O paulistano Miro Latansio Tsai tem apenas 5 anos, mas já ostenta em seu “currículo” um feito impressionante: Ele descobriu 15 asteroides em um projeto da Nasa que tem como objetivo mapear o céu em busca de objetos próximos que possam apresentar risco de colisão com a Terra. Ele se tornou a pessoas mais jovem do mundo a fazer esse tipo de descoberta.

Miro aparece em uma publicação do Instagram oficial da Nasa, a agência espacial americana — Foto: Reprodução/Instagram

A advogada Carla Latansio, de 40 anos, mãe de Miro, contou ao g1 que, desde bem pequeno, o menino preferia os museus aos parquinhos. Ela relembra que, certa vez, ao chegar ao Museu Catavento, o menino foi citando os nomes de todos os planetas do Sistema Solar.

“Apesar de ser um bebê de 2 anos, ele ficou alucinado! O passeio preferido dele sempre foi ir a museu. Ele não queria ir para o parquinho, sempre queria ir ao museu (risos). Miro não tinha livro de astronomia nessa época ainda e chegou lá mostrando todos os planetas por nome. Eu acho que ele viu na TV, porque ele vê muitos documentários”, conta a mãe.

Aos 5 anos, Miro é fluente em inglês e está tendo aulas de mandarim com o pai, o administrador chinês Jack Tsai, de 45 anos. De acordo com Carla, Miro começou a ler durante a pandemia, aos 3 anos. Com um ano e meio falava frases completas, como “Eu quero ir embora”, e deu os primeiros passos aos 9 meses, de acordo com a mãe.

Arquivo Pessoal/Divulgação

“Ele não é desenvolvido só na parte da fala, mas em toda a parte cognitiva. Ele tem um raciocínio muito avançado para a idade. Miro sempre teve interesse muito grande por ciência e tecnologia, sempre foi curioso e queria entender como as coisas aconteciam.”

O projeto em que o paulistano de 5 anos identificou 15 asteroides é o Caça-Asteroides 2021, realizado pelo International Astronomical Search Collaboration (IASC – Programa de Colaboração de Pesquisa Astronômica Internacional, em tradução livre), em parceria com a Nasa e o Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System (Pan-STARRS).

No Brasil, o projeto acontece por intermédio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

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Redação Conti Outra, com informações de g1.
Fotos: Reprodução.

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