Olivia e Eli são dois irmãos de La Habra, na Califórnia, nos Estados Unidos. Tudo era felicidade até que seus pais notaram algo estranho no crescimento do pequeno Eli, que tinha apenas um ano de idade.

Eli Vásquez era um bebê saudável quando nasceu em 2018, mas com o passar do tempo apresentou alguns problemas de desenvolvimento e crescimento. Eles não sabiam o que estava acontecendo.

Os dentes do pequeno Eli cresciam desordenadamente, ele passava grande parte do tempo congestionado, tinha um calombo nas costas e o rosto se desenvolvia de tal maneira que não parecia mais com os familiares. Os pais ficaram muito assustados.

Instagram @kelseyyvasquez

“Eu negava totalmente que algo pudesse estar errado com nosso bebê. Não havia nada que realmente interferisse em sua vida diária ou sua personalidade ou algo assim.”, conta Kelsey Vásquez, sua mãe, ao Today.

A família Vasquez deixou sua casa na Califórnia para ver especialistas em Minneapolis, Minnesota e, após centenas de testes, o resultado foi que Eli sofria da Síndrome de Hurler, uma doença genética em que o corpo não produz uma enzima necessária para digerir o açúcar. Foi nesse momento que Olivia, de 4 anos, desempenhou o papel mais importante que uma irmã poderia ter: ela poderia salvar a vida de seu irmãozinho.

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O que Eli precisava na época era um transplante de sangue e medula óssea para substituir as células-tronco defeituosas que ele tinha em seu corpo. O doador tinha que ser perfeitamente compatível e não carregar o código genético defeituoso.

A pequena Olivia foi testada e revelou-se a doadora perfeita para Eli. Ela estava animada por poder salvar a vida de seu irmão mais novo. Ela acompanhou a doença de Eli, então, quando perceberam que Olivia era a doadora perfeita, seus pais pediram sua permissão.

“Ela disse, ‘sim, vamos lá.’ O que ela entendeu sobre a situação é que seu irmão tinha sangue ruim, o dela era bom e ela iria dar a ele para melhorar”, a mãe lembrou em entrevista.

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Um ano após a cirurgia, a família voltou ao hospital que salvou a vida de Eli para uma avaliação. Tudo foi perfeito. “Hoje é incrível. Todos esses testes deram tão certo, tudo parece igual ou melhor, o que é uma ótima notícia.”, completa a mãe.

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A recuperação do menino foi fenomenal. Embora a doença não tenha cura, o pequeno Eli apresenta um desenvolvimento intelectual normal e seu crescimento é como o de qualquer criança. Todos estão felizes e orgulhosos de seus dois filhos corajosos!

 

Com informações de UPSOCL

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Ana, 20 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui matérias que são boas de se ler.