A inimizade e a amizade fraturadas por divergências políticas- Milan Kundera

Em momentos como o que ora vivenciamos, com muito acirramento no debate político e notória radicalização nos diálogos, têm sido cada vez mais frequentes as rupturas de amizades, que se observam até mesmo entre pessoas da mesma família ou com amigos de longa data, por conta das suas “convicções pessoais”.

Em momentos como o que ora vivenciamos, com muito acirramento no debate político e notória radicalização nos diálogos, têm sido cada vez mais frequentes as rupturas de amizades, que se observam até mesmo entre pessoas da mesma família ou com amigos de longa data, por conta das suas “convicções pessoais”. É uma constatação que, para dizer o mínimo, não constrói e traz incômodos.

A esse respeito, vem como uma luva o mais do que pertinente – e oportuno – pensamento do escritor checo Milan Kundera, trazido no ensaio “A Inimizade e a Amizade”, que consta do seu livro UM ENCONTRO, lançado no Brasil em 2013 (pg. 112). Ele argumenta, com sabedoria, que sacrificar amizade pela política não passa de uma grande tolice!

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Fonte imagem: Pinterest, via O Bem Viver

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