“Bridgerton” de Shonda Rhimes é o novo sucesso da Netflix.

Da criadora de "Grey's Anatomy", a nova série nos lembra daqueles clássicos como "Orgulho e Preconceito" ou "Dowtown Abbey", onde o intenso romance rouba a produção.

Ana Carolina Conti Cenciani

A Netflix sabe como nos agradar e apesar de estarmos a poucas horas de fechar o estranho 2020, a plataforma não poderia nos deixar sem um lançamento especial. No auge deste ano intenso, uma série igualmente intensa chegou para fechar com chave de ouro. Estamos falando de “Bridgerton”, a nova produção da Netflix.

Proposta como uma série de época – uma das favoritas do público – Bridgerton se tornou a sucessora de séries importantes como a Dowtown Abbey e, de acordo com os críticos e comentários iniciais, correspondeu às expectativas.

Criada por nada mais e nada menos do que a roteirista e cineasta Shonda Rhimes (que também produziu Grey’s Anatomy), a nova produção foi lançada em 25 de dezembro e levou apenas alguns dias para chegar ao topo da plataforma.

Baseada na série de livros de sucesso de Julia Quinn, a história se passa no ano de 1813 e segue o romance entre Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) e Simon Basset (Regé-Jean Page).

Daphne Bridgerton é uma jovem que se prepara para fazer sua estreia em Londres, na esperança de encontrar um pretendente digno de seu amor. Mas as coisas se complicam quando seu irmão a apresenta a um de seus melhores amigos, o indiscutível mulherengo e galã, Simon, duque de Hastings, e um estranho acordo entre eles começa.

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A tudo isso se acrescenta que a série é narrada por uma misteriosa Lady Whistledown , que regularmente escreve cartas expondo as fofocas e os segredos mais ocultos da alta sociedade londrina da época.

O que há de tão especial em Bridgerton?

O drama de época foi elogiado por suas altas doses de romance, mas também por uma poderosa carga de cenas picantes que chamaram a atenção de seus seguidores.

Por outro lado, a sua relação com Downtown Abbey, bem como a breve semelhança com “Gossip Girl”, tornaram-na numa produção digna de ser vista, onde os fãs já estão entusiasmados com a chegada de uma segunda parte.

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O produtor da série Chris Van Dusen disse a Cosmpolitan que adoraria ter mais episódios da série:

“Existem oito irmãos Bridgerton [e] existem oito livros de Bridgerton. Então, com sucesso, eu adoraria ser capaz de explorar histórias de amor e romances para todos os irmãos e irmãs Bridgerton, é claro.”

 

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Uma série que não decepcionou no final deste 2020 e que tem uma projeção forte nos anos seguintes. Afinal, como sabemos, Shonda Rhimes gosta de longas séries, já percebemos isso com Grey’s Anatomy.

 

Com informações de UPSOCL

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Ana Carolina Conti Cenciani
Ana, 19 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui notícias que são boas de se ler.