Cachorrinha evitou um incêndio ao descobrir faíscas em uma tomada. Salvou sua família como uma heroína!

"Se não o tivéssemos encontrado quando o encontramos, nossa casa teria pegado fogo durante a noite", conta a dona da cachorrinha que agora é também uma heroína.

Ana Carolina Conti Cenciani

Quando sua dona, Caitlyn Radel-Paaby, chegou em casa, ela encontrou Willow se comportando de maneira estranha. Assim, percebeu que a parede em direção à qual a cachorrinha estava latindo estava quente. “Se não o tivéssemos encontrado quando o encontramos, nossa casa teria pegado fogo durante a noite”, conta.

O ocorrido foi pouco antes do Dia de Ação de Graças. Caitlyn Radel-Paaby junto com seu marido e filho estavam prestes a sofrer o incêndio de sua casa, mas foram heroicamente salvos por sua cadela que é um cão da montanha dos Pireneus.

Segundo o The Dodo, Radel-Paaby estava voltando da loja, depois de comprar algumas coisas para o feriado. Sua cachorra de 10 meses chamada Willow não veio cumprimentá-la, o que causou uma sensação estranha nela, afinal era costume diário a cachorrinha vir de encontro toda vez que sua mamãe chegava em casa.

Caitlyn Radel-Paaby / The Dodo

Depois de procurá-la por toda a casa, Caitlyn a encontrou sob uma escrivaninha. Mas Willow não parecia tão normal. “Ela começou a ficar muito nervosa, latindo e não queria sair (…) ficou um pouco na defensiva para chamar a nossa atenção”, conta.

Depois de Willow latir e chamar por atenção, a mulher tocou a parede onde o cachorro estava latindo e estava quente. Tudo indicava que o animal identificou que um dos fios estava em mau estado e emitindo faíscas de eletricidade. A família imediatamente chamou os bombeiros, que correram para o local.

Caitlyn Radel-Paaby / The Dodo

Os bombeiros disseram que se Caitlyn não tivesse encontrado o escape quando o encontrou, a casa teria pegado fogo durante a noite.

Apesar de ser desta raça, comumente usada para guiar e proteger o gado, segundo a mulher, sua companheira canina nunca havia se comportado de tal maneira. “(…) Nunca tinha feito algo assim, ficamos chocados (…). Ela sempre se certifica de que seu irmão humano está seguro e se agarra a mim como uma louca e geralmente alerta se algo está errado, mas nunca foi algo sério.”

Desta forma, esta cachorrinha de 10 meses, que, segundo o sua dona, ainda se encontra numa fase muito arisca e ansiosa, agora já pode ser considerada uma heroína e conquistou ainda mais a confiança de todos da casa. Ela merece muitos petiscos!

Caitlyn Radel-Paaby / The Dodo

Com informações de UPSOCL

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Ana Carolina Conti Cenciani
Ana, 20 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui matérias que são boas de se ler.