Evite ataque cardíaco, trombose e derrame: 7 alimentos que destroem os coágulos sanguíneos. O #4 é vital!

Quando o assunto é circulação, muita gente só pensa em remédio depois que o problema aparece. Mas o cuidado com o sangue também passa por escolhas diárias bem simples: o que vai para o prato, o quanto a pessoa se movimenta, se fuma, se bebe pouca água e até se passa horas sentada sem perceber.

Coágulos sanguíneos são formações que podem bloquear a passagem do sangue em veias ou artérias. Dependendo de onde isso acontece, o quadro pode evoluir para trombose, embolia pulmonar, infarto ou AVC.

Por isso, qualquer conversa sobre “afinar o sangue” precisa vir acompanhada de um alerta: alimento ajuda na prevenção e no equilíbrio da rotina, mas não substitui remédio, consulta ou acompanhamento médico.

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Alguns ingredientes conhecidos da cozinha têm compostos naturais que podem influenciar a circulação, a inflamação e a agregação das plaquetas, que são células envolvidas na coagulação.

A própria cúrcuma, por exemplo, já foi associada a possíveis interações com medicamentos como a varfarina, o que reforça a necessidade de cautela em quem já usa anticoagulantes.

1. Cúrcuma

A cúrcuma, também chamada de açafrão-da-terra, ganhou fama pela curcumina, substância estudada por sua ação anti-inflamatória e por possíveis efeitos sobre a coagulação. Ela pode entrar em preparos simples, como arroz, legumes, sopas, frango, ovos mexidos e molhos caseiros.

O ponto de atenção está na dose. Usar o tempero na comida é uma coisa; tomar cápsulas concentradas por conta própria é outra bem diferente. Para quem já usa anticoagulante, antiplaquetário ou anti-inflamatório com frequência, vale conversar com um profissional de saúde antes de aumentar muito o consumo.

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2. Alho

O alho é daqueles ingredientes baratos, fáceis de encontrar e presentes em quase toda cozinha brasileira. Além de dar sabor, ele contém compostos sulfurados, como a alicina, associados à saúde cardiovascular e ao funcionamento dos vasos sanguíneos.

Na prática, dá para usar no feijão, no arroz, em legumes refogados, em carnes, em pastas e até cru em molhos, quando a pessoa tolera bem. Mas aqui também entra o bom senso: suplementos de alho ou consumo exagerado podem aumentar o risco de sangramentos em algumas pessoas, especialmente junto de remédios que já mexem com a coagulação.

3. Pimenta-caiena

A pimenta-caiena é rica em capsaicina, substância responsável pela ardência e estudada por seus efeitos metabólicos e circulatórios. Ela pode ser usada em pequenas pitadas para temperar ovos, caldos, legumes, carnes e molhos.

O segredo é não transformar o benefício em exagero. Pimenta demais pode piorar queimação, irritação gástrica e desconfortos intestinais. Para quem já tem sensibilidade no estômago, o ideal é usar pouco ou evitar.

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4. Gengibre

O gengibre costuma ser lembrado em chás, sucos e receitas para enjoo, mas também aparece em listas de alimentos com possível efeito sobre a circulação.

Ele tem compostos bioativos, como gingeróis, que podem participar de processos anti-inflamatórios no organismo.

Uma forma simples de incluir é ralar um pouco no suco, colocar no chá, usar em sopas, marinadas ou refogados.

Quem tem gastrite, refluxo importante ou usa medicamentos anticoagulantes deve ter mais cuidado, porque o gengibre pode irritar o estômago em algumas pessoas e interferir no risco de sangramento quando consumido em grande quantidade.

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5. Canela

A canela combina com café, frutas, mingau, iogurte e receitas doces, mas precisa ser tratada com moderação. Ela contém cumarina, substância que pode ter relação com efeitos anticoagulantes, principalmente quando consumida em excesso.

O uso culinário, em pequenas quantidades, costuma ser bem diferente do consumo concentrado em cápsulas ou colheres diárias. Exagerar na canela, especialmente a cássia, pode trazer riscos ao fígado em pessoas mais sensíveis. Então, aqui a regra é clara: uma pitada para dar sabor, não uma “dose terapêutica” improvisada.

6. Abacaxi

O abacaxi entra na lista por causa da bromelina, enzima presente principalmente no miolo e no talo da fruta. Essa substância é estudada por possíveis efeitos anti-inflamatórios e por sua relação com processos ligados à coagulação.

A fruta fresca é a melhor escolha. Dá para comer em pedaços, usar em saladas, sucos sem coar demais ou combinar com hortelã. Só vale lembrar que abacaxi em calda, sobremesas cheias de açúcar e sucos muito adoçados já mudam bastante a proposta de saúde.

7. Ginkgo biloba

O ginkgo biloba é mais conhecido como suplemento usado por pessoas que buscam apoio para memória e circulação. O problema é que, justamente por poder interferir no fluxo sanguíneo e na coagulação, ele exige mais cuidado do que um tempero comum.

O Centro Nacional de Saúde Complementar e Integrativa dos Estados Unidos alerta que o ginkgo pode aumentar o risco de sangramento em pessoas que usam anticoagulantes, como varfarina, além de poder interagir com outros medicamentos.

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Por isso, ginkgo biloba não deve ser tratado como “chazinho inocente” ou suplemento para começar por conta própria. Antes de usar, especialmente em idosos, pessoas que fazem cirurgia, quem toma AAS, varfarina, rivaroxabana, apixabana ou outros remédios do tipo, a conversa com médico ou farmacêutico é indispensável.

Atenção antes de mudar a alimentação

Esses alimentos podem fazer parte de uma rotina mais amiga da circulação, mas nenhum deles deve ser usado como substituto de anticoagulante prescrito. Também é perigoso misturar vários alimentos, chás e suplementos “afinadores do sangue” ao mesmo tempo achando que isso aumenta a proteção.

Quem toma remédios como varfarina, Marevan, AAS, clopidogrel, rivaroxabana, apixabana ou similares precisa de orientação profissional antes de fazer mudanças grandes na alimentação ou iniciar suplementos.

O risco é o sangue ficar anticoagulado demais e aumentar a chance de sangramentos. No caso da varfarina, até a regularidade da vitamina K na dieta importa, e a recomendação costuma ser manter o consumo estável, não cortar alimentos por conta própria.

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Gabriel Pietro
Gabriel Pietro tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 12 mil textos assinados até aqui.