Olhem para o centro da imagem em espiral por 30 segundos e depois para o quadro de Van Gogh Starry Night.

Fonte indicada: Sedentário
Olhem para o centro da imagem em espiral por 30 segundos e depois para o quadro de Van Gogh Starry Night.

Fonte indicada: Sedentário
Como você costuma se divertir?
Você faz o tipo convencional que gosta de um passeio pelo shopping e um cineminha?
Ou prefere algo mais radical?
Que tal isso?
Uma coisa eu digo, é divertido até de ver….
Fonte indicada: Sedentário
Laurent Parcelier nasceu em 1962 na França. Frequentou a Escola de Artes Aplicadas em Dordogne. Seu talento óbvio logo se materializou na publicação de vários de seus álbuns em “Le Drole de monde” (“Strange World”).
Acompanhem abaixo o fantástico trabalho impressionista com cores, luzes e sombras desse pintor.
A postura dessa mãe diante da “deficiência” da criança é sensacional.
Miguel é deficiente visual e sua mãe o educa para vida com muito amor.
O vídeo demonstra que AMAR é preparar o filho para a vida.
Quantas vezes queremos poupar nossos filhos, fazendo por eles, achando que tal vivência pode ser dolorosa!?
Eu quis abraçar esse garotinho a cada “Mamãe!” que ele dizia…. e imagino que ela também. Mas essa mãe enxerga além! Ela o educa para ser forte e confiante…. GUERREIRO, como ela diz.
Mamãe do Miguel… eu achava que era forte.
Obrigada por me mostrar o que é ser forte.
Tô indo ali pegar minha panela…
Via: Juliana Marangoni
Em sua primeira campanha de linha branca para o Brasil, marca aposta na história real de amor de três casais para falar com os consumidores.
“Histórias Reais do Primeiro Encontro” traz à tona a memória afetiva que algumas roupas carregam.
Por meio de fatos e personagens reais conta as histórias de amor de três casais.
Assista e se emocione.
Gostaria de compartilhar com vocês a linda mensagem da Aninha Parra.
“A data estava marcada, o grande dia se aproximava, e algumas semanas antes ele foi internado na UTI.. A DPOC (doença pulmonar) já estava no seu estágio final..
Ele sonhava em me ver casando, curtiu cada detalhe que eu contava nas visitas ao hospital. Contava todo orgulhoso para a equipe médica, funcionários e visitantes de outros pacientes que a neta ia casar.
O dia do meu casamento chegou e ele continuava internado, mas era sem dúvida o convidado de honra, o mais feliz. E esteve presente!
Após a cerimônia religiosa seguimos de limusine com fotógrafos, cinegrafistas, véu, vestido e buquê direto pro hospital, mais precisamente a UTI.
A emoção foi única, o sorriso inesquecível e o sonho dele realizado! Ele conseguiu me ver de noiva! Uma semana depois ele partiu, mas tenho certeza que estava feliz.”
Eu tenho certeza que ele foi ainda mais feliz do que já era, transbordando boas vibrações e orgulho da neta que teve.

Fonte indicada: Vovó Nilva
Você já se perguntou como algumas pessoas têm relacionamentos incríveis, mesmo sem realmente terem que se esforçar neles? Bem, não há mais do que apenas a magia. Na verdade, isso tem muito pouco a ver com o que fazem e muito com que se deixam SER.
Aqui estão 9 qualidades das pessoas que tendem a ter relações surpreendentes. A boa notícia é que, com um pouco de conhecimento e esforço, você pode desenvolver essas características e ter um belo romance:

Se você estiver preocupado se vai repetir os erros de relacionamento fracassado de seus pais OU se nunca viverá de acordo com o relacionamento perfeito de seus pais; você não estará livre para criar seu próprio vínculo incrível. Independentemente do que você tem medo, trabalhe para liberá-lo. Comece por reconhecer que o medo está lá, e, em seguida, lembre-se que você não está condenado a qualquer destino em particular. Você é a pessoa executando a sua vida, e você tem o poder de criar uma parceria próspera. Se você estiver saindo do rumo, você pode corrigir isso. Se você cometeu erros em seu passado, você pode aprender com eles.
Pessoas que estão em relações profundas e com alma não têm medo de serem elas mesmas. Elas não têm medo de mostrarem seus limites e, portanto, dão a sua permissão de parceiro para fazer o mesmo.
Se você confiar em seu parceiro para fazer você se sentir confiante ou bom o suficiente, a relação vai ser difícil de sustentar. Não estou dizendo que você nunca pode duvidar de si mesmo (isso é impossível), mas eu estou dizendo que a insegurança não pode ser a sua posição padrão, assim como, o trabalho nº1 de seu parceiro não pode ser fazê-lo sentir bem consigo mesmo o tempo todo.
Há uma sutil diferença entre a vontade de mudar alguém, e de querer inspirar alguém a mudar. A diferença está na motivação: querer mudar alguém serve apenas para um, já querer inspirar alguém a mudar para seu próprio bem, serve para ambos.
Quando somos vulneráveis, permitimos que outra pessoa nos veja e espie em nossa alma. Isso promove um sentimento de confiança que não pode ser alcançado nem com mil palavras.
Você pode pensar em dar ao seu parceiro de duas formas diferentes: ou você está fazendo sacrifícios para outra pessoa (o que sugere que você está abrindo mão de algo, ou você está dando generosamente (o que sugere que você está livremente dando algo de um lugar de amor para quem você ama). Isso é um interruptor de mentalidade, sutil, mas poderoso, que vai ajudá-lo a sentir-se fluido e leve em seu romance.
Guardar rancor basicamente significa que você quer que a outra pessoa continue a sentir-se culpada ou envergonhada, emoções extremamente destrutivas. Estar em um relacionamento com alguém que está em um estado emocional culpado ou vergonhoso, nunca levará a um vínculo duradouro e próspero, ou de confiança entre duas pessoas.
Não há nada mais tóxico para uma relação do que competição constante para ver quem é melhor. Pessoas em grandes relacionamentos podem ver qualidades superiores de seus parceiros de forma clara, e não sentem a necessidade de fazer mais do que uns aos outros o tempo todo. A única maneira de comemorar os pontos fortes do seu parceiro é se você está ciente e orgulhoso de suas próprias forças.
O humor liga duas pessoas mais do que qualquer coisa, porque é uma reação espontânea e impulsiva. Nós não estamos guardados ou protegidos quando rimos; estamos permitindo que nosso verdadeiro eu apareça. Compartilhar risos cria uma relação leve e divertida.
Fonte: Mind Body Green
Um casal que viveu 30 anos em Berkshire, no Reino Unido, teve que mudar de casa, para ficar mais perto da família, depois que a esposa, Julie, foi diagnosticada com demência, provocada pelo Alzheimer.
Mas Matt Muircroft, o marido, soube dos médicos que as pessoas com demência podem sofrer de depressão e ataques, logo que percebem mudanças em seu ambiente.
Foi então que ele teve a ideia de reformar a casa nova, em Motherwell, Lanarkshire, para deixá-la igualzinha à antiga, da época em que casaram.

Julie foi diagnosticada com demência em 2009 , desde então, o amor de sua vida, Matt, largou tudo para se dedicar de corpo e alma à sua esposa .
Reconstituição
O trabalho que Matt fez para o novo apartamento ficar “parecido” foi muito difícil e cheio de detalhes, mas ele afirma ter sido o trabalho mais importante de sua vida.
Ele é um decorador de renome: trabalhou no Castelo de Windsor ea Capela de St George para o casamento do príncipe Edward e Sophie Rhys -Jones em 1999.
“O efeito ficou bonito. Julie se sentiu muito confortável na nova casa e, aparentemente, não houve nenhum efeito negativo”, comemorou Matt.

Fonte sempre muito indicada: Coisa de Velho
Veja também:
Alzheimer: vídeo de 1 minuto mostra como são os sintomas
Alzheimer: a mais didática explicação que você verá
A face do silêncio é paisagem
Arde em branco geada nos telhados
Chegam da vida os ecos abortados
Musgo rasteiro fino e instalado
Há carrilhões soando pelos ares
Dão-nos tudo na boca dos olhares
Não nos deixando esquecer
Mundos e fundos…
Quem se preze resiste
E constrói seus mundos
Criando a utopia pessoal
Só fica do passado
Remorso ou saudade vida residual
Que nos mantém presentes
Nos actos reticentes
Invernais
Quando nos deixareis dormir adormecer
Euros Obama Alzheimer e Natais?
Maria Augusta Ribeiro

Maria Augusta Ribeiro é uma poeta portuguesa residente em Mirandela.
Possui 4 livros editados:
– Suavidade;
– Litoral do Sonho;
– Diário de uma flor – ganhador do 1º prêmio Nacional do SNI de manuscritos;
– Passos e Laços.
Terráquea, introspectiva e sonhadora.
Assim se define a fotógrafa Celia Anahin, que, com sua ampla visão da realidade, não consegue entender como as pessoas podem ser classificadas de uma maneira que as separe como humanidade.

“Sempre gostei de olhar para o mundo através de lentes, e as minhas primeiras lentes foram as bolinhas de gude, depois o microscópio, e finalmente uma câmera fotográfica.”
Após 12 anos de profissão, mudou-se para o nordeste do Brasil e, deixou seu equipamento fotográfico guardado dentro de um armário de aço durante dezoito anos.

À vezes, confessa que abria o armário e tinha vontade de voltar no tempo, acordar de manhã e ter que cumprir três pautas por dia, vagando no trânsito caótico de São Paulo e ouvindo a rádio Eldorado. Entretanto, seguiu fazendo outras coisas, dentre essas abraçou novas artes como a culinária.
“E só me dei conta que eu precisava voltar a fotografar depois de fazer um curso de gastronomia. Pode parecer estranho, mas os caminhos que nos levam a alguns lugares podem nos surpreender.”
“Um dia eu acordei e senti que eu tive uma boa noite de sono… Muito boa, como se um raio imaginário a coisa com tudo o que eu tinha aprendido… tivesse simplesmente colocado o meu cérebro no lugar. Tomei algumas decisões práticas e decidi que eu queria voltar a olhar o mundo através de lentes, pois a minha vida estava muito chata.”
“Eu voltei a olhar através das lentes há um ano. Eu não faço fotografia “clássica”. Eu até faço registros, mas sempre vislumbrando como eu vou transformar aquela realidade.”

“Às vezes eu não mudo nada na fotografia, mas isso só acontece quando eu acho que realmente não há nada para ser mudado, pois a imagem me agradou e me fez sonhar.”

Entre um trabalho e outro, Celia é acompanhada e direciona seu foco para uma de suas paixões: os gatos:

Por Patrícia Pinheiro
Paixão é, sem dúvida, uma coisa maravilhosa. Todos deveriam experimentar, ao menos uma vez na vida, a magia que é, com apenas um olhar, sentir tudo aquilo que faz parte de você se acender, ao mesmo tempo em que todo seu chão parece sumir. Paixão é isso: um constante acender e flutuar; é desconectar-se do mundo, já que o mundo e todo o seu sentido passa a residir, por um momento, apenas ali, no cheiro, no toque, no que era dois e passa a ser um só. Mas ainda afirmo, sem medo algum, que, apesar do quão maravilhosas tenham sido as paixões avulsas experimentadas, é menos feliz aquele que passa por essa vida sem ter amado.

Ainda que as duas coisas possam andar juntas – e considere-se mais sortudo que um ganhador da loteria se o seu melhor amigo no mundo é a mesma pessoa com quem você ainda deseja dividir a cama ao final do dia – o amor, diferente de atrações físicas isoladas e de químicas maravilhosas que só resistem à quatro paredes, nos faz mais sensíveis, mais cúmplices, mais conhecedores de nós mesmos, na medida em que não nos coloca apenas na posição de dois corpos que viram só um; mas na serenidade e dureza de descobrir como é, dia após dia, entregar-se à magia do sexo, da singularidade, e exercer, ao mesmo tempo, a capacidade constante de conhecer e apaixonar-se pela loucura que é, na crueldade do dia a dia, SER DOIS.
Não morrem sem ter amado aqueles que beijam demorado, mas que também extraem igual prazer de longas conversas ou longos silêncios. Não morrem sem ter amado aqueles que contam os segundos para estar perto, mas que sabem a hora de adiar um encontro para que o outro possa estudar para a prova de matemática ou fazer um trabalho pendente.
Não morrem sem ter amado aqueles que adquirem a capacidade de antecipar mentalmente o próximo gesto ou palavra do outro; que podem carregar inúmeras feridas, mas, ainda sim, quando juntos, a espontaneidade nunca deixa de estar lá,afinal é fácil e natural ser você mesmo na presença daquele que conhece e respeita cada pedacinho seu.
E amor é para os fortes. Para os que decidem ir em frente nesse caos e ainda levam alguém consigo; para os que mergulham na loucura e sabedoria que é, ao descobrir o outro, acabar descobrindo a si mesmo; e, acima de tudo, para aqueles que, mesmo ainda colhendo os cacos das desilusões, seguem amando e se entregando, pois sabem que infelizes não são aqueles que carregam as rachaduras como cicatrizes; esses são os corajosos; infelizes são aqueles que perderam a capacidade de amar.
Se você ainda não viu o desafio do banho gelado, nas redes sociais, agora vai ver e entender que história é esta.
É uma campanha para arrecadar dinheiro para a pesquisa de cura da doença degenerativa- a esclerose lateral amiotrófica ou doença de Lou Gehrig, conhecida pela sigla ELA, no Brasil, e ALS nos Estados Unidos que atinge cerca de 350 mil pessoas, hoje, no mundo.
Aqui pela CONTI outra, me comprometo a direcionar todas as verbas recebidas pelos compartilhamentos desse post e publicidade gerados à Associação Brasileira de Esclerose lateral Amiotrófica
No Brasil, uma caixa do único medicamento que atenua a progressão dos sintomas custa mais de 600 reais e só dura 15 dias. Ah, e detalhe, está em falta no SUS.
Vídeo original por Anthony Carbajal.
Via: Social Fly
Saiba mais no site da Associação Brasileira de Esclerose lateral Amiotrófica
Uma adolescente começa a ler um poema de Rudyard Kipling, rompendo o silêncio em uma sala cheia de idosos: “se puder manter a calma/quando todos à tua volta já a perderam”, quando um deles, doente de Alzheimer, completa com um murmúrio: “você será um homem, meu filho!”.
Para combater a perda de memória que afeta 800 mil pessoas no Reino Unido, instituições especializadas e hospitais estão recorrendo à poesia.
A melodia e o ritmo de versos conhecidos consegue bater na porta da memória, servem de “detonador que ativa” a palavra e as lembranças, explicou Jill Fraser. A associação “Kissing it Better”, que ela dirige, organiza leituras em asilos para idosos.
Quando os pacientes “escutam uma palavra que conseguem lembrar de um poema, eles ganham o dia”, contou Elaine Gibbs, diretora do lar para idosos Hylands, que abriga 19 velhinhos em Stratford upon Avon, terra natal de William Shakespeare, região central da Inglaterra.

Com os cabelos grisalhos presos e vestido florido, Miriam Cowley ouve com atenção uma jovem que lê o poema “À Margarida”, de William Wordsworth, um clássico nas escolas britânicas.
“Sabia o poema, mas tinha esquecido. Aprendi quando era menina”, lembrou esta antiga professora, que sofre com a perda de memória recente. “Terei belos sonhos, sonhos tranquilizadores, de margaridas e árvores”, comemorou.
Quando se chega a este centro, “todo mundo está sentado em seu canto e, de repente, você começa a ler um poema em voz alta e vê como o olhar deles se ilumina”, explicou Hannah Ciotkowski, uma voluntária de 15 anos.
“É maravilhoso quando se juntam a você para terminar um verso”, continuou Anita Wright, de 81 anos, ex-atriz da respeitada companhia Royal Shakespeare (RSC), que também lê neste lar e integra o projeto “Kissing it Better”, que conta com voluntários de 6 a 81 anos.
O ritmo da poesia “cola no nosso eu mais profundo”, assegurou Lyn Darnley, que chefia o departamento de voz e texto da RSC.
“A poesia pode afetar, recuperar lembranças, não só emoções, mas também da profundidade da linguagem”, continuou Darnley.
Anita Wright lembrou de uma experiência emocionante. Ela estava lendo um poema sobre um homem que se despedia da amada, quando uma idosa começou a chorar e lembrou da morte do namorado.
“Não tinha dito uma só palavra desde que entrou na instituição e este poema abriu as comportas porque remeteu a um episódio de sua vida”, explicou Anita, emocionada.
“A poesia não cura a senilidade”, disse Dave Bell, enfermeiro da organização Dementia UK, que luta contra o Alzheimer. “Mas tem o poder de, como a música, devolver confiança aos pacientes: eles descobrem que lembram de algo”. Além disso, “permite criar um laço entre gerações”, acrescentou.
“Quando for velha”, disse Hannah, de 15 anos, “vou querer que as pessoas venham me ver para ler poemas e cantar músicas para mim”.
Fonte: Estado de Minas
Via: Coisa de Velho
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