Cãozinho idoso seria sacrificado porque ninguém quis adotá-lo, mas vovô de 93 anos o resgatou

Cãozinho idoso seria sacrificado porque ninguém quis adotá-lo, mas vovô de 93 anos o resgatou

Sam é um pastor alemão branco de 13 anos que viveu quase toda a sua vida em um abrigo à espera de alguém que se apaixonasse pelos seus olhinhos doces e o levasse para a sua casa. Infelizmente, Sam não teve muita sorte em encontrar um dono. Foram anos e anos sendo ignorado ou preterido. Com o passar dos anos, o pobre cãozinho foi ficando idoso e cansado, e os donos do abrigo tomarem uma atitude drástica em relação ao cão que nunca tinha sido adotado: praticar a eutanásia no pobrezinho.

Mas quando tudo parecia perdido e o destino de Sam já estava selado, eis que um milagre aconteceu: O telefone do abrigou tocou várias vezes e quando alguém atendeu, uma voz do outro lado da linha, parecendo vir de alguém já calejado pela vida, perguntou se havia ali algum cão idoso disponível para ser adotado.

E esta era a chance dourada de Sam.

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Petco Foundation

A voz do outro lado da linha era de George Johnson, de 93 anos. Quando ouviram a história de vida do idoso, os funcionário do abrigo souberam imediatamente que precisavam promover o encontro de Sam e George.

O dono anterior de Sam o tinha abandonado para servir à marinha. Coincidentemente, George era um veterano da marinha, que procurava companhia depois de perder seu último parceiro de quatro patas. Quando estes dois se conheceram, souberam que essa amizade estava marcada para acontecer.

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Petco Foundation

Depois de tantas decepções, Sam finalmente tem um lar amoroso. E George encontra o melhor amigo que poderia ter nesta vida. Às vezes o destino faz sua parte e cria milagres como este.

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Petco Foundation

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Redação CONTI outra. Com informações de upsocl

Há um traje que se adapta a todos os corpos: o abraço

Há um traje que se adapta a todos os corpos: o abraço

Às vezes basta um abraço da pessoa certa e o estresse e os medos desaparecem. De fato, é comum sentirmos a necessidade de calor, sinceridade e apoio que os abraços nos dão em certos momentos.

Digamos que quando abraçamos alguém, deixamos claro que estamos próximos para apoiá-los e incondicionalmente. Fundir-se em um abraço profundo com qualquer um que esteja próximo não mudará, talvez, o individualismo deste mundo. No entanto, ficará para sempre impresso num lugar além da nossa solidão.

Distância evita abraços, não sentimentos

Nesse sentido, eles têm uma grande desvantagem, e essa distância física nos impede de executá-los. No entanto, abraços podem ser dados de outras maneiras através da distância, atingindo, por sua vez, o mesmo poder de cura.

Podemos conversar e apoiar os outros de tal maneira que cuidemos do espírito deles. No entanto, existem pessoas que não conseguem abraçar ou desfrutar de abraços.

Isso é explicado pelas paredes que nos impomos por meio das quais evitamos o contato com os outros por medo de sermos danificados ou desconfortáveis. Na verdade a sociedade de hoje castiga os sinais de afeto em certas circunstâncias e por certas pessoas, o que está gerando que há uma multidão de pessoas com armaduras que pensam que é a melhor coisa.

No entanto, a realidade é que o ser humano não afetado não pode sobreviver e, se o fizer, sua qualidade de vida é diminuída. Cultivar-nos plenamente significa atender a todos os tipos de necessidades, não escondê-las.

Remova sua armadura

Para se livrar das nossas máscaras, é importante que consigamos certas habilidades:

. Autoconhecimento: analise suas preocupações e seus sentimentos até se sentir confortável ou confortável e não se relacionar com base na desconfiança.

. Gerencie seus sentimentos e emoções: nem o mundo está contra você, nem suas emoções tentam te machucar. Expresse suas emoções no momento certo e no caminho certo. Desta forma, você conseguirá que eles não se enredem e não lhe prejudiquem.

. Reflita na sua armadura: é provável que em um tempo passado eles fossem úteis, mas eles podem não ser assim. Portanto, mesmo que eles te protejam de perigos reais, não os deixe impedi-los de ver a beleza da vida.

Ame todos os dias e trabalhe sua espiritualidade

Cercar os outros com nosso amor não só traz calor para eles, mas para nós e para todas as pessoas que nos acompanham. Quando as pessoas que amamos partem, geralmente pensamos que deveríamos ter lhes dado mais abraços, passado mais tempo com elas e contado tudo o que queríamos que fossem.

Em qualquer caso, não só é importante trabalhar com os outros diariamente, como também é essencial fazê-lo conosco. Mente e corpo se unem com nossas emoções e, através delas, nos unimos com os outros. Essa é a importância de não negligenciar este aspecto tão essencial para a vida.

Texto do site Rincón del Tibet
Imagem de capa: Pexels

Usina solar transforma água do oceano em água potável no Quênia

Usina solar transforma água do oceano em água potável no Quênia

É muito triste e preocupante, mas você sabia que cerca de 2.200 milhões de pessoas no mundo não dispõem de serviços de água potável com infraestrutura segura? Apesar de mais da metade do planeta Terra está coberto de água, no entanto, a maior parte dessa água é concentrada nos oceanos, o que não torna o seu consumo possível para nós seres humanos.

Há um bom tempo o mundo se propôs o desafio de converter a água salgada dos oceanos em águia potável, o que poderia ter uma reviravolta positiva no futuro da humanidade.

A organização sem fins lucrativos GivePower parece ter encontrado a resposta para esse desafio com uma estação de tratamento de água. A GivePower optou por fazer teste piloto em uma região do Quênia, na África, onde a maioria das pessoas precisar lutar ou que nunca viram água limpa.

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Kiunga é o nome da cidade onde a primeira usina solar que transforma água salgada em água limpa começou a operar com sucesso.

Devido ao êxito obtido no Quênia, a GivePower está planejando replicar a usina solar em outras partes do mundo, como Colômbia e Haiti.

Graças ao fato do sistema da usina funcionar com energia solar, o processo de dessalinização consome muito menos eletricidade e reduz o custo do processo. Este método é capaz de oferecer água potável para aproximadamente 35.000 pessoas todos os dias.

Segundo a GivePower, essa usina de dessalinização não tem nenhum impacto ambiental negativo, pois não produz substâncias poluidoras prejudiciais à flora e à fauna.

Como os habitantes de Kiunga, milhões de pessoas ao redor do mundo não terão que percorrer grandes distâncias para obter água limpa e pronta para consumo. Na maioria dos lugares, as fontes de água não possuem um sistema saudável, então a água consumida pode causar graves doenças e até levar ao óbito.

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Fonte indicada: Nation

Tradução A Soma de Todos Afetos

5 filmes perfeitos para relaxar numa noite de domingo

5 filmes perfeitos para relaxar numa noite de domingo

Os domingos são aqueles dias preguiçosos que combinam com uma pipoquinha e um bom filme no sofá. A lista a seguir é composta de filmes singulares e com histórias únicas. Vale a pena conferir!

1- Capitão Fantástico

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Ben (Viggo Mortensen) tem seis filhos com quem vive longe da civilização, no meio da floresta, numa rígida rotina de aventuras. As crianças lutam, escalam, leem obras clássicas, debatem, caçam e praticam duros exercícios, tendo a autossuficiência sempre como palavra de ordem. Certo dia um triste acontecimento leva a família a deixar o isolamento e o reencontro com parentes distantes traz à tona velhos conflitos.

2- Na Natureza Selvagem

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Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após dois anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.

3- Sete Vidas

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Ben Thomas (Will Smith) é um agente do imposto de renda que possui um segredo trágico. Por conta disso, ele é um homem que tem um grande sentimento de culpa, o que faz com que salve as vidas de completos desconhecidos. Porém, tudo muda quando ele conhece Emily Posa (Rosario Dawnson), pela primeira vez é Ben quem tem a chance de ser salvo.

4- Questão de Tempo

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Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill Nighy) de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. Cético a princípio, Tim logo se empolga com o dom ao ver que seu pai não está mentindo. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo ele percebe que viajar no tempo e alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas.

5- Heidi

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Após a trágica morte dos pais, a pequena Heidi, de 5 anos, vai viver para os Alpes com o avô, um homem solitário e de poucas palavras. Apesar de, a princípio, se sentirem distantes e de a energia típica de uma criança vir alterar a paz e tranquilidade a que o velho se acostumou, depressa nasce entre eles um entendimento profundo que em tudo se assemelha ao amor. E é nas montanhas que ela conhece Pedro, um pequeno pastor que se torna no seu melhor amigo. Juntas, as duas crianças vão percorrer montes e vales, partilhando segredos e aventuras inesquecíveis. Até que um dia a tia decide levá-la para a cidade, para que faça companhia a Clara, uma menina paraplégica confinada a uma cadeira de rodas. Com realização de Alain Gsponer, é a adaptação cinematográfica do célebre romance que inspirou gerações, escrito em 1880 pela escritora suíça de expressão alemã Johanna Spyri (1827-1901). Anuk Steffen, Bruno Ganz, Katharina Schüttler, Jella Haase e Isabelle Ottmann dão vida às personagens.

Com informações de AdoroCinema

Esses filhos descobriram que seus pais foram tão estilosos quanto personagens de filme!

Esses filhos descobriram que seus pais foram tão estilosos quanto personagens de filme!

Alguma vez você já pensou que seu pai ou sua mãe podem ter sido mil vezes mais estilosos que você? Que eles arrasavam quando eram mais jovens?

Alguns filhos descobriram o quão descolados seus pais eram na juventude! As 16 fotos abaixo mostram os pais e mães estilosos que mais parecem ser personagens de filmes antigos!

Confira.

 

1 – “Minha mãe andando de skate sem sapatos, na Califórnia, em 1974”

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2 – “Meu pai esculpindo um busto da minha mãe em nos anos de 1980”

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3 – “Minha mãe com 16 anos e seu Camaro, em 1975″

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4 – “Fim dos anos de 1960, meu pai”

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5 – “Minha mãe em uma foto da graduação do curso para instrutores de tanques de guerra, em 1984”

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6 – “Meu pai sendo infinitamente mais descolado que eu, em 1980”

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7 – “Meu pai, posando para uma revista de surfe. Peru, 1977”

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8 – “Meu pai indo para a escola de skate em 1982. Acho que ele era mais legal que eu”

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9 – “Meu pai não era famoso, mas andava bem demais (1977)”

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10 – “Minha mãe em Moscou, 1975. De todas as histórias que ela já me contou sobre suas viagens, não ficaria surpresa em descobrir que ela foi uma espiã”

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11 – “Meu pai na Arábia Saudita, nos anos 70, trabalhando como Militar mergulhando no Mar Vermelho”

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12 – “Encontrei essa foto do meu pai fazendo um churrasco em cima de um submarino em alto mar”

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13 – “48 cervejas e um monociclo. Meu pai no início dos anos 80”

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14 – “Minha mãe e meu pai no dia do casamento deles – 1980”

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15 – “As selfies da minha mãe antes de serem moda (1989)”

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16 – “Meu pai ensinando matemática, na Califórnia (fim dos anos 70/ início dos anos 80)”

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Com informações de SmallJoys

A bolha: o excessivo culto ao “eu”

A bolha: o excessivo culto ao “eu”

A bolha é um mundinho em que certos indivíduos têm uma preocupação, exagerada, só com seu prazer, imagem e ganhos pessoais. É dentro dessa bolha social que alguns acreditam que são mais importantes do que outrem.

Podemos comparar a bolha como uma redoma, que é um recipiente de vidro em forma de curva para resguardar objetos delicados da poeira e ar. Por isso, que a expressão “meter-se em uma redoma” significa proteger-se excessivamente. No lado de dentro da redoma o espaço é limpo e puro, mas do lado de fora é sujo e poluído.

Os que vivem nas bolhas têm a certeza de que seu estilo de vida e círculo social é “asséptico”, onde exigem total atenção, mas desprezam o bem-estar dos outros. Eles se fecham no interior da redoma, para sentirem-se admirados pelos de fora.

Essas bolhas mostram o excessivo culto ao “eu”: meu clã, minha praia, etc. Por exemplo: moradores de um bairro de João Pessoa querem proibir pessoas com deficiências de irem à praia, com alegação que essa gente tira a beleza do bairro. E uma autoridade de Porto Alegre disse que é preciso tirar os moradores de rua para as pessoas passearem com seus pets, como morar na rua fosse um privilégio.

A criação de bolhas, mesmo que algumas não passem de estratégias mediáticas, estimulam comportamentos egoístas. É neste contexto que se consomem cada vez mais tranquilizantes e antidepressivos, que propiciam alívio, mas contribuem para o padecimento das relações humanas.

No entanto, para modificar essa realidade é necessário perceber que existem outros mundos, além das bolhas. E a melhor maneira de superar o preconceito é conviver com o diferente, aprendendo como os demais pensam e estar aberto para mudar de ideias e atitudes.

Então, não devemos aplaudir as condutas que nutrem a egolatria. Contudo, se fizermos isso, de acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, voltamos à tribo, ao seio materno, ao mundo cruel descrito por Hobbes, na qual o outro é uma ameaça, e a solidariedade parece uma espécie de armadilha traiçoeira ao ingênuo, ao incrédulo, ao tolo e ao frívolo.

Sabemos que nenhum ser humano é perfeito, mesmo incluso na sua redoma. Porém, devemos nos respeitar uns aos outros, porque não vivemos sozinhos neste mundo, de 7,7 bilhões de habitantes e num Brasil, de 210,1 milhões de gente de todas as diferenças físicas, culturais, étnicas, credos e classes.

Assim, precisamos aceitar que o universo é complexo e infinito, e que temos a chance de preservar a boniteza do mundo. Infelizmente, existem pessoas que são tão “pobres”, que a única coisa que tem é dinheiro, mas sentem um grande vazio existencial.

Portanto, podemos trabalhar juntos por um mundo melhor, todavia se estivermos fechados em bolhas sociais ficaremos isolados, que nos prejudicará como seres humanos. E nos adverte Bauman: “Estamos em uma situação de verdadeiro dilema: ou damos as mãos ou nos juntamos ao cortejo fúnebre do nosso próprio enterro em uma mesma e colossal vala comum”.

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Imagem de capa meramente ilustrativa. As imagens do ensaio “Bub ble Series” foram feitas pelo fotógrafo de moda Melvin Sokolsky para a coleção de primavera da revista Harper Bazaar, em 1963.

Brigitte Macron agradece aos brasileiros com um “Muito obrigada”, dito em português

Brigitte Macron agradece aos brasileiros com um “Muito obrigada”, dito em português

 

Segundo AFP,  a esposa do presidente da França, Brigitte Macron, agradeceu aos brasileiros, nesta quinta-feira (29), pelo apoio após o comentário depreciativo do presidente Jair Bolsonaro.

Disse ela:

“Apenas queria dizer (…), já que vejo que há câmeras, duas palavras para os brasileiros e as brasileiras, em português (…): ‘Muito obrigada!’ Muito, muito obrigada a todos que me apoiaram”.

E continuou:

“Os tempos mudam. Alguns estão dentro do trem da mudança (…) Mas nem todos estão: alguns ficaram na plataforma”, afirmou, sob forte aplauso, durante um discurso em Azincourt, onde participou de um evento oficial. “Espero que ouçam isso. Me emocionou muito”, acrescentou ela, mais tarde, ao se referir ao apoio de muitos brasileiros, após o episódio envolvendo Bolsonaro. “Para além de mim mesma, é por todas as mulheres. Todas as mulheres se viram afetadas. (…) As coisas estão mudando. Todo o mundo deve estar consciente disso. Há coisas que não se pode mais dizer e coisas que não se pode mais fazer”, insistiu.

MAS COMO TUDO COMEÇOU?

Realizada no fim de semana passado em Biarritz, a última cúpula do G7 deu origem a um embate diplomático entre Bolsonaro e seu colega francês, Emmanuel Macron, em relação aos atuais incêndios da Amazônia. As declarações ofensivas do brasileiro sobre a primeira-dama francesa levaram Macron a desejar abertamente, diante das câmeras do mundo inteiro, que o “povo brasileiro tenha muito rapidamente um presidente que se comporte à altura”.

Os internautas brasileiros inundaram as redes, condenando a atitude do presidente com a hashtag #DesculpaBrigitte.

contioutra.com - Brigitte Macron agradece aos brasileiros com um "Muito obrigada", dito em português

Na quarta-feira, entretanto, Bolsonaro retirou seu comentário ofensivo publicado no Facebook para “evitar que seja mal-interpretado”, alegou seu porta-voz ontem.

QUEM É BRIGITTE MACRON?

Mulher, 66 anos, professora de Literatura e Primeira Dama da França.

Segundo o site Ibtimes , Brigitte Auzière ensinava francês e latim em La Providence, um colégio jesuíta em Amiens. Foi nesse período que ela e Emmanuel Macron se conheceram.. Segundo a revista, Macron frequentava suas aulas de literatura e ela era responsável pela aula de teatro que ele frequentava. O romance não era típico, uma vez que ela tinha 24 anos e 8 meses a mais, e Macron descreveu-o como “um amor frequentemente clandestino, muitas vezes escondido, incompreendido por muitos antes de se impor.”

Como vemos na descrição acima, Brigitte já sabe muito bem que enfrentar preconceitos nunca foi ou será fácil, mas pelo visto o seu amor impera contra a arrogância e limitação de quem ainda não entendeu que sentimento é algo que vai muito além de idade e aparência física esteriotipada e ditada socialmente.

Você tem o nosso total apoio Brigitte!

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Com informações de UolIbtimes

Os Cursos de Espanhol em Barcelona são ideais para aprender bem essa língua

Os Cursos de Espanhol em Barcelona são ideais para aprender bem essa língua

Para aprender ou reforçar uma língua estrangeira, o recomendável é passar um tempo no país onde essa é a língua oficial. Por esse motivo, escolher a Espanha pode ser uma excelente opção para estudar. Que tal, por exemplo, fazer cursos de espanhol em Barcelona, uma das mais lindas cidades européias. E, se quiser e for possível, aproveitar para trabalhar, ganhar um dinheiro e continuar viagem pela Espanha, já dominando o espanhol!

O fato de conhecer e dominar mais de uma língua oferece diversas oportunidades assim como abre muitas portas no mercado de trabalho. Mas, ao mesmo tempo, é sempre importante, pessoalmente, para poder ser independente quando fizer uma viagem internacional, conseguindo uma comunicação fácil e tranquila com as pessoas. Por esse motivo, ter a possibilidade de fazer cursos de espanhol em Barcelona será muito importante.

Passando uma temporada em Barcelona será possível aprender ou melhorar a sua pronuncia em espanhol, adquirir maior vocabulário, se sentir mais seguro na hora de conversar e conhecer pessoas. Por isso é tão importante procurar aprender uma língua no país onde essa língua se fala!

Procurar algum trabalho enquanto estiver fazendo cursos de espanhol em Barcelona

Após decidir passar uma temporada na Espanha, o ideal é viajar já sabendo onde fazer o curso de espanhol, pois certamente no berço desse idioma há varias opções e métodos diversos. Por isso, é aconselhável procurar, pesquisar, se informar direito, para escolher aquilo que você sentir melhor para o seu caso, pois uma coisa é querer fazer aulas para aprender do zero, ou ter aulas para praticar e adquirir maior conhecimento da língua.

Tem gente que prefere ter aulas grupais, se sente mais a vontade; mas também há pessoas que escolhem estudar sozinhas com um professor. Existem muitas opções, é só se decidir por uma delas e começar!

É muito importante lembrar que, estando em Barcelona, a possibilidade de praticar tudo aquilo que aprender durante as aulas, será concreta e constante: na rua, na padaria, no restaurante, no ônibus, no metro… Tudo ficará mais fácil e será muito mais rápida a aprendizagem.

Barcelona e Madrid, duas excelentes opções para aprender espanhol

Espanha é o berço da língua espanhola, um destino turístico maravilhoso, mas também um local fantástico para morar, com um povo alegre, bem humorado e muito hospitaleiro. As belas paisagens e a gastronomia tão saborosa são um convite para viver uma experiência única e inesquecível. Não é por acaso que muitas pessoas escolhem Espanha para passar uma longa temporada para estudar, para trabalhar ou simplesmente para passear e relaxar.

Mas muitas pessoas escolhem a Espanha para aprender a língua diretamente na sua origem, um idioma que é falado por aproximadamente 400 milhões de pessoas no mundo todo. É uma das línguas mais faladas no mundo! É por esse motivo que muitos estrangeiros viajam para Espanha com o intuito de focar na aprendizagem da língua ou simplesmente escolhem o país de Cervantes e de Almodóvar para praticar ou reforçar o vocabulário que já possuem.

Há duas grandes cidades espanholas ideais na hora de querer estudar e, por que não, trabalhar ao mesmo tempo, para aproveitar bem a temporada no país:

  • Madrid = a capital da Espanha, onde moram aproximadamente três milhões de pessoas. É uma belíssima cidade que oferece muitas opções de passeios, excursões, atividades, entretenimento. Não há como não poder praticar o idioma! Percorrer os jardins do parque El Retiro, andar pela Gran Vía e, por que não, fazer compras nas lojas de marcas locais e internacionais…

Além disso, Madrid é a capital da cultura, da historia, da tradição. Todos os dias é possível encontrar uma atividade cultural diferente e para todos os gostos. Museus, esculturas, peças de teatro, shows musicais, exposições…

Estando em Madrid é quase obrigatório visitar o Museu del Prado e o Museu Rainha Sofia para admirar as maravilhosas obras de Picasso, de Velásquez e de tantos outros artistas importantes.

  • Barcelona = uma grande cidade cosmopolita. É a cidade ideal para aprender a língua espanhola. Barcelona é a segunda maior cidade da Espanha, um destino perfeito para aprender e praticar diariamente a língua, fazer novas amizades e intercâmbios. Bater papo num café, praticar um esporte com colegas espanhóis, ir para o cinema, assistir um show de música e poder compreender tudo o que está acontecendo!

Nesta cidade, há muito para fazer: conhecer os prédios e as construções com a arquitetura espetacular do famoso Gaudí, como o Parque Güell, a Casa Batló, a Pedreira e a Sagrada Família; percorrer o Passeio da Gracia, andar pelas Ramblas e pelas praias. E, claro, experimentar a saborosa comida catalã, como o popular creme e o pão tumaca.

Além disso, em Barcelona é possível encontrar alguns trabalhos temporais, o que permitirá que você possa ganhar algum dinheiro e possa praticar o espanhol diariamente.

 

Cães do live-action de “A Dama e o Vagabundo” foram encontrados em abrigos.

Cães do live-action de “A Dama e o Vagabundo” foram encontrados em abrigos.

Depois dos grandes sucessos que os live-actions de “Alladin” e “O Rei Leão” obtiveram nas telas dos cinemas, a Disney revelou que o próximo a ser lançado será o de “A Dama e o Vagabundo”.

A animação original, considerada um clássico Walt Disney, foi lançada em 1955 e conta a história de amor entre a cadela Cocker Spainel, Lady, e o simpático vira-lata, Vagabundo. Já o live-action será lançado dia 12 de novembro, na plataforma de streaming Disney+.

A adaptação foi dirigida por Charlie Bean, de LEGO Ninjago: o filme, e o roteiro assinado por Andrew Bujalski. Um trailer já foi lançado, e a Disney já nos deu um spoiler de como será a clássica cena do macarrão com almôndegas! É a coisa mais fofa!

A produção do filme revelou que grande parte dos cães que aparecerão no filme, foram encontrados em abrigos e adotados pelos funcionários.

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Yvette Nicole Brown, que interpreta a Tia Sarah no filme, contou que adotou Harley, um dos “dublês” da Dama.

Agora além de ter um lar, os cãezinhos viraram estrelas de cinema! Não vemos a hora de assistir essa adaptação e morrer de amor com as fofuras dos bichinhos.

A vida de uma pessoa livre ofende aqueles que vivem presos às aparências

A vida de uma pessoa livre ofende aqueles que vivem presos às aparências

O ser humano precisa de leis, de regras, de limites, pois a liberdade absoluta dá espaço para aqueles indivíduos que não se respeitam nem respeitam ninguém. No entanto, tais limites devem sempre estar relacionados à necessidade de as pessoas respeitarem umas às outras, sem invadir o que não se deve em terrenos que não são seus, ou seja, trata-se da necessidade de não pisarmos ninguém só pensando em nós mesmos.

No entanto, existem pessoas que simplesmente parecem necessitar de ditar regras, de mandar na vida dos outros, de impor o que é certo ou errado, baseando-se tão somente em suas visões de mundo. Confundem o que é seu com o que deve ser de todo mundo. Têm certeza de que o que pensam é o certo, o melhor, o desejável como unanimidade. Não aceitam nada que saia dos limites de seu mundinho de aparências e de regras esdrúxulas.

A questão é que cada um interpreta o mundo de uma maneira própria, de acordo com o que possui dentro de si, por isso ninguém é igual a ninguém – somos, no máximo, semelhantes em algo. A leitura religiosa, a interpretação de regras, o entendimento de normas, tudo depende do olhar de cada pessoa. E, assim, os indivíduos vão se aproximando de outros cujas ideias são afins, enquanto se distanciam de quem pensa diferente.

O problema ocorre quando um grupo toma suas ideias como as únicas válidas e absolutas, sem se permitir conhecer os outros lados, sem conseguir se colocar no lugar de quem não reza a mesma cartilha. Sem respeitar. Há que se respeitar o diferente, a contramão, o contraditório, quando o outro lado não estiver invadindo o espaço de ninguém. Conviver requer a maturidade de deixar que cada um viva à sua maneira, pois, se a pessoa não estiver sendo desrespeitada, as escolhas do outro não lhe dizem respeito.

Muitas pessoas que se prendem demasiadamente a convenções sociais, a regras, a joguinhos de aparências e acabam, infelizmente, sendo intolerantes com quem vive à revelia desses ditames, com quem é livre, com quem se liberta da necessidade de seguir o lugar comum. Quem vive de forma livre e autêntica ofende quem sufoca a própria vida sob imposições lá de fora. É insuportável aos donos da verdade assistirem ao outro vivendo aquilo que eles não têm coragem de ser. E então querem destruir, mudar, acusar e julgar quem lhes lembra o tempo todo de sua covardia. Pessoas livres trazem dor a quem se sente preso; daí o ódio que recebem.

Portanto, viver o que se é não será fácil, mas é o melhor a se fazer. Se quiser tomar um porre numa segunda-feira, tome. Se quiser ir ao cinema sozinho, vá. Use a roupa que é do seu jeito, corte o cabelo conforme deseja, viva hoje, que é tudo o que se tem. Desde que não pise ninguém por aí, você tem o direito de ser feliz do seu jeito. E ser feliz é para ontem. Sua vida, suas regras.

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Photo by Oleg Magni from Pexels

Susana Vieira afirma não haver cura para a sua leucemia

Susana Vieira afirma não haver cura para a sua leucemia

Prestes a voltar às novelas, com um papel no remake de “Éramos Seis” – próxima trama das seis da Rede Globo – , a atriz Susana Vieira concedeu uma entrevista para o jornalista Guilherme Machado, da UOL, em que falou sobre o tratamento contra a leucemia linfocítica crônica.

“Lembrei que estava havia 50 anos sem parar de trabalhar. Depois de um ano, melhorei e vi tudo sob controle. Minha doença é controlada.”, contou Susana.

“Chegar aos 70 anos sem doença nenhuma era algo de que me orgulhava. Não posso falar que seja arrogância, porque se tratava de uma vitória, uma bênção de Deus e sinal de que eu fiz escolhas certas na vida. Acredito que o fato de eu ser alguém alto-astral  o tempo todo tenha ajudado muito para isso. Tenho 50 anos de TV e nunca faltei porque estava doente. Devo ter ficado, é claro, mas nunca precisei faltar por isso.”, lembrou a atriz.

Susana ainda revelou que a sua maior preocupação após o diagnóstico foi com o seu trabalho de atriz.

“Quando descobri que estava com leucemia, descobri também que não existe cura para o tipo de leucemia que eu tenho. Ela é crônica. Vou conviver com essa doença pelo resto da minha vida. Foi o que mais me assustou, porque eu me perguntei como trabalharia fraca daquela maneira. Além disso, descobri também uma anemia hemolítica autoimune e não podia fazer transfusão de sangue. Minha preocupação era o trabalho, pois é o que amo fazer.” , completou a veterana atriz.

Com o tempo, Susana foi melhorando, “Meu corpo reagiu bem também porque eu tinha saúde. Mas o estado de espírito foi importante.

No remake de Éramos Seis, Susana interpretará mais uma vilã, a Tia Emília, que foi vivida na versão do SBT por ninguém menos que Nathália Timberg. “Tenho certeza de que farei com que todo o mundo veja essa Emília com os mesmos olhos de admiração e de encantamento de antes.”, salientou a atriz sobre o próximo trabalho.

Éramos Seis estreia em 30 de setembro na Rede Globo, no horário hoje ocupado por Órfãos da Terra.

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Redação CONTI outra. Com informações de Uol.

Neymar revela sua participação na 3ª temporada de “La Casa de Papel”

Neymar revela sua participação na 3ª temporada de “La Casa de Papel”

O jogador revelou essa terça-feira (27/08) que aparecerá em dois episódios relançados da série La Casa de Papel. Ele interpretará um personagem chamado João nos episódios que já foram relançados pela Netflix.

A plataforma relançou dois dos episódios que compõe a primeira temporada (lançada originalmente em 19 de julho) e Neymar aparece em cenas dos episódios 6 e 8.

João, o personagem interpretado pelo jogador, é um dos monges que Berlim interage no Monastério em que está foragido, além disso, João interage também com o querido Professor.

Em seu Twitter, Neymar relata que realizou um sonho, afinal está fazendo parte de sua série preferida. “Pude realizar meu sonho e fazer parte da minha série favorita. E agora eu posso compartilhar o João com todos vocês! Gracías, ‘La Casa de Papel’.”.

Agora só nos resta reassisir esses episódios para ver nosso querido camisa 10 atuando, não é mesmo?

Quando dois querem, um não larga e o outro não desiste

Quando dois querem, um não larga e o outro não desiste

Nada vem fácil, nada se consegue parado, tudo o que se conquista requer suor, dor, entrega e muita luta. É assim com coisas, é assim com pessoas e não poderia deixar de ser assim com o amor. A gente se apaixona, a gente acelera o coração e se joga e mergulha fundo. Daí vem o tempo – ah o tempo -, varrendo as ilusões e nos colocando frente a frente com a verdade do que ainda é e do que não mais é.

Todos os relacionamentos atravessam grandes tormentas, escuridões e dissabores, antes de se fortalecerem e se firmarem como verdadeiros. Não existem certezas absolutas, pois não existe o que não possa ser atravessado pela dúvida, pelo incerto, por questionamentos e por novas perspectivas. O dia-a-dia tende a tornar a convivência menos surpreendente, esfriando o calor que motiva os encontros que abrem sorrisos e roubam arrepios.

É preciso, pois, reinventar-se, adquirir novos olhares sobre o que já pensamos conhecer, mas sempre poderá nos trazer novas surpresas. As pessoas são múltiplas, têm muito dentro de si a doar e é isso que nos salvará da monotonia afetiva. Por essa razão é que não existe amor tranquilo que não seja entremeado por vendavais, reviravoltas, contendas, ou então não se renova.

O amor é fogo que varre, vento que leva e traz de volta, chuva que limpa e clareia, desanuvia, brilho que esclarece. Por essa razão é que os casais constroem as suas histórias por meio de momentos únicos e especiais, que incluem rompimentos demorados, desconfianças descabidas, distância forçada, noites em claro, insegurança, medo, lágrimas pesadas. E por essa razão é que os reencontros se tornam ainda mais grandiosos, pois a aventura amorosa tece a história de cada um de nós, que fica cada vez mais forte e verdadeira.

Mais do que sentir o amor, é preciso viver, respirar e trabalhar o amor, lutar por ele, levando-o conosco aqui dentro, aonde formos, com quem estivermos, aceitando-o em todas as dores e alegrias de que se constituem as jornadas afetivas que construirão nossas histórias de vida. Sempre será prazeroso podermos reviver tudo o que passamos junto a quem compartilhamos o nosso melhor e o nosso pior, pois é essa memória afetiva que nos sustentará quando estivermos terminando nossa jornada.

Nosso legado mais precioso ao mundo sempre será o que fomos enquanto amávamos com transparência e verdade. Nossos queridos merecem herdar e a eternidade merece receber o nosso amor. Amemos, enfim.

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Photo by Gui Vergouwen from Pexels

Existe vida após a separação. E que vida!

Existe vida após  a separação. E que vida!

Ei, eu estou aqui pra te contar que existe uma vida espetacular após a separação. Uma vida jamais sonhada por quem um dia foi prisioneiro de uma situação, no mínimo, angustiante. Se não foi esse o seu caso, você teve muita sorte.

Uma pessoa separada é um ser sedento por vida e por novas possibilidades. O separado já testou todas as velhas fórmulas e aprendeu que parte delas é cilada. O separado é um ser desperto, pronto para coisas maravilhosas. E elas existem aos montes.

Paulo Coelho percorreu o Caminho de Santiago de Compostela depois de três separações. E o Caminho está repleto de recém-separados em busca de novas respostas. O fim do que parecia eterno faz com que pequenas liberdades se tornem deliciosas e pede urgentemente novos jeitos de ver e fazer a vida.

Quando você sai de uma relação ruim, um novo sopro de ar percorre seus pulmões e a possibilidade de tentar de um jeito diferente é deliciosa. Você tem uma ânsia de se encontrar que não pode ser contida. A verdade é que você passa a ter um tesão louco por você.

O filme “Comer, Rezar, Amar” foi muito feliz ao retratar Liz em sua busca interior. Ela vai para a Itália, Índia e Bali em um passeio místico a fim de encontrar-se. E como esse filme existem outros também maravilhosos que falam desse tempo divino de descobertas pós-separação:

Em “Sob o sol da Toscana” – uma mulher recém-separada compra uma casa antiga nessa região da Itália e se reinventa; Em “Pão e Tulipas” – uma dona de casa é esquecida pelo marido em um posto no meio da estrada e descobre a beleza de viver em companhia de si mesma tocando acordeom em Veneza; E em “Garçonete” – uma jovem faz tortas para suportar a vida ao lado do marido abusivo e descobre, em certo ponto, que a vida pode ser deliciosa sem ele.

Existem muitos outros filmes que mostram que no fim do túnel não há uma pequena luz, mas sim um sol lindo repleto de amores e amizades novas.

O separado não carrega em si a ansiedade do solteiro, pois aprendeu a amar e dar valor à própria companhia e sabe muito bem qual a importância do seu tempo.

Todo separado passou por situações no mínimo angustiantes, para não dizer insanas, para preservar a união falida.

E quando o fim finalmente chega o pensamento recorrente é “Por que não me separei antes?”.

É que é preciso um certo tempo para entendermos que a felicidade não mora onde nos contaram. É preciso tempo para entedermos que os melhores ingredientes não garantem o melhor bolo.

Do lado de cá posso afirmar que todo separado se reconhece no olhar. Existe entre nós um tipo de simbiose silenciosa.

Sabemos das batalhas pelas quais passamos e o quanto lutamos para estarmos vivos e inteiros hoje. Somos sobreviventes de uma guerra silenciosa, uma guerra que quase nos deixou irremediavelmente machucados. Somos soldados cheios de gratidão por estarmos inteiros e de volta à vida.

A guerra acabou, felizmente! E a sensação é maravilhosa! Agora nós sabemos celebrar a paz e o amor como ninguém.
Existe sim vida após a separação. E que vida!

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Acompanhe a autora em sua página Vanelli Doratioto – Alcova Moderna

Imagem meramente ilustrativa: cena do  filme “Sob o Sol da Toscana”

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