Existem pessoas que acreditam que as aparências são um meio confiável de saber sobre a personalidade ou o contexto social de alguém. No entanto, há situações em que, confiar apenas nos já conhecidos estereótipos se prova um enorme equívoco.

Andy Ross, famoso bilionário do ramo da construção civil, viveu uma situação que exemplica perfeitamente o quão equivocada pode ser a escolha de julgar alguém pela sua aparência. De acordo com uma , este empresário atuou em um momento muito desconfortável em um lugar público.

De acordo com uma história contada por Matthew Manning em seu perfil no Facebook, uma mulher que estava com a filha em uma loja acreditava que Andy Ross era alguém vivendo sérias dificuldades financeiras. O julgamento dela tinha como base unicamente a aparência do rapaz. A mulher teria feito um comentário para a filha sobre as roupas que o bilionário estava vestindo.

Nas palavras do próprio Andy, “uma menina estava olhando para mim(…) eu sei que as crianças têm curiosidade ao ver alguém estranho, principalmente tão sujo quanto eu”.

“Elas foram até a porta e eu ouvi a mãe dela dizer em voz baixa para a menina ‘é por isso que você tem que ficar na escola'”, acrescentou Andy.

Depois dessa situação, o bilionário aproximou-se da mulher para dizer-lhe que, apesar de ser sujo, tinha estudos. “Não tenho apenas o ensino médio, também tenho um diploma universitário e muitas certificações médicas. Portanto, presumir que não sou instruído por causa da minha aparência é bastante ignorante por si só “, detalhou Andy.

Além disso, o jovem defendeu o uso de tatuagens e explicou que isso não o torna menos pessoa.” Estou orgulhoso das minhas tatuagens e obras de arte que Forrest Bateman colocou no meu corpo”, disse o jovem referindo-se a um famoso tatuador.

Hoje Andy se dedica à construção civil, por isso às vezes sua aparência pode parecer suja e desleixada. “Tenho orgulho de dizer que faço parte da construção da América e gosto do meu trabalho todos os dias”, disse o homem.

Andy finalizou dizendo que uma das lições que aprendeu ao conversar com a mãe daquela menina foi que “não se deve julgar as pessoas pela aparência”.

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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Reprodução/Redes sociais.

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