Nicole Kidman fraturou a costela duas vezes durante as filmagens deste clássico vencedor do Oscar: “Eu queria reduzir minha cintura”

Nicole Kidman fraturou a costela duas vezes durante as filmagens deste clássico vencedor do Oscar: “Eu queria reduzir minha cintura”

Quando Moulin Rouge – Amor em Vermelho chegou aos cinemas em 2001, virou referência instantânea de musical moderno — e ainda saiu da 74ª edição do Oscar com dois prêmios.

Para Nicole Kidman, o filme também marcou um ponto de virada: foi ali que ela recebeu sua primeira indicação ao Oscar, colocando de vez seu nome entre as grandes apostas de Hollywood.

A história se passa na Paris boêmia do fim do século XIX, onde Christian, um jovem escritor inglês recém-chegado a Montmartre, tenta encontrar inspiração no meio artístico.

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Ele acaba se aproximando de um grupo de criadores cheios de ideias e ambição, que quer tirar do papel um espetáculo e conquistar espaço no famoso cabaré Moulin Rouge.

É nesse cenário que Christian cruza com Satine, a estrela do cabaré — admirada, disputada e tratada como atração principal por quem frequenta o local.

O encontro vira romance, mas com um problema enorme: Satine está ligada a um acordo com um duque, e esse compromisso pesa diretamente no futuro financeiro do cabaré. Resultado: o relacionamento precisa ser vivido às escondidas, com tensão constante e risco real de desmoronar tudo ao redor.

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Só que, fora das câmeras, o drama tinha outro tipo de urgência. Nicole Kidman fraturou a costela duas vezes durante as filmagens e ainda enfrentou um período em que precisou gravar com limitações por causa de uma lesão no joelho — a ponto de aparecer em cenas sentada em cadeira de rodas.

A própria atriz contou que uma das quedas aconteceu num horário bem ingrato: ela estava dançando de salto de madrugada, escorregou e caiu escada abaixo. Depois, veio a segunda fratura, ligada ao figurino: um espartilho.

Nicole revelou que ficou obcecada por apertar a cintura ao máximo, tentando chegar a uma medida extremamente pequena, e descreveu o pensamento que repetia na hora: “mais apertado, mais apertado”, segundo relato feito no The Graham Norton Show.

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O diretor Baz Luhrmann também falou sobre como a produção foi engolida por problemas e atrasos, dizendo ao The Guardian que os incidentes se acumulavam — de acidentes no set a situações que obrigaram mudanças de rota e finalizações fora do plano inicial.

Ele ainda comentou que, em um momento do filme, Nicole aparece em cena com a perna elevada justamente porque estava lidando com a lesão e gravando do jeito que dava.

Hoje, para quem quiser rever o musical, Moulin Rouge – Amor em Vermelho está no Disney+. No elenco, além de Kidman, estão Ewan McGregor, John Leguizamo, Jim Broadbent e Richard Roxburgh.

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4 alimentos que podem “imitar” a ação do Ozempic e Mounjaro por terem as mesmas propriedades das injeções

4 alimentos que podem “imitar” a ação do Ozempic e Mounjaro por terem as mesmas propriedades das injeções

Ozempic e Mounjaro viraram assunto porque mexem direto em dois pontos que fazem diferença pra muita gente: apetite e controle de açúcar no sangue. Eles pertencem a uma classe que conversa com um hormônio do próprio corpo, o GLP-1, ligado à saciedade.

E aí vem a curiosidade: alguns alimentos e compostos naturais aparecem em estudos como possíveis “empurrõezinhos” para esse mesmo caminho — com uma diferença importante: efeito de comida não é igual ao de medicamento, nem tem a mesma força.

O GLP-1 é liberado no intestino quando a gente come. Ele ajuda a sinalizar “ok, já deu”, desacelera o esvaziamento do estômago e participa do equilíbrio da glicose. Pesquisas recentes citam itens que podem favorecer a liberação do GLP-1 ou melhorar a resposta do corpo a ele — especialmente em contextos de metabolismo alterado.

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1) Gengibre

O gengibre, além de ser figurinha carimbada em chás e receitas, tem um composto chamado gingerol que vem sendo associado a uma maior produção/liberação de GLP-1 em pesquisas experimentais.

Em modelos animais com diabetes, a raiz aparece ligada a melhora de hiperglicemia (açúcar alto no sangue), possivelmente por esse efeito no eixo intestino–hormônios.

Na prática, isso não transforma gengibre em “injeção natural”, mas ajuda a entender por que ele é tão estudado quando o assunto é metabolismo da glicose. Dá pra usar fresco, em pó, em preparos salgados ou em infusão — sem exagerar, porque “quanto mais, melhor” raramente funciona quando falamos de compostos ativos.

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2) Canela

A canela costuma entrar na conversa porque aparece em estudos ligados a estabilidade de glicose e, em alguns casos, a uma melhora na forma como o corpo lida com carboidratos.

Pesquisadores discutem que componentes da canela podem estimular a liberação intestinal de GLP-1 ou aumentar a sensibilidade do organismo a esse hormônio, ao menos em cenários observados em laboratório.

Um detalhe que muita gente ignora: consumo elevado, todos os dias, pode ser problema dependendo do tipo de canela, já que algumas têm mais cumarina (substância que, em excesso, pode ser tóxica). Então, se for usar com frequência, vale manter moderação e, se você toma remédios contínuos ou tem condição hepática, conversar com um profissional de saúde.

3) Berberina

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Aqui a coisa muda de categoria: a berberina não é um “alimento do dia a dia” como gengibre e canela — é um composto encontrado em plantas e geralmente aparece como suplemento.

Ela ganhou fama como “mais perto do Ozempic natural” porque revisões de estudos já observaram associação com redução de peso, IMC, glicemia em jejum e LDL em grupos suplementados.

O mecanismo proposto passa por aumentar a produção de insulina e influenciar sinais no intestino (incluindo caminhos que acabam elevando GLP-1). Só que berberina não é inocente: pode interagir com medicamentos (inclusive para diabetes), alterar glicose rápido demais em algumas pessoas e causar efeitos gastrointestinais.

Ou seja: se a ideia for usar como suplemento, isso pede orientação médica, especialmente pra quem já usa remédios ou tem resistência à insulina.

4) Chá verde fermentado (kombucha)

O chá verde já é estudado por seus antioxidantes, como o EGCG. Quando ele entra em versão fermentada (como a kombucha), aparece a hipótese de que certos compostos e o contexto da bebida possam ajudar em vias relacionadas a saciedade e controle glicêmico.

Um estudo com animais sugeriu que, combinado com cafeína, pode estimular liberação de GLP-1.

Aqui vale o alerta “vida real”: kombucha pode ter açúcar, variação grande de composição entre marcas e, pra algumas pessoas, pode irritar o estômago. Se você está de olho no efeito metabólico, o ponto é observar rótulo, quantidade e como seu corpo reage — e não tratar como atalho.

Importante: se você tem diabetes, pré-diabetes, usa medicamentos (principalmente para glicose/pressão) ou está pensando em suplementos como berberina, o caminho mais seguro é alinhar com um profissional de saúde. Esses itens podem apoiar hábitos, mas não substituem tratamento nem têm o mesmo padrão de eficácia das canetas.

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O romance baseado em história real que escandalizou uma família conservadora e virou sucesso na Netflix

O romance baseado em história real que escandalizou uma família conservadora e virou sucesso na Netflix

Tem novela que prende pelo casal principal. Para Sempre no Meu Coração prende também pelo “e se isso acontecesse comigo?” — porque, no fundo, a história nasceu de um romance que existiu fora da tela, num período em que casar por amor podia virar briga de família por anos.

No Brasil, o drama turco İstanbullu Gelin aparece na Netflix como Para Sempre no Meu Coração e já entrega o tom logo na sinopse: Süreyya, uma musicista autodidata, se casa com Faruk, herdeiro de uma família influente, e passa a encarar tradições, segredos e disputas de poder dentro do clã.

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A trama foi exibida originalmente na Turquia entre 2017 e 2019 e tem três temporadas, com Özcan Deniz (Faruk) e Aslı Enver (Süreyya) nos papéis centrais — e um dos grandes “motores” do conflito é a matriarca Esma, interpretada por İpek Bilgin, que reage com unhas e dentes a qualquer mudança na casa.

O detalhe que deixa tudo mais interessante: a produção é associada a um caso real e a uma obra literária.

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Em matérias sobre a série no Brasil, a origem costuma ser apontada como a história de Ülkü Üst Sarpkan e Ali Sarpkan, um casal dos anos 1970 que enfrentou resistência pesada da família dele depois do casamento — ela, cantora de um grupo famoso na época (Beyaz Kelebekler); ele, empresário vindo de um ambiente bem conservador.

Na adaptação para a ficção, esse choque vira dramaturgia diária: a recém-chegada não precisa “provar amor”, e sim lidar com o que vem grudado no sobrenome Boran — hierarquia dentro de casa, cobranças sobre comportamento, atritos de classe e a pergunta que ronda cada decisão da protagonista: até onde dá para ceder sem se apagar?

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A sinopse e descrições oficiais reforçam essa dinâmica ao colocar Süreyya dentro de uma família rígida e cheia de disputas internas.

Pra quem gosta de novela com conflitos de família bem desenhados (e personagens que dizem uma coisa enquanto fazem outra), a série ainda tem um bônus: na Netflix Brasil, os episódios aparecem com cerca de 45 minutos e classificação A14, o que ajuda a medir o ritmo da maratona.

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Previna-se contra AVC, infarto e trombose: 10 alimentos acessíveis excelentes para as veias e artérias

Previna-se contra AVC, infarto e trombose: 10 alimentos acessíveis excelentes para as veias e artérias

Quando a rotina aperta, a gente costuma escolher o que “mata a fome” mais rápido — e pronto. O problema é que, no dia a dia, esse atalho quase sempre vem com excesso de sal, gordura ruim e pouco nutriente.

Com o tempo, isso pesa na circulação: o sangue encontra mais dificuldade para passar, o colesterol tende a sair do controle e a inflamação do corpo vira visitante frequente.

A boa notícia é que dá para favorecer veias e artérias com escolhas simples de mercado e feira.

A seguir, 10 alimentos bem comuns (e geralmente baratos) que ajudam a cuidar do sistema circulatório, por motivos diferentes — fibras, gorduras boas, vitaminas e compostos anti-inflamatórios.

Se você usa remédios (especialmente anticoagulantes) ou tem doença diagnosticada, vale conversar com um profissional antes de mudar muito a dieta.

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1) Aveia

A aveia tem fibras solúveis que ajudam a reduzir a absorção de colesterol no intestino e melhoram o funcionamento do intestino.

Na prática, ela é uma mão na roda para quem quer dar um empurrãozinho no perfil lipídico sem complicação: mingau, vitamina, iogurte ou fruta com aveia já resolvem.

2) Feijão (e outras leguminosas, como lentilha e grão-de-bico)

Leguminosas entregam fibras, proteína e minerais, o que favorece saciedade e ajuda no controle do peso — um ponto importante para diminuir pressão sobre as pernas e o risco de problemas circulatórios. De quebra, fibras também colaboram com colesterol e glicemia mais estáveis.

3) Maçã

Prática e fácil de achar, a maçã combina fibras (especialmente na casca) com compostos antioxidantes.

Isso ajuda a reduzir estresse oxidativo, um fator que pode irritar a parede dos vasos e atrapalhar o fluxo sanguíneo ao longo do tempo.

4) Brócolis (ou couve, repolho e outros “verdes” da mesma família)

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Esses vegetais são ricos em fibras e micronutrientes que apoiam o funcionamento do organismo como um todo, inclusive na manutenção das paredes dos vasos.

Em versões simples — refogado rápido, cozido no vapor, no arroz — já entram na rotina sem pesar no bolso.

5) Alho

O alho tem compostos sulfurosos que podem favorecer a circulação e apoiar a saúde do coração. Ele também ajuda a dar sabor sem depender tanto de sal, o que é ótimo para quem precisa controlar pressão arterial.

6) Cúrcuma (açafrão-da-terra)

A cúrcuma é conhecida pelo potencial anti-inflamatório. Como inflamação persistente está ligada ao endurecimento e ao mau funcionamento dos vasos, incluir cúrcuma no feijão, no frango, na sopa ou nos legumes pode ser um detalhe simples com impacto positivo.

7) Pimenta-do-reino

Usada com moderação, ela ajuda a realçar o sabor e pode atuar em conjunto com a cúrcuma (muita gente usa os dois juntos).

Além disso, é mais um recurso para diminuir a necessidade de temperos industrializados cheios de sódio.

8) Sardinha

Aqui entra o famoso ômega-3, uma gordura associada a melhor controle de inflamação e triglicerídeos.

E a sardinha costuma ser a alternativa mais acessível entre os peixes “mais gordos”. Vale fresca, enlatada (de preferência com atenção ao sódio) ou preparada na panela mesmo.

9) Linhaça ou chia

São sementes pequenas, mas bem úteis: entregam fibras e gorduras boas. Elas podem ajudar no intestino, na saciedade e no controle do colesterol.

Uma colher no iogurte, na fruta, no mingau ou na vitamina já faz diferença na consistência do hábito.

10) Laranja (e outras frutas ricas em vitamina C, como acerola e limão)

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A vitamina C participa da formação de colágeno, importante para dar suporte à estrutura dos vasos.

Além disso, frutas cítricas trazem antioxidantes e ainda ajudam na hidratação do dia, principalmente quando a pessoa troca refrigerante e sucos adoçados por fruta de verdade.

Se quiser, eu também adapto essa lista para um “cardápio de 1 dia” com café da manhã, almoço e jantar usando só opções baratas (e com variações pra quem não come peixe).

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Infarto em jovens com menos de 40 anos aumentou 180%: Por que? Médico brasileiro explica

Infarto em jovens com menos de 40 anos aumentou 180%: Por que? Médico brasileiro explica

Até pouco tempo, infarto “antes dos 40” era tratado como exceção. Só que os números brasileiros tiraram essa ideia do conforto: as internações por infarto em pessoas com menos de 40 anos cresceram cerca de 180% entre 2000 e 2024, segundo dados citados em reportagens com base no Ministério da Saúde.

O problema é que não existe um único vilão. O aumento costuma vir de uma soma de fatores bem práticos do dia a dia: mais obesidade e sedentarismo, mais ultraprocessados, tabagismo (incluindo vapes), uso de álcool e outras substâncias, além de estresse crônico e sono ruim — combinação que acelera pressão alta, resistência à insulina, inflamação e alteração de colesterol, tudo no mesmo “pacote”.

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É aqui que entra um ponto que o médico brasileiro Juan Lambert vem batendo forte nas redes: o uso de telas à noite, especialmente na cama.

A lógica é simples: luz e estímulo mental tarde da noite tendem a bagunçar o relógio biológico e atrapalhar o sono profundo.

No vídeo, ele chama atenção para dois marcadores: melatonina (que ajuda a iniciar e manter o sono) e cortisol (hormônio ligado ao estado de alerta).

A ciência tem achados que conversam com isso. Um estudo com smartphone à noite avaliou melatonina e cortisol e descreveu alterações associadas ao uso de telas nesse horário.

Outro trabalho observou que ler no smartphone sem filtro se associou a cortisol mais alto na manhã seguinte e a mudanças em parâmetros de sono quando comparado à leitura impressa.

Em paralelo, uma pesquisa grande com dados de exposição à luz noturna (no UK Biobank) encontrou associação entre mais luz durante a noite e maior risco de doenças cardiovasculares, com efeitos que chamaram atenção especialmente em mulheres e em pessoas mais jovens dentro da amostra.

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O que isso significa na prática? Que a “rolagem infinita” perto da hora de dormir pode virar um hábito silencioso que piora o descanso por anos — e sono ruim não fica só no cansaço: ele mexe com pressão, apetite, glicose, inflamação e recuperação do corpo.

5 ajustes simples (na linha do que o médico sugere) para reduzir esse impacto:

  1. Defina um horário-limite para tela (por exemplo, depois das 20h ou pelo menos 60–90 min antes de dormir).
  2. Banho morno no fim da noite pode ajudar o corpo a entrar em modo de desaceleração.
  3. Troque luz branca forte por luz mais baixa e quente no período noturno.
  4. Deixe o quarto mais fresco, se possível.
  5. Livro físico ou outra atividade sem tela no lugar do feed.

E, claro: se a ideia é falar de risco real, vale lembrar o básico. Dor/pressão no peito, falta de ar, suor frio, mal-estar forte, dor que pode ir para braço/mandíbula não são “drama” — em qualquer idade, é caso de procurar emergência imediatamente (no Brasil, SAMU 192).

Saiba mais assistindo ao vídeo aqui (Instagram).

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Filme com estrela de Bridgerton é um dos mais cheios de química da Netflix

Filme com estrela de Bridgerton é um dos mais cheios de química da Netflix

Se você gosta daqueles filmes em que o casal tem faísca de verdade — e essa faísca vira um problema — “Jogo Justo” (na Netflix) funciona como um thriller psicológico com cara de romance no começo, mas que rapidamente revela um jogo de influência, ciúme e controle dentro de um ambiente corporativo sufocante.

A produção é estrelada por Phoebe Dynevor (a Daphne de Bridgerton) e usa o mercado financeiro como cenário para colocar sentimentos “bonitos” sob pressão real.

O filme chama atenção porque não aposta em perseguições ou reviravoltas mirabolantes. O que empurra a história para frente é o desconforto de ver duas pessoas que se desejam — e se admiram — começarem a se medir o tempo inteiro, como se cada conversa fosse uma disputa com placar.

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No centro da trama estão Emily Meyers (Phoebe Dynevor) e Luke Edmunds (Alden Ehrenreich), analistas que trabalham no mesmo fundo de investimentos em Nova York.

Para não virar fofoca interna e evitar possíveis punições, eles mantêm o relacionamento em segredo — mas, fora do escritório, agem como um casal que está planejando o futuro, com direito a noivado e planos práticos.

A engrenagem muda de vez quando surge uma promoção importante. O cargo era desejado pelos dois e, quando a escolha recai sobre Emily, a relação sai do modo “parceria” e entra num território bem mais complicado: o de quem precisa provar o tempo todo que merece estar onde está — e o de quem não sabe lidar com a própria frustração sem transformar isso em ataque.

A partir daí, o que era química vira tensão. Emily passa a ser observada com lupa num ambiente majoritariamente masculino, cercada por regras não ditas e expectativas cruéis sobre como uma mulher “deveria” se comportar numa posição de liderança.

Luke, por sua vez, começa a sentir a carreira escapar do controle e tenta compensar isso em outro lugar: na relação, na fala, no tom, nos limites que antes pareciam combinados.

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O roteiro constrói esse desgaste em etapas: primeiro aparecem pequenas alfinetadas e comentários atravessados; depois, a convivência vira uma sequência de testes de poder, com discussões que não começam grandes, mas acabam grandes porque já estavam fermentando há um tempo. Em vez de explicar demais, o filme deixa muita coisa acontecer no olhar, na pausa e no modo como os dois passam a se tratar.

Mesmo quando há sensualidade, o longa não usa isso como enfeite. As cenas servem para mostrar o contraste entre desejo e rivalidade — e como a mesma intimidade que aproxima também pode virar gatilho quando entra insegurança, comparação e ressentimento.

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No elenco, Phoebe Dynevor sustenta bem essa Emily que alterna firmeza e vulnerabilidade sem virar caricatura: ela é ambiciosa, mas também entende o preço de ocupar um espaço que não foi feito para facilitar.

Alden Ehrenreich entrega um Luke que começa encantador e vai expondo, aos poucos, a necessidade de dominar a narrativa — especialmente quando não consegue dominar o próprio ego.

Ao redor deles, os colegas do fundo reforçam a cultura de competição agressiva, onde qualquer fraqueza vira munição.

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No fim das contas, “Jogo Justo” é para quem curte histórias em que o perigo não está numa ameaça externa, e sim na forma como ambição, inveja e desequilíbrio de poder conseguem estragar até o que parecia sólido — tudo isso com uma dupla que tem presença e atrito na medida certa.

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Exame vencido? Alerta: Multa automática de R$ 1.467 pode cair na sua CNH em 2026

Exame vencido? Alerta: Multa automática de R$ 1.467 pode cair na sua CNH em 2026

Motoristas com CNH nas categorias C, D e E precisam ficar atentos ao exame toxicológico obrigatório: se o prazo estourar, a multa cai mesmo sem abordagem na rua.

A regra está valendo desde 2023, com base na Lei nº 14.599, e segue aplicável em 2026.

O ponto central é o artigo 165-D do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Ele enquadra como infração gravíssima o condutor que não fizer o exame até 30 dias após o vencimento do prazo previsto.

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Passou desse “prazo extra”, o sistema já pode gerar o registro da infração — não depende de blitz, flagrante ou qualquer situação em via pública.

Na prática, o que pesa é que a penalidade funciona de forma automática: basta o prazo constar como vencido no cadastro oficial.

Ou seja, não é algo que “fica para depois” ou que só aparece quando o motorista é parado. O lançamento entra como procedimento administrativo, vinculado ao registro da habilitação.

E por que a multa bate em R$ 1.467,35? Porque a lei combina o valor-base de uma infração gravíssima com o multiplicador definido no próprio CTB para esse caso. A conta fica assim: R$ 293,47 (gravíssima) × 5 (multiplicador do art. 165-D) = R$ 1.467,35.

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Quem aplica e lança a multa é o órgão ou entidade executiva de trânsito responsável pelo registro da CNH do condutor, conforme o parágrafo único do art. 165-D.

É esse órgão que faz o registro da penalidade e toca as medidas administrativas cabíveis quando o prazo do exame expira.

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O desaparecimento de Ronald McDonald não foi por acaso… Entenda o que houve em 2016

O desaparecimento de Ronald McDonald não foi por acaso… Entenda o que houve em 2016

Repare: o McDonald’s continua em todo canto, muda cardápio, muda campanha, muda fachada… mas aquele rosto que já foi “o” símbolo da marca ficou cada vez mais raro.

Ronald McDonald, que durante décadas aparecia em comercial, evento e ação com criança, foi saindo de cena sem alarde — e muita gente só percebeu quando já tinha virado ausência.

O detalhe é que não aconteceu um “adeus” com direito a anúncio e data marcada. Não teve comunicado dizendo “acabou”.

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O que rolou foi um sumiço gradual: menos aparições, menos destaque, menos presença em ações públicas. E quando as pessoas começaram a perguntar “ué, cadê ele?”, a resposta já estava no contexto cultural do momento.

Ronald nasceu como peça-chave do marketing da rede nos anos 1960 e virou um personagem fixo das campanhas, especialmente quando a marca queria falar diretamente com o público infantil.

Ele aparecia ao lado de outros personagens criados para as propagandas e materiais promocionais, ajudando a transformar o fast food em um lugar “com personagens”, não só um restaurante.

Só que a maré virou forte em 2016. Naquele ano, pipocaram nas redes sociais fotos e vídeos de gente vestida de palhaço com aparência assustadora — no começo, parecia só provocação para viralizar.

Em pouco tempo, começaram relatos de pessoas fantasiadas abordando e intimidando outras perto de escolas e bairros residenciais, com casos citados em países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália.

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A figura do palhaço, que antes era associada a festa infantil, passou a ser vista por muita gente como algo que dá arrepio.

Com esse clima, o McDonald’s preferiu não bancar o risco. A empresa declarou que estava atenta ao “ambiente atual” envolvendo aparições de palhaços e que teria cautela com a participação do personagem em eventos comunitários.

Na prática, foi um freio: o personagem ficou fora do foco e, em vários mercados, desapareceu das grandes campanhas.

E tem um ponto importante: a onda dos “palhaços assustadores” foi o gatilho, mas não foi a única razão. Já havia um reposicionamento acontecendo antes disso.

A comunicação da rede começou a apostar mais em temas como ingredientes, informações nutricionais, mudanças nas lojas e uma conversa mais direta com adolescentes e adultos.

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Nesse cenário, um mascote com visual caricato, pensado para atrair crianças, começou a fazer menos sentido como peça central.

Por isso, o Ronald não foi “apagado” oficialmente — ele só deixou de ser prioridade. O personagem ainda aparece ligado a ações sociais, especialmente nas iniciativas da Ronald McDonald House Charities (instituição associada ao nome da marca em vários países).

Mas voltar ao papel de estrela de comercial, como nos anos 80, 90 e começo dos 2000, hoje parece pouco provável: a publicidade atual tende a evitar símbolos que possam gerar leitura ambígua e prefere campanhas mais pé-no-chão, com foco em produto, experiência e imagem pública mais neutra.

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Árvores com troncos brancos estão por toda parte – e quase ninguém sabe o real motivo

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Se você começou a reparar em troncos “pintados” de branco em ruas e praças, não é moda de paisagismo nem capricho de prefeitura.

Em muitas cidades, essa camada clara entra como uma medida simples de proteção — principalmente em árvores novas, recém-plantadas ou que ainda estão se adaptando ao canteiro urbano, onde o calor do asfalto e o vento batem mais forte.

O motivo mais comum é reduzir o estresse causado pelo sol direto no tronco. A casca pode superaquecer durante o dia e, depois, esfriar rápido no fim da tarde e à noite.

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Essa variação ajuda a criar microfissuras e rachaduras, abrindo caminho para fungos, bactérias e pragas que aproveitam qualquer “porta” aberta.

O branco funciona como um escudo térmico: reflete parte da luz e diminui o aquecimento da superfície, segurando melhor a umidade da casca.

Em locais com dias muito quentes e noites frias (ou em épocas do ano com mudanças bruscas de temperatura), a pintura também é usada para evitar o chamado “dano por sol” no tronco — quando a parte exposta sofre mais do que a que fica sombreada.

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Em árvores jovens, isso pesa ainda mais porque a casca é mais fina e sensível. Resultado: a planta fica mais vulnerável e pode crescer com o tronco marcado, o que dificulta o desenvolvimento saudável.

Outra vantagem é que o branco vira uma barreira extra contra pequenos animais e insetos que atacam o tronco perto do solo, como roedores e algumas larvas perfuradoras (dependendo da região).

Em alguns manejos, a tinta é combinada com produtos específicos de proteção, mas isso precisa ser feito com orientação técnica: misturar qualquer coisa “na sorte” pode irritar a casca e piorar o problema que se queria evitar.

E não é qualquer tinta que serve. O mais usado é produto à base de água (tipo látex), aplicado de forma que a casca não fique “selada” como se fosse verniz.

Tintas à base de óleo tendem a criar uma película pesada e podem atrapalhar a troca de gases na superfície do tronco.

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Também vale ficar atento a tintas com muitos aditivos (fungicidas, solventes fortes e afins), porque o que é ótimo para parede pode ser ruim para planta.

Na prática, a aplicação costuma ser feita com pincel para garantir cobertura uniforme e controle da altura (geralmente do chão até uma faixa do tronco).

Em vários casos, a tinta vai diluída em água para ficar mais leve e evitar excesso; e, como é uma proteção “de manutenção”, costuma ser refeita periodicamente — especialmente depois de muita chuva ou quando a camada começa a desgastar.

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Gravação assustadora de orcas imitando fala humana deixa as pessoas impressionadas, mas extremamente apavoradas

Gravação assustadora de orcas imitando fala humana deixa as pessoas impressionadas, mas extremamente apavoradas

Uma sequência de áudios gravados durante testes com uma orca chamada Wikie virou assunto porque soa “errado” de um jeito difícil de ignorar: ela conseguiu copiar sons parecidos com palavras humanas, incluindo “olá”.

E não foi aquele barulho distante que a gente força a interpretação — em algumas tentativas, a semelhança ficou nítida o suficiente para deixar ouvintes divididos entre risada nervosa e puro arrepio. Teve quem resumisse a sensação com humor sombrio, dizendo que o “olá” parecia “demoníaco”.

O que chama atenção, segundo os pesquisadores, é que a orca fez isso mesmo tendo um sistema vocal totalmente diferente do nosso.

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Em humanos, a fala depende de estruturas e movimentos específicos na garganta e na boca; já orcas produzem som de outro jeito e modulam a emissão de forma distinta.

Ainda assim, Wikie acertou a “forma” do som em um nível reconhecível — algo que, para cientistas que estudam comunicação animal, é um baita sinal de flexibilidade vocal.

Nos testes seguintes, ela chegou a repetir “olá” com mais de 50% de precisão, mas isso não significa que ela saiba o que está dizendo. A leitura do estudo é bem direta: a orca estaria copiando o som, não o significado.

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Mesmo assim, o resultado entra como evidência científica de imitação vocal em orcas — uma pista importante para entender por que grupos selvagens têm “jeitos” diferentes de vocalizar, com padrões que lembram dialetos.

E tem um efeito colateral interessante (e um pouco inquietante): se uma orca consegue aprender sons novos com essa facilidade, isso reforça o quanto elas são capazes de adaptar a comunicação ao ambiente e ao convívio.

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Os próprios autores apontam que ainda falta observar mais orcas em vida livre para explicar como esse aprendizado funciona fora de condições controladas — e até onde essa habilidade vai quando o assunto não é copiar um som isolado, mas usar repertórios completos no dia a dia.

Veja o vídeo abaixo:

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Encare esse vídeo hipnótico por 15 segundos e você vai sentir o círculo te puxar para dentro

Encare esse vídeo hipnótico por 15 segundos e você vai sentir o círculo te puxar para dentro

Sabe quando você fecha um app e, por alguns instantes, parece que a tela continua se mexendo dentro da sua cabeça?

Esse vídeo em loop é bem nessa linha — só que em versão “truque visual” bem agressiva: um círculo serrilhado, cheio de contraste, que dá a sensação de estar sugando seu olhar para o centro.

O mais curioso é que a sensação de “ser puxado” não tem nada de místico. É o seu sistema visual fazendo o trabalho dele… e ficando confuso com o padrão.

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Ilusões desse tipo costumam misturar duas coisas: um desenho que engana a percepção de movimento (com bordas e contrastes que sugerem rotação/expansão) e o fato de que nossos olhos e nosso cérebro vivem ajustando a imagem o tempo todo, mesmo quando a gente acha que está parado.

Em ciência da visão, isso aparece em discussões sobre ilusões de movimento (como a “peripheral drift illusion”) e também sobre como pequenos movimentos involuntários dos olhos entram no jogo.

Aí vem a parte que mais pega (e que a gente comentou acima): depois de encarar o centro por 15–30 segundos, você olha para um objeto comum — a almofada do sofá, a parede, uma porta — e pode ter a impressão de que aquilo está “ondulando” ou indo na direção oposta.

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Esse efeito tem nome: motion aftereffect (o “efeito pós-movimento”), o mesmo princípio por trás da clássica “ilusão da cachoeira”, em que as pedras parecem subir depois que você olha água descendo por um tempo.

Com um vídeo tão colorido, ainda dá para aparecer um bônus: uma pós-imagem rápida (um “fantasma” de cor) quando você desvia o olhar para um fundo mais neutro, porque os receptores de cor se adaptam por alguns segundos.

Se você for testar, a dica é simples: faça por pouco tempo e pare se der tontura ou incômodo. A graça aqui é ver o cérebro tentando “recalibrar” a visão — e entregando movimento onde não existe.

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Mãe caçou 10 homens envolvidos em ataque fatal à sua filha e se vinga da melhor maneira

Mãe caçou 10 homens envolvidos em ataque fatal à sua filha e se vinga da melhor maneira

Quando um crime vira estatística e o Estado demora (ou falha) em responder, algumas famílias entram num modo extremo: passam a investigar por conta própria, porque ficar parado dói mais do que o risco.

Foi assim com a mexicana Miriam Elizabeth Rodríguez Martínez, que transformou o luto pela filha em uma busca obsessiva por provas — e por responsabilização.

A história começa em 2012, quando Karen Alejandra Salinas Rodríguez, filha de Miriam, desapareceu em San Fernando, no estado de Tamaulipas, uma área marcada pela violência do crime organizado.

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A família chegou a pagar resgate, mas Karen não voltou. Anos depois, os restos mortais dela foram localizados, e a suspeita de envolvimento de integrantes do cartel Los Zetas passou a aparecer com força no caso.

Sem ver avanço consistente das autoridades, Miriam decidiu fazer aquilo que muita gente só imagina em filme: recolher pistas, checar nomes, rastrear paradeiros e montar um quebra-cabeça humano de quem tinha participado do sequestro e do assassinato.

Ela usou disfarces e identidades falsas para se aproximar de suspeitos e obter informações — e, ao longo de cerca de três anos, contribuiu para que dez pessoas ligadas ao crime contra a filha fossem localizadas e presas.

A “vingança”, no caso, não foi virar justiceira de rua: foi colocar os responsáveis no radar da prisão.

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Esse tipo de iniciativa, porém, tem um preço alto no México: quem expõe grupos armados costuma virar alvo. Miriam também passou a atuar ao lado de outras famílias, ajudando a organizar um coletivo de busca por desaparecidos na região — justamente num país onde o desaparecimento de pessoas é uma ferida pública e recorrente.

Em 10 de maio de 2017 — Dia das Mães no México — Miriam foi assassinada em casa, em San Fernando, após homens armados invadirem o local.

Relatos citam que ela foi atingida 12 vezes e morreu a caminho do hospital. Entidades internacionais e organizações de direitos humanos condenaram o crime e cobraram investigação e proteção a defensores e familiares que procuram desaparecidos.

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El Niño em março: fenômeno chega com tudo no Brasil e vai mudar radicalmente a temperatura da sua cidade

El Niño em março: fenômeno chega com tudo no Brasil e vai mudar radicalmente a temperatura da sua cidade

O termômetro do Pacífico voltou a subir — e isso costuma acender um alerta direto para quem mora no Brasil.

Depois de uma fase com águas mais frias, o oceano começou a ganhar calor em ritmo acelerado, e meteorologistas já tratam 2026 como um ano com chance real de retorno do El Niño entre março e maio.

O sinal mais comentado agora é uma faixa de água mais quente avançando a partir das camadas profundas, como se o calor estivesse “empurrando” para a superfície.

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Em medições na área próxima à costa oeste da América do Sul, a anomalia já aparece por volta de 0,5°C acima do padrão, indicando que a transição pode estar em curso e evoluir mais rápido do que muita gente esperava.

A mudança de temperatura em seu auge pode chegar a +5°C nas cidades litorâneas e no meio-interior do Brasil (temporariamente).

Nem todo monitoramento oficial está cravando mudança imediata — alguns ainda classificam o cenário como dentro da normalidade.

Só que a leitura de instrumentos e modelos independentes aponta um detalhe importante: quando esse aquecimento começa a se consolidar e se espalhar, o efeito costuma chegar ao Brasil em forma de alterações bem práticas no dia a dia, principalmente na chuva e na temperatura.

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Se o aquecimento continuar avançando ao longo dos próximos três meses, o inverno de 2026 tende a ficar com outra cara em várias regiões. O desenho mais provável, olhando para o padrão típico do El Niño, é este:

Sul: aumento de frentes frias e episódios de chuva mais frequentes, com períodos úmidos que podem “engatar” e durar mais dias.

Norte e Nordeste: redução das chuvas em várias áreas e maior risco de seca prolongada, com atenção especial para partes da Amazônia.

Centro-Oeste e Sudeste (e outras áreas do interior): tendência de inverno mais quente, com menos entradas de ar frio forte e aquelas sequências de dias bem gelados aparecendo com menor frequência.

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O ponto-chave, agora, é descobrir qual El Niño vai se formar. Há cenários em que o aquecimento fica mais “colado” na costa (um evento mais curto e localizado) e outros em que o calor se espalha pelo Pacífico central, criando um padrão mais persistente.

Se essa segunda configuração ganhar força até maio, o impacto no Brasil costuma ser mais consistente e por mais tempo — por isso março e abril viram meses decisivos no radar da meteorologia.

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Vai costuma ir ao salão de beleza? Atenção a esse perigo que quase ninguém comenta (e pode afetar seu fígado)

Vai costuma ir ao salão de beleza? Atenção a esse perigo que quase ninguém comenta (e pode afetar seu fígado)

Ir ao salão para fazer as unhas virou quase tão comum quanto passar no mercado: entra na rotina, dá aquela sensação de “tá tudo em dia” e muita gente faz sem nem pensar muito.

Só que existe um detalhe bem sério que costuma passar batido nesse tipo de atendimento — e ele não tem nada a ver com esmalte, alergia ou “mão pesada” da manicure.

O risco é a hepatite C, uma infecção causada por vírus e transmitida pelo contato com sangue contaminado. O problema é que, em procedimentos que envolvem alicate, tesoura e retirada de cutícula, sangramento pequeno é mais comum do que parece — e é aí que mora o perigo.

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Dentro de um salão, a transmissão pode acontecer quando um instrumento usado em uma pessoa chega na próxima sem esterilização correta.

E não precisa ter “sangue visível” para ser arriscado: às vezes sobra resíduo microscópico em alicates, tesourinhas e espátulas. Se esse material entra em contato com um microcorte (ou com a pele machucada), existe chance de contaminação.

E tem um agravante: muita gente infectada não sabe que está. A pessoa segue a vida normalmente, atende, trabalha, pega ônibus, faz academia… porque a hepatite C pode ficar anos sem dar sinal claro. Isso faz com que o alerta demore a chegar — e, quando chega, pode ser tarde.

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O que torna a hepatite C tão perigosa é justamente o “tempo de silêncio”. Em vez de derrubar a pessoa logo de cara, o vírus pode ficar danificando o fígado aos poucos, enquanto o corpo não acusa nada óbvio.

Com o passar dos anos, esse desgaste pode virar fibrose (cicatrizes no fígado) e evoluir para cirrose, uma fase em que o órgão começa a perder funções essenciais.

Quando a cirrose aparece, já não é só “um fígado inflamado”. É quando o corpo começa a sentir falta do que o fígado faz o tempo todo sem a gente perceber: processar e filtrar substâncias do sangue, produzir proteínas importantes para a coagulação, armazenar nutrientes e ajudar a eliminar toxinas.

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Aí os sinais podem surgir de forma mais pesada, como pele e olhos amarelados (icterícia), barriga inchada por acúmulo de líquido, sangramentos, confusão mental e queda importante do estado geral.

Nessa etapa mais grave (quando a cirrose “descompensa”), o tratamento fica bem mais complicado e, em alguns casos, o transplante de fígado entra como alternativa. Só que transplante não é “plano rápido”: envolve fila, critérios médicos, compatibilidade e tempo — e nem todo mundo consegue chegar até lá no momento certo.

O que dá para fazer, na prática, para reduzir o risco ao fazer as unhas é simples e bem direto:

  • Pergunte como os instrumentos são esterilizados (o padrão mais seguro é autoclave, não só “água quente” ou “solução”).
  • Repare se o kit é aberto na sua frente ou se parece ser o mesmo de sempre.
  • Evite retirar cutícula, porque é justamente isso que costuma gerar microferimentos.
  • Não faça o procedimento se você estiver com cortes, rachaduras ou feridas nas mãos.
  • Quando der, leve seu próprio kit (alicate, lixa, espátula) e mantenha ele só para uso pessoal.
  • Observe se a profissional higieniza as mãos e troca o que precisa ser trocado entre atendimentos.

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É aquele tipo de risco que não faz barulho, não dá “pista” na hora e não vira assunto na conversa do salão — mas pode custar caro lá na frente.

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