Ele doa sangue há quase 50 anos e já salvou a vida de cerca de 4 mil pessoas. Um herói!

Seu rosto aparece em cartazes promocionais para campanhas de doações, como um exemplo a seguir. "É uma grande satisfação saber que contribuí para salvar vidas.", conta Dom Arnaldo.

Ana Carolina Conti Cenciani

A solidariedade de Dom Arnaldo tem ajudado muitos pacientes, por isso o Instituto de Coleta de Sangue de sua cidade lhe deu grande reconhecimento. Transformar o mundo em um lugar melhor é tarefa de todos nós. Se todos fizessem boas ações e praticassem a solidariedade, sem dúvida alguma, objetivos importantes seriam conquistados.

Dom Arnaldo completou recentemente seus 70 anos de vida. E há anos ele doa seu bem mais precioso: o sangue. Ele está inscrito há 49 anos e tem feito isso regularmente, seu compromisso foi tanto que ele ganhou uma homenagem emocionante em sua última doação.

Foi colaborador constante do Instituto de Coleta de Sangue da Bahia, onde já é conhecido e tratado como um de seus mais preciosos membros. Suas estatísticas são impressionantes, dignas de um homem solidário como ele.

Seu registro data de 29 de janeiro de 1971, realizando 294 doações de sangue e 444 de plaquetas. Segundo os médicos do instituto, Arnaldo deve ter ajudado cerca de 4 mil pacientes. Impressionante!

Dom Arnaldo chegou aos 70 anos, idade limite para doar sangue. Ele não poderá mais continuar doando sangue, por isso decidiram prestar-lhe uma bela homenagem.

Ele lamenta ter que se aposentar, mas entende que é necessário e está mais do que orgulhoso de seus anos como doador. Ele fez isso pela última vez, enquanto recebia sua placa de reconhecimento.

Seu rosto aparece em cartazes promocionais para campanhas de doações, como um exemplo a seguir. “É uma grande satisfação saber que contribuí para salvar vidas.”, conta o senhor.

No dia 15 de julho ele fez sua última doação e as lembranças de como ele começou neste mundo vêm à mente. Foi um longo caminho, cheio de satisfação e amor.

“Foi um telefonema de um colega meu, porque o pai dele ia fazer uma cirurgia e precisava de doadores. Fui fazer essa doação e quando cheguei ao velho Hemoba, que se chamava Colsan, comecei a fazer perguntas ao médico que estava de plantão e ele me mostrou a importância da doação. Então eu continuei”, contou Dom Arnaldo à mídia local.

Este homem é um exemplo de vontade e de compromisso e nos mostrou que podemos contribuir de diversas maneiras.

Ser generoso é uma das melhores formas de satisfação. Ser doador de sangue é muito importante e necessário.

 

Com informações de UPSOCL

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Ana Carolina Conti Cenciani
Ana, 19 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui notícias que são boas de se ler.