Padre Fábio de Melo repercute críticas após primeira tatuagem: Já estive entre os preconceituosos

“Definitivamente, o que nos faz chegar ao céu, não é uma tatuagem, um brinco, um piercing, mas é o nosso coração", disse o padre Fábio de Melo.

REDAÇÃO CONTI outra

O Padre Fábio de Melo causou furor na internet ao mostrar no Instagram a sua primeira tatuagem, uma abelha, feita na sua mão.

“Ela tem apenas 2 cm. Obra de arte criada e executada pelo meu amigo @fernandoshimizu. Dei a ela o nome de Ana, o mesmo de minha mãe. Tudo começou com uma abelha que ficava pousando em mim, durante as lives das missas dominicais. Uma minha, outra na @zizafernandes. Quem vem acompanhando já me ouviu falando sobre elas. Será meu sinal. De um tempo difícil, mas também bonito. De reclusão, de vida interior, de buscas e realizações silenciosas. O poeta tem razão: ‘abelha fazendo mel vale o tempo que não voou…’”, escreveu o sacerdote no post que já foi curtido por mais de 788 mil perfis na rede social.

A tatuagem do padre Fábio de Melo causou imensa repercussão. Muitas pessoas celebraram a atitude do padre, como o apresentador Marcos Mion, que comentou no post: “Sarado e agora tatuado?? Vc é meu Padre!! 100%! Te amo!”. Assim, como ele, muitas outras celebridades festejaram a tataugem do amigo famoso, como a apresentadora Eliana, a cantora Kell Smith, além das atrizes Grazi Massafera e Giovanna Antonelli.

Mas muitos seguidores também fizeram questão de manifestar críticas à postura do padre, o que o motivou a se manifestar sobre o assunto na última terça-feira (07), quando admitiu que ela mesmo já teve preconceito com o assunto.

“Primeiramente, gostaria de dizer que eu já pertenci ao grupo dos preconceituosos. Me lembro a primeira vez que eu fui à Jornada Mundial da Juventude, na França, eu me deparei com um padre todo tatuado, de piercing. E a primeira reação que eu tive foi de rejeição. Avaliei aquela pessoa pela aparência.”, disse o padre em entrevista ao programa “A tarde é sua”.

“(….) É claro que surgem todos esses comentários de pessoas que aprovam e desaprovam, e eu tenho toda a paciência e tranquilidade com isso, pois, como eu disse, eu já estive do lado dos que não compreendem. E no Novo Testamento, os meus olhos se abriram para eu perceber a bondade das pessoas. E é isso que eu quero como padre: construir um lugar melhor.”, continuou o sacerdote.

“E quem sabe, com o meu trabalho, convencer as pessoas a fazer um mundo melhor. Definitivamente, o que nos faz chegar ao céu, não é uma tatuagem, um brinco, um piercing, mas é o nosso coração”.

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Redação CONTI outra. Com informações de Extra

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