Caça de rinocerontes na África do Sul cai 53% durante a pandemia

A caça de rinocerontes na África do Sul diminuiu quase 53% nos primeiros seis meses de 2020, o que segue uma incrível tendência de queda nos últimos cinco anos.

REDAÇÃO CONTI outra

Mesmo nos dias difíceis que estamos vivendo, há boas notícias para nos mostrar que é possível sempre ver o lado positivos das coisas. E a boa notícia de hoje é que a caça furtiva de rinocerontes na África do Sul diminuiu quase 53% nos primeiros seis meses de 2020, dando prosseguimento a uma significativa tendência de queda nos últimos cinco anos.

“Depois de uma década implementando várias estratégias os esforços estão valendo a pena”, disse nesta semana a Ministra do Meio Ambiente, Florestas e Pesca, Barbara Creecy. “Conseguimos impedir a escalada das perdas de rinocerontes”.

A ministra disse que as medidas de aplicação da lei de restrição de circulação durante a pandemia de Covid-19 em âmbito nacional acabaram contribuindo para o declínio contínuo da caça furtiva de rinocerontes em comparação com o mesmo período do ano passado. Para ela, o resultado é “impressionante”.

Em abril, o Parque Nacional Kruger celebrou com alívio o fato de nenhum rinoceronte ter sido abatido na Zona de Proteção Intensiva naquele mês. É a pela primeira vez que isso acontece em quase dez anos.

“Um declínio na caça furtiva por cinco anos consecutivos é um reflexo do trabalho diligente de homens e mulheres que colocam suas vidas em risco diariamente para combater a caça furtiva de rinoceronte, muitas vezes entrando em contato direto com caçadores cruéis”, disse a ministra no ano passado.

Rhino family in South Africa – by redcharlie

Em comemoração ao Dia Mundial da Guarda Florestal, a Ministra prestou homenagem aos homens e mulheres que mantém o compromisso com a proteção do patrimônio natural do país, às vezes às custas de sua própria segurança.

“Nossos guardas florestais permaneceram na vanguarda da batalha contra a caça furtiva, apesar da quarentena, contribuindo para a diminuição da caça furtiva. Neste período, os guardas florestais tiveram que enfrentar não apenas as ameaças dos caçadores, mas eles e suas famílias também tiveram que lidar com o perigo de contrair o Covid-19 ”, disse ela.

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Redação CONTi outra. Com informações de goodnewsnetwork

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