11 filmes sobre as marcas de quem sofreu abuso físico e/ou psicológico desde a infância.

11 filmes sobre as marcas de quem sofreu abuso físico e/ou psicológico desde a infância.

Por Marcela Alice Bianco

Esta é uma lista que, definitivamente, não gostaria de fazer dado a brutalidade e tristeza deste tema que nos toca profundamente a alma. Os abusos e violências físicas e/ou psicológicas contra meninas, meninos, homens ou mulheres, contidos nestes filmes nos levam a refletir como esses traumas podem ser devastadores para a personalidade do abusado. Muitos deles são baseados em fatos reais e outros revelam com muita veracidade a realidade de quem já passou por uma situação de violência sexual e psicológica. Os caminhos encontrados pelas vítimas são diversos, mas gostaria de frisar aqui a importância do suporte social que recebem, da ressignificação do amor e do desenvolvimento da resiliência como caminhos essenciais para a superação.

1- Preciosa

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Sinopse: 1987, Nova York, bairro do Harlem. Claireece “Preciosa” Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo’Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de “Mongo”, por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá, Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação. EUA, 2010.

2- Sobre meninos e lobos

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Sinopse: Após a filha de Jimmy Marcus (Sean Penn) ser encontrada morta, Sean Devine (Kevin Bacon), seu amigo de infância, é encarregado de investigar o caso. As investigações de Sean o fazem reencontrar um mundo de violência e dor, que ele acreditava ter deixado para trás, além de colocá-lo em rota de colisão com o próprio Jimmy, que deseja resolver o crime de forma brutal. Há ainda Dave Boyle (Tim Robbins), que guarda um segredo do passado que nem mesmo sua esposa conhece. A caçada ao assassino faz com que o trio tenha que reencontrar fatos marcantes do passado, os quais eles preferiam que ficassem esquecidos para sempre. EUA, Austrália, 2003.

3- Fita Branca

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Sinopse: Em um vilarejo no norte da Alemanha (1913) vivem as crianças e adolescentes de um coral, dirigido por um professor primário (Christian Friedel). O estranho acidente com o médico (Rainer Bock), cujo cavalo tropeça em um arame afiado, faz com que uma busca pelo responsável seja realizada. Logo outros estranhos eventos ocorrem, levantando um clima de desconfiança geral. França, Itália, Áustria, Alemanha, 2010.

4- Meninos não choram

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Saiba como Teena Brandon se tornou Brandon Teena e passou a reivindicar uma nova identidade, masculina, numa cidade rural de Falls City, Nebraska. Brandon inicialmente consegue criar uma imagem masculinizada de si mesma, se apaixonando pela garota com quem sai, Lana, e se tornando amigo de John e Tom. Entretanto, quando a identidade sexual de Brandon vem público, a revelação ativa uma espiral crescente de violência na cidade.EUA, 2000.

5- Má educação

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Madri, 1980. Enrique Goded (Fele Martínez) é um cineasta que passa por um bloqueio criativo e está tendo problemas em elaborar um novo projeto. É quando se aproxima dele um ator que procura trabalho, se identificando como Ignacio Rodriguez (Gael García Bernal), que foi o amigo mais íntimo de Enrique e também o primeiro amor da sua vida, quando ainda eram garotos e estudavam no mesmo colégio. Goded recebe do antigo amigo um roteiro entitulado “A Visita”, que parcialmente foi elaborado com experiências de vida que ambos tiveram. Goded lê o roteiro com profundo interesse. Este relata as fortes tendências de pedofilia que tinha um professor de literatura deles, o padre Manolo (Daniel Giménez Cacho), que vendo Ignacio e Enrique em atitude suspeita diz que vai expulsar Enrique. Ignacio, sabendo que Manolo era apaixonado por ele, diz que fará qualquer coisa se ele não expulsar Enrique. Então Manolo promete e molesta Ignacio, mas não cumpre a promessa e expulsa Enrique. Goded decide usar a história como base do seu próximo filme e, por causa de um isqueiro, vai até a casa de Ignacio e constata uma verdade surpreendente. Espanha, 2004.

6- A cor púrpura

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La couleur pourpre (The Color Purple), un film de Steven Spielberg (Etats-Unis, 1995)

Georgia, 1909. Em uma pequena cidade Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é doada à “Mister” (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e companheira. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza em cartas, primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister, entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece. EUA, 1986.

7- 3096 dias de cativeiro

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O filme é baseado na história real de Natascha Kampusch, que foi raptada e mantida em cativeiro entre os anos de 1998 e 2006. Capturada em uma rua de Viena aos dez anos, o longa narra sua vida ainda em liberdade, passando pelo período de isolamento completo do mundo exterior, onde sofreu abusos físicos e psicológicos, até o momento de sua fuga e readaptação a vida em sociedade.  Alemanha, 2013.

8- Oranges and Sunshine

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A história verídica de Margaret Humphreys (Emily Watson), uma assistente social de Nottingham (Reino Unido) que descobriu um dos maiores escândalos sociais dos últimos anos no Reino Unido. O filme aborda uma espécie de tráfico de crianças pobres que ocorreu na Inglaterra em direção a países como a Austrália. Para muitas crianças, aquela estava destinada a ser uma vida de horrendos abusos físicos e sexuais, longe de tudo que elas haviam conhecido. Austrália, Reino Unido, 2010.

9- Anjos do Sol

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Anjos do Sol conta a saga da menina chamada Maria, de quase doze anos, que no verão de 2002 é vendida pela família, que vive no interior do Maranhão, a um recrutador de prostitutas, imaginando que a garota estaria indo viver em um local melhor que vivia, pois não sabiam que se tratava exatamente o recrutamento. Depois de ser comprada em um leilão de meninas virgens, Maria é enviada para um prostíbulo localizado numa pequena cidade, vizinha a um garimpo, na floresta amazônica. Após meses sofrendo abusos, Maria consegue fugir e atravessa o Brasil na carona de caminhões. Ao chegar ao seu novo destino, o Rio de Janeiro, a prostituição se coloca novamente no seu caminho e suas atitudes, frente aos novos desafios, se tornam inesperadas e surpreendente. Brasil, 2006.

10- A ira de um anjo

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O filme é baseado na história real de Beth Thomas, uma criança que foi severamente abusada sexualmente e apresentou comportamentos violentos, conforme mostra o documentário. O vídeo retrata alguns trechos do processo terapêutico real e alguns depoimentos, da criança em duas fases, dos pais e do terapeuta. No filme, a trama aborda um drama familiar, focando na menina de 07 anos que foi adotada junto ao irmão por uma família bem-sucedida e até então feliz. Problemas começam a aparecer com o estranho comportamento da menina, que consegue influenciar maleficamente o irmãozinho, manipular os adultos ao seu redor, mostrando um lado violento e negro de sua personalidade. O casal imagina então que isso se deve ao passado desconhecido dessa criança, antes de desistir da adoção, os pais vão buscar respostas na história de vida da criança. As angústias vividas por esses pais, que se esforçam imensamente para amar essa menina apesar de se comportamento, são retratadas no filme. EUA, 1992.

11- Marcas do silêncio

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História de uma garota que é abusada sexualmente pelo padrasto (Ron Eldard). Sua mãe (Jennifer Jason Leigh), com medo de perder o marido, terá de optar entre o amor pela filha e a necessidade de um marido. Baseado no best-seller autobiográfico de Dorothy Allison. EUA, 1996

*sinopses: www.wikipedia.com e www.adorocinema.com

Banksy: 50 obras de arte polêmicas e famosas

Banksy: 50 obras de arte polêmicas e famosas

Banksy, o artista inglês icônico e anônimo, possui uma grande variedade de obras de arte com mensagens sociais poderosas e um tanto polêmicas.

Seu amplo portfólio de pinturas e desenhos é proporcional à grandeza de seu nome no mundo artístico.

Influência para milhares de artistas ao redor do mundo, ele não faz questão de aparecer em público por razões de privacidade, mas está sempre presente nas ruas através de sua arte.

O polêmico artista inglês iniciou sua trajetória artística no início da década de 90, na pacata cidade de Bristol. Desde então, sua figura é representada em museus, congressos e feiras de arte, embora ele mesmo nunca tenha participado pessoalmente de qualquer evento desse tipo.

Preocupado em manter-se longe dos holofotes, ele cria sua arte atrás dos bastidores, no escuro e sozinho, pois assim é mais valorizado: em anonimato.

Muitos de seus fãs expressam o desejo de conhecê-lo, mas outros simplesmente aceitam o fato de que a identidade de Banksy é um mistério muito bem encoberto e improvável de ser desvendado.

Não é preciso conhecer um artista para apreciar suas obras de arte, gostar de seu estilo e compactuar de suas ideias.

Quanto ao conteúdo dos trabalhos de Banksy, todo ele é expresso a partir de uma crítica social sobre algum aspecto de injustiça, desigualdade ou opressão no mundo. Ativista político, crítico social, porta-voz contra a violência e o terrorismo. São muitos os papéis que Banksy assume no cumprimento de suas funções.

Ele já foi procurado pela polícia de vários estados e países, mas nunca incriminado. Sua arte de guerrilha é, na verdade, um contra-ataque às intempéries da sociedade. Banksy não chega a ser um fora da lei; é apenas um artista revoltado que faz parte de um movimento reacionário. Muitos estão junto dele nessa causa.

Os temas abordados pelo artista são política, filosofia, socialismo, terrorismo, sexualidade e outros derivados. Nas 50 obras de Banksy a seguir, pode-se notar algumas abordagens interessantes sobre esses temas em geral. Veja:

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18 filmes que ninguém me pediu pra indicar, mas que eu indiquei mesmo assim.

18 filmes que ninguém me pediu pra indicar, mas que eu indiquei mesmo assim.

Saudações, pequeno gafanhoto! Cá estamos, em nossa primeira lista juntos. Afinal, quem não gosta de listas, né não?

De cara já aviso que não tem Spielberg, não tem Tarantino, nem Tarkovski (quem sabe na próxima). Também não tem sinopses relevantes, muito menos análises profundas, fundamentadas em correntes teóricas labirínticas.

O que compartilho aqui são alguns dos filmes que de alguma forma mexeram comigo e com os quais aprendi importantes lições: não mexer com velhinhos invocados, não fazer inimizade com uma baleia do tamanho de uma ilha e não puxar conversa com um bode preto foram algumas delas.

O negócio aqui é dar diretas e sem frescuras. Eu tô ligado que gosto é como o olho que nada vê: todo mundo tem o seu – a metáfora ficou bem esquisita, admito, mas é bem por aí mesmo. Então, antes de criticar o amiguinho, seja boa praça e bora trocar figurinhas e referências.

5 Filmes que provam que o mar é cabuloso.

1. Mestre dos Mares

Tenho uma confissão a fazer: eu sou fissurado em qualquer coisa com tema náutico. Roupas, bebidas, tatuagens, mulheres com tatuagens náuticas e, claro, barcos. Por conta disso, filmes com temas marítimos precisavam estar nesta lista. Principalmente os que envolvem tretas.
No caso deste, a treta é pessoal. Um navio que caça o outro depois de quase ter ido a pique em um embate no Cabo Horn.

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2. A Ilha da Garganta Cortada

Primeiro filme de pirata que vi na vida e até me pergunto por que gosto dele. Mas basta começar a assistir e todas as perguntas chatas sobre produção, roteiro e bilheteria vão embora.

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3. Piratas

E por falar em filme de pirata, vamos ao melhor de todos eles. Nada de Piratas do Caribe. Roman Polanski zerou o cinema no estilo mandrião com esta obra. Reza a lenda que ele é o percursor do gênero de aventura que consagrou o bonitão Johnny Depp.
Ou seja, tá esperando o quê pra a pipoca e o rum? Corre, fi!

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4. A Vida Marinha com Steve Zissou

Steve Zissou é oceanógrafo e ele está puto. Uma estranha criatura marinha, conhecida apenas por ele, matou seu amigo e ele quer vingança e, se possível, salvar também sua carreira de cineasta. Se a tal criatura é real ou não, pouco importa. A grande sacada do filme é sua construção visual, já que é de Wes Anderson que estamos falando.

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5. Moby Dick

Cenas lindas, um maluco com o rosto todo tatuado, arpões, velas enormes, japonas, tempestade, um capitão vingativo e sanguinário, uma baleia enorme e furiosa. Tudo isso em um roteiro escrito por Ray Brandbury.
Não, não pode substituir pelos péssimos remakes. Assista e veja como é que se faz uma adaptação foda de um livro mais foda ainda.

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5 Filmes marcha lenta que valem a pena ver até o fim

1. A Bruxa

Talvez você já tenha ouvido falar de muita gente que se decepcionou com este filme porque esperava ter um infarto de medo com algum demônio saltando da tela. Não, não tem mesmo. Você é consumido aos pouquinhos e quando menos espera, PAH!, já está envolto pela atmosfera densa que cerca os personagens.
Uma puta filme pra quem quer fugir dos clichês das grandes produções.

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2. Mil Vezes Boa Noite

Uma fotógrafa invocada disposta a sacudir a sua, a minha, a nossa consciência sobre os problemas da guerra nos lugares mais inóspitos do planeta. Seria tudo lindo se sua obstinação não começasse a arruinar a relação dela com o marido e as filhas.
Até onde nossos ideais são prioridades? Um filme muito bem construído em cima de uma história tocante.

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3. Leviatã

Não é só a literatura russa que é cheia de fatalismo, melancolia e profundidade. O cinema deles também é assim.
Um pai de família move céus e terras pra tentar evitar que um prefeito pilantra ponha abaixo o seu lar, a sua fortaleza, o seu castelo, o seu… ah, vocês já entenderam. Um relato triste de uma luta árdua, que mostra a importância da paciência e perseverança – virtude que anda um tanto em falta atualmente.

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4. A Árvore da Vida

A aura mística e religiosa que envolvem os filmes de Malick, verdadeiro herdeiro do cinema de Tarkovski, atingem o ápice nessa obra-prima do cinema. Abordando a distinção entre Natureza e Graça, tema recorrente na filosofia medieval cristã, que passa por pensadores como Santo Agostinho e Blaise Pascal, “A Árvore da Vida”, com seus silêncios que preenchem quase todo o filme, sua estrutura poética e profundidade, é uma verdadeira obra de arte.

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5. Interestelar

Depois de assistir a isto, você nunca mais verá de viagem espacial com os mesmos olhos. O final irá fazer valer a pena todas as caras de paisagem que você fizer durante as explicações científicas e equações matemáticas que mais parecem uma cópia de receita de bolo de fubá em escrita cuneiforme dos sumérios.

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4 Filmes com tiro, porrada e bomba

1. Gran Torino

Pensa num velho ranzinza e cheio de manias. Pois é, poderia ser o meu ou o seu avô, se não fosse ele o grande, o descaralhante, o incomparável Clint Fucking Eastwood, que vai ensinar a um bando de pivete do seu bairro que nunca, em hipótese alguma, se deve mexer com um tiozão que tenha:
1. Armas
2. Um possante envenenado
3. Muito Sangue no zóio.

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2. Baahubali: The Beginning

Esqueça tudo o que você sabe ou pensava saber sobre Bollywood. Chama o bróder, a mina, a mãe, o catioro e divirta-se com este verdadeiro blockbuster da Índia, com direito a tretas épicas entre exércitos enormes, chuvas de flechas e uma caralhada de efeitos especiais.

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3. O Matador

Mano do céu, como eu amava os filmes da Sessão Kickboxer da Bandeirantes. Era muito sangue, muito tiro, muita espada, às vezes até muita espada e tiro e muito asiático, sempre. Era o delírio das minhas tardes, quando eu podia sair por aí dando bica na bunda dos colegas, fingindo ser o Jet li.
Este filme do John Woo batia cartão lá. Violento? Muito, mas também conta uma história de redenção no melhor estilo faroeste da China.

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4. Os Aventureiros do Bairro Proibido

Na boa, este é pra aplaudir de pé. Classiqueira da Sessão da Tarde que fazia todo mundo querer sair por aí em busca de passagens secretas. Enredo? Um caminhoneiro Badass Motherfucker que vai resgatar a namorada de um camarada que foi sequestrada por um mago bolado que se esconde em um bairro secreto e que tem como segurança pessoal ninguém menos que o Raiden do Mortal Kombat. Ufa.
Precisa dizer mais?

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4 Filmes pra assistir e dizer que tem um cisco no seu olho

1. 50%

História de uma amizade que vai além de qualquer dificuldade. Nada de comiseração, o jeito que estes dois parceiros lidam com as dificuldades impostas por uma doença grave é simples e linda. Camaradagem sincera e comovente e sem os clichês habituais.

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2. Lembranças

Robert Pattinson vive um jovem que degringolou na vida depois da morte do irmão mais velho. Daí, vira aquela coisa convencional de mocinho que conhece a mocinha pelo motivo errado (sempre uma aposta besta) e coisa e tal, mas o final pega de surpresa e faz a gente esquecer a sensação de já ter visto o filme antes.
Conclusão: surpresa e algumas gotas de suor nos olhos.

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3. Estou Aqui

Fãs de Her, preparem-se! Este curta-metragem de Spike Jonze poderia ser um grande clichê nerd… mas não é.
Dois robôs apaixonados encarando situações que vão do inusitado ao triste num piscar de olhos. Se você ainda não viu e quer ver, graças ao santo YouTube, você pode assistir na íntegra.

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4. Toy Story 3

Chorei como se estivesse passeando em um campo de cebolas. Crescemos junto com o Andy, acompanhamos, mesmo que um pouco distantes, o processo de amadurecimento que transformou o moleque em um universitário que precisa partir e deixar seus amigos de plástico.
Metáfora da vida de cada um de nós, do nosso crescimento e da importância de seguir adiante.
E assim chegamos ao fim, pessoal. Gostou? Nem tanto. Como eu falei ante, o lance é trocar figurinhas. Coloca aí a tua lista pra gente ver e bora ser feliz, minha gente!

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Quem bebe vinho possui QI mais alto, segundo estudo.

Quem bebe vinho possui QI mais alto, segundo estudo.

Um estudo feito nos EUA comparou os hábitos de jovens que bebiam vinho regularmente com os que não tomavam e traçou uma relação entre consumo de bebida e inteligência.

Essa pesquisa foi realizada pela Universidade de Indiana nos Estados Unidos e analisou os hábitos dos jovens e traçou um perfil dos grupos de acordo com o consumo. Essa pesquisa comparou consumidores de vinho com apreciadores de cerveja e abstêmios, ou seja, pessoas que não ingerem nada de bebida alcoólica. O resultado desse estudo mostrou que os consumidores de vinho apresentavam níveis de Q.I. (Quocientes de Inteligência) mais altos, possuíam superiores níveis de instrução e, por isso, eram as pessoas mais saudáveis do grupo.

“As pessoas com alto Q.I, pertencentes a um nível socioeconômico mais alto e que têm boa instrução são geralmente mais saudáveis do que aquelas que não possuem essas características”, disse June Reinisch, líder do estudo.

Quem aí concorda com a pesquisa?

Melhor o mundo todo falando de amor que todo mundo se odiando na prática.

Melhor o mundo todo falando de amor que todo mundo se odiando na prática.

Era o que faltava. Tanta coisa com que implicar e tem gente perseguindo quem fala de amor. Deixemos de coisa, vai. Ô, espécie estranha somos nós!

Ora nos queixamos de que o povo só alimenta o ódio quando lê maldade, fofoca, futilidade, ora reclamamos que tem gente demais falando de amor. Bendita falta do que fazer!

Cá pra nós, é melhor o mundo todo falando de amor que meia dúzia falando mal de todo mundo. É tão óbvio! Mas não. Tem sempre um gênio dedicado à masturbação pseudo-filosófica com questões do gênero “tem muita gente dizendo que ama e pouca gente sabendo amar” num chatíssimo tom acusatório, generalizando como se todos os que ousam falar de sentimentos fossem alienados, hipócritas ou enganadores.

Se estão “sabendo amar” ou não, quem sabe? Quem pode afirmar? Ninguém! Deixa o povo falar de amor, ué! Lê e ouve quem quer! Melhor falar de amor que encher a cabeça de minhoca e sair por aí odiando quem passa na frente.

Concordo. Tem gente que fala uma coisa e faz outra. Tagarela que ama aqui e odeia na prática ali. Acontece muito. Mas isso não torna falar de amor uma coisa ruim.

Generalizar desse jeito é feio. É insistir na confusão. É entrar numa casa barulhenta, repleta de pessoas berrando, e gritar mais alto ainda. Pura desonestidade intelectual. Questão de caráter. Mau caráter.

Porque não podemos tolerar o termo “FEMINAZI”

Porque não podemos tolerar o termo “FEMINAZI”

É incrível a nossa capacidade de banalizar questões essencialmente importantes. O uso da palavra “empoderamento”, é um exemplo claro disso. O termo ganhou popularidade por meio dos movimentos de emancipação e garantia de direitos a grupos que, por alguma razão sofram algum tipo de discriminação, seja social, política, educativa, de gênero ou religiosa. E, nunca será demais ou suficiente alertar a sociedade para o perigo de qualquer tipo de discriminação.

No entanto, o desgaste imposto às questões de caráter feminista, por exemplo, podem gerar efeitos exatamente contrários às intenções originais e legítimas de garantir às mulheres lugares de atuação, manifestação e trânsito em todo e qualquer espaço da sociedade. O termo traduzido do inglês empowerment não é novidade; na realidade, remonta do século XVI, e tem origem nas ideias contidas na Reforma Protestante, cujo cerne era a luta por justiça social. A ideia de “empoderamento” ganhou nova forma de representação quando passou a ser utilizado para manifestar o repúdio à opressão e o apoio à conquista da autoridade, sobre a maneira de cada um interagir socialmente e determinar a história atual e futura de suas vidas.

Ideais de equidade e liberdade são a base dos movimentos feministas, tão presentes e atuantes num momento em que se faz absolutamente indispensável depositar nas mãos femininas o poder social. Poder esse que lhes garantirá a força política necessária para que seus corpos, direitos, desejos, ideias e destinos sejam respeitados.

O ânimo dos ideais feministas alimenta-se da consciência do quanto ainda são frágeis as nossas garantias de segurança, independência e liberdade. Passamos por situações de violência que nos atingem desde a hora do parto, quer sejamos nós a mulher que dá à luz ou a menina que é trazida a ela. Enfrentamos todos os dias circunstâncias que nos colocam em desvantagem; ainda temos salários inferiores aos homens; ainda há quem nos considere seres que precisam encarnar uma espécie de heroínas domésticas que nunca se cansam e, em hipótese alguma se queixam das inúmeras tarefas acumuladas, dentro e fora de casa.

O uso do pejorativo termo “feminazi”, por exemplo, revela o quanto ainda se faz necessário discutir e trazer à público os inúmeros contextos políticos e sociais que ilustram as incontáveis formas de discriminação contra as mulheres. A intenção por trás do termo encerra, em si mesma, a determinação em calar o debate, em rotular as mulheres que ousam ultrapassar os limites impostos a elas, em desacreditar o quanto seja possível a nossa voz e o que temos a dizer.

A falta de conhecimento histórico, e ainda pior, a falta de interesse em reconhecer que feminismo e nazismo são, em sua essência, termos antagônicos revela o quão alienados são aqueles que usam o termo “feminazi” com a disfarçada intenção de fazer crítica, a posicionamentos feministas supostamente radicais. No fundo, e no raso, quem faz uso desse tipo de expressão reducionista e preconceituosa, não passa de um pobre ignorante que acredita que ainda é possível silenciar a nossa voz.

O envolvente CINEMA NÓRDICO em 12 filmes

O envolvente CINEMA NÓRDICO em 12 filmes

Com grandes nomes na indústria cinematográfica, o cinema nórdico vem nos presenteando com trabalhos cada vez mais envolventes. Estamos falando de filmes dirigidos por Ingmar Bergman, Lars von Trier, Thomas Vinterbeg, Susanne Bier, dentre outros,  que nos oferecem algo para pensar. Muitos dos longos dessa lista são difíceis de digerir, alguns são polêmicos, mas todos valem a pena assistir.

Não estão em ordem cronológica, nem de preferência.

  1. FESTA DE FAMÍLIA

Nacionalidade: Suécia / Dinamarca

Do aclamado diretor dinamarquês Thomas Vinterberg. O patriarca de uma família (Henning Moritzen) resolve comemorar seu aniversário de 60 anos num hotel. Contudo, após a revelação chocante de um dos seus filhos, o que era para ser uma simples comemoração se transforma num evento cheio de surpresa, raiva e muito ressentimento.

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  1. A CAÇA

Nacionalidade: Dinamarca / Suécia

Dirigido também por Thomas Vinterberg, retrata a história de Lucas (Mads Mikkelsen) que trabalha em uma creche. Um homem querido pela comunidade que está reorganizando sua vida após o divórcio. Um certo dia, uma criança de cinco anos mente para a diretora da creche ao falar que Lucas mostrou suas partes íntimas para ela. A acusação resulta no afastamento dele do trabalho. Sem qualquer chance de defesa, ele começa a ser hostilizado pelos habitantes da cidade, numa verdadeira caça às bruxas.  O filme é muito forte e somos tomados por uma crescente sensação de injustiça na medida em que a trama vai se desenrolando.

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  1. EM UM MUNDO MELHOR

Nacionalidade: Dinamarca / Suécia

Dirigido por  Susanne Bier, com Mikael Persbrandt no papel de Anton, um médico que divide sua vida entre o trabalha em um campo de refugiados na África e a família na Dinamarca. Em casa, ele enfrenta problemas com sua esposa Marianne (Trine Dyrholm) com quem tem dois filhos, Elias (Markus Rygaard) e Morten (Toke Lars Bjarke). Em paralelo, o garoto Christian (William Jøhnk Nielsen) chega na Dinamarca com seu pai Claus (Ulrich Thomsem), após a morte da mãe. Elias e Christian se tornam amigos e a partir daí as consequências dos seus atos marcarão as duas famílias.

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  1. DANÇANDO NO ESCURO

Nacionalidade: Noruega / Suécia / Dinamarca /Finlândia / Islândia (…)

Dirigido pelo polêmico diretor Lars von Trier, o filme conta a história de Selma, interpretada pela cantora e compositora islandesa Björk, uma mãe solteira que tem uma doença degenerativa hereditária cuja consequência é a perda gradativa da visão, mal herdado também pelo seu filho de doze anos. Ela, imigrante tcheca, mora e trabalha duro nos Estados Unidos com a intenção de juntar dinheiro para a cirurgia do filho. Mas, algo muito sério acontece…  Não é um filme para aqueles que gostam de tramas sobre superação, mas um filme profundo e intenso que nos faz pensar sobre as graves distorções éticas da sociedade.

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  1. A FESTA DE BABETTE

Nacionalidade: Dinamarca

Filme dirigido por Gabriel Axel, conta a história da francesa Babette que fugindo da guerra vai viver numa pacata vila onde arruma trabalho de cozinheira e faxineira na casa de duas irmãs. Após anos de trabalho para a família, Babette ganha um prêmio e resolve preparar um jantar francês que transformará para sempre a vida dos moradores da vila.
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  1. DEIXA ELA ENTRAR

Nacionalidade: Suécia

Dirigido por Tomas Alfredson, o filme mostra parte da infância de Oskar (Kare Hedebrant), um garoto solitário que sofre bullying na escola. Contudo, tudo muda quando Oskar conhece a pálida Eli (Lina Leandersson) que acabou de se mudar para a vizinhança. Enquanto as duas crianças tornam-se cada vez mais próximas e a amizade entre elas cresce, uma série de mortes acontece na região. Acontece que Eli está envolvida com os macabros acontecimentos, o que não parece ser um problema para o frágil garoto.

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  1. O SÉTIMO SELO

Nacionalidade: Suécia

De direção de  Ingmar Bergman, considerado um dos maiores representantes do cinema sueco.  No filme, um cavaleiro participa de um jogo de xadrez com a Morte, cujo resultado determinará o seu destino. O clássico nos faz pensar sobre o significado da vida e também traz reflexões sobre a perda da fé e a crença em Deus.

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  1. PARA SEMPRE LILYA

Nacionalidades Dinamarca / Suécia

Dirigido por Lukas Moodysson, o filme conta um pedaço da vida de Lilya (Oksana Akinshina), uma garota de 16 anos que é deixada na União Soviética após a sua mãe partir com o namorado para os Estados Unidos. Sem receber qualquer dinheiro da mãe, Lilya passa a morar em um apartamento no subúrbio sem energia elétrica e aquecimento. Nesse meio tempo ela conhece e se apaixona por Andrey (Pavel Ponomaryov) que a convence de que o melhor seria recomeçar a vida na Suécia, onde teria uma oportunidade de emprego.  Lilya aceita e se muda, mas ela nem imagina o sofrimento que a espera.

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  1. DEPOIS DO CASAMENTO

Nacionalidade: Dinamarca /Suécia

Dirigido por Susanne Bier, o filme começa nos mostrando a luta do dinamarquês Jacob Petersen (Mads Mikkelsen) para manter um orfanato numa região muito pobre da Índia. Sem recursos para seu trabalho social, Jacob recebe uma proposta de doação por parte de um magnata sueco chamado Jorgen (Rolf Lassgard), mas para receber ele precisa ir até a Dinamarca. Jacob viaja para Copenhague, porém Jorgen avisa que somente decidirá sobre a doação depois do casamento da sua filha e convida Jacob para a festa. No casamento virão grandes surpresas.

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  1. DOGVILLE

Nacionalidade: Dinamarca / Noruega / Suécia / Finlândia (…)

Dirigido por Lars von Trier, o filme se passa na década de 30, quando uma desconhecida chamada Grace chega numa comunidade em busca de refúgio, pois está sendo perseguida por bandidos. Ela é escondida na comunidade e em troca trabalha para as pessoas que vivem no local. O acerto é de que após duas semana haverá uma votação para decidir se ela poderá ficar ou não. Grace é “aceita” na vila, mas os moradores começam a exigir abusivamente algumas coisas em troca pelo risco de escondê-la. O que ninguém imagina é que o segredo de Grace pode ser perigoso demais.

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  1. O AMANTE DA RAINHA

Nacionalidade: Dinamarca

Dirigido por Nikolaj Arcel, o filme se passa no século XVIII e conta a história da jovem britânica Carolina Mathilde (Alicia Vikander) que se torna rainha da Dinamarca depois de casar com o perturbado e fragilizado rei Christian VII (Mikkel Boe Folsgaard). Por conta da doença do rei, o alemão Johann Struensee (Mads Mikkelsen) é escolhido como o médico da corte, momento em que se aproxima da rainha. O romance entre o médico e Carolina é retratado no filme, bem como a forma em que o casal, aproveitando-se da doença do monarca, assume o poder e inicia uma reforma no país. É a entrada do Iluminismo no norte da Europa. O idealismo político de Struensee também é muito bem destacado na história.

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  1. OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES

Nacionalidade: Dinamarca / Suécia / Noruega / …

Baseado no primeiro livro da Trilogia Millennium, o filme nos mostra a eletrizante investigação particular sobre o desaparecimento de Harriet Vanger há 36 anos. A polícia não teve sucesso sobre o paradeiro da jovem e o caso permanece em aberto. Porém, mesmo após longos anos, seu tio ainda está à procura de Harriet, razão pela qual contrata Mikael Bomkvist (Michael Nyqvist), um jornalista investigativo que trabalha na revista Millennium. Ele aceita o trabalho e recebe ajuda de Lisbeth Salander (Noomi Rapace), uma moça talentosa e nada sociável.

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É preciso saber a diferença entre esperar e perder tempo

É preciso saber a diferença entre esperar e perder tempo

Sim, temos que nutrir esperanças de que as coisas vão melhorar, de que tudo há de arrumar um jeito de chegar até nós, porém, sem que fiquemos passivamente à mercê do sabor dos ventos, achando que presentes cairão do céu diretamente em nosso colo. A regra básica é clara: o mais sábio é esperarmos de nós mesmos o que queremos, na certeza de que aquilo que fizermos por merecer estará ao nosso alcance.

Espere o retorno de tudo aquilo por que você lutou, pelo que perdeu horas de sono e de diversão, dedicando-se com força de vontade e dedicação extrema. Colhemos os louros das conquistas nas quais investimos precioso tempo de nossas vidas, porque colocamos verdade nessa busca. Porém, não perca tempo aguardando que as chances de sua vida tocarão a campainha de sua porta, enquanto você fica sentado no sofá.

Espere o momento certo de falar com as pessoas por quem você tem consideração, por quem nutre afeto sincero e recíproco. Temos que alertar quem amamos das atitudes destrutivas que possam estar tomando, repreender seus comportamentos inadequados, aconselhando com carinho. Entretanto, não perca tempo tentando conversar com quem não consegue ouvir ninguém além de si próprio, ou colherá apenas ingratidão.

Espere ser entendido e acolhido pelas pessoas que caminham ao seu lado com entrega e verdade, pois aceitarão as suas escolhas de vida e as apoiarão, interessando-se por nada mais do que sua felicidade, do seu jeito, que eles tanto prezam. No entanto, não perca tempo tentando se explicar para quem não se importa com o seu bem estar, para aquelas pessoas que se prendem a preconceitos diminutos e insustentáveis, incapazes que são de olharem para si mesmas.

Espere gratidão e reconhecimento das pessoas que não pedem, mas se encontram abertas ao que o outro possui, pois têm consciência de que necessitarão do outro, uma ou outra hora. Mas não perca tempo esperando retorno de quem sempre pede mais do que você pode ofertar, de quem suga suas forças, exigindo sua atenção integral, como se ele fosse o centro do mundo, do universo. Esses não enxergam nada além do próprio umbigo e jamais serão capazes de olhar além dos limites do próprio egoísmo.

Sem que reservemos um bocado de nossas vidas a esperanças e sonhos, tudo se tornará meramente mecânico, isentando-se do prazer mágico das agradáveis surpresas que enriquecem o nosso caminhar. Porém, tão somente nos enchermos de esperanças em relação a coisas pelas quais não lutamos e a pessoas vazias de retorno afetivo nos impedirá o fortalecimento de nosso amanhecer renovado na fé e no amor que nos alimentarão o seguir adiante, sempre e incansavelmente.

Minha noite estrelada- Ana Luisa Borba

Minha noite estrelada- Ana Luisa Borba

Por Ana Luisa Borba

Em meio a muitas andanças pelas escadas do MoMa (The Museum of Modern Art), e à horas de análises de obras de arte, fotografias, Kahlo, Dalí, Picasso, Gauguin, Monet, e muitos outros artistas que não é possível recordar, deparo-me com um burburinho de pessoas se empurrando freneticamente, olhos se arregalando, vários “com licença” em ao menos cinco línguas diferentes, que logo me chamam a atenção. Sem nada a perder, e fugindo do frio de -2º de NYC, vou com minha mãe para ver o porquê de tanto estardalhaço.

Noite. 1889. Vicent Willen Van Gogh. Não era para menos, estava ali, bem à frente de todos, “A Noite Estrelada”. Tiro minhas fotos como qualquer um naquele lugar, e salvo em  quatro app’s diferentes para evitar que perdesse tamanha preciosidade.

Mais tarde no hotel, passo a observar a obra, que sem sombra de dúvidas, está em primeiro lugar dentre as minhas pinturas preferidas. Não digo isso pelas pinceladas, ou pela tinta que foi usada, nem pela qualidade da tela e beleza da moldura, mas pela mensagem que ela traz.

Há nesse quadro um belo contraste. O Carpe Diem e o Carpe Noctem reunidos em um mesmo espaço. A noite vagarosa e profunda é marcada pela insegurança, instabilidade, pelo medo, e em certa proporção, pela tristeza. Isso se pode constatar olhando o céu; tão grande, tão imenso, que toma o maior plano do quadro. É incerto, é inalcançável. Talvez, Van Gogh preferiu retratar a insignificância de nosso tamanho em relação à outras coisas, ou a nossa incapacidade de controlar o mundo, ao invés de grandes feitos humanos. Por outro lado, vê-se a beleza, a tranquilidade, e a esperança, as luzes ao fundo, e a união entre as casinhas, passaram essa ideia de “você não está só”, de que o amanhã está à porta.

É difícil olhar para “A Noite Estrelada” e não ter um sentimento ambíguo ou se imaginar num paradoxo. É provável que isso se dê pelo estado em que o artista se encontrava – depressão e transtorno bipolar marcaram a vida do holandês – e de certa forma, naquele momento de maneira empática, fui solidária à sua dor. Enquanto observava o quadro, meus pensamentos se dividiam em dois caminhos: a noite e o dia, e como deveriam ser vividos cada um.

Enfim, foi uma experiência magnífica, uma análise do eu e o outro, somente através de um quadro. Obtive diversas conclusões que contribuíram muito para o meu intelecto e visão. Agora, percebo que esse paradoxo é constante, é real. Sei que devemos passar pelos nossas manhãs e madrugadas, sem espantar a bagagem de emoções que com elas vêm. Mesmo durante o dia, temos períodos de noite, recaídas. E mesmo durante as noites, temos paz e calma, e a clara certeza de um amanhã que logo virá. Cada antítese deve ser aproveitada ao seu modo, uma diferente da outra.

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Ana Luisa Borba

15 anos e cursa o 1º ano do Ensino Médio.

Amante das artes e da literatura, fascinada por Klimt e Frida Kahlo, apaixonada pela Hungria e sua cultura. Adora escrever textos que retratem seus pensamentos, visitar novos lugares e conhecer pessoas diferentes. Amadora na questão ‘fotografia’. Café, por favor, não camomila.

As vicissitudes de um amor

As vicissitudes de um amor

Existe uma tendência em analisar o amor de forma topográfica, ou seja, como se esse sentimento fosse perceptível através de observação direta ou medição. Por esse ângulo, afirma-se que gostar até seis meses é paixão, ou se envolver por mais tempo é amor. Criamos linhas imaginárias para determinar o que ocorre com nossos sentimentos e ainda colocamos a paixão em lugar menor e improvisado. Desta forma, saindo da realidade, estabelecemos conceitos engessados sobre o amor e suas limitações.

Há quem diga que o amor deva ser sereno, dotado de calmaria, ambiente perfeito para a prática de uma união e não geraria desconforto. Pode ser, mas existem outros amores.

Existe um amor com fuoco, aquele que tem a exigência imediata da paixão e a paciência de quem ama. O prazer pede constante saída, mas a realidade impede o brotar de tais instintos sinceros. O tempo dos amantes é apressado e injusto; não atende ao desejo. Um simples encontro é motivo de tanta alegria, a despedida parece o fim, mesmo sabendo que se verão minutos depois. Os meses passam e tais sentimentos despertam outros mais fortes, e esse amor inflamado ganha relevância. Sentimento de condensações que abriga todas as formas de paixões e amores; um amor híbrido, em essência.

Nesse calor nos acolhemos como se fosse o centro da terra, mas os psicanalistas diriam que estamos nos acolhendo no centro do útero. Uma sensação de retorno e aconchego – uma busca de proteção. Em alguns casos, para amar, é melhor deixar o divã de lado.

Nesse amor condensado que transita entre a ternura e a passione é impossível não ter apego. Necessitamos estar próximos, saber o que o outro faz, como está sua família, se o ar que respira está agradável. Temos delírios de ciúme, aspectos infantis nos assaltam, ficamos inseguros ao tentar segurar. E no fim do dia, a sensação de que não irá amanhecer de tanta saudade.

Como dizer às pessoas que estão neste cenário para não se apegarem na tentativa de evitar o sofrimento? É melhor correr o risco. O amor apaixonado tem apego sim, impossível que não haja o profundo desejo desses dois assumirem uma unidade. Eles querem agir como uma ciência exata; um estar contido no outro, ou A pertence a B. Criar uma interseção ou União. Um conjunto que admite todas as formas de explorar esses sentimentos amorosos que demandam o infinito.

Tenta-se diferenciar, de forma arbitrária, o amor de paixão. Feliz é quem vive os dois ao mesmo tempo, sabendo das conseqüências do incêndio, mas dispostos a reparar, perdoar, incendiar novamente; viver em brasas e não se consumir.

Eu não quero abandonar tudo, eu quero abraçar o mundo!

Eu não quero abandonar tudo, eu quero abraçar o mundo!

Sabe quando bate aquela canseira enorme, aquele desânimo com o mundo, aquela sensação de que nada vai muito bem: o coração meio capenga, o corpo solitário, a mente bagunçada, o bolso furado, o trabalho instável e a vida cheia de problemas a serem solucionados?

E vem aquele dia em branco e preto, que você sai de casa sem guarda-chuva e chove, a tpm aperta o estômago e o choro, você perde o último ônibus, acaba a bateria do celular, e tudo em volta parece não fazer sentido.

A energia esgotada, e a gente quer sentar na sarjeta, chorar e deixar de segurar a barra de tudo. Como se a vida, desse jeito, pudesse ir para o buraco.

Daí vem uma amiga (ou algum nível escondido de consciência) e diz: vamos fugir daqui, vamos mudar de vida, vamos para um retiro hinduísta, vamos fazer pacto de silêncio, vamos largar o emprego, vamos sair correndo?!

E eu, num lapso de consciência e coragem, digo: quer saber de uma coisa, não! Vou é me dar um banho morno, uma boa noite de sono, um momento para recuperar as forças do corpo e do pensamento. E amanhã vou reformular tudo.

E vou ficar aqui mesmo, vou seguir em frente. Para voltar a mesma rotina, fazer tudo igual, aceitar e acomodar? Não!

Para dar uma guinada de verdade, perder os medos, falar alto o que penso, abrir novas portas onde pareciam só haver paredes. Para personalizar a minha própria vida.

Vou criar meu espaço, vou dizer que está tudo bem até realmente ficar, vou dar risada das merdas todas e vou valorizar as coisas boas. Vou escutar as críticas e pensar que é inveja enrustida, vou fazer plantão perto das energias negativas até que virem amor ou boas piadas. Não vou me assustar com o clima cinza, com as caras feias e com a opinião alheia. Vou ficar surda e cega para o que não agrega nada.

Porque eu não preciso dar um tempo, eu preciso é ir à luta.
Eu não quero férias para a alma, eu quero é resolver os problemas.
Eu não quero ter autopiedade, ficar doente e me arrastar num sem sentido. Eu quero desenhar mandalas no aparentemente impossível.
Eu não estou a fim de doses de reclamação diárias vindas de mim mesma, eu quero é passar de fase!

Eu não preciso de um efeito paliativo, eu preciso é transformar minha realidade em algo que tem a ver comigo. E quem além de mim mesma vai por as mãos na massa para que isso aconteça?

Por isso, me desculpe amiga, mas eu não preciso de um retiro zen budista, eu preciso me enfiar no meio disso tudo e sair duplamente mais viva.

Seja humilde, mas não seja tonto de ninguém

Seja humilde, mas não seja tonto de ninguém

O mundo anda lotado de arrogância e de presunção, de gente que se acha, de gente que se coloca como dona da razão, acima do bem e do mal, que não enxerga nada nem ninguém, a não ser a si mesmo, priorizando as próprias necessidades, em detrimento de qualquer forma de convivência com troca. É difícil encontrar alguém que cede, que repensa e assume estar errado. E fica difícil encontrar amor nesse contexto.

Esbarramos o tempo todo com pessoas que apressadas, indo para não sei onde, sem saber por quê. Lemos declarações raivosas e ofensivas nas redes sociais, em que se julgam os outros de maneira rasa e preconceituosa, sem que se ouça qualquer versão da história que não seja a que convém aos próprios princípios. É como se a verdade de cada um fosse absoluta, inquestionável, inegável.

Talvez toda profusão de aconselhamentos sobre afirmação de autoestima, aliada à cultura do status material, tenha concorrido ao endurecimento dos sentimentos, à disseminação do pavor a ter dúvida, a ter medo, a ter erros, a ser, enfim, humano. Com isso, vamos nos afastando de nossa essência acolhedora e solidária, tornando-nos fechados aos encontros recíprocos, afinal, o outro pode usar nossas ofertas contra nós.

É preciso que nos conscientizemos de que somos parte de um todo, de que não podemos nos desvincular do coletivo ao caminharmos, ou nos tornaremos cada vez mais egoístas e impossibilitados de encontrar as pessoas certas com quem compartilharemos nossas conquistas e frustrações. Nada tem sentido se confinado tão somente ao eu, pois o que se restringe a si só fica desprovido de alcance, de influência benéfica sobre quem está ao lado.

Temos que ser mais humildes, para que enxerguemos o outro e possamos nos ver com os olhos alheios, pois é assim que nos aprimoramos, é assim que aprendemos, é assim que nos tornamos mais gente, no sentido de conseguirmos mudar o mundo para melhor. Caso nos fechemos na arrogância da falsa autossuficiência, ficaremos parados no mesmo lugar, solitários e com a sensação de que sempre falta algo.

Ser humilde, no entanto, não significa enxergar-se como menos merecedor, menos capaz, menos qualquer coisa que seja, muito pelo contrário: é ter a certeza de todas as suas potencialidade e também do que precisa ser mudado. É valorizar-se sem se vangloriar, é gostar de si mesmo, saber dizer não quando tiver de ser dito e ajudar com prazer quando for necessário. Sempre agindo em favor de si mesmo e dos outros, sem machucar nem ferir ninguém pelo caminho.

Como se vê, é necessário pautarmos as ações pelo olhar além de nós mesmos, mas jamais deixando de nos preservar no que for necessário, pois, caso priorizemos somente o outro, a bondade provavelmente se transformará em servidão, haja vista o encontro com aqueles que não fazem nada mais do que se aproveitar dos outros. A humildade é essencial para que consigamos ser alguém feliz e realizado, que ajuda quem precisa; porém, sempre tomando o cuidado de não nos anularmos por completo, para satisfazer vontades descabidas de gente pequena.

Ela espalhou 80 casinhas pela cidade: veja o que encontrou dentro delas

Ela espalhou 80 casinhas pela cidade: veja o que encontrou dentro delas

A catarinense Bruna Uncini estava próxima de sua casa quando avistou, num dia frio, vários cachorros amontoados tentando se aquecer em uma calçada. Ficou marcada na sua memória também a cena de uma ninhada de filhotes sendo atacada por formigas.

A partir dali, ela sabia que precisava fazer algo pelos animais da cidade de Lages, em Santa Catarina.

Assim surgiu o projeto “Ajude Um Animal de Rua” que visa conscientizar as pessoas sobre a existência de animais abandonados que na maioria das vezes são ignorados pelas pessoas.

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Como não podia levar todos os cachorros para casa, ela decidiu espalhar dezenas de casinhas para que os cães pudessem descansar e se abrigar.

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Claro que no começo ninguém esperou que os animais fossem “aderir” à proposta, mas se enganaram completamente. Eles realmente começaram a ir para as casinhas.

O projeto contou com a ajuda de Bruno Hartmann, da Gerência de Proteção Animal de Lages, e Clênia Souza, voluntária do grupo Adote.

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Dentro das casinhas haviam rações e cobertores para os cachorros.

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Atualmente, há 80 casinhas pela cidade. Mas eles querem chegar a 500!!!! E o objetivo desses voluntários é ainda maior: no futuro, poder cadastrar, vacinar e castrar os animais.

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Conheça mais sobre o projeto clicando aqui. E não se esqueça de fazer a sua parte!

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Segundo estudo, amor entre cachorro e dono é o mesmo de mãe e filho

Segundo estudo, amor entre cachorro e dono é o mesmo de mãe e filho

Artigo de Juju Massena

Mãe de cachorro também é mãe.

E, se alguém ainda duvidava disso, agora um estudo vem esclarecer de vez essa questão. Segundo uma pesquisa realizada pela universidade japonesa Azabu, de fato existe um vínculo especial entre o homem e seu melhor amigo. Esse vínculo é construído a partir de um processo hormonal ativado quando se olham, que funciona de maneira muito semelhante ao que se dá entre mãe e filho.

É que esse olhar dispara tanto no cachorro quanto no seu dono os níveis de ocitocina no cérebro, hormônio relacionado a conduta paternal e maternal. A ocitocina atua também como neurotransmissor no cérebro e tem um papel importante no reconhecimento e estabelecimento de vínculos sociais, assim como na formação de relações de confiança.

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Para realizar a pesquisa, os cientistas colocaram vários cachorros com seus donos em um quarto, e analisaram cada interação entre eles durante 30 minutos. Depois, mediram os níveis de ocitocina tanto na urina dos cães como na de seus donos, e descobriram que o contato visual constante entre eles elevava os níveis do hormônio nos cérebros de ambos. Em um segundo experimento, os pesquisadores passaram ocitocina nos focinhos de alguns cachorros e os colocaram em um quarto com seus donos e alguns desconhecidos. A resposta nos animais foi que eles passaram mais tempo olhando para seus donos, o que após meia hora, fez com que os níveis de ocitocina crescessem também nos donos.

“O mesmo mecanismo de conexão, baseado no aumento da ocitocina ao se olharem, que fortalece os laços emocionais entre mães e seus filhos, ajuda a regular também o vínculo entre os cachorros e seus donos”, concluiu o estudo.

Essa pesquisa veio só pra afirmar o que a gente já sabia, né?

contioutra.com - Segundo estudo, amor entre cachorro e dono é o mesmo de mãe e filho*Fonte: Site ATL Girls (Rede Atlântida)

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