Engenheiro erra pergunta “batida” de Astronomia e perde chance de ganhar R$ 1 milhão; Você acertaria?

Engenheiro erra pergunta “batida” de Astronomia e perde chance de ganhar R$ 1 milhão; Você acertaria?

Sem torcida, sem luz no rosto, sem aquele silêncio tenso do estúdio: dá pra encarar essa pergunta com calma.

Mesmo assim, muita gente trava quando o assunto é tamanho e proporção no espaço. Bora testar?

🌍 Quantas Terras seriam necessárias para ocupar o volume total do Sol?

a) 1 milhão e 100 mil
b) 1 milhão e 200 mil
c) 1 milhão e 300 mil
d) 1 milhão e 400 mil

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Essa foi justamente a questão que derrubou a sequência do engenheiro Leonardo Cremonesi, de 27 anos, no quadro “Quem Quer Ser um Milionário?”, exibido no domingo (22) no “Domingão com Huck”, da TV Globo.

Ele vinha bem, mas marcou “1 milhão e 400 mil” — e aí a chance de seguir no jogo ficou pelo caminho.

O detalhe é que, se tivesse escolhido a alternativa certa, ele precisaria “só” de mais duas respostas para chegar ao prêmio máximo de R$ 1 milhão.

A conta por trás da pergunta é mais direta do que parece: a ideia é comparar o volume do Sol com o volume da Terra, como se fosse um “quantas vezes cabe”.

1) A lógica é essa:

Quantidade de Terras = Volume do Sol ÷ Volume da Terra

2) Valores aproximados usados nessa comparação:

Volume da Terra ≈ 1,083 × 10¹² km³ (1,083 trilhão de km³)

Volume do Sol ≈ 1,412 × 10¹⁸ km³

3) Fazendo a divisão:

1,412 × 10¹⁸ ÷ 1,083 × 10¹² = (1,412 ÷ 1,083) × 10⁶

4) Agora o pedaço “humano” da conta:

1,412 ÷ 1,083 ≈ 1,304
Então: 1,304 × 1.000.000 = 1.304.000

5) Como isso costuma aparecer em materiais didáticos:

Arredonda para 1.300.000.

✅ Resposta correta: c) 1 milhão e 300 mil.

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Evaristo Costa dá resposta afiada a internauta que comentou sobre sua sexualidade

Evaristo Costa dá resposta afiada a internauta que comentou sobre sua sexualidade

Tem “fã” que acha que a internet é terra sem limite — e foi exatamente esse tipo de abordagem que Evaristo Costa decidiu cortar, sem rodeio, depois de receber uma mensagem invasiva no direct.

O jornalista expôs o conteúdo e deixou claro que não ia tratar como “opinião” algo que ele classificou como preconceito.

A conversa começou com uma seguidora elogiando Evaristo, mas emendando um pedido constrangedor: ela escreveu algo na linha de “não saia do armário”, chamou isso de “vergonhoso” e ainda tentou carimbar a mensagem com “sou sua amiga e fã” e “oro por você”. O print da mensagem circulou após o próprio Evaristo compartilhar o caso.

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A resposta veio em três pontos, bem diretos. Primeiro, ele disse que o texto era “extremamente homofóbico” e que o vergonhoso ali era o comentário.

Depois, cravou que a orientação sexual dele “não é da sua conta”. Por fim, dispensou esse tipo de “amizade”, citando também xenofobia e racismo no pacote do que ele não tolera.

E não ficou só na resposta: Evaristo contou que bloqueou a autora da mensagem após o episódio.

Na sequência, ainda ironizou a situação ao compartilhar uma imagem com a frase “Eu quero cerveja, não a sua opinião”, reforçando que não vai abrir espaço para esse tipo de abordagem travestida de “preocupação”.

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Conhecido nacionalmente pela passagem longa pela TV Globo, especialmente no comando do Jornal Hoje por anos, Evaristo hoje é bem ativo nas redes — e, dessa vez, usou o alcance justamente para marcar uma linha: vida pessoal não é pauta para plateia.

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Homem com Tourette ofende Michael B. Jordan ao vivo durante entrega de prêmio e cria momento extremamente constrangedor

Homem com Tourette ofende Michael B. Jordan ao vivo durante entrega de prêmio e cria momento extremamente constrangedor

O BAFTA 2026 teve um daqueles segundos em que todo mundo entende, ao mesmo tempo, que algo deu muito errado.

Na noite de domingo (22 de fevereiro de 2026), no Royal Festival Hall, em Londres, um grito vindo da plateia interrompeu o clima “roteiro de premiação” e jogou os holofotes para um constrangimento pesado — bem no meio de uma entrega de troféu.

Quem estava no palco era a dupla Michael B. Jordan e Delroy Lindo, convidados para anunciar o prêmio de Melhores Efeitos Visuais.

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No momento em que eles apresentavam o vencedor, foi possível ouvir um termo racista (a “palavra com N” – n*g**r) sendo gritado da plateia. Mesmo visivelmente sem reação, os dois seguiram profissionais e concluíram a entrega.

O autor do grito foi identificado como John Davidson, ativista que vive com síndrome de Tourette e cuja história inspirou o filme “I Swear”.

De acordo com relatos do próprio evento, ele já vinha soltando outras falas bruscas durante a cerimônia — inclusive interrupções em discursos — por causa de tiques vocais involuntários.

Depois do episódio, o apresentador Alan Cumming se pronunciou no teatro, pedindo compreensão do público e reforçando que, em alguns casos, a Tourette pode se manifestar com linguagem inapropriada por impulso involuntário.

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Pouco depois, Davidson teria deixado a área principal por decisão própria, e assistido ao restante do evento em outro espaço.

A BBC, responsável pela transmissão, também se desculpou por ter deixado a fala ir ao ar mesmo com o atraso de exibição. Já a BAFTA emitiu pedido de desculpas direcionado aos presentes e aos impactados pela cena.

A reação de artistas foi imediata. Jamie Foxx e Wendell Pierce criticaram a situação publicamente, defendendo que o foco precisava ser o impacto do insulto em Jordan e Lindo — e cobrando uma resposta mais firme da premiação.

A designer de produção Hannah Beachler também reclamou da forma como o caso foi conduzido durante o show.

No meio da repercussão, voltou ao centro do debate um ponto médico: a síndrome de Tourette envolve tiques motores e vocais e, em uma parcela menor dos casos, pode haver coprolalia (fala involuntária de palavrões e expressões socialmente inadequadas).

Ainda assim, para muita gente, o que ficou foi a sensação de que faltou cuidado básico de transmissão e acolhimento imediato a quem estava no palco.

Assista ao vídeo aqui (no X).

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Onda de ar frio altera o tempo esta semana em 6 estados – veja como ficam as temperaturas

Onda de ar frio altera o tempo esta semana em 6 estados – veja como ficam as temperaturas

Depois de uma sequência de calor forte e sensação de abafamento (principalmente no Sul e no Sudeste), o padrão muda de vez nesta semana: duas entradas de ar frio, em sequência, vão reduzir as temperaturas e segurar as máximas em vários pontos.

A primeira já começou a atuar no domingo (22) e a segunda chega na esteira de uma nova frente fria entre terça (24) e quarta (25).

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A queda aparece primeiro nas áreas mais expostas ao vento marítimo e no leste do Sul, com reflexo também em São Paulo, sul de Minas e Rio de Janeiro.

Onde vinha batendo acima de 30°C, a tarde passa a ficar mais comportada, muitas vezes na casa de 21°C a 27°C. Nas regiões de serra, o ar frio “rende” mais e as marcas ficam ainda menores.

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O destaque, segundo as projeções divulgadas, é justamente o contraste nas Serras de Santa Catarina e do Rio de Janeiro: além de tardes bem mais frias, há indicação de mínimas que podem encostar em 11°C em pontos mais altos — um tom bem fora do que vinha sendo sentido nos últimos dias.

Mesmo com a refrescada, o tempo não vira “seco e estável” automaticamente. A circulação associada a esses sistemas mantém a chance de instabilidade, com pancadas isoladas e temporais rápidos, especialmente do fim da tarde para a noite, variando conforme a cidade.

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A segunda rodada de ar frio entra como reforço: a frente fria se organiza e avança pelo oceano na terça (24) e, na retaguarda, o ar mais frio se espalha a partir de quarta (25), começando pelo Rio Grande do Sul e alcançando os demais estados do Sul na sequência.

Nas capitais, a tendência é de máximas abaixo de 27°C em vários momentos, com tardes mais amenas do que o “padrão calorão” recente.

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Polícia recupera último vídeo de corretora antes de ser atacada por síndico: “Filme de terror”

Polícia recupera último vídeo de corretora antes de ser atacada por síndico: “Filme de terror”

A Polícia Civil de Goiás divulgou nesta quinta-feira (19) uma gravação que, segundo os investigadores, registra os instantes finais de Daiane Alves Souza, de 43 anos, antes de ser rendida no subsolo do prédio onde morava, em Caldas Novas (GO).

Daiane ficou mais de 40 dias desaparecida, até que o corpo foi localizado em uma área de mata na região.

O suspeito é o síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, preso e que confessou o assassinato após a detenção.

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A defesa dele afirmou, em nota, que ainda não teve acesso completo aos documentos adicionados recentemente ao inquérito — especialmente ao relatório final — e que só irá se manifestar depois de analisar todo o material.

A investigação também chegou a prender Maicon Douglas de Oliveira, filho do síndico, por suspeita de auxiliar na ocultação de provas.

No entanto, a polícia informou que descartou a participação dele no crime e que ele deve ser solto. A reportagem procurou a defesa de Maicon, mas não obteve retorno até a última atualização.

O vídeo recuperado pela polícia foi gravado pela própria Daiane no dia em que ela desceu ao subsolo para checar uma queda de energia.

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Ela chegou a registrar outras imagens e enviou parte do que estava acontecendo a uma amiga, mas a gravação que mostra a abordagem do síndico não foi compartilhada naquele momento — e, por isso, não tinha circulado.

De acordo com os investigadores, o arquivo só foi obtido depois que o celular da vítima foi encontrado dentro de uma caixa de esgoto do prédio.

O aparelho foi localizado em 30 de janeiro, durante perícia no condomínio, e o próprio síndico — já preso — teria apontado onde estava. A polícia afirma que o telefone permaneceu no local por 41 dias.

Na reconstrução feita a partir do material, Daiane aparece chegando ao subsolo e caminhando até os quadros de luz.

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Em seguida, Cléber surge na gravação com luvas, aguardando a chegada dela. Para a polícia, o comportamento indica que ele já estava no local com a intenção de atacá-la.

“Ele estava com luvas nas duas mãos e com a capota da caminhonete aberta. Ele posicionou o carro mais próximo ao local onde pretendia render a Daiane”, afirmou o delegado João Paulo Mendes.

Outro ponto ressaltado pela equipe é que os disparos não teriam ocorrido dentro do prédio: a perícia concluiu que tiros ali seriam percebidos na recepção, segundo o delegado André Luiz Barbosa.

A Polícia Científica informou que a arma usada seria uma pistola .380 semiautomática. Os peritos também apontaram que Daiane morreu após ser atingida na cabeça, com indícios de que a execução aconteceu fora do condomínio.

Daiane, natural de Uberlândia (MG), vivia havia cerca de dois anos em Caldas Novas e cuidava das locações de imóveis da família.

Na noite de 17 de dezembro de 2025, um dos apartamentos ficou sem energia e ela desceu para entender o que havia causado o problema. Antes de ir ao subsolo, ainda enviou a uma amiga um vídeo dentro do elevador, já comentando o transtorno.

Segundo familiares, a hipótese de desaparecimento voluntário sempre foi tratada como improvável, porque ela saiu com roupas comuns, deixou objetos pessoais no apartamento e a porta aberta.

A partir dessas informações e das câmeras do prédio, a polícia passou semanas tentando reconstituir o trajeto da vítima, até chegar às prisões em 28 de janeiro.

Cléber e o filho foram detidos no próprio condomínio. Na ocasião, o síndico confessou e indicou onde teria deixado o corpo, em uma área de mata a cerca de 15 km de Caldas Novas.

Mesmo assim, ele não havia detalhado como a corretora foi morta, o que levou a polícia a intensificar perícias no subsolo, no veículo do suspeito e no ponto onde o carro da vítima foi localizado.

Para os investigadores, a recuperação do “último vídeo” foi decisiva para fechar a dinâmica do caso e sustentar a tese de emboscada. “Foi aí que conseguimos comprovar que o crime foi premeditado e cometido mediante emboscada”, afirmou o delegado João Paulo.

A polícia também aponta que havia um histórico de conflitos entre síndico e vítima, com discussões que chegaram à Justiça.

O motivo central, segundo a investigação, seria a administração de seis apartamentos da família de Daiane: a função teria sido exercida anteriormente por Cléber e, depois, repassada a ela, o que teria provocado atritos e acusações de perseguição.

No total, são citados 12 processos envolvendo os dois. Ainda durante o período em que Daiane estava desaparecida, o Ministério Público de Goiás denunciou o síndico por perseguição.

A apuração indica que ele teria usado a posição no condomínio para dificultar a rotina da corretora, inclusive com vigilância por câmeras e situações de constrangimento.

Leia tambémGaris que tiveram água e banheiro negados em Santa Catarina revelam humilhação a que passaram

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Garis que tiveram água e banheiro negados em Santa Catarina revelam humilhação a que passaram

Garis que tiveram água e banheiro negados em Santa Catarina revelam humilhação a que passaram

A rotina de varrição em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, ganhou um assunto que muita gente prefere fingir que não existe: quando uma trabalhadora da limpeza urbana pede o básico — banheiro e água em dia quente — e recebe um “não” atravessado.

A partir de um episódio desses, um grupo de garis decidiu transformar constrangimento em atitude pública, e a cidade começou a ver cartazes em comércios avisando que elas podem entrar, beber água e usar o banheiro sem precisar se explicar.

A história que puxou essa mobilização veio de Dejanira dos Santos. Em um dia de trabalho sob calor forte, ela procurou um banheiro em um estabelecimento e ouviu que estava “interditado”.

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Na sequência, pediu água e foi informada de que gelada não tinha; ofereceram água da torneira. O problema não foi só a água em si, mas o recado implícito: “você não é bem-vinda aqui”.

Dejanira descreveu a situação como algo que encolhe a gente por dentro. Ela contou que voltou a morar em Chapecó havia poucos meses — a cidade onde nasceu — e não esperava passar por esse tipo de tratamento justamente enquanto fazia um serviço que mantém ruas e espaços públicos em condição de uso para todo mundo.

Quem ouviu o relato de perto foi a colega Ingrid Rodrigues. Ela disse que percebeu o quanto Dejanira ficou abalada e que a sensação foi de humilhação, não de “incômodo passageiro”.

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Ingrid também afirmou que já viveu situações parecidas, só que, muitas vezes, isso acaba sendo engolido como se fosse “normal do trabalho” — e foi aí que ela decidiu que não dava para continuar desse jeito.

A ideia que Ingrid levou adiante foi simples e direta: incentivar lojas, lanchonetes e outros pontos comerciais a deixarem claro, com aviso visível, que garis podem usar o banheiro e ter acesso a água potável.

A proposta pegou rápido entre as próprias trabalhadoras e chegou a comerciantes que resolveram apoiar sem rodeio.

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Um dos primeiros a dar visibilidade foi Fábio Braga, dono de uma hamburgueria na cidade. Ele contou que, ao saber do caso, decidiu colocar um cartaz na entrada reforçando que aquele espaço recebe as profissionais da limpeza urbana com respeito.

Além do aviso físico, ele divulgou a iniciativa nas redes sociais do próprio negócio — e, em poucas horas, outros estabelecimentos começaram a replicar a mensagem e aderir por conta própria.

A adesão foi se espalhando por diferentes pontos de Chapecó. Em algumas ruas, a decisão de um comércio virou empurrão para os vizinhos fazerem o mesmo, criando uma espécie de “corredor de acolhimento” em áreas de circulação intensa, onde as equipes passam todos os dias.

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O debate também chegou à Câmara de Vereadores. O vereador Cleiton Cesar Agnoletto (Progressistas) afirmou que presenciou uma situação em que uma gari teve água e banheiro negados por um comerciante e disse que aquilo o deixou indignado.

Segundo ele, o local vendia água, a trabalhadora respondeu apenas um “tá bom” e saiu; ele então comprou águas e alimentos e entregou para as garis, enquanto o empresário ficou sem reação.

Com a repercussão da mobilização das trabalhadoras, o vereador protocolou um projeto de lei criando o Programa Municipal “Chapecó Limpa e Humanizada”, voltado à valorização e à dignidade dos profissionais da limpeza urbana e do manejo de resíduos.

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O texto também prevê ações educativas ligadas ao tema ambiental e aponta diretrizes para melhorar condições de trabalho em futuros contratos de limpeza urbana.

A proposta ainda inclui uma campanha chamada “Aqui o gari é Bem-vindo”, com participação voluntária do comércio.

De acordo com o parlamentar, a adesão não cria obrigação legal nem punição para quem não participar, e o município poderá oferecer um selo ou identificação visual oficial para os estabelecimentos parceiros.

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O projeto foi apresentado em 12 de fevereiro e segue em análise nas comissões, com expectativa de ir à primeira votação na semana seguinte.

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EMDR online funciona? 15 esclarecimentos técnicos sobre efetividade, segurança e limites (com evidências)

EMDR online funciona? 15 esclarecimentos técnicos sobre efetividade, segurança e limites (com evidências)

Quem pesquisa sobre EMDR online geralmente não está atrás de teoria abstrata. A dúvida costuma ser direta: isso funciona mesmo para mim?, é seguro?, é a mesma coisa que presencial?.

O problema é que muitas respostas encontradas por aí são extremas: ou prometem resultados rápidos e universais, ou descartam o EMDR por videoconferência como algo “inferior”. A prática clínica — e a literatura — mostram um caminho mais realista: EMDR online pode ser efetivo, desde que algumas condições importantes sejam respeitadas.

A seguir, você encontra uma lista de esclarecimentos técnicos, mas apresentados de forma clara e progressiva, para ajudar a entender quando o EMDR online tende a funcionar bem, quando exige cautela e quando não é a melhor escolha naquele momento.


“A pergunta mais importante nunca é apenas se a técnica funciona, mas se o paciente consegue sustentar o processo emocional que ela propõe, naquele formato.”, Josie Conti


1) EMDR online não é “auto-EMDR”

O primeiro esclarecimento é simples, mas fundamental. EMDR online não significa fazer exercícios sozinho assistindo a vídeos, usando aplicativos ou seguindo tutoriais. Trata-se de EMDR realizado ao vivo, por videoconferência, com psicóloga(o) treinada(o), respeitando fases, critérios clínicos e manejo de segurança.

As próprias associações internacionais alertam que EMDR é um método clínico e não deve ser autoaplicado. Diretrizes específicas para EMDR virtual deixam isso explícito (EMDRIA – Virtual EMDR Therapy Guidelines).

2) O EMDR é bem estabelecido; o formato online é a parte mais recente

O EMDR possui base sólida no tratamento do trauma e do TEPT. Ele é reconhecido por diretrizes internacionais, como as da Organização Mundial da Saúde, que o inclui entre as intervenções psicológicas indicadas para adultos com TEPT (WHO – PTSD psychological interventions).

O que está em avaliação mais recente é a adaptação do método ao ambiente online, algo que ganhou força especialmente após a pandemia.

3) Já existem evidências positivas sobre EMDR por videoconferência

Embora ainda sejam necessários mais estudos controlados de grande porte, pesquisas recentes indicam que EMDR online pode ser viável, aceitável e associado a melhora clínica, quando bem conduzido.

Uma avaliação de serviço clínico publicada em acesso aberto aponta resultados encorajadores (Strelchuk et al., 2023 – PMC). Estudos qualitativos também mostram que terapeutas percebem benefícios importantes, ao lado de limites reais que precisam ser considerados (Frontiers in Psychology, 2021).

4) Telepsicoterapia funciona — mas EMDR exige critérios próprios

Meta-análises sobre psicoterapia por vídeo indicam que, em muitos contextos, o formato online apresenta resultados semelhantes ao presencial (Teletherapy Meta-analysis – PDF).

Isso fortalece a possibilidade do EMDR online, mas não significa que qualquer caso possa ser tratado dessa forma. O EMDR mobiliza conteúdos emocionais intensos e, por isso, requer avaliação cuidadosa.

5) A pergunta certa é: para quem e em que momento?

Não existe uma resposta única. EMDR online não é indicado para todas as pessoas em todos os momentos da vida. A decisão envolve estabilidade emocional, capacidade de autorregulação, contexto de vida e condições do ambiente em que a sessão acontece.

6) No online, o setting muda — e isso importa

No presencial, o terapeuta controla o ambiente. No online, parte desse controle depende do paciente: privacidade, interrupções, ruídos, pessoas por perto. Esses fatores interferem diretamente na possibilidade de processamento emocional.

Por isso, o enquadre no EMDR online precisa ser ainda mais bem definido.

7) A estimulação bilateral pode ser adaptada ao formato online

Movimentos guiados na tela, estímulos auditivos alternados ou tapping orientado são recursos possíveis no EMDR online. O mais importante não é o formato exato, mas se ele permite dupla atenção, presença e regulação emocional ao longo da sessão.

8) Dissociação e instabilidade pedem cautela

Em casos de dissociação intensa, risco agudo, ambiente inseguro ou grande dificuldade de permanecer presente, o EMDR online pode não ser a primeira escolha. Isso não invalida o método, apenas indica a necessidade de outro timing ou outro formato de cuidado.

9) EMDR online exige mais rigor, não menos

Planejamento, sinais combinados para pausar, plano em caso de queda de conexão e recursos de estabilização são parte da boa prática. Diretrizes da EMDRIA detalham esses cuidados (EMDRIA – Virtual Guidelines).

10) Nem todos os estudos mostram superioridade do online

Algumas pesquisas em contextos específicos indicam que intervenções online podem ter resultados inferiores ao presencial, reforçando que a indicação deve ser sempre clínica e individualizada (Taylor & Francis Online, 2024).

11) EMDR online não se limita ao TEPT, mas a evidência varia

Embora o TEPT concentre a base mais robusta, há estudos emergentes em outras condições. Nesses casos, a comunicação ética exige clareza sobre o nível de evidência disponível (Springer Publishing / EMDR Journal, 2024).

12) Efetividade não é só redução de sintomas

Na clínica, melhora também envolve maior capacidade de simbolização, menor reatividade automática e mais liberdade interna — aspectos centrais quando se trabalha com trauma.


“O objetivo não é apagar experiências, mas permitir que elas deixem de comandar o presente.” Josie Conti

13) No Brasil, o atendimento psicológico online é regulamentado

O Conselho Federal de Psicologia regulamenta o atendimento mediado por tecnologias, com orientações disponíveis nos CRPs, como o CRP-PR (Orientações sobre atendimento online) e comunicados sobre a Resolução CFP nº 09/2024 (CRP-04; LegisWeb).

14) Quando o EMDR online costuma funcionar melhor

Geralmente, quando há privacidade, ambiente estável, capacidade de autorregulação e desejo de continuidade de tratamento — especialmente para quem tem dificuldade de acesso ao presencial.

15) Boas práticas que fazem diferença no resultado

Conexão estável, fones, local combinado, plano para interrupções, recursos de estabilização definidos e critérios claros para mudar de formato, se necessário.


Conclusão

EMDR online pode ser efetivo e seguro, desde que a decisão seja clínica, cuidadosa e personalizada. O que sustenta o processo não é o formato em si, mas a qualidade do enquadre e o respeito ao tempo psíquico de cada pessoa.

“No online ou no presencial, o EMDR só faz sentido quando amplia a capacidade do sujeito de estar consigo mesmo sem se fragmentar.” Josie Conti

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📌 Agendamento e informações

Para saber mais sobre o funcionamento da psicoterapia online e verificar disponibilidade, entre em contato e agende uma CONVERSA INICIAL COM A PSICÓLOGA JOSIE CONTI

Acordar em pânico no exterior: psicoterapia online em português

Acordar em pânico no exterior: psicoterapia online em português

Este texto é dirigido a brasileiros que vivem fora do país e passaram a acordar em pânico durante a noite ou nas primeiras horas da manhã, com o corpo tomado por medo intenso, aceleração cardíaca, falta de ar, suor frio ou sensação de morte iminente.

Para quem mora no exterior, esse tipo de crise costuma ser ainda mais assustador. A noite intensifica a solidão, a sensação de desamparo e o medo de não conseguir ajuda. Muitos relatam acordar confusos, sem entender por que o corpo reage dessa forma quando “nada está acontecendo”.

A proposta aqui é compreender esse sofrimento a partir de uma leitura psicodinâmica, mostrando por que o pânico noturno pode surgir após a migração e como a psicoterapia online em português, com possibilidade de integração do EMDR, pode ajudar.


Quando o pânico interrompe o sono

Diferente da ansiedade que se desenvolve ao longo do dia, o pânico noturno surge de forma abrupta. O sujeito acorda já em estado de alerta máximo, como se estivesse diante de uma ameaça imediata.

Brasileiros no exterior descrevem experiências como:

  • despertar súbito com forte aceleração cardíaca
  • sensação de sufocamento ou falta de ar
  • medo intenso sem causa identificável
  • confusão mental e sensação de irrealidade
  • dificuldade para voltar a dormir por medo de nova crise

Esses episódios costumam gerar exaustão física e emocional, além de medo antecipatório em relação às noites seguintes.


Por que o pânico pode surgir à noite após morar fora

Do ponto de vista psicodinâmico, a noite é um momento em que as defesas psíquicas estão mais frágeis. O silêncio, a redução de estímulos externos e o afastamento das atividades cotidianas diminuem o controle consciente.

Para brasileiros no exterior, esse momento pode reativar experiências emocionais antigas ligadas a:

  • desamparo
  • solidão intensa
  • medo vivido sem possibilidade de ajuda
  • separações precoces ou abruptas

A migração, ao afastar o sujeito de suas referências afetivas, pode tornar essas vivências mais acessíveis ao psiquismo — e o corpo responde antes que a mente consiga compreender.

Segundo a psicóloga Josie Conti:

“O pânico noturno frequentemente aparece quando antigas experiências de desamparo encontram, na solidão do exterior, um cenário propício para retornar.”


Acordar em pânico não significa que algo grave vai acontecer

Durante a crise, a sensação é de perigo real e iminente. Ainda assim, quando avaliações médicas não indicam alterações orgânicas, isso não significa que o sofrimento seja imaginário.

Significa que o corpo está reagindo a memórias emocionais implícitas, registradas em um tempo em que o sujeito não tinha recursos psíquicos suficientes para elaborar o que viveu.

O pânico noturno não anuncia morte nem perda de controle real. Ele anuncia que algo da história emocional está tentando emergir.


A relação entre pânico noturno e outras crises físicas

Muitos brasileiros que acordam em pânico também vivenciam, durante o dia:

  • crises físicas de ansiedade
  • aperto no peito ou falta de ar
  • sensação constante de alerta

Esses sintomas fazem parte de um mesmo campo de sofrimento. O corpo reage em diferentes momentos, mas comunica uma mesma dificuldade: diferenciar passado e presente emocional.

(👉 Se você vive crises físicas intensas durante o dia, talvez este texto ajude: Crises físicas de ansiedade longe do Brasil)


O lugar da psicoterapia online em português

A psicoterapia oferece um espaço para que o pânico deixe de ser apenas uma experiência aterrorizante e passe a ser compreendido como linguagem psíquica.

O atendimento online em português permite:

  • acessar conteúdos emocionais profundos com maior precisão
  • reduzir a sensação de isolamento
  • construir gradualmente segurança psíquica
  • diminuir a frequência e intensidade das crises noturnas

Para muitos brasileiros no exterior, falar em sua língua materna é um fator decisivo para conseguir se implicar no processo terapêutico.


Quando o EMDR pode ser integrado ao tratamento

Em alguns casos, o pânico noturno está diretamente ligado a experiências emocionais antigas vividas como ameaçadoras ou desorganizantes. Nessas situações, o EMDR pode ser integrado ao processo psicoterapêutico.

O objetivo é ajudar o psiquismo a processar memórias que permanecem ativas, reduzindo a resposta automática de alarme do corpo.

Josie Conti ressalta:

“O EMDR pode ser indicado quando o corpo entra em pânico sem que o sujeito consiga localizar, no presente, a origem desse medo.”

A indicação é sempre feita com cuidado, avaliação clínica e respeito ao ritmo de cada pessoa.


Para quem este tipo de atendimento pode ser indicado

Este trabalho pode ser indicado para brasileiros no exterior que:

  • acordam em pânico durante a noite ou ao amanhecer
  • sentem medo intenso sem causa identificável
  • evitam dormir por receio de novas crises
  • percebem que os sintomas começaram após morar fora

Considerações finais

Acordar em pânico no exterior não é sinal de fraqueza nem de incapacidade emocional. É, muitas vezes, a forma encontrada pelo psiquismo para expressar experiências antigas que não puderam ser elaboradas no momento em que ocorreram.

A psicoterapia psicodinâmica oferece um espaço seguro para compreender esse sofrimento. O EMDR pode ser um recurso importante em alguns casos, desde que integrado a um trabalho clínico sério, ético e cuidadoso.

Quando o pânico interrompe o sono, não é para destruir o sujeito. É para pedir escuta.


📌 Agendamento e informações

Para saber mais sobre o funcionamento da psicoterapia online e verificar disponibilidade, entre em contato e agende uma CONVERSA INICIAL COM A PSICÓLOGA JOSIE CONTI

Falta de ar, aperto no peito e medo sem explicação no exterior: psicoterapia online

Falta de ar, aperto no peito e medo sem explicação no exterior: psicoterapia online

Este texto é dirigido a um grupo muito específico de pessoas: brasileiros que passaram a sentir falta de ar, aperto no peito ou medo intenso depois de morar fora, mesmo após exames médicos normais e sem um diagnóstico clínico claro.

São sintomas assustadores. Muitas vezes levam a idas repetidas ao pronto‑socorro, exames cardíacos e respiratórios, tentativas de se acalmar racionalmente — e, ainda assim, o corpo continua reagindo como se algo grave estivesse acontecendo.

A proposta aqui é compreender esses sintomas a partir de uma leitura psicodinâmica, mostrando por que o corpo pode se tornar o principal lugar de expressão do sofrimento emocional no contexto da migração e como a psicoterapia online, com possibilidade de integração do EMDR, pode ajudar.


Quando o corpo entra em alerta longe de casa

Para muitos brasileiros no exterior, os sintomas físicos surgem de forma inesperada. A respiração parece curta, o peito aperta, o coração acelera e um medo intenso toma conta — mesmo sem um perigo concreto.

Essas reações costumam gerar pensamentos como:

  • “Vou morrer aqui e ninguém vai me ajudar”
  • “Algo grave está acontecendo com meu corpo”
  • “Não posso perder o controle em outro país”

Do ponto de vista psicodinâmico, essas vivências não são sinais de fraqueza. Elas indicam que o sistema psíquico entrou em estado de alerta, muitas vezes por não conseguir mais conter experiências emocionais antigas.


Por que esses sintomas aparecem após morar fora

A migração exige adaptação constante: outra língua, outras regras sociais, distância da família, solidão cotidiana. Mesmo quando a vida parece organizada, o corpo pode reagir ao acúmulo silencioso de tensão emocional.

Em muitos casos, morar fora fragiliza defesas psíquicas que antes funcionavam bem. O sujeito sempre deu conta, sempre aguentou — até que o corpo passa a falar.

Segundo a psicóloga Josie Conti:

“Quando o sofrimento não encontra palavras, ele encontra o corpo. Em brasileiros no exterior, isso é muito frequente.”


Falta de ar e aperto no peito não significam perigo iminente

Um ponto importante — e tranquilizador — é diferenciar sintoma físico de doença orgânica. Quando exames médicos não indicam alterações, isso não significa que o sofrimento seja imaginário.

Significa que o corpo está reagindo a algo que não pôde ser simbolizado emocionalmente. O medo surge não porque há perigo real, mas porque o organismo está respondendo a memórias emocionais implícitas.


O corpo como portador da história emocional

Na clínica psicodinâmica, compreende‑se que o corpo pode carregar marcas de experiências passadas de:

  • desamparo
  • medo intenso
  • situações em que não houve ajuda suficiente
  • separações vividas como abruptas

A migração pode reativar essas vivências. Longe do país de origem, o corpo reage como se estivesse novamente sozinho diante do perigo.


O lugar da psicoterapia online

A psicoterapia oferece um espaço para que esses sintomas deixem de ser apenas crises físicas e passem a ser experiências compreendidas. Falar em português, língua emocional primária para muitos brasileiros, facilita o acesso a conteúdos profundos.

No atendimento online, é possível:

  • compreender o significado emocional dos sintomas
  • reduzir a intensidade das crises
  • fortalecer recursos internos de regulação
  • reconstruir a sensação de segurança psíquica

Quando o EMDR pode ser integrado ao processo

Em alguns casos, a falta de ar, o aperto no peito e o medo intenso estão ligados a experiências emocionais passadas que permanecem ativas no presente. Nessas situações, o EMDR pode ser integrado ao trabalho psicoterapêutico.

O objetivo não é apagar memórias, mas ajudar o psiquismo a diferenciar passado e presente, reduzindo reações automáticas do corpo.

Josie Conti ressalta:

“O EMDR pode ser indicado quando o corpo reage antes que o sujeito consiga compreender o que está acontecendo.”

Sempre com avaliação cuidadosa e respeito ao tempo de cada pessoa.


Para quem este tipo de atendimento pode ser indicado

Este trabalho é especialmente indicado para brasileiros no exterior que:

  • sentem falta de ar ou aperto no peito sem causa médica clara
  • vivem crises de medo intenso ou sensação de morte iminente
  • percebem que os sintomas começaram após a migração
  • desejam compreender o que o corpo está comunicando

Considerações finais

Falta de ar, aperto no peito e medo sem explicação no exterior não são sinais de fraqueza nem de incapacidade de adaptação. São, muitas vezes, expressões corporais de uma história emocional que pede escuta.

A psicoterapia psicodinâmica oferece um espaço para dar sentido a esses sintomas. O EMDR pode ser um recurso importante em alguns casos, desde que integrado a um trabalho clínico sério e cuidadoso.

Quando o corpo fala, não é para assustar. É para ser escutado.


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Crises de ansiedade que começaram após morar fora: EMDR para brasileiros no exterior

Crises de ansiedade que começaram após morar fora: EMDR para brasileiros no exterior

Este texto é dirigido a um recorte muito específico: brasileiros que não tinham histórico significativo de ansiedade e passaram a ter crises apenas depois de morar fora do país. Pessoas que se perguntam, com estranhamento e culpa: “por que isso começou agora?”.

A proposta aqui não é oferecer respostas rápidas, nem prometer alívio imediato. É compreender, a partir de uma leitura psicodinâmica, por que a migração pode reativar estados de ansiedade intensos — e em que situações o EMDR pode se tornar um recurso clínico possível dentro da psicoterapia.


Quando a ansiedade não fazia parte da sua história

Muitos brasileiros relatam que, antes de migrar, lidavam razoavelmente bem com a vida emocional. Podiam sentir estresse, cansaço ou preocupação, mas não crises de ansiedade propriamente ditas.

Após a mudança de país, surgem episódios como:

  • sensação súbita de falta de ar
  • aceleração cardíaca sem motivo claro
  • medo de perder o controle
  • choro intenso e inesperado
  • sensação corporal de ameaça

Essas crises costumam gerar confusão e medo adicional, pois a pessoa não se reconhece nesse estado.


Por que a ansiedade pode começar após morar fora

Do ponto de vista psicodinâmico, a migração pode fragilizar defesas psíquicas que, até então, funcionavam bem. A vida no exterior exige adaptação constante, comunicação em outra língua e enfrentamento diário da solidão.

Esse contexto pode reativar experiências emocionais antigas ligadas a:

  • desamparo
  • insegurança
  • separações precoces
  • exigência de amadurecimento rápido

Segundo a psicóloga Josie Conti:

“Em muitos brasileiros no exterior, a ansiedade não nasce no presente. Ela reaparece quando antigas vivências de desamparo encontram um cenário que as atualiza.”


Ansiedade como linguagem do corpo

É comum que essas crises surjam primeiro no corpo, antes de qualquer compreensão racional. O sujeito sabe que “está tudo bem”, mas o corpo reage como se algo estivesse profundamente errado.

Na clínica, entende-se que o corpo pode se tornar o porta-voz de experiências emocionais que não foram simbolizadas. A ansiedade, nesses casos, não é excesso de imaginação, mas sinal de algo que retorna sem palavras.


O lugar do EMDR nesse tipo de sofrimento

O EMDR pode ser integrado ao processo psicoterapêutico quando as crises de ansiedade estão claramente conectadas a experiências emocionais passadas que permanecem ativas no presente.

Ele pode ajudar o psiquismo a:

  • diferenciar passado e presente
  • reduzir a intensidade das reações corporais
  • permitir que memórias sejam elaboradas sem revivência

Josie Conti observa:

“O EMDR pode ser especialmente útil quando a ansiedade surge de forma abrupta e o paciente sente que o corpo reage antes de qualquer pensamento.”

É fundamental reforçar: o EMDR não substitui o vínculo terapêutico nem o trabalho de elaboração psíquica. Ele é um recurso, não um atalho.


Psicoterapia em português para brasileiros no exterior

Falar em português sobre experiências emocionais profundas costuma facilitar o acesso a conteúdos sensíveis. Para muitos brasileiros no exterior, o atendimento online em sua língua materna permite maior precisão emocional.

A indicação do EMDR, especialmente em contexto online, exige avaliação cuidadosa, ritmo adequado e respeito aos limites do paciente.


Para quem este tipo de atendimento pode ser indicado

Este trabalho pode ser indicado para brasileiros no exterior que:

  • passaram a ter crises de ansiedade apenas após a migração
  • sentem que o corpo reage de forma desproporcional
  • não se reconhecem na ansiedade que vivem hoje
  • desejam compreender, e não apenas silenciar, os sintomas

Considerações finais

Crises de ansiedade que começam após morar fora não significam fraqueza nem incapacidade de adaptação. Muitas vezes, elas indicam que experiências emocionais antigas encontraram um contexto que as reativou.

A psicoterapia psicodinâmica oferece espaço para compreender esse sofrimento em profundidade. O EMDR pode ser um recurso valioso nesse percurso, desde que utilizado com critério clínico e cuidado.

Para alguns brasileiros no exterior, a ansiedade não é o problema central. É o sinal de algo que, finalmente, pede escuta.


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Crises físicas de ansiedade longe do Brasil: atendimento psicológico em português

Crises físicas de ansiedade longe do Brasil: atendimento psicológico em português

Este texto é direcionado a brasileiros que vivem fora do país e passaram a vivenciar crises físicas intensas de ansiedade — tremores, taquicardia, tontura, sensação de desmaio, falta de controle do corpo — muitas vezes sem conseguir identificar um motivo claro.

Para quem vive no exterior, esses episódios costumam ser ainda mais assustadores. Estar longe da família, do sistema de saúde conhecido e da própria língua pode intensificar a sensação de vulnerabilidade. A proposta aqui é compreender essas crises a partir de uma leitura psicodinâmica, mostrando por que o corpo assume o protagonismo do sofrimento e como a psicoterapia online em português, com possibilidade de integração do EMDR, pode ajudar.


Quando a ansiedade se manifesta no corpo

Em muitas situações, a ansiedade não começa como pensamento, mas como sensação corporal. O corpo reage antes que a mente consiga organizar o que está acontecendo.

Brasileiros no exterior relatam crises como:

  • tremores intensos
  • sensação de desmaio iminente
  • calor súbito ou frio extremo
  • náusea ou desconforto gastrointestinal
  • sensação de perda de controle corporal

Esses sintomas costumam levar a medo intenso e à busca urgente por ajuda médica — mesmo quando exames não indicam alterações.


Por que as crises físicas podem surgir após a migração

Do ponto de vista psicodinâmico, a migração pode enfraquecer defesas emocionais construídas ao longo da vida. O esforço constante de adaptação, a solidão e o distanciamento de referências afetivas consomem recursos psíquicos importantes.

Quando essas defesas se fragilizam, experiências emocionais antigas — especialmente aquelas vividas de forma corporal, sem elaboração simbólica — podem retornar como sintomas físicos.

A psicóloga Josie Conti observa:

“Em muitos brasileiros no exterior, a ansiedade encontra o corpo porque ainda não encontrou palavras.”


Crises físicas não são exagero nem fraqueza

Um equívoco comum é interpretar essas crises como exagero ou incapacidade de lidar com a vida fora do país. Na clínica, entende-se que o corpo reage porque algo importante não pôde ser processado emocionalmente.

O medo intenso durante a crise não é sinal de perigo real, mas da ativação de memórias emocionais implícitas ligadas a experiências de desamparo, ameaça ou perda de controle.


O papel da psicoterapia online em português

A psicoterapia oferece um espaço para que essas crises deixem de ser apenas episódios assustadores e passem a ser compreendidas como linguagem psíquica.

O atendimento online em português permite:

  • maior precisão emocional
  • acesso a conteúdos difíceis de nomear em outra língua
  • construção gradual de segurança psíquica
  • redução da frequência e intensidade das crises

Quando o EMDR pode ser integrado

Em alguns casos, as crises físicas de ansiedade estão associadas a experiências emocionais passadas que permanecem ativas no presente. Nessas situações, o EMDR pode ser integrado ao processo psicoterapêutico.

O objetivo é ajudar o psiquismo a processar experiências que ficaram registradas no corpo, permitindo que elas deixem de ser vividas como atuais.

Segundo Josie Conti:

“O EMDR pode ser indicado quando o corpo reage de forma automática a algo que pertence à história emocional do paciente.”

A indicação é sempre cuidadosa e individualizada.


Para quem este atendimento pode ser indicado

Este trabalho é especialmente indicado para brasileiros no exterior que:

  • vivem crises físicas intensas de ansiedade
  • sentem medo de perder o controle do corpo
  • já passaram por avaliações médicas sem achados relevantes
  • desejam compreender o que essas crises comunicam

Considerações finais

Crises físicas de ansiedade longe do Brasil não significam incapacidade emocional. Elas são, muitas vezes, a forma encontrada pelo psiquismo para expressar experiências que não puderam ser elaboradas de outra maneira.

A psicoterapia psicodinâmica oferece um espaço de escuta e compreensão. O EMDR pode ser um recurso importante em alguns casos, desde que integrado a um trabalho clínico ético e cuidadoso.

Quando o corpo entra em colapso, não é para ser silenciado — é para ser compreendido.


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A sensação de vazio emocional e a dificuldade de se sentir vivo

A sensação de vazio emocional e a dificuldade de se sentir vivo

Há pessoas que chegam à psicoterapia dizendo que não estão exatamente tristes, nem deprimidas, nem ansiosas. Dizem algo mais difícil de nomear: um vazio. A vida continua funcionando — trabalho, relações, rotina — mas algo essencial parece ausente. Não há entusiasmo, nem dor clara. Apenas uma sensação persistente de desconexão.

O vazio emocional é um dos sofrimentos psíquicos mais comuns da contemporaneidade e, paradoxalmente, um dos menos compreendidos. Muitas vezes ele é tratado como falta de motivação, fraqueza emocional ou até ingratidão diante da própria vida. Este artigo propõe outra leitura: o vazio não é ausência de conteúdo psíquico, mas um sinal clínico de conflitos profundos que não encontraram representação.

Ao longo deste texto, vamos compreender o que é o vazio emocional, como ele se forma, por que ele persiste mesmo quando “está tudo bem” externamente e de que maneira a psicoterapia — especialmente a de orientação psicodinâmica — pode ajudar a dar sentido ao que hoje parece apenas um buraco interno.


O que as pessoas chamam de vazio emocional

Na prática clínica, o vazio emocional costuma aparecer descrito como:

  • sensação de apatia ou indiferença
  • dificuldade de sentir prazer ou envolvimento afetivo
  • sensação de estar “desligado” da própria vida
  • impressão de estar vivendo no automático
  • relações que não sustentam intimidade emocional

Do ponto de vista psíquico, o vazio não é um nada. Ele é, frequentemente, o resultado de afetos que não puderam ser sentidos, simbolizados ou elaborados. Onde algo deveria ter sido vivido emocionalmente, instalou-se um silêncio.

Segundo a psicóloga Josie Conti, o vazio emocional costuma surgir quando a pessoa aprendeu muito cedo que sentir era perigoso, inadequado ou inútil:

“O vazio não aparece porque faltou amor apenas, mas porque muitas vezes foi preciso abrir mão da própria experiência emocional para manter vínculos, sobreviver ou ser aceito.”


Como o vazio emocional se forma

Do ponto de vista psicodinâmico, o vazio emocional costuma estar relacionado a experiências precoces de:

  • invalidação emocional
  • ambientes excessivamente exigentes ou pouco responsivos
  • necessidade de amadurecimento precoce
  • vínculos marcados por ausência afetiva ou imprevisibilidade

Quando não há espaço para que a criança seja afetada e acolhida em seus estados internos, ela aprende a se desligar da própria experiência emocional. Esse desligamento pode ter sido, em algum momento, uma solução psíquica necessária.

O problema é que aquilo que protegeu no passado pode aprisionar no presente.


Por que o vazio persiste na vida adulta

Muitas pessoas se perguntam: “Se minha vida está organizada, por que continuo me sentindo vazia?”

Porque o vazio emocional não responde a mudanças externas. Ele não se resolve com conquistas, relacionamentos, produtividade ou força de vontade. Isso acontece porque sua origem não está no presente, mas na história emocional do sujeito.

Josie Conti observa que:

“O vazio costuma aparecer quando a pessoa vive mais a partir do que se espera dela do que a partir do que ela sente. É uma vida funcional, mas pouco habitada.”

O sujeito funciona, mas não se sente vivo.


Vazio emocional não é depressão — embora possa se confundir

Embora o vazio emocional possa coexistir com quadros depressivos, eles não são a mesma coisa.

Na depressão, há sofrimento nomeável: tristeza, desesperança, culpa. No vazio, há frequentemente ausência de afeto consciente. Isso faz com que muitas pessoas demorem a buscar ajuda, pois não conseguem justificar seu mal-estar.

Esse tipo de sofrimento silencioso costuma ser socialmente invisível, mas clinicamente relevante.


O papel da psicoterapia no tratamento do vazio emocional

A psicoterapia não oferece respostas rápidas para o vazio — e isso é parte de sua potência. Em vez de preencher artificialmente esse espaço, o trabalho clínico consiste em reconstruir a capacidade de sentir, simbolizar e sustentar a própria experiência emocional.

Na abordagem psicodinâmica, o vazio é escutado como linguagem.

Josie Conti ressalta:

“Quando o vazio aparece na clínica, ele não é combatido. Ele é escutado. É ali que a história emocional começa a ganhar palavras.”

Ao longo do processo terapêutico, o paciente pode:

  • reconhecer afetos antes inacessíveis
  • compreender repetições emocionais
  • ressignificar vínculos passados
  • construir um senso interno de continuidade emocional

Não se trata de eliminar o vazio à força, mas de transformá-lo em experiência psíquica simbolizada.


Quando procurar psicoterapia

Se você se identifica com a sensação de vazio emocional, alguns sinais indicam que a psicoterapia pode ajudar:

  • sensação persistente de desconexão consigo mesmo
  • dificuldade de se envolver emocionalmente
  • vida funcional, mas sem sentido subjetivo
  • relações que parecem vazias ou repetitivas
  • incômodo constante que não encontra nome

Buscar ajuda não significa que algo “grave” esteja acontecendo. Significa, muitas vezes, que algo importante está pedindo espaço psíquico.


Considerações finais

O vazio emocional não é falta de conteúdo, nem defeito pessoal. Ele é uma forma sofisticada de sofrimento psíquico, construída ao longo da história emocional do sujeito.

Dar lugar a esse vazio, escutá-lo e compreendê-lo é um dos caminhos mais profundos — e transformadores — que a psicoterapia pode oferecer.

Se nada parece doer, mas nada parece vivo, talvez não seja ausência de sentido. Talvez seja o início de uma escuta.

Se você se identificou, fica aqui um convite

Se esse vazio tem te acompanhado e você sente que está na hora de se ouvir com mais carinho (e sem julgamento), você pode conversar com a psicóloga Josie Conti agora mesmo — de um jeito honesto e sem compromisso. Toque aqui para chamá-la no WhatsApp.

Às vezes, uma primeira conversa já ajuda a colocar nome no que parece inexplicável.

Brasileiros no exterior e sofrimento emocional: quando o EMDR pode ajudar

Brasileiros no exterior e sofrimento emocional: quando o EMDR pode ajudar

Morar fora do país costuma ser associado a conquista, coragem e crescimento pessoal. Ainda assim, muitos brasileiros que vivem no exterior experimentam um sofrimento emocional silencioso, difícil de explicar para quem ficou e, muitas vezes, até para si mesmos. A vida segue, há trabalho, adaptação cultural, novos contatos — mas algo internamente começa a pesar.

Este artigo propõe compreender esse sofrimento a partir de uma leitura psicodinâmica, considerando a migração como uma experiência emocional profunda, capaz de reativar conflitos antigos. Nesse percurso, o EMDR aparece não como solução mágica, mas como um recurso clínico possível dentro de um trabalho psicoterapêutico cuidadoso.


A migração como experiência psíquica

Mudar de país não é apenas atravessar fronteiras geográficas. É atravessar perdas simbólicas importantes: língua, referências culturais, laços familiares, sensação de pertencimento. Mesmo quando a mudança é desejada, algo precisa ser deixado para trás.

Do ponto de vista psicodinâmico, a migração pode funcionar como um acontecimento organizador, capaz de reativar experiências emocionais precoces ligadas a separação, abandono, desamparo ou exigências excessivas de adaptação.

Não é raro que brasileiros no exterior relatem:

  • tristeza difusa
  • culpa por ter ido embora
  • sensação de não pertencer a lugar algum
  • ansiedade sem causa clara
  • reativação de memórias dolorosas do passado

Essas vivências não indicam fragilidade. Indicam que algo da história emocional do sujeito foi tocado.


Quando o sofrimento não nasce fora, mas é despertado fora

Um ponto central é compreender que, muitas vezes, o sofrimento não é causado pela vida no exterior, mas reativado por ela. A mudança de país pode enfraquecer defesas psíquicas que antes funcionavam bem no contexto familiar e cultural de origem.

A exigência constante de adaptação, o uso de outra língua e a solidão cotidiana reduzem os recursos psíquicos disponíveis para manter certos conflitos afastados da consciência. O que antes estava silenciado pode emergir.

Segundo a psicóloga Josie Conti, que atende brasileiros no exterior:

“Morar fora frequentemente reativa vivências antigas de desamparo e inadequação. O sofrimento não surge do nada — ele encontra um cenário propício para se manifestar.”


Sofrimentos comuns em brasileiros no exterior

Na clínica, alguns temas aparecem de forma recorrente:

  • Culpa por ter ido embora, especialmente quando familiares permanecem no Brasil em situações difíceis
  • Solidão emocional, mesmo estando acompanhado
  • Sensação de regressão emocional, como se antigas inseguranças retornassem
  • Exigência interna elevada, a ideia de que não se pode “falhar” depois de ter escolhido ir embora

Esses sofrimentos, quando não elaborados, podem se cristalizar em estados de ansiedade persistente, vazio emocional ou bloqueios na vida atual.


O que é o EMDR e por que ele entra nessa discussão

O EMDR é uma abordagem terapêutica originalmente desenvolvida para o tratamento de traumas, mas que, ao longo do tempo, passou a ser utilizada também em situações de sofrimento emocional ligado a experiências marcantes não elaboradas.

De forma simples, o EMDR busca ajudar o psiquismo a processar experiências que ficaram registradas de maneira disfuncional, fazendo com que elas deixem de ser vividas como algo atual e ameaçador.

É importante frisar: o EMDR não substitui a psicoterapia, nem funciona isoladamente. Ele pode ser integrado a um trabalho psicodinâmico mais amplo, respeitando o tempo e a singularidade de cada pessoa.


Quando o EMDR pode ajudar brasileiros no exterior

Em alguns casos, a experiência migratória reativa lembranças ou sensações corporais ligadas a episódios antigos de:

  • rejeição
  • abandono
  • violência emocional
  • perdas precoces

Nessas situações, o EMDR pode auxiliar o paciente a diferenciar passado e presente, reduzindo a carga emocional associada a essas memórias.

Josie Conti observa:

“O EMDR pode ser útil quando o sofrimento atual está claramente conectado a experiências anteriores que retornam com força no contexto migratório.”

Ainda assim, o critério clínico é fundamental. Nem todo sofrimento pede EMDR. Em muitos casos, o trabalho principal é de simbolização, elaboração e construção de sentido.


Psicoterapia online e brasileiros no exterior

A psicoterapia online ampliou o acesso de brasileiros no exterior a atendimentos em sua língua materna, o que é um fator emocionalmente relevante. Poder falar em português sobre dores profundas muitas vezes facilita o contato com conteúdos psíquicos sensíveis.

Quando indicada, a integração do EMDR ao atendimento online exige cuidados técnicos e éticos, avaliação clínica criteriosa e vínculo terapêutico estabelecido.


Considerações finais

O sofrimento emocional de brasileiros no exterior não é sinal de fraqueza nem ingratidão pela vida escolhida. Ele é, muitas vezes, expressão de conflitos antigos que encontram na migração um terreno fértil para se manifestar.

A psicoterapia, com base psicodinâmica, oferece um espaço para compreender esse sofrimento em profundidade. O EMDR pode ser um recurso valioso em alguns casos, desde que integrado a um trabalho clínico sério e singular.

Se morar fora despertou dores difíceis de nomear, talvez não seja um retrocesso. Talvez seja uma oportunidade de escuta e elaboração.

Se você se identificou, fica aqui um convite

Se esse vazio tem te acompanhado e você sente que está na hora de se ouvir com mais carinho (e sem julgamento), você pode conversar com a psicóloga Josie Conti agora mesmo — de um jeito honesto e sem compromisso. Toque aqui para chamá-la no WhatsApp.

Às vezes, uma primeira conversa já ajuda a colocar nome no que parece inexplicável.

Psicóloga Josie Conti explica: por que você se sente culpado quando começa a se colocar em primeiro lugar

Psicóloga Josie Conti explica: por que você se sente culpado quando começa a se colocar em primeiro lugar

Se toda vez que você tenta se priorizar surge culpa, desconforto ou a sensação de estar “fazendo algo errado”, isso não acontece por acaso.

Na experiência clínica da psicóloga Josie Conti, esse tipo de culpa raramente está ligado ao presente. Ela costuma ter raízes profundas na história emocional de quem, desde cedo, aprendeu que ser amado significava ceder, cuidar ou se anular.


Quando se priorizar parece uma ameaça interna

Muitas pessoas chegam à terapia dizendo que sabem, racionalmente, que têm direito a limites. Ainda assim, quando começam a exercê-los, algo dentro reage com angústia.

Isso acontece porque, do ponto de vista psicodinâmico, colocar-se em primeiro lugar pode ser vivido como uma quebra de lealdade inconsciente — à família, à história ou aos papéis que a pessoa ocupou por muito tempo.

Como observa Josie Conti:
“A culpa costuma aparecer quando o sujeito sai de um lugar psíquico conhecido, mesmo que esse lugar tenha sido fonte de sofrimento.”


Culpa não é egoísmo — é conflito

A culpa que surge nesses momentos não indica falta de empatia ou excesso de individualismo. Ela costuma sinalizar um conflito entre:

  • o desejo de autonomia

  • e o medo inconsciente de perder amor, pertencimento ou reconhecimento

Em muitos casos, a pessoa não está escolhendo entre si e o outro — está tentando existir fora de um modelo interno em que só havia espaço para o outro.


Autoexigência, responsabilidade excessiva e culpa

Quem se cobra demais tende a sentir culpa com facilidade. Isso porque o ideal interno é rígido: descansar, dizer não ou mudar de posição pode ser vivido como falha moral.

Na clínica, é comum que pessoas altamente responsáveis, funcionais e cuidadoras cheguem exaustas — sem conseguir relaxar ou desfrutar conquistas.

Segundo Josie Conti:
“Há sujeitos que se sentem culpados não porque erraram, mas porque estão deixando de sustentar algo que nunca foi responsabilidade deles.”


Por que a culpa não desaparece sozinha

A culpa não se resolve apenas com decisões conscientes ou afirmações positivas. Ela é um afeto que responde à história, não à lógica.

Enquanto o conflito interno não é elaborado, a culpa tende a retornar — mesmo quando a pessoa faz escolhas necessárias e saudáveis.

É por isso que a psicoterapia não busca eliminar a culpa rapidamente, mas compreender sua função, sua origem e o lugar que ela ocupa na vida psíquica do sujeito.


Psicoterapia online: um espaço de elaboração profunda

A psicoterapia online permite um trabalho clínico sério, ético e profundo, respeitando o ritmo de cada pessoa.
Para muitos pacientes, especialmente aqueles que moram fora do Brasil ou têm rotinas intensas, o atendimento online viabiliza o cuidado sem perder a qualidade do vínculo terapêutico.

O trabalho desenvolvido por Josie Conti é orientado pela escuta psicodinâmica, com foco em:

  • compreensão da história emocional

  • elaboração de conflitos inconscientes

  • construção de posicionamentos mais autênticos

  • fortalecimento da autonomia psíquica

Como ela mesma costuma destacar:
“Colocar-se em primeiro lugar não significa excluir o outro, mas deixar de se excluir.”


Para quem a psicoterapia online pode ser indicada

A psicoterapia online pode ser especialmente útil para quem:

  • sente culpa constante ao se priorizar

  • tem dificuldade em colocar limites

  • se cobra excessivamente

  • vive conflitos recorrentes nos relacionamentos

  • sente angústia mesmo quando tudo parece “bem”

  • mora no exterior e deseja atendimento em português


Um convite à escuta

Talvez o seu sofrimento não esteja no fato de se colocar em primeiro lugar, mas no preço emocional que você aprendeu a pagar para não fazê-lo.

A psicoterapia oferece um espaço para compreender isso com profundidade — sem rótulos, sem pressa e sem promessas irreais.

Se você sente que chegou o momento de olhar para esse conflito com mais cuidado, o atendimento online pode ser um primeiro passo possível.


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