Filho se emociona ao ser reconhecido pelo pai com Alzheimer após uso de cannabis medicinal

“Não lembro quando foi a última vez que meu pai me chamou de filho, falou que me ama e me deu um abraço. Hoje foi esse dia. Gratidão!”, disse Filipe Barsan Suzin, de 28 anos, chorando de alegria em um emocionante registro em vídeo que foi compartilhado nas redes sociais.

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Quem convive com um amigo ou um familiar que tem Alzheimer sabe que um dos estágios mais tristes da doença se dá quando esse ente querido dá sinais de que já não reconhece mais as pessoas do seu convívio. E por isso mesmo, quando alguém com Alzheimer de repente consegue se lembrar de alguém que a doença já tinha apagado parcialmente de sua memória, esse é um dia que deve ser muito celebrado. E foi isso que aconteceu com a família do seu Ivo de 58 anos, morador de Goiás

“Não lembro quando foi a última vez que meu pai me chamou de filho, falou que me ama e me deu um abraço. Hoje foi esse dia. Gratidão!”, diz Filipe Barsan Suzin, de 28 anos, chorando de alegria em uma emocionante gravação em vídeo que foi parar nas redes sociais.

Felipe é filho de seu Ivo, que tem Alzheimer. Ele conta que o pai era amoroso, mas com o avanço da doença não queria mais tomar banho, agredia a família, não sabia mais mastigar uma refeição e não se lembrava quem eram as pessoas ao seu redor.

A família decidiu buscar um tratamento alternativo e meses depois de usar o óleo de cannabis ele é outra pessoa. Já conversa, brinca, dança, deixa a família dar banho nele e voltou a comer sozinho.

“Faz sete meses que o meu pai faz uso do óleo, em uma semana já teve uma mudança inexplicável! Sendo que ele ficou mais de seis anos sendo dopado, tomando remédios fortes. Meu pai teve melhoras sensacionais!”, afirmou Filipe Barsan Suzin, de 28 anos, ao site Razões para Acreditar.

Seu Ivo usa o óleo de uma extração full spectrum da planta, ou seja, a planta inteira.
O óleo é fornecido pela ONG Ágape Medicinal, que também fornece para outras famílias da região.
Hoje, a associação atende a 100 pacientes, grande parte idosos com Alzheimer e também crianças e adultos autistas, entre outras patologias.

“A cannabis ativa o cérebro do indivíduo, ela age literalmente no cérebro, diferente do CBD, então, no caso do seu Ivo, foi usado o óleo da planta inteira, em baixas quantidades, é uma fitoterapia, você não tem letalidade e nem toxicidade”.

Palavras de Yuri Ben-Hur da Rocha Tejota, fundador e presidente da Ágape. Ele é graduado em Cannabusiness e Cultivo Indoor e Outdoor pela Universidade de Oaksterdam, Califórnia.

Confira o vídeo emocionante registrando o progresso do seu Ivo:

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de RPA.
Foto destacada: Reprodução/Youtube.

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