Não explique demais. Tem gente que vai entender tudo errado de qualquer jeito.

Não explique demais. Tem gente que vai entender tudo errado de qualquer jeito.

Paciência. Por mais que a gente explique, tem coisa que nunca ninguém vai entender como deve. Fazer o quê? É da vida, esse longo e infinito exercício de paciência.

Haja serenidade para dizer sem ser ouvido e ouvir sem ter pedido. Tem coisa e tem gente que não merecem um segundo de atenção. Você tenta facilitar e tem sempre alguém pronto a tornar a vida mais difícil. A gente esclarece, elucida, dá exemplo, faz desenho e de nada adianta.

Explane, relate, explicite. Sempre haverá uma alma disposta a compreender o que quiser, a interpretar como bem entender o que você disse e chegar a uma conclusão completamente diversa da que você pretendia. Então, explicar de novo para quê? Diga uma vez e deixe o outro deduzir como preferir. A vida é muito curta para explicações tão longas.

Verdade é que bons ouvintes dispensam justificativas. Além do mais, se você precisa mesmo justificar o que disse ou o que fez, talvez não devesse ter dito ou ter feito, né? Nesse caso, melhor que explicar é reconhecer, assumir, pedir desculpas. Mas essa é outra história.

É que tempo a gente não devia perder à toa, sabe? Tempo a gente vive. E eu não quero viver o meu explicando nada a quem não vai entender mesmo. Aliás, eu acho até que quem sempre espera se fazer entender, quem pretende a todo tempo ser compreendido precisa de ajuda médica. É alguém que padece de uma perigosa pretensão infantil.

Assim é desde sempre. Entre os filhos e seus pais, entre amigos e entre amantes, chefes e subordinados, sócios e adversários, nos casais, nas famílias, nas empresas e nas escolas, em casa, na rua e em tudo quanto há, nem sempre somos todos compreendidos como desejamos.

Quem ouve quase sempre há de ouvir apenas o que lhe satisfizer. De tudo o que lhe for dito, entenderá o que lhe parecer conveniente. Explicar demais, então, é inútil e contraproducente. Se for mesmo indispensável apresentar álibis e provas, arrolar testemunhas e convencer alguém de que você é inocente, contrate um advogado. Nos outros casos, vire a página, passe adiante e siga em frente. Por mais que você explique certo, alguém sempre vai insistir em entender tudo errado.

40 frases inspiradoras de escritores renomados

40 frases inspiradoras de escritores renomados

A tarefa de um escritor se desenrola com mais facilidade quando existe uma ou mais fontes de inspiração das quais ele pode utilizar.

Escritores precisam beber constantemente das fontes de inspiração para inspirar. Como diz o escritor americano Stephen King, “essa água é de graça, então beba-a”.

Existem dois tipos básicos de inspiração: externa, que vem por meio de livros, artes ou quaisquer outras referências de conteúdo; e interna, que flui naturalmente a partir da observação, criatividade e imaginação.

A inspiração interna depende não só de inteligência, mas também de senso crítico, boa linguagem e capacidade de compreender pessoas, interpretar emoções e associar coisas. A inspiração externa é igualmente importante, dependendo dos aprendizados conquistados.

Escritores veteranos necessitam de inspiração externa tanto quanto os escritores iniciantes, pois uma bagagem intelectual consistente só pode ser adquirida com muito estudo, conhecimento e a devida experiência.

Ao longo da história, inúmeros escritores consagrados deixaram sua marca no mundo e possibilitaram que gerações subsequentes de leitores aproveitassem seus trabalhos para diferentes fins, inclusive o de escrever.

Esses profissionais da literatura desenvolveram, cada um à sua maneira, um estilo de trabalho peculiar que incentiva outros escritores a desnudar sua própria personalidade de escrita.

Talvez por seu jeito autêntico de escrever, por suas obras literárias grandiosas e pelo significado que têm para muitos leitores, esses escritores renomados costumam ser lembrados de uma forma ou outra.

Nessa lista de frases a seguir, faltou a presença de centenas (senão milhares) de escritores que mereciam ter sido citados, mas não foram, porque a amostra aqui é pequena e os créditos são limitados.

Não só para escritores, mas também para atender a uma demanda popular de leitores, aqui estão 40 frases inspiradoras de escritores renomados como, por exemplo, Stephen King, George R.R. Martin, J.K. Rowling, J.R.R. Tolkien, Ernest Hemingway, Charles Bukowski e George Orwell.

1. Stephen King

“Escrever não é sobre ganhar dinheiro, ficar famoso, conseguir encontros, transar ou fazer amigos. Escrever é magia, tal como é a água da vida ou qualquer outra arte criativa. Essa água é de graça, então beba-a.”

2. J.K. Rowling

“Palavras são nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de ferir e de curar.”

3. George R.R. Martin

“Todo voo começa com uma queda.”

4. J.R.R. Tolkien

“Nem todos que vagam estão perdidos.”

5. Friedrich Nietzsche

“O destino dos homens é feito de momentos felizes, não de épocas felizes.”

6. George Orwell

“A escrita não é um negócio sério. É uma alegria e uma celebração. Você deve estar se divertindo com isto.”

7. Oscar Wilde

“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.”

8. Dan Brown

“Às vezes, basta uma pequena mudança de perspectiva para vermos algo familiar a uma luz completamente diferente.”

9. Charles Dickens

“O coração humano tem cordas que é melhor não tocar.”

10. Malcolm Gladwell

“Quem nós somos não pode ser separado de onde viemos.”

11. Edgar Allan Poe

“Aqueles que sonham acordados têm consciência de mil coisas que escapam aos que apenas sonham adormecidos.”

12. Scott Fitzgerald

“Nada tão bom não é difícil.”

13. Charles Bukowski

“Escrever é como ir para a cama com uma linda mulher.”

14. Søren Kierkegaard

“A decepção mais comum é não podermos ser nós próprios, mas a forma mais profunda de decepção é escolhermos ser outro antes de nós próprios.”

15. Viktor Frankl

“A tentativa de desenvolver um senso de humor e ver as coisas sob uma luz bem-humorada é algum tipo de truque aprendido ao se dominar a arte de viver.”

16. Mark Twain

“Daqui a alguns anos, você estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte as amarras. Afaste-se do porto seguro. Agarre o vento em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.”

17. Isabel Allende

“Mostre-se, mostre-se, mostre-se e, depois de um tempo, a musa aparecerá, também.”

18. Confúcio

“A única maneira de não cometer erros é fazendo nada. Este, no entanto, é certamente um dos maiores erros que se poderia cometer em toda uma existência.”

19. Henry Miller

“Trabalhe em uma coisa de cada vez até terminá-la. Não fique nervoso. Trabalhe com calma, alegremente e de forma prudente sobre o que estiver na mão. Plante uma semente a cada dia, em vez de adicionar fertilizantes.”

20. Sun Tzu

“As oportunidades multiplicam-se à medida que são agarradas.”

21. Nicolau Maquiavel

“Todos veem o que você parece ser, mas poucos sabem o que você realmente é.”

22. Leandro Karnal

“Ser louco é a única possibilidade de ser sadio nesse mundo doente.”

23. Zadie Smith

“Evite seus pontos fracos, mas faça isso sem dizer a você mesmo o que não pode ou não deve fazer. Não mascare autodúvida com desprezo.”

24. John Steinback

“Abandone a ideia de que você está cada vez mais terminando algo.”

25. E.B. White

“Escritores não se limitam a refletir e interpretar a vida: eles informam e moldam-na.”

26. Ernest Hemingway

“Como escritor, você não deve julgar. Você deve compreender.”

27. Mary Gordon

“Enquanto exaustivamente nos perdemos nos vórtices de nossos próprios inventos, nós desabitamos o mundo corpóreo.”

28. Mário Sérgio Cortella

“A tragédia não é quando um homem morre. A tragédia é o que morre dentro de um homem quando ele está vivo.”

29. Zygmunt Bauman

“A vida é muito maior que a soma de seus momentos.”

30. Immanuel Kant

“Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço.”

31. Jack Kerouac

“A beleza das coisas deve ser que elas tenham um fim.”

32. William Faulkner

“Nada pode destruir o bom escritor, exceto a morte.”

33. Vladimir Nabokov

“Entre o lobo na grama alta e o lobo em uma grande história, há um intermediário. Esse intermediário, esse prisma, é a arte da literatura.”

34. Bertrand Russell

“Não possuir algumas das coisas que desejamos é parte indispensável da felicidade.”

35. William Shakespeare

“Nem palavras duras e olhares severos devem afugentar quem ama; as rosas têm espinhos e, no entanto, colhem-se.”

36. Marilynne Robinson

“Nós somos parte de um mistério esplêndido dentro do qual precisamos tentar nos orientar, se quisermos ter um senso da nossa própria natureza.”

37. Gabriel Garcia Márquez

“Se você quiser ser um escritor, deve ser um dos bons. Afinal de contas, existem melhores maneiras de morrer de fome.”

38. Lewis Carroll

“A única forma de chegar ao impossível é acreditar que é possível.”

39. Umberto Eco

“Nem todas as verdades são para todos os ouvidos.”

40. Fiodor Dostoievski

“O segredo da existência não consiste somente em viver, mas em saber para que se vive.

 

Você tem um plano D?

Você tem um plano D?

Toda época cria seus deuses, ideologias, crenças, manias. Teve época em quase todos os homens usavam chapéus. Época em que o diabo estava dentro, outra em que estava fora de nós. Época em que comer manga com leite matava e fumar era elegante.

Cada época também tem palavras e expressões próprias. Por exemplo, soa velho falarmos progresso, rodoviária, vitrola, grupo escolar, caixinha de música, virilidade, long-player, esposo, domar a natureza.

Hoje estão na crista da onda, no último furo: sustentabilidade, transparência, terminal, celular, mídia digital, link, conectividade, genoma, transgênico, transgênero, planejamento.

Este último, aliás, ocupa lugar de honra na vida contemporânea. Somos estimulados a planejar tudo, até o erro. Há de pôr no Excel gráficos de desejos e tabelas de estratégias.

Nos encorajamos a pensar em planos, etiquetados com as letras A, B e C. Sendo que o Plano A é o mais fácil de sonhar e o mais difícil de realizar. Ele responde àquela pergunta: O que você quer ser quando crescer?

Ok. Se você respondeu astronauta prepare-se para ter um Plano B. Algo que seja similar, parecido, genérico. Que tal piloto de avião? Ou astrônomo? Pois, cá para nós, quantas naves espaciais transitam pelos céus?

Se respondeu a mais bem sucedida top model do mundo comece a avizinhar-se do picadeiro real. Esse é cheio de obstáculos, ciladas, conflitos, indiferenças. Fique preparada para redesenhar seu sonho. Ou até mesmo a redimensioná-lo.

O Plano B deveria ser item obrigatório nas nossas vidas. Ele é uma espécie de âncora. Não realiza a grande viagem, mas também não nos tira do mar. De alguma maneira nos deixa ver o horizonte.

E se âncora se despregar do barco? Aí entra o Plano C. A terceira tentativa de se manter fiel ao desejo íntimo. Quando acionamos o Plano C nem nos lembramos mais do A. Oh, vida!

Mas o Plano C é o mais gracioso de todos. É quando nem você e nem os outros esperam muita coisa de você. Então estamos aptos a abandonar gráficos e tabelas. Livres para navegar possibilidades sem fim. Sem medo algum de se arriscar num grande Plano D.

Série ilustrada retrata palavras intraduzíveis sobre amor

Série ilustrada retrata palavras intraduzíveis sobre amor

Emma Block, ilustradora britânica, conseguiu retratar o amor em seus desenhos. São palavras inexplicáveis de diferentes línguas do mundo.

Com sua série ilustrada “Untranslatable Love Words” ela explicou muitos dos sentimentos dos apaixonados.

Você conseguiria traduzir o famoso CAFUNÉ para alguém de outro país? Esse é o intuito da artista.

Confira e se apaixone:

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O sentimento de saudade quando está longe da pessoa amada, pode ser explicado pela palavra ‘dor’, em Romeno.

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Deslizar os dedos no cabelo de quem você ama, o ‘cafuné’ em Português.

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O orgulho que você sente quando amado por alguém, ‘naz’ em Urdu.

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Alguém que só tem um amor em sua vida, ‘odnoliub’ em Russo.

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A promessa de um amor eterno, ‘hai shi shan meng’ em Chinês.

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A força que nos une, ‘yuanfen’ em Chinês.

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Encostar suavemente a ponta de seu nariz no pescoço da pessoa amada, ‘cheiro no cangote’ em Português.

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O sentimento de alegria quando você se reencontra com a pessoa amada após uma longa separação, ‘retrouvailles’ em Francês.

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A falta de apetite quando estamos apaixonados, ‘manabamáte’ em Rapanui.

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A troca de olhares entre duas pessoas tímidas o bastante para não tomarem iniciativa, ‘mamihlapinatapei’ em Yagan.

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Quando você conhece alguém por quem você sabe que é destinado a se apaixonar, ‘koi no yokan’ em Japonês.

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Uma flechada de amor à primeira vista, ‘flechazo’ em Espanhol.

Não se leve tão a sério! Ironize-se.

Não se leve tão a sério! Ironize-se.

Não leve a vida tão a sério que isso pode fazer desandar a massa dos dias.

Pode ser que fique difícil de acordar de manhã com a chatice do despertador, pode ser que vire um porre ver a própria expressão sisuda e grave num espelho que não sabe fazer piadas. Pode ser que suportar a própria companhia vire um fardo.

Não leve a vida tão a sério, dê risadas das pequenas tragédias, deboche com coragem, ironize os dramas. Há sempre um lado cômico nesse monte de merda a sua volta. Veja que essa postura ereta, esse nariz empinado, esse andar apressado transformam sua vida num roteiro cinza e fastidioso.

Não se leve tão a sério, se permita brincar, rir da própria cara, com amor, mas com senso de humor. O papel de vítima é fácil, mas é tão manjado, já nem chama mais a atenção, se era essa a sua secreta intenção. Antes de reclamar do sapato, tire-o, antes falar mau de tudo e todos, olhe-se, antes de listar tudo que te pesa, dê uma risada alta, sem razão.

Melhor ser um palhaço, explorar as próprias dores como uma piada, melhor contar as próprias desgraças pela veia cômica. Debochar do absurdo. Porque a mesma coisa que te fez chorar pode ser um bom assunto para uma mesa de bar. Porque o legal de se ferrar é ter a cara lavada para contar e chocar essa gente parca.

É muito bom vestir as carapuças escancaradamente, e assim, sem querer querendo, convidar as pessoas a despirem as próprias máscaras. O mundo está precisando de gente que explora e expõe isso que é chamado do nosso lado ridículo.

Que esse baile de gala dos sérios é muito sem expressão e causa no mínimo bocejos.

Admiro mesmo o sarcástico, o irônico e o debochado. Quem não passa pela vida ileso.

A gente já sabe falar mal de todo mundo tirando sarro, do governo ao companheiro de trabalho, está na hora de fazer o mesmo consigo mesmo.

E isso não é auto-bulling, é tirar o peso. É levar a vida numa leve.

Experimente rir de si mesmo. Pode salvar uma alma!

“Solitude”: quando somos a nossa melhor companhia

“Solitude”: quando somos a nossa melhor companhia

Quando somos a nossa melhor companhia, não nos sentimos vazios, tampouco desesperados por ter alguém ao nosso lado, custe o que custar, pois nos tornamos resistentes ao que é fraco, insosso, falso, ao que faz mal.

Estamos vivendo a era da solidão, em que as relações virtuais imperam, ao lado da desconfiança do outro, em vista da competitividade que permeia todos os setores de nossas vidas. Para não fugir ao chavão que caracteriza as relações sociais contemporâneas, somos solitários em meio a multidões.

Cada vez mais ansiosos por consumir e por obter os bens materiais que nos conferem status e sucesso, aumentamos nossos horários de trabalho para além do saudável, acumulando serviços e subjugando nossa rotina ao cotidiano maçante dos papéis e reuniões em nada prazerosos. Sobram-nos, assim, míseros minutos para desfrutarmos do que podemos comprar e de quem faz toda a diferença em nossa jornada. E, assim, muitas vezes não encontramos tempo para relacionamentos amorosos.

No entanto, estar sozinho não é necessariamente algo ruim, muito pelo contrário. O tempo que gastamos conosco é precioso e deve fazer parte de nosso dia-a-dia, caso não queiramos nos perder em meio à frieza das companhias interesseiras. Quando nos reservamos um tempo a nós mesmos, somos capazes de refletir com clareza sobre o que estamos ou não fazendo de nossas vidas. E isso nos provoca mudanças positivas, trazendo-nos segurança.

É preciso, portanto, que gostemos de nós mesmos ao ponto de jamais sentirmos solidão, pois o amor-próprio nos afasta de qualquer tristeza, visto então estarmos inteiros, completos e satisfeitos com o que somos. É preferível estarmos sozinhos, mas seguros e confortáveis, a ficarmos acompanhados por quem não nos completa, não traz verdade nem inteireza. Bastar-se a si mesmo é o primeiro passo para não se entregar a relacionamentos tóxicos.

Num mundo em que os interesses desatrelados de afetividade reinam soberanos, não é difícil nos depararmos com pessoas que se aproximam apenas movidas por desamor. Não podemos aceitar nada que não se embase pelo amor, por sentimentos sinceros, por desinteresse material. Para tanto, precisaremos nós também nos desapegarmos da supervalorização das posses, para que alguém possa ficar e fazer morada junto a nós de corpo e alma.

Quando somos a nossa melhor companhia, não nos sentimos vazios, tampouco desesperados por ter alguém ao nosso lado, custe o que custar, pois nos tornamos resistentes ao que é fraco, insosso, falso, ao que faz mal. Porque então nos conheceremos tão bem, que não permitiremos que ninguém coloque em dúvida nossas certezas. Afinal, dessa forma é que estaremos felizes e cheios de amor para dividir, mesmo que seja com ninguém mais do que nós mesmos.

Se a vida é uma folha em branco, risque-a até a última gota de tinta da alma

Se a vida é uma folha em branco, risque-a até a última gota de tinta da alma

Não sabemos quanto tempos possuímos na terra, muito menos temos a capacidade de ter a compreensão completa do mundo que nos cerca. Chegamos a um mundo estranho e na maior parte do tempo avesso aos nossos sonhos. Chegamos como uma folha em branco, sem qualquer rabisco ou cor, sem amassos ou rasuras, e quando nos damos conta, o tempo para preenchê-la acabou e a deixamos em branco, da mesma forma que a encontramos quando chegamos, sem sinal de vida, sem qualquer desenho ou palavra, em uma história triste de um silencioso nada.

Estamos sempre com pressa, preocupados com banalidades que não dizem nada a respeito de uma pessoa. Acostumamo-nos com a dor e pouco a pouco vamos nos esquecendo do prazer. Perdemos a capacidade da observação, de olhar e enxergar as belezas presentes no mundo, enxergar as delicias que nos fazem gozar e nos prendem à vida.

Vamos ficando engessados e medrosos conforme vamos envelhecendo. As feridas que acumulamos se transformam em crostas de dor que nos aprisionam e nos impedem de sentir. Ficamos presos dentro dos nossos monstros e nos entregamos à escuridão. E, assim, a vida passa sem nos darmos conta, como se estivéssemos no piloto automático, e a folha vai se tornando mais amarelada e sem vida.

É tolice deixar que o medo nos suplante e os fracassos desnutram a nossa alma. Se a vida é uma folha em branco, devemos riscá-la até a última gota de tinta que nos resta. Sem medo das quedas que inevitavelmente iremos sofrer, afinal, o que há de tão ruim em cair e se ferir? Enquanto caímos e nos ferimos, continuamos a ter cor dentro de nós e permanecemos com a bela capacidade de sentir. Obviamente há dor, mas a dor é o que nos faz mais fortes e nos permite encontrar as verdadeiras felicidades que não são perceptíveis para os que não possuem a capacidade de sangrar.

Lembrando Kafka – “Se você não achar nada nos corredores, abra as portas”. Sempre há novas saídas, novas possibilidades, novas descobertas, novas tintas a serem experimentadas. A vida possui possibilidades infinitas para quem está disposto a procurá-las e alegrias inimagináveis nas simplicidades cotidianas, escondidas no silencioso desespero dos ecos de palavras não ditas.

A vida nunca é uma obra de arte encerrada, mas antes uma reinvenção constante, cheia de magia e tristeza, em proporções desproporcionais, incompreensível a pequena medida que somos. Sendo assim, é preciso coragem para se equilibrar no fio da navalha, para fazer de cada desilusão o combustível para ultrapassagens e, acima de tudo, para da falta de algumas tintas inventar novas cores e da falta do pincel transformar os dedos em grandes gizes de aquarela.

A reinvenção é condição necessária para que folhas em branco sejam transformadas em belas obras de arte, marcadas por traços finos e vibrantes, mas também por rasuras, alguns borrões e coisas indecifráveis. Podemos decidir não encontrar a dor ou por sua causa ficarmos sufocados pelas poesias entaladas na garganta. Podemos ficar desencorajados a continuar pintando pelas intermináveis pedras que aparecem nos nossos caminhos. Podemos chegar ao fim da vida com folhas em branco ou com apenas alguns borrões, que nunca foram passados a limpo por medo de continuar se sujando. Mãos limpas não constroem quadros bonitos, porque para se fazer arte é preciso estar disposto a se sujar.

Se a vida é uma folha em branco não perca a oportunidade de transformá-la, a todo o momento, independente das circunstâncias, em algo que seja permanente e supere a nossa finitude, pois o fim, bem como as pedras, não é avisado e papel em branco não possui vida, portanto, é amassado, esquecido e jogado fora, como uma história triste de um silencioso nada.

RESUMO:
A vida nunca é uma obra de arte encerrada, mas antes uma reinvenção constante, cheia de magia e tristeza, em proporções desproporcionais, incompreensível a pequena medida que somos. Sendo assim, é preciso coragem para se equilibrar no fio da navalha, para fazer de cada desilusão o combustível para ultrapassagens e, acima de tudo, para da falta de algumas tintas inventar novas cores e da falta do pincel transformar os dedos em grandes gizes de aquarela.

Antes só do que desapegado.

Antes só do que desapegado.

Sabe aqueles dias em que tudo o que queremos é paz e silêncio? Pois bem, depois de se apaixonar de verdade, tudo o que vai acontecer é contraste. Guerra e paz, amor e ódio, razão e emoção. Apaixonar-se não é para amadores.

Paixão é tragédia, no melhor e no pior sentido. É necessidade, fúria, pele, ataques de ciúmes, entrega quase total e tudo aquilo que os medievais já sabiam. Não suporto quando qualquer carente metido a erudito de boutique me vem com apontamentos que flertam com tradições orientais e o caralho a quatro, dizendo que amar é ser passivo feito uma mula. Gente chata, entediante. Prefiro ficar com a minha cerveja em copo americano e com um beijo demorado que me leve para a cama por uma noite ou por uma vida inteira.

Desapego? Já falei e repito: à merda com esse tal de desapego (e sim, eu sei o que essa palavra significa, seja no dicionário ou em uma dessas correntes filosóficas que acham que todo mundo um dia vai alcançar a luz e blábláblá).

Apegar-se é destruir-se? Ótimo, que eu me desgrace então nos braços e nas pernas de alguém, não na porra de uma vida regada a convenções e protocolos afetivos entediantes.

Minha gente, vamos parar com essa tara de querer ser bonzinho só pra impressionar quem quer que seja. Aceitar o outro como ele é faz parte do processo das relações verdadeiras, daquelas que não se guiam por projeções. Por isso, vamos tentar maneirar com esses joguinhos de faz de conta, ok?

“Elas preferem mesmo os bad boys, então?” Não, não é disso que estou falando, pequeno gafanhoto. Elas preferem aqueles que não se escondem atrás da máscara de príncipe ideal e que na verdade não passam de sapos. Entendeu ou quer que eu desenhe?

Não são as aparências que importam. Não é o seu sotaque blasé falso e muito menos o seu ar de de metido a intelectual que vai te ajudar a se aproximar de quem você gosta, mas a capacidade de tolerar a si mesmo e de admitir seus defeitos e suas qualidades.

Nós somos verdadeiras tormentas ambulantes, capazes de levar sofrimento e dor por onde quer que a gente passe – ou você assume isso ou finge ser assexuado. Mas há momentos em que também somos brisa suave, soprando nos cabelos e levantando o vestido de alguém. É preciso então saber equilibrar essas potências, não negar uma como se só isso fosse fazer a outra desaparecer como em um passe de mágica.

Quando se trata de relação humana, a intensidade vale sempre mais que a premeditação.

Antes de ir, eu gostaria de aproveitar e fazer um apelo aqui que está relacionado ao desejo.Por favor, peço encarecidamente que parem de me enviar solicitações de jogos no Facebook. A razão é bem simples: toda vez que surge uma notificação eu acho que é alguém se declarando pra mim; desejando ardentemente meus beijos, carícias e meu corpo nu. Pois é, imaginem só a minha frustração quando verifico que se trata apenas de mais um convite pra jogar Criminal Case ou algo parecido.

E lembre-se, esse lance de “desapega, desapega” só funciona mesmo em comercial de televisão. Ah, e também quando se trata apenas de objetos.

A superproteção é um modo de dar ao mundo filhos infelizes

A superproteção é um modo de dar ao mundo filhos infelizes

Ainda que pareça a melhor forma de cuidar dos filhos, a verdade é que a superproteção pode torná-los pessoas inseguras e com altos níveis de autocrítica.

A superproteção se define como a atenção excessiva dada aos filhos. Pode parecer apenas mais um rótulo, e até uma forma de pôr em dúvida o modo como educamos nossos filhos.

Como não dar atenção à criança desde muito pequena? Onde está o limite? Toda criatura precisa do afeto e da atenção contínua de seus pais. Assim, às vezes é difícil saber onde está a linha do equilíbrio.

Bem, na verdade esse limite se estabelece nessa sutil fronteira na qual permitir o crescimento pessoal de nossos filhos sem cair na toxicidade emocional.

A criança não deve ser controlada, porque educar não é asfixiar e nem mesmo cortar as asas de nossos filhos que, no dia de amanhã, devem ser adultos capazes de tomar decisões e serem responsáveis pelas suas vidas.

No entanto, o termo “superproteção” tem mais significados do que imaginamos.

O peso da superproteção

O mais curioso desse tipo de comportamento é que os pais e mães estão muito absortos em cada aspecto da vida de seus filhos: escola, esportes, hobbies, alimentação, amizades…

Estão “super presentes” e pensam que, assim, atuam como os melhores pais do mundo, e que sua criança é a mais correta do mundo. No entanto, o equilíbrio emocional e pessoal das crianças está muito longe de refletir a felicidade.contioutra.com - A superproteção é um modo de dar ao mundo filhos infelizes

Consequências da superproteção: decepção

Os pais interiorizaram o que, para eles, é o ideal do filho perfeito e, além disso, nessa esfera de perfeição incluem a si mesmos como figuras de referência imprescindível.

No entanto, à medida que o tempo passa eles veem que, às vezes, seus filhos não se adequam a esses ideais, e aparece então a decepção.

Quando a criança percebe a decepção no olhar dos seus pais, começa a se desenvolver o sentimento de fracasso e de inferioridade.

Consequências da superproteção: ansiedade e estresse

Um aspecto que devemos levar em conta é que a superproteção anda de mãos dadas com o excesso de “atividades educativas”. É comum que esses pais façam os filhos realizarem várias atividades extracurriculares, sendo que algumas sequer interessam às próprias crianças.
Pouco a pouco, teremos criaturas estressadas e com um nível de ansiedade semelhante ao de um adulto.
Os pais que superprotegem uma criança não toleram o erro em seus filhos. Cada esforço que realizam é para criar filhos competentes, imunes ao erro ou ao fracasso, e algo assim é impossível.

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Consequências da superproteção: é proibido errar

Toda criança deve se permitir fracassar em algo, errar para, depois, poder aprender com seus próprios enganos livremente.
As crianças superprotegidas chegam a ser seus próprios juízes. Indicaram-lhes um nível tão alto a atingir que, quando percebem que não serão capazes de alcançá-lo, afundam e se culpam. Caem na autodestruição.

A criança com apego saudável para favorecer a responsabilidade

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Queen, em Ontário (Canadá), uma das consequências mais graves da superproteção era que as crianças entre 7 e 12 anos não sabem o que é brincar ao ar livre ou interagir com os amigos. São crianças infelizes.

Sabemos que criar um filho é, acima de tudo, proteger, mas essa proteção deve estar baseada nos seguintes aspectos:

Protejo você para que se sinta seguro, não “preso”

  • A criação com um apego saudável é aquela que favorece o reconhecimento do pequeno para que tenha uma boa autoestima e imagem de si mesmo.
  • Uma criança que se sente protegida e reconhecida por seus pais tem uma autoestima melhor para ter iniciativa, para não ter medo e ir crescendo em maturidade e responsabilidade.

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Protejo você dando conselhos, mas permitindo que você aprenda com seus próprios erros

Protegemos as crianças para que não caiam, para que sigam pelo caminho correto, mas essa proteção tem como finalidade fazer com que tenham voz própria e, sobretudo, que possam cometer seus próprios erros e aprender com eles.

Protejo você para que saiba que sempre estarei ao seu lado no caminho que escolher

O apego e a força do vínculo são indispensáveis, sobretudo nos primeiros anos de vida de nossos filhos. No entanto, desde os 7 ou 8 anos, as crianças vão dar um salto de amadurecimento muito importante.

  • É o momento em que vão exigir direitos, em que terão um conceito do que é a justiça e a moral. É o passo anterior à caótica adolescência, onde começarão a tomar decisões que podem nos surpreender.
  • Escutá-los sempre e aconselhá-los a cada dia, ensiná-los que, para serem livres, precisam ser responsáveis, e que para desfrutar de certos direitos é necessário cumprir obrigações.

Devemos fomentar um tipo de aprendizado baseado na experiência, não essa superproteção que veta a voz dos pequenos e que lhes dá objetivos ideais que ninguém pode alcançar. Vale a pena levar isso em conta.

Matéria original: Melhor Com Saúde 

“Eu não vivo sem você.” É uma declaração suicida, não de amor.

“Eu não vivo sem você.” É uma declaração suicida, não de amor.

Dói perder quem a gente ama, eu sei e qualquer criança sabe. Mesmo que ninguém nos informe sabemos do sofrimento que o desamor causa. Que desgraça foi quando minha primeira namorada iria embora da cidade, morar bem longe, eu fiquei mal de não querer comer. Não vamos ridicularizar o sentimento de quem sente a falta de alguém, isso é luto e luto é uma readaptação brusca ao ambiente.

Repito, dói e dói demais. Porém, nobres poetas doentes de romantismo, essa vida segue sim.

Quando alguém diz “eu não vivo sem você”, soa mais pra mim como uma declaração suicida do que de amor. É um recadinho romântico que diz “Olha, fique aqui comigo ou eu vou morrer e você será a culpada!” Quantos relacionamentos estão por aí sustentados por esse tipo de ameaça poética?

Responsabilizar o outro pela sua sobrevivência na Terra não deve ser visto como parte de um amor incondicional. Aliás, quer condição mais nítida para um amor acontecer.

“Eu não vivo sem você!” também quer dizer que “se você me deixar, eu vou morrer e o amor que eu digo sentir por ti, vai morrer junto comigo.” Morrer “por amor” nesse contexto é só uma forma doentia de deixar de amar.

Eu viverei sem as pessoas que amo hoje, caso elas precisem partir. Ficarei triste, muito triste, mas minha tristeza não irá guiar minha vida pra sempre. Quem eu amo, amo por não ser meu, por não estar debaixo do meu controle. E a melhor declaração que eu acho possível fazer é “Eu te amo tanto que se você partisse, eu iria me cuidar pra continuar vivo em mim meu amor por ti”.

É um verso mais saudável, não?

Desnecessário justificar sua vontade de morrer usando a partida das pessoas que você ama. Cuidar de si mesmo é a melhor maneira de agradecer a alguém que te fez bem. Nessas horas que  sentir vontade de morrer caso a coisa amada vá embora, escreva suas frases insanas, pode dar boas poesias melancólicas, mas pela sua saúde procure um psicólogo. De tempos em tempos, fantasias do tipo podem atravessar suas ideias e minar bons momentos nas suas relações. A terapia está aí para isso, vá numa boa, a cabeça precisa tanto de escovação e limpeza quanto os dentes.

Claro que uma pessoa pode dizer essa frase sem a intenção ou real vontade de expressar a dependência aqui apontada, claro.

Mas se acontecer de alguém lhe dizer com sinceridade e vigor;

“Sem você eu não sei viver!”

Abrace a pessoa, dê um beijinho na testa e diga com muito carinho;

– Sabe sim, tá?

A capa é uma cena do filme Portrait of Jennie de 1948 que trata de uma dessas histórias de amor e obsessão.

Este pai publicou fotos com sua filha por um motivo comovente

Este pai publicou fotos com sua filha por um motivo comovente

Benny Harlem não é apenas modelo e músico. Ele também é um excelente pai. Recentemente, começou a subir ao Instagram fotos com sua filha de 6 anos, Jaxyn. À primeira vista, as fotos são bem originais pelos penteados extravagantes de pai e filha. Mas, na realidade, Benny decidiu publicar as fotos por outro motivo.

Conforme ele diz, sua principal tarefa como pai não é apenas criar e proteger a sua filha, mas também ensinar-lhe que não deve se envergonhar pela beleza que a natureza lhe proporcionou, nem sentir-se incômoda com ela mesma. Assim, Benny espera que Jaxyn cresça como uma pessoa forte e confiante.

Uma foto publicada por bennyharlem (@bennyharlem) em

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Fonte: incrível.club

Ame com doçura, ame com sinceridade

Ame com doçura, ame com sinceridade

O que é o amor senão uma sucessão de verdades? Não verdades construídas de acordo com as próprias necessidades, mas benditas pela sinceridade e vontade do coração para simplesmente ser. Estar ou querer estar num relacionamento algumas vezes pode significar abrir mão de ser honesto. Porque, com medo dos possíveis julgamentos morais articulados diariamente, nos escondemos nessa concha, onde se quer agradar o outro, mas em poucos momentos a nós mesmos. O amor genuíno despido dos egoísmos deve disposto, abraçar a oportunidade da gentileza e do carinho maior. Sem amarras, injúrias e disputas sentimentais. Amar não pode doer, nunca. Quando em discordância, talvez causar estranheza, mas sempre almejando os sorrisos e a troca. É a soma de dois sentimentos, não? O acordo entre os amantes jamais pode ser para preenchimento. Depositar sentir sem reciprocidade não gera um amor melhor. Aliás, entenda que essa ideia de quantificar o amor por gestos e concessões nada mais é que uma birra emocional. É um coração querendo ser soberano, enquanto a outra metade declina, sem direção, rumo à passividade. Quando duas mãos ficam juntas é para caminharem.

Mas a vida segue e, com ela, inúmeros amores são vividos. Inícios, meios e fins possuem suas importâncias. Querer esquecer experiências prévias de forma a zerar o relógio do “eu te amo” é dos pensamentos mais tolos, pois é preciso desamar para amar o novo. Não há instante que dure, sorriso que prevaleça e beijo inesquecível sem essa ponta agridoce do “acabou”. E ao contrário daquilo disseminado por grande parte dos corações dilacerados, certo e errado a respeito do amor é nada menos que um ponto de vista. Só quem sabe das asperezas e plenitudes do amor é o sujeito que o sente. Que encontra e reconhece os seus limites. Que sabe quando desistir ou continuar a investir tempo e desejo. Qual indivíduo poderá dizer não ser amor? Como alguém pode medir, com exatidão, até onde vai essa dança afrodisíaca e voraz? O amor nunca foi um jogo e mesmo os que o veem como, certamente já não sabem amar faz tempo. Estão tão desgastados e solitários que encontram prazer nessa adrenalina de fazer do outro objeto de estudo e não de carinho. Na pior das hipóteses, enxergam preguiça na possibilidade de serem realmente felizes. O mais irônico é que depois reclamam e clamam por mais amor. Como proceder mediante tamanha incoerência? É pedir demais um pouquinho de paz ao coração?

Então, se o encontro sorrir, apenas deixe-o entrar. Ame com doçura, ame com sinceridade. Esqueça o sentido das horas, perca-se nas carícias e, acima de todas as coisas, traga o querer na ponta dos lábios. De repente, o fim será inevitável mais pra frente, por diferentes razões e emoções, mas também pode ser que o amor repouse, acrescente e faça de algumas palavras, o início de um caminhar entre mãos que querem estar.

7 formas para encontrar a felicidade quando tudo parece estar contra você

7 formas para encontrar a felicidade quando tudo parece estar contra você

Uma atitude positiva é fundamental para iniciar a mudança. Devemos aceitar o que somos e que temos que aprender a conviver com isso.

Todos almejamos encontrar a felicidade e essa é uma das razões que nos faz lutar, todos os dias, contra todos os obstáculos que a vida nos coloca.

O problema é que, por vezes, quando tudo parece correr bem, as coisas se encaminham para onde não desejamos e tudo parece ficar contra nós.

O nosso relacionamento de casal fracassa, perdemos o emprego ou surgem outros problemas que nos complicam a vida e causam estresse.

Como consequência, quase sempre, perdemos a motivação para continuar a lutar e acumulamos emoções negativas que nos impedem de sentir felicidade e de desfrutar do que ainda vale a pena.

Devido ao mal-estar emocional que se produz nesses momentos, também se geram problemas nos relacionamentos sociais, porque não sentiremos tanta vontade de nos encontrar com alguém e a nossa negatividade acabará por nos afastar.

Para acabar com esses estados emocionais prejudiciais e voltar a encontrar a felicidade, a seguir, vamos compartilhar uma série de conselhos e formas para encontrar a felicidade quando tudo parece estar contra você.

1. Aprenda a confiar em si mesma

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Quando desconfiamos de nossas capacidades para mudar as coisas, é muito provável que emoções de frustração e estresse invadam a nossa vida.

Muitas vezes não existem soluções imediatas para os problemas e para alguns casos já não há remédio; contudo, isso não quer dizer que não consigamos nos superar.

Manter a confiança em nós mesmos e saber que somos capazes de muitas coisas nos servirá para encontrar todas as soluções, mesmo que seja necessário esperar algum tempo.

2. Renuncie à ideia de ter sempre razão

Todos nós gostamos de ter razão e quase sempre temos dificuldade em aceitar que podemos estar errados.  O problema é que isso pode afetar os relacionamentos sociais e muitas vezes se converte em uma causa de estresse, tanto para nós, como para os outros.

Não vale a pena! Em vez de procurar ter razão e vencer em uma discussão o melhor é adotar uma atitude tranquila e procurar o lado amável que permita chegar a um acordo comum sem que nenhum dos implicados seja afetado.

3. Evoque sentimentos positivos

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Muitas vezes a felicidade está em nossa atitude. Evocar aqueles momentos que nos provocam sentimentos positivos pode aclarar nossos pensamentos e nos ajudar a superar momentos difíceis.

Estar rodeado de pessoas, se afastar da  rotina, ou mesmo a companhia de um animal de estimação pode ser uma boa terapia contra os sentimentos de negatividade.

4. Pare de reclamar

Queixar-se não serve para nada. Isso não faz mudar os maus momentos, encontrar soluções nem a felicidade.

É preciso deixar as queixas de lado para afastar a infelicidade, a tristeza e a depressão. Mesmo que, por vezes, ignoremos, nos prejudicamos a nós mesmos com esse tipo de atitude perante as dificuldades.

5. Deixe de criticar

Todos somos diferentes e isso inclui diferentes modos de pensar e de ver a vida. Ninguém gosta de ser criticado, e menos ainda se for para reforçar as coisas negativas.

Alguma vez você já pensou no mal que faz ao outro e a si mesmo quando critica? Pode ser que, nesse momento você não perceba mas, na realidade, criticar os outros tira felicidade e tempo para nos ocuparmos de nossos próprios assuntos.

6. Aprenda a se aceitar

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Errar é humano, bem como ter dezenas de defeitos que podem nos incomodar e causar problemas com os outros.

Quando tentamos melhorar o nosso modo de ser para crescermos como pessoas, estamos fazendo bem a nós mesmos. Mas, quando pretendemos conseguir uma mudança com o objetivo de aparentar o que não somos ou para agradar aos outros, a única coisa que conseguimos é criar a infelicidade total.

É importante aprender a aceitar o que somos e a desfrutar da personalidade que temos.  E aqueles que também aceitam isso são aqueles com quem vale a pena partilhar a vida.

7. Pare de se culpar

A autopunição é nociva e nos impede de sair dos momentos de negatividade. O que acontece é que, quando tudo parece correr mal, parece inevitável sentir culpa e pensar que poderíamos ter feito melhor.

Mas, por acaso, isso ajuda em algo? O sentimento de culpa é um grande obstáculo para se sentir felicidade e para poder desfrutar da vida; devemos aprender a ser tolerantes com nós mesmos e tentar aproveitar os erros como uma experiência para a vida.

Está pronta para ser feliz?

Mesmo sendo difícil, não se complique quando estiver atravessando um mau momento, está em nossas mãos superar e alterar a atitude com que enfrentamos os problemas.  Comece por aplicar todos estes conselhos e você verá como tudo começará a se resolver.

14 Fotografias de amor de quem não teme a idade

14 Fotografias de amor de quem não teme a idade

“Quando a velhice chegar, aceita-a, ama-a . Ela é abundante em prazeres se souberes amá-la. Os anos que vão gradualmente declinando estão entre os mais doces da vida de um homem, Mesmo quando tenhas alcançado o limite extremo dos aos, estes ainda reservam prazeres.” Sêneca

A idade é um número, mas nunca um obstáculo para o verdadeiro amor. Você nunca será velho demais para…

…Aproveitar a natureza junto com seu amado

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…se cuidar

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…passar um tempinho

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…fazer palhaçadas

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…abraçar com paixão e desejo

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…mesmo que seja em público

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…brincar de carrinho de supermercado

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…e depois dividirem a sacola

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…nunca será tarde para dançar

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…e ser a estrela de um baile com seus netos

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…para fazer rir um ao outro

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…passear de mãos dadas

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…fazer mais uma declaração de amor

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e que tudo o mais vá pro inferno, baby 🙂

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