Nesta sexta-feira, apenas um indivíduo apareceu para protestar contra o lockdown na cidade de Auckland, na Nova Zelândia. O homem seguiu uma convocação online de autoria desconhecida.

Quando chegou ao local deserto, o manifestante foi convencido pela polícia a ir para casa e respeitar as regras determinadas pelo governo. O país registrou seus primeiros casos de Covid em seis meses, optando assim pela medida para impedir maior propagação do vírus.

Rua vazia em Auckland, na Nova Zelândia, durante lockdown em 15 de fevereiro de 2021 — Foto: David Rowland/AFP

Segundo o site neozelandês Newshub, a polícia viu a convocação do protesto em um perfil no Instagram, que chamava pessoas a irem até a Queen Street, clamando que “já é mais do que suficiente”. Os donos da conta, entretanto, afirmaram que não eram os autores e estavam apenas repassando o texto, sem saber a fonte inicial.

A publicação, além disso, acusava a primeira-ministra do país, Jacinda Ardern, de “destruir a economia” e “destruir empregos”, mesmo que a Nova Zelândia tenha tido uma queda de 4 pontos percentuais no índice de desemprego no último quadrimestre e ter se recuperado dos últimos lockdowns com resultados acima das projeções.

Jacinda Ardern em uma conferência em Wellington, Nova Zelândia, em janeiro.NICK PERRY / AP

“A polícia esteve ciente das discussões nas redes sociais sobre um protesto anti-lockdown na Queen Street, em Auckland, esta tarde. A polícia esteve na área e falou com uma pessoa que chegou com a intenção de assistir ao protesto. O indivíduo foi encorajado a cumprir as restrições de alerta nível quatro e optou por ir embora”, diz um comunicado da polícia local.

No mesmo dia do ocorrido, Ardern anunciou a extensão até 31 de agosto do lockdown em todo o país, o objetivo é tentar barrar um novo aumento de casos da variante Delta.

Com informações de G1

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