Museu de Arte de Toledo expõe obra que cria arco-íris artificial

Composto de linhas de bordar coloridas, elementos arquitetônicos e fontes de luz, o arco-íris é um privilégio a ser visto.

Ana Carolina Conti Cenciani

O artista mexicano Gabriel Dawe é conhecido por suas instalações multicoloridas e no ano de 2016 ele se superou ao fazer uma arte inovadora e inesquecível. No Museu de Arte de Toledo, na Espanha, ele criou uma obra que gerava, através de linhas um arco-íris artificial que era refletido dentro do museu. Composto de linhas de bordar coloridas, elementos arquitetônicos e fontes de luz, o arco-íris é um privilégio a ser visto.

À medida que a luz fluía através do teto de vidro do museu, ela criava um efeito nas linhas coloridas, o que dava uma aparência holográfica à obra. Fazendo uma justaposição ousada entre o antigo e o novo. A instalação que recebeu o nome Plexus nasceu de seu amor por bordados, mas também da frustração vinda do grande tempo que levava para criar qualquer coisa.

Além disto, o artista também afirma que o uso de têxteis é uma maneira de olhar para as noções de identidade de gênero. “As instalações do Plexus começaram como um grande experimento, usando o material principal do meu trabalho com bordados. Por causa do material, há um subtexto da política de gênero neles, ainda que sutilmente”.

Ao utilizar todo o espectro de cores do arco-íris como ponto de partida de sua obra, ele abre espaço para incontáveis formas de interpretação. Em um ponto onde todas as perspectivas ficam expostas, podemos afirmar que existe um ponto em comum entre todas elas: a apreciação da beleza. Mais uma vez, é a arte tentando imitar a natureza!

 

Com informações de Hypeness

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Ana Carolina Conti Cenciani
Ana, 19 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui notícias que são boas de se ler.