O homem que mais salvou vidas na história recente da humanidade

O homem que mais salvou vidas na história recente da humanidade

contioutra.com - O homem que mais salvou vidas na história recente da humanidade

Norman Borlaug. Esse é o nome de homem que pode ter salvo mais de um bilhão de vidas e você provavelmente nunca ouviu falar dele, mas com sua ciência ele mudou o mundo, trazendo esperanças para os famintos e para o próprio futuro da humanidade.

Borlaug, que nasceu em 1914 nos Estados Unidos, é um agrônomo que utilizando a genética conseguiu criar formas de trigo mais resistentes que as normais, modificando as terríveis previsões que existiam.

No meio do século passado, os especialistas acreditavam que a produção de alimentos no mundo não iria crescer o bastante para sustentar toda a humanidade, mas os estudos de Borlaug mudaram isso. Tanto que os países onde ele implantou suas técnicas conseguiram produzir tanto trigo que começaram a exportar.

Seu projeto se tornou tão grande, que mesmo sendo um agrônomo, ele acabou ganhando Nobel da Paz, além da Medalha Presidencial da Liberdade e da Medalha de Ouro do Congresso, dois dos maiores prêmios dados em solo americano.

Em números, ele pode ser colocado ao lados dos irmãos Wright , Thomas Edison e de Martin Luther King Jr.

Ele é um dos grandes exemplos de que qualquer pessoa, fazendo um grande trabalho, pode simplesmente mudar o mundo!

Fontes: http://minilua.com/o-homem-que-salvou-1-bilho-de-vidas/
http://www.desdeelexilio.com/2007/07/18/el-hombre-que-mas-vidas-ha-salvado-en-la-historia-de-la-humanidad/

Pai abandona emprego para achar cura de doença rara dos filhos

Pai abandona emprego para achar cura de doença rara dos filhos

contioutra.com - Pai abandona emprego para achar cura de doença rara dos filhos

Um pai que abandonou seu emprego há três anos para tentar achar a cura para a rara doença que afeta os seus dois filhos disse ter descoberto – junto com cientistas – uma forma de tratamento.

O britânico Nick Sireau, hoje com 40 anos, recebeu o diagnóstico de que seus filhos Julien e Daniel sofriam de alcaptonúria há 12 anos, quando eles ainda eram bebês. A doença é rara, e afeta apenas 60 pessoas na Grã-Bretanha.

Sireau abandonou seu emprego em 2010 como diretor de uma instituição de caridade para pesquisar formas de curar os filhos. Em trabalho com especialistas em medicina, ele descobriu que uma substância conhecida como nitisinona é “bastante eficiente” no tratamento.

O sintoma mais óbvio da doença é a urina escura. Com o tempo, os ossos também ficam com coloração escura. Em seguida, diversos órgãos têm seu funcionamento comprometido, como coração, olhos e rins.

“Quando recebemos o diagnóstico, os médicos nos disseram que não havia tratamento para a doença. Eles recomendaram que nós fossemos para casa e tentássemos não pensar muito no assunto”, contou Sireau à BBC.

“Obviamente não foi isso que fizemos. Nós fomos para casa e pensamos no que poderíamos fazer a respeito da doença.”

Sireau conta que, junto com sua mulher, ele passou a colaborar com o professor Lakshminarayan Ranganath e o paciente Robert Gregory, ambos do Royal Liverpool University Hospital, para pesquisar a doença.

Por anos, ele conciliou suas pesquisas com seu trabalho à frente da instituição de caridade, voltada para ajudar pessoas na África. No entanto, há três anos, ele resolveu abandonar o emprego e se dedicar integralmente tanto à pesquisa quanto à arrecadação de fundos para sua causa.

Ele conta que os pesquisadores suspeitavam que a nitisinona poderia ser eficaz no tratamento da doença, mas que o desafio era realizar testes em número suficiente para comprovar que existe de fato relevância estatística na hipótese.

A doença alcaptonúria faz com que o corpo acumule uma substância conhecida como ácido homogentísico em níveis 2 mil vezes superiores ao normal. Esse ácido em excesso escurece os ossos e afeta os funcionamento dos órgãos.

A nitisinona impede o acúmulo do ácido. Quanto mais cedo a substância é usada, após a detecção da doença, mais eficiente é o tratamento, diz Sireau.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2013/10/07/pai-abandona-emprego-para-achar-cura-de-doenca-rara-dos-filhos.htm

A honestidade deste sem-teto valeu-lhe 170 mil reais em doações

A honestidade deste sem-teto valeu-lhe 170 mil reais em doações

contioutra.com - A honestidade deste sem-teto valeu-lhe 170 mil reais em doações

Billy Harris era só mais um dos mendigos que, infelizmente, ocupam as ruas de centenas de cidades (a dele é em Missouri, Estados Unidos). Mas tudo mudou com uma esmola: Sarah Darling ofereceu umas moedas a Billy e, sem notar, deixou cair seu anel de diamantes. O mendigo não teve dúvidas e devolveu o que não era seu.

Sarah ficou maravilhada com a honestidade de Billy e decidiu abrir uma conta para arrecadar fundos para o pedinte. Desde o dia 14 de fevereiro, a conta já foi aumentada em 86 mil dólares, cerca de 170 mil reais.

Histórias assim são realmente inspiradoras, tanto de uma como de outra parte, ainda mais quando Billy prova que nunca colocou outra hipótese senão devolver e estranha até o sucesso da história: “No que o mundo se transformou? Alguém devolve o que não é seu e tudo isso acontece?”

Fonte: http://www.hypeness.com.br/2013/08/a-honestidade-deste-sem-teto-valeu-lhe-170-mil-reais-em-doacoes/

Avô escreve uma carta para a sua filha, após ela ter expulsado seu neto de casa por ser gay

Avô escreve uma carta para a sua filha, após ela ter expulsado seu neto de casa por ser gay

Essa é uma carta que está circulando por diversos blogs da internet. Ela teria sido escrita por um avô que teve seu neto expulso de casa pela filha após ela descobrir que ele era gay. O interessante da carta é que a compreensão do avô não está baseada em tabus e preconceitos e sim no amor.

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“Cara Christine,

Você me desapontou como filha. Você está certa sobre termos uma “vergonha na família”, mas errou sobre qual.

Expulsar seu filho de sua casa simplesmente porque ele disse a você que era gay é a verdadeira “abominação”. Uma mãe abandonar o filho é que “é contra a natureza”.

A única coisa inteligente que ouvi você dizer sobre tudo isso é que “não criou seu filho para ser gay”. Claro que não criou. Ele nasceu assim e escolheu isso tanto quanto escolheu ser canhoto. Você, entretanto, fez a escolha de ser ofensiva, mente-fechada e retrógrada. Então, já que esse é um momento de abandonarmos filhos, acho que chegou a hora de dizer adeus a você. Sei que tenho um fabuloso (como os gays dizem) neto para criar e não tenho tempo para uma filha que é uma vadia sem coração.

Se encontrar o seu coração, ligue pra gente.

Papai”

A história da humanidade contada em 2 minutos

A história da humanidade contada em 2 minutos

Um grupo de estudantes americanos vasculhou a internet atrás de imagens, colocou em uma sequência que possibilitasse contar em vídeo a história da humanidade desde o início até os tempos atuais e finalizou com a música Mind Heist, da trilha de Inception.
Mais de 10 milhões de visualizações no youtube.

Fonte: http://www.saberebomdemais.com

A misteriosa Síndrome de Paris

A misteriosa Síndrome de Paris

A Síndrome de Paris é uma curiosa condição psicológica que atinge alguns indivíduos que viajam para a capital da França com uma visão totalmente idealizada da Cidade das Luzes.

Os sintomas são caracterizados por delírios, alucinações, sentimentos de perseguição, ansiedade, entre outras manifestações psiquiátricas. Curiosamente, os mais afetados pela síndrome de Paris são os japoneses.

Um estudo de 2004 aponta que os japoneses são notoriamente mais suscetíveis. O estudo ainda indica que a sensibilidade à síndrome é devido a popularidade de Paris entre os japoneses e a forma como a mídia apresenta a cidade, como um lugar de sonhos onde toda mulher é uma top model e o ar cheira a perfume de marcas caras. Alguns japoneses realmente acreditam na imagem que a mídia vende e a chegada a Paris acaba se tornando uma grande decepção.

Certamente, Paris é uma cidade que vale à pena conhecer mas daí a acreditar que todos são ricos, bonitos e receptivos e que o ar é perfumado, vai uma distância muito grande. Como toda grande cidade, Paris também tem seus problemas.

Acredita-se que a barreira da linguagem, as diferenças culturais (mais acentuadas nos orientais), a imagem idealizada de Paris e a exaustão da viagem combinadas criem o ambiente necessário para induzir ao fenômeno.

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Fonte: http://bocaberta.org/2013/01/a-misteriosa-sindrome-de-paris.html

Irena Sendler, o anjo de Varsóvia que salvou mais de 2500 crianças dos nazistas

Irena Sendler, o anjo de Varsóvia que salvou mais de 2500 crianças dos nazistas

Quem vê essa simpática velhinha, não imagina o que ela fez.

Em 1942, os nazistas criaram o famigerado gueto de Varsóvia. Irena, horrorizada pelas condições em que ali se sobrevivia, uniu-se ao Conselho para a Ajuda aos Judeus, Zegota. Ela mesma contou em suas memórias:
Consegui, para mim e minha companheira Irena Schultz, identificações do gabinete sanitário, entre cujas tarefas estava a luta contra as doenças contagiosas. Mais tarde tive êxito ao conseguir passes para outras colaboradoras. Como os alemães invasores tinham medo de que ocorresse uma epidemia de tifo, permitiam que os polacos controlassem o recinto.

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Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu a autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações. Mas os seus planos iam mais além… Sabia quais eram os planos dos nazistas relativos aos judeus. Ela sabia que os planos incluíam a execução de todos eles, homens, mulheres, idosos, crianças…

Quando Irena caminhava pelas ruas do gueto, levava uma braçadeira com a estrela de David, como sinal de solidariedade e para não chamar a atenção sobre si própria. Assim ela se mimetizava com os judeus do gueto, que eram obrigados a usar a estrela.

Ela rapidamente entrou em contato com famílias, a quem propôs levar os seus filhos para fora do gueto, mas podia garantir que iam sobreviver. Eram momentos extremamente difíceis, quando devia convencer os pais que esses lhe entregassem seus filhos. Geralmente, lhe perguntavam:

“Pode prometer-me que o meu filho vai viver?”.

Ela negava sempre. Por mais duro que fosse, pois era a verdade.

“Quem podia prometer, quando nem sequer sabíamos se conseguiríamos sair do gueto?”

A única certeza era a de que as crianças morreriam se permanecessem lá. Muitas mães e avós eram reticentes na entrega das crianças, algo absolutamente compreensível, mas que viria a se tornar fatal para elas. Algumas vezes, quando Irena ou as suas companheiras voltavam a visitar as famílias para tentar fazê-las mudar de opinião, verificavam que todos já tinham sido levados para os campos da morte.

As famílias que aceitavam exportar seus filhos para fora do gueto cercado nazista o faziam com muita tristeza e medo.
Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira na parte de trás da sua caminhonete (para crianças maiores).

Ela começou a recolher as crianças em ambulâncias como vítimas de tifo, mas logo se valia de todo o tipo de subterfúgios que servissem para os esconder: sacos, cestos de lixo, caixas de ferramentas, carregamentos de mercadorias, sacos de batatas, caixões… nas suas mãos qualquer elemento transformava-se numa via de fuga.

Irena também levava na parte de trás da camioneta um cão, que havia treinado para ladrar aos soldados nazistas quando entrava e saia do Gueto. Claro que os soldados não queriam nada com o cão aparentemente feroz, e os latidos frenéticos tinham como objetivo encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer lá atrás.

Enquanto pôde manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2.500 crianças.

Mas um dia, deu ruim!

Os nazistas apanharam-na. Em 20 de Outubro de 1943 Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada.

Num colchão de palha, encontrou uma pequena estampa de Jesus com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a com ela até 1979, quando a ofereceu como um presente ao Papa João Paulo II.

Irena havia criado um arquivo secreto com os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias. Ela suportou a tortura e negou trair seus colaboradores ou revelar onde estavam as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas os nazistas não conseguiram quebrar a sua determinação.

Percebendo que não iriam arrancar nada dela, esperaram que ela se recuperasse e condenaram-na à morte.

Enquanto esperava pela sua execução, Irena recebeu uma visita de um soldado alemão. Ele disso que ia levá-la para um “interrogatório adicional”.

Ao sair da prisão, ele gritou-lhe em polonês: –“Corra!”

Já imaginando que seria baleada pelas costas, Irena, contudo, correu e jogou-se por uma porta lateral. Ela fugiu, escondendo-se nos becos cobertos de neve até ter certeza de que não estava sendo seguida.

No dia seguinte, já abrigada entre amigos, Irena descobriu seu nome na lista de poloneses executados pelos alemães. Essas listas saíam nos jornais.

Os membros da organização tinham conseguido deter sua execução, subornando os alemães. A partir dali Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.

Ela ainda mantinha o registro com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, guardadas num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.

Depois de terminada a guerra, Irena tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir as famílias. A maioria, entretanto, tinha sido levada para as câmaras de gás. Para os órfãos, ela ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.

Em 2006 seu nome foi proposto para receber o Prêmio Nobel da Paz… Mas ela não foi selecionada. Quem o recebeu foi Al Gore por sua campanha sobre o Aquecimento Global. Ela morreu em 12 de maio de 2008.

“A razão pela qual resgatei as crianças têm origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade.

– Irena Sendler

Fonte:  Mundo Gump

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Alessandra Ferri – Sting

Alessandra Ferri – Sting

Alessandra Ferri nasceu em 6 de maio de 1963 em Milão(Itália), e começou a estudar ballet no Teatro La Scala Ballet School, que mais tarde foi transferido para a escola superior Royal Ballet School em 1980 ela representou o Prix de Lausanne ganahando uma bolsa o que permitiu que ela continuasse na escola, em 1982 foi nomeada para o prêmio Laurence Oliver-Primeira Melhor Realização do Ano no Ballet por seu desempenho no Ballet Mayerling, em 1983 foi nomeada e ganhou o prêmio Laurence Oliver -Melhor Desempenho Individual do ano em uma produção de dança Nova por seu papel em Sir Kenneth MacMillan’s Valleys of Shadows. Em 1984 foi promivida ao cargo de Bailarina principal ou primeira bailarina.Em 1985 deixou o Royal Ballet, a pedido de Mikhail Baryscknikov para se tornar a bailarina principal com a American Ballet Theatre, em Baryscknikov(direção própria).
Em 1992 tornou-se Guest Star of American Ballet Theatre e começou a colaborar muito com o Ballet do Teatro La Scala tornando-se reconhecida como Primeira Bailarina assoluta da empresa.
Alessandra Ferri hoje é aposentada e teve duas filhas Matilde que nasceu em 1997 e Emma que nasceu em 2002,e se juntou a sua mãe no palco em sua despedida. Performance Matilde.

Song : Gunslinger Girl il Teatrino

Fonte: http://balletemais.blogspot.com.br/2010/11/alessandra-ferri.html

Grace of Monaco- lançamento 14 de fevereiro de 2014

Grace of Monaco- lançamento 14 de fevereiro de 2014

Tendo Nicole Kidman no papel de Grace Kelly, a história gira em torno de uma disputa política entre França e Mônaco, em 1962. À época, o líder francês Charles De Gaulle se mostrava muito incomodado com o fato do principado ter se tornado um paraíso fiscal e chegou a dar um prazo de seis meses para que o príncipe de Mônaco Rainer III (Tim Roth) modificasse sua legislação tarifária. Aos 33 anos e sem mais atuar como atriz, a princesa Grace Kelly usou todo seu prestígio nos bastidores para evitar que o confronto fosse ainda maior.

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-201484/

Homem salva a vida de 2,2 milhões de bebês graças ao seu sangue raro

Homem salva a vida de 2,2 milhões de bebês graças ao seu sangue raro

Nem todos podemos ter um sangue tão bom e raro quanto o deste senhor de 74 anos, mas fica a dica: um pequeno gesto seu pode mesmo salvar a vida de outras pessoas.

contioutra.com - Homem salva a vida de 2,2 milhões de bebês graças ao seu sangue raro

E pensar que tudo acontece graças a um gesto simples. James Harrison é um australiano de 74 anos, que inscreveu seu nome no Guinness Book por ter doado 480 litros de sangue (e atenção que isto foi em 2003). Mas Harrison não é um doador qualquer: ele tem um tipo de sangue tão raro que, graças a essas doações, salvou a vida de mais de 2 milhões de crianças.

Sem surpresa, ele é conhecido como “o homem do braço de ouro”. De fato, seu braço vale bem mais do que ouro, vale a vida de crianças. Por que? Porque o sangue de Harrison é aplicado na criação de uma vacina administrada a mães ou recém-nascidos para prevenir a doença de Rhesus – que acontece quando o sangue da mãe é Rh-e e o do bebê é Rh+. O sangue de Harrison produz um anticorpo que permitiu aos cientistas criar essa vacina anti-D, como é conhecida.

A importância deste senhor na vida das crianças, inclusive do próprio neto, que também ajudou a salvar, fez com que lhe fosse oferecido um seguro de vida no valor de um milhão de dólares australianos, cerca de R$ 1,8 milhão. O mais curioso é que o próprio senhor foi ajudado, quando tinha 14 anos e foi submetido a uma cirurgia no peito, à qual só sobreviveu graças à doação e transfusão de 13 litros de sangue. Estima-se que tenha sido por isso que ele desenvolveu esses anticorpos tão importantes para estes 2,2 milhões de crianças.

Fonte: http://www.hypeness.com.br/2013/06/homem-salva-a-vida-de-22-milhoes-de-bebes-gracas-ao-seu-sangue-raro/

Brasil é o penúltimo país em pesquisa sobre valorização de professor

Brasil é o penúltimo país em pesquisa sobre valorização de professor

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 03 de outubro, mostra que, entre 21 países, o Brasil fica em penúltimo lugar em relação ao respeito e à valorização dos seus professores. Para montar o Índice Global de Status de Professores, da Varkey GEMS, os estudiosos entrevistaram mil pessoas em cada um dos países.

De acordo com o estudo, os professores têm o melhor status na China e o pior, em Israel.

Em cada país, os pesquisadores analisaram se a profissão é muito procurada, qual é o status social dos professores e se os entrevistados acreditam que os alunos respeitam os docentes. Os dados foram reunidos em um índice e, em seguida, classificados.

Os países pesquisados foram: Brasil, China, República Tcheca, Egito, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Israel, Itália, Japão, Países Baixos, Nova Zelândia, Portugal, Turquia, Cingapura, Coreia do Sul, Espanha, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos.

Os entrevistados responderam a perguntas sobre como o ensino se compara a outras profissões, se consideravam a remuneração dos professores justa, se encorajariam os seus filhos a se tornarem professores e o quanto achavam que os alunos respeitam os professores.

Eles também foram questionados sobre atitudes em relação a professores de ensino fundamental, professores de ensino médio e diretores de escola, assim como a atitudes em relação ao sistema de ensino.

Os estudiosos também questionaram sobre a remuneração e as condições de trabalho dos professores. Em 95% dos países, os pesquisados apoiam um salário maior para os professores em relação ao que ganham atualmente.

Brasil

A pesquisa mostra que, entre os entrevistados, os brasileiros foram os que mais disseram que os professores tiveram influência em suas vidas.

Os brasileiros também disseram que apoiam salários mais altos para os professores e 88% acham que eles deveriam ser remunerados de acordo com o desempenho de seus alunos.

A desvalorização desses profissionais fica clara quando os entrevistados são perguntados se gostariam que seus filhos fossem professores: apenas 20% responderam que sim. Por outro lado, 45% dos pesquisadores disseram que não encorajariam seus filhos a se tornarem docentes.

Na China, que ficou em primeiro lugar no ranking, 50% dos pais encorajariam os seus filhos a serem professores, enquanto apenas 8% fariam o mesmo em Israel, último colocado entre os 21 países. Em geral, os países que mais respeitam os professores são aqueles que mais encorajam os seus filhos a terem essa profissão.

Confira o Ranking

1- China
2- Grécia
3- Turquia
4- Coréia do Sul
5- Nova Zelândia
6- Egito
7- Cingapura
8- Holanda
9- EUA
10- Reino Unido
11- França
12- Espanha
13- Finlândia
14- Portugal
15- Suíça
16- Alemanha
17- Japão
18- Itália
19- República Tcheca
20- Brasil
21- Israel

Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/10/03/brasil-e-o-penultimo-em-pesquisa-sobre-valorizacao-de-professor.htm

“Morte e Vida Severina” em versão desenho animado

“Morte e Vida Severina” em versão desenho animado

Promovendo uma releitura da obra prima de João Cabral de Melo Neto, o cartunista Miguel Falcão adaptou para o formato quadrinhos o memorável “Morte e Vida Severina”. A produção ficou por conta da TV Escola, Canal do ministério da Educação e da Fundação Joaquim Nabuco.

Preservando o texto original, a animação 3D dá vida e movimento aos personagens deste auto de natal pernambucano, publicado originalmente em 1956. A obra é dirigida por Afonso Serpa e produzido por Roger Burdino. Quem assina a trilha sonora é Lucas Santtana. A atuação é do ator Gero Camilo dando vida ao personagem principal.

A versão audiovisual, em preto e branco, narra a dura caminhada de Severino, um retirante nordestino, que migra do sertão para o litoral pernambucano em busca de uma vida melhor.

Fonte: http://catracalivre.com.br/geral/cinema-dica-digital/indicacao/assista-ao-filme-morte-e-vida-severina-em-versao-desenho-animado/

Preso por um comentário no facebook

A internet não só não é “terra de ninguém” como pode trazer problemas sérios ao cobrar judicialmente a responsabilidade de quem fala o que quer. Cuidado com o que você posta. Pode sim dar cadeia.

Por Mauro Donato

No recente caso ocorrido no bairro do Butantã (SP) em que as irmãs Victorazzo de 13 e 14 anos foram mortas pela própria mãe numa condição envolta em tanta complexidade que uma avaliação psquiátrica tornou-se primeiro passo, um leitor assinado como Leo Dias comentou abaixo da notícia em um grande portal: “Matem essa cachorra na cadeia”.

Há um risco muito grande nesse comportamento, normalmente desprezado ou ignorado. A internet não só não é “terra de ninguém” como pode trazer problemas sérios ao cobrar judicialmente a responsabilidade de quem fala o que quer.

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“Ameaça, calúnia, difamação, injúria, são crimes ao vivo ou por meio da internet. Aliás, essa divisão – mundo real ou mundo virtual – não existe. O que quer que tenha repercussão e interesses jurídicos é passível de responsabilização, sendo que no mundo virtual existe a agravante que é a extensão do dano”, diz Gustavo Guimarães Leite, do ZRDF Advogados.

“Difamar ou caluniar alguém aos gritos no meio a rua é uma coisa, fazê-lo na internet é outra, a dimensão do dano é exponencial, a quantidade de pessoas suscetíveis ao ato passa a ser muito maior, portanto a gravidade também é maior”.

Não vivemos sob um regime chinês ou mesmo iraniano, cujo acesso ao Facebook está sendo vagarosamente permitido só agora após 4 anos de bloqueio total. Temos liberdade para acessar, opinar e dar pitacos em tudo o que acreditamos ser relevante. Porém muitos passam daquilo que Obama chama de linha vermelha. “A todos é assegurado o direito à livre manifestação, é um direito constitucional. O que não significa que, ao exercê-lo, você possa ultrapassar determinados limites impostos, principalmente ofender terceiros. Configura-se ato ilícito, abuso de direito, que é passível de responsabilização”, afirma Leite.

Engana-se ainda quem acredita estar protegido caso o ataque não seja individualizado. “Antes de mais nada, é preciso haver a denúncia, que pode ser de uma pessoa (para um crime pessoal – de ação condicionada – só a vítima pode denunciar), mas pode ser movida uma ação penal através do Ministério Público, por exemplo”, continua Gustavo Leite.

Foi o risco que correu o estilista Alexandre Herchcovitch. Após participar da manifestação do dia 17 de junho, no dia seguinte seu perfil oficial do Twitter continha a seguinte frase: “Por que não acontecem manifestações no norte e nordeste? É lá que elegem os políticos corruptos do Brasil”. A repercussão foi tão negativa, inclusive entre seus seguidores, que Herchcovitch saiu-se com uma explicação ao estilo porta dos fundos, alegando que sua conta pessoal havia sido hackeada.

Cancelou a conta, mas não evitou provar da máxima “quem fala o que quer, ouve o que não quer” que a internet propicia com crueldade: “Eu sugiro que o moço vá para o Senegal, onde dimensões penianas generosas poderão aplacar eventuais desgostos políticos. Bonne chance!”, foi postado por um leitor do G1, comprovando que dois erros não fazem um acerto.

Mesma sorte não teve um advogado paranaense que, trabalhando em um escritório de São Luís do Maranhão, passou a publicar comentários em sua rede social criticando a cultura maranhense. Alegou que o Brasil não evoluiria por causa dos nordestinos e sugeriu que as regiões Norte e Nordeste sejam riscadas do mapa brasileiro, restando apenas Sul e Sudeste. A Ordem dos Advogados instaurou procedimento disciplinar contra o advogado por conduta indevida de xenofobia e ele hoje está em vias de perder seu registro para exercício da atividade.

Na selva cibernética, as empresas também são alvos frequentes e decisões judiciais estão ajudando a protegê-las dos excessos. A Justiça de Piracicaba condenou três mulheres que organizaram através do Facebook um protesto difundindo boicote à rede Habib’s, a pagarem uma indenização de R$ 100 mil (R$ 33,3 mil para cada uma) pois a iniciativa teve “o intuito de abalar a reputação” da empresa e a induzir a “sociedade a não consumir os produtos por ela fornecidos”.

O que faz pessoas julgarem um suicida como Champignon, baixista do Carlie Brown Junior, ou que defendam a extradição compulsória de nordestinos após uma reintegração de posse ocorrida no Grajaú à base de bombas de gás da polícia contra mulheres e crianças é algo que deixo para a psiquiatria explicar. Já as consequências, quem explica é a legislação. Cuidado com o que você posta. Pode sim dar cadeia.

Sobre o Autor
Mario Donato é fotógrafo nascido em São Paulo. Foi uma das maiores revelações do futebol praiano nos idos dos anos 80, até sofrer uma entrada mais dura de um caiçara.

Fonte: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2013/09/preso-comentario-facebook.html

Rita Hayworth Sway Dancing (a dancing tribute of Rita)

Rita Hayworth Sway Dancing (a dancing tribute of Rita)

Rita Hayworth (nome artístico de Margarita Carmen Cansino; Nova Iorque, 17 de outubro de 1918 — Nova Iorque, 14 de maio de 1987) foi uma atriz norte-americana de ascendência hispano-irlandesa, que atingiu o auge na década de 1940 e tornou-se um mito eterno do cinema.
Rita passou por uma difícil transição de dançarina de cabaré para estrela de cinema. Ela era, em primeiro lugar, uma dançarina; tornar-se atriz foi uma maneira de ganhar a vida.

Rita Hayworth Sway Dancing (a dancing tribute of Rita)

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