Durante o casamento de Andrea aconteceu uma linda homenagem. Seu pai faleceu de câncer no pâncreas alguns meses antes do casamento, assim para homenageá-lo e representá-lo um de seus irmãos cantou “Butterfly kisses”, enquanto ela foi delicadamente tirada para dançar pelas pessoas mais próximas e queridas no momento em que seria a dança do pai com a filha. Primeiro ela dançou com o pai de Mark (penso que seja seu avô), seguido por seu irmão Luke, então irmão Nick e, finalmente, seu novo sogro Scott.
Preparem-se para se emocionar com a linda demonstração de afeto da família e com a emoção de Andrea.
A dança de casamento mais emocionante que você já viu…(leiam a história)
Felizes em Paris- os divulgadores desse vídeo garantem que assisti-lo promove um aumento de pelo menos 15% de sua felicidade
A alegria é contagiatante. Os divulgadores desse vídeo garantem que assisti-lo promove um aumento de pelo menos 15% de sua felicidade.
Felizes em Paris…chato, né!
Que tal conferir….
Pharrell Williams – Happy ( WE ARE FROM PARIS )
Documentário “Olhos azuis”- ninguém fica indiferente
“Olhos Azuis” é um documentário frio sobre um tema fervente: os workshops sobre racismo desenvolvidos pela norte-americana
Jane Elliott.
O filme acompanha, especificamente, um desses workshops, realizado em Kansas City com 30 pessoas, entre professores, policiais e assistentes sociais.
Durante duas horas e meia esses indivíduos são submetidos a um estranho experimento: os que têm olhos azuis são separados dos restantes e bombardeados por um tratamento discriminatório e ofensivo semelhante ao que os negros e outras etnias oprimidas sofrem cotidianamente nos EUA.
Durante a sessão, portanto, o que ocorre é uma espécie de encenação condensada do racismo, em que este aparece ao mesmo tempo intensificado e virado de cabeça para baixo.
Os homens e mulheres de olhos escuros (sejam eles brancos, negros, orientais ou mestiços) são orientados a participar ativamente do tratamento de choque infligido aos branquelos, o que inclui testes pseudocientíficos de QI destinados a “provar” sua inferioridade.
Há um mérito inegável nesse tipo de laboratório, que é o de trazer à tona de modo implacável todas as formas de discriminação presentes no dia-a-dia, mesmo as mais sutis.
Mas há outros aspectos mais discutíveis no experimento. Sua comandante (este é o termo), Jane Elliott, parece conduzi-lo com indisfarçável sentimento de vingança -e o que ela enseja aos participantes é uma espécie de catarse.
Os “olhos azuis” choram, confessam, sentem-se purgados da culpa de ser racistas; os negros e outras minorias sentem-se vingados por um breve momento.
É de se perguntar se a experiência, que lembra um pouco certas técnicas teatrais de Augusto Boal, não funciona como o Carnaval, como uma válvula de escape para as tensões e ressentimentos cotidianos -para que no dia seguinte tudo volte a seus devidos lugares.
Mais preocupante ainda é ver -em imagens antigas que o documentário recupera- o mesmo tipo de experiência ser imposta a crianças de sete ou oito anos, com pretextos educativos.
De todo modo, o documentário aposta no caráter positivo do trabalho de Elliott (que desenvolve esse tipo de workshop desde 1968), ao mostrar antigos alunos seus que hoje se apresentam como indivíduos sensíveis aos problemas do racismo e da discriminação.
Polêmica à parte, uma coisa é certa: ninguém fica indiferente diante desse “Olhos Azuis”.
JOSÉ GERALDO COUTO
Fonte: Afrokut
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Dois velhinhos, a mesma foto, diferentes estações.
O tempo é quantificado em meses e anos. Dentro desses períodos estão as estações. Umas são mais secas, outras mais coloridas e floridas.
Assim também são nossos relacionamentos e o próprio ciclo da vida. Nessa sequência de fotos, um casal de velhinhos retratou diversos anos de suas vidas tirando a mesma foto em frente de suas casas, só que em anos e estações diferentes.
Nem precisamos falar muita coisa, apenas veja as fotos e prepare-se para a última delas:
Segundo fontes, essas fotos foram publicadas originalmente no The Sunday Times, em 1973, e foram tiradas por um fotógrafo chamado Ken Griffiths.
Fonte mais do que indicada: Hypeness
O Ballet com os dançarinos mais rápidos do mundo – Georgian National Ballet
O Ballet Nacional da Geórgia foi a primeira companhia de dança profissional estabelecido na república européia de Geórgia em 1945. Este vídeo mostra apenas um “ensaio”, porém podemos ver suas incríveis habilidades atléticas, com destaque para os dançarinos girando a uma velocidade vertiginosa.
Um pai militar dá a sua filha o melhor presente que ela poderia esperar! (prepare-se para chorar)
Todos sabemos que a escolha por uma profissão ligada a área militar pode exigir o sacrifício da vida familiar, pois a pessoa pode ser enviada em trabalhos externos e ficar fora por meses e até mesmo anos.
Nesse vídeo, um pai “militar” surpreende sua filhinha com o maior e mais esperado presente que ela poderia desejar…A SUA PRÓPRIA VOLTA!
Lindo e muito emocionante!
Faça a diferença, compartilhe o que faz seu coração vibrar!
Esses “estranhos” ficaram amigos em apenas alguns minutos. Veja o que facilitou a amizade!
O maior facilitador de amizades do mundo é a brincadeira. Basta um pouco de diversão e descontração e barreiras são quebradas!
Nesse vídeo, uma piscina de bolinhas é colocada em plena área pública e, quem aceita o convite, logo faz uma nova amizade!
Isto é incrível. Passe adiante.
Sente-se e faça um amigo!
Faça a diferença, compartilhe o que importa!
Friboi e Roberto Carlos viram piada na internet (vejam o vídeo)
O comercial do cantor Roberto Carlos para a marca Friboi, da JBS, não convenceu internautas e acabou virando piada no meio virtual. O cantor passou anos sem comer carne vermelha.
A expressão facial do Rei, diante da recomendação, também não ajudou, na visão dos internautas. “O sorriso amarelo revela tudo!”, opina um consumidor em um site de compartilhamento de vídeos.

Alguns apontaram que ele deveria ter comido o filé servido durante a campanha. “Ué, por que durante o comercial o Rei não deu uma bela mordida na carne? Que estranho, né?”, diz um consumidor no canal da marca nas redes sociais.
Na página da Friboi nas redes sociais, consumidores postaram comentários que colocam em dúvida a mudança de hábitos alimentares do cantor. “Ele não come carne, assim vcs perdem credibilidade”, diz uma consumidora.
Em outra rede social, um consumidor questiona. “Vergonha, Roberto. Duvido que voltou a comer carne… fez isso só por marketing…”. E outro completa: “Esse comercial é tão verdadeiro quanto uma nota de R$ 3”.
Internautas também se revoltaram com a exclusão de comentários negativos sobre a campanha na página oficial da marca. O tom da maioria dos comentários no canal de vídeos é de crítica à campanha – não é possível avaliar o vídeo.
Por outro lado, há quem diga que a estratégia deu certo. “É Sra.’s e Sr.’s =) Marketing é isso! graças a suas críticas ou elogios, a marca Friboi é mais comentada ainda! E cá entre nós… Quando você for no açougue, vai lembrar de Friboi!”.
Não sei vocês, mas eu detestei!!!!
Josie
Vejam o vídeo!
Fonte Indicada: IG Economia
Hipocondria: o medo de doenças – Flávio Gikovate
A hipocondria é o medo irracional e ilógico de doenças que desconsidera totalmente as probabilidades estatísticas.
O hipocondríaco vive um quadro de risco muito maior do que aquele que efetivamente corresponde a sua situação: a pior hipótese, a menos provável, a mais dramática é a que virá a acontecer.
Esse blog possui a autorização de Flávio Gikovate para reprodução desse material.
Para mais informações sobre Flávio Gikovate
Site: www.flaviogikovate.com.br
Facebook: www.facebook.com/FGikovate
Twitter: www.twitter.com/flavio_gikovate
Livros: www.gikovatelojavirtual.com.br
Estorninhos: a dança dos pássaros! (imperdível)
O “Burburinho dos Estorninhos” ou “Starling Murmuration” consiste na aglomeração de milhares destes pássaros. Eles podem atingir uma velocidade de 70 km/h, manobrando e formando juntos padrões assimétricos altamente coordenados.
“Formando uma densa nuvem, as estorninhas rodopiam numa espécie de manto negro que corta o céu em movimentos hipnotizantes. Quem assiste fica esperando o momento em que uma das aves vai se chocar ou perder o ritmo da apresentação, mas isso não acontece.”
Como uma coisa só, o bando cria imagens mágicas. Um dos motivos é a migração, mas não pense que é a única. As aves também fazem seu famoso voo para espantar predadores, uma questão de sobrevivência. Para evitar acidentes e ter tanta sincronia, os estorninhos seguem um sistema em que se orientam pelas sete aves mais próximas.
Veja o vídeo e não se esqueça de respirar!!!
















