Não se demore onde não houver reciprocidade!

Cá estava eu pensando em meu passado, e no ápice da nostalgia, lembrei-me de um rapaz que gostei. Até hoje, esse moço é muito amigo meu, porém, na época, gostava dele ao ponto de querer algo mais. Eu realmente estava disposta a ser mais do que uma amiga, e sempre deixei em evidência meus sentimentos, entretanto, ele sempre me deixou dúvidas.

Esse rapaz é um rapaz do bem, mas tratando-se de sentimentos, ele era confuso demais. Ora falava que era reciproco, ora falava que não. Ora demonstrava interesse, ora dizia que éramos apenas bons amigos.

Conforme foi passando o tempo, fui ficando cansada de tanta indecisão. Meu coração não merecia alguém tão indeciso. Meu coração merecia alguém com cem por cento de certeza. Como poderia confiar meu coração ao moço que me olhava de um jeito diferente, e negava seus sentimentos?

Após alguns questionamentos, notei que ele não era a pessoa certa para mim. Estava disposta a me entregar a uma possível relação. Por outro lado, ele não sabia o que queria, e estava cheio de problemas em sua vida particular. O certo seria deixá-lo livre para resolver seus dissabores, e seguir em frente.

Com o coração quebrado em mil pedaços, comecei o processo de tentar esquecê-lo. De início, pensei em afastar-me, mas ele não queria perder minha amizade. Tanto ele, como eu, decidimos ser bons amigos.

Hoje, quando olho para trás, vejo que tomei uma decisão sábia. Ele é um excelente amigo, contudo, talvez não seria um bom namorado.

Tenho certeza que você já passou por uma situação parecida.

Meu conselho de hoje é: Abra mão de sentimentos rasos. Ame-se em primeiro lugar. Saiba que você é especial. Você merece alguém que pegue sua mão e tenha orgulho de tê-lo(a) por perto. Alguém que deixe claro suas intenções, e te assuma com louvor. Você merece alguém que te faça sentir-se amado(a). Não se demore onde não houver reciprocidade. Você merece alguém inteiro, e não pela metade.

Imagem de capa: marvent/shutterstock

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Larissa Dias
Estudante de jornalismo, radialista por amor, escritora nas horas vagas. Adora dar boas risadas, costuma passar os domingos de pijama assistindo filmes e séries. Apesar de não curtir baladas, é incapaz de recusar uma rodinha de violão, e para pra cantar junto. Mesmo desafinada, garante que é simplicidade em pessoa.

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