Gigantesca parede de pinturas pré-históricas foi descoberta na Amazônia. Tem mais de 12 mil anos!

A descoberta foi chamada de “Capela Sistina dos Antigos”, com uma extensão de 12,8 km e aproximadamente 12.500 anos. Foram encontrados desenhos de animais extintos, pertencentes à idade do gelo, como o mastodonte, o palaeolama e as preguiças gigantes.

Ana Carolina Conti Cenciani

Nosso planeta é um verdadeiro tesouro, um livro aberto que ainda não foi totalmente lido, mas que também continua sendo escrito todos os dias. Aos poucos e com o passar do tempo, mais pistas do passado vão sendo encontradas, com novos e simplesmente surpreendentes antecedentes. Desta vez, uma nova descoberta ocorreu na Amazônia colombiana.

Um gigantesco mural de pinturas pré-históricas, com mais de 12 mil anos, acaba de ser descoberto. Inclui os primeiros habitantes do continente, além de animais já extintos. Tem 12,8 km de extensão e é simplesmente maravilhoso. Aqui mostramos algumas fotos:

É um tipo de arte rupestre pré-histórica, descoberta na selva amazônica colombiana, especificamente nas falésias do Parque Nacional Chiribiquete. Tem sido chamada de “Capela Sistina dos Antigos” e é surpreendente por seus incríveis detalhes e história.

Uma equipe formada por arqueólogos britânicos-colombianos foi a responsável pela condução do processo, iniciado no ano passado. O financiamento veio do Conselho Europeu de Pesquisa.

No mural você pode ver animais extintos, pertencentes à idade do gelo, como o mastodonte, que data de 12 mil anos. Da mesma forma, foram encontrados desenhos do palaeolama e das preguiças gigantes.

Ainda não está claro quais tribos podem ser as autoras dessa arte, porém, acredita-se que tenham sido obra das duas grandes tribos indígenas que habitam a Amazônia. Ambos datam de milhares de anos: os Yanomami e os Kayapó, que habitam as fronteiras do Brasil e da Venezuela.

Ressalta-se, porém, que não é a primeira arte rupestre encontrada na área, mas é uma das mais importantes. Sua importância reside no fato de poderem ser obra dos primeiros habitantes da Amazônia.

Os líderes da descoberta estão absolutamente certos de que existem muitas outras pinturas a serem descobertas. O coração da Amazônia ainda é um lugar pouco conhecido.

 

Com informações de UPSOCL

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Ana Carolina Conti Cenciani
Ana, 20 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui matérias que são boas de se ler.