18 grandes ensinamentos de Amma, a santa dos abraços.

18 grandes ensinamentos de Amma, a santa dos abraços.

Amma (que significa mãe), nasceu a 27 de setembro de 1953 na pequena vila de Parayakadavu (onde criou seu Ashram conhecido como Amritapuri), próxima a KollamKerala (Sul da Índia). É muito admirada dentro e fora da Índia; muitos a reverenciam como uma Mahatma (Grande Alma) e uma santa viva: a santa dos abraços.

Líder espiritual, defensora e porta-voz de grandes causas humanitárias, Amma tem servido a comunidade por décadas, dando sabedoria, força e inspiração. Através de seus atos extraordinários de amor, força interior e auto-sacrifício, ela encantou a milhões de pessoas e inspirou outros milhares a segui-la em seu caminho do serviço altruísta.

Como uma verdadeira um cidadã do mundo, Amma mantém programas públicos gratuitos em toda a Índia, Europa, Estados Unidos e Austrália, além do Japão, Sri Lanka, Singapura, Malásia, Canadá, África e América do Sul. Em sua fala, ela oferece palavras de sabedoria e orientação, tanto no que se refere a realização pessoal, como para  as questões mais prementes do nosso tempo. Desde a mudança climática ao terrorismo, tensões interculturais, pobreza e os direitos das mulheres. As observações da Amma convidam a cada um de nós para nos envolvermos no processo de reconstrução de uma sociedade preocupada e carinhosa.

Amma conclui suas palestras ao abraçar cada pessoa presente no evento. Longe de uma breve sessão de autógrafos ou de ficar ao longo da linha de corda, estes encontros são pessoais e ocupam a maioria do tempo de Amma. Amma já ofereceu  o seu abraço maternal, conhecido como seu darshan, a mais de 34 milhões de pessoas em todo o mundo. Ela tem sido conhecida por dar darshan por mais de 22 horas sem interrupção.

Quando pessoas carentes abrem seus corações para Amma, ela lhes oferece  consolo emocional, orientação espiritual, e soluções concretas para os seus problemas. Ao receber o abraço de Amma, muitos se sentem inspirados a oferecer serviço desinteressado aos necessitados. Desta forma, este ato simples,mas poderoso – um abraço de mãe – tornou-se também um símbolo para uma crescente rede internacional de iniciativas humanitárias chamadas Abraçando o Mundo.

Em 1993, Amma foi designada uma das três representantes da fé hinduísta no parlamento das religiões do mundo, em Chicago. Em agosto de 2000, foi convidada pela segunda vez para ir à ONU para participar na Conferência Mundial pela Paz. Já em outubro de 2002, a ONU concedeu-lhe o prêmio à não-violência “King – Gandhi”, e em julho de 2004 discursou no Parlamento das Religiões do Mundo no Fórum de Barcelona.

Amma obteve ainda mais projeção em 2004, pelo fato do Ashram ter sido o maior doador privado na tragédia da tsunami e que afligiu boa parte do sul da Índia. Doou 23 milhões de dólares. Poucos anos depois doou também um milhão para o Fundo das Vítimas do Furacão Katrina.  No final de 2013 dou 2 milhões de dólares para as vítimas do super tufão Haiyan nas Filipinas.

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Abaixo, veja uma seleção de alguns de seus ensinamentos:

“Nossos esforços para eliminar o ódio e a indiferença do mundo começam por tentar removê-los de nossa própria mente.”

“Se choramos ou rimos, os dias continuam a passar. Por que não rir?”

“Para pôr fim a guerras e ao sofrimento, primeiro precisamos ser mais compassivos e ter uma abertura para mais compreensão.”

“Apenas a brisa fresca das orações sinceras e inocentes pode dissolver as nuvens negras que cobrem o mundo de hoje.”

“Simplesmente transferir armas nucleares do mundo para um museu não vai, por si só trazer a paz mundial. As armas nucleares da mente devem ser as primeiras eliminadas “.

“Observem a beleza da natureza. Viver em harmonia com a natureza nos traz felicidade e alegria.”

“Amma não se preocupa com o momento seguinte. O amor está no presente, a felicidade está no presente, Deus está no presente e a iluminação também está no presente. Quando o presente é tão bonito e tão cheio, por que se preocupar com o futuro? ”

“Até no fracasso há algo para se aprender. Precisamos compreender e seguir adiante… Se pudermos desenvolver a fé, o entusiasmo e a paciência, nunca iremos realmente falhar na vida.” 

“Nossa primeira oração deveria ser um pedido para ter um coração que se alegre com a felicidade dos demais e que compartilhe suas dores.” 

“A verdadeira espiritualidade é ver o sofrimento dos demais como nosso próprio sofrimento e a felicidade das pessoas como nossa própria felicidade.”

“Quando servimos a natureza, a natureza vtambém nos serve. Quando protegemos os animais e plantas, eles nos protegem também.”

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Amma has offered this embrace to more than 34 million people over the last four decades.
(Photo taken at MalpensaFiere in Busto Arsizio, Italy on November 9, 2014)

“Estar prontos e disponíveis para fazer qualquer trabalho em qualquer momento e circunstância é a característica da espiritualidade. Quando trabalhamos com amor e sinceridade, sem esperar nada em troca, sempre haverá encanto e beleza em nossas ações.”

“‘Que você possa ver sua mãe, seu pai, seu professor e seus convidados como Deus’, isto é o que Sanatana Dharma nos ensina. Respeite a todos. Trabalhe por todos.

“Nada deve acontecer sem você saber. Nenhum pensamento deve passar sem que você perceba ou esteja consciente. Observe a mente e seus diferentes humores. De acordo com que você faz constantemente, você verá o que está acontecendo dentro de si. Se estivermos atentos quando ficamos com raiva, ela não assumirá o controle sem o seu consentimento. Mas a observação não é suficiente. Devemos encontrar a verdadeira origem de sentimentos como a raiva”.

“O amor remove todos os medos. A compaixão transforma toda a feiura em beleza.”contioutra.com - 18 grandes ensinamentos de Amma, a santa dos abraços.

“Nós deveríamos perdoar e esquecer os defeitos dos outros. A raiva é a inimiga de qualquer aspirante espiritual. Raiva causa a perda da força vital através de todos os poros do corpo. Nas circunstâncias em que a mente fica tentada a sentir raiva, nós deveríamos nos controlar e dizer firmemente: ‘Não!’ Podemos ir para um lugar isolado e cantar o nosso mantra. A mente se aquietará por si mesma”.

“A essência de todas as religiões do mundo é a espiritualidade. Religião que não tenha princípios espirituais é como uma fruta de plástico, não tem vitalidade ou vida”.

 

“Esteja entre os tristes e o sofredores; ame aos pobres com todo o coração. A nossa maior obrigação neste mundo é servir aos outros. ”

Site oficial da Amma no Brasil
Página oficial No Facebook Amma

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11 coisas que eu desejo para cada pai e mãe que eu conheço

11 coisas que eu desejo para cada pai e mãe que eu conheço

Depois de 25 anos praticando pediatria e cuidando de milhares de crianças,percebi alguns padrões que me enriqueceram com uma visão mais profunda da saúde.

Aqui estão algumas dessas lições valiosas:

1. Crescimento e desenvolvimento não são a mesma coisa

Em tempos em que existe tanta pressa para crescer, a velocidade com que as coisas evoluem e ficam obsoletas alteraram a nossa percepção de que a vida é um processo de amadurecimento: para obter bons frutos, você precisa nutrir fortes raízes.
Preste atenção na base que sustenta a vida de seus filhos: passe mais tempo com eles, faça refeições em família, lembre-se da importância dos pequenos passeios, das brincadeiras conjuntas e conte histórias de sua vida.
 

2. A criação de tradições familiares incentiva  e fortalece laços de amor e intimidade

A criação de tradições familiares leva tempo e muito investimento pessoal dos envolvidos. Entretanto, elas são sagradas porque promovem intercâmbios que fortaleçam laços de amor e intimidade além de construir o tipo de confiança que seus filhos levarão com eles por este mundo ao longo da vida.

3. Saber que nós crescemos em ciclos. 

Cada criança tem um ritmo de crescimento – às vezes ele é rápido e intenso, às vezes é lento e silencioso. Assim como cada primavera traz um renovado sentido de apreço pela vida, cada fase da vida de uma criança é um momento de novas descobertas e admiração. Afinal, a aprendizagem está muito além de apenas um processo de acumular informações. A aprendizagem é quando acontece a transformação das nossas ideias e até mesmo da visão de mundo. Algumas crianças vão dar um passo para trás antes de dar um grande salto para a frente.
Crescer em ciclos significa que nós não temos apenas uma chance de aprender alguma coisa. A mesma lição nos será ofertada repetidamente à medida que passamos pelas estações de nossa vida. Há um profundo sentido de  perdão nesta forma de entender a infância, o que tira os pais da pressão por “acertar” sempre da primeira vez.

4. Incentivo não é o mesmo que  indulgência.

Estudos recentes têm mostrado que a indulgência realmente enfraquece as capacidades de seus filhos para sobreviver. Ela diminui a motivação e os sentimentos de sucesso.
Incentivo significa encorajar seu filho, não fazer as coisas por ele. Incentivar é criar um contexto de apoio que abrirá um caminho facilitador para a criança se desenvolver. O amor incondicional é o arcabouço que incentiva seu filho a ter chances, experimentar  e falhar sem julgamentos. Às vezes, a falta de uma presença encorajadora na vida do seu filho significa deixá-lo um pouco fora no fundo.
Há espaço no encorajamento. A indulgência, por outro lado, limita a liberdade da criança quando infla nela um sentido do direito e reduz  a paciência necessária para que ela supere os obstáculos quando não conseguir algo imediatamente.

5. Saber que as crianças são os nossos mestres espirituais.

Você não precisa de um retiro espiritual caro para se tornar iluminado. Seu filho é capaz de lhe prover exemplos de verdadeira sabedoria espiritual.
As crianças assistem todos os nossos movimentos, elas estudam as nossas incoerências enquanto tentam entender como funciona esse mundo louco onde nós as colocamos. Quando uma criança tem seus “estalos” de sabedoria, lembre-se: essas são as conclusões dela. Aproveite o seu tempo para ouvir o que seus filhos estão tentando lhe ensinar. Um dos segredos da paternidade é a nossa vontade de nos transformar por amor a nossos filhos. Quando você estiver disposto a parar e ouvir o que eles têm a dizer, você abrirá um profunda consciência da realidade. Ambos crescerão nesse processo.

6. Um sintoma é a maneira do corpo avisar que algo tem que mudar.

Um bom médico se pergunta o que é o sintoma está tentando dizer ao invés de simplesmente acabar com ele. Nosso corpo tem a sua própria inteligência e formas de comunicação. Ainda que a indústria  farmacêutica tente nos convencer de que há algo de errado em sentirmos os sintomas (avisos) do nosso corpo, os sintomas devem ser ouvidos. Grande parte da minha formação médica esteve focada em como eliminar sintomas, como se eles fossem o problema. Nós não confiamos inteligência do corpo. Nós pensamos muito e tendemos a ter medo dos sentimentos expressos em nosso corpo.
Mas, como em todos os momentos que parei para ouvir,  as crianças me ensinaram que um sintoma como febre não é realmente o problema. O que está causando a febre pode ser um problema, mas a temperatura é simplesmente a maneira do corpo de tentar lidar com o que está acontecendo.
Tomemos, por exemplo, a criança com febre. Que outros sintomas a criança apresenta? Se ela estiver disposta e brincando, talvez você não precise suprimir a febre naquele momento. A febre significa que o corpo está aumentando o calor do corpo para estimular o sistema imunológico. Para ajudá-lo a fazer isso, você pode dar fluidos quentes (não frios) para que ela não desidrate e alimentos nutritivos como sopas para nutrir e dar o que o corpo precisa para reagir.
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7. Estar  preparado.

Há uma frase do lema escoteiro que ficou comigo desde que eu era um menino: Esteja preparado. Entretanto, este é um estado de prontidão que pode ser alimentado por confiança ou medo.
Atualmente eu pratico o que eu chamo de “medicina preparatória”, em vez de medicina preventiva, de modo que ficar doente não é visto como um fracasso. Ser saudável não significa nunca ficar doente. A vida é uma jornada de altos e baixos e a criança vive em um constante estado de fluxo. Um sistema imunológico resiliente é aquele que aprende a ficar doente e ficar melhor. Viver uma vida “muito limpa” nos rouba as chances necessárias para estarmos totalmente preparados para nos recuperar.
Em vez de viver com medo da doença, existem maneiras naturais que podem apoiar as nossas crianças a se recuperarem da doença de forma rápida e eficiente: uma boa alimentação, hidratação, probióticos , repouso e exercício. Mas sabe o que é o mais importante? Ao invés de focar em quantas vezes a criança fica doente, comemore o  milagre da vida de quantas vezes ela ficou melhor.
 

8. A cura leva tempo.

A medicina alternativa que eu pratico nos dias de hoje está ganhando cada vez mais espaço. Como sociedade, nós somos viciados em soluções rápidas porque não temos mais tempo para ficarmos doentes.  Como médico, fui treinado como uma espécie de bombeiro glorificado que deveria acabar com os sintomas de forma rápida e eficiente.
Em caso de emergência, medidas mais extremas são necessárias para salvar vidas, mas a maioria dos problemas de saúde na infância não são emergências. Nesses casos é preciso mais do que um remédio forte para que a criança fique melhor; é preciso tempo. Eu percebo que, perder um dia de trabalho porque uma criança foi enviada da escola para casa por causa de um nariz escorrendo pode adicionar estresse real para as nossas vidas já estressantes. Mas as crianças me ensinaram (e eu não canso de repetir) que a cura é uma espécie de processo de desenvolvimento que tem suas próprias fases também.
Quando não damos o tempo suficiente para a recuperação, nós roubamos de nossos filhos as etapas necessárias que eles precisam para desenvolver a saúde que levarão por suas vidas.

9. O segredo da vida é deixar acontecer.

Assim como a primavera dá lugar ao verão, cada fase do desenvolvimento é um processo de desapego . Engatinhar dá lugar a ficar de pé. O balbucio precede o falar. A infância dá lugar à adolescência. Depois de respirar, você expira. Você come e faz o número 2. 🙂
Cada estação, cada fase, o ritmo da nossa vida é uma questão de deixar acontecer. Isso nos permite nos livrarmos daquilo que não precisamos para dar espaço em nossas vidas para novas informações. Aprender a mudar nem sempre é fácil para cada criança, mas a natureza favorece a diversidade. Lembre-se de honrar as características únicas de seus filhos.
Talvez a forma mais importante que as crianças têm de lidar com as coisas que acontecem seja a brincadeira. Brincar significa abrir mão das nossas inibições; brincar nos liberta e nos permite não nos levarmos tão à sério.

10. Confiar em si mesmo: Você é o especialista do seu filho.

Uma das coisas primordiais que eu ensino aos novos pais é como confiar em si mesmos. Em nenhum momento  isso é mais assustador do que quando um novo bebê chega em nossa vida. Espera-se que saibamos tudo quando ainda nos sentimos como se não soubéssemos nada. Mas, a sabedoria das crianças me mostrou que este “saber-nada” pode ser uma oportunidade real para abrir os nossos poderes de intuição.
Parentalidade consciente é começar a ouvir com o coração aberto o que seu filho veio para dizer, sem medo ou pânico. Estudos têm demonstrado que a intuição da mãe é mais poderosa do que testes de laboratório .Infelizmente hoje somos tão inundados por informações assustadoras que isso interfere em nossa capacidade de ouvir a nossa própria intuição. (Basta pensar na arrogância de um médico que age como se conhecesse o seu filho melhor do que você !)
Esteja atento as dica de seus filhos. Olhe nos olhos do seu bebê. Imagine o que ele sente ao ser consciente do mundo antes de ter a linguagem, antes de todos esses rótulos que nos assustam e dividem as coisas entre boas e más, certas e erradas. Os bebês não têm inimigos. Eles enxergam a essência. Os zen-budistas chamam isso de “mente de principiante”. Olhe de perto como seu bebê respira com a barriga, aprenda a identificar os ritmos do seu corpo. Pare de pensar por um momento e tente ser dessa forma. As respostas que você precisa podem estar esperando por você.

11. Ampliar as perspectivas (Porque é fácil ser pego no imediatismo de um problema, especialmente quando ele acontece às 2h da manhã.)

Depois de ter visto milhares de crianças crescerem até atingir a idade adulta, o que às vezes parece ser uma grande coisa aos quatro meses ou 14 anos de idade pode não ser mais do que um pequeno detalhe ao longo da estrada. As crianças me ensinaram a ter visão de longo prazo. Se dermos um passo para trás e olharmos a nossa vida de forma panorâmica, poderemos abrir as portas para que a sabedoria e compaixão estejam cada vez mais presentes.
Lhes desejo uma boa jornada!
_________________________________________

Por DR. STEPHEN COWAN , via Mind Body Green

Traduzido e adaptado por Josie Conti

Do original:11 Things I Wish Every Parent Knew

A beleza está nos olhos…de Gabee Meyer

A beleza está nos olhos…de Gabee Meyer

Sabendo que “A beleza está nos olhos de quem vê”, a desingner gráfica paulistana Gabee Meyer é capaz de transformar as folhas que cruzam o seu caminho em verdadeiras obras de arte.

Formada em Design Gráfico pelo Centro Universitário Belas Artes, a artista ilustra com cores vibrantes utilizando-se de formas geométricas diversas e forte inspiração étnica.

Abaixo, veja imagens da série Painted Leaves.

 

contioutra.com - A beleza está nos olhos...de Gabee Meyer

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contioutra.com - A beleza está nos olhos...de Gabee Meyer

E vocês acham que todo esse talento termina por aqui? Vejam esse outro trabalho da Gabee!
contioutra.com - A beleza está nos olhos...de Gabee Meyer

Todas as imagens @Gabee Meyer

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A ocasião faz o ladrão? – Flávio Gikovate

A ocasião faz o ladrão? – Flávio Gikovate

Será verdade que, em condições favoráveis, as pessoas roubam e se beneficiam de contextos que não lhe pertencem?

Há aspectos relevantes para serem avaliados em relação ao freio moral dos indivíduos.

Aqueles que possuem sentimento de culpa ou mesmo medo de represália divina têm freio moral interno, que independe de estar sendo observado. Assim, naturalmente, o indivíduo não aproveita a ocasião porque o freio está dentro de si.

Há os que só respondem a freios externos: medo de represálias terrenas, castigo, vergonha de ser pego. Como não têm a forma interna de controle, podem se beneficiar de situações favoráveis, especialmente se estão vivendo alguma adversidade.

Esse blog possui a autorização de Flávio Gikovate para reprodução desse material.

Para mais informações sobre Flávio Gikovate
Site: www.flaviogikovate.com.br
Facebook: www.facebook.com/FGikovate
Twitter: www.twitter.com/flavio_gikovate
Livros: www.gikovatelojavirtual.com.br

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Após perder a esposa no parto, pai canta “Blackbird” para filho na incubadora

Após perder a esposa no parto, pai canta “Blackbird” para filho na incubadora

Vídeo comovente mostra um pai cantando carinhosamente  a música”Blackbird” para seu filho recém-nascido. O bebê, durante a filmagem, aparece recebendo cuidados intensivos em uma encubadora. A mãe, Ashley, morreu por complicações do parto. 

Chris Picco levou seu violão para perto do bebê Lennon James ‘e é visto dedilhando a canção Paul McCartney 

O novo pai perdeu sua esposa Ashley apenas alguns dias antes, quando ela morreu inesperadamente em seu sono, antes de Lennon foi entregue por C-seção de emergência em apenas 24 semanas, em Loma Linda, Califórnia. Ashley foi de 30.

Ashley morreu poucos dias antes, durante o parto de emergência da criança, na vigésima quarta semana de gestação. Ela tinha apenas 30 anos.contioutra.com - Após perder a esposa no parto, pai canta "Blackbird" para filho na incubadora

Infelizmente o bebê também faleceu, três dias após a homenagem carinhosa do pai, deixando no vídeo um momento de carinho e a lembrança do amor que foi tão sinceramente transmitido pela linguagem universal da música.

Em uma mensagem aos amigos, familiares e apoiadores, Chris escreveu: “Meu pequeno lutador, Lennon James Picco, foi dormir nos braços de seu Pai na noite passada. Ele estava cercado por familiares, amigos e os melhores médicos e enfermeiros no mundo. Ele estava vestido com uma roupa com desenhos de guitarras que Ashley comprou para ele. Também estava envolto em um cobertor feito por um amigo querido. “

Que muita luz chegue a essa família!

Texto traduzido e adaptado por Josie Conti.

Do original Mail Online.

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VOCÊ TAMBÉM TEM MEDO DE FICAR SOZINHO?

VOCÊ TAMBÉM TEM MEDO DE FICAR SOZINHO?

“Tinha tanto medo da solidão que nem afastava as moscas.”

Mia Couto

Vivemos uma crise de criatividade humana. A sociedade moderna em que vivemos é uma grande marqueteira de urgências desnecessárias. Ela nos ensina que não precisamos criar, em nós, os nossos próprios valores e nos entrega os modelos de uma vida feliz desenhada por estrategistas de mercado que são, em regra, aferidos em cifrões.

Assim, sem nem mesmo pensar, nossa existência passa a ter sentido, sempre, na aquisição de dinheiro para fazer frente a necessidades inventivas.

Vejamos: o celular adquirido há poucos meses como de “última geração”, já não nos serve; surgiu um outro que dizem ser em algo “melhor” que o atual e sem que nem mesmo saibamos explicar qual a melhora, ansiamos pelo novo. O veículo em perfeito estado de conservação necessita ser trocado, posto que todos os amigos trocaram seus veículos nos últimos anos e você não trocou. E necessitamos de um escritório novo, de uma roupa nova apesar do armário abarrotado. E precisamos da cirurgia que corrige a ruga, do status que o outro tem, do holofote, do aplauso… Queremos ser conduzidos no carro do triunfo do agora até o pódio de “celebridade”.

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O fantasma da solidão nos apavora, levando-nos a paixões doentias. Habituados a possuir, queremos a chave da alma de outrem. Queremos fazê-la propriedade nossa: namorado, esposa, filhos, amigos.

O problema é que nos esquecemos de um pequeno detalhe: nenhuma dessas glórias pode saciar, em nós, a sede incessante de amor. Como buscá-lo, se só sabemos da lógica da compra e da venda e estamos destreinados a conquistar, doar ou a receber afetos?  Há tanto nos esquecemos de que o outro pode e deve ser mais que um adversário na luta cotidiana; que o outro não é mero apoio ou escada para nossas conquistas materiais. E quanto mais nos aproximamos do carro do triunfo é que melhor percebemos, em nosso íntimo, o quão solitários nos tornamos.

O fantasma da solidão nos apavora, levando-nos a paixões doentias. Habituados a possuir, queremos a chave da alma de outrem. Queremos fazê-la propriedade nossa: namorado, esposa, filhos, amigos. Mas é vedado ao homem possuir uma alma segunda: a alma que possui, deve bastar-se a si. E o que fazer, então, se a nossa alma se encontra esvaziada de nós mesmos?

Quando damos fé desse abismo que cavamos ao nosso derredor, resta-nos regressar à infância e resgatar a criatividade que a vida há tanto nos oferta. Ver que aquilo que temos de material (carros, aparelhos, imóveis) é brinquedo, muitas vezes até descartável, que o Universo nos entrega para que possamos brincar de existir. E é tão triste brincar sozinho! Cultivemos amizades, espalhemos gentilezas! Que ouçamos o outro, que não desmereçamos a sua importância como parte de nossas vidas.

Que transborde em cada um de nós a competência de criar nosso próprio mundo de valores e nortes, ideais e até utopias, de modo que sejamos integralmente aptos e responsáveis na condução dos próprios destinos. Artistas a redesenhar este mundo, a partir dos rascunhos de seus próprios corações.

Nara Rúbia Ribeiro, Goiânia, 14-11-14.

Veja também:  Animação proporciona reflexão sobre as redes sociais e o medo da solidão

12 casos de gentileza que deixarão os seus olhos mais brilhantes!

12 casos de gentileza que deixarão os seus olhos mais brilhantes!

Da posição de nosso corpo, no tom de nossa voz até o direcionamento de nosso olhar, somos capazes de demonstrar nossos sentimentos e intenções o tempo todo.

Ser gentil, muitas vezes, mais do que uma obrigação, pode ser um estilo de vida.

E, o melhor de tudo, a coisa mais fascinante da gentileza é que ela faz tão bem para quem a pratica quanto para quem a recebe.

Abaixo, você encontrará  histórias da mais profunda gentileza. Elas são capazes de dar brilho aos olhos e tornar a vida mais leve.

1 – Somos gentis quando mostramos ao outro o quanto ele é importante.

Como tanto eu como meu marido estamos desempregados, hoje, data em que completamos 10 anos de casamento, combinamos de não comprarmos presentes. Quando eu acordei esta manhã, meu marido já estava de pé. Desci as escadas e encontrei belas flores silvestres por toda a casa. Imagino que existam umas 400 flores no total e ele, cumprindo sua promessa,  não gastou um centavo.

2 – Somos gentis quando não marcamos dia, hora ou regras para a nossa ternura.

Meu avó estava dirigindo de volta para casa quando, de repente, fez uma inversão de marcha e disse: “Eu esqueci de pegar um buquê de flores para sua avó . Vou parar aqui na floricultura, só vai levar um minuto.” O que há de tão especial no dia de hoje que você tem que comprar flores? “, perguntei. “Não há nada de especial hoje”, meu avô disse. “Cada dia é especial e sua avó adora flores.”

3 – Somos gentis quando  observamos as necessidades do outro e inventamos uma forma de supri-la.

Estive internado por quase um mês após um incêndio que aconteceu na minha casa. Hoje e todos os dias durante os últimos dois meses desde que voltei para a escola cheio de cicatrizes, encontrei uma rosa vermelha no meu armário todas as manhãs. Eu não tenho nenhuma ideia de quem chega tão cedo na escola para me deixar as rosas.  Eu mesmo já cheguei mais cedo algumas vezes para tentar descobrir quem as coloca, mas elas já estavam lá.

4 – Somos gentis quando nos envolvemos com o problema do outro.

Sou professor de língua de sinais. Hoje, uma mulher que perdeu a fala por causa do câncer se matriculou na minha aula. Junto com ela vieram seu marido, quatro filhos, duas irmãs, um irmão, a mãe, o pai, e doze amigos próximos. Eles vieram para saber como se comunicar com ela agora que ela não pode mais falar.

5 – Somos gentis quando damos ao tempo a oportunidade de nos surpreender e nos presentear.

Hoje eu me inspirei em um casal de idosos e na maneira como eles se entreolhavam … dava para ver que eles estavam apaixonados. Quando o marido mencionou que eles estavam celebrando seu aniversário, eu sorri e disse: “Deixe-me adivinhar. Vocês dois estão juntos desde sempre! “Eles riram e a esposa disse: “Na verdade não, hoje é nosso aniversário de 5 anos juntos. Nós dois sobrevimentos ao nosso primeiro casamento e então a vida nos abençoou com um “tiro” certo no amor.”

6 – Somos gentis quando sabemos esperar.

Depois de um longo período de trabalho no exterior, meu noivo finalmente voltou para casa. Quase um ano atrás, ele me enviou um pacote e me disse que eu não tinha permissão para abri-lo até que ele voltasse para casa em duas semanas. Entretanto, sua missão foi prorrogado por mais 11 meses. Quando ele voltou, ele me disse para abrir a embalagem. Nela estava um anel, então ele ficou de joelhos.

7 – Somos gentis quando ajudamos o outro a superar seus obstáculos mentais.

Sentei-me com minhas duas filhas,uma de 4 e outra de 6 anos, para explicar que teríamos que sair da nossa casa de 4 quartos para nos mudarmos para um apartamento de apenas 2 quartos até que eu pudesse encontrar outro emprego. Minhas filhas se entreolharam por um momento e, em seguida, a mais nova se virou para mim e perguntou: “Nós vamos todas juntas?” “Sim”, eu respondi. “Ah, então não é grande coisa”, disse ela.

8 – Somos gentis quando reconhecemos a importância do outro em nossas vidas.

Hoje, no nosso 50º aniversário de casamento, ela sorriu para mim e disse: “Eu só desejaria ter te conhecido mais cedo.”

9 – Somos gentis quando o desejo de ofertar um abraço nos faz vencer as distâncias.

Recentemente minha mãe faleceu após uma longa batalha contra o câncer. Meu melhor amigo mora a 2.000 milhas de distância e  me ligou para oferecer algum conforto. Enquanto nos falávamos ao telefone, ele perguntou: “O que você faria se eu aparecesse em sua casa e lhe desse o maior abraço do mundo?” Então ele tocou minha campainha.

10 – Somos gentis quando aceitamos o outro como ele é.

Sou garçonete em uma cafeteria. Hoje, quando dois homens gays entraram de mãos dadas, uma jovem garota perguntou à mãe por que dois homens estavam de mãos dadas. Sua mãe respondeu: “Porque eles se amam”.

11 – Somos gentis quando a nossa vida é colocado a serviço de quem amamos.

Certo dia eu operei uma menininha. Ela precisava de sangue O-. Nós não tínhamos nenhum, mas seu irmão gêmeo também era O- . Então eu o chame e expliquei que era uma questão de vida ou morte. Ele ficou em silêncio por um momento, e então disse adeus a seus pais. Eu não pensei mais nisso até que, depois que nós retiramos seu sangue, e ele perguntou: “Então, quando eu vou morrer?” Ele pensou que estava a dar sua vida pela dela. Felizmente, os dois ficarem bem.

12 – Somos gentis quando as nossas palavras fazem o outro ainda maior do que ele acredita ser.

Hoje, meu filho de 8 anos de idade  me abraçou e disse: “Você é a melhor mãe no mundo inteiro!” Eu sorri e sarcasticamente respondi: “Como você sabe disso? Você não conhece cada mãe que existe no mundo inteiro. “Meu filho me apertou com mais força e disse:” Sim, eu sei. Você é o meu mundo.”

Histórias traduzidas e adaptadas por Josie Conti via 60 Tiny Love Stories to Make You Smile 

ADEUS A MANOEL DE BARROS

ADEUS A MANOEL DE BARROS

 

Depois de enfrentar sérias complicações de saúde, Manoel de Barros, 97 anos, faleceu hoje (13 de novembro  de 2014) em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.

Homem simples e reservado, o poeta ficou conhecido internacionalmente pela beleza de seus textos que sempre conversaram com as insignificâncias do mundo.

contioutra.com - ADEUS A MANOEL DE BARROS
Manoel de Barros
por Luyse Costa ilustradora– reprodução autorizada

Ainda me lembro bem. Eu tinha 10 anos e a professora me mostrou, no final do livro de Português, a fotografia de um senhor risonho. Quase dava para ouvir o riso dele… E a professora falou: é poeta e mora no Mato Grosso Sul. O nome dele é Manoel de Barros.

Ela disse isso sem me preparar para esse choque, essa alegria, esse pasmo… Eu acabava de descobrir que ainda existiam poetas. Ao menos um existia. E, Deus! Ele morava relativamente perto, em um estado vizinho do meu. Eu li e o poema fez eco em meu peito. E o sorriso do Manoel cintilava.

Prometi a mim mesma que iria conhecê-lo. Quantas longas conversas tive com ele, em fantasioso diálogo. Quantos poemas eu escrevi ao Barros.  Dele colhi, desde menina, dadivosos conselhos que ele nunca me deu. Aprendi que era bonito ser bocó. Que era grande ser menino. Que a simplicidade é o estágio mais avantajado do indivíduo. Aprendi que a eternidade tem espelho nos caramujos, que o sapo é muito gente, que o cisco revela as entrâncias do universo. Por ele eu me aventurei a fotografar meus silêncios.

Nunca me encontrei com o Manoel. Mas a sua poesia nos irmanou. Ele, irmão mais velho, tanto disse em seus despropósitos, que provei de sua água peneirada e a aprovei.

E hoje, quando Manoel se desprende do corpo e vai prosear com passarinhos de outras paragens, sei que ele, em mim, fez contágio de eternidade. E o eterno e terno sorriso que conheci na infância ficará guardado em todas as eternidades minhas.

“Ele tinha no rosto um sonho de ave extraviada.
Falava em língua de ave e de criança.
Sentia mais prazer de brincar com as palavras
do que de pensar com elas.
Dispensava pensar.
Quando ia em progresso para árvore queria florear.
Gostava mais de fazer floreios com as palavras do
que de fazer ideias com elas.”

Trecho de Poeminha em Língua de Brincar, de Manoel de Barros.


Música: “I Have A Dream” de Sweet Little Band
Ilustrações Martha Barros

Veja também: Escolha uma imagem e leia sua mensagem poética: poemas de Manoel de Barros

Dica da Conti outra: Saiba mais sobre a obra do poeta e conheça os projetos sociais da Fundação Manoel de Barros.

Nara Rúbia Ribeiro: colunista CONTI outra

contioutra.com - ADEUS A MANOEL DE BARROS

Escritora, advogada e professora universitária.
Administradora da página oficial do escritor moçambicano Mia Couto.
No Facebook: Escritos de Nara Rúbia Ribeiro
Mia Couto oficial

5 bons motivos para você ficar SEM ROUPA mais vezes!

5 bons motivos para você ficar SEM ROUPA mais vezes!

Com que frequência nós vemos uma pessoa nua e, ao mesmo tempo, nos sentirmos realmente confortáveis?

Em colégios com vestiários ou mesmo em academias, embora não em todos os casos, é  frequente que as pessoas se troquem mantendo alguma peça de roupa para que o corpo sempre permaneça parcialmente coberto.

Esse costumava ser o meu caso.

Entretanto isso mudou quando, durante uma viagem de inverno à Áustria, eu e um amigo fomos parar em um spa: um retido nudista nos Alpes!

Esse foi o momento em que comecei a realmente pensar em meu corpo.

Apesar da proposta nudista, nós esperávamos encontrar toalhas brancas e macias, roupões ou algo do gênero. Mas não foi bem assim…Eu me encolhi morrendo de vergonha e pensando onde eu estava com a cabeça quando fui para aquele lugar. Minha mente perdia-se em pensamentos de censura enquanto observava aquele mar de corpos nus.

Tenho estrias no meu quadril que são resultado de uma gravidez. Meu seio esquerdo é um pouco maior do que meu seio direito.

Quando foi a última vez que eu raspei as minhas pernas?

Oh meu Deus, os seios daquela mulher são maiores que os meus.

Será que o meu bumbum é parecido com esse?

 Deus não! Pelo menos eu me exercito. Bem, eu acho que estou mais magra do que ela é.

E assim por diante…

Meu amigo suspirou, olhou para mim e disse: “Eu acho que é considerado rude se não tirarmos nossas roupas.” Rude ?! Então eu recusei, mas depois de nossa primeira sauna, comecei a entender a lógica por trás de “não usar roupas”, respirei fundo e tirei meu top.

Meus peitos … … Lá estavam eles! Eu percebi que  era mais fácil tirar a blusa na frente de um namorado do que em público.

Então, ao invés de pensar na nudez, eu resolvi pensar em quais eram os motivos que me faziam sentir tanta vergonha. Resolvi refletir sobre por que o meu primeiro impulso foi comparar meu corpo com o de outras pessoas e por que eu estava catalogando cada centímetro de celulite que eu via. Pensei em por que, afinal, eu esta tão obcecada com a minha própria aparência e por que eu a achava tão ruim.

Aqui estão as cinco razões libertadores que encontrei.

1. A “perfeição” é uma ilusão.

Mesmo que eu me sinta bem com o meu corpo na maioria do tempo, eu ainda me sinto uma imensa pressão para parecer “perfeita”. Desde muito cedo me ensinaram que eu sempre deveria ser atraente socialmente – como flertar, como usar saltos altos, como me sentar com saias curtas,  como acertar as sobrancelhas, fazer a maquiagem, etc. Isso, é claro, além de todas as roupas e acessórios.

A “Imperfeição” significa que existe um objeto perfeito, mas isso não é verdadeiro pois cada corpo é diferente.

Quando olhei ao redor naquele dia não era o meu corpo que me separava de todos os outros, era a minha atitude.

2. Ser vulnerável na frente dos outros é uma coisa boa.

Na Europa, principalmente na Alemanha– é perfeitamente normal tirar o maiô e dar  para um mergulho sem roupa. Frequentar uma sauna é um passatempo amado e é geralmente entendido que todo mundo vai estar nu.

No estúdio de ioga onde eu ensino descobri que ver outros corpos nus pode nos fazer sentir mais confortáveis em nossa própria pele, basta que estejemos dispostos a lidar com o desconforto e medo que podem ocasionalmente aparecer.

3. Quando você julga os outros, você se julga.

Eu percebi que estava com medo de enfrentar meu próprio julgamento. Em vez de praticar a autocompaixão, a sociedade nos ensinou a julgar e a criticar. Em vez de amar e cuidar de nós mesmos e dos outros, passamos grande parte de nosso precioso tempo buscando defeitos nos outros para “artificialmente” nos sentirmos mais perfeitos.

A primeira vez que eu estava como professora em uma aula de yoga eu sabia que os alunos não estavam vendo exatamente o que viam nas revistas assim como eles mesmos não  se viam como tal. Mas, nem por isso, aquela aula era um espetáculo menos bonito de se ver.

Quando você se compara a outras pessoas isso é uma forma de auto-mutilação. Nós temos que cuidar do nosso corpo físico e emocional, e,  às vezes é igualmente importante – se não mais importante – ter uma rotina de exercícios emocionais para nos fortalecemos como pessoas. A meditação é altamente eficaz para isso.

4. Quando você se sentir confortável em estar nu, você vai se sentir menos inclinados a usar maquiagem e saltos.

Eu nunca fui uma garota feminina – esse é meu jeito. Às vezes eu uso batom (mas não na maioria do tempo). Hoje eu entendo e aceito que isso pode ser normal. Me super produzir, por exemplo, é uma coisa que me não me agrada.

Ficar sem roupas foi algo que me ajudou a sentir mais confortável sendo apenas quem eu sou.

5. Entrar em contato com a “Mãe Natureza” é muito bom .

Como a neve dos picos alpinos, meu corpo também um dia derreterá. Meu bumbum ficará flácido e minha pele enrugará.

Se a pratica do yoga me ensinou uma coisa, é que eu não sou apenas um corpo. Eu também não sou apenas o que passa em minha mente.

Tudo neste mundo é material e está sujeito a mudanças constantes.

Mesmo enquanto estou sentada nesse momento escrevendo este texto, meu corpo está mudando.

De alguma forma, tirar a roupa naquela montanha, fez com que eu me sentisse mais em paz e harmonia comigo e com a natureza que me rodeia.

Por Samantha Rose, via Mind Body Green

Traduzido e adaptado por Josie Conti

Do original: 5 Reasons To Get Naked More Often

Photo Credit: Stocksy

Nota da CONTI outra: a reprodução dessa tradução não é permitida sem autorização prévia.

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A prova de que dinheiro não traz felicidade é atualmente o homem mais rico da China

A prova de que dinheiro não traz felicidade é atualmente o homem mais rico da China

O Estadão de hoje publicou uma matéria sobre  Jack Ma, dono do grupo Alibaba que, após faturar US$ 25 bilhões na Bolsa de Nova York, disse que não tem sido feliz.

Em declarações à rede de TV CNBC, ele disse que o fato de ser o homem mais rico da China lhe causa ‘uma grande dor’.

Abaixo, transcrevo as frases mencionadas na entrevista:

“Este mês eu não estou muito feliz, eu acho que é porque a pressão é muito grande”, disse Ma. “Eu tento ser feliz, porque eu sei que se eu não estou feliz meus colegas não estão felizes, e os meus sócios não são felizes, e os meus clientes não estão satisfeitos.”

Jack Ma sugeriu que a histórica da abertura de capital da empresa em Nova York, que arrecadou US$ 25 bilhões, pode ter contribuído para este esforço em ser mais feliz.

“Talvez as pessoas tenham muita expectativa, talvez eu pense muito sobre o futuro e tem muitas coisas para eu me preocupar”, disse Ma, tentando justificar o paradoxo de ter tanto dinheiro e não se sentir feliz.

“O IPO deu certo, eu estou feliz com os resultados, mas sinceramente eu acho que quando as pessoas pensam muito bem de você, você tem a responsabilidade de se acalmar e ser você mesmo.”

contioutra.com - A prova de que dinheiro não traz felicidade é atualmente o homem mais rico da China
Jack Ma, dono do grupo Alibaba que, após faturar US$ 25 bilhões na Bolsa de Nova York, disse que não tem sido feliz.

Ma ainda disse que o estresse em sua vida decorre de algo além do que apenas o seu trabalho: tornar-se o homem mais rico da China forneceu seu próprio conjunto de dores de cabeça.

“As pessoas dizem, ‘Bem Jack, deve ser bom ser rico’. Sim, é bom, mas não é bom ser o homem mais rico da China. É uma grande dor, porque todo mundo que te rodeia pensa em dinheiro”, disse ele.

“Hoje, quando eu ando na rua, as pessoas me olham de uma forma diferente, eu quero que as pessoas vejam o empreendedor, o cara que está se divertindo, e eu quero ser eu mesmo.”

A fim de se livrar dessa ‘dor’ decorrente da riqueza, Ma sugeriu que está buscando maneiras de usar o seu dinheiro em favor da sociedade.

Para aprofundarmos um pouco mais o assunto, anexo o vídeo de Flávio Gikovate: “É possível ser feliz sendo pobre” onde ele faz explanações sobre a falta e o excesso de dinheiro na vida de uma pessoa.

Espero que essas informações façam sentido para vocês!

Josie Conti

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Filhos são instinto e intuição, animais e anjos: reflexões sobre a humanização de nossas crianças.

Filhos são instinto e intuição, animais e anjos: reflexões sobre a humanização de nossas crianças.

Por Josie Conti e Nara Rúbia Ribeiro

O humano, ser dual, é, a um só tempo, animal e anjo; instinto e intuição. É capaz de torturar, matar, ignorar um mendigo estirado em seu caminho, é capaz de violar a pureza de uma criança, mas também é apto a lutar bravamente para salvar um desconhecido, é capaz de doar-se sem nada exigir em troca, de empreender esforços para restaurar vidas e direcionar corações no caminho do Bem.

Se o homem é considerado o único “animal ético” que existe, quais seriam, cabe-nos perguntar, quais seriam os fatores que promovem esse abismo de sangue entre atos de profunda indiferença (e até mesmo crueldade) de ações do mais elevado grau de altruísmo?

É claro que a história de vida e o meio onde esses seres estão inseridos serão influentes em seus comportamentos. Pensando em uma criança nascida em uma casa onde suas necessidades básicas sejam supridas, talvez possamos levar a atenção para o processo de transição pelo qual essa criança passa durante sua infância, onde, de ser primitivo e totalmente egocentrado, cresce e é teoricamente estimulado a relacionar-se com mais pessoas.

Nesse processo de interação, a criança descobre que não é única e que os outros reagem aos seus comportamentos das mais diversas maneiras. A capacidade de se vincular, desenvolver sentimentos de empatia (aprender a se colocar no local do outro) assim como o manejo que desenvolver  frente às frustrações encontradas nesse caminho promoverão o estreitamento dos laços verdadeiros e a libertação gradativa desse egocentrismo inicial.

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Pais e responsáveis têm papel importante nessa etapa, pois oferecem os primeiros estímulos. São eles que precisam ser fortes para lidar com o sofrimento da criança que não costuma gostar de suas restrições iniciais quanto a ter e fazer tudo o que quer.

Em prol do amadurecimento de um filho, um pai que ama é aquele que, quando necessário, diz “não” e o sustenta. Para a humanização de uma vida, a mãe que ama é aquela que não faz todos os gostos de sua criança.

Para a educação social de um ser, os responsáveis competentes são aqueles que corrigem e estimulam.  Que dão afetos, mas também dão limites, mesmo frente ao mais estrondoso choro infantil

O caminho para a construção de um cidadão ético e maduro também permeia o desenvolvimento da capacidade reflexiva. Permitir que a criança brinque espontaneamente ou mesmo corrigi-la com atos disciplinares, como os do gênero “agora você senta e pensa no que fez por “X” minutos”,  são dois métodos dos mais eficazes. O primeiro no desenvolvimento da fantasia e da imaginação, o segundo na formação da consciência e da responsabilização pessoal pelos próprios atos.

Nessa disposição de querermos entregar filhos melhores ao mundo, não devemos nunca nos esquecer de que deles somos o mais imediato exemplo. Nos adultos, esse tempo de reflexão continua essencial e deve ser destinado à autoanálise introspectiva. Ato que muitas religiões denominam “autoiluminação”.

O ser que reflete não é impulsivo e é menos  influenciável. Quem se conhece melhor, sabe mais o que quer e no que acredita, logo, possui uma base muito mais sólida para suas próprias decisões.

Quanto mais consciente for uma pessoa com relação a si mesma, menor tende a ser o seu apego às coisas materiais, em seu egocentrismo, e maior se mostra o seu movimento em relação às causas de humanidade.

Assim, vivendo em harmônica dualidade, anjo e animal, instinto e intuição, se fará o homem a cada dia maior, mais apto, mais humano. Capaz de melhor conduzir sua existência à plenitude e de bem orientar os seus filhos, sabedor de uma máxima verdade:

Só é capaz de dar aquele que tem muito dentro de si!

Desapegue-se dessas 15 coisas e viva muito melhor

Desapegue-se dessas 15 coisas e viva muito melhor

A felicidade é um estado de espírito.

Pessoas verdadeiramente felizes mantém uma atitude positiva, mesmo diante de aspectos negativos na vida. 

Essas pessoas estão otimistas, procuram viver de forma ética e valorizam a integridade.

Elas são gentis, amorosas, carinhosas e compassivas com todos, sem discriminações. 

Quando você olha para elas, você perceber como, de maneira confiante e à vontade, elas são simplesmente quem elas são. 

O que as mantém positivas e cheias de uma disposição é que existem coisas a que as pessoas mais felizes simplesmente NÃO SE APEGAM.

Abaixo veja a lista das coisas com o que você definitivamente NÃO DEVE se preocupar para ter uma vida muito mais feliz.

1. As pessoas mais felizes não têm sua vida centrada na acumulação de bens materiais.

É evidente que os bens materiais são importantes para uma vida digna. Possuir uma casa para morar, ter um carro ou mesmo um dinheiro no banco não só é bom como pode ser muito importante em muitos momentos.  Entretanto, as pessoas mais felizes sabem que, uma vez que suas necessidades mais básicas estão sanadas, ter dinheiro ou mesmo sucesso não garante a felicidade de ninguém. Elas estão mais interessadas ​​em usar seus recursos para agregar valor à vida das pessoas e a viver uma vida decente, mesmo que modesta. Se o dinheiro continua chegando e for fruto do que fazem, é claro que ficarão felizes, mas se o dinheiro não for tão abundante, elas não deixam de enxergar possibilidades e alegria na vida.

2. As pessoas mais felizes são aquelas que dão sem esperar receber em troca.

Todo mundo gosta de um presente ou mesmo de uma surpresa inesperada, no entanto, enquanto muitos anseiam por elogios e recompensas, as pessoas verdadeiramente felizes encontram realização pessoal ao servir e ajudar aos outros sem esperar nada em troca. Para essas pessoas a recompensa é saber que elas têm valor acrescentado e enriquecido a vida de alguém.

3. Elas não se comportam de acordo com as expectativas da sociedade.

Rotineiramente, mesmo que sem ter plena consciência disso, as pessoas vivem sob pressão para atender às expectativas da sociedade, o que é muitas vezes estressante e avassalador para o bem estar geral. As pessoas com quem você anda, trabalha e até mesmo se casa são muitas vezes escolhidas para atender às expectativas externas.  Entretanto, fazer escolhas baseadas em demandas dos outros está longe de ser uma boa receita para felicidade. As pessoas que vivem mais  felizes não se importam com isso. Elas olham muito mais para dentro de si mesmas ao fazer suas escolhas. Elas seguem o que mandam seus corações.

4. Elas não cultivam preconceitos de qualquer espécie.

Algumas pessoas possuem noções preconceituosas sobre culturas diferentes, outros grupos sociais, religião, raça… As pessoas que vivem melhor e são mais felizes não se importam com nada disso. Quem vive bem consigo mesmo observa o outro e o conhece  “por quem ele é” , nunca baseado em fatores que agrupam e segregam pessoas segundo grupos ou raças diferentes.

5. Elas não se importam com a aprovação de quem está por perto para tomar as atitudes que julgam corretas

Pessoas que são mais felizes realmente não se importam com o que você pensa delas. Elas ouvem e consideram o que os outros têm a dizer, mas não tomam uma atitude para conseguir a aprovação de ninguém. Elas sabem que, se você viver para a aprovação das pessoas, você vai morrer devido a rejeição que receber. Pessoas mais felizes fazem o que precisa ser feito e nunca deixam pessimistas desencorajá-las.

6. Elas não se importam quando percebem que erraram. Sabem que não têm que estar sempre com a razão.

O ser humano é falho, erra, conserta, cai, levanta e prossegue. Ninguém sabe tudo e tem todas as respostas na vida. É justamente quando aceitamos que estamos errados que abrimos portas para aprender o que é certo.

7. Eles não se importam com ambientes improdutivos.

Pessoas mais felizes evitam os ambientes onde se sentem mais estressadas como lugares muito ruidosos,  sujos e poluídos. Em vez disso, as pessoas verdadeiramente felizes valorizam e protegem os ambientes que promovem sensações agradáveis, como parques.

8. Elas não estão “nem aí” para comparações sociais.

As pessoas que vivem mais felizes não têm nenhuma necessidade de se comparar aos outros. Elas podem aprender o que os outros fazem melhor do que elas para também crescer, mas o seu foco está em seu próprio progresso. Elas sabem que o crescimento pessoal é algo construído e por isso não precisam da inveja, do ressentimento ou mesmo de sentimentos doentios de superioridade frente aos outros.

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9. Elas não perdem tempo se intrometendo na vida dos outros.

As pessoas que vivem mais felizes podem até ajudar ou dar sua opinião se forem solicitadas, mas elas farão de tudo para não interferir nas decisões pessoais dos outros.

10. Elas ignoram fofocas.

Quem vive bem não precisa se preocupar com a opinião dos outros, mesmo que o que seja dito seja mentira. As pessoas felizes estão satisfeitas com suas próprias vidas e não têm nenhum desejo de se preocupar com o que está acontecendo na vida de outra pessoa. As únicas pessoas que se importam com fofocas são pessoas superficiais e que não acreditam em si mesmas.

11. Elas não cultivam relacionamentos tóxicos.

Não só vícios, abusos físicos e xingamentos, mas também as coisas sutis, como reclamações constantes e mudanças de humor podem arrastar qualquer um para baixo. As pessoas que vivem mais felizes evitam relacionamentos tóxicos. Uma boa receita para viver bem é passar o maior tempo possível perto de pessoas saudáveis ​​e que trazem alegria.

12. Elas não guardam rancor

As pessoas verdadeiramente felizes sabem que sentimentos negativos como o rancor aprisionam e envenenam. Depois de situações ruins, a melhor pedida é seguir em frente.

13. Elas evitam mentiras.

Vidas desmoronam rápido quando são mantidas baseadas em mentiras e enganos. Pessoas verdadeiramente felizes compreendem  esse fato e sabem que é melhor não oferecer nenhuma explicação do que responder a uma situação com mentiras.

14. Elas não perdem tempo reclamando.

As queixas são os frutos de uma vida descontente. Pessoas felizes são simplesmente gratos por aquilo que têm e mantém esperança  no que virá, mesmo quando as coisas não estão indo bem seu caminho.

15. Elas são avessas à vingança

Finalmente, se você realmente quiser levar uma vida feliz, você não pode se dar ao luxo de perder tempo com vinganças. Pessoas felizes deixam essa área por conta do destino. Elas sabem que existem lugares muito melhores para canalizar suas energias.

Lembre-se …

A vida nem sempre é um mar de rosas. Às vezes as coisas não saem do seu jeito e ninguém é feliz 24 horas por dia. Entretanto, viver bem envolve escolhas muito mais ligadas a comportamentos positivos e com encaramos o hoje.  A vida é assim, opte por vivê-la da melhor maneira possível.

Por David K. William, via: Life Hack

Traduzido e ADAPTADO por Josie Conti

Do original: 15 Things Truly Happy People Don’t Care For.

                                                            Imagem de capa: Riccardo Mayer/shutterstock

Veja o que acontece quando uma escola paga aos seus professores um salário bem melhor

Veja o que acontece quando uma escola paga aos seus professores um salário bem melhor

Será que o salário de um professor pode fazer a diferença quando se trata de melhorar o desempenho acadêmico dos alunos? De acordo com um novo estudo do The Equity Project (TEP), ele faz.

TEP, uma escola sediada em Manhattan, nos EUA, paga aos seus professores $ 125.000 dólares por ano, o que seria equivalente no Brasil a cerca de 288 mil reais por ano e um salário mensal de cerca de 24 mil reais.

Todos sabemos que ter um grande professor pode mudar a vida de uma pessoa. Por conta disso e das diferenças salariais entre outras profissões, muitas vezes é feita a pergunta:

Se os professores são tão valiosos, por que não pagá-los mais?

Se até mesmo no primeiro ano médicos, advogados, banqueiros de investimento, e os programadores podem ganhar valores acima de US $ 100.000, por que os professores experientes da cidade mais cara do país recebem algo entre 64 mil dólares e 76 mil dólares ?

Nos últimos cinco anos, uma escola em Manhattan realizou  uma experiência radical ao fazer exatamente isso.  The Equity Project  paga aos seus professores um salário de 125 mil dólares por ano, com bônus extra com base no desempenho. Ele também espera muito mais deles, incluindo mais horas de trabalho com aulas mais longas e aulas um pouco mais longas, quatro semanas de aprimoramento profissional por ano e avaliações de desempenho.

O resultado? De acordo com o Wall Street Journal , o primeiro estudo de longo prazo para avaliar uma escola mostrou que seu modelo incomum produziu resultadosO estudo , conduzido pela Mathematica Policy Research e pago pela  Fundação Bill e Melinda Gates  , comparou 480 alunos da escola com os alunos em uma escola pública das proximidades do distrito que apresentaram níveis semelhantes nos testes iniciais, assim como renda familiar e outros dados demográficos compatíveis para uma amostra confiável (o bairro é principalmente de latino-americanos).

Como o WSJ relata :

Depois de quatro anos na escola, estudantes da oitava série apresentaram ganhos médios de pontuação no teste de matemática que equivalem a um ano e meio a mais de estudos em comparação com os alunos do distrito. Em ciências os ganhos equivaliam a um semestre a mais de estudos e em Inglês quase um semestre.

Nos testes anuais de matemática do estado em 2013,  apenas 43% dos estudantes passaram , embora a média da cidade é de apenas 26%.

A pesquisa também apresentou vários desafios.  Uma deles foi a evasão dos professores. Dos 43 professores que entraram no projeto por meio de processo de entrevistas rigorosa da escola e foram contratados durante o estudo, 47% só permaneceu por 1 ano, enquanto que a escola do distrito próximo apresentou uma taxa de rotatividade de professores de 27%.

O Projeto está agora tentando resolver o burnout de professores para manter seu quadro de profissionais.

A escola teve que fazer concessões para pagar o professor um salário maior, incluindo um tamanho maior de classe e uma equipe administrativa diminuída, em seu esforço para criar um “modelo financeiro sustentável e permanente” , evitando financiamento privado. Alguns compromissos foram também aceitos pelo diretor da escola que passou a receber menos que os professores.

Embora não seja claro que esse modelo funcione em todos os lugares ou mesmo em uma escala muito mais ampla, o que está claro é que a maior remuneração dos professores  pode ser uma solução relativamente simples e que pode adicionar muito aos complicados  debates sobre as necessidades de reformas no sistema escola.

Por Jessica Leber, via: Fast Company

Traduzido e ADAPTADO por Josie Conti

Do original: Here’s What Happens When A School Pays Its Teachers A Lot, Lot More Money

Foto de capa:  Christopher Sessums

Nota da CONTI outra: a reprodução dessa tradução não é permitida para cópias não autorizadas. 

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20% das pessoas são altamente sensíveis

20% das pessoas são altamente sensíveis

Cerca de 20% das pessoas no mundo possuem uma personalidade que podemos chamar de “altamente sensível.” Essas pessoas são dotadas de um sistema nervoso delicado e extremamente suscetível e consciente das mudanças que acontecem ao seu redor e, por isso, sentem-se sobrecarregadas quando são expostas à excesso de estimulação.

Essas pessoas  processam de maneira profunda tudo o que chega a seus sentidos. Mesmo que inconscientemente, elas analisam e refletem sobre praticamente tudo o que acontece no seu ambiente, tornando-se pessoas altamente intuitivas.

Algumas vezes, essa característica predispõe essas pessoas a sofrerem com um maior nível de estresse e sobrecarga devido ao excesso de estimulação externa.

Essas pessoas também são capazes de desenvolver uma maior capacidade de empatia pois percebem facilmente as necessidades daqueles que não conseguem se comunicar com clareza.

Pessoas altamente sensíveis são especialistas em captar nuances tanto no comportamento, nas palavras e na linguagem corporal dos outros, etc.

Um alto percentual dessas pessoas são introvertidos e/ou tímidos (introversão e timidez não são sinônimos) dado a seu elevado grau de sensibilidade. Eles também tendem a desenvolver uma natureza muito cauteloso que os faz tomar muitas precauções antes de agir. São intimamente muito mais ligados com seu próprio inconsciente. Definem-se como pessoas espirituais e criativas.

Embora não necessariamente, pessoas altamente sensíveis podem ter maior dificuldade em lidar com críticas, uma vez que essas podem alterar o seu estado emocional que varia mais intensamente aos estímulos.

Elas apreciam cores, cheiros e texturas mais sutis.

Vivemos em uma sociedade que valoriza a extroversão e não no valor de sua verdadeira sensibilidade. Pessoas altamente sensíveis, algumas vezes,  podem se sentir isoladas e desconectadas do mundo moderno, uma vez que não encontram lá um lugar para se encaixar.

A realidade porém, é que possuir essa personalidade é algo absolutamente normal, apenas diferente da maioria das pessoas. A única solução para isso é a construção de uma vida de acordo com esta forma de sentir e ser, sem grandes estímulos sonoros, e procurando a solidão para os períodos de descanso dos sentidos que são necessários.

Se você se identifica com esse tipo de personalidade, o melhor que você pode fazer é tentar aprender mais sobre ele e construir uma vida de acordo com essa maneira de ser. Ou seja, tente não ter um nível excessivo de estimulação, respeite seus períodos de repouso e permita-se NÃO analisar todas as nuances que a vida lhe apresenta diariamente.

Como pode ver, o segredo é respeitar seus limites!

Por Sonia Viéitez Carrazoni, Jun, via: La mente es maravilhosa

Traduzido e ADAPTADO por Josie Conti

Do original: Un 20% de personas altamente sensibles

Josie Conti

Psicóloga pcontioutra.com - 20% das pessoas são altamente sensíveisor formação, blogueira por opção. Abandonou o serviço público para manter seus valores pessoais . Hoje trabalha prioritariamente na internet com criação e seleção de conteúdo. É idealizadora e redatora-chefe desse site e da CONTI outra no Facebook. Trabalha com o que ama. “Sonha durante o dia. A noite dorme tranquila.”

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