Segurança do metrô de SP demitido após “ficar famoso” ganha sessão de fotos incrível… E você vai querer ver todas!

Segurança do metrô de SP demitido após “ficar famoso” ganha sessão de fotos incrível… E você vai querer ver todas!

Tem história de internet que dura um dia. Essa foi por outro caminho: saiu do vídeo gravado no meio do expediente, passou pela demissão e agora reapareceu em outro enquadramento — bem longe do uniforme que transformou Lucas Prado em assunto nas redes.

Nos últimos dias, o ex-agente de atendimento e segurança do metrô de São Paulo, conhecido como Hassami, voltou a chamar atenção após posar em um ensaio fotográfico que mudou o tom da conversa em torno do caso.

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Lucas trabalhava na estação Santa Cruz, na zona sul da capital paulista, quando um vídeo dele uniformizado viralizou. Nas imagens, ele aparece em serviço, mexendo no cabelo, e bastou isso para o conteúdo circular com força nas plataformas.

Depois da repercussão, o próprio jovem afirmou que foi desligado da função. Em publicação nas redes, ele disse que a demissão aconteceu logo após o “boom” do vídeo.

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O caso cresceu rápido porque misturou curiosidade pública, estética de rede social e rotina de trabalho.

Segundo o relato publicado por Lucas, ele já produzia conteúdo como influenciador digital e, depois da saída do metrô, decidiu intensificar essa presença online. À época da repercussão, ele já somava cerca de 130 mil seguidores e falava em criar novos quadros e conteúdos mais frequentes.

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Agora, a história ganhou um segundo capítulo com clima bem diferente. Após a demissão, Hassami surgiu em um ensaio fotográfico destacado por perfis nas redes, com imagens assinadas pelo fotógrafo Ruan Walker, também mencionado como @rwfotografiaa.

As fotos passaram a circular como uma espécie de resposta visual ao episódio anterior: em vez da gravação improvisada que explodiu na internet, desta vez ele aparece em poses planejadas, com produção pensada justamente para valorizar sua imagem.

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Foi aí que muita gente mudou o foco. Se antes o assunto era a demissão depois da fama repentina, agora o que passou a render comentários foi o ensaio em si.

Os registros reforçaram algo que já vinha sendo dito desde o vídeo viral: Lucas tem presença de câmera, sabe sustentar imagem e parece confortável nesse espaço entre rede social, moda e entretenimento.

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Nas redes, o episódio também abriu debate. Parte do público questionou o desligamento logo depois da repercussão; outra parte passou a tratar o caso como o início de uma virada profissional.

O próprio Lucas indicou que pretende seguir mais ativo na internet, falando não só sobre metrô, mas também investindo em novos formatos de conteúdo.

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No fim das contas, a sessão de fotos acabou funcionando como uma mudança de chave. O rapaz que viralizou no ambiente de trabalho apareceu dias depois em um ensaio bem produzido, com outra postura e outra narrativa.

E, olhando as imagens que começaram a circular, dá para entender por que tanta gente decidiu acompanhar esse próximo capítulo de perto.

Veja mais fotos:

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Veja a reportagem:

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A Terra está mudando o próprio ritmo — e isso pode transformar o dia em 25 horas (entenda o que está por trás)

A Terra está mudando o próprio ritmo — e isso pode transformar o dia em 25 horas (entenda o que está por trás)

Parece exagero de manchete, mas a ideia tem fundamento científico e mexe com uma das certezas mais básicas da vida: a duração de um dia.

A Terra está mudando o próprio ritmo e, segundo projeções da comunidade astrofísica, poderá levar 25 horas para completar uma volta em torno de si mesma.

A previsão aponta para um futuro muito distante, mas o dado por si só já basta para deixar muita gente intrigada: o relógio natural do planeta não é tão fixo quanto parece.

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O ponto mais curioso dessa história é que essa mudança já está em curso há bilhões de anos. O planeta vem girando cada vez mais devagar, num processo lento, contínuo e silencioso.

Hoje, ninguém sente isso na prática, claro. Só que, quando os cientistas observam a Terra em escalas gigantescas de tempo, o cenário fica bem mais impressionante: o que hoje chamamos de “um dia normal” já foi bem diferente no passado — e ainda vai mudar de novo.

A principal responsável por esse freio gradual é a Lua. A gravidade do satélite puxa os oceanos, provoca as marés e, nesse movimento, cria um atrito que interfere diretamente na rotação da Terra.

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É um efeito discreto, mas persistente. Enquanto a Terra perde um pouco de velocidade ao longo das eras, a Lua também vai se afastando aos poucos do planeta.

É aí que entra a parte que mais chama atenção. Se essa desaceleração continuar dentro do padrão observado pela ciência, os dias terrestres poderão alcançar 25 horas daqui a cerca de 200 milhões de anos.

Pode parecer uma distância impossível de imaginar, e de fato é. Mesmo assim, a projeção impressiona porque mostra que até algo aparentemente intocável — como o tempo de um dia — está sujeito às regras da física.

Os números ajudam a dimensionar essa transformação. A estimativa média é de que a duração dos dias aumente cerca de 1,7 milissegundo por século.

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É uma diferença minúscula, quase ridícula para a rotina humana, mas enorme quando acumulada ao longo de milhões de anos.

Em outras palavras, não é uma mudança dramática de uma hora para outra. É uma alteração paciente, que avança milímetro por milímetro no relógio do planeta.

E não faltam sinais de que isso faz sentido. Há cerca de 600 milhões de anos, um dia na Terra durava por volta de 21 horas.

No começo da história do planeta, a rotação era ainda mais rápida, e estimativas indicam dias com algo entre 5 e 10 horas. Ou seja: o padrão atual de 24 horas não é uma regra eterna. É só a configuração em que a Terra se encontra agora.

Ainda que a Lua seja a grande protagonista dessa desaceleração, ela não age sozinha. Existem outros fatores capazes de mexer na velocidade de rotação da Terra, mesmo que por curtos períodos.

Grandes terremotos, deslocamentos de massas de ar, mudanças nos oceanos, derretimento de geleiras e movimentos internos do núcleo terrestre também entram nessa conta.

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Em tempos recentes, inclusive, cientistas registraram dias ligeiramente mais curtos do que o esperado, mostrando que o comportamento do planeta é mais instável do que parece.

Essa é justamente a parte que dá ainda mais força ao tema: a Terra não funciona como um relógio travado.

Ela oscila, responde a forças internas e externas, e vive ajustes contínuos que passam despercebidos por quem só olha para o calendário. O que para o público parece fixo, para a ciência é um sistema em movimento.

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E essa observação não serve apenas para render manchete curiosa. Pequenas variações na rotação terrestre têm peso real em tecnologias de alta precisão, como GPS, satélites e sistemas de comunicação.

Por isso, pesquisadores acompanham essas oscilações com equipamentos capazes de detectar mudanças minúsculas.

O mesmo estudo que aponta para um futuro de dias com 25 horas também ajuda a manter de pé parte da infraestrutura tecnológica usada hoje no mundo inteiro.

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ReferênciasWhy the day is 24 hours long: The history of Earth’s atmospheric thermal tide, composition, and mean temperature | Science Advances

Por que as pessoas eram tão magras nos anos 70: o hábito simples que todos tinham antes da indústria mudar tudo para lucrar

Por que as pessoas eram tão magras nos anos 70: o hábito simples que todos tinham antes da indústria mudar tudo para lucrar

corpos mais enxutos eram regra, não exceção. Isso chama atenção hoje porque o cenário mudou bastante — e não por falta de informação sobre saúde.

A diferença está menos em “força de vontade” e mais no tipo de rotina que moldava o dia a dia naquela época.

A seguir, o que ajuda a entender esse contraste.

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Deslocamento ativo fazia parte da vida

Antes da popularização do carro para todos, caminhar era o meio mais comum de ir e vir. Escola, trabalho, mercado, visitas — tudo envolvia deslocamento a pé ou, no máximo, transporte público combinado com caminhada.

Um adulto facilmente acumulava vários quilômetros ao longo do dia sem tratar isso como exercício. Crianças também tinham uma rotina mais solta: iam sozinhas para a escola, brincavam na rua e passavam horas em movimento. O gasto calórico vinha embutido na rotina, sem precisar de academia.

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Comida de verdade, preparada em casa

A base da alimentação era simples: arroz, feijão, carnes frescas, ovos, verduras e frutas. Produtos prontos eram menos comuns, e cozinhar fazia parte da rotina familiar.

Esse preparo exigia tempo e envolvia etapas manuais — cortar, lavar, cozinhar — o que também mantinha as pessoas ativas. Além disso, havia menos açúcar escondido nos alimentos e menos combinações artificiais. A fome guiava a hora de comer, não o impulso de abrir um pacote.

Horários definidos para comer

O padrão alimentar era mais organizado: café da manhã, almoço e jantar. Entre essas refeições, o acesso a lanches era limitado.

Sem snacks disponíveis o tempo todo, o corpo passava períodos maiores utilizando a energia já consumida. Isso ajudava a regular o apetite e evitava ingestões repetidas ao longo do dia.

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Quantidade servida era menor

As porções seguiam outra lógica. Refrigerantes vinham em embalagens pequenas, sanduíches eram compactos e não existia a cultura de “aumentar o tamanho por pouco mais”.

Esse controle indireto reduzia o consumo calórico sem que as pessoas precisassem pensar muito sobre isso. Comer até ficar satisfeito era o padrão — não até exagerar.

Menos tempo sentado diante de telas

A televisão não ficava ligada o dia inteiro. Havia horários específicos para programas, e depois disso ela era desligada.

Sem múltiplas telas competindo pela atenção, as pessoas passavam mais tempo em atividades fora do sofá. Crianças, principalmente, tinham poucas horas de exposição e logo voltavam para brincadeiras físicas. As refeições, em geral, aconteciam à mesa, sem distrações.

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Estresse sem compensação alimentar constante

A pressão do cotidiano existia, mas não vinha acompanhada de notificações o tempo todo, redes sociais ou excesso de informação.

Quando alguém precisava aliviar a cabeça, recorria a outras saídas: conversar, caminhar, fazer algo manual. Comer não era a resposta automática para ansiedade. Além disso, o sono tendia a ser mais regular, o que influencia diretamente hormônios ligados à fome.

Trabalho mais físico, mesmo fora da construção

Mesmo funções consideradas “de escritório” exigiam movimento: subir escadas, circular entre setores, buscar documentos, resolver demandas presencialmente.

Sem digitalização, muita coisa dependia de deslocamento. Em outros setores, atividades manuais eram ainda mais comuns. Ficar longos períodos sentado era menos frequente.

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Tédio levava à ação, não à imobilidade

Sem celular, computador pessoal ou entretenimento sob demanda, o tempo livre funcionava de outro jeito.

Se não havia nada para fazer, a solução era sair, visitar alguém ou inventar alguma atividade. O tédio empurrava as pessoas para fora de casa — hoje, muitas vezes, ele mantém o corpo parado diante de uma tela.

O que realmente mudou

O ponto central é simples: o ambiente da época favorecia movimento constante e alimentação menos estimulante ao excesso.

Hoje, a rotina facilita o oposto — deslocamento mínimo, comida disponível a qualquer momento e longos períodos sentado. O corpo responde a esse contexto.

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O que ainda dá para ajustar no presente

Sem precisar reproduzir a vida dos anos 70, alguns comportamentos daquele período podem ser incorporados:

  • Andar mais no dia a dia, mesmo com carro disponível
  • Preparar refeições em casa com ingredientes básicos
  • Evitar comer fora de hora sem necessidade real
  • Reduzir o tamanho das porções
  • Tirar telas das refeições
  • Priorizar sono consistente
  • Interromper períodos longos sentado
  • Buscar mais tempo ao ar livre

O padrão corporal daquela época não era fruto de um esforço consciente coletivo. Era consequência direta de um estilo de vida que, sem perceber, mantinha o organismo mais ativo ao longo do dia.

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Se nas paredes da sua casa há estes insetos… você pode estar ignorando um sinal importante dentro da sua casa

Se nas paredes da sua casa há estes insetos… você pode estar ignorando um sinal importante dentro da sua casa

Muita gente já reparou, em algum canto da casa, num pequeno casulo grudado na parede ou perto do teto, como se fosse um fiapo de sujeira preso ali há dias.

Em geral, ele passa batido. Mas, em vários casos, aquilo é sinal da presença de uma larva bem peculiar: a da mariposa porta-estojo, uma espécie doméstica de comportamento discreto e fácil de confundir com poeira.

O detalhe mais curioso desse inseto está justamente no modo como ele se desenvolve. Ainda na fase larval, ele fabrica e carrega uma espécie de capa portátil, que funciona como abrigo e proteção.

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Em vez de circular exposto, o animal se desloca com o corpo parcialmente escondido dentro dessa estrutura, aparecendo só o suficiente para avançar lentamente pela superfície.

Esse estojo é montado com o que a larva encontra ao redor. Pode ter fios de cabelo, poeira, fibras de tecido, fragmentos secos, restos orgânicos e outras partículas miúdas acumuladas no ambiente.

Por isso, o aspecto muda bastante de uma casa para outra. Em alguns casos, parece um pedacinho de fiapo acinzentado; em outros, lembra um minicasulo amarronzado, quase da mesma cor da parede ou do teto.

Essa capacidade de se misturar ao espaço ajuda a explicar por que o inseto costuma ficar tanto tempo sem ser notado. Ele tende a aparecer em áreas mais altas, cantos pouco movimentados, atrás de móveis, perto de rodapés, em armários e em pontos onde a faxina não alcança com frequência.

Como se move devagar e quase sempre fica protegido dentro do estojo, chama pouca atenção.

O ciclo de vida começa quando a mariposa adulta deposita ovos perto de materiais que possam servir de alimento para as futuras larvas. Depois de eclodirem, elas começam a construir o próprio abrigo e seguem se alimentando enquanto crescem.

A preferência costuma recair sobre resíduos com queratina ou matéria orgânica acumulada, como fibras naturais, penas, restos de insetos e partículas presentes na poeira da casa.

Na prática, esse inseto não costuma representar ameaça para as pessoas. Também não é visto, em geral, como uma praga doméstica grave.

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Quando aparece, o mais comum é que esteja indicando acúmulo de poeira, sujeira, fibras e resíduos em determinados pontos da residência, e não algum problema maior.

Por isso, o controle costuma ser simples. Limpeza frequente, aspiração de cantos, atenção a armários, tapetes, frestas e áreas menos ventiladas já ajudam bastante a reduzir sua presença.

Ao remover tanto as larvas quanto o material de que elas se alimentam, o ambiente fica menos favorável para que continuem surgindo.

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Você pode estar acumulando microtraumas sem perceber — entenda os sinais, segundo a psicóloga Josie Conti

Você pode estar acumulando microtraumas sem perceber — entenda os sinais, segundo a psicóloga Josie Conti

Vivemos uma rotina marcada por pressões constantes, pequenas frustrações e relações nem sempre saudáveis. À primeira vista, esses episódios parecem inofensivos — afinal, não se tratam de grandes eventos traumáticos. No entanto, a repetição dessas experiências pode deixar marcas profundas. É nesse contexto que surge o conceito de microtraumas cotidianos.

Segundo a psicóloga Josie Conti, especialista em trauma e EMDR, “o sofrimento psíquico nem sempre nasce de grandes eventos. Muitas vezes, ele é construído aos poucos, em pequenas vivências que não foram elaboradas emocionalmente”.


O que são microtraumas?

Microtraumas são experiências emocionais aparentemente pequenas, mas que provocam impacto psicológico repetido. Eles não necessariamente causam sofrimento imediato intenso, mas vão se acumulando ao longo do tempo.

Alguns exemplos comuns incluem:

  • Críticas constantes no ambiente de trabalho
  • Sensação de não ser ouvido ou validado em relações próximas
  • Pequenas rejeições sociais repetidas
  • Ambientes familiares tensos ou emocionalmente negligentes
  • Pressões internas por desempenho e perfeição

Essas situações, isoladamente, podem parecer banais. Mas quando frequentes, criam um estado interno de alerta, insegurança ou inadequação.


O efeito acumulativo no corpo e na mente

O grande risco dos microtraumas está no seu caráter silencioso e progressivo. Diferente de um trauma agudo, eles não “interrompem” a vida de forma evidente — mas vão, aos poucos, alterando a forma como a pessoa se percebe e se relaciona com o mundo.

Com o tempo, podem surgir sintomas como:

  • Ansiedade persistente
  • Cansaço emocional constante
  • Dificuldade de concentração
  • Alterações no sono
  • Sensação de vazio ou desmotivação
  • Reações emocionais desproporcionais

Como explica Josie Conti, “o organismo não distingue intensidade de forma simples. O que importa é a repetição e a falta de elaboração emocional. Pequenos impactos, quando constantes, podem ser tão desorganizadores quanto grandes eventos”.


Por que os microtraumas são frequentemente ignorados?

Existe uma tendência cultural de minimizar o sofrimento que não é considerado “grave o suficiente”. Muitas pessoas pensam:

  • “Não foi nada demais”
  • “Tem gente passando por coisa pior”
  • “Eu deveria lidar melhor com isso”

Esse tipo de pensamento contribui para o silenciamento emocional e impede que a experiência seja reconhecida — primeiro passo essencial para qualquer processo de cuidado psíquico.


A relação entre microtraumas e adoecimento a longo prazo

Sem elaboração, os microtraumas podem se transformar em padrões internos. A pessoa passa a:

  • Antecipar rejeições
  • Duvidar constantemente de si mesma
  • Desenvolver respostas automáticas de defesa (evitação, isolamento, irritabilidade)

Esse funcionamento pode evoluir para quadros mais estruturados de sofrimento psíquico, como transtornos de ansiedade, depressão ou dificuldades relacionais profundas.


O papel do EMDR no tratamento dos microtraumas

A abordagem EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) tem se mostrado eficaz no trabalho com traumas — inclusive os considerados “menores”.

De acordo com Josie Conti, “o EMDR permite acessar memórias que ficaram registradas de forma disfuncional e ajudá-las a serem processadas de maneira mais adaptativa. Isso vale tanto para grandes traumas quanto para experiências repetidas do cotidiano”.

O foco não está apenas no evento em si, mas na forma como ele foi internalizado e permanece ativo no presente.


Caminhos possíveis de cuidado

Reconhecer a existência dos microtraumas já é um passo importante. A partir disso, algumas possibilidades incluem:

  • Desenvolver maior consciência emocional
  • Observar padrões repetitivos de sofrimento
  • Buscar espaços de escuta qualificada, como a psicoterapia
  • Validar a própria experiência sem comparações

Como destaca Josie Conti, “cuidar da saúde mental não é esperar um colapso. É perceber, aos poucos, aquilo que vai se acumulando e pedindo elaboração”.


Conclusão

Os microtraumas cotidianos mostram que nem todo sofrimento precisa ser intenso para ser significativo. Pequenas experiências, quando repetidas e não elaboradas, podem impactar profundamente o bem-estar emocional ao longo do tempo.

Olhar para essas vivências com mais atenção não é exagero — é um movimento de cuidado. Afinal, muitas vezes, o que adoece não é o que aconteceu uma vez, mas aquilo que foi acontecendo todos os dias, em silêncio.

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📌 Agendamento e informações

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Supermercados estão proibidos de fazer isso com clientes em 2026 sob risco de multa pesada e autuação

Supermercados estão proibidos de fazer isso com clientes em 2026 sob risco de multa pesada e autuação

Muita gente só percebe o problema quando já está no caixa: o preço visto na prateleira era um, mas na hora de pagar aparece outro.

Essa diferença, por si só, não significa irregularidade em todos os casos. O ponto que pesa contra o supermercado é outro: deixar o consumidor descobrir a mudança só no fim da compra, sem aviso destacado antes da escolha do produto.

A legislação brasileira permite que lojas e supermercados trabalhem com valores diferentes conforme a forma de pagamento, como Pix, dinheiro, débito ou crédito.

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Só que essa liberdade tem regra. O estabelecimento precisa informar essa distinção de maneira antecipada, fácil de entender e em local que o cliente realmente veja antes de colocar o item no carrinho.

Essa autorização está na Lei 13.455/2017, que liberou a diferenciação de preços conforme o prazo ou o instrumento de pagamento. Só que a lei não abriu espaço para surpresa no caixa.

Ela exige comunicação prévia ao consumidor, e essa obrigação também conversa diretamente com o Código de Defesa do Consumidor, que garante o direito à informação correta, adequada e visível.

Na prática, o erro mais comum acontece assim: a etiqueta na gôndola mostra um produto por R$ 10, mas, ao passar no caixa, o sistema registra R$ 11 para quem escolhe pagar no cartão de crédito.

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Se o supermercado não avisou isso antes, com sinalização clara, o problema deixa de ser comercial e passa a ser uma infração de consumo.

Nesse tipo de situação, o entendimento adotado por órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, é direto: o cliente pode exigir o menor valor anunciado. Além disso, o supermercado pode ser autuado por descumprir a obrigação de informar corretamente as condições da oferta.

Para evitar irregularidade, a informação sobre a diferença de preço precisa cumprir quatro exigências ao mesmo tempo. Ela deve aparecer antes da compra, precisa ser escrita de forma compreensível, tem de estar em local visível e não pode ficar escondida em avisos discretos ou genéricos.

Em outras palavras, não basta colocar uma placa solta na entrada da loja ou uma observação minúscula longe da gôndola. O aviso precisa estar onde a decisão de compra acontece.

Esse cuidado existe porque a relação de consumo depende de transparência. Quando o cliente olha um preço e só depois descobre outra cobrança, ele perde a chance de comparar, desistir ou escolher outra forma de pagamento de maneira consciente.

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Também entra em jogo a boa-fé na venda, já que o fornecedor tem o dever de agir com clareza desde a oferta até a finalização da compra.

Outro ponto importante está no princípio da vinculação da oferta, previsto no CDC. Em termos simples, o valor exibido ao consumidor obriga o fornecedor.

Por isso, quando o supermercado expõe um preço sem explicar corretamente que ele vale apenas para uma forma específica de pagamento, ele abre espaço para questionamento e punição.

As consequências podem pesar no bolso do estabelecimento. O Procon pode aplicar multa administrativa, e esse valor costuma variar conforme o porte da empresa, a gravidade da infração e a reincidência.

Além da penalidade financeira, a autuação formal passa a integrar o histórico do supermercado, o que pode complicar a situação em fiscalizações futuras.

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Também é comum que o órgão determine correções imediatas. Isso inclui ajustar etiquetas, instalar avisos nas gôndolas, revisar a comunicação visual e corrigir falhas no sistema de precificação.

Dependendo do caso, o consumidor que sofreu prejuízo concreto ainda pode buscar reparação na Justiça, pedindo devolução do valor pago a mais e, em situações específicas, até indenização.

Em 2026, portanto, o recado continua claro: supermercado pode cobrar preços diferentes conforme o meio de pagamento, mas não pode esconder essa informação do cliente. Quando isso acontece, a prática sai do campo da estratégia comercial e entra no terreno da infração.

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“Era o sonho de todo homem” nos anos 80: Assim está hoje esta estrela icônica aos 60 anos

“Era o sonho de todo homem” nos anos 80: Assim está hoje esta estrela icônica aos 60 anos

Durante muito tempo, Samantha Fox foi tratada como um dos rostos mais desejados da cultura pop britânica. Só que reduzir sua trajetória a esse rótulo sempre foi pouco.

Por trás da imagem que virou febre nos anos 80, havia uma artista que soube converter fama visual em carreira musical, presença de mídia e identidade própria num período em que mulheres públicas quase sempre eram encaixadas em papéis muito limitados.

Ainda jovem, ela ganhou projeção nacional no Reino Unido ao aparecer com frequência no tabloide The Sun, especialmente na conhecida Page 3.

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Aquela exposição a transformou rapidamente em um nome popular, mas Samantha não ficou restrita ao espaço de musa da imprensa.

Desde cedo, chamou atenção pela forma segura como lidava com a própria imagem, sem assumir uma postura passiva diante da indústria que tentava moldá-la.

Enquanto muita gente apostava que sua visibilidade terminaria ali, ela decidiu atravessar essa barreira e testar outro terreno.

A música surgiu como movimento calculado, e também como resposta a quem a enxergava só como figura de capa. Samantha entendeu que precisava ocupar novos espaços para sustentar a carreira por mais tempo — e foi exatamente isso que fez.

A virada aconteceu em 1986, quando lançou “Touch Me (I Want Your Body)”. A faixa explodiu nas rádios, dominou pistas de dança e levou seu nome para fora do Reino Unido de forma definitiva.

Com refrão forte, apelo pop imediato e uma performance de palco afinada com a estética da época, ela entrou de vez no circuito internacional.

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Depois desse primeiro grande hit, Samantha emplacou outras músicas que ajudaram a manter seu nome em evidência, como “Do Ya Do Ya (Wanna Please Me)”, “Naughty Girls (Need Love Too)” e “I Wanna Have Some Fun”.

Esses lançamentos mostraram que ela tinha repertório para seguir além de um sucesso isolado. O que parecia, para alguns, uma aposta passageira, acabou virando uma fase sólida dentro do pop oitentista.

Na televisão, em entrevistas e aparições públicas, Samantha também consolidou uma imagem de firmeza que fugia do comportamento esperado de muitas celebridades femininas daquele período.

Ela falava com franqueza, sustentava suas decisões e deixava claro que queria participar da construção da própria carreira. Esse traço ajudou a torná-la uma figura de personalidade forte, e não só um produto de consumo rápido da mídia.

Com o passar dos anos, sua vida pessoal também ganhou outra leitura pública.

Ao falar abertamente sobre sua orientação sexual, Samantha Fox tomou uma decisão que carregava peso real, principalmente para alguém que surgiu numa indústria marcada por conservadorismo, exploração da imagem feminina e controle sobre a narrativa das artistas.

Esse posicionamento reforçou a percepção de que ela sempre tentou conduzir a própria história com as regras dela, e não com as regras dos outros.

Hoje, aos 60 anos, Samantha Fox segue sendo lembrada como um dos nomes mais marcantes dos anos 80. Ela continua aparecendo em programas, festivais temáticos, turnês nostálgicas e eventos voltados ao público que cresceu ouvindo seus sucessos.

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Ao mesmo tempo, também desperta curiosidade de quem passou a conhecê-la mais tarde, seja pelas redes, por playlists retrô ou por resgates da cultura pop daquela década.

A imagem atual da cantora mantém muito do carisma que ajudou a transformá-la em fenômeno. O visual mudou, como é natural, mas a presença pública continua associada à autoconfiança, ao estilo direto e à disposição de seguir conectada com os fãs.

Em vez de tentar apagar o passado, Samantha parece ter escolhido conviver bem com ele, usando essa fase como parte viva da própria identidade artística.

Sua trajetória acabou ficando maior do que a fase de símbolo sexual que tantos insistiram em destacar. Samantha Fox conseguiu circular por diferentes frentes — modelagem, música, televisão e cultura pop — sem desaparecer depois do auge.

E talvez seja justamente aí que esteja a parte mais interessante dessa história: ela sobreviveu ao rótulo, atravessou décadas e continua sendo lembrada muito além da primeira impressão.

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Quem é esse pequenote? Foto de 1947 mostra futuro ícone da música quando criança, décadas antes do mundo ouvir a sua voz extraordinária!

Quem é esse pequenote? Foto de 1947 mostra futuro ícone da música quando criança, décadas antes do mundo ouvir a sua voz extraordinária!

Muito antes dos estádios lotados, dos figurinos marcantes e de uma das vozes mais reconhecidas da música, existiu uma cena doméstica como tantas outras: um bebê no colo da mãe, diante da câmera, em 1947.

Hoje, porém, esse registro ganhou outro peso. A criança da foto se tornaria Freddie Mercury, nome que atravessaria gerações como símbolo de talento, presença de palco e ousadia artística.

No retrato, quem aparece ainda é Farrokh Bulsara, seu nome de batismo, nos braços da mãe, Jer, em Zanzibar. A imagem não traz nenhum sinal do que viria depois.

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Não há palco, plateia, microfone ou qualquer pista de fama. O que se vê é um instante de afeto familiar, daqueles que costumam ficar guardados em álbuns antigos sem alarde.

Esse tipo de fotografia chama atenção justamente por isso. Quando o personagem registrado se torna uma figura histórica, a imagem deixa de ser só uma lembrança de família e passa a funcionar como recorte de origem.

No caso de Freddie Mercury, o contraste impressiona: de um bebê fotografado em ambiente comum ao artista que lideraria o Queen e ajudaria a redefinir o tamanho que um vocalista poderia ter no rock.

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A infância de Farrokh aconteceu longe da exposição pública. Sua família mantinha uma rotina centrada em estudo, disciplina e costumes familiares. Naquele começo de vida, a música ainda não ocupava o espaço que mais tarde teria.

Era uma fase sem qualquer indício óbvio de que dali sairia um performer capaz de transformar cada aparição em espetáculo.

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Com o passar dos anos, a história mudou de rumo. Ainda menino, Farrokh foi estudar na Índia e começou a aprender piano, etapa importante na aproximação com a música.

Depois, já com a mudança da família para a Inglaterra, esse interesse ganhou outro tamanho. Vieram os contatos certos, as experiências em bandas e, mais adiante, a formação do Queen, grupo que o colocaria no centro da cultura pop internacional.

Também é nesse percurso que Farrokh Bulsara passa a ser Freddie Mercury. O nome novo acompanhou uma identidade artística que se fortaleceu com rapidez.

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Nos palcos, ele combinava técnica vocal, carisma e senso de espetáculo de um jeito raro. Canções como Bohemian Rhapsody, We Are the Champions e Don’t Stop Me Now ajudaram a consolidar uma imagem que segue viva décadas depois.

O retrato de 1947, no entanto, leva o olhar para um ponto anterior a tudo isso. Antes do estrelato, havia a relação com a mãe, o ambiente familiar e a vida privada que sustentou os primeiros anos de Freddie.

Jer foi frequentemente lembrada como uma presença importante em sua trajetória, e essa fotografia reforça justamente essa dimensão mais íntima, bem distante do artista que o público acostumou a ver sob luzes e aplausos.

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É por isso que a imagem desperta tanta curiosidade até hoje. Ela mostra Freddie Mercury antes de Freddie Mercury existir para o mundo.

Em vez do ícone, aparece uma criança pequena, segura no colo, vivendo um momento simples. E talvez seja exatamente esse contraste que torne a foto tão forte: nela, a história ainda estava começando.

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Amor ou crime? O segredo oculto na letra da canção mais famosa dos anos 70 que deixou o mundo em choque

Amor ou crime? O segredo oculto na letra da canção mais famosa dos anos 70 que deixou o mundo em choque

Em uma época em que o escândalo na música geralmente vinha de letras políticas ou guitarras barulhentas, uma faixa suave — quase sussurrada — conseguiu causar um impacto muito maior. Lançada no fim dos anos 1960, ela não gritava nada.

Pelo contrário: falava baixo demais. E foi exatamente isso que incomodou tanta gente.

A canção em questão é “Je t’aime… moi non plus”, composição do francês Serge Gainsbourg, um artista que nunca fez questão de agradar.

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Dono de um estilo provocador e uma mente afiada, ele transitava entre música, cinema e literatura com a mesma facilidade com que causava desconforto público.

Não era um galã clássico, mas exercia um tipo de fascínio difícil de explicar — e que se refletia diretamente em seus relacionamentos.

No fim de 1967, Gainsbourg vivia um caso intenso com Brigitte Bardot, então uma das mulheres mais famosas do planeta. O detalhe: ela era casada com o milionário alemão Gunter Sachs.

O romance, portanto, acontecia longe dos holofotes — até que Bardot fez um pedido direto ao amante: queria que ele criasse a canção de amor mais bonita possível.

O resultado passou longe do esperado. Em vez de versos tradicionais, Gainsbourg escreveu algo íntimo, quase incômodo de ouvir. O título surgiu a partir de uma frase irônica atribuída ao pintor Salvador Dalí, que brincava com contradições.

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A estrutura foi adaptada para falar de amor — ou melhor, da dificuldade de traduzir esse sentimento em algo físico.

Para o compositor, a música não era erótica. Era melancólica. Um retrato da frustração que pode existir mesmo nos momentos mais próximos entre duas pessoas.

A primeira versão foi gravada com Bardot, em um estúdio discreto de Paris. O clima da sessão, segundo relatos, era carregado — e não exatamente profissional. O resultado final parecia íntimo demais para ser público. E, de fato, não foi. Quando a imprensa descobriu a gravação, o escândalo começou antes mesmo do lançamento.

A reação veio rápido: o marido de Bardot exigiu o fim da relação e do projeto. Pressionada, ela pediu pessoalmente a Gainsbourg que não divulgasse a música. Ele atendeu — mas não sem ressentimento. A fita foi guardada, como se fosse algo proibido.

Só que a história não terminou ali.

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Meses depois, durante as filmagens de um longa, Gainsbourg conheceu Jane Birkin, uma jovem atriz inglesa que acabaria se tornando sua parceira por mais de uma década. Foi com ela que ele decidiu revisitar a música — dessa vez, com a intenção de lançá-la.

Birkin aceitou gravar, mas com uma motivação curiosa: não queria que outra mulher ocupasse aquele espaço.

Antes dela, nomes como Marianne Faithfull chegaram a ser cogitados, mas recusaram — no caso de Faithfull, por receio da reação de Mick Jagger, com quem se relacionava na época.

A nova gravação, feita em Londres, trouxe mudanças importantes. A voz de Birkin foi ajustada para um tom mais agudo, criando um contraste marcante com a instrumentação lenta. Mas o que realmente chamou atenção foram os sons de respiração e gemidos ao longo da faixa — algo completamente fora do padrão para a época.

A repercussão foi imediata.

Assim que chegou às lojas em 1969, o disco virou alvo de censura em vários países. Em alguns lugares, só podia ser tocado tarde da noite. Em outros, foi simplesmente proibido. No Brasil, enfrentou rejeição oficial. Nos Estados Unidos, rádios evitaram tocá-lo.

Mas o episódio mais emblemático veio do Vaticano. O jornal oficial da Santa Sé publicou uma crítica dura à música, e surgiram relatos de que executivos ligados à distribuição chegaram a ser ameaçados de excomunhão.

Para Gainsbourg, foi o melhor tipo de publicidade possível.

A polêmica transformou a faixa em objeto de curiosidade. Jovens passaram a procurá-la justamente por ser proibida. As vendas dispararam. No Reino Unido, mesmo enfrentando resistência da BBC, a música chegou ao topo das paradas — um feito inédito para uma canção em francês.

Com o tempo, “Je t’aime… moi non plus” ultrapassou milhões de cópias vendidas e ganhou novas versões com diferentes artistas. Mas havia um capítulo pendente.

Anos depois, já nos anos 1980, Brigitte Bardot decidiu revisitar o passado. Incomodada por nunca ter lançado sua versão original, procurou Gainsbourg para negociar a liberação. O pedido foi aceito. Quase duas décadas após a gravação, o público finalmente pôde ouvir a interpretação que deu origem a tudo.

Uma música que começou como um gesto íntimo entre dois amantes acabou se tornando um dos maiores escândalos da história da música — e um exemplo claro de como, às vezes, o que é dito em voz baixa pode ecoar mais alto do que qualquer grito.

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Intercambistas exaustos: o custo psicológico de trabalhar demais no exterior

Intercambistas exaustos: o custo psicológico de trabalhar demais no exterior

Fazer intercâmbio costuma ser associado a crescimento pessoal, novas oportunidades e independência. Mas, para muitos brasileiros no exterior, a realidade passa longe desse ideal: jornadas duplas de trabalho, estudos encaixados entre turnos e, em alguns casos, apenas um dia de folga durante todo o mês.

Essa rotina intensa não impacta apenas o corpo. Ela cria um cenário de desgaste psicológico contínuo, muitas vezes silencioso, que pode alterar a forma como a pessoa pensa, sente e se percebe.

Um corpo em movimento constante e uma mente sob pressão

Quando o dia começa cedo, termina tarde e recomeça sem pausas reais, o organismo entra em um estado prolongado de ativação. Esse padrão se aproxima do que se entende como estresse crônico — uma condição em que o corpo permanece em alerta mesmo quando não há uma ameaça imediata.

Na prática, isso aparece em sinais que costumam ser ignorados:

  • dificuldade de concentração
  • irritação frequente
  • sensação de urgência constante
  • cansaço persistente
  • queda no rendimento acadêmico

A psicóloga Josie Conti explica que esse tipo de rotina interfere diretamente na forma como o sujeito se organiza internamente:

“Quando a pessoa não tem espaço psíquico para elaborar o que vive, ela começa a funcionar apenas no automático. É como se a experiência não fosse realmente assimilada.”

O risco do esgotamento emocional no intercâmbio

Muitos intercambistas sustentam a ideia de que precisam “aguentar firme” porque estão fora do país ou porque fizeram um investimento alto para estar ali. Esse discurso interno pode mascarar sinais importantes de desgaste.

Com o tempo, esse funcionamento pode evoluir para quadros como a síndrome de burnout, que envolve exaustão emocional, sensação de vazio e dificuldade de manter o desempenho.

Segundo Josie Conti:

“Existe uma tendência de normalizar o excesso quando ele tem um propósito, como estudar fora. Mas o psiquismo não responde à lógica do investimento — ele responde ao limite.”

Além da carga de trabalho, o intercambista ainda lida com fatores adicionais:

  • distância da família
  • adaptação cultural
  • insegurança financeira
  • barreiras de idioma

Esses elementos intensificam o impacto emocional da rotina.

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Solidão e desconexão: um efeito pouco falado

Mesmo cercado de pessoas no trabalho ou na escola, o intercambista com rotina extrema costuma viver uma forma de isolamento. Falta tempo — e energia — para construir vínculos reais.

Essa ausência de conexão pode favorecer quadros como ansiedade e depressão, principalmente quando a experiência no exterior começa a ser percebida como sobrevivência, e não vivência.

Josie Conti aponta um aspecto importante desse processo:

“Sem pausa, não há elaboração. E sem elaboração, o sujeito se distancia da própria experiência. Ele vive, mas não se reconhece no que está vivendo.”

Quando a produtividade vira desgaste

Existe uma ideia difundida de que trabalhar muito é sinônimo de progresso. No curto prazo, isso pode até parecer verdade. Mas, psicologicamente, a ausência de descanso compromete funções básicas como memória, atenção e regulação emocional.

Sem pausas, o cérebro deixa de processar adequadamente o que é vivido. O resultado é um funcionamento mais mecânico, menos criativo e mais vulnerável ao esgotamento.

O impacto na identidade

Um efeito mais profundo dessa rotina é a mudança na forma como a pessoa se percebe. Aos poucos, o intercambista pode deixar de se reconhecer em aspectos que antes eram importantes — interesses, hábitos, formas de se relacionar.

Josie Conti resume esse processo de forma direta:

“Quando tudo gira em torno de produzir e resistir, o sujeito perde espaço para existir.”

Uma experiência que não precisa ser vivida no limite

O intercâmbio pode, sim, ser transformador. Mas quando a rotina se torna excessiva a ponto de eliminar o descanso, o risco é transformar uma oportunidade de crescimento em um período marcado por desgaste emocional.

Reconhecer limites não invalida o projeto de viver fora — pelo contrário, pode ser o que permite que essa experiência seja, de fato, vivida com mais presença e menos exaustão.

📌 Agendamento e informações

Para saber mais sobre o funcionamento da psicoterapia online e verificar disponibilidade, entre em contato e agende uma CONVERSA INICIAL COM A PSICÓLOGA JOSIE CONTI

Não olhe duas vezes! O primeiro objeto que você enxergar aqui revela se a sua mente é lógica ou emocional

Não olhe duas vezes! O primeiro objeto que você enxergar aqui revela se a sua mente é lógica ou emocional

Esses testes de imagem continuam chamando atenção por um motivo simples: em poucos segundos, eles despertam curiosidade sobre traços que muita gente nem percebe no próprio comportamento.

E, no caso da figura acima, a lógica é bem direta: o que salta aos seus olhos primeiro pode indicar a forma como você costuma agir no dia a dia.

Antes de seguir, vale um detalhe: a proposta aqui é olhar rapidamente, sem encarar a ilustração por muito tempo.

Quando a pessoa fica analisando demais, o cérebro começa a procurar novas formas e o resultado perde aquela resposta mais espontânea, que é justamente a parte mais interessante da brincadeira.

Esse tipo de teste visual costuma se apoiar na percepção imediata. Em imagens com mais de uma leitura possível, a mente tende a organizar os elementos conforme aquilo que chama atenção primeiro.

É daí que surgem interpretações sobre estilo de decisão, postura social e modo de lidar com rotina, trabalho e relações.

Então faça o teste do jeito certo: bata o olho uma vez na imagem e responda, sem pensar muito, o que apareceu primeiro para você.

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Se você viu duas garotas

Quem enxerga primeiro as duas meninas correndo costuma ter um perfil mais racional e metódico. Em geral, são pessoas que não gostam de agir no impulso e preferem observar, comparar e só então decidir.

Em vez de apostar no “achismo”, costumam buscar segurança antes de dar qualquer passo importante.

Também há uma tendência forte a manter os pés no chão. Esse perfil costuma funcionar bem em situações que exigem organização, leitura de cenário e objetividade.

Por isso, muita gente com esse jeito acaba assumindo responsabilidades, coordenando tarefas ou virando referência em ambientes profissionais e pessoais.

Por outro lado, essa postura mais contida pode passar uma impressão errada. Quem está por fora pode interpretar sua discrição como frieza ou distância emocional. Nem sempre é isso. Muitas vezes, trata-se apenas de alguém que demonstra cuidado de forma menos expansiva.

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Se você viu um pombo

Quando o pombo é a primeira imagem percebida, o teste aponta para alguém com forte senso de iniciativa. São pessoas que dificilmente ficam esperando que os outros resolvam as coisas por elas. Gostam de colocar a mão na massa, manter o ritmo e tocar a própria vida com autonomia.

Esse perfil também costuma valorizar eficiência. Perder tempo, depender demais dos outros ou ficar preso em enrolação geralmente incomoda bastante. Há um traço de independência bem marcado, acompanhado daquela sensação de que o melhor caminho muitas vezes é fazer do seu próprio jeito.

Ainda assim, isso não significa rigidez. Pelo contrário: quem vê o pombo primeiro tende a respeitar a individualidade alheia e reconhecer que cada pessoa tem seu modo de trabalhar, pensar e agir. Há firmeza, mas sem necessidade de controlar tudo ao redor.

Se você viu um cachorro

Ver primeiro a figura de um cachorro pode indicar uma personalidade intensa, forte e muito determinada. Nesse caso, estamos falando de alguém que costuma investir energia de verdade naquilo que quer conquistar. Quando decide seguir por um caminho, vai com presença, convicção e foco.

Esse tipo de postura costuma chamar atenção. Não raro, pessoas assim acabam sendo procuradas para opinar, aconselhar ou assumir a dianteira em momentos mais complicados. Existe aí uma força natural que transmite segurança e faz os outros enxergarem liderança.

O ponto de atenção está no excesso. Quando a autoconfiança passa da medida, ela pode virar teimosia, dureza ou dificuldade para ceder. Por isso, o melhor dessa personalidade aparece quando essa força é usada com equilíbrio, sem atropelar os limites de ninguém.

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Teste de percepção: Quem está fingindo estar doente? Somente 2 em cada 10 pessoas acertam!

Teste de percepção: Quem está fingindo estar doente? Somente 2 em cada 10 pessoas acertam!

Exercícios de lógica simples podem ser exatamente o empurrão que o cérebro precisa pra sair do automático e ganhar mais foco no dia a dia.

Se a rotina anda repetitiva — aquele ciclo de rolar o feed sem pensar, revisitar as mesmas séries ou empurrar tarefas com a barriga — talvez o problema não seja falta de descanso, mas sim falta de estímulo certo.

Pequenos desafios mentais conseguem transformar minutos “mortos” em algo envolvente, curioso e até divertido. E o melhor: sem exigir esforço exagerado.

Muita gente associa descanso a não fazer nada, mas o cérebro responde melhor quando é provocado de leve. Resolver um enigma, por exemplo, funciona como um treino rápido: ativa o raciocínio, melhora a atenção e ainda entrega aquela sensação boa de conquista quando a resposta aparece.

Além disso, esses exercícios ajudam a quebrar o piloto automático. Você passa a observar mais, pensar com mais cuidado e questionar o óbvio — até chegar naquele momento clássico de “agora fez sentido”. E essa virada mental é, por si só, recompensadora.

E não precisa complicar: nada de fórmulas difíceis ou jogos super complexos. Com atenção, curiosidade e um pouco de lógica, já dá pra sentir o efeito.

Tipos de desafios que ativam sua mente

Se você quer testar seu raciocínio, confira algumas ideias de desafios que estimulam o cérebro:

1. Pergunta com pegadinha: parece fácil, mas esconde um detalhe importante.

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Resposta:

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2. Enigma de dedução: várias pistas levam a uma única solução correta.

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Resposta:

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3. Descubra o culpado: uma situação, alguns suspeitos e um detalhe decisivo.

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4. Desafio contra o tempo: resolva em poucos segundos.

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5. Sequência lógica: identifique o padrão e descubra o próximo elemento.

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Resposta:

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6. Elemento diferente: encontre o item que não combina com os outros.

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Resposta:

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7. Conta surpreendente: o resultado muda quando ignoramos a ordem correta das operações.

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Resposta:

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8. Ilusão visual: o que parece óbvio pode enganar.

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9. Quem está fingindo?: observe com atenção para descobrir quem não é autêntico.

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10. Padrão escondido: identifique uma regra que não é evidente à primeira vista.

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Se você já comeu camarão com a veia preta sem tirar, precisa saber o que aconteceu dentro do seu corpo

Se você já comeu camarão com a veia preta sem tirar, precisa saber o que aconteceu dentro do seu corpo

Muita gente já parou diante do camarão limpo e pensou a mesma coisa ao notar aquela faixa escura nas costas do animal: isso aí precisa sair ou dá para comer sem problema?

A dúvida é comum, principalmente porque o detalhe chama atenção e costuma causar certa aflição em quem está preparando a refeição pela primeira vez.

A chamada “veia preta” do camarão, apesar do nome popular, não é uma veia de verdade.

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O que aparece ali é o trato digestivo do animal, uma espécie de canal intestinal que passa pela parte superior do corpo e pode carregar restos do que ele ingeriu no mar, como micro-organismos, partículas do ambiente, algas e outros resíduos.

Por isso, a cor dessa linha varia. Em alguns camarões ela aparece mais discreta, com tom acinzentado ou castanho. Em outros, fica bem marcada, quase preta.

Essa diferença está ligada ao conteúdo presente no intestino e também ao tamanho do camarão, já que nos exemplares maiores a marca tende a ficar mais evidente.

Do ponto de vista da segurança alimentar, comer camarão com essa parte não costuma representar perigo quando o alimento está fresco, armazenado do jeito certo e passa por cozimento adequado.

O calor reduz a presença de agentes que poderiam causar contaminação, então o simples fato de a linha escura ainda estar ali não significa que o camarão esteja estragado.

O incômodo maior, na prática, costuma estar menos no risco e mais na experiência de comer. Isso porque essa parte pode interferir no sabor e até na textura do preparo.

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Dependendo da receita e da sensibilidade de quem vai comer, o camarão pode ficar com gosto mais carregado, além de uma sensação desagradável na boca, às vezes com traços de areia ou leve amargor.

É justamente por isso que muitos cozinheiros preferem retirar essa faixa antes de levar o camarão para a panela.

Em pratos mais delicados, em que o sabor do fruto do mar aparece com destaque, essa limpeza costuma fazer diferença no resultado. Em receitas empanadas, ensopadas ou muito temperadas, algumas pessoas sequer percebem.

A remoção é simples e não exige técnica complicada. Com o camarão cru, basta fazer um corte raso no dorso e puxar o fio escuro com a ponta da faca, um palito ou até com os dedos, se ele estiver soltando com facilidade.

Quando o camarão já está cozido, também dá para tirar, mas o processo fica mais chato porque a carne endurece e pode quebrar com mais facilidade.

Outro ponto importante é que a aparência dessa linha também pode servir como sinal de observação na cozinha.

Se o camarão apresenta cheiro estranho, textura viscosa, coloração opaca demais ou outros indícios de má conservação, o problema vai muito além da “veia”. Nesse caso, o correto é descartar. Já uma linha escura visível, sozinha, não basta para dizer que o alimento está impróprio.

Nos camarões menores, inclusive, é comum que muita gente nem retire essa parte, porque ela quase não aparece e o impacto no paladar tende a ser menor.

Já nos camarões graúdos, que costumam ser servidos inteiros, grelhados ou salteados, a retirada é mais frequente por uma questão de apresentação e também de limpeza do sabor.

Em resumo: comer a veia preta do camarão geralmente não faz mal quando o alimento está em boas condições e bem cozido. Ainda assim, remover essa parte pode deixar o prato mais agradável, com gosto mais limpo e menos chance de resíduos indesejados no preparo.

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Nos anos 70 era considerada a mulher mais bonita do mundo… Morreu há poucos meses, aos 87, praticamente esquecida pela grande mídia

Nos anos 70 era considerada a mulher mais bonita do mundo… Morreu há poucos meses, aos 87, praticamente esquecida pela grande mídia

Durante décadas, Cláudia Cardinale ocupou um lugar raro no cinema: o de estrela admirada pelo público, respeitada por grandes diretores e lembrada por personagens que atravessaram gerações.

Nascida na Tunísia e projetada internacionalmente no cinema italiano, ela construiu uma carreira marcada por filmes de peso, uma presença de cena difícil de ignorar e uma postura firme diante das exigências da indústria.

Cardinale morreu em 23 de setembro de 2025, aos 87 anos, depois de uma trajetória que ultrapassou seis décadas nas telas.

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A atriz veio ao mundo em La Goulette, região portuária próxima a Túnis, em uma família de origem italiana.

Antes da fama, o plano era seguir a área da educação, mas sua vida mudou de rumo após vencer, em 1957, um concurso de beleza que a apresentou ao meio artístico.

A partir dali, o cinema entrou de vez em seu caminho, e a jovem que falava francês, árabe tunisiano e siciliano passou a chamar atenção também na Itália.

A ascensão foi rápida. Em poucos anos, Cláudia Cardinale já aparecia em produções que mais tarde se tornariam referência, como Rocco e Seus Irmãos, O Leopardo e Era Uma Vez no Oeste.

Também brilhou em títulos como 8½ e A Pantera Cor-de-Rosa, consolidando uma filmografia associada a alguns dos nomes mais importantes do cinema europeu e internacional.

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Foi nessa fase de enorme exposição que ela passou a ser tratada como símbolo de beleza, especialmente entre os anos 1960 e 1970. Só que sua imagem pública nunca se resumiu a isso.

Em entrevistas e ao longo da própria carreira, Cardinale deixou claro que buscava preservar a própria identidade, recusando a lógica de se moldar inteiramente às expectativas de um meio dominado por homens.

Essa postura ajudou a construir a fama de atriz forte, reservada e muito consciente do lugar que ocupava.

Nos bastidores, a vida pessoal e profissional também teve momentos turbulentos. Durante anos, ela esteve ligada ao produtor Franco Cristaldi, que administrava sua carreira em um período de regras rígidas e forte controle sobre a imagem das atrizes.

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Mais tarde, Cardinale seguiu outro rumo e viveu por décadas ao lado do diretor Pasquale Squitieri, parceiro de vida e de trabalho até a morte dele, em 2017.

Já longe do auge comercial, Cláudia Cardinale voltou a circular com força nas redes sociais por causa de fotos mais recentes. Como acontece com frequência em casos parecidos, parte do debate se prendeu à aparência.

O que muita gente viu, porém, foi outra coisa: uma artista que não tentou transformar o próprio envelhecimento em encenação. Em vez de alimentar a obrigação de parecer congelada no tempo, ela apareceu como era, sem fazer disso um espetáculo.

Esse traço combinava com o modo como conduziu a própria imagem ao longo da vida. Cardinale nunca teve perfil de celebridade escandalosa nem cultivou confissões em série para permanecer em evidência.

Preferia discrição, mantinha certa distância do exibicionismo e preservava uma elegância que vinha mais da postura do que de qualquer esforço para sustentar rótulos antigos.

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Fora das telas, ela também se envolveu em causas públicas. A atriz atuou como embaixadora da UNESCO desde 2000, com atenção especial a temas ligados aos direitos das mulheres e à educação de meninas e mulheres.

Após sua morte, a própria entidade destacou esse engajamento e lembrou que ela usava a visibilidade conquistada no cinema para defender essas pautas com seriedade.

Por isso, quando seu nome reaparece, o que permanece não é só a lembrança de uma mulher celebrada pela beleza.

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Fica a marca de uma atriz central para o cinema italiano, dona de filmes que seguem sendo revisitados e de uma trajetória que misturou talento, independência e presença histórica na cultura europeia.

Se quiser, eu também posso fazer uma segunda versão mais “quente” e mais cliqueira, mantendo o mesmo conteúdo, mas com pegada mais forte de portal.

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