Todos os dias, animais são sacrificados para consumo humano. Alguns dizem que essa matança generalizada é inevitável para a sobrevivência humana, enquanto outros consideram a barbárie contra animais algo inaceitável.
Vegetarianos argumentam que as pessoas podem viver bem sem proteína animal. Essa luta, que se reveste de uma moral puritana, é muito antiga, e seus efeitos nunca serão tão efetivos a ponto de alterar as dinâmicas da cadeia alimentar.
As pessoas precisam comer, e a grande maioria delas não está disposta a deixar de incluir carne em sua alimentação. Elas não perdem o sono sabendo que o filé mal passado que comeram no almoço um dia foi um animal indefeso.
A causa dos ativistas ambientais é tão inviável quanto impedir um predador faminto de ir atrás de sua caça. É a lógica da selva: matar ou ser morto.
Nas ilustrações chocantes a seguir, os animais trocam de lugar com as pessoas: tomam para si a crueldade contra aqueles que se rejubilam com sua morte. Nessa troca de papéis, o resultado é igualmente desolador, com pessoas sendo tratadas como animais em uma rede de carnificina que, pelo visto, não tem fim. Veja:



