É comum ver casais em que uma das partes parece muito mais bonita do que a outra pessoa. Claro que bonito e feio são conceitos muito pessoais, mas, ainda assim, alguns casais parecem que não foram feitos um para o outro.
Será? Quem disse? Vamos combinar, essa é uma ideia absurda. Afinal, a beleza vai muito além de um rosto perfeito e simétrico ou do corpo malhado. Existem muitas outras qualidades que fazem com que uma pessoa pareça muito mais bonita aos olhos dos que a admiram. A magia da atração vai muito além do aspecto físico.
Sensualidade
A maioria das pessoas acha que seguir um padrão de beleza é suficiente para ser considerado sexy. Isso é um mito. A sensualidade não depende do aspecto físico. Autoconfiança, carisma e estilo definem com muito mais propriedade uma pessoa que chama atenção.
Determinação
Pessoas que lutam pelos seus ideais, cujos atos refletem a sua personalidade, jamais passam despercebidas.
Senso de humor
Uma qualidade que muitos consideram besta, mas que pode ser suficiente para que uma paixão aconteça de maneira imediata.
Elasticidade e controle do corpo
Controlar o próprio corpo é fundamental para a percepção do belo. Saber mexer o corpo com leveza, seja dançando ou apenas caminhando, com certeza ajuda muito.
Autoconfiança
Uma voz insegura, ombros tensos, incapacidade de opinar ou manter uma linha de raciocínio. Tudo isso faz de uma pessoa alguém menos atraente.
Decisão
Ficar sempre em cima do muro não te favorece. Ser decidido pode fazer de você uma pessoa mais atraente.
Inteligência
odo mundo concorda: inteligência é atraente. Isso não significa estudar na melhor universidade, mas ter a capacidade de raciocinar, de se expressar, de ser sábio. Entender o mundo e o outro é algo que cativa na hora da sedução.
Detalhes
Um pequeno detalhe no seu aspecto físico, até mesmo algo divertido, pode ser suficiente para a outra pessoa jamais se esquecer de você. Preste atenção aos pequenos detalhes e seja inovador.
A habilidade de ser um interlocutor interessante
Isso não quer dizer você deva saber muitas coisas, mas deve saber escutar. Saber dialogar de igual para igual.
Algo especial
Em um mundo de cópias, a diferença vale ouro. Todos somos únicos e deveríamos valorizar as nossas diferenças. Não tenha medo de ser original, isso fará de você alguém muito mais atraente.
Afinal de contas, numa relação de verdade, a atração física é algo que, com o tempo, perde muito de sua importância. E atributos como inteligência, cumplicidade e senso de humor são os que prevalecem. Pergunte pros seus avós.
Nos primórdios da humanidade, os homens andavam descalços.
Era um tempo que não havia sapatos, sandálias e meias.
Mas, mesmo hoje muitas pessoas conservam o hábito de andar descalço.
Sem saber, elas estão fazendo um poderoso tratamento natural.
Diversos estudos científicos mostraram que os elétrons da terra são capazes de melhorar a saúde, aliviando dores de algunas enfermedades, reduz o estresse, melhora a função do coração, regula a glicose e melhora a imunidade.
Andar descalço é importante, acima de tudo, porque nossas extremidades têm pontos que estão ligados a órgãos vitais do nosso corpo.
Assim andar sem os nossos sapatos ajuda a estimular esses pontos e transmite energia positiva para nossos órgãos.
Esse conceito de fluxo de energia não é novo para a humanidade e pode ser encontrado nas milenares medicinas chinesa e indiana.
Os chineses chamam esta energia vital de “chi”, enquanto os indianos chamam de “prana”.
Eles acreditam que o estímulo de determinados pontos em nosso corpo pode afetar nossa saúde de uma forma positiva, favorecendo o fluxo de energia.
A energia flui através do sistema de meridianos, que é semelhante à forma como o sangue flui através da corrente sanguínea.
Quando a energia flui, seu corpo se recarrega.
Mas, se algum ponto do sistema de meridianos estiver bloqueado, o órgão ligado a ele ficará enfraquecido, pois não recebe energia.
Se isso acontecer continuamente, seu corpo desenvolverá uma doença relacionada a esse órgão.
Afora a questão energética, caminhar descalço desenvolve a força nos músculos dos pés, pernas e quadris.
E promove a circulação sanguínea, relaxa as veias e impede infecções.
Entre os benefícios de andar descalço, está o fortalecimento dos pés, e isso ajuda a adquirir a posição adequada enquanto se caminha.
A consequência é uma melhora na forma de andar, com mais agilidade e equilíbrio.
Se você decidir andar descalço, tente fazer isso todos os dias durante pelo menos cinco minutos e, se possível, aumente o tempo gradualmente.
Caminhe na grama, na praia ou mesmo dentro de casa.
Uma sugestão é fazer isso assim que você acordar de manhã, para começar o dia com muita energia e reconectado com a natureza e a inteligência natural do seu corpo.
A série de livros que narra as aventuras do bruxo Harry Potter estreou nas telonas a 15 anos atrás. Durante esse tempo, temos acompanhado a vida dos atores que interpretaram os personagens principais dessa história, Daniel Radcliffe (Harry), Rupert Grint (Ronny) e Emma Watson (Hermione) que continuam atuando em diferentes papéis.
Vamos dar uma olhada por onde andam os seus colegas de Hogwarts que tanto fizeram parte da nossa infância e ajudaram a contar essa mágica história:
Tom Felton – Draco Malfoy (Músico e ator)
Bonnie Wright – Ginny Weasley (Diretora e produtora)
James & Oliver Phelps – Fred & George Weasley (Atores)
De todos os atores de Harry Potter, eles são os mais ativos no mundo mágico, atendendo praticamente todos os eventos relacionados com o universo Potteriano.
Matthew Lewis – Neville Longbottom (Ator)
Joshua Herdman – Gregory Goyle (Lutador de MMA)
Chris Rankin – Percy Weasley (Ator)
Jessie Cave – Lavendar Brown (Comediante e cartunista)
Devon Murray – Seamus Finnigan (Ator)
Jamie Waylett – Vincent Crabbe
Foi preso várias vezes por cultivo de maconha e badernagem. Atualmente está solto e enfrenta crises depressivas.
Alfred Enoch – Dean Thomas (Ator)
Você assiste How To Get Away With Murder? Se sim você provavelmente se perguntou várias vezes onde já tinha visto esse cara!
Luke Youngblood – Lee Jordan (Ator)
Sean Biggerstaff – Oliver Wood (Músico e ator)
Hugh Mitchell – Colin Creevey (Ator)
Evanna Lynch – Luna Lovegood (Atriz e modelo)
A atriz virou uma grande entusiasta pela imagem corporal saudável, depois de ter lutado contra a anorexia.
Sabe quando você faz 100 coisas no dia e 99 delas saem como o planejado, mas tem uma que você se culpa por não ter conseguido da forma que desejava? Sabe aquela frase que você falou, mas foi mal interpretada, ou que não foi dita da melhor forma, deixando o outro triste? Sabe aquela falta de atenção ou percepção sua que acabou gerando um erro?
Quem nunca, não é verdade?
Muitas vezes nós nos cobramos tanto e queremos tanto ser bonzinhos que acolhemos um sentimento de culpa dentro de nós. O ego machucado, sem refletir muito sobre a questão, levanta logo o veredito: culpado.
Tem também o outro lado, quando achamos que tudo é problema do outro e não nos importamos com nada, só conosco. É um super ego, que na verdade é só uma variação do primeiro.
É primordial entender que fizemos o possível com o conhecimento que tínhamos no momento; que talvez não conseguimos fazer algo da melhor forma, mas durante o dia fizemos varias ações que deveríamos nos orgulhar.
Pensar no passado é tentar reviver agora toda aquela história que talvez não tenha dado certo de acordo com a nossa interpretação; é tocar novamente aquela musica que você já não gosta, é passar de novo aquele filme de terror que não tem nada mais a ver com você; é preciso aceitar o que passou e que fizemos o nosso melhor no momento. A vida é curta demais para arrependimentos e culpas desnecessárias.
Outro fator é o querer ser o bonzinho.
Talvez isso tenha começado na infância, com a imagem de um bom menino ou boa menina que deveria ter educação, tratar bem os outros, se comportar, ser um exemplo e não magoar ou ferir ninguém.
Podemos ter formado na nossa cabeça uma imagem ideal de nós mesmos. Hoje, continuamos sustentando essa imagem, de não poder ficar mal e nem fazer “mal” ao outro.
Mas será que é mesmo isso?
Será que temos controle de como o outro interpreta a nossa comunicação?
Será que sabemos nos comunicar assertivamente?
Se eu falo algo e você se magoa, tendo eu uma boa intenção, de quem será a culpa? Existe culpa? Posso retornar para fazer diferente? Posso passar uma borracha?
Independente de vitimas e culpados, o sincero “sinto muito, me desculpe, não foi essa a minha intenção” é sempre bem-vindo. Não importa quem errou ou não errou. Dar o primeiro passo e dizer que nunca quisemos fazer o mal ainda é a melhor solução para esses desentendimentos.
É comunicar que, o que quer que tenha sido falado ou interpretado, foi na verdade um mal entendido. É passar uma borracha no passado e escrever em outra linha, nova e bonita.
Saiba que nós não temos tanto controle sobre a interpretação do outro, podemos falar em uma linguagem que para nós é clara, mas isso pode ser mal interpretado por histórias passadas, crenças, traumas, condicionamentos e por ai vai: uma série de fatos passados pode influenciar o nosso comportamento e o da outra pessoa.
Para romper esse ciclo vicioso é necessário abrir mão de papéis como o de ser o bonzinho e perfeito, deixar o passado em seu lugar e entender que não existe um culpado, mas sim que cada um tem o seu papel no que aconteceu, cada um tem a sua responsabilidade (pelo que fala e pelo que o outro interpreta).
Fazer perguntas nos ajuda muito: Será que ele quis dizer realmente isso? Será que ela está sobre algum estresse? Será TPM? Será que eu estou achando isso baseado em um relacionamento passado? Será que eu estou fazendo alguma comparação? Em que eu to comparando para pensar isso sobre ele?
Quando alguém fala algo sobre nós que não é verdade, deveríamos ter um filtro que deixasse ir o que foi dito sem que armazenássemos e alimentássemos isso. Mas, a partir do momento que damos ouvido ao que o outro disse, e com isso damos importância e verdade sobre a sua fala, nós nos deixamos influenciar e criar nossas bolhas de emoção.
“Tudo o que sabemos sobre nós mesmos é a opinião dos outros. Eles dizem “você é bom”, e achamos que somos bons. Eles dizem “você é bonito” e nós achamos que somos bonitos. Eles dizem “você é mau” ou feio, que é culpado e pecador e você começa a se sentir culpado e pecador….tudo o que as pessoas dizem a nosso respeito nós continuamos colecionando. Isso se torna a nossa própria identidade, mas é completamente falso, porque ninguém pode conhecer você — ninguém pode saber quem você é a não ser você mesmo. Tudo o que as pessoas conhecem são aspectos e esses aspectos são muito superficiais. Tudo o que elas conhecem são humores momentâneos; as pessoas não podem entrar no seu âmago. Nem mesmo a pessoa amada pode penetrar no verdadeiro âmago do seu ser. Ali você é completamente só…e somente ali será possível saber quem você é.Qualquer que seja o eu que você tenha criado a partir da opinião dos outros, você deverá deixar para trás” (Osho)
Entenda que nos casos comentados acima nós não possuímos o botão para deixar alguém alegre ou triste, que isso tudo depende mais da vontade e do humor da outra pessoa. Muitas vezes você vai deixar o outro alegre, mas pode ter algumas vezes que o deixará triste, mesmo sem ter essa intenção. Como não temos esse controle, deixe que as coisas se acalmem e que tudo volte ao seu devido lugar. Faça a sua parte ao explicar a sua intenção e ao dizer que sente muito qualquer coisa que tenha causado. Não assuma a culpa por algo, pense no outro lado — tudo o que você acerta e faz de bom, toda a alegria que você proporciona para os outros… E também se permita errar e talvez não ser o bonzinho ou a boazinha que você imaginou poder ser.
Que você não colecione culpas e viva de coração aberto para o que chegar.
Uma vez, em um bar, ela me disse: “Neste mundo existe pessoas inamoráveis, e eu sou uma delas”…
Aquilo me intrigou durante toda a noite, uma palavra fora do dicionário que ela usava para se descrever, e por quê?
Observei-a enquanto ela, tímida, finalizava mais um copo de cerveja. Eu estava com ela havia quatro horas, quatro horas onde conversamos sobre filosofia, arte, astrologia, cinema e viagens…
Quando ela se dirigia ao garçom o bar inteiro parava para vê-la…
Tinha seu carro, sua casa e era do tipo que não dependia de ninguém, então por que pensar assim? Teria ela se fechado?
Ela fez uma cara de entediada e me chamou para caminhar enquanto fumava um cigarro, até a saída sorriu e cumprimentou todo mundo com aquele jeito sapeca de menina do mundo…
Aquilo tudo era muito pequeno e raso para ela, conclui.
Na rua todos passavam apressados, ela se divertia com os animais abandonados, abaixou e entregou sua garrafa de água pro morador da rua, explicou o endereço de uma balada em alemão para um estrangeiro perdido que agradeceu com um sorriso, comprou chicletes de uma criança.
E na minha cabeça só ecoava: “inamorável”.
Foram horas observando aquela garota, até não me aguentar e voltar ao assunto…
Eu queria entender melhor, eu queria uma definição como num dicionário.
Então ela pegou minha mão e me puxou para um bar onde tocava uma banda de rock, ficou em silêncio por longos 30 minutos observando tudo até que disse:
– Olhe ao seu redor, estamos já há um tempo aqui. Durante esse tempo por nós passou uma garota chorando por que seu namorado terminou com ela ontem e hoje já está com outra, pois acredita que pessoas são substituíveis… naquela mesa tem 10 pessoas e elas não conversam entre si, pois estão nos seus smartphones, talvez aquela garota de vermelho seja a mulher da vida do cara de azul, mas ele nunca saberá pois é orgulhoso demais para tentar.
Veja o rapaz de pólo no bar, é o terceiro copo de martini que ele toma olhando pra loira tentando chamar a atenção do vocalista que fingirá que ela não existe por causa da ruiva e da morena que ele pega em dias alternados, e ele não pode ficar mal perante as outras.
Olhe ao seu redor, não fazemos parte disso, não somos rasos; realmente não fazemos parte disso! Entramos sem celular na mão, esperando encontrar pessoas legais, com papos legais, com relações reais e voltamos para casa sozinhos. Somos invisíveis num mundo de status onde as pessoas não vão te querer porque você mora longe ou porque não gostam da sua cor de cabelo ou porque você não curte os beatles, acontece tudo tão rápido que as pessoas estão com preguiça de fazer o mínimo de esforço para conhecer realmente alguém e tudo é medido em likes.
Eu passo por essa legião como um fantasma pois eles estão ocupados demais para ver quem está ao redor enquanto procuram alguém no tinder.
E eu me importo? Não mais. Sou inamorável porque não me importo com nada disso..
Nenhum desses status, não. Não importo em quanto tempo levo para conquistar a pessoa, se ela realmente vale a pena, não me importo se terei que atravessar a cidade para vê-la quando tiver saudades e não me importo se ela me presentear com um ingresso pra ir ver o show dos “beatles” porque é importante para ela, mesmo eu detestando a banda.
Porque eu sou assim, e se antes era o que procurávamos em alguém, hoje em dia somos considerados inamoráveis por manter o coração e a mente aberta.”
Naquele momento eu a entendi, e me apaixonei pelo mundo dela…
A vida é muito curta para estarmos rodeados de pessoas que não acrescentam. Confundimos os likes e as felicidades instantâneas como se fossem provas reais de afeto, quando na verdade elas estão ali por meros instantes. De passagem, ainda teremos muitos rostos para conhecer, tomar uma cerveja e construir conversas. Mas nem todos ficam. Nem todos merecem a nossa dedicação, respeito e carinho. Porque alguns apertos simplesmente não se encaixam e precisamos seguir em frente.
As relações estão mais líquidas e, com elas, precisamos saber analisar quais valem a pena e quais serão merecedoras de nossa atenção. Amizades verdeiras duram sem a necessidade de cobrança. Os julgamentos não são trapaceiros sob a justificativa de sinceridade. E amizade honesta, escuta. Cuida, mas sem opressão. Ela torce, comemora e cai junto com você. Nos amores, o carinho é liberdade. Não há posses entre corações e muito menos discursos egoístas para ver quem vai lançar ao final da discussão um “eu tô certo”. No círculo familiar, laços sanguíneos não serão sustentados a fim de serem muletas emocionais. Família de verdade não encontra inveja ou dissipa disputas e pensamentos levianos. Já no trabalho ou em qualquer outro ambiente profissional, a seriedade e o compromisso permanecem sólidos. Mesmo se deparados com situações que exigem mais da individualidade do que da coletividade.
Mas sabemos que vivemos em tempos difíceis. Reconhecemos que, a partir das muitas expectativas, criamos janelas grandes para decepções. Nem sempre o outro age conforme esperamos, mas está longe de ser utopia querer afastar-se dessa gente sem graça e sem coração.
É bonito ser tolerável e compreensivo em relação às diferenças. Mas é tão válido quanto observar a beleza de ser quem você é e de respeitar o seu próprio viver. Na vida não cabem pessoas mais ou menos. Ou elas acrescentam e somam, ou, sumam. Sem lamentações, mas agradecimentos. Ser seletivo sobre quem nos faz bem não é crime. É direito intransferível.
No mundo de hoje é difícil fazer uma pausa. E não digo uma pausa de 15 minutos para um café. Falo da ruptura de suas tarefas diárias, responsabilidades e pressões do trabalho para desfrutar de um período de férias em alguma ilha tropical ou uma road trip pelos Estados Unidos.
E falando em Estados Unidos, um estudo recente realizado por lá pelo Project Time Off mostrou que os americanos estão optando por trabalharem meses a fio para cumprirem prazos apertados e demonstrarem lealdade à empresa. Seus gerentes apreciam toda essa dedicação ao trabalho e lhes dão alguns tapinhas nas costas enquanto suas mentes e seus corpos clamam por uma ruptura. Cá entre nós, diante da atual situação financeira e política do Brasil, nossa situação é a mesma. Todos querem mostrar trabalho e garantir seu emprego. Mas, isso pode ser perigoso. Outro estudo, chamado 10 YEARS OF AMERICAN VACATIONS: A RETROSPECTIVE LOOK também pode ser consultado.
E como curar essas mentes e corpos que precisam desesperadamente de um afastamento de suas rotinas? Remédios tarja preta? Que nada. Viajando! Viajar pode melhorar sua saúde, aumentar sua criatividade e sua capacidade de ter empatia.
É isso mesmo. Viajar pode afetar positivamente sua capacidade de ser inovador ao mesmo tempo que lhe ajuda contra o stress e a depressão, melhorando sua saúde física e mental.
Viajar aumenta a criatividade
Para a maioria, a criatividade surge através de experiências novas e emocionantes. Meu blog, por exemplo, surgiu depois de uma viagem para a Europa. O livro que estou escrevendo – e ainda não foi lançado porque preciso de uma nova ruptura – também. O problema surge quando a coisa mais excitante do seu dia é o trajeto para o trabalho ou a fofoca do escritório na hora do café. Você está limitando a capacidade da sua mente de se expandir e pensar fora da caixa.
Adam Galinksy, professor e autor, diz que “experiências estrangeiras aumentam a flexibilidade cognitiva e a profundidade de pensamento, além da capacidade de fazer conexões profundas entre coisas diferentes”. Isto significa, basicamente, que novos sons, cheiros e paisagens aceleram as sinapses do cérebro.
Utilizando exemplos brasileiros de empreendedores de destaque nos últimos anos, podemos olhar as biografias de Flávio Augusto da Silva, Bel Pesce e Erico Rocha. Todos tem em comum experiências de vida no exterior. Tais experiências certamente os ajudaram a estabelecer conexões profundas em seus negócios.
Muitos outros criativos, como os escritores Ernest Hemingway e Mark Twain, usaram suas experiências internacionais para esculpirem seus trabalhos. Os romances de Hemingway são fortemente inspirados em seus tempos na França e na Espanha, enquanto Twain documentou suas aventuras pelo Mediterrâneo em seu livro de viagensInnocents Abroad. Essa exposição a novas e diferentes culturas permitiu-lhes escrever alguns dos seus melhores trabalhos.
Viajar para outro país ou mesmo outro estado pode lhe ajudar a abrir sua mente. Você pode experimentar alimentos exóticos, visitar monumentos notáveis, fazer amizade com os moradores locais ou mesmo caminhar através das montanhas.Basta mergulhar em um ambiente diferente por vários dias e deixar seu pensamento livre.Você não será apenas mais criativo, você será mais saudável e mais feliz.
Viajar melhora a sua saúde
Sua saúde mental também desfruta as vantagens de viajar.Uma pesquisa realizada pela Associação de Viagens dos EUA (U.S. Travel Association) descobriu que a viagem, especialmente para os aposentados, evita a demência e o Alzheimer.
O estudo também descobriu que 86% das pessoas que viajam estão mais satisfeitas com a sua visão da vida em comparação com os 75% que não viajam.
Viajar também reforça a sua saúde do coração.O Framingham Heart Study descobriu que aqueles que não tiram férias durante vários anos são mais propensos a sofrer de ataques cardíacos do que aqueles que viajaram anualmente.
Por que isso? Porque aqueles que ficam longe de seus trabalhos e casas são tipicamente menos estressados e menos ansiosos, diminuindo a pressão sobre seus corações.
Viajar te deixa mais feliz e te torna uma pessoa melhor
Um estudo do Centro de Pesquisa Cornell descobriu que as pessoas sentem mais felicidade sabendo que suas férias estão próximas do que comprando algo. Um outro estudo feito por professores da Universidade de Surrey descobriu que as pessoas são mais felizes quando sabem que têm uma viagem chegando. Assim, apenas o ato de planejar uma viagem pode melhorar significativamente o seu bem estar. Imagine, então, viajar de fato?!
Já o Centro de Pesquisa Matheus de Souza (haha, zoeira) descobriu que a convivência com outras culturas pode levar as pessoas a terem mais empatia. Seu “estudo de caso” foi publicado em abril de 2014 neste mesmo blog sob o título de “Estereótipos“.
Ainda que soe piegas, mesmo que pareça papinho de autoajuda, certas pessoas parecem destinadas a se encontrar e se amarem para sempre, ainda que não na primeira vez, pelo menos de uma vez por todas. E, por mais que o tempo passe, por mais que se desencontrem, acabarão se unindo no momento mais propício, quando menos esperarem, porque nada nem ninguém poderá separá-las ali no instante certo. É o destino, é amor verdadeiro.
Quem de nós não conhece algum casal que se reencontrou depois de anos e acabou reatando um relacionamento antigo, ou mesmo pessoas que não estão juntas, mas que sabemos o quanto se amam, torcendo para que reatem? Diversas razões chegam a separar dois destinos que parecem fadados a se unir, mas muitos deles, felizmente, voltam a se fundir, uma ou outra hora.
É claro que temos que fazer a nossa parte nesse contexto todo, dispondo-nos a receber e a dar com entrega e sinceridade, ou tudo se enfraquecerá. A força do amor é avassaladora, mas se esvai a pouco e pouco, quando em terreno arenoso, vazio, incerto e preguiçoso. Sem dedicação, cuidados, carinho e atenção, nada vinga, nada flui, nada sai do lugar.
Além disso, tudo tem sua hora certa, ou seja, as coisas costumam acontecer no momento em que as condições são as mais propícias, para que sejam melhor aproveitadas, para que concorram ao prazer e à felicidade plena. As pessoas que se amam com intensidade e transparência têm tudo para dar certo, a despeito do que e de quem estiver torcendo em seu desfavor. É preciso, sobretudo, mais do que tudo, querer e permanecer.
Algumas vezes, elas se encontram em situações nas quais ainda não estão maduras o suficiente e nem prontas para que possam estender-se além de si e acabam não se permitindo que o amor preencha toda a dimensão necessária. E se perdem um do outro, mas não para sempre. Há quem caminhe por um tempo faltando um pedaço, para que amadureça e se torne capaz de então se aceitar e aceitar o outro, com tudo a que tiver direito.
A vida dá voltas e reviravoltas, vem com força, esmaga sonhos, desmancha ilusões, faz doer, mas ensina, fortalece e traz verdades. E, caso entre as nossas verdades esteja o amor que sentimos, iremos, sim, ficar juntos, porque necessitaremos e lutaremos para ficar com ele, com ela, enfim, com a pessoa que o destino escolheu, com o nosso aval e com a nossa disposição, para ser o amor de nossas vidas.
Histórias de paternidade já costumam me comover por natureza. Talvez isto aconteça porque tenho um pai muito presente e carinhoso, sem o qual não consigo imaginar quem eu seria. Ou talvez porque já vi muita gente sofrer pela ausência física ou emocional de seu pai – e percebi o quanto isso pode ser triste. Mas quando o Yahoo! me pediu para escrever um caso emocionante relacionado à figura paterna fiquei pensando: qual seria a mais bonita história que eu já ouvi? E me veio a ideia de escrever a chegada do meu sobrinho à nossa família: afinal, ele fez do meu irmão caçula, o Beto, um pai. Olha o dia em que eu conheci a figurinha:
E aí, meu irmão topou dividir a história dele aqui com vocês, queridos leitores. Detalhe: o nosso Samuca chegou exatamente no dia dos pais do ano passado, o que deu um novo significado, ainda mais especial, à data.
“Fui pai aos 28 anos, mas de certa forma já fui pai aos 23. O parto de meu filho foi de risco, e levou um pouco mais que nove meses. Mas o mais impressionante foi o fato de que meu filho nasceu com vinte quilos e um metro de altura. Até ele chegar muita gente disse que éramos loucos, que um filho com o peso e a altura dele poderia ser complicado. Meu filho nasceu aos cinco anos, mais forte que um bebê, mas mais indefeso que um bebê. Porque um bebê não tem consciência do que está acontecendo no mundo, e ele sabia exatamente como estavam as coisas. As coisas que todo pai sonha não foram diferentes pelo fato de meu filho ter vindo à (minha) vida pela adoção. Ouvir, pela primeira vez a palavra “pai”, mesmo que ele já soubesse falar tantas coisas mais difíceis, teve a mesma intensidade em meu coração. Pegá-lo no colo, e colocá-lo na cama quando o sono chega, beijar-lhe a testinha e ficar por horas zelando seu sono é a coisa mais gostosa de ser pai. Quando a gente se olha e se identifica, ele, tendo sido gerado por um casal que não conheço, me diz: olha, pai, como a gente é parecido. E as pessoas sempre confirmam esta assustadora semelhança. Quando ele chegou ao nosso mundo, e nós consequentemente chegamos ao dele, muita coisa foi feita em vão. Lembro-me que ao receber a ligação de uma assistente social dizendo que no dia seguinte podíamos ir buscá-lo, para sempre, corri ao mercado e comprei estoques de comida. Quem visse o carrinho logo pensaria que a terceira guerra mundial estava por vir. Como você recebe pra sempre em casa uma pessoa que não conhece?! Não sabe o que ela gosta de comer, de vestir, como dorme… Então era preciso ser rápido e deixar todas as possibilidades à mão. Mas, na chegada, ele queria tomar café e comer um bolo de fubá. Eram as únicas coisas que não tínhamos. Eu ali, querendo ser herói, e no primeiro pedido do meu filho tive que dizer que não podia resolver. Claro. Saí de casa e comprei os ingredientes. Mas nesta volta do mercado é que me dei conta disso… ser pai é justamente isso. É tentar oferecer tudo que julga ser melhor, e, tão difícil quanto, muitas vezes dizer “não posso, filho!”. A mãe é fundamental na vida de uma criança. Mas a mãe pode ser o pai, ou um dos pais, ou a avó. Seja quem for. A figura que a mãe representa é que é importante, o afeto que está ali em todas as horas, a paciência. O pai, por sua vez, que também pode ser a mãe, ou uma das mães, ou o avô, ou qualquer outra pessoa, quando empoderado da figura paterna, é a segurança dos medos, a força física que sustenta, o porto seguro quando lá dentro tudo é tempestade. Como pai do Samuel, eu espero e só quero que meu filho seja um homem de bem, e feliz. Tal como meu pai quis que eu fosse. Eu quero ser o exemplo das coisas boas que posso fazer, e quero ser o exemplo das coisas que não consegui fazer e quero que meu filho faça. Eu quero que ele seja o espelho do espelho que sou eu, e como já disse João Nogueira, o meu medo maior é o espelho se quebrar. Meu filho é dono da casa, dos bichos que temos, dos nossos planos, das nossas vidas. É ele quem nos ensina todos os dias que não temos alternativa: temos que encarar tudo que pintar, porque agora somos responsáveis por uma vida no mundo. Ser pai não é ter feito um filho, mas é ter um filho. A adoção me tornou pai. Eu adotei o Samuel e, mais que isso, o Samuel me adotou como pai. As pessoas ainda vêem um pouco de tabu, mas hoje quando perguntam se ele é meu filho de coração, como quem entende tudo sobre o mundo, ele responde (e cala quem perguntou): – Claro! Se não for de coração, não tem família. Né, pai?!”
Ahhhh, sim, é verdade que ninguém é perfeito, que tem dias que a gente acorda de “ovo virado” e nem a gente se aguenta. Também é verdade que a gente costuma ser mais benevolente em relação aos próprios defeitos e muito mais críticos com os outros. Inclusive, não deixa de ser verdade que cada um é que sabe onde é que aperta o próprio sapato e que é muito fácil cair na tentação de sair julgando os outros por aí.
Mas, tirando de lado o fato de que somos todos imperfeitos e cheios de manias e chatices, existe um tipo de pessoa que capricha na necessidade de se sentir sempre o pior, o mais injustiçado, o pobre coitado, a eterna vítima do destino. E é claro que eu não estou falando aqui de nenhuma patologia ou transtorno de humor, caso contrário estaria obviamente sendo irresponsável, injusta e desumana.
O que proponho aqui é uma reflexão acerca dos comportamentos de queixa eterna, que se não houver algum cuidado ou vigilância, acabam virando uma coisa crônica. A pessoa simplesmente adquire uma espécie de postura rebaixada diante da vida e termina se acostumando a ficar nesse lugar, onde o risco de ser exigido é menor; mas também é menor a chance de viver coisas maravilhosas e novas, e diferentes, e desafiadoras.
O “coitado de mim” crônico, tem dificuldades para perceber quando a tragédia atinge outro lugar que não seja o buraco do seu umbigo, ou o topo da sua cabeça que vive coroada com uma nuvem escura de propriedade particular. O queixoso contumaz vê maldade onde não tem, não suporta deixar de ser o centro das atenções e tem absoluta certeza que você tem obrigação de estar disponível para ele no exato momento em que ele acha correto e justo.
Gente que vive de cultuar a própria vida como se fosse um drama eterno, como se tudo nesse mundo conspirasse secretamente para sacaneá-lo, como se as dificuldades fossem apenas direcionadas a ele, como se ninguém nesse imenso mundo fosse capaz de entendê-lo, nunca, e o fizesse de propósito, gente assim é, na verdade, um verdadeiro buraco negro que vai sugar você dia após dia, até que não sobre nada entre vocês.
E no fundo, a gente percebe quando está embarcando numa relação que de saudável não tem nada. A gente sabe quando está sendo usado, abusado e explorado. A gente sabe que vem sucumbindo a pequenas e mesquinhas chantagens emocionais e que o único jeito de acabar com isso é colocando um definitivo e explícito ponto final. E, a gente precisa parar de carregar para dentro da gente o peso do outro, como se isso fosse normal, ou esperado ou fosse desumano não o fazer.
Se você estiver lidando com “gente buraco negro”, é preciso saber, quanto mais tempo você demorar para colocar limites, mais difícil será ter a sua vida de volta. Sim, porque quando menos você esperar, estará no fundo do buraco junto com o vampiro de emoções. E, claro que vai chover gente esperneando e dizendo que eu estou incentivando as pessoas a serem egoístas, individualistas e sabe-se lá mais o quê. Paciência!
Esse texto aqui, especificamente, é uma licença de alforria àqueles que vem sendo feitos de depósito de lixo mental e emocional alheios, àqueles que estão exaustos porque por mais que façam, nunca é o suficiente. Esse texto é para dizer o seguinte: essa situação só vai continuar se você permitir. Quer esteja você no lado do que abusa ou no lado de quem é abusado, quem tem que assumir a gravidade da situação e agir para transformá-la é você!
Uma criança não nasce para ficar quieta, para não tocar nas coisas, ser paciente ou entreter-se. Uma criança não nasce para ficar sentada a ver TV ou a jogar no tablet. Uma criança não quer ficar quieta o tempo todo.
Crianças precisam se mover, navegar, procurar notícias, criar aventuras e descobrir o mundo ao seu redor. Elas estão aprender, são esponjas, jogadores natos, caçadores de tesouros.
Elas são livres, almas puras que buscam a voar, não ficar de lado. Não as façamos escravas da vida adulta, da pressa e falta de imaginação dos mais velhos.
Não as apressemos em nosso mundo de desencanto. Impulsionemos o seu sentimento de maravilha, garantindo-lhes uma vida emocional, social e cognitiva rica em conteúdo, perfume das flores, expressão sensorial, felicidade e conhecimento.
O que acontece no cérebro de uma criança quando brinca?
Os benefícios das brincadeiras para as crianças estão presentes em todos os níveis (fisiológicos-emocionais, comportamentais e cognitivos), isso não é um mistério. Na verdade, podemos falar de múltiplas repercussões:
Regula o humor e ansiedade.
Promove atenção, aprendizagem e memória.
Reduz o stress, favorecendo a calma neuronal, bem-estar e felicidade.
Amplia a sua motivação física, graças à qual os músculos reagem impulsionando-as a brincar.
Tudo isso promove um estado ótimo de imaginação e criatividade, ajudando-as a apreciar a fantasia do que as rodeia.
A sociedade tem alimentado a hiperpaternalidade, que é a obsessão dos pais para que seus filhos tenham habilidades específicas para assegurar uma boa profissão no futuro. Esquecemo-nos, como sociedade e como educadores, que o valor das crianças não é definido por uma nota na escola e que com os esforços para priorizar os resultados, negligenciamos as habilidades para a vida.
“O valor das nossas crianças é que desde pequenas precisam que as amemos de forma independente, elas não são definidas pelas suas realizações ou fracassos, mas por serem elas mesmas, únicas por natureza. Quando somos crianças, não somos responsáveis por aquilo que recebemos na infância, mas, quando adultos, somos inteiramente responsáveis por corrigi-lo.”
Simplificar a infância, educar bem
Dizemos sempre que cada pessoa é única, mas temos isso pouco interiorizado. Isso reflecte-se num simples facto: estabelecer um conjunto de regras para educar todos os nossos filhos.
Na verdade, esse é um equívoco generalizado que não é de todo coerente com o que acreditamos ser claro (que cada pessoa é única). Portanto, não é de se estranhar que a confluência de nossas crenças e ações resultem em confusão na criança.
Por outro lado, como afirma Kim Payne, professor e conselheiro estadunidense, estamos criando nossas crianças com excesso de quatro pilares:
Muita informação.
Muitas coisas.
Muitas opções.
Muita velocidade.
Impedimo-las de explorar, refletir ou aliviar as tensões que acompanham a vida quotidiana. Enchemo-las de tecnologia, brinquedos e atividades escolares e extracurriculares, distorcemos a infância e, o que é pior, impedimo-las de brincar e se desenvolver.
Hoje em dia as crianças passam menos tempo ao ar livre do que as pessoas que estão na prisão. Por quê? Porque nós as mantemos “entretidas e ocupadas” em outras atividades que acreditamos mais necessárias, tentando fazer com que permaneçam imaculadas e sem manchas nas roupas. Isto é intolerável e, acima de tudo, extremamente preocupante. Consideremos algumas razões pelas quais devemos mudar isso …
Higiene excessiva aumenta a probabilidade de que as crianças desenvolvam alergias, como mostra um estudo do Hospital de Gotemburgo, Suécia.
Não lhes permitimos desfrutar do ar livre é uma tortura que limita seu desenvolvimento potencial criativo.
Mantê-las “agarradas” ao telemóvel, tablet, computador ou televisão é altamente prejudicial para nível fisiológico, emocional, cognitivo e comportamental.
Poderíamos continuar, mas neste momento a maioria de nós já encontrou inúmeras razões pelas quais está destruindo a magia da infância. Como o educador Francesco Tonucci diz:
“A experiência das crianças deveria ser o alimento da escola: sua vida, suas surpresas e descobertas. O meu professor fazia-nos sempre esvaziar os bolsos na sala de aula, porque estavam cheios de testemunhas do mundo exterior: bichos, cordas, cartas… Bem, hoje devem fazer o oposto, pedir às crianças para mostrarem o que carregam em seus bolsos. Desta forma, a escola se abriria para a vida, recebendo as crianças com os seus conhecimentos e trabalhando em torno deles “.
Esta certamente é uma maneira muito mais saudável de trabalhar com elas, educá-las e assegurar o seu sucesso. Se esquecermos isso em algum momento, devemos ter bem presente o seguinte: “Se as crianças não precisam de um banho urgente, não brincaram o suficiente.” Esta é a premissa fundamental de uma boa educação.
Joe Webb é um artista gráfico inglês que, cansado da dependência tecnológica, voltou-se para a arte da colagem, uma técnica que ele descreve como “mais imediata e gráfica do que a pintura”.
Ávido colecionador de revistas antigas e artigos impressos, Webb utiliza recortes de material original esquecidos em sebos e livrarias para criar justaposições surreais, feitas à mão.
Combinando apenas dois elementos em cada peça a fim de reinventar o cenário inicial e criar uma narrativa, o trabalho de Webb lembra um pouco a arte surrealista de Tanguy e Magritte que, inclusive, são influências diretas para suas composições.
Webb coleta imagens antigas e faz edições nelas, transformando uma figura original em algo novo, particularmente surreal e com mensagens sociais impactantes.
O inglês começou a fazer essas colagens simples há muitos anos, quando trabalhava como artista gráfico em computadores. Hoje um crítico ferrenho da tecnologia, ele procura se manter fora das redes sociais o máximo de tempo possível.
Em seu site, ele escreveu o seguinte: “Acho que me tornei bastante anti-tecnológico, embora eu agora promova minha arte em sites, tenha um iPhone e perfil no Facebook. É confuso, mas eu gostaria de ter nascido há 100 anos”.
As colagens cínicas de Webb são feitas em seu estúdio, que fica no distrito de East Sussex. Milhares de pessoas visitam seu portfólio. O artista tem vendido sua arte para diversas galerias e revistas. Suas colagens e gravuras podem ser encontradas na galeria Saatchi, em Londres, e na revista Another Magazine, por exemplo.
Essas imagens de Webb fazem com que os observadores viajem para a década de 1950, quando o estilo vintage estava na moda. As colagens do artista parecem anúncios publicitários comuns daquela época.
Usando técnicas de impressão meticulosas, Webb explora problemas universais crônicos. Seu foco é a interação do homem com o meio ambiente.
Em suas colagens, o artista inglês aborda temas como guerra, aquecimento global, miséria, fome, desigualdade social e exploração trabalhista.
A palavra “vida” é um substantivo com vários adjetivos. Alguns deles somos nós que determinamos: ela pode ser linda, incrível, bem aproveitada, apaixonante, feliz… Outros, são característicos e inalteráveis, funcionam igualmente para todas as pessoas. Um exemplo: a vida é curta. Curta, mas não insuficiente. Temos tempo o bastante para construirmos e vivermos uma vida que vale a pena.
É nessa hora que você diz: “mas eu não consigo encontrar tempo para nada!”. Tem razão. Tempo não se encontra, se cria. E se você não pretende se dar ao trabalho de criar tempo para viver a sua vida da forma que te faz feliz, qual a razão de viver? Se essa pergunta te toca e faz você sentir que precisa criar mais tempo para investir em sua felicidade, comece com o seguinte:
1) Dedicar-se ao que você ama
Este é o primeiro item da lista porque ele é, definitivamente, o mais importante. O que é realmente importante para você? Sua família, seus amigos, seu animal de estimação, sua casa, um grande projeto, seu hobby, algo que esteja tentando aprender, um objetivo… O que você ama de verdade? Tudo bem não amar todas as atividades que você faz (ninguém ama pagar contas, ir ao médico, acordar cedo…), mas não está tudo bem se você nunca tem tempo para aquilo que ama.
2) Planejar sua vida
É claro que muitas coisas boas surgem sem planejamento, de surpresa. Mas jogar a vida ao vento e esperar que ela te surpreenda trazendo tudo o que você sonha, sem tomar nenhuma atitude e fazer escolhas não é uma boa ideia. Tão importante quanto saber o que você quer é ter tempo para pensar em seus planos de ação. Ao contrário do que muitos pensam, planejamento não é perda de tempo. Quando você se planeja as coisas ficam mais claras, organizadas e possíveis. Fazer um planejamento é também uma ótima forma de encontrar motivação. Crie algum tempo para se planejar e vai ficar mais fácil partir para a realização.
3) Conectar-se às pessoas (não na internet!)
É muito importante saber ser feliz quando você está sozinho, mas isso não significa que isolar-se do mundo seja o ideal. Vivemos em sociedade e somos seres que precisam se relacionar com outros. É essencial para a felicidade compartilhar momentos, experiências e aprendizados e nós precisamos das outras pessoas para conversar, rir, desabafar, ter companhia… Sei que tudo isso pode ser feito pelo Whatsapp, mas nada se compara à conexão da presença. Comece a criar algum tempo para estar com sua família e amigos e você vai conseguir perceber por si só como isso é importante.
4) Olhar para dentro si
Ter consciência de suas emoções, sentimentos e desejos, sejam eles positivos ou negativos, bons ou ruins é, com certeza, a parte mais importante do autoconhecimento. Mas como chegar a uma conclusão certa sobre tudo isso? É simples, mas requer tempo para se dedicar a refletir e ser honesto com você mesmo. Desligue-se do mundo externo por algum tempo e olhe para si. Pergunte-se: eu estou bem? Qual emoção predomina em mim neste momento? Por que? O que fiz para estar assim? Estou no caminho certo ou preciso mudar algo? O que posso fazer agora? Parece simples demais, mas raramente nos damos tempo para fazer isso, e depois dizemos que não sabemos como buscar autoconhecimento. Arrume um tempo e comece por aí.
5) Ter momentos de paz
Viver 24 horas por dia, sete dias por semana, 30 dias por mês envolvido com obrigações e atividades estressantes, e não ter nem um tempinho para relaxar e descansar a cabeça deixa qualquer um infeliz. É importante ter alguns momentos de desaceleração e reenergização todos os dias, senão a mente e o corpo não aguentam. Pelo menos uma vez por dia, apenas pare e faça algo que dê paz para o seu coração. Descubra o que funciona para você. Pode ser ficar em silêncio, deitar no escuro por alguns minutos, meditar, fazer yoga, caminhar, praticar um esporte, dançar, cozinhar… Encontre algo que te faça bem e coloque em prática.
6) Pensar
Acalmar a mente e diminuir os pensamentos é necessário, mas pensar também pode nos fazer muito bem. Quando bem usado, o pensamento tem poderes maravilhosos de melhorar a nossa vida e as nossas emoções. Sempre que tiver algum tempo livre e quiser refletir, faça isso de forma que te traga algum bem. Agradeça pelas coisas boas de sua vida, resgate boas memórias, pense em seus planos e sonhos, pratique pensamentos positivos… o que você quiser. Lembre-se: o pensamento tem poder. Vale a pena investir algum tempo para usá-lo a seu favor.
7) Fazer o que quiser
Sabe aquelas vontades que dão de vez em quando, e você não sabe de onde vêm, mas gostaria de realizar? De ver o seu filme favorito pela milionésima vez, de organizar suas coisas, de dar uma volta por aí, ouvir música, plantar bananeira, fotografar seu cachorro, desenhar, andar de patins, preparar brigadeiro… podem ser coisas bobas mesmo, mas é importante ter tempo para aproveitar a liberdade de escolher qualquer coisa para fazer, sem se preocupar com nada, só em ser feliz. Esse tempo dedicado às nossas vontades acabam muitas vezes sendo deixados em segundo plano, mas são importantes para que a felicidade das pequenas coisas esteja sempre presente.
8) Entretenimento enriquecedor
Conhecimento, aprendizado e crescimento são coisas que todas as pessoas passam a vida em busca, até mesmo os mais desinteressados. Atividades que expandam a mente e aumentem a cultura e o conhecimento são coisas que devemos fazer com o máximo de frequência possível. Se só pensar nisso não te dá vontade de criar tempo para enriquecer seus conhecimentos, pense na possibilidade de fazer isso com atividades que te dão prazer. Ler é uma delas, mas não é a única. Você pode assistir a filmes, séries e documentários de assuntos que acha interessantes, ir ao teatro, jogar um jogo ou ter experiências na prática. Arrume tempo e use a criatividade para se divertir e aprender.
9) Tentar coisas novas
É claro que não há nada de errado em voltar várias vezes no seu restaurante favorito, repetir uma viagem que você amou ou gostar muito de ir a um mesmo lugar, mas experimentar coisas novas também é muito bom! Não seja apegado àquilo que você já conhece por medo de errar em novas tentativas. Vá sim muitas vezes aos lugares que gosta e faça de novo aquilo que você adorou fazer, mas invista tempo também em novidades. Sempre haverá coisas para você descobrir e dentro de você sempre há espaço para gostar de coisas novas. Não use todo o seu tempo dentro da sua zona de conforto, vá passear e se divertir fora dela também!
10) Realizar
Sonhar e planejar é muito bom, mas pode ser melhor ainda se incluirmos ação. Precisamos criar tempo para realizar nossos desejos e sonhos. Mesmo que não seja o quanto gostaria, o pouco que conseguir é muito precioso. Tempo, aliás, é o nosso bem mais valioso, portanto, quando usá-lo para algo que importa para você (e eu acredito que seus sonhos importem muito) dê tudo de si, faça com amor. Não deixe que seus objetivos parem antes da ação, encontre tempo para agir por eles. Dez minutos de dedicação por dia é muito mais do que nada.
Se há uma tarefa terrível, é a de aturar um mal humorado permanente, o que crê que a vida está sempre lhe devendo algo, que está dispensado de utilizar modos e comportamentos educados.
De primeira, a gente pondera, tira algumas conclusões, imagina alguma dureza que a pessoa passou ou está passando, e releva. E aí, toma outra patada, daquelas de ficar rodando até enjoar. O bico do sisudo começa a perder a graça.
O mal humorado é um sujeito que está se lixando para o mundo a sua volta. O mundo dele está desconjuntado e ele não quer nem saber se esbarrou, derrubou ou chutou o direito do outro de ser tratado com cortesia e cordialidade.
Ser contrariado e continuar de boa é um talento difícil de cultivar, mas muito gratificante.
Delícia é ver que o mau humorado é a outra parte. Melhor deixá-lo com seu drink de vinagre e resmungo infeliz.
Ruim, ruim mesmo é quando o mau humor contamina e passa. Aí chega a doer, porque ele vem com tudo, e traz de rodo todas as situações aturadas, toda a paciência dispensada, todos os foras e malcriações escutados. E quando esse bicho pega, ele gruda.
Desfazer um humor enfezado é difícil, é como se limpar de um óleo seboso que não quer desgrudar.
Melhor prevenir, sempre. Convidar a passar, abrir o caminho, estender o tapete, retribuir com um sorrisinho, mesmo que amarelo. Deixar o sujeito fazer o discurso da razão odiosa, xingar, espernear, rebolar, se exaurir. No meio do silêncio feito para o show de amargor, tem até chance de ele perceber o quanto está sendo inconveniente. E isso vai gerar mais mau humor ainda, mas é o processo.
Mas, e essa é a grande esperança, em algum momento ele vai se tocar, vai enxergar, vai ponderar. Se vai mudar, não tenho a menor ideia. Mas, me afogar na piscina de visgo, isso ele não vai!