Momento de festa para uns e de terror para outros.
Quem tem animal de estimação sabe como é estressante para eles lidar com os barulhos feitos por explosivos, como os fogos de artificio, situações que os expõem a altos níveis de ruídos – dá um aperto no coração vê-los em pânico.
Para amenizar o sofrimento do seu filho peludo, encontramos uma técnica – muito simples – chamada Tellington Touch.
Esse método se baseia na informação de que animais que possuem esse tipo de pavor também têm grande sensibilidade nas regiões traseiras, patas e orelhas.
Sendo assim, consiste em atar seu cão com um pano para que a circulação sanguínea das regiões extremas do corpo seja estimulada, amenizando as tensões localizadas no dorso do animal e diminuindo sua irritabilidade. Veja:
Amarre seu cachorro de forma que a faixa englobe peito e dorso (formando um oito), finalize dando um nó na região traseira, mas certifique-se que não esteja exatamente sobre a coluna.
POR QUE FUNCIONA?
O ato de “amarrar” seu cachorro reverbera no sistema nervoso dele, que recebe a informação sensitiva, envia ao cérebro e o deixa mais calmo, visto que essa pequena pressão ativa seu sistema nervoso autônomo.
Conforme o corpo sente a pressão das faixas, sua psique e tronco entram em harmonia, fazendo com que o pet sinta-se mais seguro e possa enfrentar momentos que lhe causavam medo e pavor.
De acordo com Helena Truksa, bióloga com foco em psicologia e especializada em comportamento animal na Ethos Animal, a técnica funciona, mas não pode ser considerada como a salvação. Pois há a questão do nível da fobia que o cão possui e isso varia de acordo com cada pet.
Contudo, ela complementa dizendo que “os cães sentem-se mais seguros em locais pequenos e apertados, e as faixas e camisetas desenvolvidas com essa finalidade, simulam esta sensação.”
QUEM CRIOU?
Segundo uma publicação no site The Ann Arbor News, a técnica ‘Tellington Touch’ foi desenvolvida por Linda Tellington-Jones, que inicialmente aplicava esse método em cavalos. No entanto, hoje o procedimento é utilizado no mundo todo para amenizar também as fobias e traumas em outros animais, como os cães.
Pela internet é possível encontrar produtos específicos, como tecidos e camisetas caninas anti-estresse. Mas “isso não quer dizer que o cachorro vai ficar tranquilo […] apenas vai ter menos medo da situação”, ressalta Truska.
E lembre-se: pegue leve na hora de apertar a faixa.
Nota da CONTI outra: A notícia é tão valiosa que merece ser compartilhada o máximo de vezes para que os donos dos bichinhos tenham acesso antes do Natal e Ano Novo. Como bem explicado pelo Raphael Domingos doSOS solteiros, não significa que o animal não terá medo, entretanto a técnica dará mais conforto e isso já vale muito!!!
Para o ano novo eu desejo você ao meu lado. Desejo você que me contou todas as verdades, e acreditou em minha capacidade de lidar com cada uma delas.
Desejo você que poderia ir, mas que decidiu ficar. Você que foi forte diante das minhas fraquezas e soube entender o meu silêncio.
Nesse ano novo, eu desejo você que me deu a amizade sincera. Que soube me apoiar, mas também me repreender quando me viu saindo da linha.
Eu desejo você que me ouviu demorado, mesmo quando o tempo gritava alto sua atenção.
Para o ano novo, eu desejo você. Você que me disse exatamente as palavras que meu coração precisava ouvir. Você que desbravou tempestades comigo na certeza de que a calmaria viria. Na certeza de que eu seria forte.
Eu desejo você que me amou quando perfeita e me amou ainda mais quando imperfeita. Eu desejo você que transformou os meus dias em dias melhores e me fez enxergar a vida com novos olhos.
Para o ano novo, eu desejo você e teu carinho. Desejo você e teu abraço demorado. Desejo você e teus olhos serenos. Desejo estar contigo bem longe daqueles que não estiveram nem aí para as dores que não eram deles.
Nesse ano novo, eu desejo você. Você que me ensinou que devo ir apenas onde sou querida. Que me ensinou a ser companhia para quem realmente me ama.
Nesse ano novo, eu desejo você. Você que conheceu meu caos. Você que respeitou meus lutos e que me amou profundamente, sem cobrar de mim perfeição. Sem cobrar que eu fosse outra senão eu mesma.
Nesse novo ano, eu desejo você. Desejo você que acreditou em mim e nos meus sonhos. Que me contou que eles podiam ser reais.
Desejo você que dividiu comigo um mesmo sorriso ao saber das minhas alegrias e chorou pelos meus olhos ao saber de minhas tristezas. Eu desejo você que me deixou sorrir e chorar sem constrangimentos, segurando com ternura minhas mãos.
Nesse ano novo, eu desejo você que foi carinho quando tudo se tornou rispidez. Você que foi compreensão quando nem mesmo eu me entendia. Você que foi esperança, quando o sol da vida amanheceu meio cabisbaixo.
Nesse ano novo, eu desejo você. Você que me disse que haveria não uma, mas inúmeras chances de fazer melhor.
Para o ano novo, eu desejo amizade, saúde, amor, paixão, riqueza e paz. Para o ano novo eu desejo tudo isso em um só.
Nesse ano novo eu quero estar com quem vale a pena compartilhar tudo de melhor: você.
Não fique onde não te cabe. Isso mesmo. Não fique! Você não compra uma roupa dois números menores, nem usa um sapato com a numeração de uma criança, não é? Então, porque aceita ficar em histórias que não lhe servem mais?
Quantas vezes insistimos em fazer parte de algo que não nos cabe? Relacionamentos doentios sufocam, apertam, fazem mal. Chega uma hora na vida que é necessário encarar a realidade: o que não é recíproco, não vale a pena ter. E, isso meu caro, são em todos os tipos de relacionamentos: amorosos, sociais ou familiares.
Quantas vezes você engoliu seus princípios para ser aceito por pessoas que nunca te deram valor? Quantas vezes você abaixou a voz para não parecer ridículo? Quantas vezes você se diminuiu para caber em algo que julgava ser adequado à sua vida? Não se sabote: quem não é capaz de te aceitar em toda a sua essência, não vale a pena ter por perto.
Você não precisa mudar o cabelo, aprender a falar baixo ou deixar de dar essa gargalhada gostosa. Você precisa ser você! E aceite quem quiser. Ninguém irá pagar a fatura do seu cartão de crédito, fazer suas compras, tão pouco comprar suas brigas. Então por que a opinião deles é tão importante? Não se humilhe em troca de aceitação.
As pessoas costumam desprezar o que não podem ter (ou ser). E isso é um problema delas, não seu! Aceite-se como você é. Valorize a sua formação, a sua história, a sua cultura e aprenda que as pessoas irão te tratar como você permitir. Deixe a inveja para quem não sabe ser autêntico.
São raros os que vivem o que sentem, permita-se ser diferente, esqueça os que lhe impões regras e diz como você deve se portar, seja dona e protagonista da sua vida. Não aceite menos do que você merece. Celebre a sua singularidade, sua alegria, sua generosidade. São essas coisas que fazem você tão singular. Seu coração é grande demais para ficar em lugares estreitos.
Sabe, quando nos desdobramos para caber em espaços pequenos, algumas marcas ficam em nossas almas e não saem mais. E, isso, nunca vale a pena! Para nos movermos em direção aos nossos sonhos, precisamos estar leves, sem marcas, sem bagagens. Precisamos deixar o medo de sair da zona de conforto e seguir em frente, sem receios.
A sensação de valorização das próprias qualidades e de estar livre de onde não te cabia mais, faz de você uma nova pessoa.
Números menores apertam, corações pequenos não cabem grandes sentimentos e pessoas cheias de si não se preenchem do amor recíproco. Então alargue esse coração. Deixe as velhas roupas, as velhas atitudes e os velhos hábitos, há mais espaço vazio lá fora, esperando por sua coragem, do que seu medo imagina.
Uma palavrinha tão curta, com um poder de fogo e corte tão grandes! “Ene-a-o-til”! Há quem faça até questão de soletrá-la para que não paire dúvidas sobre o fechamento da questão. E se para alguns de nós é difícil aprender a dizê-la; ouvi-la é uma unanimidade: para todos nós é difícil demais.
As negativas vêm quase sempre carregadas de alguma frustração. Ninguém entra num empreendimento, seja material ou afetivo, esperando que dê errado. É inerente ao ser humano criar expectativas.
E, afinal de contas, são as expectativas que botam fogo na gente por dentro, que fazem a gente tecer planos e empreender esforços. Arquitetamos, ansiamos, agimos e esperamos que as nossas iniciativas sejam frutíferas, e que os frutos sejam doces, de preferência.
Uma empreitada malsucedida é um não que a vida nos diz. Ninguém espera por isso. Por mais maduro que seja, por mais prevenido ou racional que se procure ser, é o sim que ilumina a cara da gente com um sorriso de vitória.
E quantas e quantas vezes, não enxergamos na negativa uma questão pessoal? Como se o “não” fosse à nossa existência e não àquilo que esperamos do outro ou imaginávamos que ele fosse fazer; e que, naquele momento, é a única resposta possível.
Ouvir um “não” é ter que lidar com o desafio de sentir-se rejeitado. É a não acolhida, ainda que circunstancial à realização ou satisfação de um desejo, seja ele imediato ou um planejamento de longo prazo.
É quase irracional! Quando fazemos uma pergunta, lá dentro da gente já está desenhada uma aprovação, a resposta do outro já foi rascunhada em nosso peito com uma caligrafia caprichada, letras redondinhas a traçar o conteúdo daquilo que esperamos ouvir.
E quanto mais formos poupados de forma exagerada das naturais frustrações da vida, mais violenta será a nossa reação ao sermos contrariados. A falta de intimidade com as adversidades deixa-nos frágeis e muito pouco confortáveis com as situações inesperadas.
Dizer “não” é uma arte. Porque é preciso saber dizê-lo, com justeza, serenidade e delicadeza. Requer de quem o pronuncia, um tanto enorme de equilíbrio e alguma confiança de se estar fazendo a coisa certa, no momento certo e da maneira mais honrada.
No entanto, para ouvir um “não”, essa honra precisa estar revestida de humildade. E, passado o susto inicial da quebra do sonho, ser capaz de entender que o que foi dito não há de voltar atrás. É preciso sair dali com a cabeça erguida o suficiente para enxergar na situação difícil que encerra a negação, um aprendizado. É preciso tirar do “não” proferido a lição que ele tem a nos dar, e seguir em frente porque logo adiante há de ter um “sim” que nos espera e pelo qual sempre vale a pena continuar tentando.
Onde e com quem estivermos, seja com pessoas que nos conhecem, seja com desconhecidos, estaremos sujeitos a ser mal interpretados, rotulados, simplesmente porque é assim mesmo, as pessoas analisam os outros e tiram conclusões sobre eles. Alguns são mais maldosos e negativos do que outros, em seus julgamentos, e tomam como verdade aquilo que pensam, superficialmente, sem saber a história de quem julgam.
Por isso mesmo é que não poderemos nos importar muito com o que falam de nós, com o que pensam, com o que vão achar, uma vez que, por mais que tentemos ser transparentes, cada um interpretará o mundo e as pessoas ao seu próprio modo. Da mesma forma que há quem enxergue sempre algo de bom em tudo o que acontece, há, por outro lado, quem verá tudo e todos com olhos pesados, cores frias, sendo pessimista em toda e qualquer situação.
É assim que muitas pessoas, inclusive, acabam formando algum juízo sobre nós, ouvindo de opiniões de terceiros, sem ao menos ter conversado conosco, por minutos que fossem. Portanto, teremos que agir de acordo com o que sentimos, sem pisar ninguém, mas mantendo o que somos enquanto vamos vivendo. Balizar nossa vida nas impressões alheias será o pior a se fazer. Ninguém, a não ser nós mesmos, tem noção de tudo o que tivemos de enfrentar e digerir para chegarmos até aqui.
Muitos irão confundir nossas atitudes, baseando-se tão somente no que veem, como por exemplo, nos casos em que seremos tachados de insensíveis, frios, orgulhosos, quando, na verdade, estaremos nos preservando de quem já nos machucou, de quem nos usou da pior forma possível, de quem tirou o nosso melhor e nada devolveu. Confundirão nossa autopreservação com indiferença, nossa jornada de autoestima com empáfia. Que confundam, importa é a gente sobreviver longe de quem faz mal.
Nós temos que nos cuidar, que prestar atenção no que vimos fazendo de nossas vidas, no que vêm fazendo conosco, para que não deixemos de voltar os nossos olhos para dentro também, porque somente olhar lá fora implica deixar nossa essência desamparada. E, caso nossa alma se torne vulnerável, estaremos impossibilitados de fazer alguém feliz, muito menos nós mesmos.
Prometa para si, jamais para alguém! Por si e por mais ninguém.
Prometa mesmo um monte de coisas! Quem sabe algumas delas cheguem a ser cumpridas. A vida é assim mesmo, de certezas e desistências, de resoluções e ponderações, “agora vai” e “não foi dessa vez…”
Voltar atrás é escolha, desistir é processo, desfocar também é ponto de vista.
O segredo é saber o que tem margem de negociação. A ferro e fogo ninguém vive e essa coisa de manter o foco pode ser repressora, dependendo da dose. Nosso melhor caminho é o que nos faz livres e autônomos. Quando escolhemos renunciar a alguém ou alguma coisa, sabemos ou ao menos desconfiamos das consequências, mas ainda assim pagamos para ver.
E crescemos com os acertos, e, mais ainda com os erros. O tempo é que passa e não volta, talvez a maior das perdas. A equação tem esse elemento de de peso forte!
As promessas sofrem ajustes e desgastes com o passar do tempo.
Então, para otimizar a lista de promessas de final de ano e ainda ficar de bem com o tempo que nada espera, aí vão sugestões de quem já deixou de cumprir as mais comuns e convencionais:
– Não prometa dieta. Prometa se apaixonar. Por si, por alguém, por uma causa, pela vida que quer ter. O corpo responderá feliz!
– Se você não faz o tipo fitness, não prometa academia cinco vezes por semana. Ao invés disso, prometa comprar uma bicicleta, um patinete, jogar bola com os filhos, nadar, caminhar, respirar, dançar, se valorizar!
– Prometa todas as reconciliações que estiverem pendentes, todos os perdões a dar e pedir, todos os polimentos nas relações que estiverem arranhadas!
– Não prometa adquirir mais itens de consumo do que lugares a conhecer, amizades a fazer, lembranças a colecionar.
– Prometa por fim, jamais cumprir uma promessa absurda, que não seja em favor do seu crescimento, paz e saúde para desfrutar a vida, nem mesmo em nome de um amor – que não sobrevive apenas de promessas.
Feliz Ano Novo! Que as boas promessas se realizem e, as nem tanto, a onda leve!
Assim como o pensamento positivo pode provocar revoluções interiores, o pensamento vazio, negativo ou excessivo/obsessivo pode ser um tanto prejudicial. Gastar o tempo “divagando” pode não ser a melhor forma de resolver problemas ou de conduzir a vida. Ser mais instintivo, muitas vezes, é bem mais assertivo.
Com o perdão do trocadilho, se pararmos para pensar, veremos que, no geral, vivemos muito melhor se pensarmos menos…
O pensamento cria monstros imaginários, nos leva para horrendos lugares inexistentes, cria lamentáveis situações que não tem a menor probabilidade de vir a ocorrer e faz nascer sentimentos negativos totalmente desnecessários.
Pensar demais, por exemplo, nos permite deixar a tristeza entrar no peito em razão das centenas de atrocidades que estão ao nosso redor (corrupção, desordens climáticas, fome mundial, criminalidade exacerbada, etc.), mas sobre as quais não temos o menor controle.
Pensar demais permite que encontremos inúmeros argumentos para não adotar comportamentos que nos beneficiariam sobremaneira, tais como começar a se exercitar, começar a efetivamente pensar em si e a ter uma vida mais leve (como “não tenho tempo”, “demanda muito esforço” ou “tenho coisas mais importantes para fazer nesse momento”).
Pensar demais nos faz considerar plausíveis inúmeras graves doenças para, por exemplo, um pequeno cisto que apareceu nas suas costas, uma tosse persistente no seu filho ou uma tontura que acometeu a sua mãe, que, no fundo, são besteirinhas de fácil resolução.
Pensar demais abre caminho para acharmos que tudo é nossa culpa, como aquele amigo que nunca mais nos procurou ou aquele pretendente que sumiu de uma hora para outra. Afinal, “o que é mesmo que eu fiz pra eles terem esse comportamento?”
Pensar demais permite cogitarmos e nos assustarmos com as milhares de hipóteses desastrosas que o curso da vida de qualquer um, em tese, pode tomar (perdas de emprego, traições, acidentes, etc.).
Pensar demais, em suma, pode fazer com que nos percamos em medos de males que nunca ocorrerão, ou que nos acomodemos numa vida insatisfatória.
Devemos ser mais instintivos.
Não temos dúvidas de que é necessário nos cuidarmos e que a única pessoa que realmente se importa conosco somos nós mesmos. Então, comecemos uma academia, larguemos o cigarro, vamos comer de forma mais saudável e descansar direito. Assim, direto, sem parar para pensar.
Sabemos que a grande maioria das pessoas não será acometida por doenças terminais, acidentes fatais e graves crimes. Acreditemos, então, que fazemos parte desse grupo e ponto. Sem divagações.
Temos ciência de que, indiscutivelmente, é preciso cuidar das emoções. Então, respiremos fundo frequentemente, vamos buscar atividades que aliviem o stress, não internalizemos sofrimentos que não são nossos e fujamos de discussões de qualquer espécie. Não precisamos de nada que maltrate o nosso coração.
Sabemos que é preciso se autoconhecer, amadurecer, evoluir. Então, vamos em busca de meios para tanto, tais como cursos, livros e até mesmo textos e vídeos da internet. Há um vasto material à disposição de todos, muitas vezes gratuito, basta a predisposição para conhecê-lo.
Nos sentiremos muito melhores se pararmos de buscar desculpas ou cogitar hipóteses ruins. Sabemos o que precisamos, o que nos faz bem e o que é certo. Basta agir.
Ah, em tempo: se for parar e ficar pensando, divagando e cogitando coisas boas, positivas e energizantes, tá liberado!
De repente, um sujeito dirigindo com o celular na mão, o que já é errado, para na esquina de um cruzamento para poder ver melhor a sua conversa no “Whats” ou uma foto que achou legal no “Insta”, e demora cerca de um ou dois minutos, tempo suficiente para formar um congestionamento de carros, com pessoas esperando a benevolência do motorista hi-tech para poderem adentrar na avenida e chegarem aos seus rumos. Bom, o que poderia ser uma descrição fictícia, é real e tenho certeza que compartilhada por todos.
O que leva um indivíduo a ter uma atitude como essa? Sem dúvida, poderemos encontrar a resposta no egocentrismo, aquele velho ego inflado, que se acha o dono do pedaço e não está nem aí para ninguém, além de si próprio, é claro. Pessoas egocêntricas acreditam que tudo gira em seus entornos, portanto, pode-se fazer de tudo, inclusive, prejudicar outras pessoas com o comportamento praticado, afinal, todos estão ali para servir “o reizinho”.
Há nesses indivíduos total incapacidade de perceber-se como parte todo e de que não vivem em um conto de fadas onde todos estão ali para servi-los. Não existe senso de comunidade, em que o sujeito compreende que nas suas ações há relações de causa e efeito que atingem a todos. Dessa maneira, não importa se posso causar um acidente por agir de forma imprudente ou se estou impedindo o fluxo normal do trânsito, com pessoas que, com certeza, possuem afazeres mais urgentes que ficar vendo alguma barafunda no celular.
Os exemplos, no entanto, não se esgotam com o dado e, como disse, todos já vivenciaram situações em que o ego inflado se faz presente. Esse tipo de comportamento se acentua em uma sociedade baseada no individualismo, em que cada um só enxerga o seu próprio umbigo e é incapaz de perceber o outro como um sujeito autônomo. É como se os outros fossem meras extensões dos nossos desejos, planetas girando em torno do sol, instrumentos guiados ao nosso bel-prazer.
O egocêntrico jamais percebe que errou, uma vez que sequer se reconhece como possuidor de defeitos e imperfeições. E como se não bastasse, ainda ficam putos quando alguém surge com uma agulha e estoura a sua bolhinha. É uma afronta impedir os desmandos do césar. Todos devem aceitar de bom grado ser pisados e utilizados como fantoches, a fim de manter em constância a realização de todas as vontades de pessoas cheias delas.
O que falta para o egocêntrico é entender que ele não é o centro das atenções, que nem tudo diz respeito a ele, tampouco, deve subjugar outras pessoas, a fim de atender aos seus apetites. É preciso saber que o outro também merece ser respeitado e cuidado em sua singularidade e humanidade, que ao agir, outras pessoas também serão afetadas, de forma que é imprescindível pensar naqueles que estão ao nosso redor ao tomar uma atitude. Sem, entretanto, achar que elas estão exercendo algum tipo de reverência a nós e que, por conseguinte, podemos fazer de tudo sem se importar com as consequências.
É preciso, sobretudo, olhar o outro, enxerga-lo, vê-lo e ser preenchido por ele, pois só assim percebemos que o outro também sangra e que egos inflados, embora cheios de si, são vazios de gente.
Para alguns se apaixonar é sinônimo de entrega absoluta. As borboletas no estômago giram no padrão ciclone e tudo se torna possível. O amor começa a ser idealizado, os medos acabam e os planos para o futuro são feito até o século que vem.
Porém, como as pessoas conquistam, mas esquecem de manter, em algum momento a paixão acaba e resta, para ambas as partes, a saudade do que poderia ter virado amor.
Ao contrário do que você pensa, a maioria das relações não acaba devido a traições ou às diferenças surreais do cotidiano. Acaba na rotina, nas ofensas diárias, nas pequenas mentiras… acaba quando não se tem mais vontade de continuar.
Nesse estágio, todos sofrem. Indiferente do nível de envolvimento. O sofrimento dura dias, semanas, meses. Fica aquela sensação de culpa e de insuficiência diante das tentativas. O vazio toma conta dos dias e as horas teimam em não passar.
Até que um dia a razão prevalece e o sentimento da lugar à sensatez. E começamos a entender que o amor não é feito de metades, não é construído nas diferenças e que borboletas no estômago não garantem casamento.
Entendemos que amor não vem pronto em caixinhas e que só podemos construí-lo na convivência. Muito (mas muito mesmo) diferente da paixão. E entendemos que, em suas particularidades e, apesar dos pesares, são bons. Aprendemos, crescemos e nos sentimos vivos ao senti-los.
Apesar disso, as lembranças ainda estão presentes na memória e ainda ferem mais que faca. Os planos, as expectativas, os nomes dos filhos são lembrados com mais frequência que seu sobrenome. E você começa a pensar que nunca mais irá amar ninguém.
Mas, um dia, tudo passa. A saudade não machuca mais, as lembranças não são as primeiras coisas que a mente lembra e a vontade em estar junto não é tão grande assim. E começamos a entender que, tão importante quanto apaixonar-se, é esquecer.
Esquecer é mais que um sentimento. É uma carta de alforria da própria mente. Apaixonar-se é bom, mas esquecer…..ahhh esquecer é sensacional! O sentimento de liberdade é incrível! E é nos dado da noite para o dia. Você dorme sofrendo e acorda livre! Os olhos são abertos para a vida e você começa a perceber que ninguém vale a sua paz.
Começa a concordar com Machado de Assis quando ele afirmava que: “Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito.”
Saudade é um sentimento estrangulador. Saudade faz rir e faz chorar, dá medo e coragem, acorda e desmaia.
Saudade boa, nostalgia, nuvem de lembranças e tentativa de revivê-las.
Saudade triste, melancolia, momentos que ainda não cabem nas gavetas da memória sem doerem um tanto.
O que provoca saudade? Tem saudade de gente, de tempo, de lugar, de cheiro, de som, de alegria e até de dor.
Quem vive e frequenta os salões da sua saudade?
Na minha saudade mora gente que jamais se conheceria, mas hoje povoam o mesmo salão. Na minha saudade dançam figuras do passado, danço eu mesma de outro jeito, desfilam pequenos momentos que me arrancam suspiros, passam cenas impregnadas de memórias.
A saudade tem poder de dominar os pensamentos por um instante. Quando se sente saudade, não se sente mais nada, não se pensa em mais nada, não se ousa reagir.
Depois de passada, a saudade deixa um desejo de reação. Se não se pode acabar com ela, é preciso falar dela. É urgente contar a alguém sobre ela.
A saudade vem e nos traz a certeza da vida que já vivemos, da saudade que também provocamos, do tempo que está passando, do pouco que nos comprometemos.
Viver de saudades é duro. O tempo passa mais rápido de propósito, só para provocar mais saudades.
É hora de olhar para dentro dos salões da sua saudade, identificar rostos, lugares e oportunidades. O que não vai mais voltar, vai ficar na saudade. O que der para recuperar é tarefa para agora! O tempo não aguardará a saudade passar.
Entre nesse salão, e se a porta estiver fechada, entre pela janela, pela chaminé, pela saudade de quem está lá dentro, e resgate o que for possível. Liquide a saudade em vida, para que ela fique somente com o que já não pode mais retornar.
Conforme nos tornamos mais velhos nos damos conta de que, em matéria de amizade, conta mais a qualidade do que a quantidade, e somente aqueles que valem a pena permanecem conosco com o passar do tempo.
Com o passar do tempo, relações que acreditávamos ser fortes e duradouras se quebram. Sejam as mudanças da vida ou os conflitos das relações, nosso grupo de amizades acaba se reduzindo drasticamente.
Não é segredo que os verdadeiros amigos se contam com os dedos de uma mão e que, com o passar dos anos, a qualidade pesa mais do que a quantidade no que diz respeito à amizade e às relações afetivas.
Cercamos nosso círculo e o fazemos com consciência de que o positivo para nós é torná-lo mais seleto, mais sólido e mais profundo.
Não é um trâmite doloroso em si mesmo devido ao fato de que é natural que isso aconteça. Marcar distâncias e proximidades de forma precisa e de acordo com as nossas necessidades é algo que todos fazemos em um momento ou outro de nossa estadia nos diferentes lugares que determinam nossas vidas.
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Não queremos ter muitas pessoas ao nosso redor, e sim as melhores
Com o tempo primamos pela intensidade dos contatos em vez da frequência. Gostamos de ter ao nosso lado as pessoas que realmente nos importam e que mais amamos.
Isso, em parte, está determinado pelo tempo que temos para nos relacionarmos e pelo interesses e prioridades que estabelecemos com os demais.
Com 15 anos gostamos de estar rodeados de gente, conhecer novas ideias e experimentar. Com 30 ou 40 as prioridades mudam, o que queremos é ser mais seletivos em nossas batalhas.
A amizade: quanto mais profunda, mais prazerosa
Em certas idades é muito comum se sentir sozinho, mesmo acompanhado, por isso mergulhamos na busca (explícita ou não) de relações puras, sinceras e estáveis.
Isso não é novo, mas na atualidade há estudos que nos brindam a possibilidade de afirmar de maneira contundente: cada ano que passa nos ajuda a priorizar a qualidade em detrimento da quantidade.
Selecionamos e priorizamos as relações com pessoas com quem nos conectamos de forma mais intensa porque nos oferecem um maior bem-estar a nível social, emocional, cognitivo e comportamental.
Um equilíbrio entre todas estas esferas nos ajuda a conceituar a amizade de maneira individualizada. De acordo com isso, a tendência emocional geral é a de definir a amizade segundo o que, de maneira específica, nos oferece cada relação.
Ou seja, nos tornamos mais precisos e analíticos, enquanto, por sua vez, não podemos nos desligar da ideia do que cada tipo de relação nos oferece. Nos tornamos conscientes de que há diversas opções e de que a riqueza do ser está na pluralidade.
Este conceito de amizade é tão transformador que às vezes até surpreendemos a nós mesmos refletindo sobre isso.
No entanto, é verdade que há algo destacável e que, seja por experiência ou por algum outro motivo, nos tornamos mais inflexíveis, as batalhas são mais dolorosas e ferem mais fundo o nosso interior.
Para nós, adultos, é terno ver como duas crianças brigam por um brinquedo mas, por outro lado, em questão de minutos podem se abraçar e dar amor sem medida.
Este é um aspecto que deveríamos levar em conta sempre: os motivos dos nossos incômodos e distanciamentos são tão relevantes assim, a ponto de perder uma amizade?
Tendemos a fazer atribuições estáveis demais sobre questões muito banais, o que muitas vezes acaba menosprezando nossos ideais em matéria de sentimentos.
Este detalhe, sem dúvida, é um ponto importante em qualquer relação.
Assim, convém destacar que é comum julgarmos a qualidade por eventos negativos que são pequenos em comparação com o que, por outro lado, as pessoas que nos rodeiam nos oferecem.
Ou seja, muitas vezes cercamos nosso círculo de amizades de maneira negligente.
As prioridades emocionais com o passar do tempo
Seja qual for a realidade pessoal que acompanha este fato, devemos ter muito claro que o fato de que a nossa realidade social mude não é negativo por si só.
Isso, sem dúvida, é algo que em alguns momentos de transição temos dificuldade em assumir com naturalidade. Convém refletir sobre os seguintes pontos:
– Na pré-adolescência e adolescência reina uma grande confusão em torno de temas ligados às relações. Buscamos nosso lugar e, por isso, compomos e recompomos constantemente nosso círculo de pessoas.
– Pouco a pouco, conforme entramos na juventude, vamos deixando de lado as grandes reuniões, as festas e os excessos sociais. Começamos priorizando ter alguém com quem falar e lidar com nossas inquietudes pessoais e psicossociais.
– Conforme avançamos nesta etapa gostamos de estar mais tranquilos e cômodos, de nos sentirmos queridos e importantes, com pensamentos e interesses que estimulem nossa mente e nosso mundo de maneira mais madura.
– Conforme vamos evoluindo geramos um grupo de referência, pessoas que seguimos e com as quais nos relacionamos compartilhando pensamentos, sentimentos, interesses.
– Já na idade adulta as amizades que mais valorizamos não se correspondem com a necessidade de aparentar profundidade, e sim de serem sentidas.
– Gostamos das pessoas que nos dizem tudo com o olhar, que aprovam e desaprovam com total liberdade e que nos jogarão aos leões se for necessário.
As amizades do tempo são vínculos que acabam se transformando em irmandades. Uniões profundas afastadas da hipocrisia, do egoísmo e das inquietudes mascaradas.
Amizades que preenchem com seus abraços a plenitude da nossa alma, que se sentam como copiloto e nos guiam quando algo nos cega.
Se pudéssemos ter a paciência de aguardar a passagem do tempo, para então manifestar nossas impressões sobre os fatos que nos sucedem, evitaríamos conclusões precipitadas e seríamos mais gratos. Gratos porque assim perceberíamos que o que aconteceu foi o melhor para a nossa vida, embora pensássemos exatamente o contrário, enquanto nos lamentávamos em meio ao turbilhão de emoções que nos tomam no exato momento em que algo não corre de acordo com o que queremos.
Mas não, costumamos nos antecipar ao sofrimento, visualizando o pior que supomos estar por vir, imaginando que não mais seremos os mesmos, que nos tornaremos menos felizes, que somos a pessoa mais azarada desse mundo. Só enxergamos o que perdemos, o que se foi, o que não mais é nem está, esquecendo-nos de tentar perceber o que então poderemos ser, conquistar, obter, o que os espaços vazios podem convidar para serem preenchidos com mais, com coisa melhor, pessoas mais generosas, momentos mais grandiosos.
A vida costuma seguir o seu curso com mais ou menos carinho, chacoalhando nossas verdades, desequilibrando nossas certezas, questionando-nos quanto ao que estamos fazendo com o que nos é ofertado diariamente. E é assim que a vida se encaixa, nos encaixa, colocando-nos de frente com o que somos, fortalecendo-nos e acomodando-se em meio à nossa jornada, no intuito de nos motivar a seguir, sempre, apesar de tudo. É nesse movimento que nos vai sendo tirado muito do que, sem que percebêssemos, impedia-nos de ampliar o nosso mundo.
Existem tantas oportunidades prontas para nos abraçar, tantas pessoas aguardando o nosso olhar, tantos lugares para visitarmos, tantos amores para dividirmos, muito melhores do que grande parte daquilo que achamos ser o mais certo para nós. Prendemo-nos a tantas amarras ilusórias, enquanto nos tornamos cegos ao mundo ali do nosso lado. Muito do que não aconteceu na verdade foram bênçãos que equivocadamente pensamos serem perdas. O que não foi simplesmente não era para ter sido.
Logicamente, será difícil mantermos serenidade durante os momentos de decepção e frustração que pontuarão o nosso caminhar, porém, confiar no tempo e no que de melhor a vida tem a nos oferecer será essencial para que não nos demoremos exageradamente na paralisia inútil das lamentações e lamúrias sem fim. Manter o pensamento positivo, ao contrário do que possa parecer, não é acreditar em contos de fadas, mas sim viver com a certeza de que a gente merece ser feliz, mesmo que não neste momento, mas no momento certo.
É a tua hora, bravo e velho ano que chega ao fim. Vai em frente, humilde e honesto, tu que já foste amanhã, ocupar teu lugar nos dias de ontem. Nós seguimos daqui, curiosos quanto ao que virá, gratos pelo que passou. Agradecidos por conta ou apesar dos doze meses que nos deste um depois do outro, cumprindo honrosamente o calendário combinado.
Para muitos de nós, foste um tempo severo, duro, violento. Esses te querem longe. Outros terão saudade de teus dias longos, teus escândalos, teus instantes insanos e tuas horas mansas, teus encontros e desencontros, tuas angústias e esperanças – esses te guardarão na lembrança com carinho.
Acontece é que agora, tanto para quem te quer distância quanto aos que te encerram afeto, é tempo de despedida. Adeus, ano velho! Vai-te adiante, reencontrar tuas horas, teus dias, tuas semanas e teus meses numa só lembrança.
Vai com os braços escancarados, em festa. Vai rever tuas trezentas e sessenta e cinco manhãs, arder de saudade boa no solzinho de tuas tardes, sonhar esperanças em tuas noites. Elas te esperam cantando em coro, afinadas como velhas cantoras, as canções que enfeitaram teus dias e amansaram tuas dores. Vai te juntar a tua gente em algum bar recendendo alegria numa confraternização amorosa, celebrando teus momentos como obras-primas.
Vai tranquilo, goza sem medo a sensação saborosa do dever cumprido. Honraste teu prazo, trouxeste-nos à porta de teu irmão mais moço e cá estamos, caminhando juntos até o futuro ali em frente. Agora é conosco. Cabe a nós apertar o passo e enfiar a cara nos dias e tardes e noites que virão, como quem avança para uma multidão de rostos desconhecidos.
Uns sorrirão simpáticos, outros esbravejarão. Mas que importa? Eles virão por nós. Vamos a eles com fé, sem medo. Vamos de passos firmes, coração amoroso e mãos estendidas. As mesmas que agora te acenam em despedida emocionada, agradecida. Adeus, ano velho. Apesar de tudo, obrigado!
Agora é tempo de celebrar o que vem. Bem-vindo, Ano Novo! Que em teus dias a bondade arrebente os muros de crueldade e picuinha e se espalhe a todo canto. Que o trabalho seja franco, a comida seja farta e a saúde, exuberante! Que as águas transparentes da justiça lavem a lama que nos emporcalha. Que o amor nos toque fundo e nos leve mais alto.
Assim, voando sobre as cabeças rasteiras e as intenções daninhas, chegaremos sãos e salvos até o ano seguinte, e o outro, o outro, o outro e tantos outros mais até quando Deus nos permitir. E que seja assim para sempre.
Nossa lista de desejos para todo ano novo quase sempre é gigantesca e quase nunca compatível com a realidade.
Se olharmos com cuidado, veremos que muitas vezes a soma de todos os itens representa a não aceitação de nós mesmos. E é exatamente aí que mora o perigo.
Não queremos apenas descolar um emprego mais bacana, emagrecer alguns quilos, parar de fumar, parar de beber, viajar mais, conhecer um grande amor, ganhar mais dinheiro, aprender a tocar piano ou uma nova língua, mudar de país. Queremos nos tornar outra pessoa.
Para dar conta de nossas listas irreais ao pé da letra teríamos que nascer de novo, ter outra família, outra educação, outra cultura, outros traumas, outros medos, outra conta bancária, outras vivências.
É claro que é bacana traçar metas, fazer planos, ter objetivos claros do que queremos e do que não queremos mais. No entanto, se esses objetivos e planos não estiverem alinhados com a realidade, o efeito colateral será apenas a frustração.
E quanto mais frustrações acumulamos, mais paralisados nos tornamos. E quanto mais paralisados nos tornamos, mais nos convencemos de que não temos jeito, de que somos um caso perdido. E quando nos convencemos de que somos um caso perdido, o que fazemos? Passamos a nos auto sabotar para fazer a manutenção dessa velha crença.
A auto sabotagem nos rouba toda a alegria, a energia, a fé, a esperança e a coragem que sentimos na noite de réveillon. Quando nos damos conta estamos em Junho e não fizemos nem a metade do que nos propusemos. Bate uma sensação de fracasso, um desânimo e vontade de dormir até o ano acabar.
Que tal fazer diferente este ano, se propor a uma lista de desejos menor e mais realista? Que tal, em vez de dez radicais mudanças de hábito, investir com afinco em apenas uma, a maior e mais importante delas? Que tal aprender a priorizar?
E que tal incluir nessa lista:
1. Ser mais flexível e menos exigente consigo
2. Aprender a dizer “não”
3. Aprender a ouvir “não”
4. Aprender a se perdoar pelos erros cometidos
5. Vencer um grande medo
6. Dar menos importância para a opinião alheia
Lembrando que de nada adianta usar a cor certa de calcinha (ou cueca) no réveillon se no restante dos dias o pedacinho de pano for tirado para qualquer um (a).
E que venha o ano novo! Que tenhamos todos saúde, lucidez, amor-próprio, autoconhecimento, poder de superação, coragem, entusiasmo, fé, discernimento, intuição, abundância, otimismo, beleza, afeto e prosperidade para dar e vender.