Clarita, um documentário de 14 minutos sobre o Alzheimer

Clarita, um documentário de 14 minutos sobre o Alzheimer

Dirigido por Thereza Jessouroun e narrado na primeira pessoa,o documentário é baseado na história da mãe da diretora, portadora da Doença de Alzheimer.

Clarita apresenta reflexões e questionamentos sobre o sentido da vida e a convivência com a morte.

O documentário alterna imagens filmadas com sua mãe e reconstituições feitas com a atriz Laura Cardoso.

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O homem que não acreditava no amor

O homem que não acreditava no amor

Era uma vez um homem que não acreditava no amor. Ele era uma pessoa comum, como você e eu, mas seu modo de pensar tornava-o diferente. O homem achava que o amor não existia. Claro, ele teve muitas experiências, tentando encontrar o amor, observou bastante as pessoas que o cercavam. Passou a maior parte da vida procurando o amor, apenas para descobrir que era algo que não existia.

Aonde quer que esse homem fosse, dizia às pessoas que o amor não passava de uma invenção dos poetas,uma mentira que os religiosos contavam para manipular a mente fraca dos humanos, forçando-os a acreditar, para controlá-los. Dizia que o amor não é real, que nenhum ser humano poderia encontrá-lo, mesmo que passasse a vida procurando-o.

Esse homem era extremamente inteligente e muito convincente. Lia muitos livros, frequentara as melhores universidades, era um erudito respeitado. Podia falar em público, diante de qualquer tipo de plateia, sempre com lógica irrefutável. Dizia que o amor é uma espécie de droga, que provoca euforia e cria forte dependência. Que uma pessoa pode viciar-se em amor e começar a necessitar de doses diárias, como os dependentes de qualquer outra droga.

Costumava afirmar que o relacionamento dos amantes é igual ao relacionamento entre um viciado e a pessoa que lhe fornece a droga. O que tem mais necessidade de amor é o viciado, o que tem menos, é o fornecedor.

Aquele, entre os dois, que tem menos necessidade, é o que controla todo o relacionamento. Dizia que é possível ver isso com clareza porque, num relacionamento, quase sempre há um que ama sem reservas, e outro que não ama, que apenas tira vantagem daquele que lhe entrega seu coração. Que é possível ver, pelo modo como os dois se manipulam, como agem e reagem, que são iguais ao fornecedor de uma droga e o viciado.

O viciado, aquele que tem mais necessidade, vive com medo de não conseguir receber a próxima dose de amor, ou seja, da droga. E pensa: “O que vou fazer, se ele (ela) me deixar?” O medo torna o viciado extremamente possessivo. “Ele é meu!” O medo de não receber a próxima dose torna-o ciumento e exigente. O fornecedor pode controlar e manipular aquele que necessita da droga, dando-lhe mais doses, menos doses, ou nenhuma dose.

O que necessita da droga submete-se completamente e faz tudo o que pode para não ser abandonado.

O homem ainda dizia muito mais, quando explicava por que achava que o amor não existia. Declarava que aquilo que os humanos chamam de amor é apenas um relacionamento de medo baseado no controle. “Onde está o respeito? Onde está o amor que afirmam sentir? Não há amor. Dois jovens, diante de um representante de Deus, diante de suas famílias e de seus amigos, fazem uma porção de promessas um ao outro: que vão viver juntos para sempre, que vão amar-se e respeitar-se mutuamente, que estarão um ao lado do outro nos bons e nos maus momentos, que vão se amar e se honrar. Promessas e mais promessas. O mais espantoso é que eles realmente acreditam que vão cumpri-las. Mas, após o casamento — uma semana, um mês, alguns meses depois — fica claro que nenhuma das promessas foi cumprida.

O que se vê é uma guerra pelo comando, para ver quem manipula quem. Quem será o fornecedor, e quem será o viciado? Alguns meses depois, o respeito que prometeram ter um pelo outro desapareceu. Surgiu o ressentimento, o veneno emocional, e ambos ferem-se reciprocamente, pouco a pouco, cada vez mais, até que eles não sabem mais quando o amor acabou. Permanecem juntos porque têm medo de ficar sozinhos, medo da opinião e do julgamento dos outros, medo de sua própria opinião e de seu próprio julgamento. Mas, onde está o amor?”

O homem costumava dizer que via muitos velhos casais, unidos havia trinta, quarenta, cinquenta anos, que tinham orgulho de estar juntos durante tanto tempo. Mas, quando falavam a respeito de seu relacionamento, diziam: “Sobrevivemos ao matrimônio”. Isso significa que um deles submeteu-se ao outro. A certa altura, ela (ou ele) desistiu e decidiu suportar o sofrimento. O que teve vontade mais forte e menos necessidade, venceu a guerra.

Mas onde está aquela chama a que deram o nome de amor? Um trata o outro como se fosse propriedade sua. “Ela é minha”, “Ele é meu”.

O homem mostrava mais e mais razões que o haviam levado a acreditar que o amor não existe. Dizia: “Eu já passei por tudo isso. Nunca mais permitirei que outra pessoa manipule minha mente e controle minha vida em nome do amor”. Seus argumentos eram bastante lógicos, e com suas palavras ele convenceu muitas pessoas. “O amor não existe.”

Então, um dia, esse homem andava por um parque, quando viu uma linda mulher chorando, sentada num banco. Ficou curioso, querendo saber por que motivo ela chorava. Sentando-se a seu lado, perguntou-lhe por que ela estava chorando e se podia ajudá-la. Imaginem qual foi a surpresa dele, quando a mulher respondeu que chorava porque o amor não existia,

— Mas isso é espantoso! — o homem exclamou. — Uma mulher que não acredita no amor? E, claro, quis descobrir mais coisas a respeito dela.

— Por que acha que o amor não existe? — indagou.

— E uma longa história — ela respondeu. — Casei-me muito jovem, cheia de amor, cheia de ilusões, com a esperança de passar minha vida inteira com aquele homem. Juramos lealdade um ao outro, juramos que nos respeitaríamos, que honraríamos nossa união e que formaríamos uma família. Mas logo tudo mudou. Eu era uma esposa dedicada, que cuidava da casa e dos filhos. Meu marido continuou a progredir em sua carreira. Seu sucesso e a imagem que mostrava fora de casa eram, para ele, mais importantes do que a família. Perdemos o respeito um pelo outro. Nós nos feríamos mutuamente, e um dia descobri que não o amava e que ele também não me amava. Mas as crianças precisavam de um pai, e essa foi minha desculpa para ficar e fazer tudo o que pudesse para dar apoio a ele. Agora, meus filhos cresceram e saíram de casa. Não tenho mais nenhuma desculpa para ficar com ele. Não existe respeito nem gentileza em nosso relacionamento. Sei que, mesmo que eu encontre outra pessoa, vai ser tudo igual, porque o amor não existe. Não faz sentido, procurar por algo que não existe. É por isso que estou chorando.

Compreendendo-a muito bem, o homem abraçou-a e disse:

— Tem razão, o amor não existe. Procuramos por ele, abrimos o coração e nos tornamos fracos, para no fim encontrarmos apenas egoísmo. Isso nos fere, mesmo que achemos que não vamos ser feridos. Não importa o número de relacionamentos que possamos ter, a mesma coisa sempre acontece. Por que ainda continuamos a procurar o amor?

Os dois eram tão parecidos, que se tornaram grandes amigos. Tinham um relacionamento maravilhoso. Respeitavam-se, um nunca humilhava o outro. Ficavam mais felizes a cada passo que davam juntos. Entre eles não havia ciúme nem inveja, nenhum dos dois queria assumir o comando, nem era possessivo. O relacionamento continuou a crescer. Eles adoravam estar juntos, porque sempre divertiam-se muito. Quando estavam separados, um sentia a falta do outro.

Um dia, o homem encontrava-se fora da cidade, quando teve a mais esquisita das ideias.

“Hum, talvez o que eu sinta por ela seja amor. Mas isto é muito diferente de qualquer outra coisa que já senti. Não é o que os poetas dizem, assim como não é o que os religiosos pregam, porque não sou responsável por ela. Não tiro nada dela, não sinto necessidade de que ela cuide de mim, não preciso culpá-la por minhas dificuldades, nem contar-lhe meus dramas. O tempo que passamos juntos é maravilhoso, gostamos um do outro. Respeito o que ela pensa, o que sente. Ela não me envergonha, não me aborrece. Não sinto ciúme, quando ela está com outras pessoas, não tenho inveja, quando a vejo ter sucesso em alguma coisa. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que todo mundo pensa que é.”

O homem mal pôde esperar pelo momento de voltar para sua cidade e conversar com a mulher para expor-lhe a ideia esquisita que tivera. Assim que ele começou a falar, ela disse:

— Sei exatamente do que é que você está falando. Tive a mesma ideia, bastante tempo atrás, mas não quis lhe contar, porque sei que você não acredita no amor. Talvez o amor exista, mas não seja aquilo que pensamos que é.

Decidiram tornar-se amantes e morar juntos e, de maneira admirável, as coisas não mudaram. Os dois continuaram a respeitar-se, a dar apoio um ao outro, e o amor continuou a crescer. Até as coisas mais simples faziam seus corações cantar, cheios de amor, por causa da grande felicidade em que eles viviam.

O coração do homem estava tão repleto de amor que, uma noite, um grande milagre aconteceu. Ele olhava as estrelas e encontrou uma que era a mais bela de todas.

contioutra.com - O homem que não acreditava no amor

Seu amor era tão imenso, que a estrela começou a descer do céu e logo estava aninhada nas mãos dele. Então, um outro milagre aconteceu, e a alma do homem uniu-se à estrela. Ele estava imensamente feliz e foi procurar a mulher o mais depressa possível para depositar a estrela nas mãos dela, provando seu amor. Assim que recebeu a estrela nas mãos, a mulher experimentou um momento de dúvida. Aquele amor era grande demais, avassalador.

Naquele instante, a estrela caiu das mãos dela e estilhaçou-se em um milhão de pedacinhos. Agora, um velho anda pelo mundo, jurando que o amor não existe. E uma velha bonita permanece em casa, esperando por ele, derramando lágrimas pelo paraíso que um dia teve nas mãos e perdeu por causa de um momento de dúvida.

Essa é a história do homem que não acreditava no amor. Quem foi que errou? Você gostaria de descobrir qual foi a falha? O erro foi do homem, que pensou que poderia passar sua felicidade para a mulher. A estrela era sua felicidade, e ele errou, quando a colocou nas mãos dela.

A felicidade nunca vem de fora de nós. O homem era feliz por causa do amor que saía dele, e a mulher era feliz por causa do amor que saía dela. Mas, no momento em que ele a tornou responsável por sua felicidade, ela deixou cair a estrela, quebrando-a, porque não podia responsabilizar-se pela felicidade dele.

Por mais que a mulher o amasse, jamais poderia fazê-lo feliz, porque nunca saberia o que se passava na mente dele. Nunca saberia quais eram as expectativas do homem, porque não poderia conhecer os sonhos dele.

Se você pegar sua felicidade e colocá-la nas mãos de outra pessoa, mais cedo ou mais tarde a verá estilhaçada. Se der sua felicidade a alguém, você a perderá. Então, se a felicidade só pode vir de dentro de nós, sendo resultado de nosso amor, nós somos os únicos responsáveis por ela. Nunca podemos tornar outra pessoa responsável por nossa felicidade, mas, quando os noivos vão à igreja para casar, a primeira coisa que fazem é trocar alianças.

Cada um está colocando sua estrela nas mãos do outro, esperando dar e receber felicidade. Por mais intenso que seja seu amor por alguém, você nunca será o que esse alguém quer que você seja. Esse é o erro que a maioria de nós comete, logo de início. Baseamos nossa felicidade em nossos parceiros, e não é assim que as coisas funcionam. Fazemos uma porção de promessas que não podemos cumprir, já nos preparando para o fracasso.

Don Miguel Ruiz

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Veja como lidar com filhos desobedientes em 4 dicas de educação

Veja como lidar com filhos desobedientes em 4 dicas de educação

Via contioutra.com - Veja como lidar com filhos desobedientes em 4 dicas de educação

Alguns pais podem pensar que a disciplina é algo que você ensina quando uma criança se comporta mal. Mas muitos especialistas dizem que disciplinar as crianças está mais relacionado a guiar o seu filho ao bom comportamento, para que ele possa fazer boas escolhas.
Disciplina a filhos desobedientes
Se você não sabe onde está errando e quer saber como lidar com filhos desobedientes, saiba que não existe uma fórmula para o bom comportamento. Porém, há maneiras para você orientar seu filho para que ele possa, cada vez mais, adotar posturas adequadas.

Se o seu filho faz birra ou se comporta mal, há formas certas de repreendê-lo.
Como lidar com filhos desobedientes

Veja a seguir 4 dicas para lidar com filhos desobedientes e descubra qual a importância dos pais nesse processo.

1. Compreenda o significado por trás do comportamento

Alguns especialistas em comportamento infantil indicam que as crianças querem se comportar bem, mas se elas não conseguirem, existe uma razão. Por isso, a melhor maneira de lidar com filhos desobedientes é saber tudo o que está acontecendo com a vida do seu filho.
Uma vez que é de conhecimento dos pais a raiz do mau comportamento, é possível facilmente remover a causa ou curar as emoções e a criança não vai mais se comportar da mesma maneira.
Então, pergunte a si mesmo: o filho se comportou mau em uma tentativa desesperada pela sua atenção? Talvez você ficou no telefone por muito tempo ou o ignorou. Se sim, qual a correção que você pode fazer para o seu próprio comportamento, o que poderá satisfazer a necessidade do seu filho?

2. A educação começa pelos pais

É difícil manter a calma no calor do momento, mas os pais precisam modelar os tipos de comportamento dos seus filhos. Lembre-se: grito gera grito, bater gera bater.
Nós não devemos fazer qualquer coisa na frente de nossos filhos, as quais não queremos que eles façam. No caso da birra, isso pode significar que você precisa contar até 10, respirar fundo ou simplesmente sair de perto até que você consiga se recompor.
A raiva e a frustração podem alimentar o mau comportamento. Por isso, em vez de gritar quando seu filho está fazendo algo errado, procure fazer algo que o surpreenda, como cantar por exemplo.

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3. Seja coerente com as suas expectativas

Muitos pais ignoram um determinado comportamento na esperança de que isso vai passar. Uma das melhores maneiras de lidar com filhos desobedientes é saber que eles vão agir conforme as expectativas.
Se o seu filho morde outra criança, por exemplo, você deve abaixar e dizer-lhe que aquele comportamento não é aceitável. Se ele continuar, então é hora de retirá-lo da situação.
Às vezes uma criança pode tentar testar os seus limites, argumentando com as regras. Quando isso acontece, você ensina a maneira correta e coloca um ponto final na situação.

4. Dê atenção ao comportamento que quer e não ao errado

As crianças muitas vezes agem porque querem atenção, por isso, às vezes, vale a pena ignorar as ações que você não aprova. Birras e choros sem razão? Saia de perto e seu filho vai aprender rapidamente que há uma maneira melhor de se comunicar. Mas quando ele está fazendo algo correto, elogie. Nada melhor do que alimentar um bom comportamento.
Outra forma de lidar com filhos desobedientes é mudar de postura. Crianças que ouvem sempre não, o tempo todo, veem isso como um desafio. Então, em vez de dizer a seu filho o que não fazer, é melhor dizer a maneira correta de lidar com aquela situação.

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E depois das eleições, para onde vai tanto ódio?

E depois das eleições, para onde vai tanto ódio?

Por André J. Gomes, viacontioutra.com - E depois das eleições, para onde vai tanto ódio?

É claro que você está certo. O país está prestes a eleger um presidente, nós corremos o risco de fazer o que você chama de “a escolha errada”, os ladrões estão a nos fazer de trouxas e eu aqui, falando de amor? Não, isso não pode ser. Você tem razão, eu reconheço.

Pronto, deixei meu discurso amoroso de lado, esperando. Já posso refletir sobre as coisas que você me disse. Sim, o seu candidato deve ser mesmo bem melhor do que o meu. Compreendo seus argumentos, entendo todos os seus pontos de vista e, prometo, vou pensar honestamente em aprender matemática depois de você me mostrar o óbvio: eu não sei fazer contas! Sim, também quero tomar aulas particulares de política, economia, educação, saúde pública, ecologia e essas coisas todas sobre as quais você discorreu com tanta autoridade, cuspindo certezas em minha cara perplexa. Eu sei.

Há corrupção descarada, roubalheira, favorecimentos, formação de quadrilha, tanta coisa ruim a combater e eu perdendo tempo com esse negócio de tentarmos nos aproximar uns dos outros! Você está afundado em razão. Eu mesmo já nem mais consigo enxergá-lo de tanto fundamento que o envolve.

Olha, me explica uma coisa? Você compreende tão bem os meandros da política, caminha tão firme sobre as suas certezas que eu acho que pode me ajudar. É que eu tenho uma dúvida. Duas! Na verdade tem duas perguntas me encasquetando aqui.

A primeira é a seguinte: se a pessoa em quem eu decidi votar vencer e, por isso mesmo, acontecer essa tragédia toda que você está prevendo, nós teremos direito a um último desejo? É, um pedido final, desses concedidos aos condenados à morte, sabe? Ouvir uma última vez a música favorita, pedir uma comida especial, dar um derradeiro telefonema a uma alma querida, mãe, pai, irmão, filho. Quem sabe um amor antigo a quem perdoar ou a quem pedir perdão. Será que isso ainda nos será permitido?

Não, isso não é uma ironia. Imagina! É que eu fiquei assustado com as suas previsões. Você fala muito bem. Convicto, seguro. Mas não a ponto de mudar a minha escolha. Fazer o quê, não é mesmo? Bom, mas eu ainda tenho a segunda pergunta: depois que passarem as eleições, para onde vai tanto ódio?

Porque sei lá, fiquei pensando se você e eu, em algum momento, em nossa ânsia compreensível de expulsar o que nos esmaga, quando escolhemos nos defender e nos posicionar contra aquilo que, em nossa visão parcial, nos ataca, não erramos o alvo e saímos atirando francamente em qualquer um que pense diferente de nós mesmos. Pior: ando imaginando se nós não esquecemos a metralhadora ligada.

É, você está certo. Eu não passo de um imbecil, cretino, alienado que não sabe votar. Você tem o seu candidato e eu tenho o meu. É assim que é. Mas será que podemos lidar com isso sem nos estapearmos na rua? Entendo que você acredite mesmo que questionar a minha inteligência e ofender a minha santa mãezinha nas redes sociais é o caminho para mudar a minha opinião sobre em quem devo votar. Tudo bem. É a sua escolha. Aliás, eu prefiro você, ferozmente articulado, tão certo de seus argumentos, que aqueles gênios que se limitam a escrever “mimimi”, “blá blá blá” e outras interjeições brilhantes para se mostrar acima dessas discussões mundanas. É verdade. Você tem o meu apoio. Mas não o meu voto. Esse é escolha minha mesmo.

E, se você me permite uma digressão, eu escolho falar de amor, sim. E continuo sonhando com um mundo em que cada um de nós faça mais do que escolher um candidato e até brigar pela sua candidatura. Um lugar em que cada eleitor volte para casa disposto a mudar suas próprias posturas, a fazer seu trabalho honesto, ajudar o outro e a si mesmo sem a pretensão de estabelecer sua grande e irrefutável verdade universal.

Você me desculpe a franqueza, mas eu continuo sonhando com projetos impossíveis como a instalação de um imenso espelho na órbita da Terra que nos permita enxergar a nós mesmos e nos faça dar conta do quanto nos tornamos tão ridículos cuspindo ofensas contra aqueles que se atrevem a pensar diferente.

E quando nos tornarmos mais humildes e perplexos, nossa mais alta tecnologia será usada para construir grandes loucuras, como máquinas de escrever ternuras, câmeras de reconciliação, condutores de tolerância. E as ruas serão infestadas de beijoqueiros, amorosos compulsivos, respeitadores convictos e franco-atiradores de afetos disparando carinhos por todos os lados.

Eu escolho o caminho do amor. Afinal, nesse jogo somos nada senão peças utilizadas de alguma forma. No fim da pendenga, acredite, voltaremos todos para a mesma caixa. E lá dentro, seja lá o que isso signifique, é melhor nos querermos bem. Ah, se é.

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Artista substitui armas por flores em fotos vintage de soldados em tempos de guerra

Artista substitui armas por flores em fotos vintage de soldados em tempos de guerra

Via contioutra.com - Artista substitui armas por flores em fotos vintage de soldados em tempos de guerra

Artista francês Mister Blick cria colagens pungentes usando fotos antigas de soldados armados, só que , em vez de armas, os militares são vistos segurando flores.

Através destas imagens manipuladas, Mister Blick envia a mensagem final de paz.

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10 coisas que você não deve abandonar por um relacionamento

10 coisas que você não deve abandonar por um relacionamento

Por MANDY KLOPPERS, via contioutra.com - 10 coisas que você não deve abandonar por um relacionamento

1. Sua auto-estima / confiança / auto-confiança

Alguns relacionamentos despertam o melhor em nós, outros fazem com que nos sintamos indignos e não tenhamos mais certeza sobre nós mesmos. Se você achar que você está cheio de auto-dúvida e estão menos confiantes do que estavam no início da relação, pode ser a hora de analisar onde essa redução veio. Um relacionamento saudável deve fornecer uma base sólida para explorar o mundo e alcançar o nosso melhor. Se o seu relacionamento o torna “pequeno/a” e dilui seus pontos fortes é um sinal de alerta.

2. Sua independência – pessoal e financeira

Estar em um relacionamento pode ser uma experiência maravilhosa, amorosa. Entretanto é sempre importante manter a sua independência e resistir em criar uma identidade comum. Encontre os seus amigos; desfrute de interesses que nem sempre incluem o seu parceiro e mantenha uma conta bancária separada para si mesmo. Independência é saudável e ajuda sempre que você sentir que você está no relacionamento, porque você quer  a não ser porque você  precisa  estar.

3. O direito de decidir por si mesmo – a liberdade de escolha

Nunca desista de suas opiniões e liberdade de escolha para manter a outra pessoa feliz. O compromisso é importante e uma situação ganha-ganha é o resultado ideal, mas muito cuidado com parceiros que tentam controlar o tempo todo.Quer se trate de comentários negativos sobre a maneira de se vestir, a maneira de cozinhar e / ou limpar a casa ou os amigos que você tem – escolha para si mesmo e não seja manipulado para fazer coisas que você não concorda apenas pelo outro . Concessões são normais e saudáveis em uma relação mas o excesso delas pode levar ao anulamento pessoal, esteja atento para perceber a diferença.

4. O direito de ser você

Proteja suas características fundamentais e traços de personalidade e nunca desista da “essencial você. Todos nós mudamos em um relacionamentos, mas tome cuidado para que você não se esforçe demais e acabe se  perdendo no processo. Aqueles que você ama vão adorar você e todas as suas imperfeições. Tentar mudar a si mesmo Constantemente irá corroer sua confiança e auto-estima além de ser desmoralizante.

5. Sua felicidade

Há momentos em que o  medo da solidão pode ser maior do que o desejo de felicidade genuína. Como resultado, podemos permanecer em relacionamentos que não trazem o melhor de nós. Ficamos em relacionamentos sem brilho porque tememos o desconhecido. Você só tem uma vida – tente não desperdiçá-la em um relacionamento que te faz infeliz. Permita-se estar em uma relação que comprometida com seu sentimento de felicidade e satisfação a longo prazo. Se você se sentir desvalorizado e infeliz, pergunte-se por que e avalie se o relacionamento em que está não está relacionado com sua tristeza

6. Seus sonhos e objetivos

Nunca desista de seus sonhos por causa de um relacionamento. Um relacionamento deve ser um trampolim a partir do qual você perseguirá seus sonhos, em vez de um lugar que o mantém acorrentado e desiludido.Parceiros ciumentos e / ou inseguros tentam sufocar uma mente criativa, apaixonada e mantém seu parceiro talentoso onde eles sentem que podem manter o controle. Se isso soa como o seu relacionamento, preste muita atenção. Relacionamentos felizes incentivam a aventura e ajudam as pessoas para que elas progridam, em vez de as estagnar.

7. Relações existentes que são importantes para você

Bons amigos podem ser difíceis de encontrar e, se você tem alguns amigos maravilhosos e fiéis, nunca desista deles por um relacionamento. Qualquer parceiro que espera que você desista de amizades por ele ou ela é egoísta e provavelmente controlador. Um relacionamento saudável permite que amigos e familiares co-existam. Veja isso como um sinal de alerta se o seu parceiro tenta isolá-lo de seus amigos e familiares.

8. Sua auto-estima

Em nossa busca por amor podemos cruzar limites que normalmente nem consideraríamos. Quer se trate de se engajar em comportamentos humilhantes ou se permitir ser tratado de forma desrespeitosa, este é outro sinal de que o relacionamento não é bom para você. Nunca desista do seu direito de ser tratado com respeito e decência. Se alguém cruza essa linha, você deve se livrar dele ou dela imediatamente. Se você permitir que este tratamento ele vai se tornar pior e você vai acabar desprezando-se para permitir isso.

9. Sua identidade

Quando mergulhamos em um relacionamento, tendemos a assumir os interesses e hábitos de nossos parceiros. Não há nada de errado com esse processo de ‘espelhamento’ quando ele nos ajuda a nos relacionarmos e a nos sentimos mais em sintonia. O problema surge quando não temos um forte sentimento de autonomia e começamos a nos levar em muitas características do nosso parceiro em vez de desenvolver a nossa própria identidade. Se estamos muito influenciados pelos nossos parceiros, podemos parar de tomar decisões por nós mesmos e desviar o caminho da verdadeira auto-descoberta.

10. O seu poder de decisão

Pense em como um músculo enfraquece quando você deixa de usá-lo. Quanto mais nós nos deixamos levar pelas decisões de nossos parceiros, menos decisões tomamos por conta própria. Isso não significa que você tem que tomar todas as decisões sozinho, mas estar ciente dos hábitos que você quer ter antes de tomar uma decisão – especialmente se for para algo bastante fútil, como uma pequena compra da família. Pense por si mesmo e mantenha a sua tomada de decisões participativa. Isso ajuda a manter seu senso de individualidade, bem como a sua capacidade de se manter sobre seus próprios próprios pés.

Os relacionamentos podem ser o céu, mas eles também podem ser um inferno. Faça exames regulares de saúde no seu relacionamento e use as dicas acima para guiá-lo através do processo de avaliação de como feliz e saudável no seu relacionamento.

Traduzido e adaptado por Josie Conti

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Cada casa desta vila africana é uma verdadeira obra de arte

Cada casa desta vila africana é uma verdadeira obra de arte

Via contioutra.com - Cada casa desta vila africana é uma verdadeira obra de arte

No oeste da África, em Burkina Faso, existe uma pequena vila chamada Tiébélé. Em um espaço circular com pouco mais de 1.2 hectares, moram as pessoas do grupo Kassena, que vivem praticamente isoladas do resto do mundo e mantêm uma identidade cultural bastante forte, distinta e histórica. Parte disso é revelado nas paredes das casas.

Cada residência possui um certo padrão de pintura e cor, garantindo uma “cara” única para cada casa. Muitas delas não são habitadas por integrantes do grupo, mas por cadáveres. Os mausoléus ficam juntos às residências comuns e trazem sua própria beleza, também expressa por meio da pintura nas paredes.

Todos os anos, passado o período de chuvas, as casas são repintadas pelas mulheres do grupo. Os símbolos são tradicionais da cultura Kassena e trazem seus próprios significados, além de representarem o dia a dia dos moradores.

Confira algumas fotos tiradas pela fotógrafa Rita Willaert, que conseguiu permissão para conhecer Tiébélé de perto:

contioutra.com - Cada casa desta vila africana é uma verdadeira obra de arte

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Todas as fotos © Rita Willaert

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Montanha russa de “pobre”- animação crítica

Montanha russa de “pobre”- animação crítica

Uma montanha russa diferente…

3º lugar pelo juri popular no Rio de janeiro no Animamundi 2006.

A arte sempre recriando a realidade…para pensarmos!

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Como parar de se preocupar com o que os outros pensam

Como parar de se preocupar com o que os outros pensam

Já vou começar esse tema falando a verdade nua e crua: não é fácil para ninguém. Mas parar de se importar com o que as pessoas pensam é um grande atalho para a liberdade.

Bom, vamos começar falando porque é tão insuportavelmente chato se importar com o que as pessoas pensam sobre a gente. O motivo principal é bastante óbvio: esse negócio de ficar pensando o que as pessoas estão pensando sobre tudo o que você faz, fez ou vai fazer pode acabar tomando proporções tão absurdas a ponto de controlar sua vida e todas as suas atitudes. Aí você acorda e vai dormir todos os dias mais angustiado que vestibulando em dia de prova, se perguntando “ó céus, ó dor, ó vida, o que será que estão pensando de mim?”.

Alguma vez você já desistiu de alguma coisa, ou mudou de ideia porque estava com medo do que as pessoas, ou alguém poderia pensar de você?
Posso apostar que você é um tipo de pessoa pensativa, que quer fazer as pessoas ao seu redor felizes, e naturalmente quer que elas pensem bem de você. Espere…não há nada de errado com isto, faz parte da nossa inteligência emocional querer que as pessoas pensem bem de nós, é uma coisa boa, mas pode ir longe demais.
contioutra.com - Como parar de se preocupar com o que os outros pensam
Se você vive constantemente preocupado com o que os amigos, familiares, colegas, ou até mesmo estranhos na rua podem pensar de você, isso significa que você está desperdiçando uma grande quantidade de energia se preocupando (e provavelmente reprimindo seus reais objetivos).

E quem sofre as consequência desse comportamento insano? Você mesmo. A principal consequência é se tornar um tipo de pessoa que não toma posição nenhuma sobre nada nunca, e fica ali ocupando espaço em um dos lugares mais lotados do mundo: em cima do muro.

Um estudo realizado pela National Science Foundation – um órgão dos Estados Unidos destinado à promover a ciência e a engenharia através de programas de pesquisa e projetos de educação -, fez um estudo que alega que uma pessoa tem mais de 50 mil pensamentos em um dia. O que significa que, mesmo que alguém pensar em você mais de 10 vezes por dia, isso será equivalente a apenas 0,02% de todos os pensamentos que ela teve naquele dia. Acredite ou não: você não é tão especial assim.

Em segundo lugar, ninguém no mundo é capaz de agradar todo mundo. Nem o sol, nem o mar, nem o Einstein conseguiram, então não seria sábio da nossa parte tentar.

Terceiro porque você colhe o que planta. Quanto mais você pensar no que os outros estão pensando, mais todo mundo vai pensar alguma coisa de você. E mais você vai se tornar essas pessoas obcecadas por aprovação – aquelas que ninguém gosta – e, o pior, complacente com todo mundo, achando que isso vai impedir qualquer tipo de julgamento sobre você. Não vai.

E quarto porque ninguém merece viver assim. Mas chega de falar dos sintomas. Vamos à cura! Com vocês, 5 passos práticos de como parar de se importar com o que as outras pessoas pensam sobre você:

Passo # 1: Pergunte a si mesmo o que realmente importa para você

” – Eu as vezes me preocupo com o que as pessoas vão pensar das minhas roupas, ou do meu cabelo, mas na realidade, eu não me importo muito com a aparência física.

Claro que eu gosto de estar apresentável, mas para mim, é só isso que importa.”

É perfeitamente normal ter valores diferentes das pessoas ao seu redor. Você não é obrigado a gostar de um estilo musical que não gosta, só porque seus amigos insistem que você deve gostar.
Seja claro e honesto com você mesmo quanto ao que realmente importa para você. Muitos vão julgá-lo por não seguir um determinado padrão, mas se você for fiel a seus próprios objetivos e valores, você saberá o que realmente importa para você.

Passo # 2: Lembre-se de que nem todos estão olhando para você

“- Eu fui muito bulinado na adolescência, e até hoje eu me pego achando que todas as pessoas estão olhando para mim, até rindo pelas minhas costas.”

A verdade, porém é que eu não sou o centro do universo – E nem você. A maioria das pessoas ao redor estão na verdade muito ocupadas cuidando de suas próprias vidas para ficar cuidando da sua.

Você pode ficar achando que disse algo realmente estupido naquela festa, ou talvez está convencido que a espinha em seu nariz é tão óbvia que todos estão reparando, ou que todos estão falando sobre o erro que você cometeu na semana passada…a verdade é que eles provavelmente devem estar notando que você está se preocupando com alguma coisa.

Passo # 3: Aceite que a opinião dos outros não podem te afetar

Ou seja, agora você já sabe o que realmente importa para você e que você não é o centro das atenções, além disso, também é preciso ter em mente que você está a todo momento sujeito a julgamentos. Pode ser no trabalho, pode ser dos amigos, ou até mesmo quando estiver andando na rua. Na maioria das situações, a opinião das pessoas não podem te machucar.

“- Aquele rapaz no ônibus pode comentar com alguém do lado sobre como você está fora do peso, mas de maneira nenhuma a opinião dele pode afetar a sua vida (ao menos que você deixe).”

É claro que existem alguns casos onde as opiniões das pessoas podem fazer a diferença, é o caso da opinião do seu chefe – Mas na sua opinião: É mais importante se preocupar com a opinião de quem realmente importa, ou com a opinião de quem não exerce nenhum efeito em sua vida?
Você pode passar a sua vida toda tentando fazer estranhos e conhecidos pensarem coisas boas sobre você (quem sabe passar horas arrumando o cabelo toda vez que por o pé para fora de casa, ou comprar um carro caro, só para parecer bem sucedido). Porém as pessoas que realmente importam, que no caso são sua família e amigos, vão te amar pelo que você realmente é.

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Passo # 4: Aceite que você não pode controlar o que as pessoas pensam

De fato não podemos controlar o pensamento das pessoas. Não tem como saber o que se passa na cabeça de alguém, muito menos o por que. As pessoas são diferentes, logo pensam de maneiras diferentes.
“- É como aquela velha história de como as pessoas enxergam um copo de água pela metade: Para alguns, ele está meio cheio, para outros, está meio vazio.”
De qualquer maneira, as pessoas vão pensar n coisas sobre você. – Isso é inevitável.
O que os outros pensam de você, que seja coisas boas ou ruins – a opinião é totalmente deles. Aproveite a vida ao máximo; Você não pode tentar agradar todos o tempo todo – e também não há motivos para fazer isso. Da próxima vez que você for se preocupar com o que os outros pensam ou podem pensar de você, antes, pergunte a si mesmo se esse pensamento sobre você pode exercer algum efeito em sua vida. Daí você vai saber se vale a pena ou não se preocupar com o que os outros pensam de você.

Passo # 5: Viaje sozinho

Se você quer um jeito de combinar todos os conselhos anteriores em um só e ainda se divertir um bocado, esse é o caminho. Viaje sozinho. Você será exposto a culturas diferentes, vai quebrar normas sociais que nem conhecia e sair da sua bolha. Leve o mínimo de bagagem e coloque o essencial em uma mochila. Não faça planos e apenas deixe as coisas acontecerem. Acredite, essa experiência será mais reveladora do que você imagina – você estará só consigo mesmo, e vai acabar honrando só os seus valores o tempo todo.

Para finalizar, tenha um conselho extra sempre em mente: o mundo está cheio de pessoas que obedecem o status quo. Mas as pessoas que fazem alguma diferença são as que não se importam com isso. Qual das duas você vai ser?

Fontes: Hipescience, Mundo Interpessoal

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Doença de Alzheimer: cuidados a ter com o doente

Doença de Alzheimer: cuidados a ter com o doente

Via contioutra.com - Doença de Alzheimer: cuidados a ter com o doente

Com sintomas que vão desde a perda de memória, perturbações de sono, confusão, agitação, incapacidade de comunicar, incontinência, depressão, comportamentos agressivos e perigosos, há vários cuidados a ter em conta quando se lida diariamente com um doente com Alzheimer.

  • A maior parte dos doentes com Alzheimer passa a viver no passado, uma vez que já não se conseguem lembrar do que fizeram ontem, dos nomes das pessoas com quem habitualmente lidam, números de telefone ou conversas recentes. Por norma, a memória de longa duração não é afetada, ou só o é já em fases adiantadas da doença, o que significa que o passado do doente passa a ser o seu presente, sendo que os eventos recentes são pura e simplesmente esquecidos. Será mais fácil, para todos, adaptar-se ao doente e não ao contrário, ou seja, fazer um esforço para viver a realidade atual da pessoa, mesmo que seja uma época da sua vida de há 20 anos atrás. Pelo menos assim há a possibilidade de recordar e conversar, aproveitando o facto do doente continuar atento e comunicativo
  • Sem querer tornar a sua casa numa prisão e o doente num prisioneiro, promova um ambiente seguro: retire do banheiro pequenos eletrodomésticos como secadores ou máquinas de barbear; feche à chave armários com produtos perigosos ou quartos onde o doente corre algum risco de se magoar; coloque barreiras de segurança nas escadas; muitos doentes já não reconhecem o seu próprio reflexo e, por isso, os espelhos ou vidros podem confundir ou assustar uma pessoa com Alzheimer – se isso acontecer, opte por arruma-los ou cobri-los. Disponibilize um espaço amplo, limpo e tranquilo onde ele possa estar à vontade; rodei-o de objetos familiares, como fotografias ou outras lembranças pessoais.
  • O que deve evitar? Ambientes muito barulhentos ou com muita gente (podem agitar o doente, levando-o à “fuga”); apressá-lo com seja o que for (as rotinas diárias como tomar banho, vestir e comer tornam-se difíceis e até perigosas para executarem sozinhos, por isso, ajude-o a manter a sua dignidade); não fale sobre a pessoa e as dificuldades da doença à sua frente (se possível, é fundamental continuar a promover a independência do doente e as suas relações sociais).
contioutra.com - Doença de Alzheimer: cuidados a ter com o doente
Leia também: 25 sintomas típicos da Doença de Alzheimer
  • Pelo menos 60% de todos os doentes com Alzheimer acabam por vaguear e não conseguem voltar ao seu ponto de partida. Não deixe portas e/ou janelas abertas; evite pedidos para ir levar o lixo ou levantar o correio sozinho; retire-lhe as chaves do carro se achar que a sua condução possa representar um perigo para ele ou para os outros.
  • A comunicação ou falta dela pode ser um grande desafio. Muitos doentes têm dificuldade em formular frases completas, outros deixam de falar por completo. Fique atento à linguagem corporal e às suas expressões faciais e não se esqueça que conhece bem esta pessoa. Se sempre gostou de música clássica, ponha um CD a tocar; se é um apaixonado por futebol, ligue a televisão na altura de um jogo; mime o doente com carinhos e afetos, um forte abraço ou apenas a sua companhia podem fazer maravilhas.
  • Não é o Alzheimer em si que provoca a morte, mas sim as infecções e doenças que podem surgir em sequência desta. Há que ser rigoroso: estabeleça e cumpra os horários da toma da medicação e de ir à ao banheiro; certifique-se que o doente beba muita água; se verificar alterações nos hábitos alimentares ou de sono vá ao médico; as mudanças de comportamento e de estado de espírito – como ansiedade, querer estar sozinho ou tristeza – também devem ser vigiadas.
  • Manter a mente e o corpo ativos é fundamental. Tarefas de reduzida dificuldade, como apanhar ou dobrar a roupa, mantêm as pessoas ocupadas, sem as frustrar ou aborrecer. Existem muitas atividades que podem e devem realizar-se com um doente de Alzheimer, até para estimular os sentidos: dançar, cantar, jardinar, pintar, caminhar, conviver com crianças, cozinhar, fazer a manicure ou tratar do seu cabelo, são apenas alguns exemplos.
  • Pode surgir a altura em que os cuidados que o doente necessita já não possam ser administrados em casa. Quando assim for, pense em procurar um lar ou casa de repouso com experiência no tratamento de doentes com Alzheimer.

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10 provas de que o amor é realmente tudo o que importa na vida

10 provas de que o amor é realmente tudo o que importa na vida

Do original contioutra.com - 10 provas de que o amor é realmente tudo o que importa na vida

O amor pode ser muitas coisas: bom, bonito, doloroso, sufocante. A verdade é que nossas vidas dependem dele, e muitas vezes parece que nosso planeta pararia de girar sem ele.

Ao longo de nossa existência, tendemos a desmistificar esse sentimento precioso: aprendemos sobre os processos biológicos que causam reações específicas, sobre as influências culturais que mudam nossos pensamentos amorosos, sobre os processos psicológicos e fisiológicos que nos fazem apaixonar por alguém.

E assim achamos que não há mais lugar para o verdadeiro romance nessa vida explicada pela ciência.

1- Leva apenas 4 minutos para você decidir se gosta de alguém ou não

Se você quiser fazer uma boa impressão em alguém, você só tem cerca de 4 minutos para alcançar seu objetivo. Essa impressão provavelmente tem muito mais a ver com a sua linguagem corporal, tom e velocidade de voz ao invés de com o que você diz, exatamente.

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2. Quando dois amantes se olham nos olhos, a batida de seus corações sincroniza

Uma pesquisa descobriu que casais apaixonados em um relacionamento romântico sincronizam seus batimentos cardíacos depois de olhar nos olhos um do outro por três minutos.

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3. Abraçar é um analgésico natural

A ocitocina, o chamado hormônio do amor, é produzida durante um abraço ou carinho. Ela é liberada no cérebro, ovários e testículos e os cientistas creem que está envolvida no processo de ligação entre duas pessoas. Pesquisas descobriram que uma dose de ocitocina diminui significativamente dores de cabeça, e, para alguns, até mesmo faz a dor desaparecer completamente após 4 horas. Definitivamente vale a pena tentar ficar de conchinha com seu amor antes de recorrer a analgésicos.

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4. Mesmo uma foto de uma pessoa amada alivia a dor

A presença de uma pessoa amada na vida de pacientes pode ajudá-los a melhorar mais rápido, e pesquisas notam que mesmos imagens já auxiliam. Um experimento mostrou que, quando sentiam dor, participantes expostos a imagens de seu amado e jogos de palavras para distrair tinham menos dor do que aqueles expostos aos mesmos jogos de palavras, mas a fotos de apenas conhecidos.

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5. Coração partido não é apenas uma metáfora

Pesquisas têm fornecido evidências de que eventos traumatizantes intensos, como uma separação, um divórcio, a perda de um ente querido ou uma traição podem causar dores físicas reais na área do coração. Esta condição é chamada de síndrome do coração partido. Sofrimento emocional profundo faz com que o cérebro libere determinados produtos químicos que enfraquecem significativamente o coração, levando a fortes dores no peito e falta de ar. A condição é muitas vezes diagnosticada erroneamente como ataque cardíaco e tende a afetar mulheres mais frequentemente.

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6. Amor romântico eventualmente acaba, mas é seguido por amor comprometido

Casais no início de um relacionamento romântico ficam muito diferentes depois de um ano. Estima-se que o amor romântico – relacionado com a euforia, a dependência, as palmas das mãos suadas, as borboletas no estômago, etc – só dura cerca de um ano. Após esse tempo, começa a chamada “fase do amor comprometido”. A transição está relacionada com elevados níveis da proteína neurotrofina.

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7. Paixão + intimidade + compromisso = amor perfeito

A teoria triangular do amor sugere uma fórmula clara para diferentes tipos de amor. Existem três tipos, que são um produto de dois pares diferentes de três componentes básicos: o amor romântico = paixão + intimidade, o amor companheiro = intimidade + compromisso e o amor fátuo = paixão + compromisso. Sendo assim, o verdadeiro e mais forte de todos seria o amor perfeito, que consiste de todos os três componentes juntos = paixão + intimidade + compromisso.

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8. Segurar a mão da pessoa amada alivia dor e estresse

Pesquisas mostram que, assim como no abraço, os casais com ligações profundas e fortes podem acalmar um ao outro em situações de estresse ou quando um deles sente dor simplesmente segurando as mãos.

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9. Expressar gratidão para com as pessoas que você ama provoca um pico imediato em sua felicidade

Não há necessidade de explicação. Abrace alguém que você ama e diga o quão agradecido está por qualquer coisa que ele ou ela tenha feito, e você vai entender.

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10. O amor é realmente tudo o que importa

Um maravilhoso e longo estudo de 75 anos conduzido por um grupo de pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA) mostrou que o amor é realmente tudo o que importa na vida. As experiências ao longo da existência dos participantes revelaram que suas felicidades e o cumprimento de suas metas pessoais giravam em torno do amor ou de simplesmente procurar amor.

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Tradução e publicação original contioutra.com - 10 provas de que o amor é realmente tudo o que importa na vida

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5 mitos das donas de gatos que são muito falsos

5 mitos das donas de gatos que são muito falsos

Via contioutra.com - 5 mitos das donas de gatos que são muito falsos

Vamos falar sério: quer tenhamos cães, furões, passarinhos ou gatos, todos somos loucos por nossos animais. Então por que as mulheres que têm gatos são comumente chamadas de “donas de gatos loucas”, como se tivéssemos sido marcadas com a letra escarlate? A verdade é que esse estereótipo é ridículo, e as mulheres deveriam saber disso.

Aqui estão alguns problemas desse estereótipo e os motivos pelos quais devemos parar de estereotipar e começar a assumir o amor que temos por nossos gatos:

1. As donas de gatos são solteironas

Há tantos estereótipos associados ao fato de ter gatos e ser uma solteirona é um deles. Parece que algumas pessoas supõem que se uma mulher tem vários gatos e vive só ela evidentemente é uma solteirona maluca que morrerá sozinha em sua casa cheia de gatos. Esse estereótipo, porém, absolutamente não tem sentido. Se decidimos viver sozinhas com gatos provavelmente é porque amamos os animais e não encontramos alguém com quem desejamos viver. Ou preferimos a santidade e a privacidade de morar sozinhas. Não preciso possuir gatos para ser uma solteirona. Posso alcançar essa posição com cães ou hamsters. Então vamos parar de supor que as mulheres que têm gatos nunca terão um namorado e viverão mais de 90 anos cheirando a urina de gato e usando suéteres cobertos de pelos.

2. Só mulheres solteiras possuem gatos

Alguém já percebeu que o estereótipo é dirigido só às mulheres? Sim. Há algo de errado nisso. Os homens também possuem e amam gatos – e sim, há homens solteiros que possuem e vivem com gatos. Então por que não existe um rótulo para um homem louco por gatos? Parece que o estereótipo é um pouco sexista e implica que é normal um homem ser solteiro, mas se uma mulher é, ela obviamente nunca encontrará um companheiro adequado e estará condenada a uma eternidade de bandejas de cocô e remédios para bolas de pelo. Percebemos como isso é ridículo?

Infelizmente, não são apenas os homens que rotulam as mulheres dessa maneira. Nós mesmas o fazemos. Em algum momento, você provavelmente ouviu alguém dizer que acabará sozinha com cem gatos depois de um término. Isso é bobagem. Há chances de que você encontre sua alma gêmea. Enquanto isso, se quiser viver sozinha com seus gatos, não há nada de errado.

O que realmente deve ser dito aqui é que a mulher obviamente não tem medo de ser independente. Ela não precisa de um homem para lhe fazer companhia. Um pequeno companheiro peludo é todo o amor de que ela precisa por enquanto e não tem medo de admití-lo. Por isso, ergam suas cabeças, senhoras – não estão destinadas à solteirice!

3. As mulheres com gatos se alienam

Parece que as mulheres que têm gatos estão destinadas a viver suas vidas em completo isolamento. Quando imaginarmos a dona dos gatos estereotipada, pensamos em alguém que acumula montes de gatos e nunca deixa o confinamento de sua casa. Isso também não é verdade. Existem muitas mulheres que têm gatos e vivem vidas perfeitamente normais fora de casa. Katy Perry é uma dessas mulheres. Com três gatos, uma delas chamada Kitty Purry, definitivamente não se encaixa no estereótipo da mulher louca por gatos. Na verdade, ela exala independência – e você também deveria.

4. Todas as donas de gatos são acumuladoras

Na maioria das vezes, as pessoas que possuem uma tonelada de gatos os criam ou resgatam. Elas estão fazendo um ato de bondade maravilhoso e dedicam suas vidas a melhorar a vida de animais necessitados. Sem elas, um número incontável de gatos ficariam sem casa – ou pior, seriam mortos. Por isso, vamos dar uma mão a nossos guardiões peludos e vamos pensar antes de chamar alguém de louca por ter muitos gatos.

5. As donas de gatos são as únicas loucas por seus animais

Em seu nível mais básico, esse estereótipo é injusto simplesmente porque pessoas de todos os tipos possuem diversos animais. Algumas são amantes de cachorros e têm vários deles, enquanto outras gostam de répteis e possuem vários lagartos. Independentemente do animal, quase nunca ouvimos falar de alguém ser chamado de louco por ter mais de um cachorro, réptil ou peixe. Todos amamos nossos amigos peludos (e podemos ser um pouco loucos por eles), mas tudo bem! Ninguém deve ser criticado porque prefere um tipo de animal a outro.

A verdade verdadeira sobre as donas de gatos é que elas são amorosas, compassivas e independentes, e não deixam que estereótipos viciosos as impeçam de amar seus amigos peludos. Então aqui vai um VIVA para todas as donas de gatos!

Para descontrair, vejam esse vídeo de HUMOR: Por que toda mulher solteira tem gato?

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As gentilizas que ignoramos no relacionamento amoroso

As gentilizas que ignoramos no relacionamento amoroso

Por Frederico Mattos

“É muito comum ouvir pessoas dizendo que a vida de casal deveria ser um espaço de transparência absoluta e irrestrita. Alegam que a verdade deve ser posta na mesa a todo momento e que não deveria haver distância entre o que se passa na cabeça e chega à boca.”

Continue essa leitura no blog do autor

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8 técnicas psicológicas para lidar com stress e ansiedade

8 técnicas psicológicas para lidar com stress e ansiedade
young woman with her head in her hands

Via contioutra.com - 8 técnicas psicológicas para lidar com stress e ansiedade

Muitos estudiosos consideram o stress e a ansiedade os males característicos do nosso século. São várias as características da vida moderna que, se não causam, despertam e não ajudam a domar os medos irracionais: a vida violenta das grandes cidades, as pressões profissionais e sociais que as redes sociais acirraram e o consumo excessivo de informação são alguns dos fatores que podem agravar ansiedade e stress.

Sintomas típicos de stress e ansiedade incluem taquicardia, cansaço frequente, insônia, falta de ar, irritabilidade. Se você já teve algum quadro clínico associado a alguma dessas coisas, sabe o quão difícil é se livrar delas. E embora a gente sempre sugira buscar um médico caso você perceba que anda nervoso demais e isso esteja afetando sua saúde, há várias técnicas aprovadas por psicólogos que podem te ajudar a lidar melhor com esse tipo de coisa:

1. Esteja presente

Você já deve ter lido outra de nossas listas de lifehacks e já deve ter se deparado com a sugestão “medite”. Sem medo de parecer repetitivo, a gente vai nessa linha de novo: meditar é apenas uma das maneiras de estar presente. Praticar exercícios, fazer caminhadas ou mesmo ter um hobby que tome 100% da sua atenção – essas coisas focam você no momento e evitam que você pense no que poderia ter sido e não foi e nas possibilidades do futuro, coisas que costumam intensificar a ansiedade e o stress.

2. Entenda o poder da sua respiração

Ansiedade e stress geram respiração ofegante. E retomar o controle da sua respiração pode, no caminho inverso, acalmar sua mente. Respire fundo algumas vezes quando sentir que está nervoso e isso enviará ao seu cérebro a mensagem que você está calmo – já que quem está calmo respira devagar.

3. Cultive um olhar diferente em relação aos seus problemas

Você pode olhar pra uma situação estressante – uma reunião com um cliente – como uma situação estressante ou como uma oportunidade de impressionar alguém importante no seu network. É tudo uma questão de ponto de vista. Deixe a pressão te ajudar a fazer um trabalho melhor, em vez de trazer à tona suas inseguranças.

4. Aceite o que você não pode mudar

Com o perdão do clichê, clichês são clichês por uma razão: eles são verdade. Algumas coisas são o que são e lutar contra elas mentalmente, perguntando porque elas estão acontecendo com você, se culpando ou se martirizando só vão te deixar mais ansioso. Aceite que o problema é do jeito que é: deixe de pensar como poderia ter sido diferente caso as coisas… tivessem sido diferentes. Há coisas que você não pode controlar. Você não pode escolher o que seu chefe, seu marido ou sua sogra vão te falar, mas pode escolher como lidar com isso.

5. Ocupe a mente (mas não muito)

Mantenha-se ocupado o suficiente para não deixar o ciclo de pensamentos negativos seguir seu curso. Não adianta se estressar mais ainda, mas tente manter-se compenetrado em tarefas de alto nível de atenção e que não sejam muito chatas.

6. Exercite-se

Esse é outro clichê das nossas listas. É que se exercitar faz bem pra sua mente e pro seu corpo, e como não poderia deixar de ser, ajudar a diminuir os níveis de stress e ansiedade. Uma caminhada basta: depois de 21 minutos andando, você já sente alguns efeitos benéficos do exercício no seu organismo: mais calma, foco e disposição.

7. Durma bem

Dormir bem e suficiente pode ser a solução pra muitos problemas do seu dia a dia, e não é diferente com stress e ansiedade, que inclusive causam insônia. Então, minimizar distrações e luzes, fazer do seu quarto e da sua cama um santuário do sono e esvaziar a cabeça antes de dormir podem te ajudar.

8. Não seja vítima do perfeccionismo

Sucesso não é uma linha reta, embora pareça assim quando a gente olha pra quem é bem sucedido. Problemas acontecem na vida de todo mundo, as pessoas falham e precisam recomeçar e você não está imune a isso. Se cobrar por perfeição é absurdo porque não é justo com você – além disso, muita gente que é perfeccionista ao extremo só é cruel assim consigo mesmo, porque seria incapaz de cobrar tanto os amigos e os colegas de trabalho, por exemplo. Ou seja: porque você faz consigo o que não faria com os outros?

Não confunda perfeccionismo com um desejo por dar sempre o seu melhor . O perfeccionismo é uma cobrança cruel e irreal e leva à depressão, ansiedade, vícios e é paralisante – especialmente quando deixamos de fazer o que queremos por medo de que não seja perfeito.

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