“Foi livramento”: carro invade loja às 3h da manhã e imagens impressionam nas redes

“Foi livramento”: carro invade loja às 3h da manhã e imagens impressionam nas redes

Tem vídeo que parece “aqueles 10 segundos que dão ruim” — e, no caso de Cachoeiro de Itapemirim, virou também uma conta alta de conserto.

Na madrugada de quinta-feira um carro saiu do rumo e entrou dentro de uma loja de decoração na Avenida Mauro Miranda Madureira, no Sul do Espírito Santo.

Segundo a Polícia Militar, o acidente aconteceu por volta de 3h. Com o impacto, duas paredes e um portão de aço foram destruídos, além dos danos no próprio veículo. As causas não foram divulgadas.

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O motorista, de 35 anos, ficou ferido e foi socorrido pelo Samu antes da chegada da polícia. Ele tinha diversos ferimentos, mas estava em estado estável no Hospital Santa Casa, de acordo com as informações apuradas.

Depois, o carro foi removido e levado a um pátio credenciado para preservar o patrimônio, já que nenhum familiar ou conhecido do condutor apareceu no local naquele momento.

A cena também foi exibida em reportagem na TV/Globoplay, reforçando o alcance do caso nas redes por causa das imagens do impacto.

Assista ao vídeo clicando aqui (Instagram).

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“Sonhei que meu avião cairia”: cantor colombiano morre dias depois em tragédia aérea [VIDEO]

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Tem notícia que chega com um detalhe que muda o jeito como ela é lida — não por “misticismo”, mas porque expõe como a gente tenta encontrar sentido quando algo desaba sem aviso. Foi assim com a morte do cantor colombiano Yeison Jiménez, de 34 anos, em um acidente aéreo no sábado (10 de janeiro de 2026).

Dias antes, ele havia contado em entrevista que teve sonhos repetidos envolvendo um desastre de avião — e, agora, esse trecho virou combustível para a comoção e para a velocidade das redes.

O que se sabe até aqui:

  1. O acidente ocorreu na região de Boyacá, na Colômbia, após a decolagem, por volta das 16h (horário local).
  2. A aeronave saiu da área de Paipa e tinha como destino Medellín, onde o cantor e sua equipe fariam show.
  3. Seis pessoas estavam a bordo e não houve sobreviventes, incluindo integrantes da equipe e o piloto.
  4. Autoridades colombianas iniciaram investigação para apurar a causa da queda.

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Pelos relatos divulgados por veículos internacionais e brasileiros, o avião não conseguiu ganhar altitude pouco depois de sair do aeroporto na região de Paipa e caiu entre Paipa e Duitama, atingindo uma área próxima a mata.

A confirmação de mortes e o início da apuração foram comunicados por autoridades de aviação e órgãos responsáveis por investigação de acidentes.

O trecho “premonitório” que viralizou

A comoção cresceu ainda mais porque Yeison havia comentado, em entrevista recente, que sonhou três vezes com um acidente aéreo envolvendo ele mesmo — um desses relatos, segundo repercussão da imprensa, incluía a sensação de que “algo daria errado” durante o voo.

Esse tipo de lembrança costuma explodir em alcance por dois motivos bem humanos: primeiro, porque a repetição (três sonhos) dá um “peso narrativo” imediato; segundo, porque o recorte curto de vídeo encaixa perfeitamente na lógica dos feeds — emoção rápida, choque e compartilhamento.

A partir daí, o que era uma fala íntima vira um “sinal” para muita gente, enquanto outros tratam como coincidência dolorosa amplificada por algoritmo.

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Repercussão e legado imediato

Yeison Jiménez era um nome grande da música popular colombiana, com presença forte em shows e um público que acompanhava sua ascensão e recordes recentes de apresentações.

A morte dele e da equipe mobilizou artistas, fãs e imprensa local e internacional, com homenagens se multiplicando ao longo do domingo (11/1).

Assista ao vídeo da entrevista clicando aqui (Instagram).

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Fonte: People

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Tio é encontrado morto e herança de R$ 5 milhões vira nova guerra judicial entre Suzane e Andreas

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Quando alguém morre sozinho, sem filhos e sem cônjuge, o luto costuma dividir espaço com uma pergunta bem prática: “quem responde por isso agora?”. No caso do médico Miguel Abdalla Netto, essa resposta virou disputa — e começou antes mesmo do sepultamento.

Miguel, de 76 anos, foi encontrado morto dentro de casa no Campo Belo, na zona sul de São Paulo.

A ocorrência foi registrada como morte suspeita no 27º DP (Campo Belo), e a Polícia Civil aguarda perícia para esclarecer as circunstâncias do óbito. Segundo a PM, não havia sinais aparentes de violência no local.

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Com a investigação em andamento, surgiu também o embate familiar: Miguel não deixou filhos e, de acordo com reportagens, os parentes consanguíneos mais próximos seriam Suzane e Andreas von Richthofen.

Nesse cenário, a tentativa de Suzane de liberar o corpo na delegacia chamou atenção porque, além de permitir o sepultamento, o ato pode abrir caminho para a nomeação de inventariante — a pessoa que administra os bens no início do inventário.

A polícia negou o pedido, e ela entrou com solicitação na Justiça para tentar reverter a decisão.

O patrimônio em disputa é estimado em cerca de R$ 5 milhões, com imóveis no Campo Belo e um sítio no litoral paulista, segundo as publicações.

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A própria possibilidade de herança, porém, depende de fatores que ainda não estão fechados: existência de testamento, decisões judiciais e, principalmente, os próximos passos do inquérito sobre a morte.

Há ainda um elemento que elevou a tensão: a casa onde Miguel foi encontrado chegou a ter o portão pichado com a frase “Será que foi a Suzane?” — algo tratado como especulação e vandalismo no local, sem apontamento oficial de autoria ou relação com o caso.

Nos bastidores, a briga tem um histórico jurídico pesado. Reportagens lembram que, após o assassinato dos pais de Suzane, Miguel teria acionado a Justiça para que ela fosse considerada indigna de herdar, e o patrimônio acabou ficando com Andreas.

Agora, com a morte do tio, o conflito reaparece em outro inventário — e com uma investigação policial em aberto.

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Tenho medo do que penso: a culpa invisível dos pensamentos intrusivos

Tenho medo do que penso: a culpa invisível dos pensamentos intrusivos

Há pensamentos que surgem sem convite. Não expressam desejos, valores ou intenções — apenas aparecem. Muitas vezes são violentos, absurdos, moralmente opostos à identidade de quem os vivencia. Ainda assim, produzem medo, vergonha e uma pergunta devastadora: “E se isso disser algo sobre quem eu sou?”

Pensamentos intrusivos são uma das experiências mais mal compreendidas da saúde mental. Embora extremamente comuns, são vividos em silêncio, alimentados pela culpa e pela crença equivocada de que pensar algo equivale a querer, aprovar ou ser aquilo que foi pensado. Este artigo aprofunda o tema a partir da ciência psicológica e neurocientífica, integrando reflexões clínicas da psicóloga Josie Conti (frases criadas), para lançar luz sobre um sofrimento que raramente encontra palavras.

Pensamentos intrusivos: quando a mente produz o que o eu rejeita

Pensamentos intrusivos são conteúdos mentais involuntários, recorrentes e indesejados, que invadem a consciência de forma abrupta. A literatura científica mostra que eles estão presentes na população geral, mas ganham intensidade clínica em quadros como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtornos de ansiedade, depressão e estresse pós-traumático (Rachman, 1997).

O paradoxo central é este: quanto mais o pensamento é rejeitado, mais ele parece retornar.

Josie Conti: “O sofrimento não está no pensamento em si, mas na interpretação que a pessoa faz dele. A dor começa quando o pensamento vira uma acusação interna.”

Neurocientificamente, esses pensamentos não são sinais de desejo oculto, mas produtos automáticos de um cérebro altamente vigilante. Estudos indicam que sistemas cerebrais ligados à detecção de ameaça podem disparar conteúdos mentais extremos justamente para tentar proteger o indivíduo (Clark & Rhyno, 2005).

“Se eu pensei, então sou?” — a confusão entre pensamento, intenção e identidade

Um dos aspectos mais angustiantes dos pensamentos intrusivos é a fusão entre pensamento e identidade, fenômeno conhecido na psicologia como fusão pensamento-ação. A pessoa passa a acreditar que pensar algo aumenta a probabilidade de agir ou revela um traço moral oculto (Shafran et al., 1996).

Essa confusão gera medo intenso de si mesmo.

Josie Conti: “Muitos pacientes não têm medo do mundo — têm medo da própria mente. Vivem em constante vigilância, como se precisassem se policiar para continuar sendo ‘bons’.”

Pesquisas mostram que indivíduos com altos níveis de responsabilidade moral e rigidez ética são particularmente vulneráveis a esse sofrimento. Quanto mais alguém valoriza não causar dano, mais perturbadores tendem a ser pensamentos que contradizem esse valor (Salkovskis, 1985).

A culpa por algo que não foi escolhido

Diferentemente de emoções que podem ser compreendidas como reações, pensamentos intrusivos frequentemente são tratados como falhas morais. A pessoa se culpa por algo que não escolheu, não concorda e não deseja repetir.

Essa autoculpa sustenta um ciclo de sofrimento:
pensamento → medo → tentativa de controle → retorno mais intenso do pensamento.

Josie Conti: “Tentar eliminar um pensamento intrusivo é como lutar contra areia movediça. O esforço vira combustível.”

A ciência confirma esse paradoxo. Estudos clássicos sobre supressão do pensamento mostram que tentar não pensar em algo aumenta sua frequência e saliência cognitiva (Wegner, 1994). Ou seja: o problema não é a presença do pensamento, mas a guerra contra ele.

O corpo em alerta e a sensação de perda de controle

Pensamentos intrusivos não afetam apenas a mente. Eles ativam respostas fisiológicas intensas: taquicardia, tensão muscular, náusea, sensação de irrealidade. Isso reforça a crença de perigo iminente, mesmo quando não há ameaça real.

A neurociência afetiva demonstra que a ativação repetida do eixo do estresse pode consolidar circuitos de hipervigilância, tornando o cérebro cada vez mais sensível a conteúdos internos (LeDoux, 2012).

Josie Conti: “O corpo reage como se o pensamento fosse um ato. E isso convence a pessoa de que algo muito errado está acontecendo.”

Caminhos terapêuticos: não controlar, mas relacionar-se diferente

O tratamento dos pensamentos intrusivos não passa pela eliminação do conteúdo mental, mas pela mudança da relação com ele. Abordagens baseadas em evidências apontam caminhos claros.

Aceitação em vez de Supressão

Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) ensinam que pensamentos são eventos mentais, não ordens, verdades ou identidades (Hayes et al., 2006).

Desfusão Cognitiva

Aprender a observar o pensamento como algo que acontece na mente, e não como algo que define quem se é, reduz drasticamente o sofrimento associado.

Josie Conti: “Você não é o que pensa. Você é quem percebe o pensamento — e isso muda tudo.”

Autocompaixão como Antídoto à Vergonha

Estudos mostram que autocompaixão reduz a intensidade da vergonha e do autojulgamento, elementos centrais no sofrimento com pensamentos intrusivos (Neff, 2003).

Pensar não é agir. pensar não é ser.

Talvez uma das mensagens mais libertadoras — e mais difíceis de internalizar — seja esta: a mente produz conteúdos aleatórios. Ter pensamentos intrusivos não revela desejos ocultos, nem falhas morais, nem perigos internos. Revela apenas que o cérebro humano é complexo, associativo e, às vezes, barulhento.

Considerações Finais

Pensamentos intrusivos são experiências humanas, não sentenças morais. O sofrimento surge quando a pessoa passa a se definir pelo que jamais escolheu pensar. Romper esse ciclo exige ciência, cuidado clínico e, sobretudo, gentileza consigo.

Falar sobre isso não incentiva pensamentos — liberta pessoas.

Conteúdo com curadoria de Josie Conti, psicóloga– saiba mais em www.josieconti.com.br


Referências Científicas

  • Clark, D. A., & Rhyno, S. (2005). Unwanted intrusive thoughts in nonclinical individuals. Cognitive Behaviour Therapy.

  • Hayes, S. C., et al. (2006). Acceptance and Commitment Therapy. Guilford Press.

  • LeDoux, J. (2012). Rethinking the emotional brain. Neuron.

  • Neff, K. D. (2003). Self-compassion: An alternative conceptualization of a healthy attitude toward oneself. Self and Identity.

  • Rachman, S. (1997). A cognitive theory of obsessions. Behaviour Research and Therapy.

  • Salkovskis, P. M. (1985). Obsessional-compulsive problems: A cognitive-behavioural analysis. Behaviour Research and Therapy.

  • Shafran, R., et al. (1996). Thought-action fusion in obsessive-compulsive disorder. Journal of Anxiety Disorders.

  • Wegner, D. M. (1994). Ironic processes of mental control. Psychological Review.

“Pelo menos R$ 5 milhões”: Após morte do tio, Suzane faz pedido chocante em delegacia que surpreende até os policiais

“Pelo menos R$ 5 milhões”: Após morte do tio, Suzane faz pedido chocante em delegacia que surpreende até os policiais

Uma morte que ainda não tem explicação fechada acabou puxando uma fila de decisões bem sensíveis: perícia, liberação de corpo, disputa de família e uma corrida para definir quem pode assinar os próximos passos — tudo isso antes mesmo de sair o laudo.

Na sexta-feira (9), o médico Miguel Abdalla Netto, de 76 anos, foi encontrado sem vida dentro de casa, no Campo Belo, zona sul de São Paulo, na Rua Baronesa de Bela Vista.

A Polícia Militar foi acionada e, segundo o registro, não havia sinais aparentes de violência no local. O caso foi formalizado como “morte suspeita” no 27º Distrito Policial (Campo Belo), que solicitou perícia para apurar as circunstâncias.

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Com a investigação em andamento, o corpo permaneceu no Instituto Médico Legal enquanto a Polícia Civil aguarda exames periciais (e também toxicológicos, citados por veículos que repercutiram o caso) para esclarecer a causa da morte.

No domingo (11), Suzane von Richthofen apareceu na própria 27ª DP para tentar viabilizar o sepultamento do tio, alegando ser a parente consanguínea mais próxima por ser sobrinha de primeiro grau.

A presença dela, segundo investigadores ouvidos por reportagens, surpreendeu os policiais — e o pedido acabou recusado.

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A movimentação ganhou outro peso porque, se ela conseguisse assumir a condução formal do caso, isso poderia abrir espaço para ser nomeada inventariante.

O patrimônio atribuído a Miguel é estimado em cerca de R$ 5 milhões e incluiria uma casa e um apartamento no Campo Belo, além de um sítio no litoral paulista.

Sem avançar na delegacia, Suzane protocolou um pedido de tutela na Justiça para tentar reverter a decisão.

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O último recado de Isabel Veloso veio à tona — e o que ela disse está fazendo o Brasil chorar agora

O último recado de Isabel Veloso veio à tona — e o que ela disse está fazendo o Brasil chorar agora

Alguns vídeos ficam “guardados” na internet e, em dias de luto coletivo, voltam com outro peso.

Foi o que aconteceu com um trecho da participação de Isabel Veloso no podcast Inteligência Ltda, no YouTube, comandado por Rogério Vilela: após a morte da influenciadora, a entrevista começou a circular novamente e mexeu com muita gente justamente por registrar, com clareza rara, uma conversa sobre despedida — sem filtros, sem roteiro bonito.

No episódio, Rogério faz uma pergunta direta, daquelas que deixam o estúdio em silêncio: ele pede que Isabel deixe uma mensagem para quem estava assistindo, pensando em um cenário em que ela não estivesse mais ali.

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O pedido, simples e difícil ao mesmo tempo, abriu espaço para a jovem falar sobre o que sentia diante da possibilidade de partir enquanto enfrentava o câncer.

Isabel respondeu de um jeito que pegou o público de surpresa pela honestidade. Ela disse que acreditava que o momento da morte poderia significar alívio e comentou que, quando isso acontecesse, ela não carregaria lembranças — mas que as pessoas ao redor carregariam.

E, em vez de tentar “dar lição”, ela preferiu fazer um pedido: que quem ficasse vivesse por ela, respirasse o que ela não conseguiu, experimentasse o que a doença foi limitando e colocasse afeto nas pequenas coisas do dia.

O trecho também ganhou força porque Isabel fala sobre valores de um jeito prático, sem frases prontas.

A ideia central não era “aproveitar a vida” como slogan, e sim prestar atenção no que normalmente passa batido: presença, tempo junto, rotina com quem se ama, momentos simples que viram memória. Para muita gente, ver alguém tão jovem descrevendo isso em voz alta foi o que quebrou a defesa.

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Marido de Isabel Veloso faz pedido

Além do corte do podcast, outra fala que repercutiu foi a de Lucas Borbas, marido de Isabel.

Ele publicou um vídeo pedindo que as pessoas guardem dela a imagem dos dias bons — as risadas, o jeito animado, a energia que ela mostrava quando estava bem — mesmo com a dor inevitável de perdê-la.

Antes de morrer, Isabel conseguiu realizar planos que fazia questão de viver: ela se casou e também teve um filho.

No vídeo, Lucas reforça que não quer que a lembrança dela fique presa ao sofrimento, e sim aos momentos em que ela estava feliz, sorrindo e sendo quem era.

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Vídeo mostra momento em que nuvem prateleira engole praia em SC como uma cortina gigante

Vídeo mostra momento em que nuvem prateleira engole praia em SC como uma cortina gigante

Quem estava na faixa de areia em Barra Velha (Litoral Norte de Santa Catarina) neste domingo (11) viu o tempo “virar a chave” em poucos minutos: uma faixa escura tomou conta do céu e, logo abaixo, apareceu uma linha de chuva tão concentrada que parecia avançar como uma parede sobre o mar e a orla.

As imagens chamaram atenção pelo contraste bem marcado: de um lado, claridade e mar relativamente “calmo” no visual; do outro, um bloco pesado de nuvens baixas e uma cortina de precipitação descendo num ponto específico.

É esse recorte — chuva caindo com força numa faixa estreita — que dá a sensação de que a nuvem está “engolindo” a paisagem.

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O nome técnico desse tipo de formação é nuvem prateleira (shelf cloud). De acordo com o técnico em meteorologia Paulo Metling, quando ela aparece, costuma ser sinal de instabilidade forte, com chance de rajadas de vento e chuva intensa, além de mudança rápida nas condições do tempo.

A nuvem prateleira funciona como uma “borda” associada a uma cumulonimbus, que é aquela nuvem alta, de grande desenvolvimento vertical, típica de temporais.

A diferença é que a prateleira fica mais baixa e cresce na horizontal, formando um “beiral” comprido na dianteira do sistema — justamente a parte que chega primeiro e chama mais atenção.

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Na prática, ela se forma quando o ar mais frio que desce do temporal (mais denso) se espalha perto da superfície e encontra o ar mais quente e úmido à frente.

Esse choque empurra o ar quente para cima com rapidez; ao subir, ele resfria e condensa, desenhando a faixa alongada que muita gente vê como uma “parede” no céu.

Segundo a Defesa Civil, o registro em Santa Catarina se encaixa no cenário de pancada de chuva isolada: a chuva cai com força em uma área limitada e bem definida, criando o efeito visual de “cortina” em um trecho, enquanto áreas próximas podem estar com bem menos precipitação no mesmo momento.

Quando uma nuvem prateleira aparece no litoral, o alerta é simples: vento pode aumentar de repente e a chuva pode chegar forte.

Se você estiver na praia e notar essa linha escura se aproximando, vale sair da água, evitar ficar perto de árvores isoladas e estruturas metálicas, e procurar um lugar abrigado até a passagem da instabilidade.

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Dono de carro chama polícia pra denunciar furto e descobre mancada gigantesca do lava-rápido (VÍDEO)

Dono de carro chama polícia pra denunciar furto e descobre mancada gigantesca do lava-rápido (VÍDEO)

Tem dia que a pessoa liga pra polícia jurando que viveu um filme de ação… e descobre que, na real, caiu numa confusão quase inacreditável — e com direito a carro “recuperado” já lavado. Foi isso que aconteceu com Adão Cardozo, agricultor de Honório Serpa, no sudoeste do Paraná.

Na sexta-feira (9), ele estava em frente a uma agropecuária no centro da cidade, mexendo no celular, quando deixou uma brecha que parece pequena, mas muda tudo: a chave ficou na ignição.

Em algum momento, Adão percebeu que o veículo simplesmente não estava mais onde tinha deixado e, sem qualquer explicação na hora, fez o que muita gente faria: acionou a Polícia Militar para registrar o sumiço como furto.

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Só que a resposta não veio por “achismo”, e sim por imagem. Câmeras de segurança da região registraram a cena com clareza: um homem chega a pé, entra no carro e sai dirigindo.

O detalhe que deixa a situação ainda mais surreal é que Adão aparece vendo o carro ir embora, mas sem entender de imediato o que estava acontecendo — aquela reação típica de quem demora alguns segundos pra acreditar no que está vendo.

Assustado com o risco de perder o veículo e também o que estava dentro, ele relatou o desespero do momento.

“Me roubaram o carro […] deu uma ré ali meio contramão e saiu cantando pneu. Fiquei muito preocupado não conseguia nem fazer a ligação mais de tão preocupado que fiquei. Já pensou? Levar o carro e tudo, os documentos, cartão de crédito, carteira…”, contou o agricultor.

Além de chamar a PM, ele correu para tentar cancelar cartões e minimizar o prejuízo caso o caso fosse mesmo um crime.

Enquanto a polícia fazia buscas pela cidade e organizava bloqueios nas saídas, surgiu a virada da história: um comerciante que também estava ajudando reconheceu o homem que aparece nas imagens.

Não era um ladrão “desconhecido” — era Márcio Padilha Moreira, funcionário de um lava-rápido de Honório Serpa.

A explicação veio logo depois, e é daquelas que parecem piada, mas não são. Márcio disse que confundiu o carro de Adão com o de outra cliente, muito parecido e que costuma ir com frequência para lavagem.

Como havia dois veículos iguais estacionados próximos e a chave estava no contato, ele fez o “serviço” sem perceber que tinha pegado o automóvel errado.

“Ela (cliente) falou: ‘vou deixar a chave dentro’. É a terceira vez que ela faz isso comigo e eu chego lá e pego. Eu fui com pressa, corrido e peguei o errado”, afirmou o funcionário.

No fim, o carro foi encontrado inteiro, com os pertences ainda no interior — e, ironicamente, já limpo. A Polícia Militar foi avisada, tudo foi resolvido no local e a ocorrência terminou sem registro de crime, já que se tratou de um engano.

Com o susto virando história pra contar, Adão resumiu o sentimento depois de recuperar o veículo: “Graças a Deus terminou bem. Peguei o carro de volta e ainda limpo”, disse.

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Fernanda Torres quebra o silêncio e comenta vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro

Fernanda Torres quebra o silêncio e comenta vitória de Wagner Moura no Globo de Ouro

A madrugada do Globo de Ouro mal tinha acabado e já tinha virado assunto no feed: enquanto “O Agente Secreto” subia ao palco para buscar troféus, Fernanda Torres apareceu nas redes com uma mensagem direta — e com aquela pitada de humor que internet entende na hora.

Na publicação, Fernanda escreveu: “Só deu Nordeste em Lalaland! Parabéns santos guerreiros Waguinho e Kleber!”, celebrando Wagner Moura e o diretor Kleber Mendonça Filho.

A frase foi lida como uma referência brincalhona ao apelido “La La Land” para Hollywood/Los Angeles — e também como um carinho ao fato de os dois serem nomes ligados ao Nordeste (Wagner é baiano; Kleber, pernambucano).

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O timing do recado veio junto com uma noite histórica para o filme: “O Agente Secreto” saiu premiado como Melhor Filme Internacional / Filme em Língua Não-Inglesa, e Wagner Moura levou Melhor Ator em Filme de Drama.

Além de ser um prêmio de peso, a vitória dele marcou um feito inédito para um brasileiro na categoria, segundo a cobertura internacional.

E teve bastidor com cara de superstição brasileira, sim. De acordo com as reportagens, a equipe apareceu com “santinhos” com a foto da própria Fernanda (numa espécie de amuleto da sorte), e ela também repostou imagens em que Wagner Moura e a atriz Alice Carvalho seguram essas lembrancinhas.

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Nos comentários, Kleber Mendonça Filho respondeu no mesmo clima e agradeceu: “Fernanda! Muito obrigado! Beijos de la la land!”.

A troca rápida reforçou que a postagem não foi só protocolo de colega — foi recado de quem acompanhou a campanha de perto.

A manifestação de Fernanda também chama atenção porque ela sabe exatamente o que aquela estatueta significa: no ano anterior, a atriz tinha entrado para a história ao vencer o Globo de Ouro por “Ainda Estou Aqui”, e agora viu o Brasil voltar ao palco com outro título forte e outro protagonista levando prêmio.

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A solidão do diagnóstico psiquiátrico e o conflito de quem não se reconhece mais

A solidão do diagnóstico psiquiátrico e o conflito de quem não se reconhece mais

A experiência de receber um diagnóstico psiquiátrico pode ser um momento profundamente transformador — e muitas vezes solitário. Para inúmeras pessoas, esse diagnóstico vem acompanhado de uma sensação de deslocamento, confusão sobre a própria identidade e uma dolorosa tendência a autocrítica por sintomas que parecem estar além do controle. Neste artigo, vamos explorar com profundidade o impacto subjetivo dessa experiência, discutindo as dimensões psicológicas, neurobiológicas e sociais que moldam esse sofrimento. Incluímos referências científicas e insights clínicos, além de frases da psicóloga e pesquisadora Josie Conti, criadas para enriquecer a reflexão.

A Solidão Psíquica do Diagnóstico

A solidão associada ao diagnóstico psiquiátrico não é apenas a falta de companhia — é a sensação de não ser compreendido em uma experiência que redefine quem se percebe ser. Estudos apontam que o estigma social persiste mesmo quando há maior conscientização sobre saúde mental (Corrigan & Watson, 2002), e este estigma internalizado pode agravar sentimentos de vergonha e isolamento.

Josie Conti: “Quando alguém ouve um nome clínico — ‘depressão’, ‘transtorno de ansiedade’, ‘bipolaridade’ —, muitas vezes, o que se instala primeiro não é alívio, mas um abismo interno de dúvida: ‘será que eu sou isso agora?’”

Esse abismo se relaciona diretamente à forma como o indivíduo reinterpretapassado e presente diante da nova etiqueta diagnóstica. A psicologia clínica descreve isso como uma ruptura narrativa: a pessoa precisa reconciliar sua história de vida com um novo quadro que parece, à primeira vista, incompatível com a sua identidade prévia (Ricoeur, 1992).

Identidade, Diagnóstico e o Eu que se Desfaz

A psicologia do desenvolvimento e a neurociência cognitiva sugerem que nossa noção de “eu” não é fixa, mas construída continuamente ao longo da vida (Markus & Wurf, 1987). Um diagnóstico psiquiátrico pode funcionar como um ponto de ruptura nessa construção — questionando memórias, comportamentos, valores e planos futuros.

Josie Conti: “Muitos pacientes me dizem: ‘Não sei mais quem eu sou, hoje’. Eles não perdem apenas um rótulo, perdem a narrativa que vinha sustentando seu senso de autenticidade.”

Pesquisas em neuroimagem revelam que estados afetivos negativos prolongados — como aqueles encontrados em depressão e ansiedade — podem alterar a conectividade entre redes cerebrais envolvidas em autorreferência e regulação emocional (Sheline et al., 2009). Esse achado neurobiológico fornece um pano de fundo para compreender por que, psicologicamente, o eu pode parecer estar ‘desmoronando’ após um diagnóstico.

A Culpa por Sintomas que Não Se Controla

Um dos efeitos mais dolorosos da vivência diagnóstica é a tendência a se culpar por sintomas que, de fato, não estão sob controle voluntário. A literatura em psicopatologia mostra que a autoculpa está associada a piores desfechos clínicos em transtornos de humor e ansiedade (Tilghman-Osborne et al., 2010).

Josie Conti: “Ninguém escolhe sentir aquilo que o corpo e o cérebro impõem. A culpa é muitas vezes um sintoma oculto, mascarado de vergonha, que drena a energia que poderia ser usada para a cura.”

Esse peso da culpa também é amplificado por mensagens culturais que valorizam o controle total sobre os estados internos, mesmo quando estes são mediados por fatores biológicos e sociais complexos.

Dessa maneira, a solidão do diagnóstico psiquiátrico, o conflito de perder a referência de si mesmo e a decepção de se culpar por sintomas incontroláveis são experiências profundamente humanas e psicologicamente significativas. Elas não são falhas morais, mas respostas compreensíveis a condições que afetam a mente e o corpo.

Olhar para esses aspectos com base científica, sem subestimar o sofrimento individual, é essencial para promover não apenas tratamentos eficazes, mas também diálogos acolhedores que reduzam o estigma e restauram a esperança.

Josie Conti: www.josieconti.com.br


Referências Científicas Selecionadas

  • Beck, J.S. (2011). Cognitive Behavioral Therapy: Basics and Beyond. Guilford Press.

  • Corrigan, P.W., & Watson, A.C. (2002). “Understanding the Impact of Stigma on People with Mental Illness.” World Psychiatry, 1(1), 16–20.

  • Gilbert, P. (2010). The Compassionate Mind. New Harbinger Publications.

  • Markus, H., & Wurf, E. (1987). “The Dynamic Self-Concept: A Social Psychological Perspective.” Annual Review of Psychology, 38, 299–337.

  • Neff, K.D. (2003). “The Development and Validation of a Scale to Measure Self-Compassion.” Self and Identity, 2, 223–250.

  • Ricoeur, P. (1992). Oneself as Another. University of Chicago Press.

  • Sheline, Y.I., et al. (2009). “The Resting Brain and the Default Mode.” Proceedings of the National Academy of Sciences, 106(19), 8119–8124.

  • Tilghman-Osborne, C., et al. (2010). “Self-Blame and Psychological Adjustment.” Journal of Clinical Psychology, 66(1), 1–13.

  • White, M., & Epston, D. (1990). Narrative Means to Therapeutic Ends. Norton.

Top 10 países com mais jogadores de casinos online entre a América e a Europa

Top 10 países com mais jogadores de casinos online entre a América e a Europa

Os casinos online como o Granawin, deixou há muito de ser uma tendência passageira para se tornar um fenômeno global. Entre a América e a Europa, milhões de jogadores entram diariamente em plataformas digitais para jogar slots, jogos de mesa ou casino ao vivo. 

A combinação entre acesso à internet, métodos de pagamento digitais e maior aceitação cultural do jogo online criou mercados muito fortes em vários países. Em 2026, estes são os territórios que se destacam claramente pelo número de utilizadores ativos e pela maturidade do setor.

1. Reino Unido

O Reino Unido continua a liderar na Europa quando falamos de casinos online. A tradição de apostas, aliada a uma regulamentação clara e antiga, fez com que o jogo digital fosse encarado com naturalidade. Os jogadores britânicos são experientes, exigentes e muito ativos, especialmente em slots e casino ao vivo.

2. Alemanha

A Alemanha consolidou-se como um dos maiores mercados europeus. Apesar de regras mais rigorosas nos últimos anos, o número de jogadores mantém-se elevado. O público alemão valoriza segurança, transparência e plataformas bem estruturadas, o que impulsiona a fidelidade ao jogo online.

3. Espanha

Espanha destaca-se pelo crescimento constante do número de jogadores. O casino online tornou-se uma forma popular de entretenimento digital, especialmente entre adultos jovens. Slots temáticas e jogos ao vivo são os favoritos, com sessões geralmente mais curtas, mas frequentes.

4. Itália

Em Itália, o jogo online faz parte do quotidiano digital. A forte cultura de jogo, combinada com regulamentação local e plataformas adaptadas ao público italiano, garante um fluxo constante de jogadores. A variedade de jogos e a forte presença mobile explicam grande parte deste sucesso.

5. França

Apesar de um enquadramento legal mais específico, França mantém um número significativo de jogadores de casino online. O interesse centra-se sobretudo em jogos rápidos e experiências digitais simples, com uma forte aposta em design e usabilidade.

6. Estados Unidos

Na América, os Estados Unidos lideram claramente. Com a legalização progressiva do jogo online em vários estados, o número de jogadores cresce ano após ano. O casino online atrai tanto novos utilizadores como antigos jogadores de casinos físicos que migraram para o digital.

7. Brasil

O Brasil é hoje um dos mercados mais promissores do mundo. Mesmo com um enquadramento legal em evolução, o número de jogadores de casinos online é enorme. A forte utilização de smartphones e o gosto por entretenimento digital tornam o país um verdadeiro gigante do setor.

8. México

O México destaca-se na América Latina pelo crescimento rápido do jogo online. A proximidade cultural com apostas desportivas ajudou a impulsionar também o casino digital. Os jogadores mexicanos procuram plataformas intuitivas e jogos de fácil acesso.

9. Canadá

O Canadá apresenta um público diversificado e muito ativo. Com boas infraestruturas digitais e elevado poder de compra, os jogadores canadenses valorizam qualidade, segurança e experiências de jogo equilibradas entre diversão e controlo.

10. Argentina

A Argentina fecha este top 10 como um dos mercados mais relevantes da América do Sul. O casino online é visto como entretenimento acessível, e o número de jogadores cresce sobretudo nas grandes cidades, onde o acesso digital é mais forte.

O que estes países têm em comum

Apesar das diferenças culturais e legais, todos estes países partilham alguns fatores-chave: acesso fácil à internet, familiaridade com pagamentos digitais e uma visão cada vez mais clara do casino online como entretenimento — e não como promessa de ganhos garantidos. Em 2026, os jogadores são mais informados, mais conscientes e procuram experiências seguras e bem estruturadas.

Um mercado global cada vez mais equilibrado

Se antes a Europa dominava claramente o jogo online, hoje a América aproxima-se rapidamente. Países como Brasil, Estados Unidos e México mostram que o futuro do casino online será cada vez mais global, multicultural e adaptado a diferentes perfis de jogadores.

Doritos e marca de doce popular devem ganhar selo de ‘não recomendados para consumo humano’ – veja porquê

Doritos e marca de doce popular devem ganhar selo de ‘não recomendados para consumo humano’ – veja porquê

O corredor de salgadinhos e doces pode virar palco de uma mudança bem prática (e bem polêmica) nos Estados Unidos: o Texas aprovou uma lei para exigir um aviso explícito no rótulo de certos ultraprocessados vendidos no estado — e marcas populares como Doritos e M&M’s entraram na conversa porque costumam usar ingredientes que aparecem na lista-alvo.

A regra vem do SB 25, sancionado em junho de 2025. O texto determina que, quando um alimento tiver qualquer um de 44 ingredientes listados, a embalagem traga um alerta padronizado dizendo, em essência, que o produto contém um ingrediente “não recomendado para consumo humano” por autoridades de Austrália, Canadá, União Europeia ou Reino Unido.

O aviso não é sobre “o produto ser proibido” no Texas; é sobre rotulagem. A exigência passa a valer a partir de 2027 (com detalhes de implementação ligados a atualizações de rótulo), e a lei também prevê penalidades civis para descumprimento.

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E quais ingredientes puxaram essa discussão? Entre os exemplos mais citados estão corantes artificiais usados em vários doces e cereais, além de aditivos como BHA/BHT e dióxido de titânio, que aparecem no debate público por serem restringidos em alguns mercados e por discussões sobre efeitos em saúde quando consumidos com frequência.

Outros produtos além de Doritos e M&M’s também podem cair nessa exigência, justamente porque a lista inclui itens comuns em prateleira de mercado (cereais, balas coloridas, snacks e afins).

Por isso, o recado maior do Texas é: ou a indústria reformula, ou cria embalagem específica para o estado, ou assume o alerta.

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Também tem briga no meio do caminho. Reportagens e análises apontaram inconsistências na lista (ingredientes que estariam permitidos em parte dos locais citados) e o tema já virou disputa judicial, com grupos da indústria questionando a lei.

Ou seja: a ideia do rótulo está de pé, mas o texto e a aplicação seguem sob pressão.

No fim, dá pra olhar por dois ângulos: tem quem veja isso como empurrão para transparência e redução de aditivos, e tem quem enxergue como um aviso amplo demais que pode confundir o consumidor.

O que não dá é fingir que rótulo é detalhe: ele muda compra, muda fórmula e muda discurso.

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Comprou algum desses? Anvisa proíbe 32 suplementos e determina apreensão imediata até 15 de janeiro

Comprou algum desses? Anvisa proíbe 32 suplementos e determina apreensão imediata até 15 de janeiro

Quando um suplemento chega na prateleira, a expectativa é simples: rótulo correto, fabricação regularizada e um mínimo de controle de qualidade.

Foi justamente esse “básico” que, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não apareceu em uma inspeção — e o resultado foi uma proibição que derruba 32 produtos de uma vez.

A Anvisa determinou a proibição de fabricação e comercialização de 32 suplementos alimentares ligados à empresa Ervas Brasillis Produtos Naturais Ltda.

A decisão saiu no Diário Oficial da União e também prevê a apreensão dos lotes que estiverem disponíveis no mercado.

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Na prática, a medida corta o caminho inteiro desses itens: ficam suspensas a venda, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso dos suplementos citados. Ou seja, não é só “tirar do site” — é bloqueio completo em todas as etapas.

De acordo com a Anvisa, a ação veio após inspeção sanitária que apontou irregularidades consideradas graves.

Entre os problemas relatados estão produção em local sem licença sanitária, condições de higiene inadequadas e descumprimento de boas práticas de fabricação de alimentos, situação que, para o órgão, aumenta o risco ao consumidor.

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Lista dos produtos atingidos

  • Creatina Monohidratada Sabor Frutas Vermelhas – Turbo Black Vitamin
  • Creatina – Turbo Black Vitamin
  • Colágeno Tipo II Não Desnaturado Sabor Iogurte – Turbo Black
  • Colágeno Hidrolisado Sabor Frutas Tropicais – Turbo Black Vitamin
  • Cafeína com Taurina – Turbo Black Vitamin
  • Moringa – Ervas Brasil
  • Maca Peruana – Ervas Brasil
  • Hibisco – Ervas Brasil
  • Graviola – Ervas Brasil
  • Tadala Natural – NB Nutrition
  • Magnésio Treonato – Turbo Black Vitamin
  • Maca Peruana – Turbo Black Vitamin
  • Maca Preta – Turbo Black Vitamin
  • Lactoze sem Glúten – Turbo Black Vitamin
  • L-Arginina e Alanina – Turbo Black Vitamin
  • K2 + D3 2000 UI – Turbo Black Vitamin
  • Energy Maca – Turbo Black Vitamin
  • Creatina Monohidratada Sabor Laranja – Turbo Black Vitamin
  • Ômega 3 – NB Nutrition
  • Moringa Oleifera – NB Nutrition
  • Magnésio Treonato – NB Nutrition
  • Magnésio Dimalato – NB Nutrition
  • Colágeno Tipo II Não Desnaturado – NB Nutrition
  • Cabelo, Pele e Unha – NB Nutrition
  • Lactoze – Natuforme Produtos Naturais
  • Óleo de Girassol Ozonizado – Ozonlife
  • Maca Premium – Nutrição Esportiva
  • Max Vision – Turbo Black Vitamin
  • Ácido Hialurônico + Colágeno Tipo II – NB Nutrition
  • Maca Peruana Concentrado – Max Force
  • Ora Pró Nobis Premium – Vitacorpus
  • Todos os produtos fabricados por Ervas Brasillis

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Fonte: Gov.br

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Emagrecer ou desistir não é opção: por dentro das ‘prisões para obesos’ que surgem na China

Emagrecer ou desistir não é opção: por dentro das ‘prisões para obesos’ que surgem na China

Um vídeo aqui, um “antes e depois” ali, e pronto: as chamadas “prisões para obesos” voltaram a circular com força nas redes.

O nome é pesado, mas a proposta é direta — centros de emagrecimento que funcionam como bootcamps, com rotina cronometrada, regras duras e pouca margem para improviso.

Na China, onde o sobrepeso disparou nas últimas décadas, esse tipo de serviço virou negócio (e, em alguns casos, política pública) em ritmo acelerado.

A explosão do problema ajuda a explicar por que essas instalações ganharam espaço.

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Segundo números citados pelo New York Post a partir de dados oficiais, a obesidade infantil na China quadruplicou desde o ano 2000 e mais da metade dos adultos já está acima do peso.

Com uma população enorme, o país passou a concentrar o maior contingente global de pessoas com sobrepeso ou obesidade — e isso abriu caminho para soluções rápidas, nem sempre suaves.

Nesse cenário, cresceu um mercado de “campos de emagrecimento” privados e também iniciativas com apoio governamental.

O levantamento citado aponta que já existem mais de mil centros desse tipo, muitos montados em estruturas reaproveitadas, como antigas escolas e dormitórios.

A promessa costuma ser a mesma: perder peso em poucas semanas, com acompanhamento constante e rotina fechada.

Dentro dos centros, o clima é de disciplina total. Em vez de academia com plano flexível, o que aparece nos relatos são áreas cercadas, portões de aço, segurança e monitoramento o tempo todo — o tipo de ambiente que, na prática, dificulta desistir no meio do caminho, mesmo com a inscrição sendo voluntária.

Alguns programas duram duas semanas, mas há treinadores que “batem na tecla” de 28 dias, dizendo que esse período rende resultados mais consistentes.

Um detalhe que chamou atenção é que parte desses locais aceita estrangeiros e não exige domínio de mandarim ou cantonês, porque a dinâmica é toda guiada por horários, comandos simples e repetição.

Ou seja: a barreira de idioma pesa menos do que a resistência física e a adaptação ao ritmo imposto.

Um dos poucos relatos detalhados que viralizaram veio de uma australiana conhecida como Egg Eats, que publicou a experiência para cerca de 50 mil seguidores no Instagram.

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Ela descreveu manhãs começando às 7h30, pesagem diária e uma sequência pesada de treinos — incluindo spinning, boxe e HIIT — com pouco tempo ocioso ao longo do dia. Nos números que ela divulgou, foram 2,25 kg a menos na primeira semana e 4 kg ao completar 14 dias.

O pacote, segundo a própria influenciadora, custou US$ 1.500 e incluía quatro horas de exercícios por dia, somando 19 aulas por semana. A comida seguia um padrão de refeições “comuns” do dia a dia chinês, mas com porções controladas.

Beliscos eram vetados, e havia inspeções nos dormitórios: se alguém escondesse comida, os itens eram recolhidos. Não é só “fazer dieta”; é viver num sistema montado para reduzir escolhas ao mínimo.

Mesmo relatando cansaço e restrição, Egg Eats disse que não se arrependeu — e esse tipo de depoimento alimenta o apelo do método nas redes.

Só que a popularização também traz a conta do outro lado: quando o objetivo é acelerar o máximo possível, o risco de exagero vira parte do debate.

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Em 2023, a morte da influenciadora chinesa Cuihua, de 21 anos, reacendeu a polêmica. Ela teria participado de campos de emagrecimento no norte do país, pesava 156 kg, perdeu mais de 27 kg em dois meses e documentava a rotina no Douyin (plataforma semelhante ao TikTok).

O caso levantou dúvidas sobre limites, supervisão e segurança em programas que empurram o corpo para uma mudança rápida.

Especialistas têm defendido regras mais claras e fiscalização. O professor associado Pan Wang, da Universidade de Nova Gales do Sul, afirmou (em declaração repercutida pelo NY Post) que o governo deveria acompanhar dietas e exercícios que possam ser perigosos.

Ele também chama atenção para o incentivo social por magreza e para como empresas do setor lucram com isso, transformando o emagrecimento em produto com “meta agressiva” e marketing forte.

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As causas do aumento do sobrepeso no país são atribuídas a mudanças de renda e consumo, maior presença de alimentos muito calóricos (incluindo frituras) e rotinas mais sedentárias e estressantes.

Em 2024, o governo chinês lançou uma campanha de três anos contra a obesidade, com metas como reduzir gordura, açúcar e sal em cantinas escolares, estimular atividade física no ambiente de trabalho e estabelecer, no ensino fundamental, pelo menos duas horas diárias de exercícios.

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