Como um cão de três patas devolveu a alegria de viver a uma criança com uma doença rara

Como um cão de três patas devolveu a alegria de viver a uma criança com uma doença rara

Na minha opinião, a Hypeness é hoje a melhor página brasileira no que se refere a matérias humanizadas e que nos fazem crescer (coisas que realmente acrescentam). Indico a leitura frequente da página e peço a licença aos proprietário para reproduzir uma matéria que me emocionou muito devido a sua delicadeza e exemplo de superação.
Josie Conti

Com 7 anos de idade, Owen Howkins é um dos raríssimos casos de vítimas da síndrome deSchwartz-Jamel, doença que afeta os músculos e os torna tão tensos que impedem os ossos de crescer e o doente de se movimentar. A condição do pequeno Owen influencia também a sua aparência, o que o transformou numa criança tímida e insegura.

É aqui que entra Haatchi, um pastor-da-anatólia com a própria história de superação: encontrado junto a uma linha férrea, abandonado e gravemente ferido, o cão foi adotado pela família Howkins e, com eles, foi se adaptando a viver apenas com três patas. Haatchi, apesar de toda a empatia que criou com o menino, não sabia o quanto a sua adaptação a uma vida diferente da dos outros cachorros estava mudando a percepção de Owen da sua própria diferença.

“A transformação do Owen foi imediata”, garante o pai, Will. Poucos dias depois, um menino que não queria sair à rua e tinha dificuldades em interagir, “estava anunciando, na frente da escola inteira, que queria começar a andar por conta própria, sem cadeiras de rodas, nem andarilhos”. “Ele reconstruiu toda a confiança que tinha perdido”, conclui Will.

“A melhor parte de ter o Haatchi por perto é, todos os dias, chegar a casa, da escola, e dar-lhe um abraço”, diz Owen.

Abaixo a história contada em fotos e em parte de um documentário feito por alunos da University of Hertfordshire, A Boy and His Dog (“Um Garoto e o seu Cão”).

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Para continuar acompanhando a história desta dupla, siga a página de Facebook criada em homenagem ao cachorro, aqui.

todas as fotos © Haatchi

Eternizando emoções: as imagens de Érica Böhmer

Eternizando emoções: as imagens de Érica Böhmer

O sonho do casamento ainda faz parte da história de muitas pessoas. Seja pela importância religiosa, pela formalização do pacto ou pela comemoração com parentes e outras pessoas amadas. Mas uma coisa é certa, a data será inesquecível.
Nas imagens de Érica Böhmer vemos características diferenciadas de percepção, pois, longe de serem estáticas, demonstram movimento e transmitem o sentimento da ocasião com muita fidelidade. É quase como se um filme completo fosse transmitido a partir de uma única cena. Em um clique temos risadas e lágrimas, dança e cumplicidade, coisas que a data proporciona e só olhos sensíveis e técnica apurada são capazes de reproduzir.

Veja alguns exemplos e entenda o motivo dessa seleção…

BLACK AND WHITE

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COLORS

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Para saber mais sobre os trabalhos de Érica Böhmer

BlogSite: http://www.ericabohmer.com.br
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Seleção dos melhores e mais emocionantes vídeos sobre casamentos da internet

Durante a dança do casamento pai e filha armam uma grande surpresa!

MÃE E FILHO SURPREENDEM CONVIDADOS DO CASAMENTO COM UMA DANÇA MUITO LOUCA

O pedido de casamento mais criativo de todos os tempos… Lindo e divertido!

Discurso de um pai no casamento da filha- emocionante

FALAR, por Martha Medeiros

FALAR, por Martha Medeiros

Uma das coisas que mais gosto nos textos de Martha Medeiros é o despojamento e a espontaneidade. O que precisa ser dito, é dito. Nada é calado pois não soaria bem ou porque poderia ofender aos “bons costumes”.
Abaixo, mais um exemplo disso…Espero que aproveitem!
Josie Conti

FALAR

Já fui de esconder o que sentia, e sofri com isso. Hoje não escondo nada do que sinto e penso, e às vezes também sofro com isso, mas ao menos não compactuo mais com um tipo de silêncio nocivo: o silêncio que tortura o outro, que confunde, o silêncio a fim de manter o poder num relacionamento.

Assisti ao filme Mentiras Sinceras com uma pontinha de decepção – os comentários haviam sido ótimos, porém a contenção inglesa do filme me irritou um pouco. Porém, nos momentos finais, uma cena aparentemente simples redimiu minha frustração. Embaixo de um guarda-chuva, numa noite fria e molhada, um homem diz para uma mulher o que ela sempre precisou ouvir. E eu pensei: como é fácil libertar alguém de seus fantasmas e, libertando-a, abrir uma possibilidade de tê-la de volta, mais inteira.

Falar o que se sente é considerado uma fraqueza. Ao sermos absolutamente sinceros, a vulnerabilidade se instala. Perde-se o mistério que nos veste tão bem, ficamos nus. E não é este tipo de nudez que nos atrai.

Se a verdade pode parecer perturbadora para quem fala, é extremamente libertadora para quem ouve. É como se uma mão gigantesca varresse num segundo todas as nossas dúvidas. Finalmente, se sabe.

Mas sabe-se o quê? O que todos nós, no fundo, queremos saber: se somos amados.

Tão banal, não?

E no entanto esta banalidade é fomentadora das maiores carências, de traumas que nos aleijam, nos paralisam e nos afastam das pessoas que nos são mais caras. Por que a dificuldade de dizer para alguém o quanto ela é – ou foi – importante? Dizer não como recurso de sedução, mas como um ato de generosidade, dizer sem esperar nada em troca. Dizer, simplesmente.

A maioria das relações – entre amantes, entre pais e filhos, e mesmo entre amigos – se ampara em mentiras parciais e verdades pela metade. Pode-se passar anos ao lado de alguém falando coisas inteligentíssimas, citando poemas, esbanjando presença de espírito, sem alcançar a delicadeza de uma declaração genuína e libertadora: dar ao outro uma certeza e, com a certeza, a liberdade. Parece que só conseguiremos manter as pessoas ao nosso lado se elas não souberem tudo. Ou, ao menos, se não souberem o essencial. E assim, através da manipulação, a relação passa a ficar doentia, inquieta, frágil. Em vez de uma vida a dois, passa-se a ter uma sobrevida a dois.

Deixar o outro inseguro é uma maneira de prendê-lo a nós – e este “a nós” inspira um providencial duplo sentido. Mesmo que ele tente se libertar, estará amarrado aos pontos de interrogação que colecionou. Somos sádicos e avaros ao economizar nossos “eu te perdôo”, “eu te compreendo”, “eu te aceito como és” e o nosso mais profundo “eu te amo” – não o “eu te amo” dito às pressas no final de uma ligação telefônica, por força do hábito, e sim o “eu te amo” que significa: “seja feliz da maneira que você escolher, meu sentimento permanecerá o mesmo”.

Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimí-la é trabalho para uma vida. Mais que as mentiras, o silêncio é que é a verdadeira arma letal das relações humanas.

Martha Medeiros é jornalista e escritora brasileira
A crônica transcrita acima, faz parte do Livro “Doidas e Santas”

contioutra.com - FALAR, por Martha Medeiros

Teste da Árvore

Teste da Árvore

Primeiro desenhe uma árvore em um papel em branco, depois veja a figura e identifique com qual árvore ela é mais parecida.
Depois é só ver os resultados e a indicação do traço de personalidade primordial que corresponde aquele traçado.

contioutra.com - Teste da Árvore

1.Disciplinada. Esforça-se por ser organizada.

02.Séria. O que sente é ofuscado pelo espírito crítico.

03.Controlada. Embora mostre animosidade nas relações íntimas.

04.Narcisista. Critica os outros sem se auto-avaliar.

05.Solitária. Foge da realidade para se refugiar na fantasia.

06.Sonhadora. É ingénua, paciente e detesta confrontos.

07.Artista. Os detalhes revelam o gosto pela harmonia das formas.

08.Introvertida. Prefere a fantasia à realidade.

09.Discreta. Diplomática, detesta atitudes agressivas.

10.Equilibrada. Harmonia entre emoção e reacção.

11.Impulsiva. Faz e só depois pensa.

12.Cordial. Activa e gentil socialmente.

13.Nervosa. Está sempre à defesa.

14.Meticulosa. Gosta de se sentir valorizada.

15.Medrosa. Pouco confiante e receia a autoridade.

16.Extravagante. Perde com facilidade a noção do real.

17.Infantil. O traço revela imaturidade nos sentimentos.

18.Insegura. Não gosta de lidar com situações novas.

19.Hesitante. Muda de opinião do dia para a noite.

20.Tensa. Luta intensa entre o que sente e o que pensa.

21.Alegre. Gosta de atingir os objectivos sem esforço.

22. Depressiva. Insegura, falta-lhe energia e iniciativa.

23.Inconsequente. É instável e muito influenciável.

24.Confusa. Sente-se ‘perdida’ com frequência.

25. Conflituosa. É ambiciosa, mas falta-lhe garra para lutar.

26.Envergonhada. Muito tímida, receia compromissos.

27.Individualista. Sente-se no centro do Universo.

28.Impaciente. Tem dificuldade em concentrar-se.

NOTA: A página divulga esse material com o objetivo de entreterimento. Só psicólogos, utilizando-se de materiais reconhecidos pelo CRP, podem usar testes como parte de uma avaliação diagnóstica confiável.

Mãe salva filho de afogamento mesmo sem saber nadar

Mãe salva filho de afogamento mesmo sem saber nadar

Essa história aconteceu em Franca, interior de Sp, no ano de 2007 e causou verdadeira comoção nacional devido a demonstração de amor e doação dessa mãe que, mesmo sem saber natar, joga-se num poço de 4 metros de profundidade para salvar seu filho que tinha caído e estava se afogando.

Creio que histórias assim, que demonstram o amor verdadeiro de uma mãe, não devem ser esquecidas.
Também não devemos nos esquecer que um acidente como esse foi fruto da pobreza e de um lugar sem proteção.

Que mães não precisem arriscar a própria vida para salvar seus filhos de acidentes evitáveis.
Acorda Brasil.

Veja o guaxinim que adora estourar plásticos bolha (hilário)

Veja o guaxinim que adora estourar plásticos bolha (hilário)

Os guaxinins são conhecidos pelo público em geral possivelmente devido a vários filmes de animações, como Pocahontas, Over the Hedge, Dr. Dolittle 2, Happy Tree Friends, entre outros.
Entretanto o que as pessoas não sabiam é que um bichinho desses poderia ter um gosto diferenciado e tão “humanizado”.
O filme abaixo mostra um Guaxinim que adora estourar plásticos bolha! Creio que até a Amelie Poulain gostaria dessa!
Divirtam-se enquanto ouvem os estalos!

NOTA: Guaxinim, eu te entendo!

A tristeza permitida, por Martha Medeiros

A tristeza permitida, por Martha Medeiros

A TRISTEZA PERMITIDA

Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?

Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra.

Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.

A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.

Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.

“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down…” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.

Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos.

Martha Medeiros é jornalista e escritora brasileira
A crônica transcrita acima, faz parte do Livro “Doidas e Santas”

Ratolândia: qualquer semelhança com a política nacional brasileira…é totalmente verdadeira! rs

Ratolândia: qualquer semelhança com a política nacional brasileira…é totalmente verdadeira! rs

Ratolândia: qualquer semelhança com a política nacional brasileira…é totalmente verdadeira! rs

(Um retrato bem atual do nosso país)

A fábula Mouseland (em português: “Ratolândia”) foi inicialmente contada por Clarence Gillis e mais tarde popularizada em discurso por Tommy Douglas, político canadiano. A fábula expressava a visão de que o sistema político canadiano estava viciado, pois oferecia aos eleitores um falso dilema: a escolha de dois partidos, dos quais nenhum representava os interesses do povo.
Na fábula, os ratos (o povo canadiano) votavam nos gatos negros (Partido Progressivo Conservador) e depois de algum tempo descobriam o quão difícil suas vidas eram. Depois votavam nos gatos brancos (Partido Liberal) e assim ficavam alternando entre os dois partidos.
Um dos ratos tem então a ideia de que os ratos deveriam formar seu próprio governo…

Teste vocacional

Teste vocacional

Será que a profissão que você escolheu ou pretende escolher combina com o que os especialistas indicariam para você mediante uma avaliação de seus gostos e aptidões?

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contioutra.com - Teste vocacional

Dúvidas, medo e incerteza são questões constantes na vida de todas as pessoas. Em relação a escolha de uma carreira ou profissão não podia ser diferente, algumas pessoas têm uma vocação clara e fica fácil decidir, mas a maioria absoluta se sente perdida quando está prestes a escolher. E neste caso, o que pode ser feito ?
Para ajudar a escolher ou repensar melhor sua carreira e ter o maior sucesso possível na sua vida profissional, o Guia da Carreira, desenvolveu e disponibilizou o seu novo Teste Vocacional Online. Este teste vocacional foi elaborado com o auxilio de psicólogos e profissionais especializados em emprego e carreira, visa identificar o perfil psicológico dos candidatos através de 19 perguntas práticas e a partir delas, elaborar uma lista com as profissões mais adequadas.

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NOTA: A página divulga esse material com o objetivo de entreterimento. Só psicólogos, utilizando-se de materiais reconhecidos pelo CRP, podem usar testes como parte de uma avaliação diagnóstica confiável.

Em vídeo, Andrea Bocelli elogia a escolha de sua mãe de não abortá-lo

Em vídeo, Andrea Bocelli elogia a escolha de sua mãe de não abortá-lo

O cantor italiano Andrea Bocelli já contou em mais de uma ocasião sobre a história da gravidez de sua mãe quando, após complicações na gestação, os médicos sugeriram que ela abortasse porque seu bebê podia nascer com uma deficiência .

Em um vídeo no site YouTube intitulado “Andrea Bocelli conta uma “historinha” sobre o aborto”, o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por “um ataque de apendicite simples.”

“Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência.

“Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu,” ele continuou.

“Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa”.

Ele disse esperar que a história pudesse incentivar muitas mães em “situações difíceis”, que querem salvar a vida de seus bebês.

Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol.

O vídeo foi produzido pela www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês). A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui.

Abaixo, o vídeo em italiano com legendas em inglês:

Fonte: ACI Digital

Formação de um bebê no ventre materno (imperdível)

Formação de um bebê no ventre materno (imperdível)

Esse é um vídeo que já circulou bastante na internet, entretanto, é o tipo de trabalho atemporal.
Didático, bonito e emocionante.
Conhecê-lo é primordial e revê-lo nunca é demais.
Aproveitem o milagre da vida!

Josie Conti

 A formação de um bebê no ventre materno

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A transformação de uma punk em uma linda mulher (incrível)

A transformação de uma punk em uma linda mulher (incrível)

Essa é Mel, uma mulher que teve o estilo punk marcado em sua identidade e aparência por tantos anos que mal pode acreditar nos resultados da transformação. Sua reação ao ser chamada de sexy e atraente chega a emocionar. Vale muito a pena ver!!!

Dica de livro: Em busca de Sentido- Viktor Frankl

Dica de livro: Em busca de Sentido- Viktor Frankl

Vocês já repararam no quanto, em alguns momentos da nossa vida, é difícil encontrar sentido para continuar?

O primeiro texto que li hoje fala um pouco sobre isso e não teria como eu não repassar um pouco dessas informações e indicar a leitura do artigo que a Mirian Goldenberg escreveu para o jornal Folha de São Paulo.

Nesse artigo, ela descreve com primor diversas nuances que identificou no livro “Em busca de sentido”, de Viktor Frankl.

Victor Frankl, psiquiatra sustríaco, foi prisioneiro em Auschwitz durante o holocausto nazista , tendo perdido nesse período os pais, irmão e esposa. Em busca de sentido narra essa experiência, além de descrever a “Logoterapia”- método psicanalítico que ele idealizou e criou.

 

Como ainda não tive o prazer de ler o livro, encontrei uma excelente descrição feita pelo blog Little doll house e que copio abaixo:

“Percebendo que nem todos os seus companheiros de reclusão sucumbiam ao desespero ou abdicavam da vida (ele incluso), o médico começou a investigar as causas dessa perseverança. Quais seriam as motivações que separavam aqueles que se apegavam à sobrevivência daqueles que acabavam “jogando a toalha”? Frankl observa que, não só a depressão, mas o tédio, o vazio existencial, fundam-se numa ausência de sentido na vida. Os últimos séculos, especialmente o último, destituem os indivíduos de seus papéis sociais mais estanques e pré-definidos, o arcabouço de tradições culturais e sociais se enfraquece, e a religião perde a preponderância enquanto definidora ou reguladora de posturas. Devido à dinâmica evolutiva do homem, o aparato instintivo e biológico (que garante também a existência e a perduração da vida animal) já havia se desfeito. O esmaecimento da bagagem cultural, que em certo grau o substituía na espécie humana, lançou o homem numa situação de vazio existencial em que ele não sabe o que fazer, nem por quê. O indivíduo vê-se diante de uma variedade tão grande de possibilidades que passa a se confrontar com os riscos da desorientação e da paralisia. Nesse sentido, duas opções se apresentam: fazer o que todos fazem (conformismo) ou fazer o que lhe é comandado (totalitarismo). Onde fica a consciência individual suficientemente desperta para contemplar esse dilema?

Frankl percebeu, no campo, que as pessoas cujo desejo de sobreviver persistia diante das desventuras mais extremas eram aquelas capazes de identificar um sentido que justificasse as suas vidas.”

Abaixo, e para encerrar a indicação com chave de ouro, uma lista de citações do livro que alguém fez a gentileza de deixar para nós na Wikipedia.

“A liberdade espiritual do ser humano, a qual não se lhe pode tirar, permite-lhe, até o ultimo suspiro, configurar sua vida de modo que tenha sentido.”

“O que realmente importa não é o que nós esperamos da vida, mas antes o que ela espera de nós.”

“Nas palavras de Nietzsche, ‘Quem tem por que viver aguenta quase todo como’.”

“Quando não pudermos mais sermos capazes de mudar uma certa situação—apenas pense em uma doença incurável tal como um câncer inoperável—é que somos desafiados a mudar a nós mesmos”.

“Nós que vivemos em campos de concentração podemos nos lembrar que os homens que percorriam as barracas para confortar os outros, abriam mão de seu último pedaço de pão. Eles podem ter sido poucos em número, mas eles sustentaram prova suficiente de que tudo pode ser tirado de um homem exceto por uma coisa: a última de suas liberdades—escolher sua atitude em um determinado arranjo circunstancial, a escolha de seu próprio caminho.”

“Fundamentalmente, portanto, qualquer homem pode, mesmo sob tais circunstâncias, decidir no que ele deve se tornar – mentalmente e espiritualmente. Ele pode manter sua dignidade humana mesmo em um campo de concentração.”

“Nós podemos descobrir o significado da vida de três diferentes maneiras: (1) fazendo alguma coisa; (2) experimentando um valor; e (3) sofrendo.”

“O que realmente importa não é o que esperamos da vida, mas antes o que ela espera de nós. Nós precisamos parar de perguntar sobre o sentido da vida, e ao invés de pensar em nós mesmos como aqueles que questionam sobre a vida – horária e diariamente. Nossa resposta deve consistir, não em monólogos e meditação, mas na ação certa e na conduta correta. A vida ultimamente significa tomar responsabilidade de encontrar a resposta certa para seus problemas e cumprir as tarefas que ela constantemente delega para cada indivíduo.”

“O homem é capaz de mudar o mundo para a melhor, se possível, e mudar a si mesmo para a melhor, se necessário.”

“Coloque isso como um selo sobre teu coração, o amor é tão forte quanto a morte.”

“Quando a fé atrofia, parece que ela se distorce, desfigura. Com efeito, não constatamos também no âmbito cultural, isto é, não somente numa escala individual, mas também social que a fé reprimida degenera em superstição? E isso parece acontecer onde quer que o sentimento religioso se torne vitima de uma repressão por parte da razão despótica, de uma inteligência técnica”.

“O que é então o ser humano?

“Certa vez éramos 1.110 prisioneiros num único barracão (destinados a abrigar no máximo 200 pessoas), esperando pelo transporte para campos menores, sentados, acocorados, ou de pé no chão de terra, passando frio e com fome. Não havia lugar para todos se sentarem, menos ainda para se deitarem. Num período de quatro dias recebemos uma única vez uma lasca de pão (de 150 gramas).

“Em nossa cultura atual nós testemunhamos aquilo que alguém chamaria de inflação de sexo. Isto só é compreensível dentro do amplo contexto de vácuo existencial e do fato de o homem, não mais dirigido pelos impulsos e instintos com relação ao que deve fazer, nem pelas tradições ou valores com relação ao que deveria fazer, agora não sabe nem mesmo o que gostaria de fazer. No vazio existencial resultante dessa situação a libido sexual é hipertrofiada, e esta hipertrofia que produz a inflação de sexo, então observamos uma tendência para viver a vida sexual não integrada na vida pessoal, mas apenas como um busca de prazer. Tal despersonalização do sexo é um sintoma de frustração existencial: A frustração da busca de sentido do homem”.

TODA MÃE merece ver esse vídeo!

TODA MÃE merece ver esse vídeo!

Falta de tempo e paciência são falas frequêntes das mães que vivem sobrecarregadas com o excesso de tarefas do dia-a-dia.
Quando questionadas sobre que tipo de mãe são, podemos ver culpa e preocupação em suas falas.
Por outro lado, quando perguntamos aos filhos sobre suas mães, vemos crianças que enxergam e enfocam as características mais positivas de suas “super” mães. Definitivamente uma inversão de perspectivas…para melhor!!!

Mães, vocês merecem ver esse vídeo!

uma nova perspectiva para as mães from potencialgestante on Vimeo.

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