O amor que se vai – Flávio Gikovate

O amor que se vai – Flávio Gikovate

A separação amorosa continua sendo uma das mais dolorosas que existe. Ela pode ter aumentado com a crise mundial, mas — independentemente disso — conhecê-la mais de perto ajuda a lidar melhor com as rupturas (conjugais, profissionais, mundiais) que estamos vivendo. Como aprendo a me levantar de uma traição, de um abandono, de uma separação?
Palestra de Flávio Gikovate no programa Café Filosófico CPFL.
O áudio começa muito ruim , mas melhora depois de uns 2 minutos.

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Por que é tão difícil terminar um relacionamento? – Flávio Gikovate

Por que é tão difícil terminar um relacionamento? – Flávio Gikovate

Toda união estável, longa e duradoura corresponde a um elo muito forte. Quando esse elo se rompe, parecemos encarar uma ‘dor de morte’.
No entanto, essa ruptura tem mais a ver com a ‘dor do nascimento’ do que com o fim da vida.

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“O-que-mora-dentro…”, por Guilherme Antunes

“O-que-mora-dentro…”, por Guilherme Antunes

Como não sabemos o valor do que mora dentro; como não nos ensinaram a enxergar o que somos e quem realmente somos, através dos olhos dos outros nos reconhecemos. O nosso valor então, deixa de ser intrínseco e se torna fluído numa precária verdade, por aquilo que vestimos, pelo carro que compramos e pelo que demais ostentamos. A nossa medida é dita pelo que temos e não pelo que somos; coisa que ninguém, além de nós mesmos, podemos saber. A riqueza é mero reflexo da superfície; frágil por sinal. Assim, um sopro, um elogio ou uma crítica sempre nos atingirá e nos balançará, sejam elas sinceras ou não. Bem aventurados aqueles que fecharam os olhos e então souberam quem realmente são, para além das coisas do mundo.
Guilherme Antunes

contioutra.com - "O-que-mora-dentro...", por Guilherme Antunes
Photo by Federico Erra

Guilherme Antunes é amante das palavras, da filosofia e dos temas da Alma. Sinestésico e musical, buscador, contraditório, intenso, vasto. Sommelier de groselha, servidor público, poeta e farsante. Ele é aquilo que ninguém vê.

Publicação autorizada pelo autor.
Para mais informações sobre o escritor e seus trabalhos:
http://arkhipelago.blogspot.com.br/

 

Sobre o Halloween, um texto de Eduardo Lacerda

Sobre o Halloween, um texto de Eduardo Lacerda

São tão ingênuas essas críticas ao ‘halloween’: colonialismo, imperialismo, mimimismo. Como se nosso país não fosse uma fusão de diversas culturas que coexistem (bem ou mal). A pessoa toma cerveja. Joga futebol. Vê o filme do Woody Allen. Pira com uma guitarra. Comemora natal e dias santos católicos. Mas, claro, quer mostrar sua consciência nacional contra o halloween no facebook. Má vá! Amiguinhos, nada mais nazifascista do que a luta por uma pureza racial ou cultural. O bonito do Brasil não é a comemoração do Saci, nem do Halloween. É do Saci no Halloween, é da mistura. E da liberdade de se fazer o que se quiser culturalmente.
Eduardo Lacerda

Nota da Conti outra: o texto acima foi publicado neste site com a autorização do autor.
contioutra.com - Sobre o Halloween, um texto de Eduardo Lacerda

Eduardo Lacerda, autor do livro de poemas Outro dia de folia, nasceu em Porto Alegre em 1982, mas vive em São Paulo, cidade que ama, desde os dois anos de idade. Cursou Letras, com habilitação em Português e Linguística, na Universidade de São Paulo, mas não concluiu o curso. Como um legítimo geminiano, também não conseguiu concluir nada até hoje. Coeditou a Revista Metamorfose e O Casulo – Jornal de Literatura Contemporânea. Já trabalhou como assistente de produção cultural na Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e como produtor cultural no Programa São Paulo: um Estado de Leitores. Atualmente, é coeditor da Editora Patuá, onde acredita que livros são amuletos. Tem poemas publicados em revistas eletrônicas e impressas como Entrelivros, Mirante, Ventos do Sul, Cronópios, Germina e em algumas antologias, como a Antologia Vacamarela e El Vértigo de los Aires (México). Não se considera poeta, sua verdadeira paixão é fazer nascer livros e poetas. Não se leva a sério, embora leve a sério a literatura. Por fim, gosta de truco, tango, cerveja, tarot, video-games e orquídeas. Outro dia de folia foi premiado pelo ProAC 2011 – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo.

Publicação autorizada pelo autor.

Un conte- animação absolutamente impactante

Un conte- animação absolutamente impactante

Gênero: Drama
Duração: 2:24
Direção: Guilherme Arantes
País de Origem: França.

No início eu não entendi o motivo de tanta violência, mas no final tudo fica claro. O curta é impactante pela realidade que explicita.
Cavaleiros, por mais poderosos que sejam, jamais protegerão uma criança de um pai violento.

Fonte: http://cineeterno.com/2013/09/sessao-curtas-un-conte.html

Smile- tocante animação de Paris Zarcilla

Smile- tocante animação de Paris Zarcilla

“Smile”, animação de Paris Zarcilla, conta uma história tocante sobre um robô que procura por uma coisa que a tecnologia não pode lhe dar.

George Benson – On Broadway (Live)

George Benson – On Broadway (Live)

George Benson (Pittsburgh, 22 de Março de 1943) é um guitarrista norte-americano de Smooth jazz.
George Benson – On Broadway

Depois do Bob Esponja…esse foi o pior (humor)

Depois do Bob Esponja…esse foi o pior (humor)

Esse homem fez uma coisa que costumamos ver em desenhos animados mas que, com certeza, ele nunca deveria ter feito. Mas, já que fez e agora que sabemos que ele saiu vivo, podemos rir com os resultados. Apresento para vocês o “Homem Esponja”.

Bebê palito: fantasia moderna e super criativa para o dia das bruxas!

Bebê palito: fantasia moderna e super criativa para o dia das bruxas!

A criatividade não tem fim. Um pai moderninho fez uma fantasia com luzes de led para sua filhinha de 2 anos. O resultado? Apaguem as luzes e vocês verão um bebê palito se divertindo de montão!

Zalipie: o vilarejo pintado da Polônia

Zalipie: o vilarejo pintado da Polônia

contioutra.com - Zalipie: o vilarejo pintado da Polônia

Zalipie é uma vila isolada que fica no sudeste da Polônia.
Há mais de um século, as mulheres de lá deram origem a uma tradição encantadora de pintar suas casas com cores complexas e vibrantes.

Embora ninguém saiba dizer ao certo, o a origem da tradição estaria relacionada com as marcas deixadas nas paredes das casas pela fumaça dos fogões à lenha. Para deixar a casa mais bonita para as festividades religiosas, as mulheres teriam começado a pintar sobre as manchas para encobrir os vestígios da fuligem. Como gostaram dos resultados, os desenhos ficaram cada vez mais elaborados e, com o tempo, não foram mais vinculados a cobertura da fuligem e sim a uma tradição de pintura, principalmente de flores.

Atualmente a aldeia possui uma competição anual na época de Corpus Christi quando os pintores locais (alguns homens agora, mas ainda predominantemente mulheres) criam seus próprios arranjos florais nas paredes das casas, assim como retocam os desenhos dos anos anteriores. A prática se espalhou para além das paredes das casas também – em Zalipie qualquer objeto imóvel é um local potencial para o florescimento de uma nova flor.

contioutra.com - Zalipie: o vilarejo pintado da Polônia

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contioutra.com - Zalipie: o vilarejo pintado da Polônia

Fonte: http://www.kuriositas.com/2013/10/zalipie-polands-painted-village.html

Coral de crianças africanas canta “Lord I lift your name on High”

Coral de crianças africanas canta “Lord I lift your name on High”

Um coral de 60 vozes de crianças africanas acompanhado pelo coral “Young African’s” (Alumni of the Choir) canta a música “Lord I lift your name on High”
na celebração do 20o. aniversário da organização em Vancouver DC.

“Oh Happy Day”- Whoopy Goldberg no filme Mudança de hábito 2

“Oh Happy Day”- Whoopy Goldberg no filme Mudança de hábito 2

Whoopi Goldberg (nascida Caryn Elaine Johnson, Nova Iorque, 13 de novembro de 1955) é uma atriz, humorista, cantora e apresentadora americana.
Foi indicada ao Oscar de melhor atriz, pela sua interpretação dramática em 1986, no filme The Color Purple (1985), de Steven Spielberg, e ganhou, pela sua interpretação cômica em 1991, por Ghost (1990).
Seguiu, no cinema, um lado mais cômico como por exemplo em Sister Act, Sister Act 2 (Mudança de Hábito 1 e 2): Back in the Habit e Corrina. Apresentou, também, a cerimônia do Oscar quatro vezes.

Abaixo, cena do filme “Mudança de Hábito 2” onde o coral canta “Oh Happy day

Paul McCartney – The long and winding road

Paul McCartney – The long and winding road

James Paul McCartney MBE (Liverpool, 18 de junho de 1942) é um cantor, compositor, baixista, guitarrista, pianista, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais britânico. McCartney alcançou fama mundial como membro da banda de rock britânica The Beatles, com John Lennon, Ringo Starr e George Harrison. Lennon e McCartney foram uma das mais influentes e bem sucedidas parcerias musicais de todos os tempos, “escrevendo as canções mais populares da história do rock”.1 Após a dissolução dos Beatles em 1970, McCartney lançou-se em uma carreira solo de sucessos, formou uma banda com sua primeira mulher Linda McCartney, os Wings. Ele também trabalhou com música clássica, eletrônica e trilhas sonoras.
Em 1979, o Livro Guinness dos Recordes declarou-o como o compositor musical de maior sucesso da história da música pop mundial de todos os tempos. McCartney teve 29 composições de sua autoria no primeiro lugar das paradas de sucesso dos EUA, vinte das quais junto com os Beatles e o restante em sua carreira solo ou com seu grupo Wings.
Paul McCartney é o canhoto e baixista mais famoso da história do rock, embora também toque outros instrumentos, como bateria, piano, guitarra, teclado, etc. É considerado como um dos mais ricos músicos de todos os tempos. Foi eleito, em 2008, o 11º melhor cantor de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Fora seu trabalho musical, McCartney advoga em favor dos direitos dos animais, contra o uso de minas terrestres, a favor da comida vegetariana e a favor da educação musical. Em 1997 foi publicada a biografia intitulada Many Years From Now, autorizada pelo músico e escrita pelo britânico Barry Miles. Sua empresa MPL Communications detém os direitos autorais de mais de três mil canções,3 incluindo todas as canções escritas por Buddy Holly.
Como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966 como Membro do Império Britânico. Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de “Sir”, honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997. Paul McCartney é vegetariano e já declarou à imprensa como tomou essa decisão: “Há muitos anos, estava pescando e, enquanto puxava um pobre peixe, entendi: eu o estou matando, pelo simples prazer que isso me dá. Alguma coisa fez um clique dentro de mim. Entendi, enquanto olhava o peixe se debater para respirar, que a vida dele era tão importante para ele quanto a minha é para mim”. É membro honorário e participante ativo das campanhas do PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, ou Pessoas pelo tratamento ético dos animais, em português). Em 2006 no Grammy Awards ele cantou com Linkin Park e Jay-Z uma versão de “Numb/Encore” incluindo a sua música “Yesterday”

Paul McCartney – The long and winding road

“Feelings”- Nina Simone

“Feelings”- Nina Simone

“I do not believe the conditions that produce a situation that demands a song like that.” by Nina Simone

Eunice Kathleen Waymon mais conhecida pelo seu nome artístico, Nina Simone (Tryon, 21 de fevereiro de 1933 – Carry-le-Rouet, 21 de abril de 2003) foi uma grande pianista, cantora e compositora americana. O nome artístico foi adotado aos 20 anos, para que pudesse cantar Blues, nos cabarés de Nova Iorque, Filadélfia e Atlantic City, escondida de seus pais, que eram pastores metodistas. “Nina” veio de pequena (“little one”) e “Simone” foi uma homenagem à grande atriz do cinema francês Simone Signoret, sua preferida.
Nina Simone, quando jovem foi impedida a ingressar em um conservatório de música na Filadélfia também se destacou e foi perseguida por abraçar publicamente todo tipo de combate ao racismo. Seu envolvimento era tal, que chegou a cantar no enterro do pacifista Martin Luther King. Casada com um policial nova-iorquino, Nina também sofreu com a violência do marido, que a espancava. E tudo isso, dizia ela, que tinha acontecido, as portas tinham se fechado, por ser negra.
Depois de fracassar na tentativa de ser uma grande concertista através do conservatório, Nina ficou algum tempo em Nova Yorque até ir para Atlantic City, e lá trabalhando como pianista em um bar foi obrigada a cantar para não perder o emprego, e tocar piano era o que ela fazia. Então se tornou Nina Simone, como se batizou naquela ocasião. Cantou músicas clássicas e imortalizou hits como “Feeling Good”, “Aint Got No – I Got Life”, “I Wish I Know How It Would Feel To Be Free”, e “Here Comes The Sun”, além de “My Baby Just Cares For Me” que gravou e apareceu numa propaganda de perfume francês.
Em um breve contato com sua obra, aqueles que não conhecem percebem logo a diversidade de estilos pelos quais Nina Simone se aventurou, desde o gospel, passando pelo soul, blues, folk e jazz. Foi uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada Juilliard School of Music, em Nova Iorque. Sua canção “Mississippi Goddamn” tornou-se um hino ativista da causa negra, e fala sobre o assassinato de quatro crianças negras numa igreja de Birmingham em 1963.
Nina esteve duas vezes no Brasil, gravou com Maria Bethânia e seu último show ocorreu em 1997 no Metropolitan. Era uma intérprete visceral, compositora inspirada e tocava piano com energia e perfeição. Morreu enquanto dormia em Carry-le-Rouet em 2003. (Wikipédia)

“Feelings”- Nina Simone

The definitive Live 10-minute video of Nina Simone’s “Feelings” live at Montreux Jazz Festival (1976)

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