Oswaldo Montenegro- Metade

Oswaldo Montenegro- Metade

Oswaldo Viveiros Montenegro (Rio de Janeiro, 15 de março de 1956) é um músico brasileiro. Além de cantor, compõe trilhas sonoras para peças teatrais, balés, cinema e televisão. Foi casado com a atriz Paloma Duarte. Tem uma das parcerias mais sólidas da MPB ao lado de Madalena Salles, que o acompanha com suas flautas.

Oswaldo Montenegro- Metade
Pura poesia…

Teste do olhar- escolha um dos olhares e leia seu significado

Teste do olhar- escolha um dos olhares e leia seu significado

VEJA OS OLHARES NA FIGURA

Escolha o que mais te atrai. Não demore em observar, o primeiro que pensou é o mais correto.
Deixe seu comentário no final.

RESULTADOS

1 – PERSONALIDADE CONFIANTE.
Você é o tipo de pessoa que permite que quase qualquer pessoa entre em sua vida e coração.
Você considera que é melhor correr o risco de se machucar do se esconder das pessoas. Não costuma revelar a ninguém seus medos e inseguranças. Crê que você mesmo deve resolver seus problemas.
Tenta sempre dar tudo de si para as pessoas, mesmo que no fundo da alma não deseja fazê-lo. Ajudar aos outros promove a cura de suas feridas também.

2 – PERSONALIDADE FORMAL.
Você é o tipo de pessoa que sempre trata de dar uma boa impressão e fazer o correto. Pensa que suas ações têm significado na vida dos outros.
Não mostra às pessoas a sua emoção, por exemplo, que está irritado.
Você tenta ser melhor, já que considera ser o melhor que pode fazer com o seu tempo neste planeta.

3 – PERSONALIDADE SACRIFICIAL.
Você tenta encontrar o seu espaço em qualquer lugar sempre que possível. É a busca de um lugar neste mundo confuso. Não mostra às pessoas os seus pensamentos escuros.
Você já passou por muita coisa. Pode-se dizer que você é um rei que “volta depois de uma queda.”

4 – PERSONALIDADE MEDITATIVA.
Você é uma daquelas pessoas que gosta de premeditar tudo. Como encontrar o significado profundo e oculto das coisas.
As vezes está tão imerso em seus pensamentos, que fica difícil sair desse estado e parar de pensar. Costuma não repassar aos outros o alto grau de incerteza ao redor. Até pode entender claramente algumas coisas, mas está frequentemente se sentindo inseguro (a) sobre isso. A vida para você é um quebra-cabeça e não deixa de jogar até que tenha juntado todas as peças.

5 – PERSONALIDADE MISTERIOSA.
Você é um mistério até para si mesmo (a). Boa sorte para aqueles que tentam lhe compreender.
És como uma teia de aranha de contradições, constantemente mudar o humor. Assim que você se encontra, muda imediatamente e inicia uma busca novamente. Uma pessoa que com suas ações leva os outros à confusão, e, por vezes, a si mesmo. Você prefere primeiro observar bem as pessoas antes de começar uma conversa com elas. Fala apenas aquelas coisas das quais você acha que está seguro (a).

6 – PERSONALIDADE SENSÍVEL.
Você é o tipo de pessoa que percebe tudo e não esquece nada. És muito sensível e até mesmo as pequenas coisas podem te impressionar.
Você pode facilmente chorar ou sorrir. Mas tenta não mostrar a quase ninguém o quão frágil você é. Em vez disso mostra o quão perspicaz você pode ser. Talvez até possa prever o que vai acontecer no futuro em sua vida.

7 – PERSONALIDADE ENÉRGICA.
Você é o tipo de pessoa que é sempre enérgica ou amorosa. Você é muito perspicaz. É do tipo que ama ou odeia. Você tem uma variedade de opiniões… e decide uma ação rapidamente.
Tem uma grande quantidade de energia, mas frequentemente está nervoso (a). Para você, tudo é uma grande aposta. Por vezes, você não pode deixar de criar um drama em sua cabeça.

8 – PERSONALIDADE EXCÊNTRICA.
Você é o tipo de pessoa que tem interesses e crenças incomuns. Você é um pouco estranho. Não gosta muito de regras.
Muitas vezes, agir com base no princípio: “O que você tem que fazer, faça-o e deixe acontecer o que tem que acontecer.” Você é uma pessoa aberta para as outras pessoas. Você simplesmente ri daqueles que tentam mudar você. Você não gosta de fazer parte da massa cinzenta de pessoas.

9 – PERSONALIDADE INTUITIVA.
Você é o tipo de pessoa que entende bem o mundo e as outras pessoas. Pode conhecer muito sobre uma pessoa apenas pela sua expressão facial ou o tom de voz dela. Sente quando estão mentindo para você. Sabe mostrar ao mundo somente o que deseja mostrar. Você sente quando está sendo manipulado e sabe lidar muito bem com alguém que está tentando isso, se for necessário; porém, geralmente você não recorre a isto.

Fonte: Tony Silva

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NOTA: A página divulga esse material com o objetivo de entretenimento. Só psicólogos, utilizando-se de materiais reconhecidos pelo CRP, podem usar testes como parte de uma avaliação diagnóstica confiável.

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Gatinho tenta a todo custo capturar ondas de som

Gatinho tenta a todo custo capturar ondas de som

Todo sabemos que a audição dos gatos é bem mais desenvolvida do que a nossa. Esse gatinho adorável prova que a dele é ainda mais uma vez que ele tenta a todo custo capturar ondas de som.

Fantástico!!!

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O MUNDO DÁ VOLTAS!!!

O MUNDO DÁ VOLTAS!!!

Em meio a tantos problemas, preocupações e stress, o simples ato de fazer o bem ao próximo é esquecido. Talvez no dia que o ser humano realmente aprender o que é o amor ao próximo, as coisas iram melhorar 100%. Por enquanto, desde que se tem noticias da presença do homem na terra, e não é pouco tempo, está longe disso acontecer, e ao meu ver a convivência entre pessoas só tem piorado. Está na hora disso mudar.
“-Trabalho de caridade e de serviço à comunidade são ferramentas de valor inestimável para melhorar nosso mundo, mas a bondade é mais do que boas ações ou voluntariado sozinho. A bondade é a empatia, compaixão e conexão humana, é um sorriso, um toque ou uma palavra de consolo. Mesmo o menor gesto pode clarear um dia escuro ou aliviar um fardo pesado.-“

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E se você pudesse voltar a ser criança? Veja isso!

E se você pudesse voltar a ser criança? Veja isso!

Comercial onde as pessoas passam em frente a uma vitrine e viram crianças novamente.

Que tal tentarmos?

Quem dança comigo?

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História de uma ponte

Quando chegou aquele homem pequeno, de olhos brilhantes e um rosto que tinha algo de palhaço, eu tinha apenas 17 anos e vivia do outro lado do riacho. Na primavera e no início do verão, a água descia das geleiras das montanhas e corria formando redemoinhos, arrastando troncos que se entrechocavam. Aquele homem construiu sua choça perto do riacho.

Durante a primeira semana ninguém o via. Depois fiquei sabendo que trabalhava na serraria dos irmãos Gomes. Durante um mês passou seus fins de semana olhando as águas, o bosque e o povoado. Olhava os outros e a nós com um olhar profundo e calmo.

No segundo mês começou a cortar grandes árvores. Foi num fim de semana que apareceu em nossa cabana e pediu que lhe emprestássemos uma junta de bois. – Quero arrastar os troncos, disse. Meu tio, por curiosidade, foi olhar e viu que arrastava os troncos para perto do riacho.

– Vai fazer uma balsa! Disse meu tio. Meu assombro, porém, foi grande quando o vi cavar um buraco e enterrar um enorme tronco. Em seguida arrastou pedras para firmá-lo. Meu tio observou-o durante todo o dia e depois disse: – Está louco! Quer fazer uma ponte… Naquela noite sonhei com uma linda ponte de madeira que fazia um barulho como um tambor quando se andava sobre ela.

No Domingo de manhã, saltei da cama e corri ladeira abaixo. Sem dizer uma palavra, comecei a arrastar pedras. Ao entardecer o homem disse: – Vai ser lindo quando pudermos passar sobre o rio! No outro fim de semana se juntaram a nós dois homens e uma mulher que viviam na ribanceira da frente. Durante a jornada (mutirão) houve conversa e se contaram estórias. Então me dei conta que “os da frente” não eram tão maus como diziam os vizinhos.

Ao final da jornada o homem disse:
– No Sábado que vem trabalharemos na outra margem do rio. Desta vez fomos 15 pessoas, em ambos os lados do rio. No terceiro mês éramos quarenta. Houve, então, um problema sério do nosso lado. Uns goles de pinga a mais provocaram uma discussão entre Manuel, o carpinteiro, e João, o ferreiro. Ambos queriam ser “chefe da construção”. Naquela mesma noite o volume de águas cresceu e arrastou consigo nossos troncos e empurrou enormes pedras como se fossem cascalhos.

No seguinte fim de semana éramos apenas sete, limpando a costa para começar tudo de novo. Cinco meses depois, finalmente, colocávamos as proteções dos lados. – Coloquemos umas boas proteções para que as crianças possam correr pela ponte, sem perigo – nos disse o homem. Fomos oitenta, os que trabalhamos na construção das proteções. Pela tarde, oitenta e um; foi quando chegou meu tio, o último a incorporar-se. Naquela noite, mortos de cansaço, fomos todos olhar nossa ponte e nos sentamos ao redor de um grande fogo. Então nos demos conta de que amávamos a ponte, o rio e que gostávamos de estar juntos. Esta união, não nos abandonaria nas iniciativas que haveríamos de tomar depois.

Nos olhávamos com estima e em cada um de nós existia um secreto desejo de recuperar o tempo perdido, quando nem sequer nos olhávamos.

Isso tudo devíamos àquele homem pequeno, de olhos brilhantes e semblante de palhaço.

Autor desconhecido

Saber viver- Cora Coralina

Poema de Cora Coralina, na voz de Juca de Oliveira

O gato vaidoso- Monteiro Lobato

O gato vaidoso- Monteiro Lobato

Moravam na mesma casa dois gatos iguaizinhos no pelo, mas desiguais na sorte. Um, mimado pela dona, dormia em almofadões. O outro, no borralho. Um passava a leite e comia no colo. O outro, por feliz se dava com as espinhas de peixe do lixo.
Certa vez, cruzaram-se no telhado e o bichano de luxo arrepiou-se todo, dizendo:
– Passa ao largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu sou rico? Que és gato de cozinha e eu sou gato de salão? Respeita-me, pois, e passa ao largo…
– Alto lá, senhor orgulhoso! Lembra-te de que somos irmãos, criados no mesmo ninho.
– Sou nobre. Sou mais que tu!
– Em quê? Não mias como eu?
– Mio.
– Não tens rabo como eu?
– Tenho.
– Não caças ratos como eu?
– Caço.
– Não comes rato como eu?
– Como.
– Logo, não passas dum simples gato igual a mim. Abaixa, pois a crista desse orgulho e lembra-te que mais nobreza do que eu não tens – o que tens é apenas um bocado mais de sorte…

Monteiro Lobato

Vídeo Motivacional – O Melhor de 2012! -ESPETACULAR!

Vídeo Motivacional – O Melhor de 2012! -ESPETACULAR!

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Scene from the movie Shall We Dance?, song playing is Santa Maria (Del Buen Ayre) by The Gotan Project.

Scene from the movie Shall We Dance?, song playing is Santa Maria (Del Buen Ayre) by The Gotan Project.

Scene from the movie “Shall We Dance?”, song playing is “Santa Maria (Del Buen Ayre)” by The Gotan Project.

Eric Clapton – Wonderful Tonight

Eric Clapton – Wonderful Tonight

Eric Patrick Clapton (Ripley, 30 de março de 1945) é um guitarrista, cantor e compositor britânico. Apelidado de Slowhand, foi considerado o segundo melhor guitarrista da história pela revista norte-americana Rolling Stone.1
Embora seu estilo musical tenha variado ao longo de sua carreira, Clapton sempre teve suas raízes ligadas ao blues. Clapton foi considerado inovador pelos críticos em várias fases distintas de sua carreira, atingindo sucesso tanto de crítica quanto de público e tendo várias canções listadas entre as mais populares de todos os tempos, tais como “Layla”, “Wonderful Tonight” e a regravação de “I Shot the Sheriff”, de Bob Marley.
Em 2004 foi condecorado com o título de Comandante da Ordem do Império Britânico.

Antônio Abujamra declama Mário Quintana

Antônio Abujamra declama Mário Quintana

Antônio Abujamra declama Mário Quintana

Feche a boca e abra os braços

Feche a boca e abra os braços

Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida.

Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez. Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema “Como pôde fazer isso conosco?” Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela. Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?

Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço – com alguma frequência – quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe: “Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços.”

Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula.

Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto. Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido – e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia. Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços.

Kim correu para eles dizendo:

– Desculpa… Desculpa – repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.

– Eu também sinto muito, Kim – disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. – Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem que você não se cortou.

Felizmente, ela me perdoou. O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.

Quando meus filhos eram adolescentes – todos os cinco ao mesmo tempo – me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação. Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, algumas vezes, ruidosa e unilateral.

Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis. É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação por trás dela quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto. Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, apesar de tudo. Dava para trabalharmos com “o que você acha que devemos fazer agora”, em vez de ficarmos presos a “como foi que a gente veio parar aqui?”

Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família. Um deles veio me ver há alguns meses e disse “Mãe, cometi uma idiotice…”

Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha. Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira. Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.

– Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.

É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços.

Diane C. Perrone
Histórias para aquecer o coração das mães
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e outros
Editora Sextante

Lenda oriental

Conta uma lenda popular do oriente que um jovem chegou a um oásis, próximo de um povoado, e aproximando-se de um velho sábio, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoas vive neste lugar?

– Que tipo de pessoas vive no lugar de onde vens? – Perguntou o sábio.

– É um grupo de pessoas egoístas e malvadas, replicou o rapaz, estou satisfeito de ter saído de lá.

O sábio respondeu.

– Aqui encontrarás o mesmo.

No mesmo dia, um outro jovem aproximou-se do oásis para beber água e, vendo o sábio, perguntou-lhe:

– Que tipo de pessoas vive aqui?

O sábio respondeu com a mesma pergunta:

– Que tipo de pessoas vive no lugar de onde vens?

O rapaz respondeu-lhe:

– É um magnífico grupo de pessoas amigas, honestas e hospitaleiras. Fiquei um pouco triste por ter de deixá-las.

– O mesmo encontrarás aqui, respondeu o sábio.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao sábio:

– Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?

O sábio respondeu-lhe:

– Cada um carrega no seu coração o meio em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também encontrará aqui. Somos todos viajantes no tempo, e o futuro de cada um está escrito no passado; ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo.

INDICADOS