Ginasta da equipe brasileira, Lorrane Oliveira, perdeu a irmã em abril deste ano

Ginasta da equipe brasileira, Lorrane Oliveira, perdeu a irmã em abril deste ano

Há 20 anos, o Brasil enviava pela primeira vez na história uma equipe completa de ginástica artística feminina para uma Olimpíada, em Atenas-2004. Duas décadas depois, as brasileiras conquistaram a primeira medalha na competição por equipes. Nesta terça-feira (30), o time formado por Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Júlia Soares e Lorrane Oliveira garantiu o bronze nos Jogos de Paris-2024, com um somatório de 164.497 pontos, ficando atrás apenas das seleções dos EUA e da Itália.

Superação e resiliência

A conquista da equipe brasileira é ainda mais notável considerando os desafios pessoais enfrentados por uma de suas integrantes, Lorrane Oliveira. Em abril deste ano, Lorrane perdeu sua irmã, Maria Luiza, de apenas 21 anos. Mesmo diante dessa tragédia, a ginasta persistiu na preparação para as Olimpíadas e desempenhou um papel crucial na conquista da histórica medalha de bronze.

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Foto: Reprodução/Instagram

Maria Luiza, irmã mais nova de Lorrane, faleceu de maneira precoce, com a causa da morte não divulgada. Após a perda, Lorrane retornou ao Brasil para estar com sua família. Na época, ela estava em Troyes, na França, junto com a delegação brasileira para um período de treinos após a Copa do Mundo de Ginástica Artística, realizada em Antalya, na Turquia.

Desabafo e homenagem

Em suas redes sociais, Lorrane desabafou sobre a perda da irmã, expressando sua dor e homenageando Maria Luiza: “Eu estou completamente sem chão, e procurando maneiras para entender como vou seguir minha vida sem você. Você só tinha 21 anos, mas era tão inteligente, me aconselhava e me fazia mais forte como ninguém. O seu abraço era o mais reconfortante, principalmente nos momentos ruins. Te agradeço por me fazer enxergar a vida de outra maneira, por me ajudar a me tornar a mulher mais forte que sou hoje e por ser minha fã número 1.”

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Foto: Reprodução/Instagram

Segundo o UOL, a ginasta também relembrou momentos especiais que compartilhou com a irmã: “Sabem aquele sorriso largo? A gargalhada sem igual..? Então, o dela era o mais lindo… E com certeza é disso que sentirei mais falta, mas carregarei pra sempre na minha memória. Você me salvou inúmeras vezes, obrigada por ter sido minha pessoa! Te amarei eternamente.”

A conquista da medalha de bronze em Paris-2024 é uma prova da força e resiliência de Lorrane Oliveira e de toda a equipe brasileira de ginástica artística.

 

Larissa Pimenta comove a web ao revelar o que ouviu de rival após bronze no judô nas Olimpíadas

Larissa Pimenta comove a web ao revelar o que ouviu de rival após bronze no judô nas Olimpíadas

Em uma exibição de pura garra e determinação, Larissa Pimenta conquistou a medalha de bronze na categoria até 52kg do judô, levando o Brasil ao pódio pela segunda vez nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

A jornada de Larissa até o bronze foi marcada por altos e baixos. Após uma derrota nas quartas de final, ela se recuperou na repescagem e superou a italiana Odette Giuffrida para garantir a medalha. A luta final foi emocionante, mas um momento específico se destacou: após a derrota, a italiana levantou a brasileira e lhe disse algumas palavras de encorajamento.

“A Ode é uma pessoa muito especial para mim, e foi muito significativo o que ela falou”, disse Larissa em entrevista ao SporTV. “Ela fala português. A Ode conheceu Deus através de mim. Ela foi para o Brasil e conheceu Deus. E há uns dias a gente estava conversando, e o principal assunto dessa conversa era que toda honra e toda a glória a gente iria dar para ele. Então, naquele momento em que eu não estava entendendo o que estava acontecendo e não tinha força para levantar, o que ela me falou e que todo mundo está perguntando foi: ‘Levanta. Toda honra e toda glória você tem que dar para ele’. E aí eu tentei ter forças. Foi algo muito significativo”.

No combate que valia a medalha, Larissa impôs seu ritmo, mas foi anulada pela defesa competente de Giuffrida na maior parte do tempo. No Golden Score, porém, a brasileira deu a volta por cima e garantiu a vitória.

Larissa começou o dia com uma vitória contra Djamila Silva, de Cabo Verde, usando uma chave de braço para conquistar o primeiro ippon do Brasil nas Olimpíadas. Em seguida, enfrentou a britânica Chelsie Giles, número 5 do mundo, e conseguiu um waza-ari no Golden Score para garantir uma vitória impressionante.

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Nas quartas de final, Larissa enfrentou a francesa Amandine Buchard, número 4 do ranking e atual vice-campeã olímpica. Com a torcida barulhenta a favor da adversária, Larissa teve vantagem nos shidos, mas acabou perdendo por imobilização no Golden Score.

A recuperação veio contra a alemã Mascha Ballhaus, número 8 do mundo, em mais uma luta decidida no Golden Score. A vitória garantiu a Larissa a oportunidade de disputar o bronze, que ela conquistou com brilhantismo.

Ana Paula Arósio faz rara aparição aos 49 anos; veja como ela está agora!

Ana Paula Arósio faz rara aparição aos 49 anos; veja como ela está agora!

Ana Paula Arósio, um nome que traz muitas lembranças afetivas para o público brasileiro, voltou a ser assunto nas redes sociais esta semana. Conhecida por sua beleza e talento, a atriz, que atualmente vive reclusa na Inglaterra, foi vista durante as gravações de uma campanha publicitária de uma rede de farmácias em São Paulo, e as imagens rapidamente viralizaram na web.

Com cabelos curtos, exibindo ótima forma física e sua beleza angelical característica, Ana Paula deixou os fãs em êxtase. A atriz está há cerca de 15 anos afastada das telas, o que tornou sua aparição ainda mais impactante.

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Segundo informações da Folha de São Paulo, a eterna Giuliana de Terra Nostra (1999) teria recebido um cachê de R$ 700 mil para participar da campanha, que também envolve uma marca de suplementos. A notícia movimentou as redes sociais, onde fãs expressaram surpresa e admiração ao reverem a atriz.

Aos 49 anos, Ana Paula Arósio continua encantando o público. Protagonista da minissérie Hilda Furacão (1998), da TV Globo, ela mantém o mistério e a curiosidade dos brasileiros, que sempre aguardam por novidades sobre a vida da artista.

Comédia romântica com Matthew McConaughey é a escolha perfeita para o fim de semana

Comédia romântica com Matthew McConaughey é a escolha perfeita para o fim de semana
Foto: Netflix

Se você está procurando uma opção leve e divertida para o fim de semana, “Armações do Amor” com Matthew McConaughey e Sarah Jessica Parker pode ser a escolha perfeita na Netflix.

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Foto: Netflix

“Armações do Amor” segue a fórmula clássica das comédias românticas, onde o final é previsível, mas o caminho até lá é cheio de reviravoltas e surpresas. McConaughey interpreta Tripp, um homem de 35 anos que ainda mora com os pais. Ele equilibra superficialidade com uma profundidade oculta, revelando teimosia, força de caráter e inteligência. Parker, por sua vez, é Paula, uma mulher que criou um negócio inusitado: seduzir homens que ainda moram com os pais para ajudá-los a ganhar confiança e se mudarem de casa.

Apesar de seguir a fórmula do romance com pretensões enganosas, o roteiro de Tom J. Astle e Matt Ember apresenta complicações inesperadas e momentos de comédia variados, que vão do ridículo ao genuinamente engraçado. O elenco de apoio, incluindo Kathy Bates e Terry Bradshaw como os pais de Tripp, oferece atuações vívidas e cativantes. Zooey Deschanel também se destaca com seu ritmo peculiar e energia única.

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Foto: Netflix

Um dos elementos mais peculiares do filme são os ataques de animais que Tripp sofre, como um esquilo, um golfinho e uma iguana. Esses momentos de humor extravagante ajudam a equilibrar as falhas românticas entre McConaughey e Parker, proporcionando situações divertidas e memoráveis.

“Armações do Amor” combina charme, humor e performances sólidas para garantir uma experiência agradável e divertida. Então, prepare a pipoca e aproveite esses 90 minutos de risadas com Matthew McConaughey e Sarah Jessica Parker na Netflix.

Rayssa Leal supera Neymar e se torna brasileira mais jovem a conquistar duas medalhas olímpicas

Rayssa Leal supera Neymar e se torna brasileira mais jovem a conquistar duas medalhas olímpicas

A jovem skatista Rayssa Leal, conhecida como “Fadinha”, fez história mais uma vez ao conquistar a medalha de bronze no Skate Street Feminino nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Aos 16 anos, Rayssa se torna a brasileira mais jovem a subir ao pódio em edições diferentes das Olimpíadas, superando o recorde anterior que pertencia ao atacante Neymar.

Neymar chegou a esta marca aos 24 anos. O camisa 10 levou a medalha de prata com a seleção brasileira nos Jogos de Londres, em 2012, e a medalha de ouro no Rio 2016.

Rayssa já havia brilhado nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, onde conquistou a prata aos 13 anos na estreia da modalidade de skate nos Jogos. Agora, com esta nova medalha, a jovem mantém sua trajetória ascendente no esporte e reafirma seu lugar entre as melhores do mundo.

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Rayssa Leal leva medalha de bronze no skate street feminino em Paris
AFP/DIVULGAÇÃO

Na final do Skate Street Feminino, realizada neste domingo (28), Rayssa garantiu seu lugar no pódio com uma manobra espetacular. A competição foi acirrada, com as japonesas Coco Yoshizawa e Liz Akama conquistando ouro e prata, respectivamente.

Durante a prova, Rayssa enfrentou oscilações tanto nas eliminatórias quanto na final. Na primeira etapa, que consistia em voltas pelo circuito, a brasileira teve algumas quedas e não obteve notas altas. Na etapa das manobras, Rayssa acertou duas de suas cinco tentativas, mas foi sua última manobra de alta dificuldade que garantiu a medalha de bronze.

Anteriormente, entre as mulheres brasileiras, Thaísa, jogadora da Seleção Brasileira de Vôlei, era a mais jovem a conquistar medalhas em edições diferentes dos Jogos Olímpicos, aos 25 anos, com ouro em Pequim 2008 e Londres 2012.

Com este novo feito, Rayssa Leal não apenas escreve seu nome na história do esporte brasileiro, mas também inspira uma nova geração de atletas com sua determinação e habilidade incomparáveis.

Atleta amputou parte de um dedo para competir em Paris: “Preço que eu tinha que pagar”

Atleta amputou parte de um dedo para competir em Paris: “Preço que eu tinha que pagar”

Em um ato surpreendente e de extrema determinação, o jogador australiano de hóquei sobre a grama, Matt Dawson, optou por amputar parte do dedo da mão direita para poder competir na Olimpíada de Paris.

Dawson, de 30 anos, sofreu uma grave fratura no dedo durante um treino em equipe há duas semanas. A recuperação completa de uma cirurgia tradicional levaria meses, comprometendo sua participação nos Jogos Olímpicos. Diante dessa perspectiva, ele tomou a decisão radical de amputar o dedo da articulação à ponta, possibilitando sua recuperação em apenas dez dias.

“Estou definitivamente mais perto do fim da minha carreira do que do começo e, quem sabe, esta poderia ser minha última [Olimpíada]. Se eu sentisse que ainda poderia dar tudo de mim, era isso que eu faria”, disse Dawson ao podcast de hóquei Parlez Vous. “Se cortar a ponta do meu dedo era o preço que eu tinha que pagar, eu faria isso.”

A decisão chocou seus companheiros de equipe e o técnico Colin Batch. “Não sabíamos bem o que pensar e depois descobrimos que ele tinha ido ao hospital e cortado o dedo. Sei que as pessoas dariam um braço, uma perna e até um pouco de um dedo para estar aqui”, comentou o capitão da equipe, Aran Zalewski, em entrevista coletiva em Paris.

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Na mesma linha, o técnico Batch comentou à rede australiana Seven News Network: “Um ponto a favor para Matt. Obviamente, ele está muito comprometido em jogar em Paris. Não tenho certeza se teria feito isso, mas ele fez isso, é ótimo.”

Apesar do aviso de sua esposa para não agir precipitadamente, Dawson decidiu naquele mesmo dia que a amputação era a melhor opção para manter vivo seu sonho olímpico. Ele confessou que ao ver a gravidade da fratura, desmaiou no vestiário, pensando que seu sonho havia acabado. Contudo, após consultar um cirurgião plástico que sugeriu a amputação como uma alternativa para um retorno rápido, Dawson não hesitou.

O atleta, que já enfrentou lesões graves anteriormente – como quase perder um olho após ser atingido por um taco de hóquei antes dos Jogos da Commonwealth de 2018 – continua a demonstrar uma resiliência impressionante. Naquela ocasião, ele conseguiu se recuperar e conquistar o ouro com sua equipe. Em 2021, ele ajudou a Austrália a conquistar a medalha de prata nas Olimpíadas de Tóquio.

Matt Dawson voltou ao campo neste sábado, apenas 16 dias após a lesão, para enfrentar a Argentina, reforçando sua posição como um dos atletas mais determinados e corajosos do hóquei sobre a grama mundial. Na competruição, a seleção australiana levou a melhor, com um placar de 1 x 0.

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Crédito da foto de capa: X/@ESPNAusNZ

Saiba as lições sobre autoconhecimento de “Divertida Mente 2”

Saiba as lições sobre autoconhecimento de “Divertida Mente 2”
Foto: Divertida Mente 2

O filme “Divertida Mente 2”, sucesso de bilheteria entre o público adulto e infantil, coloca as emoções no centro dos holofotes, dando vida àqueles sentimentos que, muitas vezes, fingimos não existir. Com uma abordagem sensível e educativa, o filme proporciona uma visão única sobre a complexidade das emoções humanas.

Emoções em Destaque

Em nossa mente, dispomos de várias ferramentas para evitar o sofrimento psíquico, chamadas de mecanismos de defesa do ego – todos inconscientes. O psiquiatra Dr. Júlio Pereira explica à revista VEJA que “o filme é um excelente recurso para entendermos como nossas emoções influenciam nossas ações e decisões, mesmo quando não estamos plenamente conscientes delas”.

Mecanismos de Defesa

Um dos mecanismos de defesa que o filme destaca, existente desde que somos pequenos, chama-se repressão. É um processo inconsciente onde afastamos da nossa mente consciente os pensamentos e sentimentos dolorosos ou inaceitáveis. Dr. Pereira menciona que “ao compreender esses mecanismos, podemos começar a trabalhar na integração de nossos sentimentos, ao invés de simplesmente reprimi-los”.

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Foto: Divertida Mente 2

Integração das Emoções

À medida em que conseguimos integrar nossos sentimentos nas diferentes etapas e experiências de vida, desenvolvemos um senso de nós mesmos mais integrado e completo. Essa verdade é o que vemos no final do filme, onde a protagonista Riley aprende a aceitar e integrar suas emoções, em vez de lutar contra elas.

Reflexão para Adultos

O filme não é apenas uma lição para as crianças, mas também para os adultos. Dr. Pereira ressalta que “é essencial que os adultos também reflitam sobre suas próprias emoções e mecanismos de defesa, pois somente através do autoconhecimento podemos alcançar uma saúde mental mais equilibrada”.

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Foto: Divertida Mente 2

Em “Divertida Mente 2”, os espectadores são convidados a embarcar em uma jornada de autoconhecimento, aprendendo a importância de reconhecer, aceitar e integrar todas as suas emoções. É uma obra que ensina que o equilíbrio emocional é fundamental para o bem-estar e que, às vezes, precisamos de um olhar mais infantil para entender as complexidades do nosso mundo emocional.

Suspense psicológico muito acima da média na Netflix tem atuação brilhante de Morgan Freeman

Suspense psicológico muito acima da média na Netflix tem atuação brilhante de Morgan Freeman

“Beijos que Matam”, lançado em 1997 e dirigido por Gary Fleder, é um thriller psicológico que prende a atenção do espectador do início ao fim. Baseado no best-seller homônimo de James Patterson, o filme combina suspense e mistério com uma trama bem elaborada e performances notáveis de seus protagonistas.

O Dr. Alex Cross, interpretado por Morgan Freeman, é um detetive e psicólogo forense de Washington, D.C., que se vê pessoalmente envolvido em um caso quando sua sobrinha Naomi desaparece. Ao investigar o caso, Cross descobre que Naomi é apenas uma das muitas jovens mulheres desaparecidas na região. Todas as pistas apontam para um sequestrador meticuloso conhecido como “Casanova”, que mantém suas vítimas em cativeiro. A situação muda quando uma das sequestradas, a Dra. Kate McTiernan (Ashley Judd), consegue escapar. Kate se une a Cross para tentar identificar o sequestrador e salvar as outras vítimas antes que seja tarde demais.

Morgan Freeman entrega uma atuação sólida e convincente como Alex Cross, trazendo profundidade e gravidade ao papel de um homem determinado a salvar sua sobrinha e outras jovens. Ashley Judd, como Kate McTiernan, oferece uma performance corajosa e resiliente, personificando uma mulher que, apesar do trauma, está disposta a lutar para impedir que outras passem pelo mesmo sofrimento. A química entre Freeman e Judd é palpável, e juntos, eles elevam o filme acima do padrão típico de thrillers de suspense.

Gary Fleder dirige com um olhar atento aos detalhes, criando uma atmosfera tensa e inquietante que permeia o filme. O roteiro de David Klass, adaptado do romance de Patterson, mantém a narrativa coesa e envolvente, apesar de algumas reviravoltas previsíveis. A história explora temas de poder, controle e sobrevivência, mantendo o público intrigado com o desenrolar dos eventos.

A cinematografia de Aaron Schneider contribui significativamente para o clima do filme, utilizando sombras e iluminação de forma eficaz para criar uma sensação de perigo iminente. A trilha sonora, composta por Mark Isham, complementa o tom do filme, amplificando a tensão e o suspense em momentos cruciais.

“Beijos que Matam” é um thriller eficaz que, apesar de alguns clichês do gênero, consegue se destacar graças às suas performances fortes e direção habilidosa. Morgan Freeman e Ashley Judd são os pilares que sustentam o filme, proporcionando ao público uma experiência emocionante e envolvente. Para os fãs de thrillers psicológicos, “Beijos que Matam” é uma escolha sólida que oferece tanto mistério quanto ação, mantendo o espectador na ponta da cadeira até o último momento.

Veja o trailer do filme:

Marcelo Cosme se pronuncia após ser alvo de piadas homofóbicas de Emilio Surita

Marcelo Cosme se pronuncia após ser alvo de piadas homofóbicas de Emilio Surita

Na última quinta-feira (25), o jornalista Marcelo Cosme, de 44 anos de idade, usou suas redes sociais para publicar um relato após o apresentador Emílio Surita, de 62, fazer piadas de teor homofóbico sobre ele no programa Pânico, da Jovem Pan. Cosme destacou em seu texto a importância de respeitar as diferenças e enfatizou que a LGBTfobia é crime.

“A gente nunca espera ser alvo de discriminação, mesmo que ela esteja ali, sempre como um fantasma para quem é da comunidade LGBTQIA+. A gente também não se acostuma com o preconceito, ainda que ele faça parte do cotidiano. E a gente não pode se conformar nem normalizar seja qual for a forma que ele se apresente, seja a LGBTFOBIA, o racismo, o machismo e/ou qualquer outro tipo. E muito menos entender a discriminação como uma simples piada”, começou escrevendo o apresentador da Globonews.

“A diversão de uns pode representar e incentivar o soco na rua, a lâmpada na cabeça e outros ataques. A gente precisa evoluir e não retroceder. O crime precisa ser visto como crime. Respeitar cada um e suas diferenças nos une. Não é uma pauta apenas brasileira, é uma necessidade mundial. Eu tenho uma família que me ama, amigos que me respeitam, colegas de trabalho que me apoiam e até desconhecidos que me abraçam. E quem não tem? Quem é calado, abusado, sufocado, morto? É por mim e por estes que sempre vou me posicionar contra qualquer tipo de preconceito”, acrescentou.

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O jornalista finalizou declarando que seguirá com sua cabeça erguida: “Aquela máxima ‘os cães ladram e a caravana passa’ me guia. Seguimos! Atentos, vigilantes e com uma boa dose de amor e felicidade! O amor e o respeito são o caminho!”.

Nos comentários da publicação, o apresnetador recebeu apoio de diversos artistas e profissionais do seu ramo.

“Perfeito, querido, preconceito é crime, e precisa ser punido, para um maior número de pessoas, respeitarem os que não pensam como nós. Como diria meu tio, respeito é bom e conserva os dentes!!!”, escregveu a atriz Elizabeth Savala. “Conte comigo, sempre! Houve um ataque que pode ser considerado crime. É um caso para a justiça”, comentoua a jornalista Giuliana Morrone. “Estamos juntos!!!”, reforçou Mauro Sousa. “É isso, meu amigo, sigamos no amor e no respeito!”, declarou Leilane Neubarth.

O que aconteceu?

Durante o programa, Emílio imitou o apresentador, que é gay assumido, caminhando pelo estúdio. “Vou assim, andando gostosamente, bem Caetano Veloso, bem GloboNews. Como é que chama aquele cara que faz aquele programa à noite, o simpático?”, questionou, em tom de deboche, aos companheiros de bancada que citaram, então, o nome de Marcelo Cosme.

Bordadeiras do RN não se calam diante de críticas ao uniforme do Brasil: ‘Orgulho do nosso trabalho’

Bordadeiras do RN não se calam diante de críticas ao uniforme do Brasil: ‘Orgulho do nosso trabalho’

As bordadeiras de Timbaúba dos Batistas, pequena cidade no interior do Rio Grande do Norte, que ficaram à cargo das artes que estampam os uniformes do Brasil na abertura das Olimpíadas nesta sexta-feira (26), defendem os trajes que serão usados pela delegação e se dizem chateadas com as críticas que a peça tem recebido.

Jailma Araújo, que é coordenadora de Desenvolvimento Econômico e Artesanato do Município e presidente da Cooperativa das Mãos Artesanais de Timbaúba dos Batistas, exaltou a arte feita pelas bordadeiras. “Temos muito orgulho nosso trabalho”, resumiu.

Paulo Wanderley, presidente do COB, também rebateu as críticas que vem dominando as redes sociais nas últimas semanas. Segundo ele, “Não é Paris Fashion Week”.

De acordo com a bordadeira Alcilene Medeiros, de 44 anos, que participou do bordado das artes nas jaquetas da delegação, alguns comentários feitos nas redes sociais são pesados e “vão além da conta”. Ela diz que, pessoalmente, teria feito o modelo com algumas mudanças, mas acredita que também haja preconceito nas críticas diante do uniforme ter sido produzido no Nordeste.

“Não é só pela modelagem, acho que existe ali um pouquinho de preconceito por saberem que a roupa foi feita aqui no Nordeste. Pode até ser que não seja isso, mas a minha intuição diz que também é isso. Eu creio que se a roupa tivesse sido feita em outro lugar, por um estilista famoso e com essa mesma modelagem, a repercussão poderia ser diferente”, disse.

Alcilene conta ainda que as críticas têm afetado as bordadeiras e também as pessoas que admiram o trabalho. Apesar disso, disse que tem visto comentários que também valorizam os bordados.

“Todos ficam um pouquinho chateados em relação aos comentários, mas de qualquer forma a gente sabe que não é com o bordado esses comentários horrorosos”, disse.

“De toda forma a gente fica um pouquinho triste, porque isso prejudica também o nosso trabalho, nosso artesanato, nosso amor que foi colocado ali naquelas peças”.

A opinião é compartilhada pela bordadeira Valdineide Dantas, de 34 anos. “Me deixa triste de uma certa maneira, porque o trabalho desenvolvido pelo bordado foi feito com muito amor. Muita dedicação”, falou.

“Não falo só por mim, mas pelas outras bordadeiras que se empenharam vários meses bordando araras, tucanos e onças pra esse projeto”.

Alcilene acredita que, apesar das críticas, a exposição do trabalho delas na abertura das Olimpíadas vai representar uma valorização.

“Eu tenho certeza que depois dessa abertura, depois que acabar essas Olimpíadas, que a gente não vai dar mais conta da repercussão, do tanto de encomendas que vão surgir”, disse. “Isso é muito bom, muito gratificante. Estamos todas gratas por termos podido estar lá participando”.

Cada uma das peças foi bordadas pelas mãos das trabalhadoras da região Seridó do RN, polo desse tipo de atividade no estado. Os atletas irão usar as roupas em barcos que passarão pelo Rio Sena.

“Fiquei muito feliz em pode participar de um trabalho tão importante e lindo, realizado por várias bordadeiras aqui de Timbaúba. Todas estamos muito agradecidas em pode levar nossa arte para o mundo”, comemorou a bordadeira Valdineide Dantas, de 34 anos, que participou da produção.

De acordo com a Associação das Bordadeiras de Timbaúba dos Dantas, fundada em 1984, o trabalho foi feito por 80 trabalhadoras da cidade – que usaram lápis, agulha, goma e máquinas de costura. O trabalho inicialmente havia sido iniciado por 18 profissionais, mas aumentou devido à demanda.

O teste do uniforme foi feito em março deste ano, quando a atleta Bárbara Domingos, da ginástica rítmica, visitou a cidade e foi a primeira experimentar a roupa.

Foram, ao todo, mais de 2.484 peças confeccionadas e entregues em cerca de cinco meses – sendo o último lote em abril.

Imperdível nova série da Netflix tem trama de vingança à la Avenida Brasil, reviravoltas e romance avassalador

Imperdível nova série da Netflix tem trama de vingança à la Avenida Brasil, reviravoltas e romance avassalador

“Véspera” é um drama sul-coreano de 2022, dirigido por Park Bong-seop e estrelado por Seo Ye-ji e Park Byung-eun, que mergulha o espectador em uma trama de vingança, romance e intriga, tudo isso ambientado no mundo da alta sociedade coreana. A série, produzida pela Studio Dragon, é um melodrama intenso que captura a atenção do público desde o primeiro episódio.

A história gira em torno de Lee Ra-el (interpretada por Seo Ye-ji), uma mulher brilhante e encantadora com um passado sombrio. Quando jovem, Ra-el testemunhou a brutal morte de seu pai, um evento traumático que a leva a jurar vingança contra os responsáveis. Anos depois, ela se infiltra na vida do magnata Kang Yoon-gyeom (interpretado por Park Byung-eun), o poderoso CEO de um dos maiores conglomerados da Coreia do Sul. Usando sua inteligência e charme, Ra-el planeja destruir o império de Yoon-gyeom, fazendo-o pagar por seu papel na tragédia de sua família.

Seo Ye-ji entrega uma performance complexa e hipnotizante como Lee Ra-el, capturando a dualidade de seu personagem – tanto sedutora quanto vingativa. Sua habilidade de transmitir uma vasta gama de emoções com sutileza e intensidade mantém o público cativado e profundamente investido na narrativa. Park Byung-eun, como Kang Yoon-gyeom, interpreta um homem poderoso e dividido entre seu mundo corporativo e as emoções despertadas por Ra-el, criando um contraste interessante e dinâmico entre os dois personagens principais.

A direção de Park Bong-seop é precisa, criando um ritmo envolvente que equilibra momentos de introspecção com cenas de alta tensão e suspense. A cinematografia é visualmente deslumbrante, realçando a atmosfera sombria e misteriosa da série, enquanto a trilha sonora complementa perfeitamente a tensão e a emoção da narrativa.

“Véspera” explora temas de vingança, justiça e os efeitos devastadores do poder e da corrupção. A série é habilmente construída, com reviravoltas surpreendentes e um desenvolvimento de personagens profundo e cativante.

Em resumo, “Véspera” é um drama que se destaca pela sua complexidade narrativa, performances poderosas e uma produção de alta qualidade. É uma série imperdível para os fãs de melodramas intensos e bem elaborados, oferecendo uma experiência emocionante e profunda que prende o espectador do início ao fim.

 

Mariana Rios defende relacionamento com herdeiro 11 anos mais jovem

Mariana Rios defende relacionamento com herdeiro 11 anos mais jovem
Foto: Reprodução/Instagram

A atriz Mariana Rios, aos 39 anos, está em um relacionamento com Juca Diniz, de 28 anos, neto do falecido bilionário Abílio Diniz, ex-dono da rede de supermercados Carrefour. Recentemente, o casal viajou à Turquia para celebrar o aniversário de 39 anos da atriz.

Mariana Rios acredita que a idade não interfere no sucesso de um relacionamento amoroso. “São 11 anos de diferença, mas a gente não lembra disso, não fala sobre isso. O casal é quem tem que saber. O amor não depende de idade”, afirmou a atriz durante uma entrevista no podcast Vi na Vivi.

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Foto: Reprodução/Instagram

Ela relembra como tudo começou com Juca: “Não acredito nessa coisa da idade. Quando eu encontrei o João e a gente teve a nossa primeira conversa, a gente já ficou junto desde o primeiro dia. Foi tudo muito rápido, porque a conexão aconteceu em todos os sentidos.”

A viagem à Turquia foi um marco na vida do casal, onde puderam comemorar o aniversário de Mariana. “Você encontrar uma pessoa e se conectar em todas as áreas, é um privilégio”, relatou a atriz.

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Foto: Reprodução/Instagram

No entanto, Mariana reconhece que nem tudo é perfeito em um relacionamento. “Mas isso não quer dizer que tudo vai ser um mar de rosas. Todos os relacionamentos têm seus altos e baixos. E o que eu acho que amadurecimento te traz: você saber passar por esses altos e baixos, de uma maneira leve.”

Além disso, ela destaca a importância da admiração mútua para o crescimento de um relacionamento. “Mais do que o amor e a paixão, existe uma palavra que, se não tiver, o relacionamento não vai para frente, que é admiração. Quando você para de admirar, a coisa desanda”, completou a atriz.

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Foto: Reprodução/Instagram

Mariana Rios e Juca Diniz continuam a desfrutar de seu relacionamento, mostrando que a diferença de idade não é um obstáculo para o amor e a conexão genuína.

Ator de Pantanal foi filmado desnorteado por câmera de segurança antes de morrer

Ator de Pantanal foi filmado desnorteado por câmera de segurança antes de morrer

O ator Thommy Schiavo faleceu no dia 20 de julho, após cair de uma altura de quatro metros da sacada de seu apartamento em Cuiabá, Mato Grosso. As câmeras de segurança capturaram os momentos finais do intérprete de João Zoinho, da novela “Pantanal”. Nas imagens, Schiavo aparece desorientado e tentando entrar em sua residência. Entenda os detalhes.

Vídeo revela estado de desorientação de Thommy Schiavo

As gravações das câmeras de segurança mostram Thommy Schiavo sozinho na sacada do prédio, visivelmente desorientado e cambaleante. Em determinado momento, ele se deita no chão, levantando-se algum tempo depois ainda sem coordenação. Schiavo tenta abrir a porta do seu apartamento diversas vezes, sem sucesso. Pouco depois, ele perde o equilíbrio ao se apoiar na sacada e acaba caindo.

Cronologia dos acontecimentos

Entre as 17h e 20h do dia 20 de julho, Thommy Schiavo estava em uma loja de conveniência de um posto de gasolina com amigos, participando de um happy hour. De acordo com Paulo Junqueira, amigo do ator, Schiavo consumiu “seis garrafas de cerveja de 600 ml”.

À meia-noite do dia 21 de julho, um amigo deixou Thommy em casa. Não há informações sobre os movimentos do ator após esse momento, porém, segundo Junqueira, Schiavo estava com outra roupa quando foi encontrado, sugerindo que ele saiu de casa entre a meia-noite e as 4h da manhã. A câmera de segurança registrou imagens às 4h30, mostrando Thommy tentando entrar em casa e deitando-se no chão por cerca de uma hora. Às 5h38, ele se levantou, cambaleou pela sacada e, às 5h43, perdeu o equilíbrio e caiu. Seu corpo foi encontrado por volta das 8h.

Riachuelo finalmente se pronuncia após duras críticas ao uniforme do Brasil em Paris

Riachuelo finalmente se pronuncia após duras críticas ao uniforme do Brasil em Paris

A CMO da Riachuelo Cathyelle Schroeder, reponsável por assinar o uniforme que a delegação do Time Brasil usará nas cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Paris, falou com a coluna Gente, da revista Veja, após a enxurrada de críticas que o traje vem recebendo nas redes sociais desde que foi anunciado.

Cathyelle falou sobre como tem recebido as crítcas. “Nossa política como empresa é ouvir e acolher. Esse trabalho envolveu diretamente cerca de quinhentas famílias, ao longo de dois anos, desde criação, costura, modelagem, corte, embalagem, transporte, controle de qualidade, bordado… Fizemos tudo com amor e paixão para fazer acontecer. Quando as críticas chegam, nosso papel é ouvir.

Ela também respondeu qual o seu sentimento ao ler as críticas: “Falo também pelas famílias das bordadeiras e de todos os envolvidos… Todo mundo entregou um trabalho com amor e verdade. Claro que ninguém fica feliz, ainda mais num momento que deve ser de união, de estarmos juntos para vibrar pelos nossos atletas.

Cathyelle Schroeder justificou a escolha do jeans como tecido para representar o país: “O Brasil é o segundo maior consumidor de jeans no mundo, oscilando às vezes para primeira posição. E quando se olha para o ecossistema da Riachuelo, percebe o quanto o jeans é potente enquanto produto. Fizemos a lavagem via ozônio, garantindo menos consumo de água para manter a linha de sustentabilidade que abraçamos e tem a ver com a história dessa Olimpíada.”

A CMO da Riachuelo também falou sobre a brasilidade no traje dos atletas: “Cada jaqueta é única, foi bordada por uma pessoa diferente. São bordadeiras no semiárido nordestino, de uma minúscula cidade do Rio Grande do Norte, chamada Timbaúba dos Batistas, com apenas 2.300 habitantes. Foram oitenta mulheres trabalhando nisso.”

A revista Veja apontou que um uniforme que não atende as expectativas da torcida em Paris, cidade considerada capital mundial da moda, traz um peso ainda maior e questionou Cathyelle se em algum momento isso foi levado em consideração. E ela respondeu: “Todo o processo criativo foi pensando nisso. A referência internacional estava apresente desde o começo. A Dior, por exemplo, o uso das listras de origem do uniforme dos marinheiros franceses, a camiseta que não segue linearidade… O grande objetivo era trazer a sustentabilidade.”

Questionada sobre o que um uniforme tem que ter para ser considerado bonito e elegante numa abertura de Olimpíada, Cathyelle Schroeder respondeu: “Tem que dar conforto ao atleta e representar bem o país, trazer verdade.”

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