Se você vir um cachorro com laço amarelo, não se aproxime antes de ler isso

Se você vir um cachorro com laço amarelo, não se aproxime antes de ler isso

Você já cruzou com um cachorro usando um laço amarelo presa à guia e ficou sem entender o motivo? Esse pequeno detalhe é mais do que um enfeite: ele avisa que o animal precisa de espaço extra.

A ideia nasceu em 2012, quando a treinadora canadense Tara Palardy lançou o Yellow Dog Project para padronizar o pedido de distância com um sinal visual simples.

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O laço amarelo, que pode ser fita, lenço, cadarço ou até um mosquetão colorido, indica ao público: “fale com o tutor antes de chegar perto”. Há vários motivos para isso:

  • o cão pode estar saindo de uma cirurgia e ainda sentir dor;
  • alguns passam por treinamento intensivo de obediência ou terapia;
  • outros são reativos a pessoas, bicicletas ou a outros animais;
  • resgatados recentes costumam carregar medos que só o tempo resolve;
  • há ainda os que trabalham como cães de assistência e não devem ser distraídos.

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Respeitar o aviso é simples: mantenha seu próprio pet em guia curta, afaste‑se um ou dois metros e pergunte se pode chegar mais perto.

Caso tenha crianças ao lado, segure‑as pela mão e explique por que é melhor observar primeiro.

Esse cuidado evita latidos, acidentes e garante que cada passeio seja tranquilo tanto para quem precisa de espaço quanto para quem só estava curtindo a caminhada.

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Impressionante: John Goodman aparece 90 kg mais magro e fãs se chocam com o visual

Impressionante: John Goodman aparece 90 kg mais magro e fãs se chocam com o visual

A estreia de Smurfs, em Los Angeles, virou assunto muito além da animação: aos 73 anos, John Goodman surgiu com 90 kg a menos e roubou os flashes ao lado de Rihanna e James Corden, colegas de elenco na dublagem.

Vestindo terno azul‑marinho, camisa branca e gravata marrom, o astro mostrou um perfil bem diferente daquele dos tempos de Roseanne, quando seu peso chegou perto dos 180 kg.

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O caminho para esse resultado começou ainda em 2007, quando o ator decidiu largar a bebida, buscar acompanhamento nutricional e levar a sério caminhadas com os cães, boxe leve e treinos até seis vezes por semana.

Ele adotou um cardápio inspirado na dieta mediterrânea — mais vegetais, proteínas magras, nada de açúcar refinado — e passou a registrar tudo o que comia para ter noção real das porções.

Em entrevistas, Goodman relembra que antes costumava perder peso rápido só para depois “se recompensar” com cerveja e comida em excesso.

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Dessa vez, ele trocou a lógica das recompensas por metas de longo prazo, como manter energia para filmagens e preservar as articulações, que sofriam com o sobrepeso.

A disciplina ganhou reforço quando o personal trainer Mackie Shilstone entrou em cena. O profissional mesclou exercícios de resistência com sessões de boxe de até 90 minutos e incluiu alongamentos diários para preservar mobilidade.

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Goodman conta que prefere suar cedo, assim evita a preguiça noturna e ainda chega aos sets com disposição.

O resultado acumulado em quase duas décadas é visível nas comparações de fotos antigas: rosto mais marcado, cintura afinada e postura que já não denuncia dores nas costas.

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Nas redes sociais, fãs celebraram o “novo Dan Conner” e elogiaram a consistência do ator — ele já havia mostrado a silhueta em 2023, mas a aparição deste mês confirmou que o barrômetro continua em queda e sob controle.

Embora satisfeito, o astro diz que o processo continua: mantém reuniões diárias de Alcoólicos Anônimos para segurar a sobriedade e evita dietas radicais, apostando em equilíbrio para que o ponteiro da balança não volte a subir.

Segundo o próprio Goodman, “não existe atalho — só hábito firme, dia após dia”.

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Casas que flutuam para escapar de terremotos viram aposta real no Japão

Casas que flutuam para escapar de terremotos viram aposta real no Japão

Tóquio vive em estado de atenção sísmica praticamente o ano inteiro, o que incentiva engenheiros a buscar soluções pouco convencionais.

A ideia mais recente lembra truque de ilusionista: assim que os sensores detectam o primeiro tremor, a casa inteira se solta da fundação e fica suspensa a três centímetros do chão, reduzindo o repasse de vibrações para a estrutura.

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O mecanismo foi criado pela Air Danshin Systems, do inventor Shoichi Sakamoto. Ele instalou um reservatório de ar comprimido ligado a um colchão metálico por baixo do piso.

Com o primeiro abalo, válvulas liberam ar em até um segundo, inflando a câmara e “erguendo” o imóvel; quando os sensores percebem que a terra sossegou, o equipamento devolve lentamente o ar para o tanque e a casa toca o solo novamente, sem trancos nem rachaduras.

O sistema já encarou provas no mundo real: durante o sismo de magnitude 7,3 que atingiu Fukushima em 2021, residências equipadas permaneceram intactas, com móveis e louças no mesmo lugar em que estavam antes do abalo.

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Testes em laboratório repetiram a cena para câmeras de TV — a construção flutua alguns segundos, as taças nem balançam, e tudo segue como se nada tivesse acontecido.

O preço tem surpreendido quem acompanha soluções de isolamento sísmico: o conjunto inteiro sai por cerca de um terço do valor cobrado pelos sistemas de rolamentos tradicionais, o que explica por que quase 90 casas japonesas já foram adaptadas.

Mesmo em blecaute o equipamento continua funcionando, graças a baterias de emergência embutidas no kit.

Nem tudo são flores sísmicas: análises independentes apontam que o método lida melhor com movimentos laterais do que com tremores verticais ou circulares, mais caóticos.

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Ainda assim, ele representa um ganho substancial em segurança frente às construções fixas ao solo.

A própria Air Danshin já prepara versões maiores para galpões industriais e laboratórios, áreas onde qualquer interrupção de linha de produção vira prejuízo.

Uma campanha de financiamento coletivo pretende ampliar a fabricação em larga escala nos próximos anos.

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Esses 7 doramas são melhores que muita série famosa e você provavelmente nunca ouviu falar

Esses 7 doramas são melhores que muita série famosa e você provavelmente nunca ouviu falar

Pouca gente percebe, mas os catálogos de streaming guardam verdadeiros tesouros sul‑coreanos que ficaram fora das manchetes.

À sombra de fenômenos planetários como Round 6, há produções cheias de estilo, ótima atuação e roteiros que desafiam rótulos.

Se você costuma reclamar que “não tem nada novo para ver”, vale dar uma chance aos dramas abaixo – cada um brilhou quietinho e, mesmo assim, entrega qualidade de sobra.

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1. Extracurricular (Netflix, 2020)

Antes de virar meme, Kim Dong‑hee já comandava a série como Oh Ji‑soo, aluno modelo de dia e gênio do crime à noite. Para bancar a faculdade, ele cria um serviço de proteção clandestina que sai do controle quando Bae Gyu‑ri (Park Ju‑hyun) descobre tudo.

A direção seca, quase documental, deixa cada reviravolta ainda mais tensa. Indicado ao Baeksang Arts Awards, o título ficou escondido no algoritmo, mas continua atualíssimo ao discutir pressão escolar e disparidade social.

2. No Ar (Mistress) (Viki, 2018)

Kim Nam‑joo interpreta Go Hye‑ran, âncora de telejornal que vive à base de café forte e ambição. A carreira vira poeira quando um ex‑amante aparece morto e todas as pistas apontam para ela.

Para tentar limpar o próprio nome, a jornalista recorre ao marido (Ji Jin‑hee), ex‑promotor que já havia pedido o divórcio. O roteiro segura o ritmo com investigações paralelas, críticas ao sensacionalismo e um questionamento incômodo: até onde vale ir para manter a reputação?

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3. My Mister (Netflix, 2018)

Aqui não existe casal perfeito, muito menos romance açucarado. Lee Sun‑kyun dá vida a Park Dong‑hoon, engenheiro que acumula dívidas emocionais, enquanto IU surpreende como Lee Ji‑an, funcionária temporária que só conhece a palavra “sobreviver”.

Entre sorrisos tímidos e copos de soju, ambos encontram consolo um no outro. O drama ganhou o “Grand Prize” no Seoul Awards graças à maneira delicada de falar sobre depressão, família e solidariedade inesperada.

4. Faça Chuva ou Faça Sol (Just Between Lovers) (Viki, 2017)

Junho (2PM) e Won Jin‑ah se conhecem dentro de um canteiro de obras, cenário que evoca o desastre que mudou a vida dos dois personagens anos antes. Ele lida com dores físicas e lembranças que teimam em voltar; ela carrega culpa e saudade da irmã.

Ao acompanhar a reconstrução de um shopping, o roteiro expõe burocracias, ganância corporativa e, claro, afeto que cura feridas difíceis. Fotografia quente e trilha melancólica completam o pacote.

5. Mad Dog (K‑Series, 2017)

Quem gosta de ação investigativa vai curtir ver Yoo Ji‑tae como Choi Kang‑woo, ex‑detetive que perdeu tudo em um acidente aéreo.

Revoltado com o laudo oficial, ele cria uma equipe de caçadores de fraude e tromba com Kim Min‑joon (Woo Do‑hwan), golpista de primeira linha que diz ter pistas inéditas sobre a tragédia.

A química entre os protagonistas, misturada a denúncias de corrupção no setor de seguros, transforma cada episódio em um jogo de xadrez.

6. Minha Família Nada Familiar (My Unfamiliar Family) (Netflix, 2020)

Esqueça o clima pastel de sitcom: a série mostra irmãos que se tornaram estranhos ao longo dos anos. A caçula Kim Eun‑hee (Han Ye‑ri) descobre que o pai esconde lapsos de memória e a mãe pensa em separar‑se após décadas de casamento.

A produção derruba idealizações e defende conversas francas sobre ressentimento, saudade e perdão. Destaque para o roteiro realista, que escapou do radar mesmo recebendo elogios da crítica coreana.

7. A Caminho do Céu (Move to Heaven) (Netflix, 2021)

Prepare a caixa de lenços: Tang Joon‑sang vive Geu‑ru, jovem com síndrome de Asperger que herda a empresa de limpeza pós‑óbito do pai. O tio Sang‑gu (Lee Je‑hoon), recém‑saído da prisão, vira guardião legal e parceiro de trabalho, mesmo sem entender nada de luto nem de laços afetivos.

Cada episódio parte dos objetos deixados por quem morreu para desvendar histórias tocantes – e, sem apelar, mostra como a vida continua ecoando nos pequenos detalhes. Este dorama é extraordinário e, até hoje, muita gente passa reto por ele.

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Aos 75 anos, aposentado faz bilhete inusitado pedindo para conhecer os cães dos vizinhos e tem a melhor resposta

Aos 75 anos, aposentado faz bilhete inusitado pedindo para conhecer os cães dos vizinhos e tem a melhor resposta

Quando David Whitehead se mudou para uma residência no interior da Inglaterra, o silêncio que antes parecia confortável logo virou ausência.

Aos 75 anos, aposentado, viúvo e longe da antiga rotina de professor, ele percebeu que uma parte importante da sua vida havia desaparecido: a convivência com cães.

Acostumado a viver cercado de animais durante boa parte da vida, sentia um vazio que os livros e os programas de TV já não preenchiam.

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Como o novo local onde morava não permitia animais de estimação, David resolveu apostar em algo inusitado: escreveu uma carta simples, à mão, endereçada aos vizinhos, pedindo algo bem específico — se poderia conhecer os cachorros da vizinhança e, com sorte, acompanhá-los em algum passeio pelo bairro.

No bilhete, explicava sua situação com delicadeza e deixava o número de telefone para quem quisesse responder. Apesar do tom respeitoso, ele sabia que podia não receber resposta alguma.

O que aconteceu, no entanto, foi completamente inesperado. A carta foi compartilhada por um morador nas redes sociais, e em pouco tempo passou a circular por todo o Reino Unido.

Pessoas de vários bairros começaram a escrever para David oferecendo a companhia de seus pets, e o que era para ser apenas um gesto tímido virou uma rede de afeto espontâneo.

Em poucos dias, David passou a sair de casa quase diariamente para encontrar seus novos companheiros — de todos os tamanhos, raças e temperamentos.

Além dos cães, ganhou também conversas e conexões com os donos dos animais, muitos deles emocionados com o gesto corajoso e gentil de um vizinho até então desconhecido.

Hoje, os passeios com os cães são parte essencial da rotina de David. Ele reencontrou o tipo de companhia que tanto valorizava, não apenas no contato com os bichinhos, mas também nas trocas afetuosas com seus tutores.

Tudo começou com uma carta escrita à mão, e terminou com uma agenda cheia de encontros e sorrisos.

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Baseado em uma história real, mãe desesperada tenta achar filha neste filme espetacular da Netflix

Baseado em uma história real, mãe desesperada tenta achar filha neste filme espetacular da Netflix

Quem acompanha produções criminais reais sabe que alguns títulos mexem diretamente com o senso de injustiça do público — e Lost Girls (2020) entra nessa lista desde os primeiros minutos.

Lançado pela Netflix, o longa alcançou rapidamente o Top 10 quando estreou e voltou a chamar atenção sempre que algum caso de crime não resolvido vira notícia.

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No centro da trama está Mari Gilbert (Amy Ryan, indicada ao Oscar por Medo da Verdade). A personagem é mostrada já exausta de funerais atrasados, turnos extras e um sistema que parece ignorar famílias de baixa renda — ponto que a direção de Liz Garbus faz questão de destacar ao longo de 95 minutos.

A situação explode quando Shannon, filha mais velha de Mari, desaparece depois de atender um cliente como acompanhante de luxo.

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Investigação oficial? Só nos protocolos. Sem respostas concretas da polícia, a mãe consulta registros de ligações, vasculha anúncios online e convence amigos de Shannon a falar.

As pistas guiam a protagonista até Oak Beach, um condomínio praiano fechado em Long Island onde moradores preferem portões altos a perguntas inconvenientes.

Entre um portão e outro, Mari descobre que outras mulheres sumiram na mesma região, levantando a suspeita de um serial killer ignorado por anos.

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Lost Girls se apoia no livro-reportagem de Robert Kolker, best-seller do New York Times que reconstrói as histórias dessas vítimas.

Garbus — conhecida por documentários políticos — transforma dados frios em tensão dramática, mas sem glamourizar violência: cenas de crime são sugeridas, não explicitadas, e o foco recai no silêncio institucional que cercou o caso.

O elenco completa a produção com atuações sólidas: Gabriel Byrne interpreta um comissário de polícia desconfortável com a pressão pública; Thomasin McKenzie surge como a irmã mais nova que tenta ser ponte entre a mãe e a investigação.

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A fotografia noturna de Igor Martinović cria sensação constante de perigo, enquanto a trilha minimalista de Anne Nikitin sustenta a inquietação.

Quem procura um suspense que critique falhas policiais e, de quebra, apresente performances afiadas, encontra em Lost Girls a escolha certa — o filme está disponível no catálogo brasileiro da Netflix e pode ser assistido com áudio original ou dublagem em português.

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Um dos romances mais bonitos do cinema recente está disponível no streaming brasileiro

Um dos romances mais bonitos do cinema recente está disponível no streaming brasileiro

Chegou a vez de Todo Tempo que Temos ganhar espaço no sofá dos brasileiros: o drama britânico, protagonizado por Florence Pugh e Andrew Garfield, já faz parte do catálogo do Telecine.

É o tipo de lançamento que costuma despertar aquela vontade de ajustar a iluminação da sala, pegar um cobertor leve e investir duas horinhas em uma história que emociona sem apelar para fórmulas baratas.

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A trama apresenta Almut (Pugh), uma chef de cozinha talentosa que conhece Tobias (Garfield) num acidente de trânsito nada glamouroso, mas decisivo.

O roteiro costura saltos temporais e mostra o casal lidando com boletos, fraldas e pratos requintados até o dia em que um diagnóstico médico muda tudo. A partir daí, cada cena convida o espectador a refletir sobre o uso do tempo, sem escorregar no melodrama.

O texto é assinado por Nick Payne, dramaturgo premiado que também escreveu Constelações, e a direção fica nas mãos de John Crowley, o mesmo de Brooklyn.

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A dupla faz questão de evitar clichês: a fotografia prefere tons suaves às cores gritantes e a trilha de Steven Price pontua emoções sem “empurrar” lágrimas.

O resultado arrancou elogios no Festival de Toronto de 2024 — especialmente para a química entre Pugh e Garfield, que entregam atuações seguras e afiadas.

Além do casal central, vale destacar a presença da pequena atriz britânica Martha Mitchell como a filha de Almut e Tobias, oferecendo doçura nos momentos certos.

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A produção é da A24 em parceria com a StudioCanal, selo conhecido por apostar em narrativas sensíveis com caráter autoral.

Quem estiver curioso pode dar play no Telecine — disponível como canal extra no Globoplay ou no aplicativo próprio.

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Filha agrônoma de Leonardo vira destaque nas redes e o cantor dispara: “É a única da família que trabalha de verdade”

Filha agrônoma de Leonardo vira destaque nas redes e o cantor dispara: “É a única da família que trabalha de verdade”

Todo fã de sertanejo conhece o vozeirão de Leonardo, mas pouca gente percebe que, longe dos palcos, existe uma filha do cantor que prefere barulho de trator a aplausos.

Monyque Costa tem 33 anos, calça botas de cano longo antes do sol raiar e puxa a fila das fazendas da família como se administração rural fosse maratona — e, a julgar pelo que o pai anda dizendo por aí, ela cruza a linha de chegada sozinha.

A fala de Leonardo — “dentro de casa, só a Monyque trabalha de verdade” — rendeu manchetes e memes. Entre seis irmãos famosos por realities, shows e milhões de seguidores, ela é a que menos aparece em tapete vermelho.

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Formada em Relações Internacionais, trocou eventos protocolares por hectares de soja e agora finaliza o bacharelado em Agronomia, ampliando o currículo sem abandonar a lida.

Raiz pecuarista ela tem; afinal, a mãe, Sandra Helena, vem de linhagem que lida com gado há décadas. Hoje, a herdeira gerencia propriedades em Goiás e Minas Gerais, conferindo plantio, negociando insumos e olhando de perto a colheita.

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Quando sobra tempo, grava vídeos explicando manejo de solo ou plano de rotação de cultura — conteúdo que já atraiu quase um milhão de seguidores curiosos no Instagram.

A vida pessoal também floresce: há oito anos, Monyque divide casa, sonhos e boletos com a também agrônoma Jessika Losi.

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Fotos em clima de romance pipocam nas redes e, vez ou outra, surgem textos carinhosos — o último, cheio de elogios à lealdade e disposição de Jessika para as madrugadas no campo.

Nos bastidores familiares, o irmão mais próximo é Zé Felipe. Moram a poucos quilômetros um do outro em Goiânia, trocam confidências e churrascos de domingo.

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O elo ficou ainda mais forte quando Monyque aceitou ser madrinha de José Leonardo, caçula do cantor com Virgínia Fonseca — cargo que ela exerce com a mesma dedicação que coloca no trato da fazenda.

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Dores, raiva e solidão: pintar a Capela Sistina foi um pesadelo para Michelangelo

Dores, raiva e solidão: pintar a Capela Sistina foi um pesadelo para Michelangelo

Turistas mal acomodam o pescoço diante de 500 m² de afrescos na Capela Sistina, mas dificilmente imaginam que o autor daqueles painéis passou boa parte do tempo rosnando contra o pincel.

Obcecado por mármore desde muito jovem, o florentino jurava que a verdadeira arte estava nos cinzéis, não nas cerdas. Cartas enviadas a amigos reforçam esse desgosto: ele se dizia “preso a cores que não são minhas”.

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O conflito começou em 1506, quando o temperamental papa Júlio II lhe encomendou um mausoléu gigantesco, com dezenas de estátuas. Falta de blocos de Carrara, atrasos no pagamento e a interferência constante do pontífice fizeram Michelangelo largar a obra e fugir para Florença.

A resposta papal foi pura força: guardas marcharam até a República Florentina com ordens de “trazer o escultor nem que fosse amarrado”.

De volta a Roma, o artista recebeu aquilo que mais temia — quatro anos inteiros de pincel na mão, bem acima da cabeça, sobre andaimes que ele mesmo teve de projetar.

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Pintar, para ele, virou castigo oficial. Cada cena bíblica no teto — da Criação de Adão ao Dilúvio — serviu como lembrete de que o papa lhe negara o mármore prometido. Enquanto isso, o túmulo de Júlio II definhava em papéis, protótipos e promessas vazias.

Entre uma demão e outra, surgiram dores nada artísticas: coluna torta, cãibras nos glúteos, torcicolo que ele descreveu em versos amargos a Giovanni da Pistoia. O soneto, escrito em 1509, relata ainda pingos de tinta caindo no rosto e a sensação de “peito comprimido como couro curtido”.

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Curiosamente, o mito de que Michelangelo trabalhou deitado é falso. Ele pintava em pé, inclinado para trás, sustentando pincéis longos que escorrendo pigmento nos olhos, geravam inflamações constantes.

Mesmo rabugento, o artista completou o serviço em 1512. O papa vibrou; Michelangelo, não. Ainda queria sua pedra eterna — tarefa que só retomaria anos depois e que jamais chegaria à forma sonhada.

Confira a seguir:

Já ganhei bócio por causa dessa tortura,
curvado aqui como um gato na Lombardia
(ou em qualquer outro lugar onde a água estagnada seja venenosa).
Meu estômago está esmagado sob meu queixo, minha barba
aponta para o céu, meu cérebro está esmagado em um caixão,
meu peito se contorce como o de uma harpia. Meu pincel,
acima de mim o tempo todo, pinga tinta,
então meu rosto vira um belo chão para excrementos!

Minhas ancas estão esmagando minhas entranhas,
minha pobre bunda se esforça para funcionar como contrapeso,
cada gesto que faço é cego e sem objetivo.
Minha pele fica solta abaixo de mim, minha coluna está
toda emaranhada por se dobrar sobre si mesma.
Estou tenso como um arco sírio.

Porque estou preso assim, meus pensamentos
são uma bobagem maluca e pérfida:
qualquer um atira mal com uma zarabatana torta.

Minha pintura está morta.
Defenda isso para mim, Giovanni, proteja minha honra.
Não estou no lugar certo — não sou pintor”.

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Ex-Big Brother é encontrada sem vida em apartamento após 20 dias, e fãs ficam revoltados com circunstâncias: ‘De partir o coração’

Ex-Big Brother é encontrada sem vida em apartamento após 20 dias, e fãs ficam revoltados com circunstâncias: ‘De partir o coração’

Silêncio prolongado nas redes costuma acender o alerta dos seguidores, mas ninguém imaginava que, desta vez, o sumiço de Humaira Asghar esconderia um desfecho tão trágico.

A atriz paquistanesa de 32 anos, conhecida pela passagem marcante no reality Tamasha, foi localizada já sem vida em seu apartamento, em Karachi, depois de cerca de vinte dias sem qualquer notícia.

Asghar morava sozinha havia sete anos e enfrentava um processo de despejo: o aluguel estava atrasado há um ano. Oficiais de justiça enviados para lacrar o imóvel encontraram o corpo em avançado estado de decomposição, cenário que chocou até os peritos mais experientes.

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O cadáver foi encaminhado ao Jinnah Postgraduate Medical Center, onde a patologista Dra. Summaiya Syed iniciou os exames.

A especialista coletou amostras químicas e toxicológicas, explicando que só depois desse procedimento será possível cravar a causa da morte.

Enquanto isso, a polícia de Karachi pede cautela ao público e descarta, por ora, qualquer indício de homicídio — não havia sinais de arrombamento ou violência no local.

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A notícia correu rápido entre os mais de 725 mil seguidores da artista. Nos comentários de seu último post, as perguntas são uníssonas: “Como ninguém percebeu?”; “Cadê os amigos, a família?”. Um usuário resumiu o sentimento coletivo ao escrever que a situação “parte o coração” ao revelar o isolamento que a ex-Big Brother vivia.

Humaira não era só rosto de reality show, pois somava participações em filmes, seriados locais e carregava a faixa de um concurso nacional de beleza, trajetória que a transformou em referência de estilo no Paquistão. Mesmo assim, o brilho da TV não foi suficiente para atrair ajuda quando parou de aparecer online.

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Por enquanto, investigadores seguem cruzando dados médicos, registros telefônicos e câmeras de segurança do prédio. Até lá, fãs continuam exigindo respostas — não para reviver a estrela, mas para entender como um nome tão conhecido pôde desaparecer em plena metrópole sem que ninguém soasse o alarme a tempo.

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Minissérie policial baseada em crime real é o novo vício da Netflix e 1º lugar em 132 países

Minissérie policial baseada em crime real é o novo vício da Netflix e 1º lugar em 132 países

As listas Top 10 da Netflix mudam rápido, mas um título sueco de quatro capítulos segurou o primeiro lugar em 132 territórios ao mesmo tempo!

A produção em questão, A Grande Descoberta, cresceu no boca a boca justamente por combinar drama policial real com tecnologia de ponta — tudo sem exigir mais de três horas do espectador.

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O caso que abalou a Suécia!

Linköping, cidade pacata a 200 km de Estocolmo, foi cenário de um duplo homicídio em 2004. A princípio, investigadores percorreram o caminho tradicional: interrogatórios, perícia forense comum, buscas porta a porta.

Após 16 anos, papeis e provas ocupavam caixas inteiras enquanto o suspeito seguia incógnito.

Em 2020, com o prazo de arquivamento batendo à porta, o detetive interpretado por Peter Eggers decide pedir ajuda fora do expediente: convida o genealogista forense Mattias Nordkvist para testar a genealogia genética — técnica que cruza vestígios de DNA com bancos de dados familiares públicos.

Era a primeira vez que o método saía do laboratório nos Estados Unidos para uma investigação europeia.

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Adaptada de best-seller investigativo

O roteiro toma como base o livro homônimo de Anna Bodin e Peter Sjölund, transformando arquivos policiais em cenas de suspense.

A minissérie intercala dramatizações com trechos documentais, mostrando passo a passo da criação de árvores genealógicas gigantes que afunilam milhares de possíveis parentes até chegar a um indivíduo específico.

Na tela surge a corrida contra o relógio, e também discussões sobre privacidade: até onde vai o direito de usar dados de parentes distantes que jamais autorizaram a polícia?

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Especialistas entrevistados lembram que o avanço tecnológico entrega respostas, porém levanta questões legais ainda sem consenso.

Embora pouco conhecidos fora do circuito nórdico, Eggers (visto em A Maldição do Lago) e Nordkvist (Suburbia) recebem elogios pela química em cena.

O elenco de apoio inclui Saga Samuelsson (como a promotora que reluta em apostar na técnica) e Johan Hedin (perito responsável pelas amostras antigas).

Com cerca de 45 minutos cada, os quatro episódios podem ser maratonados numa tarde. Enquanto isso, fóruns de true crime debatem o impacto da série sobre investigações frias em outros países, reforçando a pergunta que fica no ar: quantos casos parecidos ainda aguardam uma combinação de paciência investigativa e ciência molecular?

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Cidades que nunca dormem: como o turismo noturno virou experiência

Cidades que nunca dormem: como o turismo noturno virou experiência

O roteiro de viagem de algumas cidades se escreve sozinho: parque, museu, beleza natural e ponto turístico famoso. Tudo durante o dia, claro. No entanto, uma nova tendência do turismo tem chamado a atenção: a experiência das cidades que nunca dormem.

Cidades como Nova York, Las Vegas, Tóquio, Seul e Istambul começam a atrair cada vez mais turistas que não querem só bater perna durante o dia: querem também aproveitar o caos urbano noturno dessas megalópoles.

Mas o que há para aproveitar nesse tipo de turismo? É o que vamos descobrir!

Cores, luzes, redes sociais: o encantamento visual das cidades que nunca dormem

O “encanto visual” tem se tornado uma ferramenta de turismo para as cidades que já contam com intensa atividade noturna.

Cidades como Tóquio, Nova York e Las Vegas, por exemplo, perceberam que muitos turistas chegam para curtir as atrações durante o dia, mas também desejam conhecer as cidades à noite.

O chamado “design da noite” começa, portanto, a ter peso na organização e construção das cidades. Como criar cenários noturnos que são valorizados no Instagram? A combinação certa de letreiros, luzes, projeções e espaços instagramáveis pode atrair cada vez mais turistas.

O entretenimento e a “noite” como arquitetura

Para muitos turistas, a ideia é viver uma experiência urbana sensorial intimamente ligada ao visual da cidade.

Em Nova York, o fato da cidade nunca dormir se transforma no próprio cenário. As luzes de neon e as cores brilhantes da Times Square são o chamariz para fotos e vídeos em qualquer horário do dia. Por exemplo, são esperadas mais de 1 milhão de pessoas na Times Square na noite de Ano Novo, sendo a maioria turistas estrangeiros.
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Fonte: Pexels

O mesmo acontece em Tóquio. As ruas da cidade, tanto as mais movimentadas, quanto os becos afastados, atraem os turistas que querem tirar aquela foto que remete a Blade Runner e aproveitar a estética cyberpunk da cidade.

É claro que, no entanto, nem tudo são flores. Nos últimos tempos, os japoneses reclamaram do turismo excessivo e desrespeitoso, que envolve também as ruas lotadas à noite.

Quando a cidade inspira o digital

Essa tendência ao “design noturno” das cidades que nunca dormem não fica restrito, claro, à “vida real”, afetando todo o ecossistema digital, bem como outras áreas do entretenimento.

Vídeos no YouTube que mostram pessoas caminhando à noite, gravando a “vibe” da cidade, se tornaram populares, por exemplo, atraindo milhões de visualizações de todos os lugares do mundo.

Isso também acontece com os jogos digitais de todos os tipos. Atualmente, existem diversas opções de slots de casino online que exploram o visual noturno famoso de várias cidades. Alguns exemplos incluem os caça-níqueis Slot Vegas Fully Loaded e Cyberslot Megaclusters, que evocam a estética de Las Vegas e Tóquio em seus designs.

Ainda falando de jogos digitais, as experiências em Realidade Virtual possibilitam aos jogadores conhecer esses destinos e curtir a “noite de Tóquio”, mesmo sem sair de casa.

Beleza e estética como parte da experiência

A beleza das cidades que nunca dormem não está apenas na arquitetura, mas na forma como se apresentam ao mundo, especialmente à noite. Para o turista, a estética urbana noturna virou parte essencial da viagem. Mais do que um cenário de fundo, ela transforma o passeio em experiência sensorial e vital para curtir a viagem.

Entre luzes, reflexos e sons, a experiência noturna gera a necessidade das cidades pensarem em um “design da noite”, que seja vivo, acessível e inesquecível.

Imagem de capa:  Nik Shuliahin 💛💙 na Unsplash

Silêncio quebrado: Justiça define próximos passos em caso de assédio de Marcius Melhem contra 3 mulheres

Silêncio quebrado: Justiça define próximos passos em caso de assédio de Marcius Melhem contra 3 mulheres

A movimentação nos bastidores da 20ª Vara Criminal do Rio ganhou força nesta semana: a juíza Juliana Benevides de Barros Araújo descartou o pedido do Ministério Público para arquivar a denúncia contra o ex-humorista global Marcius Melhem e marcou as primeiras audiências para a primeira semana de agosto — cada lado falará em dia separado, sem direito a acareação.

O processo, aberto em agosto de 2023, reúne relatos de duas atrizes e uma editora de imagem que trabalhavam sob a chefia de Melhem nos Estúdios Globo.

Segundo elas, o então diretor se apresentava como “chefe protetor”, mas avançava com piadas sexualizadas e convites considerados abusivos.

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Para o promotor Luís Augusto Soares de Andrade, que pediu o arquivamento em maio, faltava “justa causa”. A magistrada, porém, avaliou que existem indícios suficientes de autoria e materialidade para manter a ação em pé, contrariando o parecer do MP.

As denunciantes anexaram conversas de WhatsApp para embasar a acusação. Em uma das mensagens, Melhem promete “noites selvagens de sexo” como forma de pagamento por uma entrega. Elas dizem que tinham respostas “brincalhonas” para evitar prejuízos profissionais.

O próprio promotor questionou a validade desses prints, alegando que emojis de riso e coração “afastariam a tipicidade” do delito.

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A defesa do humorista também sustenta que o contexto das mensagens foi desconsiderado e, em nota enviada ao site, reafirmou confiança de que “a verdade prevalecerá”.

O histórico do caso inclui ainda a queixa de Dani Calabresa ao compliance da Globo em 2019, o desligamento de Melhem da emissora em 2020 e uma ação de R$ 200 mil movida por ele contra a comediante, que a Justiça paulista considerou improcedente em 2022.

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Atenção! Anvisa proíbe marca de azeite e suspende alimentos contaminados vendidos no país

Atenção! Anvisa proíbe marca de azeite e suspende alimentos contaminados vendidos no país

Esta semana começou agitada para quem acompanha alertas de segurança alimentar. A Anvisa cravou no Diário Oficial da União a suspensão de três produtos bastante comuns na despensa do brasileiro — champignon, molho de alho e polpa de fruta — e ainda vetou por completo uma marca de azeite recém-chegada ao mercado.

Nos bastidores da decisão, laudos de laboratórios estaduais apontaram irregularidades que colocam em risco a saúde do consumidor. Os testes envolveram desde excesso de dióxido de enxofre (conservante que, em altas doses, provoca reações alérgicas) até presença de “matérias estranhas” – leia-se fragmentos que não deveriam estar ali.

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Molho de alho Qualitá (lote 29, validade 01/2026)

Fabricado pela Sakura Nakaya para as gôndolas do Grupo Pão de Açúcar, o condimento apresentou 20,4 mg/kg de dióxido de enxofre.

Mesmo não sendo tóxico em baixas concentrações, o valor ultrapassa o limite fixado pelo regulador. A rede informou que já retirou o lote de circulação e abriu canal para troca ou reembolso pelo 0800 779 6761.

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Champignon Imperador (lote 241023CHI, validade 10/2026)

A conserva produzida pela Indústria e Comércio Nobre também estourou o teto permitido para o mesmo conservante.

A empresa afirma ter iniciado rastreamento interno para descobrir a origem do problema e disponibilizou o e-mail [email protected] para dúvidas.

Polpa de morango De Marchi (lote 09437-181, validade 01/11/2026)

No caso da polpa congelada, o Lacen/SC encontrou resíduos indesejáveis — partículas que indicam falha na etapa de higienização.

A fabricante diz estar implementando ajustes no processo, mas todo o lote precisará ser recolhido.

Azeite Vale dos Vinhedos: bloqueio total

A medida mais dura recaiu sobre o azeite importado pela Intralogística Distribuidora Concept. A Anvisa descobriu que o produto ostenta origem indefinida e não atende aos parâmetros físico-químicos obrigatórios.

Resultado: nenhuma garrafa pode ser fabricada, distribuída ou vendida em território nacional.

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O que o consumidor deve fazer agora

  1. Verifique rótulos e datas de validade: se a numeração coincidir com a listada acima, evite o consumo.
  2. Procure o SAC indicado em cada embalagem para combinar devolução ou ressarcimento.
  3. Guarde nota fiscal ou comprovante de compra; isso agiliza o atendimento no ponto de venda.

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