Caso alguém lhe ofereça um ponto de vista diferente sobre uma realidade, sempre é bom considerar.
Histórias e experiências de vida diversas levam a visões de mundo que podem ser até mesmo opostas.
Essa animação aborda uma outra questão interessante que é, considere a opinião do outro, mas não abandone sua certeza ao fazê-lo.
Assista e você entenderá o que quero dizer.
Quem avisa, amigo é!
Como falar com alguém que sofra da doença de Alzheimer
Lidar com um uma pessoa que sofra da doença de Alzheimer não é fácil e por vezes até se torna constrangedor – afinal de contas, como falar com uma pessoa que parece viver exclusivamente no passado e que pode vir a ter cada vez mais problemas de comunicação?
- Sempre que falar com uma pessoa que sofra da doença de Alzheimer deve fazê-lo de forma calma e tranquila – evite pressas. Por outro lado, as frases devem ser curtas, claras e diretas para facilitar a compreensão por parte do doente. Evite utilizar a palavra “não”, principalmente no início de uma frase, uma vez que os doentes com Alzheimer muitas vezes não registam as primeiras palavras de uma frase, ou seja, “não te sentes aí” pode ser entendido como “senta-te aí”.
- Sempre que falar com um doente com Alzheimer, evite forçá-lo a reconhecê-lo a si ou às outras pessoas que possam estar presentes – o mesmo aplica-se a eventos ou incidências recentes. Por outro lado, também não se deve deixar levar pelas questões incessantes e repetitivas que a pessoa pode fazer-lhe, opte antes por mudar o tema de conversa para um assunto sobre o qual sabe que o doente goste de falar.
- Quando fala com um doente com Alzheimer deve ter cuidado com a sua própria linguagem corporal, ou seja, a posição dos braços e mãos, sorrir exageradamente ou não o suficiente. Evite falar muito alto ou gritar com a pessoa – nem todos os idosos ouvem mal! Gestos e tons de voz excessivos podem assustar uma pessoa com Alzheimer.
- A doença de Alzheimer é irreversível e quem dela sofre irá perder, progressivamente, a sua memória de curto prazo, prevalecendo a memória de longo prazo. Por isso, e para assegurar a comunicação com a pessoa, quem fala com ela deve adaptar-se a esta nova realidade – apesar de isso implicar conversas sobre coisas que aconteceram há 30 anos atrás (e sobre as quais pode ou não ter conhecimento), terá a vantagem de manter o doente alerto e comunicativo.
- No que toca aos doentes com Alzheimer, o mais importante é mesmo conversar – o assunto é completamente secundário. Para manter uma conversa com uma pessoa que sofra de Alzheimer busque inspiração naquilo que vos rodeia: comentem o que está a dar na televisão, as pessoas que estão a passar na rua ou assuntos em que a pessoa sempre teve grande interesse. Por vezes, a pessoa com Alzheimer quer apenas ouvir uma voz amiga – leia para ela um livro, revista ou jornal em voz alta.
- Para além de falar, existem inúmeras outras maneiras de comunicar com um doente com Alzheimer, principalmente se este já apresenta dificuldades em formular frases completas ou se já deixou mesmo de falar. Um abraço forte, segurar-lhe a mão, um carinho nas costas, um sorriso ou piscar de olhos podem valer mais de mil palavras.
- Comunicar com um doente com Alzheimer é também estar atento à sua linguagem corporal e expressões faciais: gostam de ser tocados? Apreciam ouvir música? Estão contentes sentados no sofá a folhear revistas? Gostam de passar horas à janela a ver quem passa ou precisam de companhia física?
- Tão importante como a forma com que se fala com um doente com Alzheimer, é a forma como se aborda a pessoa. A confusão e a agitação são outros sintomas desta doença e, por isso mesmo, deve abordar um doente com Alzheimer sempre de forma tranquila e gentil. No entanto, evite aparecer-lhe de lado, ou seja, a abordagem deve ser feita de frente, para que a pessoa não se assuste.
- A doença de Alzheimer também é caracterizada por comportamentos agressivos e até violentos – algo que pode ser despoletado pela forma como fala com a pessoa ou se a assustou de alguma maneira. Por vezes, o doente pode gritar, chorar, tentar bater ou até fugir e estas são reações que podem tornar-se normais. Não leve estes comportamentos a peito (afinal é a doença a falar e não o doente), nem tente falar (ou pior, gritar) para tentar acalmar a pessoa – o mais certo é inflamar ainda mais a situação. Deixe que a pessoa se acalme por si só antes de voltar a falar com ela.
- Uma das maiores tristezas relacionadas com a convivência com um doente com Alzheimer é o facto de a pessoa deixar de reconhecer quem os rodeia, mesmo que seja um marido, filho ou neto. É triste, mas é assim mesmo e não há volta a dar. Por isso mesmo, sempre que falar com uma pessoa com Alzheimer identifique-se, ou seja, diga o seu nome e quem é. Infelizmente, muitos doentes com Alzheimer deixam mesmo de perceber o que significa “irmã”, “tia” ou “vizinha”, e nesses casos é melhor limitar-se ao nome apenas.
- Se não desejar falar com ele, não obrigue nenhum familiar que não se sinta confortável na presença do doente com Alzheimer a fazê-lo, porque a própria pessoa pode pressentir tudo isso. Da mesma maneira que não deve falar sobre o doente a terceiros, na presença do próprio – podem sofrer de perda de memória, ter dificuldade em comunicar, mas não em compreender.
- Aproveite bem cada momento que passa com o doente com Alzheimer, seja a conversar ou em silêncio, esteja presente e mostre isso à outra pessoa. Vão surgir momentos em que o doente vai lembrar-se realmente de alguma coisa especial e são essas as recordações que deve guardar para sempre.
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Filme raro “The Beatles” -Hey Bulldog
“Hey Bulldog” é uma canção dos Beatles que apareceu pela primeira vez no álbum de trilha sonora de Yellow Submarine em 1969. Escrita por John Lennon (creditada a Lennon / McCartney), a canção foi gravada durante as filmagens de “Lady Madonna”, vídeo promocional.
Trem passa dentro de feira na Tailândia
“The Railway Maeklong” , também conhecido como o Mae Klong Railway, é uma ferrovia que se estende por cerca de 67 km (42 milhas) entre Wongwian Yai, Bangkok, e Samut Songkhram, na Tailândia.
A ferrovia tornou-se famosa pela sua rota através do Mercado “Railway Maeklong”, que é um dos maiores mercados de frutos do mar daTailândia, e é centrado em torno da trilha da ferroviária Maeklong.
O fato mais curioso e aparentemente nada seguro é que, sempre que um trem passa pela linha que corta o mercado, acontece uma mobilização “automática” da população e dos comerciantes. Os toldos são recolhidos e as pessoas se afastam. E imediatamente após a passagem do trem tudo é reposicionado imediatamente como se nunca um “trem” tivesse passado por ali.
Vejam o vídeo pois é realmente impressionante.
Abaixo, um vídeo também incrível de um trem cortando a neve no Japão
Snowplow train, Soya Line,Hokkaido, Japan
Mãe, vou embora de casa
Após presenciar cena da mãe demonstrando amor a uma plantinha, menino fica arrasado e decide ir embora de casa.
No final, já com sua mochila, para na porta e diz para mãe:
“Mãe, me leva?”
Criativa e muito delicada, vale a pena assistir.
Como é uma propaganda argentina, está em espanhol, mas dá para entender perfeitamente.
Snow Patrol – Chasing Cars
Snow Patrol é uma banda de rock irlandesa/escocesa formada no final de 1994 pelo vocalista e guitarrista Gary Lightbody e pelo baixista e teclista Mark McClelland, dois estudantes da Irlanda do Norte que, na época, estavam procurando escolas em Dundee, na Escócia. Dentre os sucessos da banda, destacam-se os singles “Run”, “Signal Fire”, “Open Your Eyes”, “Chasing Cars” e “Just Say Yes”.
Abaixo “Chasing Cars”
Menina que dança diferente se torna estrela
Uma das características infantis que mais admiramos e que vamos perdendo ao longo dos anos é a espontaneidade.
Essa menininha do vídeo levou isso a sério e fez o que toda criança deveria fazer…divertiu-se muito em sua apresentação!!!
Vale conferir!
Menina que dança diferente se torna estrela por Zoomin_Brasil
“Ratio” de Murat Sayginer (absolutamente fenomenal)
É absolutamente impossível ficar indiferente a sequência de cenas dessa animação. Um trabalho notável realizado por Murat Sayginer, um artista visionário que trabalha nas áreas de fotografia de arte e computação gráfica, e que também é conhecido como um artista digital.
Confesso que, quando dei por mim, estava de boca aberta assistindo “a criação” da escultura.
Ratio from MURAT SAYGINER on Vimeo.
Fonte: http://www.kuriositas.com/
Discurso de um pai no casamento da filha- emocionante
Os rituais religiosos são grandes momentos de passagem de nossa sociedade e, através deles, convidamos pessoas próximas para testemunharem e compartilharem nossas escolhas em cerimônias e festas.
Nesse vídeo, um pai faz um emocionante discurso no momento de entregar sua filha, a noiva, ao seu escolhido.
Dificilmente você conseguirá não se emocionar.
Rita Apoena- reflexões sobre a depressão
Quando eu saí de uma importante depressão, eu disse a mim mesma que o mundo no qual eu acreditava deveria existir em algum lugar do planeta. Nem se fosse apenas dentro de mim… Mesmo se ele não existisse em canto algum, se eu, pelo menos, pudesse construí-lo em mim, como um templo das coisas mais bonitas em que eu acredito, o mundo seria sim bonito e doce, o mundo seria cheio de amor, e eu nunca mais ficaria doente. E, nesse mundo, ninguém precisa trocar amor por coisa alguma porque ele brota sozinho entre os dedos da mão e se alimenta do respirar, do contemplar o céu, do fechar os olhos na ventania e abrir os braços antes da chuva. Nesse mundo, as pessoas nunca se abandonam. Elas nunca vão embora porque a gente não foi um bom menino. Ou porque a gente ficou com os braços tão fraquinhos que não consegue mais abraçar e estar perto. Mesmo quando o outro vai embora, a gente não vai. A gente fica e faz um jardim, qualquer coisa para ocupar o tempo, um banco de almofadas coloridas, e pede aos passarinhos não sujarem ali porque aquele é o banco do nosso amor, do nosso grande amigo. Para que ele saiba que, em qualquer tempo, em qualquer lugar, daqui a não sei quantos anos, ele pode simplesmente voltar, sem mais explicações, para olhar o céu de mãos dadas.
Rita Apoena
É possível ser feliz sendo pobre? – Flávio Gikovate
Vivemos em uma sociedade que teoricamente vende a ideia de que a felicidade tem a ver com o luxo, o consumismo e as coisas materiais, mas a harmonia interior, os bons amigos, o bom convívio afetivo e social, as atividades físicas e intelectuais não dependem do dinheiro.
Assistam essa excelente explanação de Flávio Gikovate onde ele aborda o tema de forma simples e clara.
E para quer quiser saber mais sobre Flávio Gikovate, seguem as dicas que ele mesmo deixa em seu canal do youtube:
Site: www.flaviogikovate.com.br
Facebook: www.facebook.com/FGikovate
Twitter: www.twitter.com/Flavio_Gikovate
Livros: www.gikovatelojavirtual.com.br
É possível ser feliz sendo pobre? – Flávio Gikovate
Esse blog possui autorização de Flávio Gikovate para a reprodução desse material.
Essa tal felicidade…(tirinha)
“Embora o luxo seja atraente e tentador, ele nos deixa pouco à vontade. É na simplicidade que rimos alto e sem medo, sentamos nas calçadas, baixamos nossa guarda e somos sinceramente felizes. ”
Josie Conti
Sou absolutamente contra o comodismo mas, muitas vezes, uma boa noite de sono ou uns dias sem muitas preocupações são os melhores remédios para nos ajudar a perceber o que realmente importa.
Quadrinhos via Minilua
Saudade, Lígia Guerra
“Saudade é uma das palavras mais presentes nas poesias de amor da língua portuguesa e também na música popular, “saudade”, só conhecida em galego-português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, distância e amor. A palavra vem do latim “solitas, solitatis” (solidão), na forma arcaica de “soedade, soidade e suidade” e sob influência de “saúde” e “saudar”.”
Esse sentimento embora bastante triste tem uma beleza única, pois só o possui quem ama ou amou muito alguém… Quem amou de maneira especial uma fase da sua da vida… Quem deixou a sua terra para trás… Sempre que a saudade invade a minha alma, sinto as suas mãos segurando o meu coração que agitado se debate tentando não agonizar. Sinto as suas mãos impiedosas me revirando por dentro. Ainda assim prefiro senti-la, pois isso prova que vivi e vivo intensamente a minha jornada. Quem não derruba lágrimas, seja de alegria ou de tristeza, quem não se perturba com nada e está acima das próprias emoções, já está morto sem saber. A saudade é um grito de vida, já conheci pessoas que foram resgatadas de suas ilhas emocionais por ela… Pessoas que se entregaram à depressão, ao desamor e ao isolamento, mas que ao se reconectarem com vida que tiveram um dia, através das saudades, relembraram do quanto foram capazes de amar e de serem felizes! Isso as impulsionou a resgatarem o amor pela própria existência. Quantos filmes, livros e poemas são narrados pelas lembranças? O que seriam dessas obras se a história contada não fosse embalada pela saudade? A minha saudade terna, triste, feliz e doce sussurra aos meus ouvidos… E em segredo confessa: “Tudo está valendo a pena… Agora é hora de olhar para frente e seguir adiante… Pois logo ali, daqui a pouquinho… Você também estará com saudades desse momento…” E suavemente se despede até o nosso próximo encontro…
Lígia Guerra
Site oficial: http://ligiaguerra.com.br/
Amy Winehouse canta “All my lovin”, sucesso dos Beatles
Amy Winehouse, falecida em 2012, foi uma cantora e compositora britânica conhecida por seu poderoso e profundo contralto vocal e sua mistura eclética de gêneros musicais, incluindo soul, jazz e R&B.
Nessa interpretação de “All my Lovin” mostra, além de sua capacidade vocal, seu estilo único de interpretar.
Site oficial: http://www.amywinehouse.com/















