vida te lapidando. Mas lembre-se: a dor não é o caminho. A dor é apenas parte do caminho. E o caminho da cura passa pela dor.

Mulheres precisam dormir mais porque seus cérebros são mais complexos, diz estudo

Mulheres precisam dormir mais porque seus cérebros são mais complexos, diz estudo

Para tudo! O sono da beleza finalmente ganhou uma explicação científica, minha gente! Na verdade, está mais para sono da inteligência do que da beleza, mas é sempre uma desculpinha cientificamente comprovada para dormir um pouco a mais.

A novidade surgiu após uma pesquisa realizada pelos cientistas do Instituto Max Planck de Munique, Alemanha. Eles analisaram o padrão de sono de 160 adultos para considerar como isso afetaria sua capacidade intelectual. Ao final do estudo, os pesquisadores perceberam que as mulheres tinham maior atividade cerebral quando entravam em uma fase de sono sem sonhos. E, segundo eles, essa é a mesma atividade que está relacionada a um aumento nos níveis de inteligência para as mulheres.

Nos homens, o resultado foi bem diferente. O estudo indica que eles se beneficiariam mais de cochilos, enquanto a mulherada precisa mesmo de uma boa noite de sono. A pesquisa se soma a outra publicada recentemente, que indica que as mulheres precisam de mais horas de sono porque seus cérebros funcionam de maneira mais complexa. Como tendem a ser multitarefas, elas exigem mais da capacidade do cérebro do que os homens, o que faz com que uma boa noite de sono não seja apenas merecida, mas necessária.

As crianças amadas se tornam adultos que sabem amar

As crianças amadas se tornam adultos que sabem amar

Nossas primeiras experiências com o mundo marcam o início do nosso desenvolvimento emocional. Na infância se tece uma rede que conectará nossa mente e nosso corpo, o que determinará em grande parte o desenvolvimento da capacidade de sentir e de amar.

Neste sentido, nosso crescimento emocional dependerá dos nossos primeiros intercâmbios emocionais, que nos ensinarão o que ver e o que não ver no mundo emocional e social no qual nos encontramos.

Assim, o campo da nossa infância nos permite semear o amor de maneira natural, o que determinará que a capacidade de amar e de sermos amados cresça de maneira saudável e nos ajude a nos desenvolvermos no futuro.

“Somos seres emocionais que aprendem a pensar, não máquinas pensantes que aprendem a sentir”
Stanisla Bachrach

Se alimentarmos as crianças com amor, os medos morrerão de fome.
As amostras de carinho e afeto elevam a autoestima das crianças e as ajudam a construir uma personalidade emocionalmente adaptada e inteligente. Ou seja, o nosso amor as ajuda a lidar com os medos naturais que surgem nas diferentes idades, fomentando um grau de sensibilidade saudável.

As crianças têm uma confiança natural em si mesmas. De fato, nos surpreende que frente a desvantagens insuperáveis e fracassos repetidos elas não desistam. A persistência, o otimismo, a automotivação e o entusiasmo são qualidades inatas das crianças.

Percebermos isso nos ajuda a sermos conscientes do quão importante é amarmos nossos filhos e educá-los em relação ao respeito, empatia, expressão e compreensão dos sentimentos, controle da impaciência, capacidade de adaptação, amabilidade e independência.

O que podemos fazer para criar crianças felizes e saudáveis?

O temperamento de uma criança reflete um sistema de circuitos emocionais inatos específicos no cérebro, um esquema de sua expressão emocional presente e futura, e de seu comportamento. Estes podem ser adequados ou não, por isso a educação deve se tornar um apoio e um guia para elas.

Para alcançar uma saúde emocional ideal, devemos mudar a forma como se desenvolve o cérebro das crianças. A ideia é que através do amor e da educação emocional estimulemos certas conexões neuronais saudáveis.

Ou seja, todas as crianças e todos os adultos partem de certas características determinadas que devem ser administradas em conjunto para que possamos alcançar o bem-estar físico e emocional.
Por exemplo, quando uma criança é tímida por natureza os adultos que se encontram ao seu redor a protegem exageradamente, fazendo com que ela se torne ansiosa com o passar do tempo.

A educação emocional requer uma certa “desaprendizagem” adulta. Uma criança tímida deve aprender a dar nome às suas emoções e a enfrentar o que a perturba, não deve sentir que cortamos suas asas porque ela é vulnerável.

Um adulto deve demonstrar empatia sem reforçar suas preocupações, propondo, por sua vez, novos desafios emocionais que a permitam evoluir. Deve-se proteger a saúde emocional da criança através do desenvolvimento de suas características naturais.
amada

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As chaves básicas de uma educação emocional saudável

1. Os especialistas costumam recomendar que ajudemos as crianças a falarem de suas emoções como uma maneira de compreender a si mesmas e os demais. Entretanto, as palavras só dão conta de uma pequena parte (10%) do verdadeiro significado que obtemos através da comunicação emocional.Por essa razão, não podemos ficar só na verbalização; devemos ensiná-las a compreender o significado da postura, das expressões faciais, do tom de voz e de qualquer tipo de linguagem corporal. Isso será muito mais efetivo e completo para o seu desenvolvimento.

2. Há anos vem se promovendo o desenvolvimento da autoestima de uma criança através do elogio constante. Entretanto, isso pode fazer mais mal do que bem. Os elogios só ajudarão as nossas crianças a se sentirem bem consigo mesmas se eles estiverem relacionados a ganhos específicos e ao domínio de novas aptidões.

3. O estresse é um dos grandes inimigos da infância. Entretanto, é um inconveniente com o qual elas têm que conviver, por isso protegê-las em excesso é uma das piores coisas que podemos fazer. devem aprender a enfrentar estas dificuldades naturais de tal forma que desenvolvam novos caminhos neurais que as permitam se adaptar ao meio no qual vivem.

Não podemos tentar criar nossas crianças em um mundo da Disney de inocência e ingenuidade. O estresse e a inquietação fazem parte do mundo real e da experiência humana, tanto quanto o amor e o cuidado. Se tentarmos eliminar esses obstáculos, impediremos que elas tenham a oportunidade de aprender e desenvolver capacidades realmente importantes que as ajudem a enfrentar desafios e decepções que são inevitáveis na vida.

Fonte indicada: A Mente é Maravilhosa

Eu cuido de todos. E quem cuida de mim?

Eu cuido de todos. E quem cuida de mim?

Muitas vezes encontramos pessoas dispostas a cuidar de tudo e de todos, a qualquer hora, em qualquer lugar e sob qualquer circunstância. Guarda a dor no bolso e vai cuidar da dor do outro. Qual ferida esse curador esconde?

Dias e dias passados com aquele parente no hospital, vive cozinhando para várias pessoas, é sempre o primeiro a se oferecer para ajudar em um mudança de casa, na organização de uma festa, no cuidado com as crianças, é “pau pra toda obra”! É aquela mãe que vive só em função dos filhos; nada de fazer as unhas, arrumar o cabelo, comprar uma roupa nova. É mãe com dedicação exclusiva aos filhos. Tem também aquele que faz todo mundo rir, pois se preocupa em manter todos sempre com um alto astral. São pessoas que dedicam-se ao cuidado do outro. Você conhece alguém assim? Então esse texto é para você!

Que se dispor a cuidar das pessoas, dedicar-se, ser solícito, sejam atos admiráveis, disto não restam dúvidas. Estamos precisando de pessoas que se importam verdadeiramente com as outras, pois o mundo está lotado de pessoas egoístas e cheias de si. O problema é quando a dedicação ao outro é tanta que se esquece do cuidado de si mesmo. Além disso, quem precisa receber cuidados, precisa de alguém que esteja em boas condições física, psíquica e emocional. É preciso estar inteiro!

Quando o tempo está sendo ocupado sempre com o outro, deixa-se pouco ou quase nada de espaço para o cuidado consigo mesmo. Ao voltar-se o olhar para o externo, para o outro, desvia-se do olhar para dentro, para si mesmo. Então precisamos iniciar uma autoanálise: O que não pode ser visto? Há algo em mim que estou evitando? O que em mim é tão difícil de encarar? São perguntas que devem ser feitas para que se possa analisar como está sendo o cuidado com a própria vida. Essa vida tão única e passageira.

Por mais que a vida do outro seja muito importante, a própria vida também é. A própria ferida precisa ser cicatrizada. A realização pessoal, a felicidade, o bem-estar, não podem depender apenas do riso do outro, do conforto do outro, da qualidade de vida só do outro. Quando o outro se vai (e as pessoas vêm e vão), precisamos nos perguntar: O que resta de mim? O quanto de mim pode ser preservado? Cuidado? Qual é a minha identidade? Do que eu gosto, minha música preferida, o meu prato especial, meu filme favorito, meu passatempo aos finais de semana… Tudo isso são modos de saber quem somos, do que gostamos e qual a forma que sentimos que estamos cuidando de nós.

Em síntese, precisamos refletir: Gosto de cuidar do outro; isso eu já sei fazer bem. Agora preciso aprender a cuidar de mim, a gostar de mim, a me olhar, a me tratar com carinho e com respeito, a me amar. Eu tenho esse direito!

Photo by Elijah Hiett on Unsplash

O bolo só cresce se o forno estiver bem quente

O bolo só cresce se o forno estiver bem quente

O caderno de receitas de minha mãe traz os primeiros traços de minha letra cursiva que se esforçava para ser perfeita nos primeiros anos.

Eu gostava de copiar as receitas e enfeitá-las com recortes coloridos ou desenhos infantis. Hoje, minha mãe conta com um livro de receitas que é uma relíquia, baú de afeto de sua filha mais velha.

Ao seu lado aprendi a necessidade de untar a fôrma e pré aquecer o fogo. E por mais que quisesse experimentar a gostosura antes do tempo, aprendi que o bolo só cresce se o forno estiver bem quente.

Assim também fui aprendendo o valor da paciência diante das demoras da vida, da necessidade de saber esperar mesmo que isso custe muito esforço.

Pra algumas coisas não há remédio senão esperar. Algumas coisas fogem do nosso controle, do nosso domínio, da nossa condução. Assim como o bolo tem o tempo dele para ficar pronto e não há o que se fazer senão aguardar _ com a porta do forno fechada!_ a vida nos cobra tolerância ao tempo marcado para cada coisa.

No Chile, esperando pelo voo marcado para as 14 horas, só conseguimos decolar às 20 horas. Alguns passageiros aguardavam pelo voo desde a manhã, e o remédio era esperar. Encontramos então formas de fazer isso: lendo, admirando as últimas fotos, jogando um game no celular, conversando… não importa, o importante era conseguir atravessar as horas até o momento certo chegar.

O momento certo sempre traz boas surpresas, mas aprender a aproveitar o hiato entre o desejo e a concretização dos planos é essencial para se viver uma vida satisfatória.

A vida é cheia de demoras e é preciso ter cuidado para não estragar as boas surpresas que estão por vir com nossa ânsia de chegar mais rápido.

É preciso suportar os vazios, os silêncios, a falta de respostas. Nem tudo flui no nosso tempo, seguindo o compasso de nossas vontades, e não podemos atrapalhar o curso natural da vida com nossas urgências e impaciências.

É preciso aprender a lidar com a ausência de sinais. É preciso tolerar o silêncio. É preciso encontrar recursos para atravessar o deserto de respostas. Todos passamos por momentos de aridez, e é assim que crescemos também. Aprendendo a ser forte quando tudo é ausência; conseguindo ser delicadeza quando tudo é solidão; e resistindo com poesia quando tudo é ventania.

Saborear um bolo quentinho, recém saído do forno, com um café coado na hora, é me lembrar de um tempo feliz, em que ficava na cozinha ao lado de minha mãe e sentia o cheiro da massa se espalhando pela casa. Naquele tempo não havia celulares, tablets, netflix ou aplicativos, e por isso a espera pela minha fatia de bolo fumegante era tão celebrada. O tempo era nosso, e os vapores da cozinha nos contavam que a felicidade morava no instante presente, não somente naquilo que estava por vir.

Que as esperas sejam celebradas com a mesma poesia que os pontos de partida e chegada; que o tempo transcorra sereno mesmo que os relógios demorem para acertar a hora desejada; e que a vida tenha sabor de bolo quentinho, que só ficou saboroso porque não foi tirado do forno antes do tempo…

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Tome cuidado com os agiotas do coração!

Tome cuidado com os agiotas do coração!

A gente só dá o que pode, a gente só gasta o que tem. Amor com empréstimo… não sei.

Não quero que o amor chegue para mim na fragilidade, me encontre desprevenida, me pegue no colo, me limpe as lágrimas, me dê uma luz num momento de escuridão.

Não quero que o amor seja a minha salvação.

Não quero um amor que veja a minha fraqueza e a queira e por causa dela encontre um canto no meu coração, um canto mal arrumado, inflamado de outras estórias.

Não quero alguém que surja dizendo que não quer muito, que se sustenta com minhas migalhas e vai ficando por perto, vai se apoiando na minha falta de energia e devagar vai querendo mais, vai exigindo mais, vai me exigindo o amor que eu não estava pronta para dar.

Não quero um ombro para me apoiar, um lenço no momento devido, um ouvido que parece disposto a escutar tudo, essas boas ações, mas cheias de segundas intenções. Acompanhando meus farrapos e esperando que eu renasça na palma daquelas mãos.

Desconfio de quem queira transformar minha merda humana em amor. De quem cria laços com os meus fracassos e quando eu estiver bem, ficará parecendo que selamos um contrato, estarei em dívida de amor com esse ser tão bondoso que ficou ao meu lado nos piores momentos.

Desconfio de quem chega aceitando meu mínimo, o meu pouco entusiasmo, de quem vê no meu momento de fraqueza e solidão uma oportunidade, uma chance de conquistar meu coração.

Fica parecendo amor gratuito, genuíno, ‘que lindo, me vê na pior e me ama assim mesmo!’. Mas pode ser um agiota do coração, com um contrato diferenciado, as prestações começam mais tarde, mas os juros ficam acumulados.

E cria-se o vício, como num jogo de azar, ele se torna a minha danação e salvação. Me diminui para depois me amar. Me gosta pequena, para assim me mostrar a grandeza do seu sentimento. Me joga no chão para depois me dar a mão. E eu me sinto até agradecida! Nem sempre a gente vê…

Mas eu desconfio de quem chega me amando quando estou na merda. Como o amor pode ser mútuo, como pode ser troca boa, quando uma das partes não tem nada para oferecer?

Bom mesmo é quem se apaixona pelo que em mim é força, é brilho, é espontâneo. Quando as minhas portas estão abertas, meu sorriso fácil, minha alma arejada, minha vontade de viver e amar restaurada. Quem chega não para construir minha autoestima, porque esta já fica bem sozinha. Quem chega para compartilhar e somar.

Nos meus momentos frágeis talvez eu não precise de um novo amor, talvez eu não precise desesperadamente sair da solidão, talvez eu só precise de um bom amigo, um travesseiro e me dar um tempo.

Tem horas na vida que a gente não precisa amar, a gente só precisa meditar.

Quando for amar, queira entrar de olhos abertos e de coração restaurado, para depois plenamente mergulhar dos pés à cabeça.

Cresça e apareça

Cresça e apareça

Cresça e apareça. É o que diz o ditado.

O pintinho cresce, quebra o ovo e aparece na casca. A lagarta cresce, rompe o casulo e aparece como uma borboleta dourada. O bebê cresce, sai do ventre e abre os olhos para o mundo.

Eis a lei natural da vida.

Mas nós, claro, teimamos em ignorar prontamente essa lei e em alguns casos tentamos subvertê-la.

Muitas vezes nos negamos a amadurecer (ou simplesmente não conseguimos!), porém, mesmo assim, queremos o sucesso – aparecer, em alguma instância, é ter sucesso, uma vez que o sucesso tem a ver com expansão.

Não existe chave para o sucesso, mas uma coisa é fato: quem perde tempo tentando não se afogar na opinião alheia e amargando o que ainda não conseguiu alcançar no lugar de remar em direção ao que sonha, não cresce.

Ao contrário. Definha, perde energia, se volta para o próprio umbigo, mergulha no limbo da inveja, da autopiedade e da autopunição.

E quem não cresce, não aparece.

Quantas vezes não vemos pessoas aparentemente medíocres ganhando destaque na área em que trabalhamos e ficamos sem entender?

Sorte? Talvez, não. Talvez a pessoa não tenha tanto talento, todavia seja madura. Madura a ponto de não ficar lamentando o que passou ou que ainda não chegou. A ponto de ter foco, concentração, disciplina, coragem, autoconfiança, amor-próprio e atitude. A ponto de não se colocar num pedestal de sal que desmorona quando o primeiro vento da rejeição sopra.

Pare para observar: alguém escuta o que uma criança birrenta diz quando ela está esperneando? Não! Apenas a colocamos de castigo. Mas quando ela cresce um pouquinho e aprende a negociar, escutamos, não é assim que funciona?

Nem tudo é tão complicado quanto parece. Em alguns casos, basta observar (e seguir) a lei natural das coisas e/ou alguns ditados populares – afinal eles não seriam populares se não tivessem um fundo verdade.

Portanto, antes de bater o pezinho porque não “chegou lá”  – como se existisse um lugar chamado lá, né? –  pare de fazer birra. Não adianta fazer birra. É preciso crescer, primeiro, bebê! Só assim a nossa voz será ouvida e, quem sabe, nossos desejos atendidos.

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(imagem: google)

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