Cãozinho adotado economiza ração em seu potinho devido a traumas do passado

O cão Otávio hoje tem uma lar amoroso, mas nem sempre foi assim. Vítima de maus tratos e negligência no passado, ele ainda carrega traumas difíceis de ser apagados. Toda vez que ele come, economiza metade da ração no potinho, mesmo que nunca mais vá passar fome nessa vida.

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Adotar um cachorrinho de abrigo é um ato muito nobre, mas que deve ser feito conscientemente, afinal, adotar significa muito mais do que oferecer comida e um lugar quentinho para dormir. É preciso entender que o animal teve uma história antes de te encontrar, e que muitas vezes essa história foi de maus tratos e negligência. O cão Otávio é mais um triste retrato desta realidade. Ele hoje encontrou um lar amoroso, por meio de seus novos tutores, a Joice e o marido dela, mas algumas de suas atitudes dizem que ele tem um passado que não consegue consegue esquecer.

Joice e seu marido adotaram Otávio no início do ano passado no abrigo que o tinha resgatado de um lar em que sofria maus-tratos e negligências. E, mesmo que já curado, em segurança e recebendo muita atenção, o doguinho continuava se mostrando temeroso do contato humano. E foi aí que ela se dispôs a ajudá-lo a superar seus traumas.

O tempo passou e, aos poucos, Otávio foi ficando menos receoso. O tímido filhote que estremecia quando alguém o acariciava, agora se delicia com o aconchego e o carinho dos seus amigos humanos. Nanto, ainda é possível notar no comportamento do cãozinho as cicatrizes de seus traumas. Quando ele se alimenta, por exemplo, fica muito nítido que há lembranças que o tempo não consegue apagar.

Não importa quanta comida Joice ponha na tigela de Otávio, ele sempre deixa metade. Não é possível saber ao certo o que ocasionou esse comportamento, mas Joice suspeita que isso esteja relacionado com os anos em que ele passou negligenciado.

A hora das refeições podiam ser traumáticas para Otávio naqueles tempos, e ele provavelmente aprendeu a racionar a comida que lhe era oferecida – ou então para repartir e deixar alimento para os outros cães famintos ao seu redor.

“É triste”, disse Joice. “Eu sempre digo a ele: Tudo bem se você comer tudo.”

A tendência é que Otávio vá pouco a pouco, entendendo que os dias difíceis já ficaram para trás. E o melhor de tudo é que ele tem dois melhores amigos dispostos a ajudá-lo nesse processo.

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Redação CONTI outra. Com informações de AMO MEU PET. Com informações de original The Dodo

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