Como eles se parecem? Ex-CIA revela em podcast bombástico detalhes das 4 espécies de aliens que os EUA supostamente escondem

A discussão sobre óvnis voltou a ganhar força nos Estados Unidos depois de uma declaração de Hal Puthoff, físico quântico e engenheiro elétrico que já trabalhou em pesquisas financiadas por órgãos ligados ao governo americano.

Em entrevista ao podcast The Diary of a CEO, apresentado por Steven Bartlett, ele afirmou que autoridades dos EUA teriam conhecimento de pelo menos quatro supostas espécies extraterrestres associadas a casos de recuperação de aeronaves não identificadas.

Puthoff, que teve passagens por projetos relacionados à NSA e à CIA, fez questão de colocar uma ressalva importante: segundo ele, a informação não veio de acesso direto a corpos ou documentos oficiais, mas de conversas acumuladas ao longo dos anos com pessoas que teriam participado ou conhecido operações desse tipo. A fala, por isso, entra no campo das alegações — e não de uma confirmação oficial.

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Durante a entrevista, o cientista disse acreditar nos relatos que ouviu. A afirmação mais chamativa foi a de que haveria “pelo menos quatro tipos distintos de vida” ligados a esses episódios.

O comentário reacendeu uma velha combinação de fascínio, desconfiança e cobrança por transparência em torno dos fenômenos aéreos não identificados, hoje tratados pelo governo americano pela sigla UAP.

As quatro supostas espécies citadas por Puthoff se conectam a declarações anteriores atribuídas ao físico Eric Davis, pesquisador que já esteve ligado a projetos do Pentágono.

De acordo com esses relatos, os grupos seriam conhecidos popularmente como “cinzentos”, “nórdicos”, “reptilianos” e “insetoides”. Todos seriam descritos como humanoides, embora com características bem diferentes entre si.

Os chamados “cinzentos” são provavelmente os mais conhecidos pelo público. Na cultura ufológica, eles costumam ser representados como seres de baixa estatura, sem pelos, com cabeça proporcionalmente grande e olhos escuros marcantes. Esse tipo de descrição ganhou força especialmente após o caso Betty e Barney Hill, casal americano que relatou uma suposta abdução nos anos 1960.

Já os “nórdicos” aparecem em relatos de ufologia com aparência bem mais próxima da humana. Normalmente, são descritos como altos, de pele clara, cabelos loiros e olhos claros. Em muitas narrativas, esses seres são associados às Plêiades, aglomerado estelar que virou referência frequente em correntes espiritualistas e teorias sobre contato extraterrestre.

Os “insetoides”, por sua vez, costumam ser descritos de forma mais estranha ao imaginário popular: corpos com traços semelhantes aos de insetos e aparência que lembra louva-a-deus. Entre os quatro grupos citados, talvez sejam os que mais se afastam da figura clássica do alienígena pequeno e de olhos grandes.

O quarto grupo seria o dos “reptilianos”, figuras bastante exploradas em teorias conspiratórias. Nesses relatos, eles teriam feições associadas a répteis, pele escamosa e comportamento ligado a ideias de infiltração ou manipulação da sociedade humana. Esse ponto, porém, é um dos mais controversos, justamente por circular há décadas em narrativas sem comprovação.

Puthoff participou do episódio ao lado do cineasta Dan Farah, diretor do documentário The Age of Disclosure. A produção reúne depoimentos de militares, ex-integrantes de órgãos de inteligência e pessoas que dizem ter conhecimento de programas secretos relacionados a objetos voadores não identificados. Farah afirmou que ouviu relatos sobre dezenas de recuperações de aeronaves supostamente “não humanas” apenas em território americano.

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Apesar do tom forte das declarações, a posição oficial do governo dos Estados Unidos continua sendo bem mais cautelosa. O Escritório de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios, ligado ao Pentágono, afirmou em relatório anterior que não encontrou evidências verificáveis de que o governo americano ou empresas privadas tenham tido acesso a tecnologia extraterrestre.

Relatórios recentes do Pentágono também indicam que muitos registros de UAPs acabam sendo explicados como balões, drones, satélites, fenômenos naturais ou objetos convencionais mal identificados. Ainda assim, alguns casos permanecem sem explicação definitiva por falta de dados suficientes, o que mantém o tema vivo entre parlamentares, militares, pesquisadores e entusiastas.

A pressão por abertura de documentos aumentou nos últimos anos, principalmente após audiências no Congresso americano e promessas de maior transparência sobre arquivos relacionados a óvnis. Mesmo assim, até agora, nenhuma agência dos EUA apresentou prova pública capaz de confirmar a existência de espécies alienígenas recuperadas em acidentes ou mantidas sob estudo por programas secretos.

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Gabriel Pietro
Gabriel Pietro tem 24 anos, mora em Belo Horizonte e trabalha com redação desde 2017. De lá pra cá, já escreveu em blogs de astronomia, mídia positiva, direito, viagens, animais e até moda, com mais de 12 mil textos assinados até aqui.