Começo a suspeitar que o amor da minha vida sou eu

Começo a suspeitar que o amor da minha vida sou eu

O amor da minha vida sou eu. E dizer isso em voz alta não é ato de egoísmo ou orgulho, é uma reflexão que devíamos interiorizar a cada dia.

Não é egoísta quem atende a si mesmo, quem resolve os seus medos e cura as suas feridas, quem deixa para trás o que o fere e encontra o amanhã com otimismo e força.

Porque se eu estiver bem, vou ser capaz de dar o melhor de mim para os outros.

Eu serei capaz de ser feliz e de dar felicidade.

“Eu não preciso ser melhor do que ninguém, não preciso ter o que o outro tem. Basta-me ser eu mesmo, ser o amor da minha vida para poder oferecer a mim mesmo e aos outros o melhor que está na minha alma calma e no meu coração sereno, desprovido de ódio ou rancor.”

Embora nos surpreenda, não é fácil chegar a este estado, onde somos capazes de amarmos a nós mesmos plenamente e sem limitações. Estamos quase sempre acostumados a priorizar as necessidades dos outros, e muitas vezes ficamos “agarrados” a coisas como se fossem a nossa identidade única: um trabalho, uma casa, dinheiro…

Há muitas dimensões que nos estão a cobrir, camada por camada, com uma casca que nos faz perder gradualmente a essência que é o amor-próprio.

Porque nós nunca nos devemos esquecer que se nós estivermos bem, o mundo estará bem. Se os teus pensamentos e as tuas emoções não vibrarem com essa harmonia interior e o respeito por ti mesmo, a tua realidade será distorcida.

Eu tinha-me esquecido: o amor da minha vida sou eu!

Talvez em algum momento tu esqueças que o amor da tua vida eras tu, porque priorizaste demais os outros. Ou também pode ter sido projetada em ti desde a tua infância uma insegurança e valores que nunca te priorizaram como pessoa.

Chega um momento em que temos que deixar para trás algumas coisas, algumas pessoas, algumas situações … Alguns vão chamar isso de egoísmo, mas eu chamo de amor-próprio.

Amor-próprio não é algo ensinado nas escolas. Na verdade, é um aspecto que todos nós vamos lentamente descobrindo e que armazena um poder acerca do qual nunca nos tinham falado.

O amor-próprio, só de pensar que eu sou o amor da minha vida, não é um ato de egoísmo. Não desde que esta dimensão esteja focada na construção e proteção da nossa auto-estima. Nós devemos gostar de nós próprios para nos protegermos, nos conhecermos melhor, para que nada nem ninguém nos manipule, para sabermos o que queremos e o que não queremos.

O amor-próprio é um sentimento do qual não nos devemos envergonhar. Ele não é apenas uma ferramenta de bem estar interno, ele permite manter um equilíbrio que nos permite ter empatia e respeito também pelos outros.

Estratégias para lembrar que o amor da nossa vida somos nós:

Sejam quais forem as circunstâncias que nos levaram a esquecer que os pilares de nossa vida somos nós mesmos, nunca é tarde demais para recuperarmos essa crença, nunca é tarde demais para recuperarmos essa força interior com a qual recuperamos o equilíbrio para sermos felizes e para oferecer conforto para aqueles que amamos. Aqueles que realmente merecem.

“Conforme tu andas nos caminhos da tua vida, tu percebes que o que importa não é quantas coisas tu tens, mas sim o seu valor …”

Convidamos-te a tomar nota de uma série de aspectos para refletir. Respira fundo e pensa sobre eles com cuidado, relembrando sem hesitação que o verdadeiro amor da tua vida és tu mesmo:

Mantém um diálogo interno: analisa quais aspectos e situações diárias violam a tua autoestima, e te afastam de quem tu realmente és. Talvez tu devas deixar certas coisas, pessoas ou situações para trás.

Simpatiza contigo mesmo: tu empatizas com qualquer um que vês. Tu entende a sua situação, a sua dor, as suas necessidades… mas e tu? O que tu dirias para ti mesmo se estivesses diante de ti?

Tu és autêntico, único e irrepetível. Isto não é um slogan, não é uma frase. É uma realidade na qual deves começar a acreditar a partir de hoje. Tu tens virtudes, características e essência que te fazem único no mundo, e, portanto, importante.

Atreve-te a amar e a dedicar mais tempo ao que tu mereces, porque amar a si mesmo não é parar de amar os outros. É reconhecer-se e fazer-se feliz, porque quando tu começas a ser feliz, consegues as melhores coisas na vida.

Fonte: Papo sincero

A zona de conforto não é um lugar de onde fugir. É onde todos desejam estar mas ninguém assume.

A zona de conforto não é um lugar de onde fugir. É onde todos desejam estar mas ninguém assume.

Negue. Pode negar. Negue que, vez em quando, tudo o que você quer é se sentir um pouquinho mais confortável na vida. Não precisa muito. Só um cadinho mais de aconchego neste mundo tão duro e aborrecido. Negue. Tem problema, não. Melhor engolir o discurso comum, engrossar o coro e negar o que você sente lá dentro para não fazer inimigos. Para que ser do contra, né?

É que o mundo inteiro adora culpar a tal zona de conforto por tudo. Atreva-se a pensar diferente e o mundo inteiro vai deixar você no vácuo. Melhor guardar esse sentimento estranho aí dentro. Melhor deixá-lo quietinho. Você sabe, ahh… você bem sabe que as coisas não são bem assim como dizem. Mas é melhor ninguém saber que você sabe.

Que ninguém nos ouça, mas eu não sei quem foi que inventou essa história de confundir conforto com estagnação, conformismo, preguiça, sujeição, imobilidade, servidão e toda sorte de adjetivos negativos. Por conta dessa invenção medonha o conforto virou pecado, sinônimo de preguiça, e “zona de conforto” virou o lugar onde só permanecem os fracos, os indecisos, os medrosos, os medíocres e os miseráveis. E dá-lhe generalização!

O sujeito não consegue mudar de emprego? É porque está preso em sua zona de conforto. O casamento vai mal e nenhum dos dois envolvidos toma uma atitude? Zona de conforto. A moça que sonha viajar pelo mundo recebeu uma proposta de emprego e desfez as malas? Maldita zona de conforto! Aquele seu parente desistiu de largar tudo e abrir uma barraca de suco na praia? Pobrezinho. Cedeu à tentação da zona de conforto e decidiu manter seu emprego de segunda a sexta.

Poderosa, essa zona de conforto! Gruda a gente no chão e não deixa ninguém voar. Provoca todos os nossos males, assassina nossos sonhos. Sacrifica nossa liberdade. É o que dizem aqui e ali a massa de gurus de recursos humanos, terapeutas, benzedeiras e afins.

Mas será que é isso mesmo?

Será que o sujeito que abandona o emprego “confortável” e sai de mochila nas costas rumo ao mundo o faz pensando em se sentir desconfortável? Ou será que o maior desconforto dele é justamente o emprego que ele decide largar?

Será verdade que um casal em processo de separação decide sair de sua zona de conforto, o casamento, porque a segurança e a estabilidade do lar não passam de uma chatice? Será que é porque não aguentam mais tanta felicidade conjugal, não suportam o conforto da boa convivência e então decidem buscar um pouco de dúvida e agonia e infelicidade na separação?

Ou será que, na verdade, o casamento falido, o amor desaparecido, a relação desgastada, os planos diferentes de um e outro, tudo isso se juntou e virou um desconforto total? Logo, a separação é nada senão uma tentativa honesta de buscar, de um lado e de outro, algum novo conforto na vida.

Pensando assim, a gente foge mesmo é da nossa “zona de desconforto”. E não o contrário. O que o mundo decidiu chamar de “zona de conforto”, então, não é o local de onde todos devemos sair. É o lugar onde todos desejamos estar!

Além do mais, não há um canto no espaço chamado “zona de conforto”. Há instantes confortáveis que a gente persegue e só conquista à custa de muito desconforto! É a sexta-feira esperada que só chega porque sobrevivemos aos outros dias da semana. São as férias que vêm como recompensa de tanto trabalho suado. É o sonho que só se concretiza depois de muita realidade. O conforto merecido a quem não tem medo do desconforto da vida.

Aquilo então que todos chamam de “zona de conforto” é só uma mentira, uma invenção, uma bobagem. Mas que ninguém nos ouça. Isso ninguém precisa saber.

Como viver com menos dinheiro em 4 passos

Como viver com menos dinheiro em 4 passos

Este ano me casei e, junto com minha esposa, percebi que conseguíamos viver com menos dinheiro. Isto é, poderíamos trabalhar menos — e em consequência, provavelmente, ganhar menos.

Eu sei que isso pode soar como dar um passo para trás. A convenção social diz que devemos trabalhar para ganharmos cada vez mais, não o contrário. O objetivo da maioria esmagadora da população é cortar atividades que não geram um potencial de ganho financeiro e focar onde o dinheiro está.

Terceirizamos tarefas mundanas como limpar nossas próprias casas, cuidar dos nossos jardins e, até mesmo, dos nossos filhos. O motivo é óbvio: estamos muito ocupados tentando ganhar mais dinheiro e não temos tempo para executarmos tarefas domésticas.

Sacrificamos nosso equilíbrio numa perseguição interminável ao dinheiro e o mais irônico é que quando o alcançamos, não temos tempo ou mesmo disposição para aproveitar os possíveis benefícios trazidos por ele. Compramos, compramos, compramos e engavetamos coisas — e sonhos.

Nossos trabalhos são distintivos de honra. Temos uma obrigação social em sermos bem sucedidos. Se alguém lhe perguntar “quem é você?“, provavelmente sua ocupação será dita após o seu nome, como se você fosse o seu trabalho.

E, veja bem: não há nada de errado com essas ideias. Muitas pessoas consideram esse tipo de vida como algo inteligente. Pessoas bem sucedidas financeiramente sentem-se bem ao receberem elogios por suas brilhantes carreiras. Esse tipo de coisa faz bem para o ego e dá uma sensação de que todo o esforço valeu a pena.

O ponto é que eu vejo as coisas de forma diferente. Eu tenho prazer em fazer as coisas do dia a dia. Eu quero ser capaz de reconhecer e apreciar o que me faz bem. Eu quero dizer “não” pra tudo aquilo que não faz sentido pra mim.

E pra chegar nesse equilíbrio entre vida pessoal e profissional — veja bem, eu trabalho pra caramba, não sou um vagabundo querendo que as coisas caiam do céu — aprendi maneiras de minimizar meus gastos para que possa tomar decisões relacionadas ao trabalho, ou seja, aprendi a colocar na balança se um “sim” para uma atividade que pode me dar algum dinheiro vale o benefício de sacrificar meu tempo livre.

Se você está nessa mesma vibe e também gostaria de precisar de menos dinheiro para viver, recomendo que continue lendo o artigo e preste bastante atenção nas dicas abaixo.

1 – Identifique o que é verdadeiramente suficiente

Se você está desempregado, talvez não tenha o suficiente para pagar suas contas. Então se apegue aos exemplos de como cortar gastos.

Para quem está empregado e na busca implacável ao dinheiro, sugiro que reflita: é possível que você esteja perdendo momentos importantes da sua vida por causa do trabalho? Se a resposta for sim, saiba que você poderia estar mais feliz e menos estressado se aprendesse a viver com menos.

Eu e minha esposa colocamos na ponta do lápis quanto precisaríamos ganhar por ano para pagarmos nossas contas, aproveitarmos a vida com coisas que gostamos e, ainda, guardarmos um pouco para o futuro. O montante foi bem menor do que imaginávamos.

Se você tem filhos, provavelmente seus gastos serão bem maiores do que os nossos. Porém, tire um tempo para determinar e calcular o que é realmente importante para você e sua família.

2 – Corte despesas que não são necessárias

Aqui em casa não assinamos TV à cabo, compartilhamos um carro — me locomovo a maior parte do tempo de bicicleta — e temos apenas 1 televisor. Como passamos boa parte do dia conectados via Wi-Fi, não temos planos de telefonia — nossos smartphones são pré-pagos. No supermercado, estamos sempre em busca de promoções. Roupas? Faz tempo que não compramos nada, apenas o extremamente necessário — e nada de grifes famosas.

São essas escolhas que nos permitem gastar nosso dinheiro em coisas que realmente são importantes pra gente, como viagens ou mesmo serviços que alguns podem achar supérfluos, como Netflix e Spotify — mas que nos trazem prazer. O erro, em nosso caso, seria ter despesas desnecessárias enquanto utilizamos esses serviços.

3 – Torne-se um “Diretor Social”

Ter uma vida social é algo fundamental dentro deste equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. A questão é que descobri que um dos grandes desafios para se gastar menos é ter que dizer “não” para amigos e familiares. Percebi que se eu esperar por convites, a probabilidade de sairmos para um local onde gastaríamos um alto valor é grande.

Porém, ao tomar a iniciativa de fazermos os convites, podemos sugerir lugares baratos ou mesmo um jantar em casa — naquele esquema “traz a bebida que faço a comida“. É uma ótima maneira de economizar e apreciar as coisas simples ao mesmo tempo.

4 – Pare de comprar

Numa sociedade altamente consumista, talvez o ponto mais difícil. É muito tentador determinar o que você precisa baseado no que os outros têm. “Fulano comprou tal carro. Ciclana tem uma bolsa de tal marca“. Uma coisa que me ajuda antes de comprar algo é me perguntar: “eu realmente preciso disso ou vou comprar porque está na moda?”.

Em outras palavras, pare de se importar com etiquetas e marcas. Fazendo comparações fora do senso comum você consegue ter mais clareza sobre aquilo que realmente é importante para você.

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8 filmes para inspirar o desapego

8 filmes para inspirar o desapego

Seja na vida material, pessoal ou até mesmo no amor… Cada vez mais a sociedade nos leva para um caminho determinado. Mas você deve se desapegar de tudo isso e viver exatamente do jeito que sempre imaginou.

Aprenda lições de desapego com alguns filmes!

1- (500) Dias com Ela

(500) Days of Summer – 2009

No filme, Tom Hansen se apaixona por Summer Finn, uma garota bonita e que o encanta logo de cara por sua beleza não convencional e claro, que reúne todas as características que Tom sempre quis em uma mulher. (Além de terem o gosto musical compatível). À primeira vista os dois se dão muito bem e iniciam um relacionamento mas, há apenas um problema: ele é idealizado demais por Tom. Ao mesmo tempo em que gosta de Summer e não quer perdê-la, ele também não aceita a falta de interesse dela em não colocar um status no relacionamento.

Algumas vezes, você vai se apaixonar com uma pessoa completamente diferente de você, e isso não é nada ruim. Pelo contrário. Você deve se desapegar de todos os ideais que tem de uma pessoa perfeita, pois pode não estar enxergando o que é realmente necessário para a sua vida.

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2- O amor é cego

Shallow Hal – 2002

Hal é um homem do tipo fútil e superficial e tem como meta nunca se relacionar com alguma mulher feia. Em sua lista de amantes, só as mais saudáveis aspirantes a modelo têm vez. Isso até que Hal encontre um especialista em hipnose, que o aconselha a olhar mais para a beleza interior das pessoas. E o destino, como prometido, o apresenta a Rosemary, uma mulher muito bonita e magra, ao seu ver, pois ele enxerga o que há em sua alma. O que ele não sabe é que está sob efeito da hipnose e que, na verdade, a sua amada não está nada dentro de seus padrões. Agora, ele precisa combater todos os seus tabus pelo amor.

O filme, mesmo sendo de comédia, é uma lição que devemos levar para nossas vidas. O que você está olhando mais, para a beleza de fora ou para o interior das pessoas? Às vezes, aquela pessoa tão bonita, que está além dos seus padrões de beleza, não combina com você, muito menos é aquilo que você esperava. Já aquela outra pessoa, que não é tão bonita assim exteriormente, pode ser tudo aquilo que um dia você desejou. Por isso abra os seus olhos para a alma.

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3- Antes só que do mal casado

The Heartbreak Kid – 2007

Eddie Cantrow é um desses solteirões que nunca teve coragem de entrar em um relacionamento sério e duradouro, até conhecer a sexy e fabulosa Lila. Mesmo com pouco tempo de namoro, Eddie decide se casar com a amada. Mas, nem tudo são flores nesse relacionamento. Na lua de mel, Lila demonstra ser uma pessoa completamente diferente daquilo que aparentava, tornando-se insuportável. Irritado com a esposa, Eddie decide fazer alguns passeios sozinhos, quando conhece Mirando, uma jovem por quem se apaixona.

Quantas vezes você se enganou com amigos, namorados ou qualquer pessoa que aparentava ser algo, mas no fundo era completamente diferente? É preciso abrir os olhos, enxergar além do que é esperado, olhar para a alma das pessoas e prestar atenção em todos os detalhes possíveis. Nem sempre o que aparenta é verdadeiro. Desprenda-se, desapegue-se dos limites físicos, faça os seus olhos enxergarem além do que é natural.

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4- Náufrago

Cast Away – 2001

Chuck Noland é um inspetor da empresa Federal Express (FedEx), multinacional encarregada de enviar cargas e correspondências. Mas, em uma de suas costumeiras viagens ocorre um acidente, que o deixa preso em uma ilha completamente deserta por 4 anos. Com toda a sua vida deixada para trás, com sua noiva e seus amigos pensando que morrera no acidente, Chucka precisa lutar para sobreviver, tanto fisicamente quanto emocionalmente, para retornar para a vida que tinha anteriormente, na civilização.

Quanto tempo você consegue ficar sem o seu celular? Quanto tempo você consegue ficar longe da internet? Hoje, com a tecnologia em nossas mãos, deixamos de conversar com amigos em uma mesa de bar, deixamos de ouvir os nossos parceiros em muitos momentos para dar uma checada na linha do tempo do Facebook, ou até mesmo contamos o nosso dia no Twitter, ao invés de falarmos sobre isso pessoalmente. Mas esquecemos de olhar o sol, as pessoas, a lua… Esquecemos de tudo o que está ao nosso redor. Como seria a sua vida em um náufrago? Aquela famosa frase: “As melhores coisas da vida acontecem Offline”, é a pura realidade.

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5- O Terminal

The Terminal – 2004

Viktor Navorski é um cidadão da Europa Ocidental que está viajando para Nova York mas, o destino prepara um surpresa: seu país de origem sofre um golpe de estado, o que faz com que seu passaporte seja invalidado. Assim, Viktor não consegue autorização para entrar nos Estados Unidos, mas também não pode retornar à sua terra natal, já que as fronteiras foram fechadas. Viktor então passa a improvisar seus dias no próprio aeroporto, na espera de que sua situação se resolva.

Muitas vezes temos muito e não sabemos agradecer por aquilo que temos. Você tem uma cama para dormir? Um cobertor para te esquentar no frio? Uma comida no prato em todas as refeições, não importa o que seja? Pare de reclamar e apenas agradeça. Não é ruim desejar algo a mais sempre, mas devemos ter em mente que há pessoas lá fora precisando de algo a mais. Por isso, desapegue-se do mundo material, tenha sempre em seu coração o amor, carinho e afeta. Agradeça por tudo o que você tem!

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6- Sim, Senhor!

Yes Man – 2009

Após o convite de um amigo, Carl Allen decide ir em uma sessão de auto-ajuda, que tem por base dizer sim a qualquer coisa que lhe aconteça ou ofereçam, independente do que for. A partir de então a vida de Carl começa a mudar, fazendo com que ele seja promovido e conheça Allison, uma bela moça por quem se apaixona. Porém, ao tentar aproveitar todas as oportunidades que lhe surgem, Carl começa a notar que em excesso também pode cansar e deixar a vida menos alegre e sincera.

Quantas vezes você já se pegou fazendo coisas por obrigação? Quantas vezes você disse um “sim” querendo dizer “não”, ou disse um “não” querendo dizer “sim”? Claro que, fazer um agrado para as pessoas que amamos às vezes é bom, mas também devemos pensar naquilo que queremos para nossas vidas, naquilo que precisamos. Por isso, não deixe as oportunidades para trás, mas também não faça nada obrigado. Viva a vida de acordo com os seus conceitos e desejos!

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7- Clube da luta

Fight Club – 1999

Jack é um executivo jovem, trabalha como investigador de seguros, tem uma boa casa, mas está ficando cada vez mais insatisfeito com a sua vida. Para piorar, Jack está enfrentando uma crise de insônia, até que encontra uma cura inusitada para o sua falta de sono em grupos de autoajuda. Nos encontros ele passa a conviver com pessoas problemáticas, como a viciada Marla Singer e Tyler Durden que, cheio de mistérios, apresenta para Jack um grupo secreto que o ajuda a extravasar suas angústias e tensões através de violentos combates corporais.

Como você lida com os seus problemas? Talvez não como Jack, mas temos que arrumar uma forma de extravasar nossas energias negativas, tirar os problemas da cabeça. Desapegue-se de tudo o que há de ruim em sua vida e tente fazer um novo caminho, uma nova história, com coisas boas e que te deixam para cima!

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8- Forrest Gump – O contador de histórias

Forrest Gump – 1994

O filme retrata quarenta anos da história dos Estados Unidos, aos olhos de Forrest Gump, um jovem com um QI abaixo da média.

Por obra do destino, Forrest consegue participar de momentos cruciais da história, como a Guerra do Vietnã e Watergate. Mas, mesmo assim, a única coisa em que consegue pensar é em seu amor de infância, Jenny Curran.

Forrest Gump é um sujeito que, embora tenha o QI abaixo da média, é inocente, doce e tem um caráter e imaginação além do normal.

Ao longo da história, Forrest nos mostra que o amor consegue falar mais alto, até em guerras e desastres. Nos ensina a sempre acreditar nas pessoas e no bem maior. Entre encontros e desencontros, descobertas e partidas, guerras e revoluções, Forrest consegue escrever a sua história.

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Desista de tudo aquilo que já desistiu de você

Desista de tudo aquilo que já desistiu de você

Talvez uma das maiores dúvidas que temos seja percebermos quando é chegada a hora de promovermos mudanças nos vários setores de nossas vidas. Isso porque a comodidade da zona de conforto em que nos sentimos confortáveis acaba por nos tolher a iniciativa de operarmos a quebra do que aparentemente se encontra instalado em nós. Mudar assusta e requer coragem, mas é vital e necessário.

Temos uma forte tendência a querer que os dias corram sempre na mesma sintonia, no mesmo tom, pois ansiamos, sobretudo, por calmaria e equilíbrio. No entanto, mesmo que aparentemente as coisas possam nos parecer já estabilizadas, nada é imutável, nada deixa de se transformar ao longo do tempo – é assim com as pessoas, é assim com tudo o mais.

As experiências acumuladas, as mudanças de perspectivas, as diferentes direções dos sonhos, as ressignificações de mundo, tudo serve para promover a ampliação de perspectivas. Nesse sentido, as ideias mudam, o mundo se transforma, ou seja, não permanecemos os mesmos, pois vamos também nos transformando ao compasso das mudanças que se descortinam ao nosso redor.

Por isso é que certas coisas vão perdendo o significado e a importância que possuíam para nós, à medida que avançamos no tempo e amadurecemos os nossos pensamentos. A vida corre e, aqui dentro da gente, os sentidos clamam pelo seguir sempre em frente. E prosseguir muitas vezes significa ter que deixar para trás parte daquilo que já tínhamos como certo em nossas vidas.

Não é fácil nem agradável nos libertarmos do que pensamos ser imprescindível em nossas vidas, pois temos a impressão de que não conseguiremos sobreviver sem aquilo tudo. Quer saber? Sobrevivemos, sim, pois fomos feitos para durar, a despeito de toda dificuldade, toda dor e toda desesperança que teimará em ferir os nossos sonhos. Uma vida digna é o que devemos priorizar, longe de coisas, de pessoas e de situações que só servem para nos distanciar de nossas verdades.

É preciso deixar de manter junto gente dispensável, que não faz a menor questão de nos fazer ou de nos ver felizes. É necessário buscar novos empreendimentos e empregos, caso o trabalho seja a pior parte de nosso dia. É urgente a necessidade de darmos um basta na relação, quando nos vemos mergulhados em lágrimas, arrependimentos e súplicas vazias. Mas também é preciso olhar para dentro de nós, percebendo a nossa parcela de responsabilidade sobre todo o mal que nos aflige.

Todos os dias, a vida nos dá várias oportunidades para repensarmos o que fizemos de nossas vidas, para que tenhamos a chance de agir em favor de nossa felicidade. Felizmente, embora muitos não pensem assim, nunca é nem será tarde demais para reiniciarmos a busca pela realização de nossos sonhos. Sejamos, assim, a mudança que queremos para nossas vidas, de mãos dadas com quem nos ama sinceramente, com quem chegou para ficar, com disposição e com verdade.

Carta a uma amiga que não acredita em si mesma

Carta a uma amiga que não acredita em si mesma

Amiga querida,

Por mais que me esforce, eu não consigo compreender sua necessidade de sofrer.

Você não é dessas pessoas pessimistas que vivem com uma nuvem negra pairando sobre a cabeça; dessas que reclamam de tudo e de todos e que nunca está satisfeita com nada. Pelo contrário! Você tem o riso mais frouxo e lindo que conheço. É capaz de ficar horas olhando para o zanzar de um passarinho entre um galho e outro, consciente de que está diante de um presente. Você pode não escrever versos, mas é do tipo que vê beleza em tudo o que vê.

Você deixa um rastro de beleza por onde passa: seja nos laços que faz para embrulhar presentes, nas histórias divertidas que conta, no bom gosto para arrumar a mesa para um brunch, no olho certeiro que tem para captar a melhor luz para uma fotografia – e deixar, com isso, todas as amigas bonitas (e felizes) na foto -, na maquiagem deslumbrante que só você sabe fazer, na indicação certeira de bons livros, filmes e restaurantes, no ouvido paciente que sempre empresta para quem está com algum problema.

Você é inteligente sem ser arrogante, sabe conversar sobre todos os assuntos. Você consegue visitar uma exposição de pintores franceses e, na sequência, fazer um programinha bem besta: comprar bijuterias em lojinhas de R$ 1,99 com as amigas, falando sobre o Sex and the city.

Você é uma filha querida e dedicada, está sempre ajudando a família, tentando harmonizar o ambiente, buscando o melhor caminho para todos.

Você alegra os ambientes! Você alegra as pessoas! Você é um ponto de luz na escuridão de muita gente e seus amigos, os amigos de verdade, lhe devotam amor, respeito, carinho, lealdade.

Quando está namorando é carinhosa, atenciosa, compreensiva, sensual. Tenho a mais absoluta certeza de que todos os seus ex-namorados foram transformados positivamente pelo seu amor – ainda que alguns não saibam disso, nem reconheçam.

Não conheço uma única pessoa que não goste de você! Ou melhor, conheço: você mesma!

Por que, amiga? Por que você não consegue enxergar o que todos nós que te rodeamos enxergamos?

Se você tivesse apenas 19 anos, ou se nunca tivesse sentado num divã para entender suas dores ou sofrido um trauma terrível e avassalador na infância, talvez eu conseguisse compreender por que diabos você, que hoje é mulher feita, não conseguiu aprender o essencial: se amar.

Eu sei, amiga! Eu sei que eu deveria saber que entre o coração de uma mulher e um divã existem mais mistérios do que sonha a nossa vã filosofia. Mas não consigo deixar de me perguntar: até quando? Até quando ela vai se maltratar desse jeito?

Que prazer você extrai da condição de miserável que muitas vezes busca para si mesma? Por que, mil vezes por que, você não consegue jogar no seu time? O que você encontra de tão confortável no sofrimento e na dor?

Sim, amiga! Você busca situações de dor para sua vida! Você sabe exatamente o que precisa fazer para resgatar sua autoestima que está no chão, mas não faz o que tem que ser feito com afinco. Fica se enrolando. Fica fingindo que está fazendo algo. Fica fazendo as coisas pela metade para depois se frustrar com os resultados e poder dizer para si mesma: “Fracassei de novo, sou um lixo”. O nome disso é má-fé.

E você também sabe exatamente o que precisa parar urgentemente de fazer!

Quem foi o maldito, ou, a maldita, que te convenceu de que você não vale nada? Pai, mãe, irmãos, irmãs, primas, tias, namorados de adolescência, invejosas da época da escola? Abandone o que essa gente (possivelmente) pode ter ensinado errado a você! Você pode ter cometido alguns erros, sim, todos nós cometemos, mas você não é mais a mesma pessoa, você mudou, cresceu, aprendeu uma porção de coisas; se é que um dia você achou que merecia esse julgamento de menos valia, lembre-se: você não é a mesma de ontem. Portanto, apague de uma vez por todas essa mensagem encardida que deixaram na secretária eletrônica da sua memória.

Às vezes eu fico me perguntando se você não se acostumou com o papel de vítima. Sim, amiga, talvez você não esteja percebendo e odeio ter que dizer isso a você assim, de forma tão direta, mas você se colocou no papel de vítima e, pior, faz tempo!

Fico me perguntando: é por que você gosta da atenção que recebe dos amigos quando está na merda?! É por que no fundo acredita que só merece atenção, carinho e afeto quando está na merda?! Melhor dizendo: é por que acredita que somente estando merda terá todo o amor e carinho de que necessita?!

Não, amiga! Você não precisa estar na merda para ser amada. As pessoas que te cercam estão ao seu lado segurando sua mão, ouvindo suas dores, ofertando colo, conselhos, te convidando para sair, não porque você está na merda, mas porque você é simplesmente linda e ilumina a vida das pessoas. Sua companhia torna qualquer lugar melhor. Você é generosa, amorosa, divertida, sensível, perspicaz, carinhosa, engraçada, cheirosa, graciosa, inteligente, meiga, entusiasmada, solar.

Se você não quiser falar comigo nunca mais depois de ler esta carta, peço, apenas, que me prometa uma coisa! Que vai ao menos tentar ser para você o que você é para todos nós!

Já que você não consegue se enxergar como todos nós que a cercamos, peço, gentilmente, que passe a ser menos crítica, menos dura, menos punitiva, menos masoquista consigo mesma.

Você é capaz de perdoar os deslizes de todas as pessoas! Nunca conheci coração mais mole! Pois bem! Eis o que peço: perdoe a você mesma! Por favor, amiga! Perdoe a você mesma como você perdoa a todos à sua volta. Pare de se punir buscando situações que só te levam à frustração e a autossabotagem.

E, por favor, não se abandone! Faça o que tem que ser feito. Faça com afinco, com sangue nos olhos. Pare, simplesmente pare de dar desculpas, pare de fazer as coisas pela metade. Não se abandone, amiga! Pare, simplesmente pare de lamber velhas feridas, de tomar pequenas doses diárias de veneno que te intoxica.

Meu colo, meu amor, meu carinho, meu respeito, minha lealdade, estão aqui e sempre estarão. É só chamar! Não importa a hora, não importa se de madrugada, se na hora do almoço, se na hora da novela.

E, caso você desista mesmo de você; caso escolha se agarrar ao papel de vítima das circunstâncias em que se encontra; caso acredite que não tem coragem ou força suficiente para virar esse jogo (eu sei que você tem!), saiba que vou lamentar muitíssimo, mas vou continuar te amando, te respeitando e te apoiando. Sobretudo, vou continuar torcendo, torcendo muito, para que você acorde um belo dia, se olhe no espelho, perceba o quanto é linda e amada e o quanto merece mais, muito mais do que está oferecendo a si mesma.

Com muito, muito açúcar e muito, muito afeto,

da amiga que te ama de infinito amor!

(imagem: google)

Brock Davis e suas fotos criativas de objetos do dia a dia

Brock Davis e suas fotos criativas de objetos do dia a dia

O fotógrafo e diretor de criação Brock Davis é conhecido por sua criatividade e senso de humor, exemplificados nas fotos que ele desenvolve com objetos do dia a dia.

Desde a infância, época em que começou a desenhar, Brock investe em sua arte. Ele acredita que a arte é uma forma de terapia, a melhor delas. Há muitas pessoas criativas em sua família; artistas que o influenciaram ao longo do caminho.

Quando não está ocupado fazendo anúncios, Brock cria imagens divertidas com objetos simples do cotidiano. Ele também contribui para o The New York Times, Wired, Esquire e Fast Company.

Segundo ele, a chave para a criação fecunda é a espontaneidade. Há limitações e parâmetros em cada peça que se cria, e um artista deve respeitar esses fatores.

Ao trabalhar, Brock gosta de novos desafios. Ele tenta alterar a forma de um objeto no espaço e testa novas combinações de coisas aleatórias. De acordo com ele, é importante que um artista desenvolva um trabalho original e autêntico.

Cada foto de Brock demanda um tempo específico. Às vezes, ele faz as fotos em poucas horas, se já tiver os objetos necessários. Em outros casos, desde a concepção até a execução, o processo pode durar semanas ou meses.

Brock não usa recursos visuais complexos e sua técnica não tem nada de rebuscado. Ele usa apenas sua imaginação e seu iPhone. A simplicidade de seu processo criativo é revelada em um estilo interessante e peculiar.

Abaixo estão algumas de suas melhores fotos:

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Traumas, apenas me ensinem. Nada mais.

Traumas, apenas me ensinem. Nada mais.

Sim, já sofri traumas, mas eles também sofreram comigo, já que não me deixei acorrentar e fiz de tudo para afastá-los da minha vida.

Traumas são murros. Nunca chegam sutilmente, nem se motivam facilmente a deixar o cenário. Traumas são roxos, fúnebres, com olheiras profundas e se alimentam da vida alheia.

São bichos chifrudos, que ao menor toque já machucam, rasgam, provocam feridas profundas. Os traumas são uma total e verdadeira maldade. Dardos afiados.

Não sei dizer ao certo se há cura para todos, mas afirmo categoricamente que a luta nunca é inútil. Já saí no tapa com muito trauma, já levei rasteiras, socos no estômago, fui esganada, mas também já eliminei muitos deles, total e definitivamente da minha vida.

A briga é feia, mas a razão é justa. Sobrevivência. Ninguém deveria se submeter às consequências de um trauma, quase sempre plantado à sua revelia, provocado por quem acha que as coisas da vida não voltam, por irresponsabilidade, crueldade, ignorância ou somente pelo acaso.

O acaso, aquela hora errada, lugar errado, companhias erradas. O acaso é um coitado, culpado de um oceano de traumas. – Melhor ter algo para culpar…

Esta semana fomos assaltados. Ou melhor, minha filha foi abordada, a mão armada. Tive que assistir, estática, parada, respirando o mínimo, para não piorar a situação. Meu maior tesouro em perigo.

Nada sofremos, só foi embora o que não é essencial para a nossa vida, mas, e não é pensamento para ignorar, um acaso, uma estatística, um azar a mais na cidade onde vivemos, poderia se tornar um trauma.

Mas, para minha imensa sorte e constatação, a filha que ainda penso ser frágil e desprotegida, tem a mesma relação com os traumas que eu costumo ter, ou seja, uma vida onde eles não são bem-vindos, onde a saúde mental e a crença nas boas realizações superam qualquer trauma, derrotam qualquer pessimismo, e mandam para o inferno as sensações infernais que costumamos sentir, quando dominados por traumas e pânicos indesejados.

A cada dia, sou mais humana, menos perfeita e mais feliz

A cada dia, sou mais humana, menos perfeita e mais feliz

Aceitar a si mesmo por completo é algo que muitas pessoas levam uma vida inteira para aprender. No momento em que nos sentimos bem com quem somos de verdade, com o que temos e o com o que conseguimos na vida, chegamos a um equilíbrio interior muito importante.

Há quem passa boa parte da sua vida aparentando ser algo que não é. E não só isso. Além de não se aceitar, faz mil esforços para mudar isso e aquilo, por buscar até a exaustão esse ideal que tem em mente, e que quase nunca se ajusta à realidade, ao que a pessoa é.

O ideal do corpo e da vida perfeita não é saudável

São poucas as mulheres que conseguem manter um corpo perfeito toda a sua vida, nem mesmo as modelos mais famosas. Ainda mais: há quem, ao invés de focar sua obsessão em ter um corpo perfeito, anseia por ter uma vida perfeita: uma casa ideal, um marido perfeito e filhos de “publicidade”.

A vida não é perfeita. A perfeição absoluta não existe. A vida são instantes, momentos que podemos desfrutar com a máxima felicidade, sendo que, para isso, a aceitação plena de si mesmo é o primeiro passo, fundamental.

Ser mais humana, menos perfeita e mais feliz

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Especialistas em beleza dizem que o maior atrativo, às vezes, está na imperfeição. Se você se perguntar por quê, a resposta é fácil: qualquer pequena imperfeição nos torna únicos e é aí onde está a magia.

Aceitar cada um de nossos matizes, com nossos defeitos e qualidades, fará, em primeiro lugar, que encontremos o equilíbrio interior e autoestima saudável. Com isso, alcançamos o equilíbrio com o mundo e com as pessoas que nos cercam.

Quem não se aceita desenvolve um sentimento de insegurança em relação a si mesmo. A insegurança gera o medo e a insatisfação. Medo de perseguir seus sonhos, o que leva à frustração e à depressão. Será que é por isso que tantas pessoas estão deprimidas hoje? Por não alcançar a imagem ideal do que acham que “deveriam ser”?

As revistas, filmes e programas de TV reforçam esse “ideal” de beleza impossível de alcançar. Será que ele traz felicidade? São muitas as pessoas, homens e mulheres que, depois de conseguir um corpo escultural graças a exercícios, dietas e até cirurgias plásticas, descobrem que continuam insatisfeitos consigo.

Ideal de perfeição e a infância

Cabe ressaltar também que, às vezes, essa necessidade de “perfeição” existe desde a nossa infância. Ter uma mãe muito rígida ou um pai exigente pode fazer com que acabemos desenvolvendo essa insegurança a respeito de quem somos, daí pensarmos que a perfeição é a única solução para sermos amados.

É necessário que cheguemos a este momento em nossas vidas quando, finalmente, nos aceitamos tal como somos. Geralmente, esse momento chega no final da adolescência e no início da idade adulta, quando nosso corpo amadureceu por completo.

A partir daí, acontece a grande aventura de nossa vida. As pessoas que apresentam um maior equilíbrio e maturidade emocional, mais autoestima e autoconfiança, avançam em seu caminho com grande integridade, abertos ao que a vida lhes oferece e fieis a seus valores mais profundos. Recebem da vida de peito aberto e retribuem da mesma forma, com generosidade.

A cada dia, sou mais humana e receptiva ao que me cerca

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O que significa ser mais humana? É claro que somos todos seres humanos, desejosos de alcançar nossos objetivos de vida. Auto-aceitação não quer dizer comodismo e mente derrotista. Pelo contrário, quer dizer que não deixaremos que os fracassos e erros nos façam perder a alegria de viver e de nos amar.

— Ser mais humana é ser mais sensível às realidades do dia a dia.
— É saber escutar a si mesmo e compreender nossas necessidades, mostrar empatia, colocar-se no lugar do outro.

Somos todos humanos, mas a verdade é que apenas uma parte de nós atua com autêntica inteligência emocional: respeitando, entendendo, comunicando-nos de maneira íntegra e favorecendo uma autêntica cumplicidade nas relações, onde todos ganham e são respeitados como são.

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Para chegar a este nível tão importante em que podemos nos conectar a todos que nos cercam, é necessário, em primeiro lugar, nos conectar conosco mesmos: nos aceitarmos.

— A aceitação não se limita apenas a estar mais feliz com o nosso corpo, com nosso aspecto físico.
A aceitação é também assumir nosso passado, nossas vitórias, mas também nossos erros.
— É necessário aceitar os fracassos e integrá-los à nossa vida, aprendendo com cada um.

Cometer erros não quer dizer que não podemos ser felizes. É importante aceitar isso, pois todo ser humano comete equívocos ao longo da vida.

Apenas as pessoas que sentem orgulho de si mesmos e que, por sua vez, sabem agir com humildade, respeitando os outros e favorecendo também a felicidade alheia, conseguem que este mundo seja, dia a dia, melhor.

Assim, lembre-se sempre de ser cada vez mais humana, menos perfeita e mais feliz. O mundo inteiro vai agradecer.

Matéria original: Melhor com Saúde

Não permita que o dia termine sem que você perdoe a sua história

Não permita que o dia termine sem que você perdoe a sua história

De vez em quando penso que a vida é encantamento e desilusão.

Derruba-nos em um momento para em seguida nos dar a mão.

Guia-nos por um caminho tortuoso para que enfim possamos achar a direção.

Ensina-nos a cair e nos anima a prosseguir.

Propõe que aprendamos a confiar enquanto nos confronta com as mais duras verdades; e convida-nos a sonhar mesmo quando tudo parece desabar.

Não permita que o dia termine sem que tenha plantado um pouco de otimismo no solo árido dos seus pensamentos, sem que tenha acreditado um pouco mais em bênçãos e milagres, sem que tenha adquirido uma fé enorme no amor e na alegria.

Não permita que o dia termine sem que entenda que tem o direito e o dever de ser feliz, de experimentar sorrisos e vestir delicadeza. Que a dor é passageira, e que o tempo se encarregará de trazer novos perfumes assim que você estiver pronto.

Não permita que o dia termine sem que você perdoe a sua história, com todos os bons e maus começos que você redigiu. Que você resgate a sua essência, a porção de si mesmo que permanece naquele lugar distante da dor.

Não permita que o dia termine sem que volte a acreditar firmemente em algo bonito que faz parte de você. Sem que entenda que sua vida é dom precioso, e aprenda a ser grato por isso.

Não permita que o dia termine sem que descubra que nenhuma desilusão pode diminuir o tamanho de seus sonhos ou lhe afastar de si mesmo.

Não permita que o dia termine sem que entenda que a vida não pode ser contada através de seus fracassos e desilusões, e sim através da capacidade de ser mais gentil consigo mesmo.

Não permita que o dia termine sem que seja capaz de amar, agradar e cuidar de si mesmo; sem que aprenda que tem vocação para ser completo e feliz.

Não permita que o dia termine sem que tenha rido de si mesmo e aceitado a vida como um conjunto de acertos e desacertos, e que saiba driblar os momentos imperfeitos.

Não permita que o dia termine sem que tenha autorizado seu gozo e seu pranto, seu encanto e emoção, sua liberdade e redenção. Que se comprometa com a felicidade e transforme os bons momentos em eternidade.

Tenho receio que a gente pare de sonhar por ter medo de cair. De desistir de nossas ilusões por medo de fracassar. De deixar nossa espontaneidade em função de nossa maturidade. De abandonar os velhos pijamas, as meias coloridas, as paisagens carregadas de simplicidade. Tenho receio que a gente siga buscando o tal do crescimento e esquecendo os abraços apertados, os sonhos de antigamente, as promessas que fizemos e desejávamos cumprir.

Não deixe que a vida o endureça a ponto de não acreditar em milagres. Que o perdão seja moeda do passado de quem um dia soube agir com flexibilidade.

Não permita que o dia termine sem que tenha sido um pouco mais feliz, seguindo seus desejos de menino e superando os revezes do caminho. Entendendo, principalmente, que a vida é dura, sim, mas também é o presente mais fascinante e poderoso que alguém pode ter. E que, se o preço a pagar para vive-la plenamente é andar sem culpa, não permita que o dia termine sem que você perdoe a sua história…

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10 filmes que nos ensinam a apreciar a vida

10 filmes que nos ensinam a apreciar a vida

Estamos sempre com pressa, tentamos ter tempo para resolver uma série de questões urgentes, esquecendo o quanto significa cada minuto vivido, uma reunião, uma palavra falada…

Mas, às vezes, é útil fazer uma pausa e pensar: existe algo importante que perdi nestes intermináveis dias tumultuados?

Nocaute

Southpaw
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O protagonista é sortudo: tem uma bela mulher, uma filha maravilhosa e é campeão mundial de boxe. Mas, de repente, seu mundo ideal desmorona como um castelo de areia. Agora, ele terá de construir uma vida a partir do zero e conseguir ganhar, não importa o que aconteça. É um drama clássico que penetra nos seus ossos porque a vida do protagonista se projeta na do espectador.

Everest

Everest
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Um grupo de homens corajosos liderado por um instrutor experiente embarca em uma jornada para conquistar o Everest, mas a natureza atrapalha seus planos. Passando muito frio nas encostas, os alpinistas lembram-se do mais importante: de suas casas e famílias. A última conversa do protagonista com a sua esposa não deixará indiferente nem mesmo o coração mais duro. A primeira coisa que você vai querer fazer depois de ver este filme será abraçar seus entes queridos. Baseado na tragédia real ocorrida em 1986 na montanha mais alta do Planeta.

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Invencível

Unbroken

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A Segunda Guerra Mundial invadiu a vida de milhões de pessoas, como a deste participante dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936, Louis Zamperini. Mas nem o terrível acidente de avião na frente da batalha, nem dezenas de dias à deriva numa jangada no Oceano Pacífico, nem as torturas infernais no campo de concentração japonês foram capazes de destruir sua humanidade e caráter. A história de Zamperini nos lembra que a vida é bela e vale a pena lutar.

Horas decisivas

The Finest Hours

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O protagonista do filme, Bernard Webber, um membro da Guarda Costeira, é jovem, está apaixonado e se prepara para se casar. No entanto, em vez de ter a permissão de seu comandante para o casamento, recebe uma carta para resgatar um petroleiro que afundou durante uma tempestade. Os acontecimentos que se desenrolam na tela são impressionantes e dão razão para pensar: eu seria capaz de pôr a vida dos outros acima de minha própria segurança?

La Giovinezza

Youth

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Os melhores amigos, idosos, passam seus dias em uma casa de luxo projetada para a terceira idade, compartilhando seus problemas e tirando sarro um do outro. Eles também se lembram de sua juventude e invejam os jovens que têm muitos anos pela frente. Mas você tem de entender os protagonistas, porque eles só querem incentivar os jovens a serem mais corajosos, não ter medo de errar e viver a vida ao máximo, porque, caso contrário, só sobrará na velhice o arrependimento do que não se experimentou.

Eu, você e a garota que vai morrer

Me and Earl and the Dying Girl

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Os adolescentes Greg e Earl não são o melhor exemplo de pessoas extrovertidas. Seu passatempo favorito é ver filmes famosos. Sua vida fica cheia de outras cores quando em seu círculo aparece uma garota modesta, Rachel, que tem leucemia. O enredo do filme é típico, mas seus criadores não idealizaram a doença. Eles dizem abertamente que a morte de um amigo próximo é uma perda insuportável, mas temos de fazer todo o possível para que ele, em seu último ano, mês e até mesmo na última hora de sua vida seja verdadeiramente feliz.

Não olhe para trás

Danny Collins

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O famoso músico de rock Danny Collins vive uma vida de estrela comum. Tudo muda quando ele recebe em suas mãos uma carta antiga de John Lennon, no qual pede a Danny para não desperdiçar seu talento em besteiras. Neste ponto, o herói interpretado por Al Pacino percebe que os anos se foram em vão e decide corrigir seus erros. Depois de filmes assim, realmente vale a pena pensar: estou gastando meu precioso tempo em vão?

Ricki and the Flash: de volta para casa

Ricki and the Flash

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Em sua juventude, Linda, interpretada por Meryl Streep, deixou o marido e os filhos para viver um sonho cheio de emoção: queria se tornar uma estrela de rock famosa. E, agora, depois de muitas tentativas para atingir o reconhecimento, retorna à família. Será que eles vão ser capazes de perdoar anos de indiferença? A história de Linda nos lembra que cada decisão tem consequências e que a família é a mais importante e maior felicidade.

Mama

Ma ma

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A vida de Magda, uma professora de 40 anos de idade, está indo por água abaixo: divorciou de seu marido, perdeu o emprego e também descobriu que sofre de uma terrível doença em estágio avançado. Parece que é hora de desistir de tudo e aceitar o destino. Mas a heroína interpretada por Penélope Cruz decide o contrário. Este filme surpreende pelo amor à vida, nos ensina a aproveitar cada momento e viver, apesar de tudo. Para seu próprio bem e de aqueles que você ama.

Amy

Amy

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Este filme, vencedor do Oscar, nos conta quão brilhante e curta foi a vida de Amy Wynehouse, uma cantora amada por milhares de pessoas. Durante 27 anos ela compôs muitas músicas sublimes e cometeu a mesma quantidade de erros irreversíveis. Nós só podemos aprender com eles: não nos dedicar à autodestruição e não perder tempo com aqueles que não merecem, mas, ao contrário, amar a si mesmo e apreciar cada dia.

Fonte: Incrível

Estou na idade em que não me importa o que os outros pensam de mim

Estou na idade em que não me importa o que os outros pensam de mim

Para sermos felizes e oferecermos felicidade é necessário alcançar antes o equilíbrio interior. Um estado em que ignoramos as críticas dos demais para que possamos nos centrar no enriquecimento e crescimento pessoal.

Todos nós deveríamos chegar a esta idade em que encontramos, por fim, o equilíbrio interior, a partir do qual toda crítica e comentário prejudicial ou não construtivo deixam de ter a sua influência sobre nós.

Sabemos que as críticas e frases maldosas sempre têm seu efeito em nós se vierem de pessoas próximas, especialmente de pessoas que amamos e com quem nos importamos. Por isso, nem sempre é fácil dizer “não me importo com o que os outros pensam ou falam de mim”.

As críticas o afetarão tanto quanto você permitir, por isso existe a necessidade de encontrar a maturidade e o equilíbrio interno essenciais para avançar com mais tranquilidade e integridade. Não estamos falando, portanto, da necessidade de chegar a uma idade determinada na qual finalmente comecemos a nos priorizar um pouco mais.

Estamos falando de uma idade mental, e não física, de um momento no qual alcançamos este equilíbrio onde muitas cargas ficam para trás, onde nossas experiências nos proporcionaram bons conselhos e onde conseguimos “desativar” tudo que não é positivo.

Você se anima a refletir sobre isso?

A idade de ouro não chega com os anos, mas com a paz interior e sem se importar com o que os outros pensam

A paz interior não chega com os 30, nem com os 40, nem com os 60. A idade de ouro é aquela em que damos um passo rumo ao nosso ser interno para apreciar o que somos, para olhar por nós mesmos cuidando sempre de fazer o bem, mas sabendo que se nós não formos felizes, não poderemos dar felicidade aos outros.

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A sua melhor idade é agora, não há alguns anos e não em algumas décadas: agora. E por isso, é de vital importância que você harmonize as suas ilusões, sua autoestima e seu equilíbrio interior. Nenhum amor pode ser mais importante do que o que você sente por si mesmo.
Somente quando conseguimos desenvolver uma autoestima adequada podemos desativar as pessoas tóxicas, a manipulação e as pessoas negativas que nos envolvem em suas tormentas pessoais.
Há quem consiga alcançar este equilíbrio interior com 30 anos, outras pessoas o alcançam antes ou depois, mas é necessário que chegue sempre este momento em que compreendamos que somos capazes de fazer a nós mesmos felizes e que, graças a isso, saberemos dar felicidade aos outros.
A idade de ouro é a paz e a liberdade interior. É cultivar este jardim interno onde ninguém pode podar seus sonhos ou esperanças porque você cultiva a sua personalidade com a alegria, otimismo e uma grande força, protegendo a sua autoestima.
A idade é uma questão de sentimentos, e não de anos passados. Por isso, é necessário que deixemos de dar tanta prioridade à beleza física que, embora seja importante nos cuidarmos e nos mantermos saudáveis, não é uma prioridade para sermos felizes. A aceitação de si mesmo e do próprio passar do tempo é ainda mais importante.

Minha verdadeira idade está em meu sorriso e em meu olhar

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A sua idade não é contada pelos anos, nem por uma ou outra ruga ao redor dos seus olhos. Sua juventude ou sua velhice são marcadas pelo seu coração e pelas alegrias que moram nele.

Por isso, é necessário que nosso coração bombeie de forma intensa diante de tudo aquilo de realmente nos faz felizes e acende o motor da mudança, do equilíbrio e a maturidade emocional com a qual dia a dia vamos nos sentindo mais sábios.

Deve chegar um momento em nosso ciclo vital em que sejamos capazes de dizer não à desesperança, não ao “me rendo”, não a nos deixarmos levar pelo que os outros falam, e não a dar valor as críticas que eles fazem sobre a nossa forma de ser ou entender a vida.

  • Todos nascemos livres, viemos a este mundo sem cargas e vamos embora da mesma maneira. Assim, tenha claro: entre o nascimento e a morte há uma etapa chamada vida que devemos viver com a máxima intensidade.
  • Sua vontade de viver e experimentar desenha a linha do seu sorriso e o brilho dos seus olhos, onde ficam impregnadas as emoções positivas.
  • O que os outros pensam de nós é seu mundo, sua área limitada de conhecimento que não lhe pertence nem o identifica. Se estas críticas vierem de pessoas que são importantes para você, reaja e imponha limites. Não permita que ataquem os seus valores nem a sua pessoa.
  • Quem lhe quer bem o fará feliz. Isso é algo que devemos nos lembrar sempre. Porque quem o ataca ou critica de forma pouco construtiva ou negativa não sabe respeitá-lo.

Em conclusão, lembre-se sempre de que a sua melhor idade é agora, um momento mais do que adequado para priorizar a si mesmo, para dar ao mundo o melhor de si desde a felicidade, o equilíbrio e a ilusão que se alimenta com cada novo dia.

Fonte: Melhor Com Saude

Hoje eu decidi ser feliz

Hoje eu decidi ser feliz

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi abandonar aquele peso que eu carregava, que me sufocava, me deixava preso e me impedia de voar. Decidi sair da gaiola e transgredir as normas. Cansei de ser normal, de ser igual, de ser mais um. Cansei das respostas, agora só me preocupo com as perguntas. Perdi-me nas certezas e encontrei-me na loucura

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi abandonar todas as presenças ausentes. Cansei de estar rodeado de multidões e me sentir sozinho. Daqui pra frente só aceito olhares profundos, ouvidos atentos, línguas afiadas e abraços apertados. Quero ao meu lado apenas aqueles que se jogam no mar sem medo de se perder.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi andar devagar, aproveitar o dia, esperar de mansinho a lua e sentir, entre as ondas que quebram na praia, as brisas que vem do oceano. Quero correr despreocupado pelo céu, descansar nas nuvens e beber água na fonte.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi prestar mais atenção nas felicidades presentes nas pequenas coisas. Decidi entregar-me aos pequenos prazeres e ser rei apenas do meu reino. Entreguei-me voluptuosamente aos encantos da distração para não perder nesta terra escassa nenhum raro poço de alegria.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi superar todos os meus medos e as minhas vergonhas. Decidi largar a borracha e fazer de cada borrão um novo traço, mais vivo, mais marcante, mais vibrante de um quadro em constante transformação.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi desbravar o mundo enquanto há tempo. Decidi lutar pelos meus sonhos, queimar o pé no asfalto, sentir a mão que afaga e ao mesmo tempo apedreja, pegar carona em balões de poesia e lutar contra as feras da selva de pedra.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi aprender a sorrir mais para poder enxergar na queda o passo de dança. Enxergar o novo lance de escada para continuar a subir, a melodia do silêncio para continuar a cantar e o balanço da rede para adormecer as tormentas.

Hoje eu decidi ser feliz. Decidi continuar a lutar por esse mundo vil e também encantador, que tanto me machuca e me alegra, que tanto me castiga e me nina, que tanto me manda embora e me prende em teus braços para que jamais encontre morada em outro lugar.

Hoje eu decidi se feliz. Decidi me perder nas linhas tortas do destino ou ser mochileiro de uma estrada sem rumo. Decidi explorar meus avessos, ter coragens infantis, vislumbrar o impossível e ser maluco o bastante para sempre acreditar no futuro.

Hoje eu decidi viver e lutar pela vida. Decidi enfrentar a minha tragédia fantasiado de palhaço para sempre rir por mais que o choro seja inevitável, para rir por mais que o choro seja seco, para rir e sempre lembrar que por mais dura que esta terra seja, sempre haverá poetas que jamais se esquecem de sorrir e enquanto estes existirem, sempre haverá uma nova aurora para nascer, um novo hoje a recomeçar e um novo dia para buscar o destino de felicidade do universo.

De onde vem a minha ansiedade?

De onde vem a minha ansiedade?

“Anguisse” metaforicamente no francês antigo era usado para comunicar sensações excessivas associadas a eventos aversivos, outra metáfora usada era a de borboletas no estômago (FRIMAN, HAYES E WILSON, 1998).

Para a psicologia, com foco na análise funcional do comportamento, sentimentos não são a causa de comportamentos. Skinner (1991) diz que os “comportamentos perturbadores são causados por contingências de reforçamento perturbadoras, não por sentimentos ou estados da mente”. Ou seja dizer que alguém chora porque se sente ansioso, não explica o porquê da ansiedade, apenas descreve um comportamento ansioso ou um “choro ansioso”.

O comportamento da pessoa não muda porque este se sente ansioso, ele muda por causa das interações da pessoa com o seu ambiente aversivo, que geram o estado físico sentido como ansiedade (mão gelada, coração disparado, falta de ar , etc). As mudanças sentimentais e comportamentais tem uma causa comum. Algo aconteceu para que a pessoa ficasse ansiosa, algo mudou em seu dia-a-dia e sem saber como lidar com a situação a pessoa passa a sentir alterações corporais, entendidas como ansiedade.

É preciso voltar aos eventos ambientais para explicar o porquê de um determinado comportamento, e ao mesmo tempo como esse indivíduo se sente enquanto o faz, assim a resposta para a causa da ansiedade pode estar nos eventos que acorrerem antes da pessoa passar a se sentir ansiosa. Esses eventos causadores podem ser imediatos ou estarem presentes na história de vida da pessoa.

As contingências antecedentes (o que aconteceu antes do estado ansioso) determinam os sentimentos, portanto ao trabalhar com elas se pode mudar a causa funcional dos sentimentos, eliminando assim angústias, sofrimentos, ansiedades, etc (QUEIROZ E GUILHARDI, 2001).

Se as causas do comportamento ansioso não forem identificadas e modificadas, dificilmente a pessoa deixará de sentir assim diante daquilo que lhe causa a ansiedade.

Dessa forma comportamentos ansiosos podem estar relacionados a uma falta de habilidade comportamental do individuo,ou seja, a pessoa não sabe como se comportar diante de algum evento ruim, de forma que estes causam o sentimento de ansiedade.

A tarefa do psicólogo analista do comportamento se concentra em entender como a ansiedade se estabelece. Buscando identificar como os eventos adquiriram a função aversiva, analisando sua história comportamental, e porque a pessoa não apresenta um repertório eficaz de fuga e esquiva (QUEIROZ E GUILHARDI, 2001).

Assim identificando e alterando as interações da pessoa com seu ambiente, se alterarão também os sentimentos e os comportamentos ansiosos (SKINNER, 1991).

O psicólogo é capacitado para analisar a interação das pessoas com o seu ambiente e ajudá-las a identificar as causas da ansiedade, converse com um bom profissional.

Se você ficou com dúvidas quanto este artigo me escreva > [email protected]

Referências

FRIMAN, P. C.; HAYES, S. H.; WILSON, K. G. Porque Analistas do Comportamento devem estudar a emoção: o exemplo da ansiedade (Tradução Livre). Why Behavior Analysts should study emotion: the example of anxiety.JABA, v.31, n. 1, pág.137-156, 1998.

GUILHARDI, H. J. e QUEIROZ, P. P. Identificação e análise de contingências geradoras de ansiedade: caso clínico. Em: H. J. Guilhardi; M. B. B. P., Madi, P. P. Queiroz, M. C. Scoz (orgs.), Sobre Comportamento e Cognição: Expondo a Variabilidade, v. 7, pág. 257-268. Santo André: ESETec, 2001.

SKINNER, B. F.;O lado operante da terapia do comportamento. Em B. F. Skinner Questões Recentes da Análise do Comportamento. Campinas: Ed. Papirus. (Publicação original de 1987), 1991.

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