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Ouvir Angelina Jordan é uma viagem no tempo onde o som que entra por nossos ouvidos não é compatível com o que nosso olhos veem.
Pés descalços, vestido pueril, cabelos disformes e dentes grandes (provavelmente recém nascidos após a troca dos dentes de leite) compõem uma imagem de criança que brinca após a missa.
No vídeo abaixo, Angelina Jordan canta “Fly Me To The Moon”, um dos grandes sucesso de Frank Sinatra.
Essa apresentação aconteceu em março de 2014 e, na data, apresentação ela ainda nem tinha completado 8 anos.
Confunda você também seus sentidos e deslumbre-se com o resultado!
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Existem momentos na vida que são simplesmente mágicos…
Nesse vídeo você verá a reação de um homem que acaba de ter a notícia de que que será avô.
A autora do vídeo e futura mamãe conta que é filha única e que sua mãe morreu há 20 anos. Desde que se casou, o pai pede netos para o casal.
Um vídeo tão curto que é difícil imaginar que é capaz de conter tanta emoção….
Fonte: Eu te amo hoje
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Informação importante
Vocês sabiam que serviços psicológicos podem ser realizados através da internet desde que atendam ao Código de Ética Profissional do psicólogo e à Resolução do CFP n.º 11/2012?
Abaixo compartilho um site confiável sobre o assunto para quem quiser conhecer e obter mais informações sobre os serviços.
Compartilhem também, pois vocês podem ajudar alguém que não tem condições de se locomover com facilidade, esteja em locais distantes ou mesmo queira otimizar seu tempo através do uso da internet.
http://www.apsicanalistaonline.com.br/
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O elefante é o símbolo da Ásia, mas em todo o sudeste asiático restam apenas três mil elefantes selvagens. Para manter a espécie, muitos são criados em cativeiros e outros dependem do dinheiro do turismo para sobreviver. O Maetaeng Elephant Park localizado em Chiang Mai na Tailândia é um espaço que cuida dos elefantes. Lá, os animais nascem, são criados e protegidos por toda a equipe e moradores locais.

Os elefantes são inteligentes e conseguem executar muitas funções, e alguns deles são criativos e interessados em pintura. O primeiro que entrou para o mundo das artes foi Oachai, um elefante órfão africano que tinha aprendido a pintar. Depois dele, mais três mostraram interesse, Suda, Nong Mai e Sii Noon.

De início, as pinceladas eram abstratas sobre o papel e com o tempo, os elefantes aprenderam a produzir arte tridimensional. As pinceladas tornara-se mais originais. Além disso, os elefantes têm uma memória afiada e demostram rapidamente a capacidade de repetição e do aprendizado de técnicas.

A pintura acabou ajudando os elefantes domésticos que ficavam sem trabalho, e a partir daí os proprietários decidiram que seria uma ótima ideia vender as obras, pois dessa maneira, o dinheiro arrecadado ajudaria a financiar a compra de suprimentos médicos. E foi assim que o parque foi crescendo: depois foi criado uma clínica para atender novos nascimentos e outros problemas de saúde. Em 2009, com a ajuda de voluntários e empresas locais, a infra-estrutura foi aumentando e hoje o parque é também um centro de cuidado gratuito.
No vídeo abaixo, “Suda” realiza sua arte!
Fontes: Mistura Urbana, Catraca Livre
Seul é uma cidade das mais populosas do mundo e, sendo assim, a questão do trânsito e da falta de espaço é um desafio constante. Vejam a brilhante ideia que uma indústria petroquímica da Coreia do Sul teve para a economia de tempo e combustível nos estacionamentos de cidades grandes como Seul.
Fonte indicada: Sedentário & Hiperativo
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Theo Jansen é um artista e escultor cinético holandês que, como bem descrito pela jornalista Claudia Antunes, nos remete a ideia de um “Dom Quixote” contemporâneo.
A obra de Theo Jansen é especialmente conhecida pelos trabalhos de grandes dimensões e que misturam arte e engenharia. Assemelham-se a esqueletos de animais e são feitos basicamente de tubos plásticos.
O resultado é fantástico pois as obras são posicionadas na praia e são capazes de caminhar utilizando a energia do vento.
Em um comercial de televisão da BMW, Theo Jansen afirma que “as fronteiras entre arte e engenharia existem apenas em sua mente”.
Beleza, poesia e inspiração…conheçam vocês também esse trabalho sem igual!
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Paulo Leminski foi um escritor, poeta, crítico literário, tradutor e também professor brasileiro.
A tirinha abaixo faz referência ao seguinte poema:
“Aqui nessa pedra, alguém sentou para olhar o mar
O mar não parou para ser olhado
Foi mar pra tudo que é lado.”

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Filha de pais alcoolistas, Oxana, nascida em 1983, passou grande parte da sua infância, dos 3 até os 8 anos, vivendo em um canil no quintal da casa da família em Novaya Blagoveschenka , da Ucrânia. Sem atenção e acolhimento dos pais, a menina encontrou abrigo entre os cães e se refugiou num barracão habitado por eles nos fundos da casa. Isso fez com que a menina aprendesse seus comportamentos. O vínculo com a matilha de cães era tão forte que as autoridades que vieram para salvá-la foram expulsas na primeira tentativa pelos cães. Suas ações eram iguais aos sons de seus cuidadores. Ela rosnou, latiu, andou por todos os lados como um cão selvagem, cheirou a comida antes de comer, e foram encontrados nela sentidos extremamente aguçados de audição, olfato e visão. Se tinha uma coceira atrás da orelha, por exemplo, ela coçava com o pé.
Quando foi descoberta, em 1991, Oxana achou difícil de adquirir habilidades sociais e emocionais humanas. Ela só sabia dizer “sim” e “não” e tinha sido privada de estimulação intelectual e social. Seu único apoio emocional veio dos cães que ela vivia.
Apesar de ela talvez ter visto humanos à distância, e parece ter entrado ocasionalmente na casa da família como uma vagante, eles não eram mais a sua espécie: toda a sua vida significativa estava contida num canil.
Em 2006, a psicóloga infantil britânica e especialista em crianças selvagens Lyn Fry, foi à Ucrânia com uma equipe do Channel 4 para conhecer Oxana, que vive hoje em uma casa para deficientes mentais.
Cinco anos após um documentário na Discovery Channel sobre ela, eles queriam saber se ela havia integrado na comunidade. Fry estava ansiosa para saber o quão danificada a garota estava – e para testemunhar a reunião com o pai dela.
“Eu esperava alguém muito menos humano,” disse Fry, a primeira especialista não-ucraniana a conhecer Oxana. “Eu tinha ouvido histórias de que ela perdia o controle, que ela não cooperava, que ela era socialmente inepta, mas ela fez tudo que eu pedi para ela fazer.”
“A linguagem dela é estranha. Ela fala de maneira direta como se fosse uma ordem. Não há cadência, ritmo ou música na fala dela, nenhuma inflexão ou tom. Mas ela tem senso de humor. Ela gosta de ser o centro das atenções, de fazer as pessoas rirem. Se mostrar é uma habilidade surpreendente quando você considera as origens dela.”
“Ela fez uma impressão impressionante em mim. Quando eu fiz um presente para ela com alguns brinquedos de madeira de animais que nós usamos em alguns testes, ela me agradeceu. Superficialmente, você nunca saberia que essa era uma jovem mulher criada por cachorros.”
Depois de uma série de testes cognitivos, Fry concluiu que Oxana tem a capacidade mental de uma criança de seis anos e um baxíssimo limite de tédio (se entedia facilmente). Ela pode contar mas não somar. Ela não lê nem soletra o nome dela corretamente.
Ela tem dificuldades de aprendizado, mas não é autista, como é pensado que as crianças criadas por animais são. Ela tem orgulho do seu grande relógio de punho como os seus vários toques musicais – mas não sabe dizer as horas.
Especialistas concordam que a não ser que uma criança aprenda a falar até os cinco anos, o cérebro fecha a janela de oportunidade de aprender uma língua, uma forte característica de ser humano.
No vídeo abaixo é possível ver claramente seu comportamento canino enquanto anda “de quatro” na grama espessa, arquejando para a água com a língua para fora. Quando ela chega na torneira ela bate com a frente do pé no chão, bebe a água com a boca aberta e deixa a água escorrer sobre sua cabeça.
Até este ponto, você pensaria que a garota está atuando – mas no momento que ela balança a cabeça e pescoço para se livrar das gotas de água, exatamente como um cachorro quando está molhado, você tem um sentimento estranho de que isto é algo além da imitação. Então, ela late.
O som furioso que ela faz não é como um ser humano fingindo ser um cachorro. É uma exata e assustadora explosão de raiva canina e está vindo da boca de uma jovem mulher, vestida com short e camisa.
Essa é uma Oxana de 23 anos revertendo ao comportamento que ela aprendeu quando era uma criança sendo criada por uma matilha de cães em uma fazenda decadente na vila de Novaya Blagoveschenka, na Ucrânia. Quando ela mostrou ao seu namorado o que ela um dia foi e o que ainda podia fazer – os latidos, os ruídos, a corrida de quatro “patas” – ele se assustou e o relacionamento deles acabou.
Desde 2010, Oxana reside em um lar para deficientes mentais, onde ela ajuda a cuidar das vacas na fazenda da clínica. Ela afirma que é mais feliz quando está entre os cães.
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Meninos usam azul e meninas usam rosa. Você concorda com essa afirmativa?
O vídeo da ONG “The Representation Project” levanta a reflexão sobre o peso que determinados modelos sociais têm sobre o futuro de nossas crianças e propõe um futuro onde as pessoas possam ter direitos mais próximos e menos estereotipados.
Confira.
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Aceita o compromisso de repensar o futuro de nossas crianças? Compartilhe!
Por mais difícil que seja a realidade, as cores e a beleza sempre nos presenteiam com uma nova perspectiva.
Nesse vídeo, Lila mostra que é possível sobreviver à realidade preenchendo as lacunas com a beleza das cores e a magia dos sonhos.
Um curta de Carlos Lascano.
“Temos a arte para não morrer da verdade.”
Friedrich Nietzsche
A correria e as obrigações fazem com que nos esqueçamos de compartilhar com quem amamos um os maiores e mais preciosos bens que possuímos: a capacidade de fazermos gentilezas e demonstrarmos o nosso mais sincero carinho.
Abaixo, uma seleção de imagens e pensamentos para você ler e presentear quem ama.
Josie Conti

1)
“Delicadeza é aquilo que nos alcança sem nos tocar.
É a melodia que nos embala mesmo em silêncio.
É quando a boca empresta um sorriso aos olhos
sem que nenhuma cobrança seja feita
e os sentidos se misturam
sem que ninguém dispute o melhor espaço.
Delicadeza é ter pensamentos e atitudes em harmonia.
É atingir o outro sem que ninguém saia machucado.
É quando você é seduzido por algo
que vem de dentro e dividir ajuda a somar…”
Fernanda Ganoa
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2)
Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido.
Ana Jácomo
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3)
“As pessoas mais bonitas que conhecemos são aquelas que conheceram o sofrimento, conheceram a derrota, conheceram o esforço, conheceram a perda e encontraram seu caminho para fora das profundezas. Essas pessoas têm uma apreciação, uma sensibilidade e uma compreensão da vida que as enche de compaixão, gentileza e uma profunda preocupação amorosa. Pessoas bonitas não acontecem por acaso…”
Elisabeth Kübler-Ross
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4)
“A intensidade assusta, amar assusta, lutar por um amor assusta.
Somos sempre amadores diante do medo.
A sinceridade é quixotesca, é escandalosa, é inoportuna.
Toda declaração é patética. Como as cartas de amor. Como os apelidos entre os amantes. Como as juras no sofá.
Em vez de mostrar a importância do outro, o costume é se esconder.Em vez de abrir nossa vontade de permanecer junto, o costume é dissimular.
Em vez de expor o tamanho de nossa fragilidade, o costume é bancar o forte e intransigente.
Em vez de ouvir, o costume é se refugiar no orgulho.
Somos dependentes da aceitação mais do que do coração.
Não enfrentamos as críticas dos amigos, da família, preocupados com o nosso sofrimento.
Somos educados para a indiferença: o que incomoda precisa ser deixado de lado, o que atrapalha deve ser esquecido.
Insistir já vira chatice. Ninguém aguenta um assunto por muito tempo. Mas isso não é um assunto, é a minha vida.
Queremos merecer um amor mas, de modo algum, sofrer por ele.
Queremos alguém que não desista da gente, mas não oferecemos chance. Como crescer no amor sem superação? Como crescer os olhos sem o invisível?
Como recomeçar os laços sem humildade?
A ideia é se separar e não demonstrar nenhum sentimento? Como?
Ninguém é adulto no sofrimento. Só o cínico.
Ninguém é maduro no sofrimento. Só o insensível.
Vamos errar, beber, exagerar, tropeçar, gritar, explodir durante a ausência e se arrepender aos abraços e lágrimas.
Se ela diz que me ama, não faria sentido virar o rosto, a não ser que seja para receber seu beijo.
Posso não tê-la de volta, mas não terei me perdido e jamais terei desvalorizado sua força em minha vida.
O que pode parecer motivo de pena para mim é coragem.
Reserve a compaixão a quem se entrega para a mentira. Mentir para si é imperdoável.”
Fabricio Carpinejar
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5)
Se temos de esperar,
que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade.
Cora Coralina
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6)
“Todas as manhãs ela deixa os sonhos na cama, acorda e põe sua roupa de viver. Todas as manhãs ela caminha vagarosamente para pegar o ônibus que a levará para lugar nenhum, para ver ninguém E todas as manhãs ela imagina como serão as tardes, ja sabendo a resposta, finge ser feliz assim todas as manhãs E todas as manhãs ela espera pela noite, ela espera assim arduamente para voltar para seu quarto, e ser triste. É quando ela sente que esta assim completa. Completamente triste, mas completa. E quando ela tira a roupa e põe todo o seu corpo em baixo das cobertas quentes e sente que começa a sonhar, é quando ela sorri . Assim pra ninguém. Mas pra ela mesma. E viver vale a pena.”
Clarice Lispector
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Quem é capaz de mensurar a força de toda a vida que brota, jorra, que vibra em nossa Planeta? Se nossos olhos não podem medir, sintamos a força do belo. Baba Yetu (Pai Nosso) – Uma Ode à Terra – é cantada em um dialeto queniano e nos mostra que a beleza é o idioma universal dos corações.
Nara Rúbia Ribeiro

Escritora, advogada e professora universitária.
Administradora da página oficial do escritor moçambicano Mia Couto.
No Facebook: Escritos de Nara Rúbia Ribeiro
Mia Couto oficial