O novo filme do catálogo da Netflix chamou a atenção de muitos com seu trailer intrigante e o protagonismo de Amy Adams. A atriz, conhecida por sua filmografia com “Animais Noturnos”, “A Chegada”, “Vice” e entre outros, agora está na capa principal do streaming.

O filme é de suspense e dirigido por Joe Wright e lembra longas como “A Mulher no Trem”, em que a visão da protagonista não é exatamente das mais confiáveis.

Reprodução Netflix

Assim, a narrativa cativa o telespectador que se envolve no ponto de vista da personagem principal, uma psicóloga infantil chamada Anna Fox, que mora sozinha em uma casa um tanto quando grande. Anna sofre de uma fobia que a mantém reclusa dentro de casa e passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos, apenas com a companhia de seu gato (nada que em 2021 nós estranhemos). Quando uma nova família se muda para a casa do outro lado da rua, Anna fica obcecada por algo que vê pela janela.

Woman in the Window (2021), Amy Adams as Anna Fox
© Melinda Sue Gordon/NETFLIX

A trama é baseada no best-seller de A.J. Finn, mas o roteiro não atendeu às expectativas de parte do público.

O filme inicialmente era um projeto da Fox e tinha lançamento confirmado para 2019, mas precisou passar por uma série de refilmagens e teve sua estreia remarcada para maio de 2020. Com a chegada da pandemia, a Disney, dona do estúdio que produziu o longa, decidiu vender os direitos para a Netflix.

Toda essa confusão talvez tenha afetado no resultado final do longa, afinal, não foi a visão original do diretor Joe Wright sobre a obra homônima que chegou na plataforma de streaming.

Muitas opiniões negativas sobre a produção estão circulando a internet, principalmente por parte daqueles que já conheciam a história do livro. Entretanto, o filme continua no Top 10 mais vistos da Netflix e ainda seduz os telespectadores.

Opiniões positivas também se destacam e eu, particularmente, gostei do filme. É um suspense psicológico de tirar o fôlego, e, por mais que o final não seja tão profundo, a premissa e a sensação de “estar preso ao filme”, valem a pena.

Seja lá qual for sua experiência, acredito que você não irá se arrepender de reservar um tempinho para assistir “A Mulher na Janela”.

Com informações de Omelete

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Ana, 20 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui matérias que são boas de se ler.