Não implore por coisas que você pode conseguir naturalmente

Não implore por coisas que você pode conseguir naturalmente

Implorar deveria ser proibido por lei. Poderia funcionar assim: não implore nada, para ninguém e de forma alguma. Mas, nem todos pensam assim e, na ânsia de amarem e serem amados, imploram sentimentos que deveriam ser dados livremente.

Relacionamentos são parcerias. Somos parceiros de quem amamos. Isso explica o motivo de algumas relações darem certo e outras não.

Uma relação só se mantém saudável quando os envolvidos sabem aproveitar os momentos (bons e ruins) e seguem em uma direção única. Se, por algum motivo, essa parceria não acontece, não existe probabilidade da relação dar certo.

A verdade é que algumas pessoas facilitam as coisas para o amor e você pode estar fazendo parte desse grupo sem perceber. “Ele não atendeu as ligações porque não teve tempo”. “Ela não respondeu as mensagens porque ficou sem conexão”. “Ambos não demonstram interesse para valorizarem o relacionamento”. Note que, em todas essas situações, os envolvidos estão procurando desculpas que justifiquem o desinteresse alheio ao invés de apenas aceitarem a situação.

Por que é tão difícil aceitar que o outro não quer nada conosco? Por que não conseguimos entender que o outro tem o direito de não nos amar? Por que acreditamos mais em desculpas esfarrapadas do que em verdades escancaradas?

É sempre bom deixar claro que as pessoas sempre demonstram quem são e o que, realmente, querem. Mesmo que finjamos não entender isso, os pequenos sinais nos revelam grandes coisas da personalidade alheia.

Entenda que não implorar amor significa não implorar pelo que você pode ter livremente. Entende isso? É simples! Você não precisa implorar atenção se há outros querendo te dar. Não precisa cobrar ligações se há vários que querem fazê-las. Não precisa cobrar companhia se há vários que esperam apenas uma oportunidade para fazerem isso. Em outras palavras: sentimentos que não são recíprocos não nos interessam.

É preciso ter muita vergonha na cara e muito amor próprio para entender que amor bom é amor recíproco. Não existe essa de “um dia ele irá me dar valor” ou “é uma questão de tempo para ela me amar”. Amor próprio é também saber a hora de sair de cena sem alarmar a plateia. Como afirma Luis Fernando Veríssimo: “(…) sofrer não deixa nada mais dramático, chorar não alivia a raiva e implorar não traz ninguém de volta….a palavra é valor!”

“A felicidade desperta mais inveja que a riqueza”

“A felicidade desperta mais inveja que a riqueza”

Não sei dizer do que mais gostei no livro “O Arroz de Palma”, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples; seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antonio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antonio.  Chegando lá, se depara com o arroz_ que tem uma história linda_ exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho:

” O arroz é tua felicidade. Não deves fazer alarde dela. A felicidade desperta mais inveja que a riqueza.”

Tia Palma tinha razão. Expôr a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expôr para validar?

Com o tempo a gente aprende: A alegria incomoda.
E desperta desejos. Sempre haverá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz_ esse, que você valoriza tanto.

Não é pecado ser feliz. Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é benção.

O arroz é benção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal e se infla por possuí-lo, ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade, e atiça a cobiça.

Não precisamos ser publicitários de nosso bem estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória_ contra a solidão, contra a baixa estima, contra o tédio.

Ninguém é cem por cento feliz ou tem a vida perfeita, feito comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, permita-me um conselho:

Cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho, em “À sombra de um Jatobá”, cantou lindamente : “Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer… longe do amor de quem nos finge amar…”

Preste atenção à sua volta. Você não precisa de bajuladores, de um milhão de amigos que reafirmem quem você é.
O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxico. Que não tem vergonha de sua casca “mais ou menos” e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de expôr suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim.

Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena _ como a sombra de um Jatobá…

Noruega proíbe corte de árvores em todo o país

Noruega proíbe corte de árvores em todo o país

O desmatamento é um problema sério no mundo, mas a Noruega acaba de aprovar uma decisão que tem tudo para diminuir este impacto no país. O Parlamento norueguês se comprometeu com o fim do desmatamento em todo o território nacional no início deste mês.

Entre as medidas implementadas para cumprir essa meta estão a proibição do corte de árvores e da compra e produção de matérias-primas que contribuam para o desmatamento no mundo. A decisão teve origem na promessa de promover esforços para diminuir o corte de árvores, assinada pelo país junto à Alemanha e ao Reino Unido durante a Cúpula do Clima da ONU, em 2014, embora a Noruega tenha sido o único país a colocar a ideia em prática até o momento.

Um dos maiores desafios enfrentados para cumprir a meta é o fornecimento de produtos como carne, soja, madeira e óleo de palma – segundo a ONU, estes produtos juntos seriam responsáveis por quase metade do desmatamento das florestas tropicais no mundo. O país também está buscando restringir as vendas de carros movidos à gasolina até 2025, mostrando que sempre é possível fazer mais pelo meio ambiente.

Via Hypeness

Hoje, despreza-se o que é autêntico e ama-se o que é falso.

Hoje, despreza-se o que é autêntico e ama-se o que é falso.

Parece ser inerente ao ser humano criar expectativas em relação a tudo, em relação às pessoas. Esperamos o pior ou o melhor do que está por vir e de quem faz parte de nossa jornada. Esperamos que as coisas aconteçam de determinada forma e que todos ajam conforme nossas perspectivas, seja quem conhecemos, sejam políticos, artistas, figuras públicas em geral. Porque ninguém quer frustração, nem dentro de si, nem lá de fora.

Queremos dar certo na vida, no amor. Queremos ter votado acertadamente, queremos que nossos ídolos ajam corretamente. Queremos ser valorizados no trabalho, na escola, nos círculos sociais. Muitos de nós não conseguimos lidar direito com rejeições e quebra de expectativas, pois isso requer equilíbrio, coragem e consciência sobre nossa própria responsabilidade no que ocorre. E é por isso que, muitas vezes, acabamos por nos enganar, conscientemente, alimentando ilusões que falsamente abrandam nosso sentimento de decepção e/ou derrota.

E é assim que, numa era em que a perfeição estética, a felicidade perene e o sucesso financeiro ditam as regras do jogo, torna-se ainda mais difícil digerir o que não dá certo, quem não é perfeito. Nesse contexto, a autenticidade vale menos do que a falsidade, em muitos aspectos, principalmente quando aquilo que não for real trouxer mais conforto do que uma verdade indigesta. Mesmo que se trate de mera aparência forjada, de encenação teatralizada, de perfumaria, verniz, patifaria.

Soma-se a isso a intransigência de muitos, hoje em dia, uma vez que várias pessoas são resistentes a perceber que podem estar erradas, que podem ter escolhido mal, que podem ter optado equivocadamente. Há muita dificuldade em mudar de opinião, em rever conceitos, repensar atitudes, em se olhar no espelho e encarar a necessidade de mudar os rumos das escolhas, dos pensamentos, do modo de vida. Com isso, é mais fácil se manter agarrado ao que já ruiu. Mudar dói.

Podemos até tentar nos confortar com mentiras que iludem, por temermos sair da zona de conforto, a qual, na verdade, nada mais faz do que incomodar. Podemos tentar manter velhas ideias, que já caíram por terra. Podemos tentar investir no que nunca terá futuro e ficar esperando o melhor de pessoas que nunca se dispuseram a nos ver como merecedores de algo. Mas a dor então será contínua e nunca cessará. Por outro lado, aceitar o erro e mudar também dói, mas passa. E a escolha é tão somente de cada um de nós.

***

A imagem de capa é uma Dica da CONTI outra: documentário “Fyre Festival” (disponível na Netflix), que fala de um festival de música que deveria ter acontecido no Caribe, mas que, apesar de toda a publicidade e propagandas luxuosas, foi um fracasso absoluto- mostrando, inclusive, como devemos estar atentos as promessas de beleza, sucesso e felicidade divulgadas nas redes sociais.

“Universitários têm hoje cerca de 40% menos empatia do que seus colegas de 20 ou 30 anos atrás”

“Universitários têm hoje cerca de 40% menos empatia do que seus colegas de 20 ou 30 anos atrás”

O pesquisador Konrath , da University of Michigan Institute, descobriu que os níveis de empatia (medidos pelo Índice de Reatividade Interpessoal) reportados por estudantes universitários estiveram em constante declínio nas prévias três décadas — de fato, desde a inauguração da escala, em 1979.

Uma queda acentuada foi observada nos últimos dez anos. “Os universitários hoje têm cerca de 40% menos empatia do que seus colegas de vinte ou trinta anos atrás”, reporta Konrath.

Ainda mais preocupante, de acordo com Jean Twenge, professor de psicologia na Universidade de San Diego, é o fato de, no mesmo período, o nível relatado de narcisismo dos estudantes ter caminhado na direção oposta. Eles dispararam até o teto.

“Muitas pessoas veem o corrente grupo de estudantes universitários, às vezes chamados de ‘Geração Eu’”, comenta Konrath, “como uma das mais autocentradas, narcisistas, competitivas, autoconfiantes e individualistas da história recente.”

(…)

Uma concatenação complexa entre ambiente, exemplo e educação é a suspeita de sempre. Mas o início de uma resposta ainda mais fundamental pode estar em outro estudo conduzido por Jeffrey Zacks e sua equipe no Laboratório de Cognição Dinâmica da Universidade de Washington, em St. Louis.

Com a ajuda da ressonância magnética funcional, Zacks e seus coautores examinaram em profundidade o cérebro de voluntários enquanto liam histórias. Suas descobertas fornecem um interessante insight sobre a maneira como nossos cérebros constroem a noção de nós mesmos. Mudanças no cenário dos personagens (por exemplo, “saiu de casa e foi para a rua”) estão associadas a um aumento de atividade nas regiões dos lobos temporais envolvidas na orientação espacial e na percepção, enquanto mudanças nos objetos com os quais o personagem interage (por exemplo, “pegou um lápis”) produzem um aumento similar na região dos lobos frontais que controlam os movimentos de segurar. Ainda mais importante: mudanças no objetivo do personagem provocam elevada ativação das áreas do córtex pré-frontal. Danos nessas áreas resultam em prejuízo da compreensão da ordem e estrutura das ações planejadas e intencionais. Parece que imaginar realmente faz acontecer. Sempre que lemos uma história, nosso nível de envolvimento é tal que “mentalmente simulamos cada uma das novas situações encontradas na narrativa”, de acordo com o estudo liderado pela pesquisadora Nicole Speer. Nossos cérebros então entrelaçam essas recém-encontradas situações com o conhecimento e a experiência adquiridos em nossas próprias vidas e criam um mosaico orgânico de sínteses mentais dinâmicas.

Ler um livro cria novos caminhos neurais no leito cortical de nossos cérebros. Transforma a maneira como vemos o mundo e nos torna, como disse Nicholas Carr em seu recente ensaio “The Dreams of Readers”, “mais alertas para a vida interior das outras pessoas”.Tornamo-nos vampiros sem termos sido mordidos. Em outras palavras, mais empáticos. Os livros nos fazem ver de um modo que a imersão casual na internet, e o mundo virtual de respostas super-rápidas que ela oferece, não faz.

***

Com informações de “A Sabedoria dos Psicopatas“, livro de Kevin Dutton.

Editorial CONTI outra

Aprovado em medicina na USP fazia faxina para pagar cursinho

Aprovado em medicina na USP fazia faxina para pagar cursinho

Não são poucas as pesquisas que apontam a dificuldade de acesso das classes mais baixas ao ensino superior. Sem a mesma estrutura durante o ensino médio de outros concorrentes, e como poucos recursos para bancar um cursinho preparatório, diversos estudantes precisam redobrar os esforços se quiserem superar o desafio de ser aprovado no vestibular.

No meio dessas histórias, surge a de Gabriel Nobre. Natural de Santos, São Paulo, o jovem de 19 anos teve um interesse despertado por medicina. Seu pai visitava o médico rotineiramente por conta de uma hidrocefalia e lá a paixão pela profissão de médico nasceu. Com o sonho despertado, Gabriel agora precisava superar diversas barreiras para alcançar a aprovação. Começou com uma rotina que envolvia terminar o ensino médio, concluir um curso técnico e fazer cursinho pré-vestibular durante a noite.

Em 2016 tentou, mas não teve nota suficiente. Porém, continuou sua caminhada. Conheceu um novo cursinho com aulas mais focadas em seu objetivo, mas não tinha dinheiro para bancá-lo. Um dos donos do cursinho ofereceu uma bolsa e em troca, Gabriel daria uma faxina no local das aulas, ele prontamente aceitou. A rotina agora de cursinho, faxina e estudar no banheiro de um posto, em que sua mãe trabalhava como frentista.

Todo este esforço foi, ainda bem, recompensado. Quarto lugar em medicina pela Universidade de São Paulo, uma das mais disputadas do país.

contioutra.com - Aprovado em medicina na USP fazia faxina para pagar cursinho

A história de Gabriel fala de alguém que, diante de um sistema completamente desfavorável, conseguiu resistir e chegar em seu objetivo. Um exemplo vivo de uma resiliência genuína. Enquanto este sistema não é superado, nos cabe parabenizar e espalhar histórias fantásticas assim. Elas indicam que apesar de tudo, tem gente boa lutando e vencendo.

Editorial Psicologias do Brasil

Quanto mais tempo você passar solteira, mais bem sucedido será seu próximo relacionamento.

Quanto mais tempo você passar solteira, mais bem sucedido será seu próximo relacionamento.

Repetidamente, querer estar com alguém não é sinônimo de estar pronto para enfrentar um relacionamento real. Não significa que estamos preparados para viver de mãos dadas com alguém, e até conseguirmos um ponto de equilíbrio, muitas vezes, mesmo sem estarmos prontos, entramos em um relacionamento só porque queremos e não estamos preparados, e sabemos como é catastrófico esse tipo de caso amoroso.

Se eu puder ser honesto, estar preparado para estar com outra pessoa, exige um forte relacionamento consigo mesmo, se você não se conhece, é simplesmente impossível se envolver com outra pessoa completamente diferente, o que implica concentrar toda a sua atenção em conhecê-la. E você só alcançará esse nível de satisfação pessoal plena com a solteirice.

Talvez a resposta não lhe agrade porque muitos de nós estamos tão acostumados a pular de um relacionamento para outro, sem nos dar o espaço não para esquecer, mas para restaurar e encaixar o que foi quebrado. A verdade é que muitas vezes temos medo usar essa ferramenta para nos conhecermos, dar uma olhada no nosso interior. E tudo isso porque confundimos estar solteiros com sentimentos sozinhos, e não é assim.

Você precisa se conhecer para saber exatamente o que você quer. Como eu disse antes, estar em um relacionamento é uma questão de acordos, e até chegar a um ponto de equilíbrio para a convivência saudável e as raízes do relacionamento serem fortalecidas, demanda tempo. é assim que você chega longe em sua vida como um casal, mas como você sabe se você está realmente alcançando um ponto intermediário, ou um acordo mútuo, e se você está cedendo completamente, ou fazendo com que a outra pessoa ceda? Você não sabe o que você quer?

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Olhar para o que está em você, dar-se um tempo apenas para você, estar só com você, e prestar atenção apenas às suas demandas e à sua existência. Nada disso é egoísmo, é saudável. Quando você consegue ter certeza de quem você é, de como você é, do que você quer e do que você merece, você pode ter certeza de que você é uma mulher completa, e você vai parar de procurar sua metade. Você vai querer só um parceiro com quem possa gastar e compartilhar momentos e histórias.

Ser solteira lhe dá uma definição exata do que é compromisso para você e como você quer isso em sua vida. Só você sabe do equilíbrio que você procura e precisa. Quando você aprende a curtir um tempo só com você, percebe a diferença entre sozinha e solteira, você percebe que gosta disso, aprende a se divertir e se notar.

contioutra.com - Quanto mais tempo você passar solteira, mais bem sucedido será seu próximo relacionamento.

Portanto, pessoas que passaram por longos períodos de solteirice são as melhores candidatas para relacionamentos bem-sucedidos e duradouros. Elas não têm medo de se mostrar como são, simplesmente por estarem dispostas a compartilhar toda a sua vida e ter um relacionamento de sucesso cheio de sinceridade. Menos dramas e mais amor.

Você se atreve a fazer a viagem?

Traduzido e adaptado por A Soma de Todos os Afetos, via Rincón del Tibet

Há um juiz chamado tempo que coloca tudo em seu lugar

Há um juiz chamado tempo que coloca tudo em seu lugar

Do site A Mente es Maravillosa

Todos nós somos livres para praticar as nossas ações, mas somos responsáveis pelas conseqüências . Um gesto, uma palavra ou uma má ação causam sempre um impacto mais ou menos perceptível e, embora não acreditemos, o tempo é um juiz muito sábio. Apesar de não dar uma sentença imediata, sempre vai dar razão a quem a tem.

O famoso psicólogo e pesquisador Howard Gardner , por exemplo , surpreendeu-nos recentemente com um de seus raciocínios: “uma pessoa má nunca se torna um bom profissional” . Para o “pai das múltiplas inteligências”, alguém guiado exclusivamente pelo interesse próprio nunca alcança a excelência, e essa é uma realidade que também se revela muitas vezes no espelho do tempo.

O tempo funciona no sistema de ação e reação, ou seja, tudo que se promove hoje, terá consequências um dia, seja coisas boas ou ruins. O tempo julga e sentencia, portanto uma atitude desprezível que se pratica hoje, pode retornar como algo muito ruim no futuro. Talvez, quando chegar a conta, a pessoa sequer consiga fazer ligação e entender que o que está acontecendo seja a consequência de uma ação sua praticada tempos atrás.

Nós convidamos você a refletir sobre isso:

Tempo, o sábio juiz

Vamos dar um exemplo: vamos visualizar um pai educando seus filhos com severidade e ausência de afeto . Sabemos que esse estilo de paternidade e educação trará conseqüências, porém, o pior de tudo, é que esse pai busca com essas ações oferecer ao mundo pessoas fortes e com certo estilo de comportamento. No entanto, o que você provavelmente vai conseguir é algo muito diferente do que você pretendia: infelicidade, medo e baixa auto-estima.

Com o tempo, essas crianças se transformam em adultos, ditarão a sentença: fugir ou evitar esse pai, algo que talvez, essa pessoa não consiga entender. A razão para isto é que muitas vezes a pessoa que prejudica “não se sente responsável por suas ações”, carece de uma proximidade emocional adequada e prefere usar a culpa (meus filhos são ingratos, meus filhos não me amam).

Uma maneira básica e essencial para levar em conta que qualquer ato, por menor que seja, tenha consequências, é fazer uso do que é conhecido como “responsabilidade plena”. Ser responsável não significa apenas assumir a responsabilidade por nossas ações, é entender que temos ter jeito no trato com os demais, que a maturidade humana começa por nos tornar responsáveis por cada uma de nossas palavras, ações ou pensamentos que geramos para promover nosso bem-estar e dos demais.

Responsabilidade, um ato de coragem

Entendam que, por exemplo, a solidão do agora pode ser a resposta do tempo de uma ação passada, e é sem dúvida um bom passo para descobrir, que estamos todos unidos por um fio fino onde um movimento negativo ou disruptivo, traz como conseqüência a um nó ou a ruptura desse fio. A partir desse vínculo.

Certifique-se de que suas ações falam mais que suas palavras, que sua responsabilidade é o reflexo de uma alma; Para isso, tente sempre ter bons pensamentos. Então, tenha certeza de que o tempo vai te tratar como você merece

É necessário ter em mente que somos “donos” de grande parte de nossas circunstâncias vitais, e que uma maneira de promover nosso bem-estar e aqueles que nos rodeiam é através da responsabilidade pessoal: um ato de coragem que o convidamos a colocar em prática através destes princípios simples.

Chaves para se tornar consciente da nossa responsabilidade

O primeiro passo para tomar consciência da “responsabilidade plena” é abandonar nossas ilhas de recolhimento, nas quais focalizamos muito do que acontece no exterior com base em nossas necessidades. Portanto, esta série de construções também é adequada para crianças.

• O que você pensa, o que você expressa, o que você faz, o que cala. Toda a nossa pessoa gera um tipo de linguagem e um impacto sobre os outros, a ponto de criar uma emotividade positiva ou negativa. Devemos ser capazes de intuir e, acima de tudo, ter empatia com quem temos diante de nós.

• Antecipe as conseqüências de suas ações: seja seu próprio juiz. Com esta chave não estamos nos referindo a cair em uma espécie de “autocontrole” pelo qual nos tornaremos nossos próprios executores antes de termos dito ou feito qualquer coisa. Trata-se apenas de tentar antecipar o impacto que uma determinada ação pode ter sobre os outros e, consequentemente, sobre nós mesmos também.

• Ser responsável implica entender que não somos “livres”. A pessoa que não vê limite em suas ações, seus desejos e necessidades, pratica aquela devassidão que, mais cedo ou mais tarde, também tem consequências. A frase recorrente “minha liberdade termina onde começa a sua” adquire aqui o seu significado. No entanto, também é interessante tentar promover a liberdade e o crescimento de outros, a fim de alimentar um círculo de enriquecimento mútuo.

Via Pensar Contemporâneo

Estudo mostra que pessoas que chegam atrasadas têm vidas mais longas e bem-sucedidas

Estudo mostra que pessoas que chegam atrasadas têm vidas mais longas e bem-sucedidas

Todos conhecemos alguém que está atrasado para tudo, mas tudo! Esse tipo de pessoa com quem você vai se juntar às duas da tarde, mas você tem certeza que vai chegar uma hora depois com alguma desculpa ridícula ou muito pior, sem nem se importar em dar uma porque você não entende que chegar uma hora atrasado não está bem.

Particularmente, não me incomoda tanto quando meus amigos se comportam assim (embora eu ache que é só porque estou acostumado a isso), mas há pessoas que odeiam o não-pontual.

E, infelizmente, para eles, uma série de estudos publicados na Harvard Health Publishing revelou que aqueles que chegam atrasados ​​têm vidas mais longas e bem-sucedidas.

Terrível, você não acha? Porque agora, quando você vê isso, você terá outra desculpa para se atrasar em todos os lugares, muito mais tarde do que você normalmente consegue!

Não é que seja o ato de chegar atrasado que faz os pontuais viverem vidas menos longas e bem-sucedidas, mas sim suas características de personalidade que os tornam um tipo de pessoa que chega atrasada em todos os lugares.

Os não pontuais tendem a enfatizar muito menos, são mais “zen” e se preocupam menos com os prazos. Isso significa que eles não têm problemas com a pressão arterial, cardiovascular, são menos propensos a sofrer um derrame e depressão.

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“O otimismo ajuda as pessoas a lidar com a doença e a se recuperar da cirurgia. Ainda mais impressionante é o impacto de uma visão positiva sobre a saúde e a longevidade em geral. A pesquisa nos diz que uma perspectiva otimista em um estágio inicial da vida pode predizer melhor saúde e menor taxa de mortalidade durante períodos de acompanhamento de 15 a 40 anos ”.
-Harvard Health Publishing

Além disso, um estudo do INC provou que aqueles que chegam tarde a todos os lados resolvem seus problemas mais rapidamente porque estão acostumados a não pensar muito em certas coisas (porque não têm tempo para fazê-lo, pois chegam atrasados ​​em todos os lugares).

E isso os torna mais produtivos em seus respectivos trabalhos, o que os torna mais bem-sucedidos.

Tradução A Soma de Todos os Afeto, via UPSOCL

Vamos falar sobre Respeito

Vamos falar sobre Respeito

Que delicado esse tal de respeito. Pra uns é um valor, pra outros uma obrigação. Tem aqueles que aprendem em casa depois de umas chineladas da mãe, mas tem também os que adiam as lições e vão entender, à duras penas, o significado dessa palavra tão valiosa para o bom relacionamento entre os seres vivos: respeitar.

Respeitar é quando seu primo senta do seu lado no sofá da sala e começa a chorar assistindo tv. Você sabe que seu tio faleceu recentemente, e você sente aquela dor que ele sente, mas não há mais nada a dizer ou fazer, apenas ficar em silêncio e esperar que o tempo cicatrize essa ferida tão profunda.

Respeitar é dar passagem na preferencial da rotatória, mesmo que você esteja atrasado, porque tem alguém vindo à sua direita. É permanecer parado no semáforo porque aquela pequena senhora ainda não chegou ao outro lado. É não ficar na porta do metrô sabendo faltam 10 estações pra você descer e tem gente que vai pular antes.

Respeitar é ver um cachorro sofrendo porque seu dono foi viajar. Ele mal se mexe, mal abana o rabo mas, mesmo assim, você vai lá, o alimenta, o acaricia, deixa sua casinha limpinha e volta no outro dia para ver se, apesar da saudade, está tudo bem.

Respeitar é não distinguir a forma como você trata o outro independente do gênero, classe social, deficiência física ou mental, cor da pele, nacionalidade, corte de cabelo, estilo de roupas, músicas preferidas, ou qualquer outro rótulo que você queira por.

Respeitar é cumprimentar o padeiro, o açougueiro, o segurança, o frentista, o professor, o engenheiro, o CEO, o seu pai, o seu irmão, a sua vizinha, a dona do laticínios, a veterinária, o presidente da república e o Thiago Ventura, todos com o mesmo BOM DIA.

Respeitar é sentar na mesa com o avô da sua namorada e ficar horas ouvindo aqueles 96 anos de histórias e aprendizados que ele tem pra te contar. É entender que aquelas lições são mais valiosas que as aulas de história e que os livros que te mandam ler pro vestibular.

Respeitar é não julgar, é ser educado, é sorrir de coração aberto mesmo para os que não te sorriem de volta. Respeitar é não desmerecer nada nem ninguém. É não chutar um filhotinho de gato, é não abandonar seu animal na praça porque ele está doente, é não desmatar nem mesmo o seu jardim, é não estacionar em cima da grama.

Respeitar é cultivar o amor, a bondade e as boas intenções por onde você passa. É entender que dentro do outro existe um mundo que você desconhece, e que você deve ser gentil sempre.

Hoje ainda gritaram comigo e disseram “hey, menina, você tem que respeitar a hierarquia”. Hierarquia, se não me engano, é aquele organograma das empresas que diz quem manda mais e quem manda menos. Não me lembro onde, naquele quadro, diz que quem está nos quadradinhos de cima tem o direito de gritar com os dos quadradinhos de baixo.

Diz o livro “Vai lá e Faz” do futurista brasileiro Tiago Mattos que as empresas e escolas ainda seguem o modelo industrial de gestão, mas que graças a era da informação e da tecnologia isso está mudando. Me pergunto quantas décadas faltam para o ser humano, tão inteligente e capaz, entender que uma das bases da boa convivência é o respeito ao próximo. Ele não depende da função ou do quanto você tem no banco, ele vem de dentro de nós e deve ser compartilhado com todos ao nosso redor.

Respeite o próximo e seja gentil. O mundo já anda azedo demais.

***

Imagem de capa meramente ilustrativa: cena do filme Professor Sapo

15 razões que mostram que o irmão do meio é o mais forte

15 razões que mostram que o irmão do meio é o mais forte

Geralmente têm a mínima atenção de seus pais, já que quase tomam quase todo o irmão mais velho e o menor, pelo que desenvolverão uma personalidade que os fará únicos. Os irmãos do meio têm características incríveis que geralmente obtêm graças à educação que vivem e, apesar de não receberem toda a atenção e carinho de seus pais, isso não os impede de serem grandes pessoas e, por que não, dos mais fortes.

1. Eles se tornaram mais independentes por não serem o centro das atenções
2. Eles não se sentem muita pressão para atingir seu metas
3. Não fica sobrecarregado quando algo não funciona

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4. Eles são mais abertos e menos preconceituosos
5. Sua capacidade de negociar e convencer alguém é surpreendente
6. Eles tendem a ser muito bons líderes
7. Como eles foram ofuscados por seus irmãos mais velhos e mais novos, eles sempre sabem como se destacar em um grupo

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8. Estão conscientes quando resolver problemas
9. Eles sabem controlar suas próprias emoções
10. Eles sabem como se adaptar muito facilmente
11. Eles não precisam de alguém para defendê-los, eles sabem como fazê-lo sozinhos
12. Eles sabem como lidar sozinhos

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13. Eles podem compartilhar suas coisas sem nenhum problema
14. Eles não precisam de alguém para lhes dizer o quão incrível eles são, eles já sabem
15. Embora eles não cresçam no foco de atenção, eles sempre se preocupam com seus outros irmãos

Tradução A Soma de Todos os Afetos, via UPSOCL

Eles o usaram para tirar fotos e tanto tempo no sol o deixou cego. É um retrato do egoísmo humano

Eles o usaram para tirar fotos e tanto tempo no sol o deixou cego. É um retrato do egoísmo humano

Eles cortaram suas asas e ele nunca será capaz de retornar ao seu habitat. Ele não vê, ele não pode se defender… humanos arruinaram sua vida.

Os animais selvagens devem estar em seus habitats. Seus corpos estão preparados para viver lá e mudá-los de seu entorno pode destruí-los pouco a pouco. A verdade é que existem muitos homens cruéis que usam animais não domésticos para fins comerciais e acabam danificando seriamente suas vidas.

Precisamente o que aconteceu com essa coruja, que costumava ser usada para posar nas fotos com os turistas em plena luz do dia , sendo que é um animal totalmente noturno.

Mas seu “dono” não se importava com sua saúde, ele só queria ganhar dinheiro fácil com turistas usando o animal. Ele havia cortado as asas para não poder voar e, depois de tanto contato com o sol, a pobre coruja estava cega de um olho.

contioutra.com - Eles o usaram para tirar fotos e tanto tempo no sol o deixou cego. É um retrato do egoísmo humano
Felizmente ela foi resgatada, mas para sua vista já era tarde demais.

O animal nunca poderá ser como era antes, não é mais um animal noturno, não pode ver através de um olho e também não pode voar. Assim, ele nunca mais poderá viver em seu habitat, que é onde ele pertence e de onde ele nunca deveria ter saído, porque se ele retornar, ele será uma presa fácil para outros predadores.

Ele não pode mais se defender sozinho.

Tradução feita pela CONTI outra, do original de UPSOCL

“Compreender que há outros pontos de vista é o início da sabedoria”

“Compreender que há outros pontos de vista é o início da sabedoria”

Há alguns meses assisti a uma palestra incrível da nigeriana Chimamanda Adichie, chamada “O perigo da história única”. Nela, a escritora discorria sobre como somos impressionáveis e vulneráveis em face de uma história. Como temos a tendência de acreditar naquilo que nos contam sobre algo ou alguém e a confiar cegamente de que essa é a única versão sobre o fato. Como somos susceptíveis a superficializar nosso contato com a realidade ao criar estereótipos daquilo que julgamos ser a única possibilidade, mas que é apenas uma versão incompleta da totalidade.

Mais tarde, lendo “O Sol é para todos”, novamente percebi o perigo de vivermos cheios de certezas. A certeza sobre algo ou alguém afasta a possibilidade de sabedoria e dá margem à arrogância e à cegueira. Numa das passagens do livro de Harper Lee, um homem, cujo comportamento de “andar com negros” afronta a cidadezinha preconceituosa do sul dos EUA, revela às crianças que, ao contrário do que todos dizem, não vive alcoolizado e que a bebida que carrega dentro do saco de papel não é uísque, e sim refrigerante. Estupefatas, as crianças lhe perguntam por que ele permite que a sociedade pense que ele vive bêbado, ao que ele responde: “Procuro dar um motivo para essas pessoas, sabem? Elas ficam satisfeitas quando encontram uma explicação. Não é honesto ser assim, mas é muito útil para as pessoas. Cá entre nós, não sou muito de beber. Mas elas jamais entenderiam que vivo desse jeito porque quero viver assim”.

Assim, ao me deparar com a frase de Douphus Raymond, o homem que andava com negros porque queria e não porque bebia, parei para refletir no quanto temos dificuldade de lidar com aquilo que não entendemos bem. As pessoas da cidade preferiam acusa-lo de bêbado a acreditar que ele poderia andar com negros porque tinha vontade. Quando descobrimos que existem outros pontos de vista, nos deparamos com uma vasta gama de possibilidades, e isso nos dá pânico. Precisamos então criar uma história única, que explique a situação, para que o pânico vá embora. Nascem aí os preconceitos, a arrogância, o julgamento e a certeza.

Muita gente que não se considera preconceituosa acaba acreditando numa história única. Quando fazemos deduções a respeito de alguém, quando acusamos alguém de algo, quando julgamos o comportamento alheio, quando criamos certezas a respeito daquilo que não conhecemos por completo, estamos nos afastando da sabedoria e nos aproximando da arrogância e intolerância.

O perigo de vivermos cheios de expectativas está em delegar a alguém o que nós mesmos faríamos no lugar dele, esquecendo que cada um enxerga a vida à sua maneira, e não é honesto cobrar do outro uma atitude que não condiz com seu modo de ser e viver. Quem quer que o outro corresponda às suas expectativas não sabe, nem de longe, o que é ser e estar na pele do outro.

Empatia também é isso: Compreender que meu ponto de vista não é o único possível, e deixar de culpar aqueles que não correspondem às minhas expectativas e anseios. Perdoar as imperfeições do outro, entender que somos todos limitados e que, em algum momento, podemos falhar. Parar de apontar o dedo para quem quer que seja, entendendo que as pessoas são diferentes, e é essa variedade que faz a vida tão rica.

Compreender que há outros pontos de vista nos aproxima da sabedoria, pois perdemos o ar de superioridade de quem está certo sobre tudo e nos abrimos para a possibilidade de que a maioria das coisas nos é desconhecida. Assim, vamos entendendo que não é possível ter certeza absoluta sobre nada. Nada além de nós mesmos.

E descobrimos que o que acontece por trás das portas fechadas e no coração de cada um, pertence somente a ele. A ele e mais ninguém…

*A frase-título desse texto pertence ao escritor Joseph John Campbell (1904-1987)

“Memórias crônicas de um coração”, um livro para quem não tem medo de sentir

“Memórias crônicas de um coração”, um livro para quem não tem medo de sentir

Ser inteiro é, por mais contráditório que possa parecer, reconhecer-se incompleto.

Nas páginas do livro “Memórias crônicas de um coração“, Guilherme Moreira Jr presenteia seus leitores com crônicas, distribuídas em quatro capítulos, cuja essência traz em si a suavidade aveludada daqueles que, libertos das amarras e defesas que impedem o encontro com o outro, já perceberam que a união só é possível quando almas dispostas apresentam-se de peito aberto para o sentir.

“Defeitos não o assustam”, pois o autor sabe que “não há imunidade para quem quer sentir. Ou você sente ou não sente.”

Entretanto, é necessário um primeiro e fundamental passo pessoal que permita sonhar e até a eventual frustração com o sonho. Por que não? Afinal, as dores e as saudades nos ajudam a dimensionar em perspectiva aquilo que nos é mais caro.

Guilherme faz o convite para o íntimo, ele quer que caminhemos com ele nessa jornada sinestésica e introspectiva pela efemeridade humana. O autor sabe que o que acontece do lado de dentro é tão vital, forte e inevitável que não abraçar esse voo íntimo é decretar o “declínio de qualquer espírito”.

Aceite o convite, aproveite esse instante, vamos juntos pela transitoriedade dessa jornada que é o amor. E, caso você carregue o sentimento de ter sido amputado pela dor de uma fase difícil, apenas respeite as emoções que vierem contigo. Receba essa obra. Perdoe-se. Mas, acima de tudo, lembre-se que, mesmo inteiros, alguns anjos dispõem apenas de uma única asa. Contudo, são exatamente estes anjos que abraçam seus parceiros para, juntos, poderem voar.

Guilherme Moreira Jr te convida para esse voo.

“Eu sei que você fica com medo, mas deixa o amor entrar.”

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